Art. 3º - Informar que as críticas e sugestões a respeito da proposta deverão ser encaminhadas para o endereço abaixo:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Art. 3º - Informar que as críticas e sugestões a respeito da proposta deverão ser encaminhadas para o endereço abaixo:"

Transcrição

1 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 161, de 30 de setembro de CONSULTA PÚBLICA OBJETO: Regulamento Técnico da Qualidade para tubos de aço-carbono ou microligados, com ou sem costura, utilizados na montagem de torres de transmissão de energia elétrica. ORIGEM: INMETRO/MDIC O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL INMETRO, no uso de suas atribuições, conferidas pela Lei nº 5.966, de 11 de dezembro de 1973, resolve: Art. 1º -Disponibilizar, no site a proposta de texto do Regulamento Técnico da Qualidade para tubos de aço-carbono ou microligados, com ou sem costura, utilizados na montagem de torres de transmissão de energia elétrica. Art. 2º - Declarar aberto, a partir da data da publicação desta Portaria, o prazo de 60 (sessenta) dias para que sejam apresentadas sugestões e críticas relativas ao regulamento supramencionado. Art. 3º - Informar que as críticas e sugestões a respeito da proposta deverão ser encaminhadas para o endereço abaixo: Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial INMETRO Divisão de Programas de Avaliação da Conformidade DIPAC Rua Santa Alexandrina, 416 8º andar Rio Comprido Rio de Janeiro RJ Art.4º - Declarar que, findo o prazo estipulado no artigo 2º desta Portaria, o INMETRO se articulará com as entidades representativas do setor que tenham manifestado interesse na matéria, para que indiquem representantes nas discussões posteriores, visando à consolidação do texto final. Art. 5º - Publicar esta Portaria de Consulta Pública no Diário Oficial da União, quando iniciará a sua vigência. ALFREDO CARLOS ORPHÃO LOBO Presidente do Inmetro em exercício

2 Regulamento Técnico da Qualidade para Tubos de Aço-Carbono ou Microligados, com ou sem costura, utilizados na montagem de torres de transmissão de energia elétrica 1 Objetivo 2 Normas referenciadas 3 Definições 4 Requisitos gerais 5 Ensaios 6 Aspecto superficial Anexo A Cálculo da Massa Teórica 1. OBJETIVO Este regulamento técnico estabelece requisitos de conformidade para tubos em aço - carbono ou microligados, para uso na constração de estruturas de torres de transmissão de energia. Tais requisitos aplicam-se a tubos produzidos por processo com ou sem costura, conformados a quente e/ou a frio em seções circular, quadrada ou retangular. 2. NORMAS REFERENCIADAS NBR 7433: Produtos tubulares de aço - Determinação das propriedades mecânicas à tração NBR 6641:1984 Coleta de amostras para análise química de aços destinados à laminação e de produtos laminados NBR 6642:1984 Preparação de amostras para análise química de aços destinados à laminação e de produtos laminados NBR 6154:1985 Tubos de aço de seção circular Ensaio de achatamento Método de ensaio 3. DEFINIÇÕES Tubo: Produto longo oco, com as extremidades abertas, de seção transversal circular ou outra. Tubo sem costura: É um tubo sem solda, fabricado a partir de um lingote, palanquilha ou barra ou por fundição. Tubo com costura: Tubo obtido a partir de uma tira laminada a quente ou a frio soldado ao longo das bordas em contato. A solda pode ser longitudinal ou em espiral. Análise de composição química: Tem o objetivo de determinar se a composição química se encontra dentro dos limites estabelecidos neste Regulamento Técnico. Análise química de panela: Analise procedida em amostras extraídas da panela durante o lingotamento. Análise química do produto: Analise química feita no corpo de prova retirado do tubo acabado ou semi acabado. Análise dimensional: Tem o objetivo de determinar se as tolerâncias dimensionais se encontram dentro dos limites estabelecidos neste Regulamento Técnico.

3 Análise de propriedades mecânicas: Tem o objetivo de determinar se as propriedades mecânicas se encontram dentro dos limites estabelecidos neste Regulamento Técnico. Análise da Qualidade Superficial: Tem o objetivo de determinar se as condições de superfície se encontram dentro do estabelecido neste Regulamento Técnico. Dobra de Laminação: caracteriza-se pela sobreposição de parte do material sobre sua própria superfície. Geralmente ocorre ao longo do comprimento do produto na direção da laminação. Trinca Superficial: caracteriza-se por ser uma pequena abertura (fenda) na superfície do produto. Geralmente tem comprimento pequeno podendo ocorrer ao longo do comprimento do tubo. Escamas ou Esfoliações: caracteriza-se por pequenos arrancamentos ou danos na superfície do material. Corrida: É o lote de aço que se obtém em cada operação de vazamento de um forno de elaboração de aço. Se designa também com este mesmo nome a quantidade de aço que provem de cada uma das panelas em que se recebe o aço do forno, quando este é vazado em duas ou mais panelas. A corrida caracteriza o início do processo de rastreabilidade do aço. Grau do Aço : Os aços considerados neste regulamento técnico se classificam segundo suas propriedades mecânicas em: A, B, C, D, MR 250Cor, MR 300Cor e AR 350Cor, onde MR significa média resistência, AR significa alta resistência e Cor significa maior resistência a corrosão atmosférica. 4. REQUISITOS GERAIS 4.1 Materiais e Fabricação O lingotamento do aço líquido pode ser feito via processo contínuo ou convencional. Quando aços de diferentes graus são lingotados seqüencialmente, o material de transição deve ser identificado de modo a garantir a separação entre os diferentes graus de aço e as respectivas corridas Os tubos com costura devem ser fabricados por processo de soldagem automática sem adição de metal. 4.2 Composição química do aço O aço deve atender os requisitos de composição química especificados na tabela 1 para análise de panela, e tabela 2 para variação admissível na análise do produto. A coleta e a preparação das amostras para análise devem atender aos requisitos da NBR 6641 e NBR 6642 respectivamente. Para verificação desta composição podem ser utilizados os métodos de via úmida, analise instrumental ou espectrometria (plasma, ótica ou absorção atômica). Elementos TABELA 1 Composição química análise de panela (% em peso) Graus dos aços A B C D MR250Cor MR300Cor AR350Cor Carbono máx. 0,26 0,26 0,23 0,26 0,20 0,20 0,20 Fósforo máx. 0,035 0,035 0,035 0,035 0,04 0,04 0,04 Enxofre máx. 0,035 0,035 0,035 0,035 0,04 0,04 0,04 Manganês máx ,35-1,20 1,20 1,20

