DEFESA DO CONSUMIDOR. formativo. Sumário: Editorial. Um novo pacto social. Mário Agostinho Reis

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1 24 anos ao serviço dos consumidores da Região Autónoma dos Açores 1 DEFESA DO CONSUMIDOR Editorial O presente boletim está cheio de informação útil e de desafios pertinentes para a nossa capacidade de ser consumidores responsáveis, exigentes e conscienctes. Desde logo, começando com um belíssimo escrito do nosso amigo e colaborador Dr. Beja Santos, acerca da proletarização dos serviços. É espantoso ao ponto a que já chegamos. É assustador pensar no que ainda pode vir-nos a bater à porta. A partir de 1 de março os passageiros de autocarro na Europa terão os seus direitos protegidos formalmente. E é interessante ver-se como, juntamente com uma enorme recessão, esta Europa continua a teimar ser a terra dos códigos de ética e de direitos. Os perigos não farão as pessoas desistir de nada desde que o queiram fazer. Ao apresentar os perigos das tatuagens não pretendemos com isso recomendar às pessoas que desistam da ideia de fazer uma. Apenas queremos que estejam atentas ao que devem exigir de quem presta este serviço. As novas formas de pagamento ocupam a parte central do boletim e pretende-se com tal chamar a atenção de forma sistematizada e, necessariamente, esquemática do que devem ser os comportamentos tipicos e indispensáveis no relacionamento dos consumidores deste novo mundo que cada dia vai abrindo mais as portas da novidade. Para ajudar na escolha entre diferentes TFT a ACRA chama a atenção do consumidor para uma série de características importantes do ponto de vista técnico e da sua presença e validade em cada modelo analisado. Se abrimos com um escrito sobre a proletarização dos serviços, fechamos com um texto, forte e violento, mas se calhar adequado para nos por a pensar acerca deste assunto: afinal, falta cumprir a autêntica classe operária. Repescando um alerta da QUERCUS, alertamos na última página para a necessidade de darmos uma folga ao mar. Oxalá assim fosse. Mário Agostinho Reis Um novo pacto social As condições de vida moderna são estranhas. Por um lado, o mesmo patrão que lança famílias inteiras no desemprego, barafusta com a falta de poder de compra dos seus antigos bons clientes. Os movimentos e instituições de apoio social servem de almofada mas não resolvem o problema na sua totalidade, embora nesta fase teham um papel impossível de menosprezar. Porém urge pensar a sério e depressa naquilo que somos uns para os outros, enquanto cidadãos. Pensar e tirar consequèncias para que cada vez mais a organização política seja reflexo da nossa saúde social, em vez de sermos nós os indivíduos a deixar-nos moldar tornando-nos reflexo da doença política colectiva. Sumário: N.º 43 - fevereiro/2013 formativo A proletarização sem quartel Passageiros de autocarro com direitos... 4 Tatuagens: inócuas? Era bom, era... 5 Dossier - Novas formas de pagamento Pagar com a ponta dos dedos Payshop... 8 Paypal... 8 MBNet... 9 MBPhone... 9 Relações protegidas com o seu Banco À atenção do consumidor São TFT, mas pouco XPTO dicas para comprar com segurança Ler bem antes de comprar A ACRA aconselha Saiba como defender-se Dá que pensar: Proletários de todo o mundo, uni-vos Última página Consuma peixe, mas de forma responsável

2 A proletarização sem quartel 2 Beja Santos O amigo e colaborador de longa data da ACRA, Dr. Beja Santos, publicou recensão de estudo que merece especial atenção pelo alcance e atualidade. Vai na íntegra. Novos Proletários A precariedade entre a classe média em Portugal Novos Proletários A precariedade entre a classe média em Portugal, organização do José Nuno Matos e Nuno Domingos, Edições 70, 2012, é a continuação do estudo efetuado sobre o processo de precarização laboral, antes procedera-se a um conjunto de estudos abarcando a construção civil, as indústrias do Vale do Ave e do Vale do Sousa, grandes superfícies comerciais, call-centers e trabalho doméstico. Agora a análise prossegue com um olhar sobre a precariedade nas profissões e atividades qualificadas. Em jeito preambular, os organizadores recordam que A educação, por si só, não resolve problemas que se encontram na própria organização produtiva. E é na organização produtiva que se encontram as bases da proletarização de profissões consideradas até há poucos anos como um reduto de uma posição social estável. Portugal, nomeadamente depois dos anos 80, lançou-se de um modo desenfreado na expansão dos serviços, contraindo os sectores tradicionais da agricultura e indústria. A escolarização fomentou o apetite de entrar nos serviços, as profissões liberais foram as mais cobiçadas. Com o desenvolvimento da crise económica, assistimos à proliferação de estágios não remunerados, de trabalho temporário e de falsos recibos verdes; a mobilidade social está bloqueada, as classes médias estão agora profundamente afetadas: temos enfermeiros da última leva de contratação a auferir cerca de 4 euros por hora, têm um vencimento mensal bruto de cerca de 600 euros. É-nos observado que a última década ficou marcada por um aumento das qualificações escolares da população ativa, os especialistas das profissões intelectuais e científicas também cresceram, mas agora não têm emprego. Indicia-se a existência de duas vias de acesso às profissões qualificadas. Uma via que garante uma situação estável, rendimentos claramente acima da média. Uma outra via sujeita a menor previsibilidade na situação profissional, que obtém rendimentos inferiores, aparentemente em processo de proletarização. Que significado é possível atribuir à precariedade, hoje? Refere-se em abundância a flexibilização, a competitividade e a necessidade de combater a rigidez da legislação laboral. Ora a precariedade não é apenas uma condição laboral, ela decorre da articulação de vários modos de fazer a política, e hoje adoça-se a brutalidade das medidas e poucos reagem. Por exemplo, nos contratos a termo escreve-se que as funções a desempenhar serão temporárias ou devem-se a um acréscimo extraordinário de trabalho. Contudo, é fácil dar conta que tais funções são de facto imprescindíveis à atividade da empresa e o trabalho é tudo menos extraordinário, antes corresponde a funções regulares. Estas inverdades, este cinismo do sistema político envenenam as relações entre o capital e o trabalho, estão na base da crescente infidelidade entre o trabalhador e a empresa.

