CAPÍTULO 6.6 EXIGÊNCIAS PARA A CONSTRUÇÃO E ENSAIO DE EMBALAGENS GRANDES

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CAPÍTULO 6.6 EXIGÊNCIAS PARA A CONSTRUÇÃO E ENSAIO DE EMBALAGENS GRANDES"

Transcrição

1 CAPÍTULO 6.6 EXIGÊNCIAS PARA A CONSTRUÇÃO E ENSAIO DE EMBALAGENS GRANDES Disposições Gerais As exigências deste capítulo não se aplicam: - à classe 2 exceto artigos incluindo aerossóis; - à subclasse 6.2, exceto resíduo clínico de nº ONU 3291; - às embalagens da classe 7 contendo material radioativo Embalagens grandes devem ser fabricadas e testadas de acordo com um programa de garantia de qualidade que satisfaça a autoridade competente (1), de forma que cada embalagem fabricada atenda as exigências deste capítulo Código para designação de embalagens grandes Marcação O código usado para embalagens grandes consiste em: a) Dois numerais arábicos: 50 para embalagens grandes rígidas; ou 51 para embalagens grandes flexíveis; e b) Letras maiúsculas em caracteres latinos, indicando a natureza do material, (por exemplo, madeira, aço etc.). As letras maiúsculas usadas devem ser aquelas mostradas em Marcação primária.toda embalagem grande fabricada e destinada a uso segundo este Regulamento deve portar marca legível e durável mostrando: (a) O símbolo das Nações Unidas para embalagens: Para embalagens grandes metálicas em que a marca é gravada em relevo, admite-se a aplicação das letras maiúsculas "UN", como símbolo; (b) O código 50 designando embalagem grande rígida ou 51 para embalagem grande flexível, seguido pelo tipo de material de acordo com (b); (c) Uma letra maiúscula indicando o grupo de embalagem para os quais o projeto-tipo foi homologado; (1) INMETRO -Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial 703

2 (d) (e) (f) X para os grupos de embalagem I, II e III Y para os grupos de embalagem II e III Z somente para o grupo de embalagem III; O mês e ano de fabricação (dois últimos dígitos); O país que autoriza a aposição da marca, indicado pela sigla utilizada, no tráfego internacional, por veículos motorizados; O nome ou símbolo do fabricante ou outra identificação das embalagens grandes especificada pela autoridade competente (1) ; (g) A carga de ensaio de empilhamento em kg. Para embalagens grandes não destinadas a empilhamento, deve constar o numeral 0 ; (h) A massa bruta máxima, em quilogramas. apresentada. A marcação primária acima exigida deve ser aplicada na seqüência Exemplos de marcação: 50A/X/0596/BRA/AAINMETRO 2500/ H/Y0495/BRA/AAINMETRO S/1999 0/800 Para uma embalagem grande de aço apropriada para empilhamento; Carga de empilhamento: 2500kg Massa bruta máxima: 1000kg Para uma embalagem grande de plástico não apropriada para empilhamento; Massa bruta máxima: 800kg 51H/Z/0697/BRA/AAINMETRO 0/ Exigências específicas para embalagens grandes (1) INMETRO -Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial 704 Para uma embalagem grande flexível não apropriada para empilhamento; Massa bruta máxima :500kg Exigências específicas para embalagens grandes metálicas 50A aço 50B alumínio 50N metal (exceto aço e alumínio) A embalagem grande deve ser feita de metal dúctil apropriado com soldabilidade plenamente demonstrada. As soldas devem ser bem executadas e proporcionar completa segurança. O desempenho a baixas temperaturas deve ser considerado, quando for o caso Devem ser tomadas medidas para evitar danos decorrentes da ação galvânica resultantes da justaposição de metais diferentes Exigências específicas para embalagens grandes de materiais flexíveis 51H plástico flexível

3 51M papel flexível A embalagem grande deve ser fabricada com materiais adequados. A resistência do material utilizado e a construção das embalagens grandes flexíveis devem ser apropriadas a sua capacidade e ao uso a que se destinam Todos os materiais empregados na construção de embalagens grandes flexíveis do tipo 51M devem manter, após completa imersão em água por no mínimo 24horas, 85% da resistência à tração medida originalmente no material condicionado a 67%, ou menos, de umidade As costuras devem ser feitas por pespontos, selagem a quente, colagem ou método equivalente. As extremidades dos pespontos devem ser bem presas As embalagens grandes flexíveis devem apresentar resistência adequada ao envelhecimento e à degradação provocada por radiação ultravioleta, por condições climáticas ou pelas substâncias contidas, mantendo-se assim, em condições apropriadas ao uso a que se destinam Quando for necessário proteger embalagens grandes flexíveis de plástico contra radiação ultra-violeta, esta proteção deve ser obtida pela adição de negro-de-fumo ou outros pigmentos ou inibidores adequados. Esses aditivos devem ser compatíveis com o conteúdo e manter-se efetivos durante a vida útil da embalagem. Quando forem empregados aditivos diferentes dos adotados no projeto-tipo ensaiado, são dispensados novos ensaios se as alterações no teor desses aditivos não prejudicarem as propriedades físicas do material de construção Aditivos podem também ser incorporados ao material do corpo para aumentar sua resistência ao envelhecimento, ou para outros fins, desde que isso não afete negativamente as propriedades físicas ou químicas do material Quando cheia, a relação entre sua altura e largura não deve ser maior que 2: Exigências específicas para embalagens grandes de plástico 50H plástico rígido A embalagem grande deve ser fabricada de material plástico adequado, com especificações conhecidas, e ter resistência apropriada a sua capacidade e ao uso a que se destina. O material deve apresentar resistência adequada ao envelhecimento e à degradação provocada pelas substâncias contidas e, quando necessário, pelas radiações ultravioletas. Seu desempenho a baixas temperaturas deve ser levada em conta, se for o caso. A impregnação pelo conteúdo não deve constituir um risco em condições normais de transporte Quando houver necessidade de proteção contra radiação ultravioleta, esta deve ser proporcionada pela adição de negro-de-fumo, outros pigmentos ou inibidores adequados. Esses aditivos devem ser compatíveis com o conteúdo e permanecer efetivos durante a vida útil do corpo. No caso de serem empregados negro-de-fumo, pigmentos ou inibidores diferentes dos adotados no projeto-tipo ensaiado, são dispensados novos ensaios se o teor desses aditivos não prejudicarem as propriedades físicas do material de construção Aditivos podem também ser incorporados ao material do corpo para aumentar a resistência ao envelhecimento, ou para outros fins, desde que isso não prejudique as propriedades físicas ou químicas do material. 705

4 Exigências para embalagens grandes de papelão 50G papelão rígido Deve ser usado papelão resistente e de boa qualidade, compacto ou ondulado de parede dupla (simples ou multifoliado), apropriado a capacidade da embalagem grande e ao uso a que se destina. A resistência da superfície externa à água deve ser tal que o aumento de massa, determinado por ensaio de absorção de água num período de trinta minutos, pelo método Coob, não seja superior a 155g/m 2 (ISO 535:1991). O papelão deve apresentar boa qualidade na flexão; deve ser cortado, vincado sem estrias e entalhado de modo a permitir montagem sem rachaduras, rompimento da superfície ou flexão indevida. As folhas onduladas do papelão devem ser firmemente coladas às da superfície As paredes, incluindo topo e fundo, devem ter uma resistência mínima ao puncionamento de 15J, medida de acordo com a ISO 3036: As juntas de fabricação na embalagem externa das embalagens grandes devem ser feitas com faixa de superposição adequada e devem ser fixadas com fita adesiva, cola, grampos metálicos, ou de outro modo igualmente eficaz. Quando as juntas forem feitas por meio de colagem ou fita adesiva, deve ser empregado adesivo resistente à água. Os grampos metálicos devem atravessar completamente todas as peças a fixar e conformados ou protegidos de modo que o forro interno, se houver, não seja por eles desgastado ou perfurado Qualquer palete de base, quer seja parte integrante da embalagem grande, quer seja removível, deve ser apropriado ao manuseio mecânico, com a embalagem grande carregada até sua massa bruta máxima admissível O palete, ou a base integral, devem ser projetados de modo a evitar saliência da base da embalagem grande que possa ocasionar danos durante o manuseio O corpo deve ser bem fixado ao palete removível, de forma a assegurar estabilidade durante o transporte e manuseio. Quando for usado um palete removível, sua face superior deve ser isenta de saliências que possam danificar a embalagem grande Dispositivos de reforço (p. ex., montantes de madeira), destinados a melhorar o desempenho ao empilhamento, podem ser adotados, mas devem ser colocados externamente ao forro Nas embalagens grandes projetadas para serem empilhadas, a superfície de apoio deve distribuir a carga de maneira segura Exigências específicas para embalagens grandes de madeira 50C madeira natural 50D madeira compensada 50F madeira reconstituída A resistência dos materiais empregados e o método de construção devem ser apropriados à capacidade de carga da embalagem grande e ao uso a que se destina A madeira natural deve ser bem curada, ser isenta de umidade e sem defeitos que possam reduzir materialmente a resistência de qualquer parte da embalagem grande. Cada parte da embalagem grande deve consistir de uma única peça ou ser equivalente. As partes são consideradas equivalentes a elementos de uma só peça quando for usado um 706