4 Cobre ,20-0,50 0,20-0,50 0,20-0,50 Cromo ,40-0,70 0,40-0,80 0,40-0,80 Nióbio máx ,05 0,05 0,05 Vanádio máx ,15 0,15 0,15 Molibdênio máx ,35 0,35 0,35 Níquel máx ,35 0,35 0,35 (-) Não especificado TABELA 2 - Variação admissível na análise de produto Elementos Tolerância abaixo do limite mínimo especificado % Tolerância acima do limite máximo especificado % Carbono - 0,03 Fósforo - 0,10 Enxofre - 0,10 Manganês - 0,10 Cobre 0,03 0,03 Cromo 0,04 0,04 Nióbio - 0,10 Vanádio - 0,10 Molibdênio - 0,01 Níquel - 0,03 (-) Não especificado 4.3 Propriedades de tração do tubo Os requisitos mínimos de propriedades de tração são dados na Tabela 3. Propriedade TABELA 3 Propriedades de tração (valores mínimos) Graus dos aços A B C D MR250Cor MR300Cor AR350Cor Limite de resistência (MPa) Limite de escoamento (MPa) Alongamento % (Lo = 50 mm) Dimensões nominais As dimensões nominais dos tubos correspondem ao diâmetro externo e espessura de parede para seções circulares e dimensões externas dos lados e espessura de parede para seções retangulares e quadradas. As dimensões externas constam das tabelas 6, 7 e Tolerâncias para as dimensões externas As tolerâncias para o diâmetro e dimensões externas são dadas na Tabela 4.

5 TABELA 4 Tolerância nas dimensões externas nominais Dimensão nominal (mm) D 48,3 D > 48,3 Variação permitida ± 0,4 mm ± 1% (dimensão maior) Notas: a) D é o diâmetro externo no caso de tubos de seções circulares e as dimensões externas para o caso de tubos de seção quadrada ou retangular. b)as medições devem ser feitas em seções distantes pelo menos 100 mm das extremidades; c) As variações permitidas especificadas já incluem tolerância para a presença de convexidade ou concavidade nas faces planas dos tubos de seção retangular ou quadrada; d) Para tubos de seção retangular nos quais a relação entre a dimensão nominal do lado maior e o menor é menor ou igual a 3, a variação permitida é a da tabela 4.. Quando tal relação é maior que 3 a variação permitida na dimensão menor é o dobro da variação permitida, na tabela 4, para dimensão maior. As tolerâncias indicadas neste item não incluem o excesso dimensional no diâmetro e na parede gerados pelo reforço da solda dos tubos com costura. 4.6 Tolerâncias para a espessura de parede A espessura da parede em qualquer ponto do tubo não deve ser menor que 87,5 % da espessura nominal. 4.7 Tolerância de massa A tolerância da massa calculada conforme anexo A é de ± 10%. 4.8 Desvios de forma Para tubos de seção quadrada ou retangular aplicam-se os seguintes requisitos: a variação máxima permitida para os ângulos entre as faces é de ± 2º do ângulo reto (90º); o raio de curvatura externo de qualquer um dos cantos não deve exceder a 3 (três) vezes a espessura nominal de parede; a torção máxima permitida é dada na Tabela 5. Entende-se por torção o valor do deslocamento da aresta longitudinal do perfil do tubo em relação ao plano horizontal medido a 1000 mm de distância de sua extremidade fixa conforme indicado na Figura 1. Esse valor mede o alinhamento axial da seção do tubo. TABELA 5 - Torção máxima permitida para perfis de seção quadrada ou retangular Dimensão maior (mm) Torção máxima V (mm/m) D 38,0 1,4 38,0 < D 63,5 1,7 63,5 < D 101,6 2,1 101,6 < D 152,4 2,4 152,4 < D 203,2 2,8 D > 203,2 3,1

6 Figura Retilineidade O desvio máximo da retilineidade deve ser de 2,5 mm por metro de comprimento do tubo. 5. ENSAIOS 5.1. Tração O ensaio de tração para avaliação das propriedades especificadas deve ser realizado conforme NBR 7433 e deve atender os valores da tabela 3. Os corpos-de-prova para o ensaio devem ser longitudinais ao eixo do tubo e, para tubos de seção não circular, extraídos no centro de uma das faces planas do produto. 5.2 Achatamento O ensaio de achatamento é aplicado aos tubos de seção circular, de acordo com a norma NBR Ensaio de achatamento para tubos com costura O ensaio de achatamento deve ser realizado em um segmento de tubo, não menor que 100 mm de comprimento, que deve ser achatado a frio em uma prensa com placas paralelas, com a solda localizada a 90º em relação à linha de aplicação da força, em três etapas conforme especificado nos itens , e e deve atender as exigências do item Na primeira etapa, que é um teste de ductilidade da solda e do aço, o corpo-de-prova é achatado até que as placas da prensa fiquem a uma distância de 2/3 do diâmetro externo do tubo Na segunda etapa, que é um teste de ductilidade exclusivo da solda, o ensaio é prolongado até que as placas da prensa estejam a uma distância equivalente à metade do diâmetro externo do tubo, porém não menor que 5 vezes a espessura da parede Na terceira etapa, que é um teste de sanidade interna do material, o ensaio é prolongado até que o corpo-de-prova se rompa ou até que suas paredes internas se toquem Os tubos soldados ensaiados conforme 5.2.1, não devem apresentar:

7 a) na primeira etapa, nem fissuras e nem rachaduras tanto na solda como na superfície interna ou externa do tubo; b) na segunda etapa, nem fissuras e nem rachaduras na superfície interna nem externa do tubo, exceto quando os tubos possuem uma relação D/e (diâmetro externo/espessura de parede respectivamente) menor que 10. c) na terceira etapa, nem esfoliações nem evidencias de dobras de laminação nem falta de homogeneidade do material e nem falta de fusão na solda Ensaio de achatamento para tubos sem costura O ensaio de achatamento deve ser realizado em um segmento de tubo não menor que 63 mm de comprimento, sendo achatado a frio entre duas placas paralelas em duas etapas: Na primeira etapa, que é um teste de ductilidade, nenhuma trinca ou fissura na superfície interna ou externa deve ocorrer enquanto a distância entre as placas for menor que o valor H calculado pela seguinte equação: onde: H = ( 1 + e) t ( e + t / D) H distância entre placas, em milímetros; e deformação por unidade de comprimento (constante para cada grau de aço, 0,09 para grau A; 0,07 para graus B, D e MR250Cor e 0,06 para grau C, MR300Cor e AR350Cor); t D espessura nominal do tubo, em milímetros; diâmetro externo do tubo, em milímetros Na segunda etapa, o achatamento deve continuar até que se toquem as duas paredes do tubo. Evidências de dobras de laminação ou falta de homogeneidade do material revelados durante todo achatamento são motivos para rejeição. 6. ASPECTO SUPERFICIAL 6.1 Os tubos devem estar livres de defeitos superficiais que afetem sua utilização e devem ter um aspecto de acordo com o processo de fabricação. 6.2 As imperfeições superficiais, tais como marcas de manuseio e marcas dos rolos, não são consideradas defeitos. 6.3 As imperfeições superficiais que reduzam a espessura nominal em mais de 12,5 % são consideradas como defeito.

8 ANEXO A Cálculo da massa teórica As equações de cálculo das massas teóricas estão indicadas a seguir (em dimensões nominais) variando os valores reais em função de: a) seção circular: tolerância no diâmetro externo e espessura de parede; b) seções quadrada e retangular: tolerância nas medidas entre faces, espessura de parede e medidas do raio dos cantos. Seção circular e D P (kg/m) = 0, x e (D - e) Seção quadrada R e L P (kg/m) = 0,00785 x e [4L - 8R + (2R - e)] Seção retangular (A B) R A e e)] NOTA - B 1) Medidas em milímetros. 2) = 3,1416 P (kg/m) = 0,00785 x e [2 (B + A) - 8R + (2R -

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 33,de 22 de janeiro de 2004. O PRESIDENTE

Leia mais

Portaria n.º 116, de 14 de março de 2014. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 116, de 14 de março de 2014. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 116, de 14 de março de 2014. CONSULTA

Leia mais

Portaria n.º 347, de 11 de julho de 2013. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 347, de 11 de julho de 2013. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 347, de 11 de julho de 2013. CONSULTA

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria n.º 075, de 15 de maio de 2003. O PRESIDENTE DO

Leia mais

NBR 5599 - INFORMAÇÕES TÉCNICAS

NBR 5599 - INFORMAÇÕES TÉCNICAS NBR 5599 - INFORMAÇÕES TÉCNICAS 1 OBJETIVO 1.1 Esta norma fixa as condições exigíveis para encomenda, fabricação e fornecimento de tubos de aço-carbono de precisão, com costura, trefilados, com diâmetros

Leia mais

Portaria n.º 346, de 24 de julho de 2014.

Portaria n.º 346, de 24 de julho de 2014. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 346, de 24 de julho de 2014. O PRESIDENTE

Leia mais

Portaria n.º 5, de 8 de janeiro de 2013.

Portaria n.º 5, de 8 de janeiro de 2013. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 5, de 8 de janeiro de 2013. O PRESIDENTE

Leia mais

DIN 2391 - INFORMAÇÕES TÉCNICAS

DIN 2391 - INFORMAÇÕES TÉCNICAS DIN 2391 - INFORMAÇÕES TÉCNICAS 1. APLICAÇÃO Os tubos de aço sem costura de precisão e com tolerâncias dimensionais restritas são regidos pela norma DIN 2391. As aplicações são determinadas pelas características

Leia mais

Portaria nº 220,de 19 de maio de 2011. CONSULTA PÚBLICA

Portaria nº 220,de 19 de maio de 2011. CONSULTA PÚBLICA MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria nº 220,de 19 de maio de 2011. CONSULTA PÚBLICA OBJETO:

Leia mais

Defensas metálicas de perfis zincados

Defensas metálicas de perfis zincados MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km 163 - Centro Rodoviário, Parada de Lucas

Leia mais

Portaria n.º 399, de 31 de julho de 2012. CONSULTA PÚBLICA. OBJETO: Regulamento Técnico da Qualidade para Telha Cerâmica e Telha de Concreto

Portaria n.º 399, de 31 de julho de 2012. CONSULTA PÚBLICA. OBJETO: Regulamento Técnico da Qualidade para Telha Cerâmica e Telha de Concreto Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 399, de 31 de julho de 2012. CONSULTA

Leia mais

OBJETO: Regulamento de Avaliação da Conformidade para tanque de armazenamento subterrâneo de combustíveis em posto revendedor. ORIGEM: Inmetro/MDIC

OBJETO: Regulamento de Avaliação da Conformidade para tanque de armazenamento subterrâneo de combustíveis em posto revendedor. ORIGEM: Inmetro/MDIC MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 130, de 31 de julho de 2003. CONSULTA PÚBLICA

Leia mais

Tubos, Projetos Especiais e Processos Agregados

Tubos, Projetos Especiais e Processos Agregados Tubos, Projetos Especiais e Processos Agregados Toda a qualidade em aço que você precisa www.meincol.com.br voestalpine AG A voestalpine está segmentada em 4 divisões: voestalpine. Uma empresa com forte

Leia mais

Andraplan Serviços Ltda. A essência da consultoria.

Andraplan Serviços Ltda. A essência da consultoria. Andraplan Serviços Ltda. A essência da consultoria. Publicação de domínio público reproduzida na íntegra por Andraplan Serviços Ltda. Caso tenha necessidade de orientações sobre o assunto contido nesta

Leia mais

Licença de uso exclusiva para Petrobrás S.A. Licença de uso exclusiva para Petrobrás S.A.

Licença de uso exclusiva para Petrobrás S.A. Licença de uso exclusiva para Petrobrás S.A. ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13-28º andar CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro - RJ Tel.: PABX (021) 210-3122 Fax: (021) 240-8249/532-2143

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior- MDIC

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior- MDIC Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior- MDIC Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO Portaria nº 145, de 30 de dezembro de 1999 O PRESIDENTE

Leia mais

SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA CÓDIGO TÍTULO VERSÃO ES.DT.PDN.01.10.001 POSTE DE AÇO QUADRADO PARA ENTRADA DE CLIENTES 01

SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA CÓDIGO TÍTULO VERSÃO ES.DT.PDN.01.10.001 POSTE DE AÇO QUADRADO PARA ENTRADA DE CLIENTES 01 SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO CÓDIGO TÍTULO VERSÃO ES.DT.PDN.01.10.001 01 APROVADO POR PAULO J. TAVARES LIMA ENGENHARIA E CADASTRO-SP SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 3 2. HISTÓRICO DAS REVISÕES... 3 3. APLICAÇÃO...