3 A proletarização sem quartel os jovens A juventude é quem está a sofrer mais, os jovens estão particularmente expostos a esta precariedade. Os jovens estão cheios de expetativas, pensam construir o seu rumo com mobilidade social e num sistema de meritocracia. A compreensão da precariedade não deve esgotar-se na análise do mercado de trabalho. Há que ponderar a análise de uma gama variada de constrangimentos e contrariedades na transição para a vida adulta atual. Por exemplo, é determinante estudar a forma como esta geração de jovens responde e se adapta à recessão atual, construindo os bolseiros O estudo questiona os bolseiros, a carreira docente, a proletarização da advocacia e dos jornalistas, bem como analisa a condição laboral nos call-centers. Vejamos alguns dados. Nos últimos 15 anos o número de doutores cresceu exponencialmente. Uma das fórmulas de não ter o doutor no desemprego é dar-lhe uma bolsa ou subsídio de manutenção mensal. As bolsas de doutoramento ou pós-doutoramento visam apoiar mais diretamente a formação avançada, enquanto outras são concedidas no âmbito de projetos os advogados os jornalistas Ninguém ignora a proletarização do jornalista, cada vez mais submetido a interesses de sociedades que gerem o comércio das notícias. Profissão onde grassa o temor: Cada vírgula, cada palavra, cada passo pode significar a ausência de trabalho e até o fim da estrada no jornalismo. Não podemos ser duplas carreiras e currículos impensáveis há duas gerações atrás, e mantendo uma forte determinação de sobrevivência. Acresce que o padrão de precarização conhece distorções e assimetrias. Portugal tem taxas de desemprego dos jovens adultos entre os 25 e os 34 anos abaixo da média na União Europeia no que toca aos níveis de escolaridade mais baixo, mas acima da média no que se refere aos níveis de escolaridade secundário e superior. Portugal é igualmente um dos países em que a precarização do emprego mais amentou nos últimos anos. científicos ou instituições com atividades de investigação e desenvolvimento ( ) A dificuldade em ingressar nas carreiras de investigação ou docência acaba por empurrar os investigadores para uma condição de bolseiro, de forma mais ou menos permanente, passando de uma bolsa para outra. A precarização está a deixar uma forte marca no universo dos bolseiros, os benefícios vão desaparecendo e os montantes das bolsas descendo. Tudo conjugado, a proliferação destas bolsas em detrimento dos contratos de trabalho é uma forma de precariedade laboral. A advocacia foi o sonho de muitos jovens, era um dos zénites das profissões liberais, marcava lugar de independência, elevado reconhecimento público, trampolim para a política. Hoje, a proletarização é um facto e o estudo recorda os advogados que são sócios das sociedades e que têm ao seu serviço outros advogados, os associados e os estagiários. São os sócios das sociedades de advogados quem recebe e distribui os dividendos da atividade. Os associados e os estagiários não têm qualquer participação da gestão da sociedade, encontrando-se numa situação próxima à dos trabalhadores com contrato de trabalho, sujeitos a obrigações e com muito poucos direitos. A precaridade está instalada na advocacia, com os advogados mais jovens, de forma perversa, a serem os principais penalizados. A precaridade está na insegurança do vínculo de trabalho dos associados e estagiários e no espírito manso e obediente que ela promove. Está na ausência de proteção social em que caso de despedimento ou em matéria de parentalidade. Está no sistema de progressão na carreira dentro das sociedades de advogados. responsabilizados criminalmente pelos nossos erros, mas porque podemos ser apagados rapidamente por termos pisado os calos de alguém. E se um precário perde o trabalho em determinado jornal, perde quase sempre a hipótese de trabalho em todos os jornais, revistas, rádios ou televisões do mesmo grupo económico. Enfim, um olhar vigoroso e turvado sobre o universo dos serviços, ficando-se com uma ideia pouco lisonjeira para o futuro dos jovens da classe média que batem à porta das profissões liberais. 3 Beja Santos

4 Passageiros de autocarro com direitos 4 A partir de 1 de Março Direitos dos Passageiros de Autocarro Vai longe o tempo em que uma viagem de autocarro entre Ponta Delgada e qualquer outra parte da Ilha de São Miguel era uma espécie de aventura: desde o tranporte de animais (galinhas e outra bicharada), até ao escarrar para o chão do autocarro, o fumar desalmadamente, mesmo que não se pudessem abrir as janelas, parecem cenas de filme do princípio do século XX mas são bastante mais recentes. Ainda bem que fomos tomando consciência, coletivamente de muitas coisas que não estavam bem nesta forma de conviver. E em boa altura, a União Europeia decidiu impor directiva acerca dos direitos dos passageiros de autocarro que se resumem no seguinte: u Condições de transporte não discriminatórias, v Acesso ao transporte, sem custos adicionais, para as pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida e indemnização em caso de extravio ou de danos no equipamento de mobilidade, w Cumprimento das regras mínimas no que respeita às informações de viagem a prestar aos passageiros (antes e durante o trajeto) e informações gerais sobre os seus direitos, x Estabelecimento, pelos transportadores, de um mecanismo para tratamento das reclamações e sua disponibilização aos passageiros; y Designação, por todos os Estados-Membros, de organismos nacionais independentes responsáveis pelo controlo do cumprimento do regulamento e, se for caso disso, pela aplicação de sanções. E se a viagem consistir em percurso de extensão superior a 250 km (o que para os Açores será um tanto difícil, no entanto, os açorianos quando se deslocarem a qualquer parte devem saber os seus direitos e exigir o cumprimento dos mesmos): u Emissão de bilhetes (eletrónicos) ou de quaisquer outros títulos de transporte, v Indemnização e assistência em caso de morte ou de lesões corporais e de extravio ou danos em caso de acidente, w Informação em caso de cancelamento ou de atraso na partida; x Direito ao reembolso integral do preço do bilhete ou ao reencaminhamento em caso de cancelamento ou de atraso considerável, y Assistência adequada em caso de cancelamento ou de atraso considerável (apenas para as viagens de duração superior a três horas), z Indemnização até 50% do preço do bilhete se o transportador não oferecer aos passageiros a possibilidade de optarem pelo reembolso ou pelo reencaminhamento em caso de cancelamento ou de atraso considerável, { Assistência específica, sem custos adicionais, às pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, nos terminais e a bordo dos autocarros.