5 método adequado de ligação por colagem (como, por exemplo, junta Lindermann, junta macho e fêmea, junta sobreposta ou de encaixe, ou junta de topo com, no mínimo, dois prendedores de metal corrugado em cada junta), ou quando são utilizados outros métodos igualmente eficazes A madeira compensada para embalagem grande deve ter no mínimo três folhas e ser bem curadas, obtidas por desenrolagem, corte ou serração, comercialmente isentos de umidade e sem defeitos que possam reduzir a resistência da embalagem grande. As folhas devem ser coladas umas às outras com adesivo resistente à água. Na construção da embalagem grande, podem ser usados outros materiais apropriados juntamente com o compensado Madeira reconstituída empregada na fabricação da embalagem grande deve ser resistente à água (p. ex., painel de fibra, madeira aglomerada ou outro tipo apropriado) As embalagens grandes devem ser firmemente pregadas ou fixadas a montantes de canto ou topo, ou ser montados por meios igualmente apropriados Qualquer palete de base, quer seja parte integrante de uma embalagem grande, que seja removível, deve ser apropriado ao manuseio mecânico, com a embalagem grande carregada até a sua massa bruta máxima admissível O palete de base, ou a base integral, devem ser projetados de modo a evitar qualquer saliência da embalagem grande que possa ocasionar danos durante o manuseio O corpo deve ser bem fixado ao palete removível, de forma a assegurar estabilidade durante o transporte e o manuseio. Quando for usado um palete removível, sua face superior deve ser isenta de saliências que possam danificar a embalagem grande Dispositivos de reforço (p. ex., montantes de madeira), destinados a melhorar o desempenho ao empilhamento, podem ser adotados, mas devem ser colocados externamente ao forro Nas embalagens grandes projetadas para serem empilhadas, a superfície de apoio deve distribuir a carga de maneira segura Ensaios exigidos para embalagens grandes Desempenho e freqüência de ensaios O projeto-tipo de cada embalagem grande deve ser testado como previsto em em conformidade com procedimentos estabelecidos pela autoridade competente (1) Antes que a embalagem grande seja colocada em uso, o projeto-tipo correspondente deve ter sido aprovado nos ensaios pertinentes. Um projeto-tipo é definido pelo projeto, dimensões, material e espessura, modo de construção e meios de enchimento e esvaziamento, mas pode incluir vários tratamentos superficiais. Inclui também embalagens grandes que diferem do projeto-tipo somente por apresentarem dimensões externas menores. (1) INMETRO -Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial 707

6 Os ensaios devem ser repetidos em amostras de produção a intervalos estabelecidos pela autoridade competente (1). Para os ensaios de embalagens grandes de papelão, a preparação em condições ambientes é considerada equivalente às exigências de Os ensaios devem, também, ser repetidos após qualquer modificação que altere o projeto, os materiais ou a forma de confecção de uma embalagem A autoridade competente (1) pode permitir o ensaio seletivo de embalagens que diferem do projeto-tipo em pequenos aspectos como, por exemplo, menor dimensão das embalagens internas, ou embalagens internas de menor massa liquida ou, ainda, embalagens grandes produzidas com pequena redução de dimensões externas Quando uma embalagem grande tiver sido ensaiada com sucesso com diferentes tipos de embalagens internas, várias dessas embalagens internas podem ser reunidas nessa embalagem grande. Além disso, desde que mantido padrão de desempenho equivalente, são admitidas as seguintes variações das embalagens internas, sem necessidade de ensaios adicionais: a) Embalagens internas de dimensões equivalentes ou menores podem ser utilizadas, desde que: (i) tenham projeto similar ao da embalagem interna ensaiada (como forma cilíndrica, retangular etc.); (ii) o material de construção utilizado (vidro, plástico, metal etc.) ofereça resistência ao impacto e às forças de empilhamento igual ou superior à da embalagem originalmente ensaiada; (iii) tenham aberturas iguais ou menores e os fechos sejam de projetos similares (como: tampa rosqueada, tampa de atrito etc.); (iv) seja utilizado material de acolchoamento adicional suficiente para embalagens internas: e (v) seja mantida a mesma orientação das embalagens internas dentro das embalagens grandes, que a adotada na embalagem ensaiada. b) Um número de embalagens internas menor do que o empregado nos ensaios, inclusive dos tipos descritos em (a), pode ser contido numa embalagem externa desde que seja adicionado material de acolchoamento suficiente para preencher os espaços vazios e evitar movimento significativo das embalagens internas A autoridade competente (1), pode, a qualquer momento, exigir comprovação, por meio de ensaios de acordo com esta seção, de que embalagens produzidas em série satisfazem as mesmas exigências que o projeto-tipo ensaiado Desde que os resultados dos ensaios não sejam afetados e mediante a aprovação da autoridade competente (1), a mesma amostra pode ser utilizada em diversos ensaios Preparação para os ensaios Os ensaios devem ser efetuados em embalagens grandes preparadas como para transporte, incluindo as embalagens internas ou artigos a serem utilizados. Embalagens internas devem ser cheias, no mínimo, com 98% da sua capacidade quando destinadas a 708

7 líquidos, ou 95%, no caso de sólidos. Quando as embalagens internas de embalagens grandes forem projetadas para conter tanto líquidos quanto sólidos, devem ser feitos ensaios separados para cada tipo de conteúdo. As substâncias contidas nas embalagens internas ou artigos a serem transportadas nas embalagens grandes podem ser substituídos por outro material ou artigos, desde que isso não invalide os resultados de ensaios. Quando forem utilizados outras embalagens internas ou artigos, eles devem ter as mesmas características físicas (massa, etc) que as embalagens internas ou artigos a serem transportados. Admite-se o uso de cargas adicionais, tais como sacos de grãos de chumbo, para obter-se a massa total necessária desde que sejam colocadas de forma a não afetar os resultados dos ensaios Embalagens grandes feitas de materiais plásticos e embalagens grandes contendo embalagens internas de materiais plásticos exceto sacos projetados para conter sólidos ou artigos devem se submeter ao ensaio de queda quando a temperatura da amostra de ensaio e seu conteúdo estiver reduzido a 18ºC ou menos. Esta condição pode ser dispensada desde que os materiais em questão apresentem ductilidade e resistência a tensões suficientes a baixas temperaturas. Quando as amostras de ensaio forem preparadas dessa forma pode-se dispensar a disposição de Os líquidos de ensaio devem ser mantidos neste estado físico, adicionando-se a eles, se necessário, material anti-congelante Embalagens grandes de papelão devem ser condicionadas por, no mínimo, 24 horas, numa atmosfera com umidade relativa e temperatura controlada. Há três opções para essa atmosfera: a preferida apresenta temperatura de 23 ± 2ºC e umidade relativa de 50% ± 2%. As duas outras opções são: temperatura de 20 ± 2ºC e umidade relativa de 65% ± 2%; ou temperatura de 27 ± 2ºC e umidade relativa de 65% ± 2%. NOTA: Os valores médios devem situar-se nessas faixas. Flutuações de curta duração e limitações do método de medição podem provocar variações de mais ou menos 5% na umidade relativa em medições pontuais, sem afetar significativamente o ensaio Exigências de ensaios Ensaio de içamento pela base Aplicabilidade Este ensaio deve ser aplicado a todos os projetos-tipo de embalagens grandes equipados com dispositivos de içamento pela base Preparação de embalagens para ensaio As embalagens grandes devem ser carregadas até que se atinja 1,25 vez a massa bruta máxima admissível, sendo essa carga uniformemente distribuída Método de ensaio As embalagens grandes devem ser içadas e abaixadas duas vezes, por empilhadeira, com os garfos centralmente posicionados e espaçados de três quartos da largura da face de entrada (exceto se os pontos de entrada forem fixos). Os garfos devem avançar até três quartos da base, na direção de entrada. O ensaio deve ser repetido para cada direção de entrada possível Critérios de aprovação 709