Leia mais

Sumário. Os produtos GOLIN. Tubos trefilados com formatos especiais com e sem costura 32. Perfilados quadrados e retangulares com e sem costura 36

Sumário. Os produtos GOLIN. Tubos trefilados com formatos especiais com e sem costura 32. Perfilados quadrados e retangulares com e sem costura 36 2 Empreendedorismo...9 Tradição em trefilação de tubos...9 Profissionais capacitados...10 Evolução sustentável...10 Mundialmente...10 Qualidade certificada...12 Qualidade Total...13 Os produtos GOLIN Peças

Leia mais

Portaria n.º 260, de 05 de junho de 2014.

Portaria n.º 260, de 05 de junho de 2014. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 260, de 05 de junho de 2014. O PRESIDENTE

Leia mais

ASPECTOS TECNOLÓGICOS DOS AÇOS ESTRUTURAIS

ASPECTOS TECNOLÓGICOS DOS AÇOS ESTRUTURAIS Estruturas de aço. Aspectos tecnológicos e de concepção. Prof. Edson Lubas Silva Agradecimento ao Prof. Dr. Valdir Pignatta pelo material cedido ASPECTOS TECNOLÓGICOS DOS AÇOS ESTRUTURAIS 1 O que é o aço?

Leia mais

Facear Concreto Estrutural I

Facear Concreto Estrutural I 1. ASSUNTOS DA AULA a) Concreto: Definição e requisitos de norma b) Concreto: Massa específica, resistência a compressão, resistência a tração e módulo de elasticidade c) Coeficiente de Poisson d) Diagrama

Leia mais

NBR 7480/1996. Barras e fios de aço destinados a armaduras para concreto armado

NBR 7480/1996. Barras e fios de aço destinados a armaduras para concreto armado NBR 7480/1996 Barras e fios de aço destinados a armaduras para concreto armado OBJETIVO Fixar as condições exigíveis na encomenda, fabricação e fornecimento de barras e fios de aço destinados a armaduras

Leia mais

Portaria n.º 114, de 14 de março de 2014. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 114, de 14 de março de 2014. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 114, de 14 de março de 2014. CONSULTA

Leia mais

Portaria n.º 656, de 17 de dezembro de 2012.

Portaria n.º 656, de 17 de dezembro de 2012. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 656, de 17 de dezembro de 2012. O PRESIDENTE

Leia mais

BLOCOS DE CONCRETO PARA ALVENARIA Portaria Inmetro nº 220/2013 CÓDIGO: 3842

BLOCOS DE CONCRETO PARA ALVENARIA Portaria Inmetro nº 220/2013 CÓDIGO: 3842 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA- INMETRO Diretoria de Avaliação da Conformidade- Dconf Divisão de Fiscalização

Leia mais

Portaria n.º 314, de 01 de julho de 2014. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 314, de 01 de julho de 2014. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 314, de 01 de julho de 2014. CONSULTA

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 51, de 12 de fevereiro de 2004. O PRESIDENTE

Leia mais

Portaria n.º 535, de 21 de outubro de 2015. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 535, de 21 de outubro de 2015. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 535, de 21 de outubro de 2015. CONSULTA

Leia mais

SUMÁRIO 1. OBJETIVO 2. CAMPO DE APLICAÇÃO. Esta Norma se aplica à RBMLQ-I e Dimep. 3. RESPONSABILIDADE

SUMÁRIO 1. OBJETIVO 2. CAMPO DE APLICAÇÃO. Esta Norma se aplica à RBMLQ-I e Dimep. 3. RESPONSABILIDADE DETERMINAÇÃO DAS DIMENSÕES EFETIVAS DO PRODUTO COMPONENTE CERÂMICO: BLOCOS, TIJOLOS, ELEMENTO VAZADO, CANALETAS E COMPONENTE CERÂMICO QUE NÃO POSSUA FORMA DE PARALELEPÍPEDO NORMA N o NIE-DIMEL-087 APROVADA

Leia mais

Metalúrgica Golin S/A

Metalúrgica Golin S/A 1 Metalúrgica Golin 3 Sistema de Gestão de Qualidade 4 Meio Ambiente e Responsabilidade Social 5 Desenvolvimento de Produtos 6 Unidade de negócios Peças e Conjuntos 7 Peças e Conjuntos 8 Processo de Trefilação

Leia mais

Marcegaglia do Brasil

Marcegaglia do Brasil planta de Garuva Marcegaglia do Brasil 7 millhões de condensadores aramados 240 milhões de metros de tubos de aço para refrigeração 180.000 toneladas de tubos de aço carbono Brasília 20.000 toneladas de

Leia mais

CONSULTA PÚBLICA. Art. 5º - Publicar esta Portaria de Consulta Pública no Diário Oficial da União, quando iniciará a sua vigência.

CONSULTA PÚBLICA. Art. 5º - Publicar esta Portaria de Consulta Pública no Diário Oficial da União, quando iniciará a sua vigência. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria n º 105, de 02 de junho de 2005 CONSULTA PÚBLICA

Leia mais

Tubos. Especificações técnicas de fabricação

Tubos. Especificações técnicas de fabricação A Empresa Perfipar Uma completa estrutura, com mais de 500 colaboradores e capacidade de processar 80 mil toneladas de aço por ano, essa é a Perfipar. Uma empresa fundada no Paraná, que está em constante

Leia mais

ME-38 MÉTODOS DE ENSAIO ENSAIO DE COMPRESSÃO DE CORPOS-DE-PROVA CILÍNDRICOS DE CONCRETO

ME-38 MÉTODOS DE ENSAIO ENSAIO DE COMPRESSÃO DE CORPOS-DE-PROVA CILÍNDRICOS DE CONCRETO ME-38 MÉTODOS DE ENSAIO ENSAIO DE COMPRESSÃO DE CORPOS-DE-PROVA CILÍNDRICOS DE CONCRETO DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. S E NORMAS COMPLEMENTARES...