5 Tatuagens: inócuas? Era bom, era... 5 A Direção Geral do Consumidor e o Infarmed publicaram uma brochura que alerta a população em geral para os riscos das tatuagens. Servimo-nos da mesma para fazer chegar aos nossos leitores os seus conteúdos mais importantes. Tatuagem permanente É o desenho permanente efetuado sobre a pele por injeção intradérmica de produtos compostos por corantes e outros ingredientes auxiliares. Existe também maquilhagem que é aplicada por injeção intradérmica destes produtos para acentuar traços do corpo. Em Portugal A atividade de aplicação de tatuagens bem como os produtos utilizados na mesma não se encontram regulamentados, mas existem boas práticas que devem ser observadas pelos profissionais e exigidas pelos consumidores. Os produtos Os produtos utilizados na aplicação de tatuagens podem originar, como riscos mais comuns, infeções cutâneas relacionadas com a qualidade microbiológica da preparação, e reações alérgicas devidas à origem dos pigmentos. O material Adicionalmente, a utilização de material mal desinfetado e mal esterilizado, incluindo o incumprimento de regras de higiene, constitui um risco muito grave para a saúde, pois pode ser um veículo de transmissão de doenças infetocontagiosas, como a hepatite B ou C ou o vírus VIH/sida. Cuidados a Optar por um estabelecimento que garanta o cumprimento das normas de higiene e a prevenção de riscos de transmissão de agentes infeciosos. a Verificar se o estabelecimento cumpre os métodos corretos de desinfeção e esterilização dos utensílios. aprocurar conhecer trabalhos realizados por diversos profissionais e comparar a qualidade e tipos de desenhos aplicados. a Escolher o desenho sem precipitações (o desenho e o tamanho devem adequar-se à zona do corpo a tatuar). a Solicitar informação sobre a rotulagem dos produtos a aplicar, as condições de utilização, as precauções e a garantia de esterilidade. aconfirmar se o profissional usa luvas, máscara e material descartável. a Assegurar que a tatuagem é aplicada em pele saudável. a Seguir todas as recomendações do profissional quanto aos cuidados a ter após a aplicação da tatuagem. a Observar regularmente a zona tatuada e consultar o médico em caso de ocorrência de alguma reação anómala. Tatuagem temporária É um desenho feito sobre a pele, em regra com tinta de henna, que é indolor e desaparece com o tempo. É aplicada vulgarmente em eventos como feiras, festivais e outros locais recreativos ou mesmo na via pública, sobretudo na época estival. A tinta e seus aditivos À tinta de henna é, muitas vezes, adicionada ilegalmente a parafenilenodiamina para alcançar uma secagem mais rápida e uma cor negra mais intensa. Este aditivo é suscetível de desencadear reações alérgicas graves (ex. eczema alérgico) e pode também estar na origem de polisensibilização a outros produtos como tintas capilares, filtros solares e certas roupas ou calçado. Os produtos A qualidade e segurança dos produtos não estão garantidas porque muitos dos corantes utilizados não são permitidos em produtos cosméticos. Têm sido encontrados no mercado europeu produtos contendo substâncias carcinogénicas e metais pesados, bem como produtos contaminados com elevado teor de bactérias. Livro de Reclamações É obrigatória a existência e disponibilização do livro de reclamações em todos os estúdios de tatuagens.

6 Dossier - Novas formas de pagamento 6 Pagar com a ponta dos dedos Payshop, Paypal, MB Phone, MBnet e serviços bancários pela Net e pelo telemóvel são opções seguras para pagar as contas, muitas vezes a custo zero. Novas tecnologias farão parte das nossas vidas em breve cartões contactless e servicos wallet Novidades para um futuro próximo aa Visa e a Mastercard preparam-se para lançar os cartões contactless. A primeira já tem contrato com o Crédito Agrícola e a CGD, e a segunda com esta última instituição e o Santander Totta. aa CGD diz que vai definir um limite de 20 euros por operação e de 60 euros diários. A partir daqui, exige PIN. Quando forem distribuídos, os cartões da CGD terão inativa a vertente contactless. Para ativar, há que fazer uma primeira compra com PIN. acomo estes cartões nem sempre requerem PIN, podemos questionar a segurança em caso de anomalia ou abuso. Como evitar pagamentos indevidos? Se o utilizador passar junto de um terminal, pode ser debitado um pagamento sem notar? Em caso de furto ou roubo, depois de o cliente contactar o banco ou o emissor, quando é que o cartão fica cancelado? Até que valor pode ser responsabilizado o cliente? Há muitas preocupações no ar que só a lei poderá desfazer. Em frente a um computador, de smartphone na mão ou a dedilhar as teclas do Multibanco, é possível encontrar o banco do outro lado da linha a qualquer hora para fazer pagamentos. Despesas domésticas ou compra de bens e serviços nem sempre exigem dinheiro vivo ou cartões de plástico. Existem vários caminhos para alcançar as novas formas de pagamento. Pode recorrer à conta bancária na Net, seja através de um browser (programa de navegação), tanto no computador como no smartphone ou tablet, ou por meio de uma aplicação desenhada para os dois últimos. A utilização no computador é designada por netbanking e a que se baseia no smartphone recebe o nome de mobile banking. Também pode recorrer à Net para chegar à página de um intermediário entre o consumidor e o fornecedor do bem ou serviço. Se preferir o contacto humano e uma forma mais tradicional de saldar as contas, tem ainda a possibilidade de se dirigir a um agente aderente a determinado sistema. O Paypal e o MBnet, em funcionamento desde há alguns anos, são exemplos de intermediários online para compras e pagamentos, o último ativado no Multibanco ou na conta bancária na Net. Já o Payshop, que exige o pagamento dos serviços em dinheiro, é disponibilizado pelos correios ou por uma rede de agentes, como quiosques, papelarias ou supermercados. Por sua vez, o MB Phone, que também depende do telemóvel, é fornecido pelas operadoras da rede móvel (Optimus, TMN e Vodafone). Alguns bancos já permitem operações por esta via. Mas o futuro encontra-se em permanente revisão e há muitas novidades. Os cartões contactless e os serviços wallet prometem entrar nas nossas vidas dentro em breve. Outras experiências estão já na calha, com o smartphone a assumir um papel central na leitura de códigos, por exemplo, para comprar alimentos em máquinas dispensadoras. Investigámos os custos dos novos instrumentos de pagamento e a segurança no acesso à banca à distância. Analisámos ainda a responsabilidade atribuída ao consumidor no caso de extravio, furto, roubo ou falsificação de dados ou anomalias nas operações. Verificámos que é possível realizar um bom leque de transações sem custos e com segurança. Porém, a legislação encontra-se alguns passos atrás das inovações e ainda não existem regras claras para definir a relação entre os fornecedores dos serviços e os consumidores. Até lá, as balizas são largas, genericamente pensadas para os cartões de crédito tradicionais. A diretiva dos serviços de pagamento determina que, salvo situações de culpa ou negligência grosseira, o cliente não pode ser responsabilizado depois de notificar o emissor. Até à comunicação, só pode ser obrigado a pagar até 150 euros. Enquanto não são fixadas regras para os pagamentos do futuro, valem as disposições deste diploma, ainda que sejam insuficientes para cobrir uma realidade em transformação. aos serviços wallet permitem pagar com o smartphone através de uma tecnologia Near Field Communication (como a dos cartões contactless), SMS, QR Code ou outras. O utilizador regista-se num portal e cria uma carteira com um saldo. aas compras são feitas em lojas equipadas com terminais específicos. Basta passar o telemóvel pelo terminal, ler um código ou enviar uma SMS a confirmar a transação. A Portugal Telecom, em parceria com a TMN, e a Optimus já proporcionam esta tecnologia aos seus funcionários para a compra de alimentos em máquinas.