8 Não deve ocorrer qualquer deformação permanente que torne a embalagem grande insegura para o transporte e nem haver perda de conteúdo Ensaio de içamento pelo topo Aplicabilidade Este ensaio deve ser aplicado a todo projeto-tipo de embalagens grandes providos de meios de içamento pelo topo Preparação de embalagens grandes para o ensaio As embalagens grandes devem ser carregadas até atingir duas vezes sua massa bruta máxima Método de ensaio As embalagens grandes devem ser içadas do solo, da maneira pela qual foram projetadas, e mantidas nessa posição por um período de cinco minutos Critérios de Aprovação Não deve ocorrer qualquer deformação permanente que torne a embalagem grande insegura para o transporte e nem haver perda de conteúdo Ensaio de Empilhamento Aplicabilidade Este ensaio deve ser aplicado a todos os projetos-tipo de embalagens grandes projetadas para serem empilhadas Preparação de embalagens grandes para ensaio As embalagens grandes devem ser carregadas até atingir sua massa bruta máxima admissível Método de ensaio As embalagens grandes devem ser colocadas sobre sua base em uma superfície horizontal dura, e submetidas a uma carga uniformemente distribuída (ver ) por um período mínimo de cinco minutos, e por período mínimo de 24 horas no caso de embalagens grandes de madeira, papelão e material plástico Cálculo da sobrecarga de ensaio A sobrecarga a ser aplicada às embalagens grandes deve ser 1,8 vez a massa bruta máxima admissível de embalagens grandes similares que devem ser empilhadas sobre elas durante o transporte Critérios de aprovação Não deve ocorrer qualquer deformação permanente nas embalagens grandes que as torne inseguras para o transporte e nem ocorrer perda de conteúdo. 710

9 Ensaio de Queda Aplicabilidade Este ensaio deve ser aplicado a todos os projetos-tipo de embalagens grandes Preparação de embalagens grandes para o ensaio As embalagens grandes devem ser enchidas de acordo com Método de ensaio As embalagens grandes devem ser deixadas cair sobre uma superfície horizontal, rígida, plana, lisa e não-resiliente, de modo que o ponto de impacto ocorra na parte da base considerada mais vulnerável Altura de Queda Grupo de Embalagem I Grupo de Embalagem II Grupo de Embalagem III 1,8m 1,2m 0,8m NOTA: Embalagens para substâncias e artigos da classe 1, auto-reagentes da subclasse 4.1 e peróxidos orgânicos da subclasse 5.2 devem ser ensaiados de forma a atender o nível de desempenho do Grupo de Embalagem II Critérios de Aprovação As embalagens grandes não devem exibir qualquer dano que afete a segurança durante o transporte. Não deve haver vazamento do conteúdo da embalagem interna ou de artigos Não é permitida qualquer ruptura das embalagens grandes destinadas a artigos de Classe 1 que permita derramamento de substâncias explosivas ou artigos contidos nas embalagens A amostra da embalagem grande será aprovada no ensaio de queda, se todo o seu conteúdo se mantém retido, mesmo que seu fecho não permaneça à prova de pó Certificação e relatório de ensaio Cada projeto-tipo de embalagem grande deve receber um certificado e uma marcação (como em 6.6.3) atestando que o projeto-tipo, incluindo seu equipamento, satisfaz as exigências dos ensaios Deve ser feito um relatório de ensaio, o qual deverá ser colocado à disposição dos usuários, contendo no mínimo as seguintes informações: 1. Nome e endereço da instituição que realizou o ensaio; 2. Nome e endereço do solicitante (se apropriado); 3. Uma identificação exclusiva do relatório de ensaio; 711

10 4. Data do relatório de ensaio; 5. Fabricante da embalagem grande; 6. Descrição do projeto-tipo da embalagem grande (p. ex., dimensões, materiais, fechos, espessuras etc) e/ou fotografia(s); 7. Capacidade máxima/massa bruta máxima admissível; 8. Características do conteúdo de ensaio (p. ex., tipos e descrição de embalagens internas ou artigos utilizados); 9. Descrição do ensaio e resultados; 10. Assinatura e cargo do responsável pelo ensaio O relatório de ensaio deve conter declaração de que a embalagem grande, preparada como para o transporte, foi ensaiada de acordo com os dispositivos aplicáveis deste Capítulo e de que o emprego de outros métodos de embalagens ou de outros componentes pode invalidá-lo. Uma cópia do relatório de ensaio deve permanecer à disposição da autoridade competente (1). (1) INMETRO Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial 712

CAPÍTULO 6.5 EXIGÊNCIAS DE CONSTRUÇÃO E ENSAIO DE CONTENTORES INTERMEDIÁRIOS PARA GRANÉIS

CAPÍTULO 6.5 EXIGÊNCIAS DE CONSTRUÇÃO E ENSAIO DE CONTENTORES INTERMEDIÁRIOS PARA GRANÉIS CAPÍTULO 6.5 EXIGÊNCIAS DE CONSTRUÇÃO E ENSAIO DE CONTENTORES INTERMEDIÁRIOS PARA GRANÉIS 6.5.1 Disposições gerais aplicáveis a todos os tipos de IBCs 6.5.1.1 Campo de aplicação 6.5.1.1.1 As exigências

Leia mais

CAPÍTULO 6.5 PRESCRIÇÕES RELATIVAS À CONSTRUÇÃO DOS GRANDES RECIPIENTES PARA GRANEL (GRG) E AOS ENSAIOS A QUE DEVEM SER SUBMETIDOS

CAPÍTULO 6.5 PRESCRIÇÕES RELATIVAS À CONSTRUÇÃO DOS GRANDES RECIPIENTES PARA GRANEL (GRG) E AOS ENSAIOS A QUE DEVEM SER SUBMETIDOS CAPÍTULO 6.5 PRESCRIÇÕES RELATIVAS À CONSTRUÇÃO DOS GRANDES RECIPIENTES PARA GRANEL (GRG) E AOS ENSAIOS A QUE DEVEM SER SUBMETIDOS 6.5.1 Prescrições gerais 6.5.1.1 Âmbito de aplicação 6.5.1.1.1 As prescrições

Leia mais

9 DISPOSIÇÕES APLICÁVEIS A CONTENTORES INTERMEDIÁRIOS PARA GRANÉIS (IBCs)

9 DISPOSIÇÕES APLICÁVEIS A CONTENTORES INTERMEDIÁRIOS PARA GRANÉIS (IBCs) 9 DISPOSIÇÕES APLICÁVEIS A CONTENTORES INTERMEDIÁRIOS PARA GRANÉIS (IBCs) 9.1 DISPOSIÇÕES GERAIS Contentores intermediários para granéis (IBC em inglês, Intermediate Bulk Container), são embalagens portáteis,

Leia mais

Portaria n.º 260, de 05 de junho de 2014.