Leia mais

Business Unit Road Voith Turbo Componentes de ferro fundido Especificações técnicas de fornecimento

Business Unit Road Voith Turbo Componentes de ferro fundido Especificações técnicas de fornecimento Norma Business Unit Road Voith Turbo Componentes de ferro fundido Especificações técnicas de fornecimento Confidencial, todos os direitos reservados. Proteção de dados conforme ISO 16016. Outubro 2014

Leia mais

Portaria n.º 658, de 17 de dezembro de 2012.

Portaria n.º 658, de 17 de dezembro de 2012. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 658, de 17 de dezembro de 2012. O PRESIDENTE

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE TUBOS DE AÇO INOXIDÁVEL AUSTENÍTICO COM E SEM COSTURA*

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE TUBOS DE AÇO INOXIDÁVEL AUSTENÍTICO COM E SEM COSTURA* ESTUDO COMPARATIVO ENTRE TUBOS DE AÇO INOXIDÁVEL AUSTENÍTICO COM E SEM COSTURA* Eng Elie Setton Engenheiro Metalurgista - Depto. da Qualidade - Inoxtubos S/A. Resumo Tubos em aços inoxidáveis podem ser

Leia mais

APARATO DE PROTEÇÃO AO OVO APO 2015

APARATO DE PROTEÇÃO AO OVO APO 2015 REGULAMENTO DO 22º CONCURSO 1/12 APARATO DE PROTEÇÃO AO OVO APO 2015 1 OBJETIVO 1.1 Este Concurso tem por objetivo testar a capacidade dos competidores no desenvolvimento de elementos estruturais que resistam

Leia mais

COMPANHIA MUNICIPAL DE ENERGIA E ILUMINAÇÃO-RIOLUZ DIRETORIA TECNOLÓGICA E DE PROJETO DTP GERÊNCIA TECNOLÓGICA E DE DESENVOLVIMENTO GTD EM-RIOLUZ-14

COMPANHIA MUNICIPAL DE ENERGIA E ILUMINAÇÃO-RIOLUZ DIRETORIA TECNOLÓGICA E DE PROJETO DTP GERÊNCIA TECNOLÓGICA E DE DESENVOLVIMENTO GTD EM-RIOLUZ-14 DIRETORIA TECNOLÓGICA E DE PROJETO DTP GERÊNCIA TECNOLÓGICA E DE DESENVOLVIMENTO GTD EM-RIOLUZ-14 POSTES DE CONCRETO EMISSÃO 17 08-01-15 Página 1 de 20 1 OBJETIVO. SUMARIO 2 DEFINIÇÕES E CONVENÇÕES. 2.1

Leia mais

Instruções de montagem

Instruções de montagem Instruções de montagem Indicações importantes relativas às instruções de montagem VOSS O desempenho e a segurança mais elevados possíveis no funcionamento dos produtos VOSS só serão obtidos se forem cumpridas

Leia mais

PROCESSOS DE FABRICAÇÃO PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO MECÂNICA

PROCESSOS DE FABRICAÇÃO PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO MECÂNICA PROCESSOS DE FABRICAÇÃO PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO MECÂNICA 19/08/2008 1 CONFORMAÇÃO MECÂNICA Em um ambiente industrial, a conformação mecânica é qualquer operação durante a qual se aplicam esforços mecânicos

Leia mais

Portaria n.º 040, de 29 de janeiro de 2007. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 040, de 29 de janeiro de 2007. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 040, de 29 de janeiro de

Leia mais

PROCEDIMENTO FISCALIZAÇÃO

PROCEDIMENTO FISCALIZAÇÃO Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO PROCEDIMENTO DE FISCALIZAÇÃO Julho/2011

Leia mais

Norma Técnica Sabesp NTS 033

Norma Técnica Sabesp NTS 033 Norma Técnica Sabesp NTS 033 Tampão de Ferro Fundido Dúctil Especificação São Paulo Fevereiro / 2013 - Revisão 5 NTS 033: 2013 Revisão 5 Norma Técnica Sabesp S U M Á R I O 1 OBJETIVO... 1 2 REFERÊNCIAS

Leia mais

PIM - PROCEDIMENTO PARA INSPEÇÃO DE MATERIAL PARAFUSO E PORCA PARA TALA DE JUNÇÃO ABNT SUMÁRIO

PIM - PROCEDIMENTO PARA INSPEÇÃO DE MATERIAL PARAFUSO E PORCA PARA TALA DE JUNÇÃO ABNT SUMÁRIO PIM - PROCEDIMENTO PARA INSPEÇÃO DE MATERIAL PARAFUSO E PORCA PARA TALA DE JUNÇÃO ABNT SUMÁRIO 1. OBJETIVO 2. DEFINIÇÃO - CARACTERÍSTICAS - FABRICAÇÃO 3. FORMA - DIMENSÃO 3.1 - PARAFUSO 3.2 - PORCA 4.

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO

INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR-MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 189,de 17 de novembro de 2004. CONSULTA PÚBLICA

Leia mais

Pavimentação - sub-base de concreto de cimento Portland adensado por vibração

Pavimentação - sub-base de concreto de cimento Portland adensado por vibração MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km 163 - Centro Rodoviário, Parada de Lucas

Leia mais

Voith Turbo - Especificações técnicas de fornecimento Componentes de ligas de alumínio e peças fundidas. Índice do conteúdo

Voith Turbo - Especificações técnicas de fornecimento Componentes de ligas de alumínio e peças fundidas. Índice do conteúdo Norma Voith Turbo - Especificações técnicas de fornecimento Componentes de ligas de alumínio e peças fundidas Confidencial, todos os direitos reservados. Direitos de cópia conforme ISO 16016. Dezembro

Leia mais

Vidro para a Edificação Normas Europeias de qualidade

Vidro para a Edificação Normas Europeias de qualidade Vidro para a Edificação Normas Europeias de qualidade O vidro, como material para a edificação, está regulado pelo Comité Europeu de Normalização (CEN) com uma série de normas europeias de qualidade (EN).