7 Dossier - Novas formas de pagamento 7 Pagar com a ponta dos dedos Dinheiro invisível Em 2001, os CTT disponibilizaram o Payshop, que atualmente permite o pagamento facilitado de contas domésticas, como a água ou a eletricidade, e ainda carregar o telemóvel ou o bilhete dos transportes públicos, fazer compras pela Internet e conceder donativos. O MBnet também já não é propriamente estreante. Criado pela SIBS, gestora da rede Multibanco, e por um grande naipe de bancos, tornou-se a opção de muitos portugueses quando ficaram claras as fragilidades do cartão de crédito nas compras pela Net. Gerando informações virtuais e temporárias para um cartão de crédito, tanto funciona a crédito como a débito, consoante o cartão A caminho do futuro Os cartões contactless estão para breve. A Visa e a Mastercard já têm parcerias com os bancos, esperando-se a qualquer momento a instalação dos terminais de pagamento nos estabelecimentos comerciais. Como não exigem PIN em operações a envolver montantes reduzidos, estes cartões devem ficar sujeitos a um limite por transação e/ou diário, de modo a circunscrever eventuais perdas no caso de serem roubados ou extraviados. Para pagar, basta passá-los a alguns centímetros do terminal, pelo que não têm de sair da mão do consumidor. Segundo os emissores, é um ponto a favor da segurança, associado. Ao nível internacional, o Paypal também conquistou adeptos, incluindo entre os portugueses. A partir de uma conta no portal, o serviço acede a um depósito ou cartão bancário associado, pelo que o consumidor pode pagar sem enviar os dados. Também tem a possibilidade de fazer transferências em dinheiro. Pode inclusive criar um saldo associado à conta do Paypal e fazer os pagamentos a partir deste. Mais recentemente, surgiu o MB Phone. Em 2010, eram já cerca de 260 mil os aderentes ao serviço, com 1,5 milhões de mas a não exigência de PIN deixa dúvidas. Os serviços wallet ( carteira, em inglês) são uma possibilidade que dá os primeiros passos. A partir de um telemóvel associado a um contrato com uma operadora, o consumidor cria uma carteira virtual com um saldo para fazer pagamentos a partir de várias tecnologias, combinadas ou não (por exemplo, NFC). Ao pagar, basta, entre outros, aproximar o telemóvel de um terminal, enviar uma mensagem de texto (SMS) ou ler um código (QR Code). O carregamento do saldo é feito por Multibanco, MB Phone, Paypal, cartão de crédito ou netbanking. Muitas opções gratuitas Os pagamentos através de MBnet ou Payshop são gratuitos na zona euro. No último caso, há um custo de 30 cêntimos para o carregamento de telemóveis. O Paypal também apenas cobra aos clientes face a transferências de dinheiro a partir do saldo do cartão de crédito ou operações que envolvam o câmbio de divisas estrangeiras. No MB Phone, só o carregamento de telemóveis e a transferência de dinheiro entre contas associadas são gratuitos. Para as restantes operações, existe uma tabela de preços consoante a operadora. São ainda poucos os bancos a disponibilizar operações por meio do MB Phone. consultas (saldo, movimentos, etc.) e 900 mil pagamentos. Dá a possibilidade de pagar serviços, carregar o telemóvel, fazer consultas e transferir dinheiro entre contas associadas. Algumas instituições disponibilizam operações por esta via, como a requisição de cheques. Também já existem serviços pontuais que podem ser adquiridos através de aplicações para smartphone. Por exemplo, a Vodafone tem um acordo com a Zon Lusomundo e disponibiliza o M-Ticket, a partir do qual podem ser comprados bilhetes de cinema. O sistema requer uma ligação à Internet. Entre nós, a Portugal Telecom (em associação com a TMN) e a Optimus são exemplos de empresas que já aderiram aos serviços wallet, disponibilizados aos seus funcionários. Contudo, é de esperar que, dentro em breve, se estendam a outras entidades e abranjam mais portugueses. Uma solução algo diferente é a que recorre ao saldo do telemóvel para fazer compras, sobretudo vocacionada para jogos, aplicações, música ou toques, que já se encontra em funcionamento no nosso País. Quase todos os que colaboraram no nosso estudo disseram não cobrar custos neste âmbito. Mas tenha em atenção que, por vezes, além dos encargos aplicados pela operadora, acrescem comissões bancárias. Informe-se junto do seu banco se aderiu e quais as despesas imputadas ao serviço.

8 Dossier - Novas formas de pagamento 8 Pagar com a ponta dos dedos payshop Pagar contas e carregar o telemóvel adisponibilizado pelos CTT, permite pagar contas ou compras pela Net, carregar o telemovel ou titulos de transporte e fazer donativos. O servico e prestado por agentes e pelos correios. Apos pagar em dinheiro, o cliente recebe um comprovativo. aapenas o carregamento do telemovel tem custos adicionais: 30 centimos em todas as operadoras, valor descontado ao montante entregue ao agente. Algumas empresas que vendem pela Net permitem o Payshop. O consumidor recebe uma referencia de pagamento, a indicar ao agente. ao Payshop garante que os dados sao transmitidos de forma eletronica a empresa emitente e o valor creditado na conta desta. Na posse do recibo, o cliente dificilmente pode ser responsabilizado por atraso ou falta de pagamento. Mas, se o agente se enganar ao introduzir os dados, quem é responsável? O Payshop ou o agente? Nao tivemos acesso as condicoes contratuais. Mas o cliente que cumpre as regras não pode ser penalizado. paypal Fazer compras sem indicar dados aaceite por muitas lojas online e portais internacionais, permite pagar ou enviar dinheiro sem indicar os dados do cartão. Tem de abrir conta no sítio da Paypal, definir uma senha e associar uma conta bancária ou um cartão. As compras são feitas através desta conta, com o Paypal como intermediário. É possível criar um saldo retirando dinheiro da conta associada. acriar a conta, pagar compras e enviar dinheiro (no último caso, se for usado o saldo do Paypal ou da conta bancária) não tem custos. Mas, em operações com câmbio, é cobrada uma comissão de 4% se assumida totalmente pelo comprador. O mesmo acontece se for usado o saldo do cartão de crédito. O custo é de 3,4% mais uma parte variável consoante a divisa. aa Paypal tem um serviço de resolução de conflitos. Face a utilização abusiva da conta por terceiros, não será responsabilizado se o Paypal ficar convencido de que não deixou a senha e o PIN acessíveis. Não é claro se exige alguma prova. Se suspeitar de abuso ou fraude, notifique o Paypal.