Portaria n.º 260, de 05 de junho de 2014. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 260, de 05 de junho de 2014. O PRESIDENTE

Leia mais

ABNT NBR 9191:2008. Mara L. S. Dantas. Sacos com lixo infectante necessidade de controle na disposição

ABNT NBR 9191:2008. Mara L. S. Dantas. Sacos com lixo infectante necessidade de controle na disposição Sacos com lixo infectante necessidade de controle na disposição Linha do Tempo da participação do IPT na normalização e controle 1991/ jan - IPT emite avaliação dos sacos para a Secretaria de Defesa do

Leia mais

PERFIL DE JUNÇÃO REHAU VEDAR, UNIR, DESTACAR. Automotiva Indústria

PERFIL DE JUNÇÃO REHAU VEDAR, UNIR, DESTACAR. Automotiva Indústria PERFIL DE JUNÇÃO REHAU VEDAR, UNIR, DESTACAR www.rehau.com.br Construção Automotiva Indústria DESIGN PARA MÓVEIS DA REHAU: SOLUÇÕES INOVADORAS DE SISTEMAS NO MESMO LOCAL A REHAU se estabeleceu como a principal

Leia mais

MÓDULO 4 4.1 - PROCEDIMENTOS DE ESTOCAGEM E MANUSEIO

MÓDULO 4 4.1 - PROCEDIMENTOS DE ESTOCAGEM E MANUSEIO MÓDULO 4 4.1 - PROCEDIMENTOS DE ESTOCAGEM E MANUSEIO A estocagem e o manuseio de tubos e conexões devem obedecer a preceitos mínimos que assegurem a integridade dos materiais, bem como o desempenho esperado.

Leia mais

PROCEDIMENTO DE FISCALIZAÇÃO - EMBALAGENS PARA TERRESTRE DE PRODUTOS PERIGOSOS. Portarias Inmetro 326/2006, 71/2008 e 452/2008- Códigos 3378 e 3798

PROCEDIMENTO DE FISCALIZAÇÃO - EMBALAGENS PARA TERRESTRE DE PRODUTOS PERIGOSOS. Portarias Inmetro 326/2006, 71/2008 e 452/2008- Códigos 3378 e 3798 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA- INMETRO Diretoria da Qualidade Dqual Divisão de Fiscalização e Verificação

Leia mais

Art. 5º Esta Portaria revoga a Portaria Inmetro n.º 24/1996.

Art. 5º Esta Portaria revoga a Portaria Inmetro n.º 24/1996. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria Inmetro n.º 153, de 12 de agosto de 2005 O PRESIDENTE

Leia mais

essa resistência através de ensaios realizados com modelos de cisternas comparáveis, não é necessário proceder aos ensaios.

essa resistência através de ensaios realizados com modelos de cisternas comparáveis, não é necessário proceder aos ensaios. CAPÍTULO 6.9 PRESCRIÇÕES RELATIVAS À CONCEPÇÃO, AO FABRICO, AOS EQUIPAMENTOS, À APROVAÇÃO DE TIPO, AOS ENSAIOS E À MARCAÇÃO DAS CISTERNAS FIXAS (VEÍCULOS-CISTERNAS), CISTERNAS DESMONTÁVEIS, CONTENTORES-CISTERNAS

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES. RESOLUÇÃO Nº 3.763, DE 26 DE JANEIRO DE 2012 (DOU de 08/02/2012 Seção I Pág. 68)

AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES. RESOLUÇÃO Nº 3.763, DE 26 DE JANEIRO DE 2012 (DOU de 08/02/2012 Seção I Pág. 68) AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES RESOLUÇÃO Nº 3.763, DE 26 DE JANEIRO DE 2012 (DOU de 08/02/2012 Seção I Pág. 68) Altera o Anexo da Resolução nº 420, de 12 de fevereiro de 2004, que aprova as

Leia mais

VERIFICAÇÃO INICIAL DE MEDIDORES DE VOLUME DE GÁS TIPO DIAFRAGMA

VERIFICAÇÃO INICIAL DE MEDIDORES DE VOLUME DE GÁS TIPO DIAFRAGMA VERIFICAÇÃO INICIAL DE MEDIDORES DE VOLUME DE GÁS TIPO DIAFRAGMA NORMA N o NIE-DIMEL-073 APROVADA EM DEZ/05 N o /06 SUMÁRIO 1. Objetivo 2. Campo de Aplicação 3. Responsabilidades 4. Documentos de Referência

Leia mais

APARATO DE PROTEÇÃO AO OVO APO 2015

APARATO DE PROTEÇÃO AO OVO APO 2015 REGULAMENTO DO 22º CONCURSO 1/12 APARATO DE PROTEÇÃO AO OVO APO 2015 1 OBJETIVO 1.1 Este Concurso tem por objetivo testar a capacidade dos competidores no desenvolvimento de elementos estruturais que resistam

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 3.632/11, DE 9 DE FEVEREIRO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 3.632/11, DE 9 DE FEVEREIRO DE 2011 Altera o Anexo da Resolução nº 420, de 12 de fevereiro de 2004, que aprova as Instruções Complementares ao Regulamento do Transporte Terrestre de Produtos Perigosos. A Diretoria da Agência Nacional de

Leia mais

Características do papel. Escolhendo formulários préimpressos

Características do papel. Escolhendo formulários préimpressos A qualidade de impressão e a confiabilidade da alimentação da impressora e dos opcionais podem variar de acordo com o tipo e tamanho da mídia de impressão utilizada. Esta seção fornece diretrizes para

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior- MDIC

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior- MDIC Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior- MDIC Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO Portaria nº 145, de 30 de dezembro de 1999 O PRESIDENTE

Leia mais

1 INSTRUÇÕES IMPORTANTES DE SEGURANÇA

1 INSTRUÇÕES IMPORTANTES DE SEGURANÇA [REV.03 29112011] 1 INSTRUÇÕES IMPORTANTES DE SEGURANÇA É muito importante que você leia atentamente todas as instruções contidas neste manual antes de utilizar o produto, pois elas garantirão sua segurança

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 51, de 12 de fevereiro de 2004. O PRESIDENTE

Leia mais

Transporte e Armazenamento Bem Sucedido de Chapa de Aço Galvanizada

Transporte e Armazenamento Bem Sucedido de Chapa de Aço Galvanizada GalvInfo Center - Um programa do International Zinc Association 6. Uso de Chapa de Aço com Revestimento Metálico GalvInfoNote Transporte e Armazenamento Bem Sucedido de Chapa de Aço Galvanizada 6.1 Introdução

Leia mais

Instrução Técnica nº 25/2011 - Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis - Parte 3 Armazenamento... 625

Instrução Técnica nº 25/2011 - Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis - Parte 3 Armazenamento... 625 Instrução Técnica nº 25/2011 - Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis - Parte 3 Armazenamento... 625 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO

Leia mais

2 PRESCRIÇÕES GERAIS PARA O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS

2 PRESCRIÇÕES GERAIS PARA O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS 2 PRESCRIÇÕES GERAIS PARA O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS As prescrições a seguir, exceto indicação em contrário, são aplicáveis ao transporte de produtos de qualquer classe. Elas constituem as precauções

Leia mais

E-QP-ECD-069 REV. C 26/Set/2007 PROCEDIMENTO DE CONTROLE DIMENSIONAL - CALIBRAÇÃO DE TRENA COM RÉGUA PADRÃO E TRENA PADRÃO - - NÍVEL BÁSICO -

E-QP-ECD-069 REV. C 26/Set/2007 PROCEDIMENTO DE CONTROLE DIMENSIONAL - CALIBRAÇÃO DE TRENA COM RÉGUA PADRÃO E TRENA PADRÃO - - NÍVEL BÁSICO - ENGENHARIA PROCEDIMENTO DE CONTROLE DIMENSIONAL - CALIBRAÇÃO DE TRENA COM RÉGUA PADRÃO E TRENA PADRÃO - - NÍVEL BÁSICO - Os comentários e sugestões referentes a este documento devem ser encaminhados ao

Leia mais

Em qualquer processo produtivo, deve-se garantir que as

Em qualquer processo produtivo, deve-se garantir que as Confiabilidade, calibração e definições importantes para os instrumentos de medir Os instrumentos de medição são os dispositivos utilizados para realizar uma medição e no âmbito da metrologia legal são

Leia mais

A seguir, sugerimos algumas formas de acondicionamento por tipo de material a ser enviado.