Leia mais

AÇOS ESTRUTURAIS. Fabio Domingos Pannoni, M.Sc., Ph.D. 1

AÇOS ESTRUTURAIS. Fabio Domingos Pannoni, M.Sc., Ph.D. 1 ESTRUTURAIS Fabio Domingos Pannoni, M.Sc., Ph.D. 1 INTRODUÇÃO Dentre os materiais encontrados no nosso dia-a-dia, muitos são reconhecidos como sendo metais, embora, em quase sua totalidade, eles sejam,

Leia mais

PREGÃO ELETRÔNICO Nº 56/2012 PROCESSO: 23066.040825/12-97 UASG: 153038 Vigência: 17/04/2013 até 17/04/2014

PREGÃO ELETRÔNICO Nº 56/2012 PROCESSO: 23066.040825/12-97 UASG: 153038 Vigência: 17/04/2013 até 17/04/2014 PREGÃO ELETRÔNICO Nº 56/2012 PROCESSO: 23066.040825/12-97 UASG: 153038 Vigência: 17/04/2013 até 17/04/2014 UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA DIVISÃO DE MATERIAL DIM Maria Edite Jesus Brandão DIVISÃO DE MATERIAL

Leia mais

Tubos mecânicos Vallourec. facilitam o seu trabalho e aumentam o seu retorno. www.vallourec.com/br

Tubos mecânicos Vallourec. facilitam o seu trabalho e aumentam o seu retorno. www.vallourec.com/br Tubos mecânicos Vallourec. facilitam o seu trabalho e aumentam o seu retorno. www.vallourec.com/br Tubos mecânicos: Aço VMec134AP Diferencial nas Condições de Fornecimento do VMec134AP. Análise Química

Leia mais

tubos trefilados caldeiraria Um mundo de soluções para você. Catálogo

tubos trefilados caldeiraria Um mundo de soluções para você. Catálogo tubos trefilados caldeiraria Um mundo de soluções para você. Catálogo Tubos Condutores Conte com o mundo de soluções da Tubos Ipiranga Com matriz localizada em Ribeirão Pires SP, sete filiais, uma unidade

Leia mais

Manual de Projeto de Sistemas Drywall paredes, forros e revestimentos

Manual de Projeto de Sistemas Drywall paredes, forros e revestimentos Manual de Projeto de Sistemas Drywall paredes, forros e revestimentos 1 Prefácio Este é o primeiro manual de projeto de sistemas drywall publicado no Brasil um trabalho aguardado por arquitetos, engenheiros,

Leia mais

Concreto - determinação da consistência pelo abatimento do tronco de cone

Concreto - determinação da consistência pelo abatimento do tronco de cone MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA EXECUTIVA COORDENAÇÃO DO INSTITUTO DE PESQUISAS RODOVIÁRIAS - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra, km 163 - Centro

Leia mais

Catálogo de Tubos. Soluções em aço

Catálogo de Tubos. Soluções em aço Catálogo de Tubos Soluções em aço A empresa Ao dirigir um carro, pedalar a bicicleta, se exercitar na academia e até mesmo na escola do seu filho, nós estamos lá. Sem que você perceba, os produtos fabricados

Leia mais

Portaria nº. 220, de 29 de abril de 2013.

Portaria nº. 220, de 29 de abril de 2013. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria nº. 220, de 29 de abril de 2013. O PRESIDENTE

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 30/06/2005 1 de 1 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis do eletroduto de aço para utilização em padrões de entrada de unidades consumidoras

Leia mais

Propriedades Mecânicas. Prof. Hamilton M. Viana

Propriedades Mecânicas. Prof. Hamilton M. Viana Propriedades Mecânicas Prof. Hamilton M. Viana Propriedades Mecânicas Propriedades Mecânicas Definem a resposta do material à aplicação de forças (solicitação mecânica). Força (tensão) Deformação Principais

Leia mais

RTQ 32 - PÁRA-CHOQUE TRASEIRO DE VEÍCULOS RODOVIÁRIOS PARA O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS - CONSTRUÇÃO, ENSAIO E INSTALAÇÃO

RTQ 32 - PÁRA-CHOQUE TRASEIRO DE VEÍCULOS RODOVIÁRIOS PARA O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS - CONSTRUÇÃO, ENSAIO E INSTALAÇÃO RTQ 32 - PÁRA-CHOQUE TRASEIRO DE VEÍCULOS RODOVIÁRIOS PARA O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS - CONSTRUÇÃO, ENSAIO E INSTALAÇÃO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação 3 Responsabilidade 4 Siglas e Abreviaturas

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE FIO 4BWG. LT 138kV ENTRONCAMENTO (INDAIAL RIO DO SUL II) RIO DO SUL RB LT 25519

ESPECIFICAÇÃO DE FIO 4BWG. LT 138kV ENTRONCAMENTO (INDAIAL RIO DO SUL II) RIO DO SUL RB LT 25519 DIRETORIA TECNICA DEPARTAMENTO DE PROJETO E CONSTRUÇÃO DO SISTEMA ELÉTRICO DIVISÃO DE LINHAS ESPECIFICAÇÃO DE FIO 4BWG LT 138kV ENTRONCAMENTO (INDAIAL RIO DO SUL II) RIO DO SUL RB LT 25519 SET/06 SUMÁRIO

Leia mais

Considerando a necessidade de aperfeiçoar e atualizar os requisitos de segurança para os veículos de carga nacionais e importados, resolve:

Considerando a necessidade de aperfeiçoar e atualizar os requisitos de segurança para os veículos de carga nacionais e importados, resolve: RESOLUÇÃO N o 152, DE 29 DE OUTUBRO DE 2003 Estabelece os requisitos técnicos de fabricação e instalação de pára-choque traseiro para veículos de carga. O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO CONTRAN, usando

Leia mais

Concreto - ensaio de compressão de corpos-de-prova cilíndricos RESUMO 0 PREFÁCIO ABSTRACT 1 OBJETIVO SUMÁRIO 2 REFERÊNCIAS

Concreto - ensaio de compressão de corpos-de-prova cilíndricos RESUMO 0 PREFÁCIO ABSTRACT 1 OBJETIVO SUMÁRIO 2 REFERÊNCIAS MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km 163 - Centro Rodoviário, Parada de Lucas

Leia mais

Portaria n.º 313, de 26 de junho de 2015.

Portaria n.º 313, de 26 de junho de 2015. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 313, de 26 de junho de 2015. O PRESIDENTE

Leia mais

TM229 Introdução aos Materiais ENSAIOS MECÂNICOS Prof. Adriano Scheid Capítulos 6 e 8 - Callister

TM229 Introdução aos Materiais ENSAIOS MECÂNICOS Prof. Adriano Scheid Capítulos 6 e 8 - Callister TM229 Introdução aos Materiais ENSAIOS MECÂNICOS Prof. Adriano Scheid Capítulos 6 e 8 - Callister Introdução: Propriedades mecânicas indicam o comportamento dos materiais quando sujeitos a esforços de

Leia mais

Portaria n.º 11, de 10 de janeiro de 2014. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 11, de 10 de janeiro de 2014. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 11, de 10 de janeiro de 2014. CONSULTA

Leia mais

Portaria n.º 231, de 30 de junho de 2008. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 231, de 30 de junho de 2008. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 231, de 30 de junho de 2008.