9 Dossier - Novas formas de pagamento 9 Pagar com a ponta dos dedos mbnet Cartões virtuais temporarios acriado pela SIBS e pelos bancos há alguns anos, o sistema MBnet gera cartões virtuais temporários para compras através de correio eletrónico, Net, telefone ou fax. Para usar o serviço, precisa de um cartão de débito ou crédito. aa adesão pode ser feita através da conta online do banco ou do Multibanco. Depois de escolher um código de 6 algarismos, pode definir um limite para as compras (por exemplo, diário), com o mínimo de 5 euros. apara gerar o cartão temporário, deve entrar em e introduzir a identificação e o código. Utilize os dados do cartão para fazer compras. Pode também cancelar um cartão no sítio da MBnet. aem termos de responsabilidade, aplicam-se as disposições da diretiva. Salvo em casos de culpa ou negligência grosseira, o consumidor não pode ser responsabilizado pela utilização abusiva da parte de terceiros depois de informar o serviço. Até à comunicação, pode ser obrigado a pagar um máximo de 150 euros. mbphone Pagamentos com o telefone adisponibilizado pela Optimus, TMN e Vodafone, permite serviços idênticos aos do Multibanco, como pagar despesas, fazer transferências entre contas associadas, carregar o telemóvel, etc. Tem de instalar uma aplicação no smartphone e associar um cartão bancário, o que pode fazer no Multibanco. Os clientes do ActivoBank, BES e Millennium bcp têm de fazer o pedido ao banco por telefone. Pode associar até cinco contas bancárias. ao serviço está disponível por telefone, SMS, sítio da operadora ou Net. No primeiro caso, tem de ligar para um número e seguir as instruções. No serviço através de SMS, deve enviar uma mensagem para o número indicado e recebe depois a confirmação. Também pode fazer compras pela Net se a loja tiver aderido. Depois de selecionar o pagamento por MB Phone, indique o telemovél associado: recebe uma SMS com um link para confirmar os dados. ana Vodafone, cada operação custa, no geral, 33 cêntimos. Pelo pagamento de compras cobra entre 33 cêntimos e 1,02 euros, consoante o montante envolvido. A Optimus cobra 51 cêntimos por semana e inclui um pacote de 20 operações. Na TMN, as SMS e operações com a aplicação móvel custam 25,70 cêntimos e as compras, 36,10 cêntimos. aface à ausência de legislação específica, aplica-se a diretiva dos serviços de pagamento. Mas, como o MB Phone se destina sobretudo a transações de baixo valor, o limite de 150 euros que a lei define é claramente excessivo.

10 Dossier - Novas formas de pagamento 10 Relações protegidas com o seu Banco O acesso aos serviços bancários online pode ser considerado seguro para os padrões atuais. Mas os piratas informáticos são criativos, pelo que é de esperar que as instituições tenham de investir em soluções cada vez mais eficazes Para aceder aos serviços bancários através do computador, é preciso um browser (Internet Explorer, Firefox, etc.), o endereço da instituição, um nome de utilizador e uma palavra-passe. BES, Crédito Agrícola, Montepio, Novagalicia Banco, Banco Best e Santander Totta facultam um teclado virtual para inserir a senha, o que garante maior segurança, pois impede o software malicioso de fixar os carateres introduzidos. Por sua vez, o Millennium bcp e o ActivoBank utilizam como palavra-passe três carateres aleatórios de uma senha maior, garantindo a mesma segurança. Já o Banco BIG e o Barclays exigem a inserção adicional de Face às rápidas transformações em curso, surge a dúvida sobre as tecnologias envolvidas na banca à distância. Investigámos, por isso, o grau de segurança e chegámos à conclusão de que a maioria dos bancos adotou as normas- -padrão, pelo que os sistemas de netbanking Senhas e contrassenhas Se preferir o smartphone ou um tablet, tanto pode utilizar os serviços pelo browser como, em alguns bancos, aceder através de uma aplicação. O BPN, o Novagalicia Banco e o Crédito Agrícola não permitem o acesso por smartphone com o browser. Nos bancos que o facultam, o processo é idêntico ao do computador. Mas o Banco BIG impede as transferências interbancárias, o Banco Best só disponibiliza transações de baixo valor e o Millennium bcp, por vezes, exige a introdução de três dígitos de um código específico para Smartphone com mais limitações telemóvel ou, em alternativa, a instalação de um software que gera códigos para confirmar as operações. Banco Popular, BES, Crédito Agrícola, Banco BIG, Banco Best, Millennium bcp e ActivoBank criaram uma aplicação para smartphone, que pode ser descarregada na loja online (App Store, Playstore, etc). Algumas são instáveis em todos os sistemas operativos (Android, ios, etc.). É o caso das concebidas pelo Banco Popular e pelo Banco Best. A generalidade dos bancos tem um sistema de segurança idêntico ao utilizado nos acessos através do computador. A principal e mobile banking podem ser considerados seguros. Mas, com a evolução tecnológica, é de esperar que as ameaças também se tornem mais acutilantes, o que obriga as instituições bancárias a investir em medidas cada vez mais eficazes. alguns carateres de um documento. O Novagalicia Banco requer ainda um código gerado aleatoriamente por um dispositivo eletrónico fornecido aos clientes. Para realizar operações, é necessária uma confirmação adicional. Banco Popular, Montepio, Banco BPI, CGD e, por vezes, Barclays pedem carateres de um cartão-matriz. O Santander Totta, o Millennium bcp, o Activo Bank, o Crédito Agrícola e, em alguns casos, o Barclays e a CGD enviam uma SMS ao cliente, com um código para autenticar a operação. O BPN e, em certas situações, o Crédito Agrícola atribuem uma palavrapasse, de onde o cliente escolhe um conjunto de carateres para a autenticação. O Novagalicia Banco pede um código gerado por um aparelho eletrónico facultado ao cliente. Outros bancos recorrem a uma combinação de duas destas opções, para aumentar o nível de segurança. Todas as instituições fazem a encriptação dos dados e recorrem ao certificado digital em níveis de proteção considerados suficientes para os padrões atuais. Tendo em conta estes procedimentos de segurança, o banco deverá responsabilizar-se por qualquer uso fraudulento que não seja culpa do consumidor. diferença reside na ausência de teclados virtuais, o que diminui um pouco a segurança. Mas, por enquanto, não é um problema grave, pois o volume de software malicioso para smartphone é reduzido. No Crédito Agrícola, no Banco BIG e no Banco Best, não é enviada a SMS a confirmar a operação. Como consequência, no Banco BIG, as transferências só são permitidas entre contas do mesmo titular e, no Banco Best, as operações estão limitadas a determinado valor. O Millennium bcp e o ActivoBank também não enviam SMS, mas pedem a inserção de alguns carateres de uma senha.