A seguir, sugerimos algumas formas de acondicionamento por tipo de material a ser enviado. Acondicionamento Para o cliente que deseja enviar um objeto via Correios, o correto acondicionamento dos objetos é muito importante para assegurar que as remessas cheguem bem a seus destinos. Recomenda-se

Leia mais

REQUISITOS MÍNIMOS DE EMBALAGEM E PRESERVAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS ADQUIRIDOS NO MERCADO NACIONAL OU INTERNACIONAL

REQUISITOS MÍNIMOS DE EMBALAGEM E PRESERVAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS ADQUIRIDOS NO MERCADO NACIONAL OU INTERNACIONAL REQUISITOS MÍNIMOS DE EMBALAGEM E PRESERVAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS ADQUIRIDOS NO MERCADO 1. OBJETIVO Estabelecer requisitos mínimos para a preservação e a embalagem de equipamentos e materiais adquiridos

Leia mais

Portaria n.º 346, de 24 de julho de 2014.

Portaria n.º 346, de 24 de julho de 2014. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 346, de 24 de julho de 2014. O PRESIDENTE

Leia mais

Manual de Operação e Instalação

Manual de Operação e Instalação Manual de Operação e Instalação Transmissor de nível Cod: 073AA-005-122M Rev. A Série LT-200 Fevereiro / 2004 S/A. Rua João Serrano, 250 Bairro do Limão São Paulo SP CEP 02551-060 Fone: (11) 3488-8999

Leia mais

Lâminas em PVC-p para selagem de juntas. Isento de chumbo. Isento de plastificantes DOP.

Lâminas em PVC-p para selagem de juntas. Isento de chumbo. Isento de plastificantes DOP. Ficha de Produto Edição de janeiro de 2015 Nº de identificação: 07.201 Versão nº 3 Lâminas em PVC-p para selagem de juntas Descrição do produto Lâminas flexíveis em PVC-p, produzidas em perfis específicos

Leia mais

Defensas metálicas de perfis zincados

Defensas metálicas de perfis zincados MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km 163 - Centro Rodoviário, Parada de Lucas

Leia mais

5 - Além da especificação do tipo de explosivo, também deve ser declarado o seu nome comum.

5 - Além da especificação do tipo de explosivo, também deve ser declarado o seu nome comum. 4.5 PROVISÕES ESPECIAIS 2 - Esta substância não deve ser transportada (exceto sob licença especial das autoridades competentes) quando o teor de álcool, água ou dessensibilizante for inferior ao especificado.

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES DIRETORIA RESOLUÇÃO Nº 3.632, DE 9 DE FEVEREIRO DE 2011

AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES DIRETORIA RESOLUÇÃO Nº 3.632, DE 9 DE FEVEREIRO DE 2011 AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES DIRETORIA RESOLUÇÃO Nº 3.632, DE 9 DE FEVEREIRO DE 2011 Altera o Anexo da Resolução nº 420, de 12 de fevereiro de 2004, que aprova as Instruções Complementares

Leia mais

Art. 3º - Informar que as críticas e sugestões a respeito da proposta deverão ser encaminhadas para o endereço abaixo:

Art. 3º - Informar que as críticas e sugestões a respeito da proposta deverão ser encaminhadas para o endereço abaixo: MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 161, de 30 de setembro de 2003. CONSULTA PÚBLICA

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título CONDUTOR DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADO

ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título CONDUTOR DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADO ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título CONDUTOR DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADO Código ETD-00.023 Data da emissão 28.12.1993 Data da última revisão 09.09.2009 Folha 1 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Normas Complementares

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título ELO FUSÍVEL DE DISTRIBUIÇÃO

ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título ELO FUSÍVEL DE DISTRIBUIÇÃO ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título ELO FUSÍVEL DE DISTRIBUIÇÃO Código ETD-00.016 Data da emissão 30.04.1987 Data da última revisão 29.06.2006 Folha 1 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Normas Complementares 3 Definições

Leia mais

Revestimentos térmicos acoplados a sistemas impermeabilizantes, subcoberturas e isolantes térmicos de alto desempenho. Produtos ideais para tornar

Revestimentos térmicos acoplados a sistemas impermeabilizantes, subcoberturas e isolantes térmicos de alto desempenho. Produtos ideais para tornar Divisão Nota As informações contidas nesta ficha são baseadas em nosso conhecimento para a sua ajuda e orientação. Salientamos que o desempenho dos nossos produtos depende das condições de preparo da superfície,

Leia mais

16.1. São consideradas atividades e operações perigosas as constantes dos Anexos números 1 e 2 desta Norma Regulamentadora-NR.

16.1. São consideradas atividades e operações perigosas as constantes dos Anexos números 1 e 2 desta Norma Regulamentadora-NR. NR 16 - Atividades e Operações Perigosas (116.000-1) 16.1. São consideradas s e operações perigosas as constantes dos Anexos números 1 e 2 desta Norma Regulamentadora-NR. 16.2. O exercício de trabalho

Leia mais

NR 16 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS (116.000-1)

NR 16 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS (116.000-1) NR 16 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS (116.000-1) 16.1. São consideradas atividades e operações perigosas as constantes dos Anexos números 1 e 2 desta Norma Regulamentadora-NR. 16.2. O exercício de

Leia mais

3.1. Esta especificação faz referência aos seguintes documentos:

3.1. Esta especificação faz referência aos seguintes documentos: 1/7 1. OBJETIVO: 1.1. Esta Especificação Técnica tem por objetivo definir as características e estabelecer os critérios para a fabricação e aceitação do Sistema para Cabeamento Interno Aparente em Ambiente

Leia mais

Convenção Internacional para Segurança de Contêineres (CSC) Preâmbulo

Convenção Internacional para Segurança de Contêineres (CSC) Preâmbulo Convenção Internacional para Segurança de Contêineres (CSC) Preâmbulo AS PARTES CONTRATANTES, RECONHECENDO a necessidade de manter um alto nível de segurança para a vida humana no manuseio, empilhamento

Leia mais

abertas para assegurar completa irrigação dos olhos, poucos segundos após a exposição é essencial para atingir máxima eficiência.

abertas para assegurar completa irrigação dos olhos, poucos segundos após a exposição é essencial para atingir máxima eficiência. FISPQ- AMACIANTE MAIS Autorização ANVISA 3.03.374-7 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: Amaciante Mais Tradicional Marca: Mais Código Interno do Produto: 06.01 Técnico Químico Responsável:

Leia mais

Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial INMETRO

Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial INMETRO Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial INMETRO Portaria INMETRO n 33, de de Dezembro de 1994. O Presidente do Instituto

Leia mais

Impressora HP LaserJet Série P2030. Guia de papel e mídia de impressão

Impressora HP LaserJet Série P2030. Guia de papel e mídia de impressão Impressora HP LaserJet Série P2030 Guia de papel e mídia de impressão Impressora HP LaserJet Série P2030 Guia de papel e mídia de impressão Copyright e licença 2008 Copyright Hewlett-Packard Development

Leia mais

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria n.º 115, de 29 de junho de 1998 O Presidente do Instituto Nacional

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES. RESOLUÇÃO Nº 420, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2004 DOU de 31 DE MAIO DE 2004

AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES. RESOLUÇÃO Nº 420, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2004 DOU de 31 DE MAIO DE 2004 AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES RESOLUÇÃO Nº 420, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2004 DOU de 31 DE MAIO DE 2004 Aprova as Instruções Complementares ao Regulamento do Transporte Terrestre de Produtos

Leia mais

FORMULÁRIO-PROPOSTA. Nome da empresa (razão social):... Endereço:... Cidade:... UF:... CEP:... CNPJ/MF n.:... Telefone/fax:... Nome:...

FORMULÁRIO-PROPOSTA. Nome da empresa (razão social):... Endereço:... Cidade:... UF:... CEP:... CNPJ/MF n.:... Telefone/fax:... Nome:... FORMULÁRIO-PROPOSTA Nome da empresa (razão social):... Endereço:... Cidade:... UF:... CEP:... CNPJ/MF n.:... Telefone/fax:... Responsável pela assinatura do contrato: Nome:... Cargo/função:...Telefone/fax:...