Leia mais

NOÇÕES BÁSICAS SOBRE TUBOS DE AÇO CARBONO COM COSTURA

NOÇÕES BÁSICAS SOBRE TUBOS DE AÇO CARBONO COM COSTURA 1 NOÇÕES BÁSICAS SOBRE TUBOS DE AÇO CARBONO COM COSTURA 1. INTRODUÇÃO 2. FABRICAÇÃO DE TUBOS 3. NORMAS DE FABRICAÇÃO 4. INFORMAÇÕES TÉCNICAS 4.1 - Cálculo do Peso Teórico 4.2 - Raio de Canto teórico dos

Leia mais

Art. 5º Esta Portaria revoga a Portaria Inmetro n.º 24/1996.

Art. 5º Esta Portaria revoga a Portaria Inmetro n.º 24/1996. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria Inmetro n.º 153, de 12 de agosto de 2005 O PRESIDENTE

Leia mais

Portaria n.º 44, de 27 de janeiro de 2014.

Portaria n.º 44, de 27 de janeiro de 2014. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 44, de 27 de janeiro de 2014. O PRESIDENTE

Leia mais

ABNT 15280-1/ASME B31.4

ABNT 15280-1/ASME B31.4 Projeto ABNT 15280-1/ASME B31.4 Condições de Projeto Pressão Regime Permanente Condição Estática Transiente Capítulo II Projeto ASME B31.4 Projeto Capítulo II Projeto ASME B31.4 Condições de Projeto Temperatura

Leia mais

Passado, presente e futuro

Passado, presente e futuro Passado, presente e futuro A SteelPack iniciou suas atividades em 1989 com beneficiamento de bobinas laminadas a quente e a frio, decapadas, zincadas e alumínio. Em 2011 ampliou sua capacidade produtiva,

Leia mais

Conformação dos Metais Prof.: Marcelo Lucas P. Machado

Conformação dos Metais Prof.: Marcelo Lucas P. Machado Conformação dos Metais Prof.: Marcelo Lucas P. Machado INTRODUÇÃO Extrusão - processo no qual um tarugo de metal é reduzido em sua seção transversal quando forçado a fluir através do orifício de uma matriz,

Leia mais

Tolerância geométrica de forma

Tolerância geométrica de forma Tolerância geométrica de forma A UU L AL A Apesar do alto nível de desenvolvimento tecnológico, ainda é impossível obter superfícies perfeitamente exatas. Por isso, sempre se mantém um limite de tolerância

Leia mais

Considerando que é dever do Estado prover a concorrência justa no País, resolve baixar as seguintes disposições:

Considerando que é dever do Estado prover a concorrência justa no País, resolve baixar as seguintes disposições: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior MDIC Instituto Nacional de Metrologia,Normalização e Qualidade Industrial - Inmetro Portaria n.º 158, de 29 de agosto de 2005. O PRESIDENTE

Leia mais

MÓDULO 1 ESPECIFICAÇÕES MOBILIÁRIOS REFERENCIAIS

MÓDULO 1 ESPECIFICAÇÕES MOBILIÁRIOS REFERENCIAIS DATA: DESTINO: FORUM CÍVEL MÓDULO 1 (itens 1-2) JUNHO 2015 RESPONSAVÉL: DIVISÃO DE ARQUITETURA ESPECIFICAÇÕES MOBILIÁRIOS REFERENCIAIS ITEM 1 MESAS /GAVETEIROS/CONEXÕES IMPORTANTE: AS MARCAS DE MATERIAIS,

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DE SINALIZAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL LINHA VERDE CIC

IMPLANTAÇÃO DE SINALIZAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL LINHA VERDE CIC MEMORIAL DESCRITIVO IMPLANTAÇÃO DE SINALIZAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL LINHA VERDE CIC Lote 01 MARÇO/2011 1. PROJETO DE SINALIZAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL LINHA VERDE CIC SUL INTRODUÇÃO O Projeto de Sinalização

Leia mais

Licença de uso exclusiva para Petrobrás S.A. Licença de uso exclusiva para Petrobrás S.A. NBR 6158. Sistema de tolerâncias e ajustes JUN 1995

Licença de uso exclusiva para Petrobrás S.A. Licença de uso exclusiva para Petrobrás S.A. NBR 6158. Sistema de tolerâncias e ajustes JUN 1995 JUN 1995 Sistema de tolerâncias e ajustes NBR 6158 ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13-28º andar CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro -

Leia mais

Prof. Eng. VICENTE BUDZINSKI UNIMAR CONCRETO ARMADO I CONCRETO

Prof. Eng. VICENTE BUDZINSKI UNIMAR CONCRETO ARMADO I CONCRETO CONCRETO Concreto é um material de construção proveniente da mistura, em proporção adequada, de: aglomerantes, agregados e água. Também é frequente o emprego de aditivos e adições. AGLOMERANTES Os aglomerantes

Leia mais

Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial INMETRO

Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial INMETRO Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial INMETRO Portaria INMETRO n 33, de de Dezembro de 1994. O Presidente do Instituto

Leia mais

Tubos Laminados e Trefilados Brunidos Peças. Catálogo de Produtos. Trefilação. www.mercantetubos.com.br

Tubos Laminados e Trefilados Brunidos Peças. Catálogo de Produtos. Trefilação. www.mercantetubos.com.br Tubos Laminados e Trefilados Brunidos Peças Catálogo de Produtos Trefilação 2 SUMÁRIO Introdução... 4 Trefilação... 6 Processos... 6 Aplicações... 7 Modelo de Negócios... 7 Objetivos Trefilação Mercante...