11 À atenção do consumidor 11 Agradecendo a disponibilidade da DECO, deixamos ficar aos nossos leitores algumas orientações úteis para a altura da compra de um TFT. Os conteúdos são em parte da revista PROTESTE. São TFT, mas pouco XPTO Por menos de 130 euros, pode comprar um monitor de 21,5 polegadas de boa qualidade. Verifique as ligações disponíveis Boa parte da vida de muitos profissionais é passada em frente a um monitor. Ao comprar este equipamento há que ponderar vários fatores, como o espaço físicodisponível e as necessidades emfunção do tipo de atividade. Por cerca de 130 euros,já consegue comprar um monitor de boa qualidade. Para navegar na Internet ou trabalhar, um monitor pequeno pode ser suficiente. Mas a edição de imagem,o visionamento de vídeos ou os jogos requerem diagonais de dimensões superiores, no mínimo, de 19 polegadas. Quase todos os modelos analisados têm ligações HDMI, mas apenas o Asus VK248H integra porta USB, colunas e webcam. Resposta tardia Mesmo quando integram colunas, a qualidade sonoranão corresponde ao que seria desejável, devido,sobretudo, ao tamanho reduzido das colunas, querevelam dificuldade em reproduzir som de baixa eelevada frequência. Medimos o tempo exigido para passar de um ecrã completamente negro a um ecrã completamente branco e vice-versa. Também fizemos esta medição para escalas de cinzento, entre 20% e 80 por cento. Apenas três modelos são rápidos nesta operação. O LG IPS-235VX e o HP 2211x demoram demasiado tempo. Inovações para inglês ver O Asus ML229H e o LG IPS235V utilizam a tecnologiaips. Segundo os fabricantes, proporciona ângulos devisão mais abrangentes, sem mudanças de cor em função da perspetiva. Mas há modelos sem esta tecnologia e que, mesmo assim, apresentam ângulos de visão alargados. Já os tempos de resposta medidos ficaram longe dos valores anunciados. Não confie cegamente nos valores anunciados pelos fabricantes. Em geral, os resultados são medianos, o que demonstra a necessidade de melhorar o ângulo de visão. Sem reflexos, mas pouco versáteis Se teme comprar um monitor com um ecrã com excesso de refletividade, fique descansado. Medimos os reflexos a 20º e 60º do centro do ecrã e todos os modelos apresentam um desempenho muito satisfatório. Além do tempo necessário para ligar o monitor, consideramos a facilidade de instalação, bem como o ajuste das preferências e as propriedades da imagem. Todos os modelos são fáceis de utilizar. Para avaliar a versatilidade dos monitores, considerámos todas as entradas e saídas, bem como os acessórios incluídos. Apenas dois modelos mereceram nota mediana por contemplarem mais do que uma entrada de vídeo digital. Todos os outros pecam por apresentarem poucas alternativas ao nível das ligações. Consumo mínimo Registamos os consumos com os monitores ligados, desligados e em stand-by. No nosso teste, todos os modelos apresentam gastos reduzidos. Os monitores TFT, normalmente comedidos no consumo energético, se estiverem muitas horas ligados, acabam por gastar alguma eletricidade. Regra geral, os que recorrem à tecnologia LED consomem menos, caso dos modelos avaliados. Dois aparelhos, o ASUS VK248 e o Samsung S22B350H, incluem um modo eco que, por reduzir o brilho, diminui também o consumo. Poupe 70 euros Nos modelos selecionados, ao preço mínimo, encontrámos variações superiores a 100 euros. Exemplo: entre 129, na nossa Escolha Acertada, o LG E2242T, e 231,99, no Asus VK248H, Melhor do Teste. Se optar pelo LG E2242T, em vez do LG IPS235V com tecnologia IPS, ao preço mínimo de 199, consegue poupar 70 euros. Investigue os melhores preços nas lojas antes de comprar. Encontrámos o HP2211x tanto a 149 como a 215, uma diferença significativa de 66 euros.

12 12 À atenção do consumidor São TFT, mas pouco XPTO GLOSSÁRIO TFT Thin Film Transistor (Transístor de película fina). Resolução nativa Número de pixels que o ecrã apresenta. Cada pixel consiste em 3 sub-pixels com as cores RGB: Red (vermelho), Green (verde) e Blue (azul). HDMI High Definition Multimedia Interface. Ligação digital de alta definição que suporta vídeo e áudio. Tempo de resposta Tempo necessário para o ecrã passar de uma imagem preta para uma branca. O tempo de resposta anunciado fica muito aquém do medido. VGA Video Graphics Array. Interface analógica para ligar o monitor ao computador. 5 dicas para comprar com segurança Antes de comprar um monitor, experimente-o na loja para verificar, por exemplo, se há pixels avariados. ua maioria dos computadores portáteis e netbooks tem ecrãs pequenos para trabalhar. Por isso, considere comprar um monitor externo. Aumentará a área de trabalho e a produtividade. vquase todos os portáteis possuem uma saída de vídeo VGA. Com a tecla de atalho fn+fx liga automaticamente o portátil ao monitor ou projetor. Nos computadores de secretária, veja se a placa de video tem duas saídas. wpor vezes, detetam-se pixels avariados. Mas os fabricantes só trocam se existir, por exemplo, mais de 10 avariados. Se não experimentar na loja, faça-o em casa. Coloque uma imagem branca e procure pontos pretos no ecrã. xse comprou pela Net recorra, se necessário, aos 14 dias legais para resolver o contrato e ser reembolsado. Algumas lojas físicas devolvem o dinheiro se não estiver satisfeito. yse vai trocar de monitor ou comprar o Windows 8, considere um monitor tátil para usufruir deste sistema operativo.