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO DRENOS SUB-SUPERFICIAIS Grupo de Serviço DRENAGEM Código DERBA-ES-D-07/01 1. OBJETIVO Esta especificação de serviço tem por objetivo definir e orientar a execução de drenos subsuperficiais,

Leia mais

N.14 Abril 2003 PAREDES DIVISÓRIAS PAINEIS PRÉFABRICADOS DE ALVENARIA DE TIJOLO REVESTIDA A GESSO. Estudo Comparativo.

N.14 Abril 2003 PAREDES DIVISÓRIAS PAINEIS PRÉFABRICADOS DE ALVENARIA DE TIJOLO REVESTIDA A GESSO. Estudo Comparativo. N.14 Abril 2003 PAREDES DIVISÓRIAS PAINEIS PRÉFABRICADOS DE ALVENARIA DE TIJOLO REVESTIDA A GESSO Estudo Comparativo Mafalda Ramalho EDIÇÃO: Construlink, SA Tagus Park, - Edifício Eastecníca 2780-920 Porto

Leia mais

1200 x 1000 4 pés 2 patins 3 patins 4 pés 2 patins 3 patins

1200 x 1000 4 pés 2 patins 3 patins 4 pés 2 patins 3 patins - A configuração base da figura (2 ou 3 patins, ou como alternativas) e fundos e/ou laterais perfurados/fechados podem ser produzidos em qualquer combinação desejada (mesmo que não listadas abaixo). -

Leia mais

Antes de usar os andaimes pela primeira vez, recomendamos ler minuciosamente este manual de uso, além de guardar-lo para quando for necessário.

Antes de usar os andaimes pela primeira vez, recomendamos ler minuciosamente este manual de uso, além de guardar-lo para quando for necessário. Antes de usar os andaimes pela primeira vez, recomendamos ler minuciosamente este manual de uso, além de guardar-lo para quando for necessário. Somente trabalhadores devidamente treinados e capacitados

Leia mais

OBJETO: Regulamento de Avaliação da Conformidade para tanque de armazenamento subterrâneo de combustíveis em posto revendedor. ORIGEM: Inmetro/MDIC

OBJETO: Regulamento de Avaliação da Conformidade para tanque de armazenamento subterrâneo de combustíveis em posto revendedor. ORIGEM: Inmetro/MDIC MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 130, de 31 de julho de 2003. CONSULTA PÚBLICA

Leia mais

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA CENTRAIS ELÉTRICAS DE RONDÔNIA S/A MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA ANEXO XIV ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ELOS FUSÍVEIS TIPO EXPULSÃO PARA CIRCUITO DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA COM EXTINÇÃO DE ARCO E ELOS FUSIVEIS

Leia mais

kit imperband standard

kit imperband standard Ficha técnica kit imperband standard O kit imperband standard é um sistema de impermeabilização de interiores formado por um ralo de ABS termossoldado a uma membrana impermeável de 150 x 225 cm. Especialmente

Leia mais

Pregão 003/2006 Alteração 01 ANEXO I ESPECIFICAÇÃO ESPECIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE ARQUIVAMENTO COMPOSTO DE MÓDULOS DE ARQUIVOS DESLIZANTES

Pregão 003/2006 Alteração 01 ANEXO I ESPECIFICAÇÃO ESPECIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE ARQUIVAMENTO COMPOSTO DE MÓDULOS DE ARQUIVOS DESLIZANTES Pregão 003/2006 Alteração ESPECIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE ARQUIVAMENTO COMPOSTO DE MÓDULOS DE ARQUIVOS DESLIZANTES ITEM O1 Sistema de arquivamento composto de módulos de arquivos deslizantes, com acionamento

Leia mais

PARTE 4 DISPOSIÇÕES RELATIVAS A EMBALAGENS E TANQUES

PARTE 4 DISPOSIÇÕES RELATIVAS A EMBALAGENS E TANQUES PARTE 4 DISPOSIÇÕES RELATIVAS A EMBALAGENS E TANQUES 488 CAPÍTULO 4.1 USO DE EMBALAGENS, INCLUINDO CONTENTORES INTERMEDIÁRIOS PARA GRANÉIS (IBCs) E EMBALAGENS GRANDES Notas Introdutórias Nota 1 Grupos

Leia mais

Portaria n.º 347, de 11 de julho de 2013. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 347, de 11 de julho de 2013. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 347, de 11 de julho de 2013. CONSULTA

Leia mais

ES-05. Estante para exposição. Mobiliário. Atenção 3 08/03/13. Revisão Data Página 1/6 VISTA FRONTAL ESC. 1:20 VISTA LATERAL ESC.

ES-05. Estante para exposição. Mobiliário. Atenção 3 08/03/13. Revisão Data Página 1/6 VISTA FRONTAL ESC. 1:20 VISTA LATERAL ESC. Mobiliário 2000 1/6 VISTA LATERAL 0 VISTA FRONTAL 0 900 0 VISTA SUPERIOR 0 A A Mobiliário 900 PAINEL DE FUNDO CHAPA 24 (0,6mm) PAINEL LATERAL CHAPA 24 (0,6mm) 0 40 COLUNA CHAPA 1 (2,25mm) VISTA SUPERIOR

Leia mais

ES-01. Estante simples. Mobiliário. Atenção

ES-01. Estante simples. Mobiliário. Atenção Mobiliário Esta imagem tem caráter apenas ilustrativo. As informações relativas às especificações devem ser obtidas nas fichas técnicas correspodentes 2000 1/5 VISTA LATERAL ESC. 1:20 VISTA FRONTAL ESC.

Leia mais

NR 16 ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS (116.000-1)

NR 16 ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS (116.000-1) NR 16 ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS (116.000-1) * NR aprovada pela Portaria MTb 3.214/1978. 16.1. São consideradas atividades e operações perigosas as constantes dos Anexos números 1 e 2 desta Norma

Leia mais

ES-01. Estante simples. Mobiliário. Atenção. Revisão Data Página 1/6 5 08/03/13 VISTA LATERAL VISTA FRONTAL ESC. 1:20 VISTA SUPERIOR

ES-01. Estante simples. Mobiliário. Atenção. Revisão Data Página 1/6 5 08/03/13 VISTA LATERAL VISTA FRONTAL ESC. 1:20 VISTA SUPERIOR 2000 1/6 VISTA LATERAL ESC. 1:20 VISTA FRONTAL ESC. 1:20 900 0 VISTA SUPERIOR ESC. 1:20 900 PAINEL DE FUNDO CHAPA 24 (0,6mm) PAINEL LATERAL CHAPA 24 (0,6mm) 0 2/6 2000 13 400 400 1 13 0 0 40 VISTA SUPERIOR

Leia mais

Papelão Ondulado. Ronildo Peroti Outubro/2012 São Paulo

Papelão Ondulado. Ronildo Peroti Outubro/2012 São Paulo Papelão Ondulado Ronildo Peroti Outubro/2012 São Paulo Ronildo Peroti Experiência no setor nas áreas de Desenvolvimento de Produtos, Produção e Manutenção; Gerente de Desenvolvimento de Produtos da Cartonagem

Leia mais

Produtos Devcon. Guia do Usuário. Kit Devcon para reparo de vazamentos em transformadores a óieo

Produtos Devcon. Guia do Usuário. Kit Devcon para reparo de vazamentos em transformadores a óieo 1 Produtos Devcon Guia do Usuário Kit Devcon para reparo de vazamentos em transformadores a óieo 2 Guia do Usuário Kit Devcon para reparo de vazamentos em transformadores a óieo Prefácio 3 Preparação da

Leia mais

Normas Regulamentadoras

Normas Regulamentadoras 1 de 10 6/5/2013 08:39 CLT DINÂMICA Normas Regulamentadoras NR 16 - Atividades e Operações Perigosas (116.000-1) 16.1. São consideradas atividades e operações perigosas as constantes dos Anexos números