Leia mais

ESCOLHA ADEQUADA DA TUBULAÇÃO

ESCOLHA ADEQUADA DA TUBULAÇÃO 01 ESCOLHA ADEQUADA DA TUBULAÇÃO.... 1 DIAGRAMA TEÓRICO PARA CÁLCULO DE TUBULAÇÕES........................... TUBO DE AÇO TREFILADO SEM COSTURA... 3 TUBO CURVADO DE AÇO.................. 4 TUBO DE COBRE

Leia mais

ABIPLAR Associação Brasileira da Indústria de Piso Laminado de Alta Resistência

ABIPLAR Associação Brasileira da Indústria de Piso Laminado de Alta Resistência Entidade Setorial Nacional Mantenedora ABIPLAR Associação Brasileira da Indústria de Piso Laminado de Alta Resistência Rua Dr. Renato Paes de Barros, 714 - Conj. 82 - CEP 04530-001 São Paulo SP / Fone:

Leia mais

Portaria n.º 412, de 24 de outubro de 2011.

Portaria n.º 412, de 24 de outubro de 2011. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 412, de 24 de outubro de 2011. O PRESIDENTE

Leia mais

RTQ CAR - INSPEÇÃO PERIÓDICA DE CARROÇARIAS DE VEÍCULOS RODOVIÁRIOS E CAÇAMBAS INTERCAMBIÁVEIS PARA O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS

RTQ CAR - INSPEÇÃO PERIÓDICA DE CARROÇARIAS DE VEÍCULOS RODOVIÁRIOS E CAÇAMBAS INTERCAMBIÁVEIS PARA O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS RTQ CAR - INSPEÇÃO PERIÓDICA DE CARROÇARIAS DE VEÍCULOS RODOVIÁRIOS E CAÇAMBAS INTERCAMBIÁVEIS PARA O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação 3 Responsabilidade 4 Siglas

Leia mais

01/31/2012. Daniel Silva Rodrigues Denis de Mello Luciano de Rezende Silva Wilson Henrique Moraes Freire

01/31/2012. Daniel Silva Rodrigues Denis de Mello Luciano de Rezende Silva Wilson Henrique Moraes Freire Daniel Silva Rodrigues Denis de Mello Luciano de Rezende Silva Wilson Henrique Moraes Freire O Brasil tende a se tornar o maior explorador de petróleo e gás no mercado. Descobertas recentes de novas reservas

Leia mais

Portaria n.º 683, de 21 de dezembro de 2012.

Portaria n.º 683, de 21 de dezembro de 2012. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 683, de 21 de dezembro de 2012. O PRESIDENTE

Leia mais

Portaria n.º 5, de 8 de janeiro de 2013.

Portaria n.º 5, de 8 de janeiro de 2013. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 5, de 8 de janeiro de 2013. O PRESIDENTE

Leia mais

Distribuição. Chapas / Tiras / Blanks / Rolos

Distribuição. Chapas / Tiras / Blanks / Rolos Distribuição Chapas / Tiras / Blanks / Rolos Chapas / Tiras / Blanks / Rolos A ArcelorMittal Distribuição transforma as bobinas de açocarbono produzidas pela ArcerlorMittal Tubarão ES e ArcelorMittal Vega

Leia mais

Portaria n.º 466, de 16 de outubro de 2014.

Portaria n.º 466, de 16 de outubro de 2014. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 466, de 16 de outubro de 2014. O PRESIDENTE

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título ELO FUSÍVEL DE DISTRIBUIÇÃO

ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título ELO FUSÍVEL DE DISTRIBUIÇÃO ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título ELO FUSÍVEL DE DISTRIBUIÇÃO Código ETD-00.016 Data da emissão 30.04.1987 Data da última revisão 29.06.2006 Folha 1 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Normas Complementares 3 Definições

Leia mais

Distribuição. Chapas / Tiras / Blanks / Rolos

Distribuição. Chapas / Tiras / Blanks / Rolos Distribuição Chapas / Tiras / Blanks / Rolos Chapas / Tiras / Blanks / Rolos A ArcelorMittal Distribuição transforma as bobinas de aço carbono produzidas pela ArcerlorMittal Tubarão ES e ArcelorMittal

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DISTRIBUIÇÃO

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DISTRIBUIÇÃO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DISTRIBUIÇÃO POSTES DE CONCRETO ARMADO PARA REDES DEDISTRIBUIÇÃO EMISSÃO: REVISÃO: PAGINA: 1/33 A P R E S E N T A Ç Ã O Esta Norma fixa as características básicas de poste de concreto

Leia mais

Índice. Sistemas tubulares. O conceito Alvenius. Tubos. Sistema Alvenius K. Conexões Padrão. Anéis de aço carbono / inox

Índice. Sistemas tubulares. O conceito Alvenius. Tubos. Sistema Alvenius K. Conexões Padrão. Anéis de aço carbono / inox SISTEMA K 13/ Índice Sistemas tubulares 0 O conceito Alvenius Tubos Sistema Alvenius K Conexões Padrão 0 0 2 2 Anéis de aço carbono / inox 1 Procedimento para solda de anel de aço em campo Relação entre

Leia mais

CORTE DOS METAIS. Prof.Valmir Gonçalves Carriço Página 1

CORTE DOS METAIS. Prof.Valmir Gonçalves Carriço Página 1 CORTE DOS METAIS INTRODUÇÃO: Na indústria de conformação de chapas, a palavra cortar não é usada para descrever processos, exceto para cortes brutos ou envolvendo cortes de chapas sobrepostas. Mas, mesmo

Leia mais

OBJETO: Proposta de Regulamento de Avaliação da Conformidade para Sistemas Automáticos não Metrológicos de Fiscalização de Trânsito.

OBJETO: Proposta de Regulamento de Avaliação da Conformidade para Sistemas Automáticos não Metrológicos de Fiscalização de Trânsito. Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior- MDIC Instituto Nacional de Metrologia Normalização e Qualidade Industrial - Inmetro Portaria n.º 12, de 24 de janeiro de 26. CONSULTA PÚBLICA

Leia mais

Lista de exercícios sobre barras submetidas a força normal

Lista de exercícios sobre barras submetidas a força normal RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I Lista de exercícios sobre barras submetidas a força normal 1) O cabo e a barra formam a estrutura ABC (ver a figura), que suporta uma carga vertical P= 12 kn. O cabo tem a área

Leia mais

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 60, de 06 de agosto de 2015 D.O.U de 07/08/2015

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 60, de 06 de agosto de 2015 D.O.U de 07/08/2015 Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública n 60, de 06 de agosto de 2015 D.O.U de 07/08/2015 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das

Leia mais

Portaria n.º 467 de 13 de setembro de 2012. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 467 de 13 de setembro de 2012. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 467 de 13 de setembro de 2012. CONSULTA

Leia mais

Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo

Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO Portaria n o 114 de 16 de outubro de 1997. O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL

Leia mais