13 À atenção do consumidor 13 Ler bem antes de comprar As compras coletivas podem ser um bom negócio. Mas, em caso de conflito, reclame junto da empresa que lhe vendeu o cupão e da que ficou de fornecer o produto ou serviço Refeições, viagens, calçado, telemóveis, massagens, bilhetes para espetáculos e tratamentos de beleza são apenas alguns exemplos do que é possível adquirir através de uma empresa de compras em grupo. A funcionar através da Internet, as chamadas compras coletivas ou em grupo têm tido sucesso entre os consumidores por venderem produtos ou serviços com descontos consideráveis. Daí aparecerem cada vez mais entidades a proporem este tipo de negócio. Quando tudo corre bem, empresa e consumidor ficam satisfeitos: a primeira porque lucra, o segundo porque poupa. Mas nem sempre a compra está isenta de problemas e, só em 2012, recebemos 104 reclamações de consumidores insatisfeitos. Produtos que tardam em chegar ou que não correspondem ao encomendado, reembolsos em crédito para gastar em novas compras, em vez de dinheiro, ou serviços para os quais não se consegue fazer a marcação são alguns dos problemas que chegaram ao nosso conhecimento. Analisámos os contratos das principais empresas de compras coletivas a atuar em Portugal: Cardume, Forretas, Goodlife, Groupon, LetsBonus, Odisseias e Sapo Voucher. Além de algumas ilegalidades, verificámos que, regra geral, as empresas alegam o seu papel de intermediárias para não se responsabilizarem por falhas de quem entrega o produto ou presta o serviço. Ilegalidades em grupo Descobrimos algumas falhas e ilegalidades nos sete contratos analisados. Todos contêm disposições que procuram afastar a responsabilidade da empresa quando algo corre mal. Por exemplo, tanto a Groupon como a Goodlife garantem que o parceiro aceita o cupão vendido, mas não assumem quaisquer falhas por parte do mesmo. Contudo, disponibilizam-se para tentar encontrar uma solução se ocorrerem problemas com o resgate do cupão ou a prestação do serviço. Já a Cardume desresponsabiliza-se por quase tudo, desde perdas e danos sofridos pelo utilizador quando utiliza o sítio na Net até à qualidade à pontualidade ou exatidão dos serviços prestados ou dos produtos comprados. Para piorar, determina que o utilizador aceita as disposições e que até reconhece e concorda que aquelas limitações refletem, de forma razoável e justa, os riscos corridos pela empresa e pelo utilizador ao adquirir produtos ou serviços na Cardume. A Odisseias e a Sapo Voucher também rejeitam qualquer responsabilidade por falhas na realização do serviço, tanto a nível da qualidade como do cancelamento. Pelos contratos, não será fácil pedir justificações às empresas por deficiências ou danos causados pelo serviço, pois remetem a culpa para as entidades parceiras. Esta disposição é ilegal, pois se o bem ou serviço não for fornecido ao consumidor, este pode responsabilizar quem propôs a oferta e com quem celebrou contrato, mesmo quando está uma terceira entidade envolvida. O princípio é idêntico ao da lei que rege as agências de viagens. Estas também são responsáveis quando há falhas nos serviços turísticos prestados por outros. Mas encontrámos mais problemas. Por estarmos perante vendas à distância, deve ser sempre referida a possibilidade de o consumidor desistir da compra no prazo de 14 dias. A Cardume não o faz e a LetsBonus afasta este direito quando se trata da aquisição de bilhetes para espetáculos. A Goodlife declara que, na sequência de uma devolução, restitui os montantes gastos ao consumidor, mas desconta 3% relativos à intermediação bancária, o que é inadmissível. As empresas preveem nos contratos a possibilidade de os alterarem em qualquer momento, apenas referindo que têm de o comunicar ao consumidor. Mas nenhuma indica que este pode desistir do negócio se não concordar com as novas condições. A Cardume chega ao ponto de anunciar que basta publicá-las no seu sítio, para se tornarem efetivas. A Odisseias determina que, se retirar algum local, fornecedor ou experiência do seu catálogo, não precisa de reembolsar quem o tenha comprado. Apenas permite a substituição por outro semelhante. A LetsBonus entende que os utilizadores não podem reclamar ou avançar para tribunal devido a problemas com o serviço fornecido ou a violação das condições do contrato. Já a Cardume decide que o utilizador concorda em indemnizá-la por quaisquer reclamações, processos ou ações em que seja envolvida. Peça satisfações à empresa Na ausência de legislação específica sobre esta atividade, quando algo corre mal, deve pedir explicações: não só à empresa que forneceuo produto ou serviço, mas também a quem intermediou a compra, pois é com esta

14 14 À atenção do consumidor Ler bem antes de comprar que o consumidor celebra o contrato. Na verdade, há elementos que a empresa é obrigada a fornecer: preço, condições de aquisição, garantia, prazos de entrega e de utilização dos cupões e assistência após a finalização do negócio. Quem não respeita este dever de informação tem de responder pelos danos causados. Caso se trate da aquisição de um bem, não é por ter sido comprado deste modo que deixa de ter 2 anos de garantia. Se ocorrer uma avaria neste prazo, o consumidor tem 2 meses a partir do momento em que ocorre para informar o vendedor e exigir a reparação do bem sem custos. Pode ainda optar pela substituição, redução do preço ou devolução, recebendo o montante pago. a acra aconselha unas compras coletivas é possível fazer bons negócios, mas convém ter cuidado. Por muito apetecível que pareça a compra, compare o preço noutros locais, para se certificar de que o negócio é vantajoso. Procure também saber junto do fornecedor do bem ou serviço em que está interessado quais as condições de utização do cupão. vadquira apenas aquilo que lhe interessa ou de que necessita. Verifique com atenção o prazo e as condições de utilização do cupão, para não correr o risco de perder dinheiro. wantes de proceder à compra, averigue, por exemplo junto do nosso Serviço de Informação, se existem queixas relativas à empresa e os problemas mais frequentes. xdado que as compras coletivas são uma aquisição à distância, dispõe de 14 dias para desistir do contrato, sem necessitar de apresentar motivo. Logo, se o produto ou serviço não são o que esperava, envie uma carta registada à empresa a informá-la de que quer desistir e pretende o dinheiro de volta. yse tiver dificuldade em marcar o serviço ou em obter o bem, faça valer os seus direitos junto da empresa que lhe vendeu o cupão. Mesmo que as condições gerais do contrato indiquem o contrário, está no seu direito. zcaso o serviço não seja prestado ou o produto fornecido, exija o reembolso do montante gasto. Não tem de aceitar a devolução em crédito na empresa. Problemas e conflitos Saiba como defender-se Dadas as partes envolvidas nas compras em grupo, o consumidor pode ter dúvidas quanto ao que deve fazer se surgirem problemas no decorrer do processo ou em caso de conflito com um dos intervenientes. Eis os passos a dar. Se o problema estiver relacionado com as condições contratadas, por exemplo, o desconto ser inferior ao anunciado ou não ser possível usufruir do serviço no período definido, convém pedir contas à empresa de vendas em grupo: foi ela quem propôs o negócio. Quando o conflito tem a ver com falhas no que é fornecido, por exemplo, um produto que não funciona ou um hotel com deficiências, peça explicações ao fornecedor, embora o intermediário também seja responsável. Recentemente, quatro empresas de compras em grupo (Cardume, Goodlife, Lifecooler e Odisseias) criaram a Associação de Empresas Portuguesas de Compras Colectivas (AEPCC). Segundo indicam, pretendem defender os consumidores, garantir a qualidade das ofertas e assegurar a credibilidade dos sítios. A AEPCC criou um selo de qualidade como garantia de segurança e de confiança e para distinguir os seus associados pelas boas práticas comerciais. Tem um sítio na Net (www.aepcc.pt) onde, entre outras funcionalidades, os consumidores podem apresentar reclamações. Aplaudimos iniciativas que promovam a transparência e a seriedade das relações comerciais. Mas não podemos esquecer que a AEPCC foi criada por quem é alvo das queixas. A IRAE (na Região) e a ASAE (no Continente) são a entidades com competência para fiscalizar esta atividade. Mesmo que o consumidor contacte as entidades envolvidas no negócio, deve sempre expor o assunto a este órgão fiscalizador. Se o conflito não ficar resolvido no contacto com as partes, recorra aos serviços da ACRA.