Leia mais

Tobogã com Escalada Mega. Manual de instruções

Tobogã com Escalada Mega. Manual de instruções Tobogã com Escalada Mega Manual de instruções Código do produto: MT.10812 Recomendado para crianças de 03 a 15 anos Parabéns! Você acaba de adquirir um brinquedo da Mundi Toys. Prezando pela sua segurança

Leia mais

1 INSTRUÇÕES IMPORTANTES DE SEGURANÇA

1 INSTRUÇÕES IMPORTANTES DE SEGURANÇA [REV.00 03082011] 1 INSTRUÇÕES IMPORTANTES DE SEGURANÇA Antes da utilização, é muito importante que você leia atentamente o manual de instruções, estas informações ajudam a prevenir acidentes e utilizar

Leia mais

Recomendações para a instalação de pisos norament

Recomendações para a instalação de pisos norament Recomendações para a instalação de pisos norament Orientações / Aspectos Gerais Durante o trabalho com adesivos e materiais auxiliares devem ser observadas as instruções do fabricante do adesivo e as instruções

Leia mais

INSTRUÇÕES DE USO EMBALAGEM PARA ESTERILIZAÇÃO SOLIDOR

INSTRUÇÕES DE USO EMBALAGEM PARA ESTERILIZAÇÃO SOLIDOR INSTRUÇÕES DE USO EMBALAGEM PARA ESTERILIZAÇÃO SOLIDOR Importador: Lamedid Comercial e Serviços Ltda. Endereço: Av. Gupê, nº 10767 Galpão 20, Bloco IV Jardim Belval Município: Barueri SP -CEP: 06422-120

Leia mais

Parabond Zinco. Produto elástico para todo tipo de metais.

Parabond Zinco. Produto elástico para todo tipo de metais. Parabond Zinco Produto elástico para todo tipo de metais. Produto: Parabond Zinco é um elastómero de alta qualidade, de rápido endurecimento, permanentemente elástico, à base de MS polímero com elevada

Leia mais

NBR 7483/2005. Cordoalhas de aço para concreto protendido Requisitos

NBR 7483/2005. Cordoalhas de aço para concreto protendido Requisitos NBR 7483/2005 Cordoalhas de aço para concreto protendido Requisitos OBJETIVO Fixar os requisitos para fabricação, encomenda, fornecimento e recebimento de cordoalhas de aço de alta resistência de três

Leia mais

Trabalhos em Altura com a Utilização de Cadeira Suspensa (Balancim)

Trabalhos em Altura com a Utilização de Cadeira Suspensa (Balancim) PROCEDIMENTO DE SMS Trabalhos em Altura com a Utilização de Cadeira Suspensa (Balancim) PR-99-993-CPG-009 Revisão: 00 Aprovação: 30/05/2014 Página: 1/7 1. OBJETIVO Estabelecer requisitos de segurança para

Leia mais

Considerando que o trânsito de alimentos em condições seguras pressupõe a preservação da saúde e do meio ambiente;

Considerando que o trânsito de alimentos em condições seguras pressupõe a preservação da saúde e do meio ambiente; Pag. 1 de 9 Portaria 069-R, de 26/09/2007. Dispõe sobre a documentação e requisitos básicos necessários para concessão de Licença Sanitária para Veículos Automotivos utilizados para o Transporte de Alimentos

Leia mais

MANUAL DO EXPOSITOR CRONOGRAMA DATA DIA AÇÃO INÍCIO TÉRMINO. Início da montagem montadora oficial (demarcação do piso do pavilhão)

MANUAL DO EXPOSITOR CRONOGRAMA DATA DIA AÇÃO INÍCIO TÉRMINO. Início da montagem montadora oficial (demarcação do piso do pavilhão) 13 e 14 de Maio de 2016. Curitiba-PR MANUAL DO EXPOSITOR Realização e organização: Editora Plena Rua Janiópolis, 245 83035-100 São José dos Pinhais PR Telefone: 41-3081-4052 Contato: Beatriz Muniz Richter

Leia mais

DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS

DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS ES-P12 IMPRIMAÇÃO DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. OBJETO E OBJETIVO... 4 2. DESCRIÇÃO... 4 3. MATERIAIS... 4 3.1 MATERIAIS PARA IMPRIMAÇÃO IMPERMEABILIZANTE...

Leia mais

Propriedades do concreto JAQUELINE PÉRTILE

Propriedades do concreto JAQUELINE PÉRTILE Propriedades do concreto JAQUELINE PÉRTILE Concreto O preparo do concreto é uma série de operações executadas de modo a obter, á partir de um determinado número de componentes previamente conhecidos, um

Leia mais

SER PESADO EM PRESENÇA DO CONSUMIDOR,

SER PESADO EM PRESENÇA DO CONSUMIDOR, Hoje iremos abordar vários temas ligados a Setor de Mercadorias Pré Medidas. E a primeira duvida e entender o que é um produto Pré Medido? produto pré medido e todo ou qualquer produto medido e/ou embalado

Leia mais

Manual do Usuário Nokia Power Keyboard SU-42

Manual do Usuário Nokia Power Keyboard SU-42 Manual do Usuário Nokia Power Keyboard SU-42 Edição 1.0 PT-BR Sobre sua capa para tablet Conheça o novo Nokia Power Keyboard. Com o Nokia Power Keyboard, é possível: protege seu tablet contra impactos

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CHAVES DE AFERIÇÃO

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CHAVES DE AFERIÇÃO TERMO DE REFERÊNCIA PARA CHAVES DE AFERIÇÃO 1. OBJETIVO Este Termo de Referência define requisitos que devem ser observados pelos interessados, para o fornecimento de chave de aferição à CEEE-D, em complementação

Leia mais

CADERNO DE PROTEÇÕES COLETIVAS

CADERNO DE PROTEÇÕES COLETIVAS Quando edificares uma casa nova, farás um parapeito, no eirado, para que não ponhas culpa de sangue na tua casa, se alguém de algum modo cair dela. Moisés (1473 A.C.). Deuteronômio 22.8 CADERNO DE PROTEÇÕES

Leia mais

Membrana polimérica para impermeabilização de coberturas. Aspecto: liso.

Membrana polimérica para impermeabilização de coberturas. Aspecto: liso. Ficha de Produto Edição de abril de 2015 Nº de identificação: 09.341 Versão nº 1 Sikaplan -S 1.5 Sikaplan -S 1.5 (Trocal S 1,5 mm) Membrana polimérica para impermeabilização de coberturas Descrição do

Leia mais

COMPONENTES PARA ANDAIMES PROFISSIONAIS

COMPONENTES PARA ANDAIMES PROFISSIONAIS Bastidores das Torres Rolantes Disponíveis em 2 larguras (0,75 e 1,35 m) de 4 degraus (1 m) e 7 degraus (2 m) Os degraus possuem uma superfície estriada antideslizante e a distância entre degraus é de

Leia mais

AS LEIS DO TÊNIS DE MESA Capítulo 2

AS LEIS DO TÊNIS DE MESA Capítulo 2 AS LEIS DO TÊNIS DE MESA Capítulo 2 2.1 A MESA 2.1.1 A parte superior da mesa, chamada superfície de jogo, deve ser retangular, com 2,74 m de comprimento por 1,525 m de largura, e situar-se em um plano

Leia mais

NORMA TÉCNICA NO. 15/2012 Controle de Fumaça Parte 5 - CBMGO - GOIÂNIA/GO CBMGO - CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS

NORMA TÉCNICA NO. 15/2012 Controle de Fumaça Parte 5 - CBMGO - GOIÂNIA/GO CBMGO - CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS NORMA TÉCNICA N o. 15/2012 CONTROLE DE FUMAÇA PARTE 5 CONTROLE DE FUMAÇA MECÂNICO EM EDIFICAÇÕES HORIZONTAIS, ÁREAS ISOLADAS EM UM PAVIMENTO OU EDIFICAÇÕES QUE POSSUAM SEUS PAVIMENTOS ISOLADOS CBMGO -

Leia mais

Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial-INMETRO

Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial-INMETRO Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial-INMETRO Portaria nº 059, de 19 de março de 1993. O Presidente do Instituto Nacional

Leia mais

DuPont Surfaces SUPERFÍCIES SÓLIDAS DUPONT CORIAN INSTALAÇÃO DE SUPERFÍCIES EM INTERIOES DE AMBIENTES COMERCIAIS BOLETIM TÉCNICO INTRODUÇÃO

DuPont Surfaces SUPERFÍCIES SÓLIDAS DUPONT CORIAN INSTALAÇÃO DE SUPERFÍCIES EM INTERIOES DE AMBIENTES COMERCIAIS BOLETIM TÉCNICO INTRODUÇÃO DuPont Surfaces SUPERFÍCIES SÓLIDAS DUPONT CORIAN INSTALAÇÃO DE SUPERFÍCIES EM INTERIOES BOLETIM TÉCNICO SUMÁRIO PÁGINA SEÇÃO 3 A. Adesivo de silicone 4 B. Limites da extensão das paredes INTRODUÇÃO Este

Leia mais

1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA

1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA FISPQ Nº. 038/BR REVISÃO: 00 Página 1 de 5 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: Código interno de identificação do produto: Nome da empresa: Endereço: HOMOPOLÍMERO DE POLIPROPILENO

Leia mais

PREZADO CLIENTE DESCRIÇÃO DO PRODUTO GARANTIA DO EQUIPAMENTO DADOS GERAIS

PREZADO CLIENTE DESCRIÇÃO DO PRODUTO GARANTIA DO EQUIPAMENTO DADOS GERAIS ÍNDICE Descrição do Produto... 3 Garantia do Equipamento... 3 Dados Gerais... 3 Especificações Técnicas... 5 Simbologia... 5 Dimensões... 6 Instalação... 7 Funcionamento... 7 Manutenção... 7 Precauções...

Leia mais

ANEXO 01. Figura 1 - Planta da área a ser trabalhada. DW indica os locais a serem trabalhados com drywall.

ANEXO 01. Figura 1 - Planta da área a ser trabalhada. DW indica os locais a serem trabalhados com drywall. ANEXO 01 Sala MEV DW DW B B Figura 1 - Planta da área a ser trabalhada. DW indica os locais a serem trabalhados com drywall. 1 Figura 2 Detalhes das portas em drywall. A porta P11, destinada a acesso à

Leia mais

Especialista em Soluções

Especialista em Soluções Fita Adesiva de Polipropileno (Empacotamento) Fita adesiva de filme de polipropileno biorientado transparente com adesivo acrílico. Indicada para: - Trabalhos escolares; - Reforço de embalagens; - Fechamento

Leia mais

MANUAL - POLICARBONATO POLICARBONATO CHAPAS E TELHAS TELEVENDAS. SÃO PAULO: +55 11 3871 7888 CAMPINAS: +55 19 3772 7200 www.vick.com.

MANUAL - POLICARBONATO POLICARBONATO CHAPAS E TELHAS TELEVENDAS. SÃO PAULO: +55 11 3871 7888 CAMPINAS: +55 19 3772 7200 www.vick.com. MANUAL POLICARBONATO POLICARBONATO CHAPAS E TELHAS TELEVENDAS SÃO PAULO: +55 11 3871 7888 CAMPINAS: +55 19 3772 7200 wwwvickcombr POLICARBONATO COMPACTO O Policarbonato Compacto é muito semelhante ao vidro

Leia mais

AQUECEDOR A ÓLEO INSTRUÇÕES OPERACIONAIS CALDOSETTE

AQUECEDOR A ÓLEO INSTRUÇÕES OPERACIONAIS CALDOSETTE AQUECEDOR A ÓLEO INSTRUÇÕES OPERACIONAIS CALDOSETTE INFORMAÇÕES IMPORTANTES Quando usar aparelhos elétricos, deve-se sempre observar precauções básicas de segurança, incluindo o seguinte: LEIA TODAS AS

Leia mais

COMPLEMENTO DE REGRA DE CERTIFICAÇÃO CADEIRAS DE ALIMENTAÇÃO PARA CRIANÇAS

COMPLEMENTO DE REGRA DE CERTIFICAÇÃO CADEIRAS DE ALIMENTAÇÃO PARA CRIANÇAS Página 1 de 16 Elaborado por: Diego Alves de Oliveira Verificado por: Karen C. Martins Aprovado por: Maria Lucia Hayashi Data Aprovação: 02/06/2015 1 - OBJETIVO Estabelecer os requisitos para o Programa

Leia mais

EME405 Resistência dos Materiais I Laboratório Prof. José Célio

EME405 Resistência dos Materiais I Laboratório Prof. José Célio Universidade Federal de Itajubá Instituto de Engenharia Mecânica EME405 Resistência dos Materiais I Laboratório Prof. José Célio Ensaio 01 Impacto Matrícula: 14551 Nome: Cid Henrique Otoni de Carvalho

Leia mais

Portaria n.º 412, de 24 de outubro de 2011.

Portaria n.º 412, de 24 de outubro de 2011. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 412, de 24 de outubro de 2011. O PRESIDENTE

Leia mais

Ensaios Mecânicos de Materiais. Aula 12 Ensaio de Impacto. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues

Ensaios Mecânicos de Materiais. Aula 12 Ensaio de Impacto. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues Ensaios Mecânicos de Materiais Aula 12 Ensaio de Impacto Tópicos Abordados Nesta Aula Ensaio de Impacto. Propriedades Avaliadas do Ensaio. Tipos de Corpos de Prova. Definições O ensaio de impacto se caracteriza

Leia mais

PIM - PROCEDIMENTO PARA INSPEÇÃO DE MATERIAL PARAFUSO E PORCA PARA TALA DE JUNÇÃO ABNT SUMÁRIO

PIM - PROCEDIMENTO PARA INSPEÇÃO DE MATERIAL PARAFUSO E PORCA PARA TALA DE JUNÇÃO ABNT SUMÁRIO PIM - PROCEDIMENTO PARA INSPEÇÃO DE MATERIAL PARAFUSO E PORCA PARA TALA DE JUNÇÃO ABNT SUMÁRIO 1. OBJETIVO 2. DEFINIÇÃO - CARACTERÍSTICAS - FABRICAÇÃO 3. FORMA - DIMENSÃO 3.1 - PARAFUSO 3.2 - PORCA 4.

Leia mais

Portaria n.º 660, de 17 de dezembro de 2012.

Portaria n.º 660, de 17 de dezembro de 2012. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 660, de 17 de dezembro de 2012. O PRESIDENTE

Leia mais

Colocação de material

Colocação de material Colocação de material Este capítulo inclui: Material suportado na página 2-2 Carregando material na bandeja 1 na página 2-8 Colocação de material na bandeja 2, 3 ou 4 na página 2-14 Copyright 2005 Xerox

Leia mais

Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo

Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO Portaria n.º 175, de 02 de agosto de 1993. O Presidente do Instituto Nacional

Leia mais

Acesse: http://fuvestibular.com.br/

Acesse: http://fuvestibular.com.br/ Esse molde é (quase) para sempre Manuais ou mecanizados, de precisão, não importa qual o processo de fundição que tenhamos estudado até agora, todos tinham em comum duas coisas: o fato de que o material

Leia mais

Portaria DSST n.º 05, de 28 de outubro de 1991 30/10/91. Portaria DSST n.º 03, de 20 de fevereiro de 1992 21/02/92

Portaria DSST n.º 05, de 28 de outubro de 1991 30/10/91. Portaria DSST n.º 03, de 20 de fevereiro de 1992 21/02/92 NR 6 EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI Publicação D.O.U. Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 06/07/78 Alterações/Atualizações D.O.U. Portaria SSMT n.º 05, de 07 de maio de 1982 17/05/82

Leia mais

Transmissor de Pressão Diferencial NP800H

Transmissor de Pressão Diferencial NP800H Transmissor de Pressão Diferencial NP800H MANUAL DE INSTRUÇÕES V2 DESCRIÇÃO O transmissor inteligente NP800H é utilizado na medição e monitoração de pressão diferencial em ambientes agressivos, onde além

Leia mais