15 Dá que pensar Proletários de todo o mundo: uní-vos! Num desses jantares que se fazem entre o Natal e o primeiro dia do novo ano, todos batiam na mesma tecla: estamos nas mãos do capital. O lado anedótico é que o mantra era alimentado por um sólido grupo de burgueses nascidos entre 1949 e Provocando um coro de gargalhadas melancólicas, a Bibla gritou, num alemão irrepreensível, Proletarier aller Länder vereinigt Euch!. Estudante em Heidelberga, leu Das Kapital por imposição do professor que a orientava. É a única do grupo que vota à direita e, como tem amigos na City, apimentou o serão com dados escabrosos da Grande Aliança. De um momento para outro, as pessoas discutem a doutrina da Goldman Sachs como dantes discutiam os vinhos da moda. Com o país mergulhado em depressão, a margem de escapismo é cada vez mais estreita. Como se a História tivesse vindo tirar desforra de 1974, daquele vibrante 25 de Abril em que vimos a ditadura ruir. O intervalo foi um fogacho. Hoje, cada bife que comemos é um ónus a pesar na nossa consciência. Um facto aqui, outro ali, estamos outra vez na Europa de 1945, obrigados a partir do nada, forjando uma geração de contestatários, revendo princípios e valores, estupefactos com a insolência das tríades dominantes. Por enquanto, esse sentimento de estupefacção obnubila a visão de conjunto. Sabemos que algo terá de acontecer, mas não exactamente o quê, nem quando. Até lá, por cada mercearia que falir, um banco será resgatado com o dinheiro dos nossos impostos. As classes dirigentes convivem mal com a melhoria das condições de vida dos trabalhadores, porque o saco sem fundo das classes médias emergentes tornou opacas as tradicionais divisões de classe. Não há dia em que uma beata caridosa não venha lembrar que três refeições diárias são um desperdício intolerável, uma afronta de perdulários face aos que pretendem fazer da pobreza um traço de carácter. E chegamos à senhora dos truques, embora ela lhes chame trocas. A ideologia da pobreza perdeu a vergonha no dia em que um canal de televisão (e alguns jornais) deu tempo de antena às habilidades dessa psicopedagoga de 36 anos que deixou o emprego porque podia viver com mil cento e onze euros por ano, ou seja, com noventa euros por mês. Conclusão: se ela consegue, os nababos do salário mínino, que representam doze por cento da população activa, são uns privilegiados. Com quatrocentos e oitenta e cinco euros por mês a criatura assegura cinco meses à tripa-forra, sem dispensar telemóvel, internet, televisão por cabo, carro e mordomias afins. E ainda poupava dinheiro! No país dos marajás, vulgo reformados com pensões de valor igual ou superior a mil e trezentos euros, o recado é de meridiana clareza. Quem não percebe deve meter explicador. Muita gente sabe de experiência feita, e muita outra ouviu contar (é o meu caso), como se vivia em Portugal até à primeira metade da década de Consta que um joaquinzinho dava para quatro pessoas. Podemos presumir que a diabetes de tipo 2 fosse um problema residual na governança de Salazar. Agora não. Sempre para lá da conta, a malta empanturra-se com picanha e feijoada, levando um secretário de Estado a pedir contenção em nome da sustentabilidade do SNS. Afinal, se fizéssemos todos como a psicopedagoga (num ano, ela só gastou cinquenta euros em alimentação, e isso já inclui os gatos), a dívida soberana não seria o que dizem que é. Nada disto surge por acaso. O descaso com as famílias asfixiadas pelo garrote fiscal e com o milhão e meio de desempregados que assombra o nosso quotidiano não perturba os ideólogos da prestidigitação. Num sms cruel, mas certeiro, que recebi no dia de Natal, uma amiga querida deseja-me Jingobels. O trocadilho não é em vão. Quem tem idade para memórias perdeu as ilusões. Sob o manto diáfano da assepsia tecnocrática, vivemos tempos de ignomínia. Publicado por Eduardo Pitta no blogue Da Literatura

16 Ficha Técnica: Propriedade: ACRA, Associação dos Consumidores da Região Autónoma dos Açores; Director: Mário Agosti nho Reis; Colaboradores: Paulo Fonseca, Maria Costa, Luís Resendes, Carolina Aguiar e Cristiano Melo; Maquete, composição e montagem: Jorge Reis. N.º 43 - fevereiro/ formativo Consuma peixe, mas de forma responsável É verdade, o homem não é erbívero. Se o fosse, teria necessarimente o um aparelho digestivo mais longo e com capacidade para retirar da matéria vegetal ingerida tudo o que necessitasse para a sua alimentação. No entanto, dizer que não é erbívoro, não significa dizer que deva considerar-se carnívoro, já que muitas das proteínas de que necessita podem ser encontradas no reino vegetal. As leguminosas (como feijão, grão de bico e ervilha; entre eles, destaca-se a soja e derivados), os cereais integrais e derivados (arroz, trigo, centeio, cevada), as sementes oleaginosas (amendoim, gergelim, castanha de caju e girassol), a fruta, as verduras e legumes(bróculos, abacate, coco, batata), as algas (alga nori contém 2 vezes mais proteína do que a carne) e os cogumelos (que têm níveis semelhantes aos da carne e do leite) são óptimas fontes de proteína. No entanto, não é claro se o homem pode dispensar na totalidade peixe e carne na sua dieta. Há quem diga que sim e apresente argumentos. Mas muitos outros existem (se calhar a maioria) que munindo-se também de óptimos argumentos vai afirmar exatamente o contrário. E isto tem também a ver com consumo sustentável. Porque não podemos continar insensíveis à pressão imensa que estamos a colocar sobre o planeta para a criação de carne e a criação/apanha de peixe. Por isso, da próxima vez que o seu médico lhe disser para comer peixe, em vez de carne, pergunte-lhe se não existem outras alternativas. Porque se não, arriscamo-nos todos a ter de viver sem a vida dos oceanos, tais quais os conhecemos. E não parece que isso denha a ser possível. Precisamente para esta problemática chama a atenção a QUER- CUS no seu site. Pelo interesse reproduzimos o alerta. ucome menos peixe Os oceanos não podem suportar o aumento desenfreado do consumo. vrecusa o peixe miúdo Não consumas o peixe miúdo e denuncia a venda à ASAE tel: ou (nos Açores: IRAE, tel: , De qualquer modo, é indubitavelmente verdade que podemos dispensar da nossa dieta e com benefícios para a saúde em geral, a maior parte do peixe e da carne que consumimos. w Melhor o de mais perto Pensa no gasto energético que é necessário para o transporte de peixe e no impacto nas populações locais ao tirar os seus recursos de proteínas. Verifica a origem do peixe que compras. xa pesca selectiva é mais sustentável Melhor pescar com anzóis e redes artesanais, do que com redes industriais, com as quais não se pode escolher o peixe que se captura. y A aquacultura não é a solução para a crise dos oceanos Muitas espécies criadas e engordadas em quintas de peixe, necessitam de outros peixes para serem alimentadas. Consome somente espécies herbívoras e mariscos produzidos de forma sustentável. Contactos da ACRA Ponta Delgada: R. de S. João, Ponta Delgada (: : Angra do Heroísmo: R. Dr. Eduardo Abreu n.º Angra do Heroísmo (: : Horta: Largo Duque D Ávila e Bolama, n.º 4, 2º Direito, Horta (/7: WEB:

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