ME-30 MÉTODOS DE ENSAIO DETERMINAÇÃO DO EFEITO DO CALOR E DO AR SOBRE MATERIAIS ASFÁLTICOS (MÉTODO DA PELÍCULA DELGADA)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ME-30 MÉTODOS DE ENSAIO DETERMINAÇÃO DO EFEITO DO CALOR E DO AR SOBRE MATERIAIS ASFÁLTICOS (MÉTODO DA PELÍCULA DELGADA)"

Transcrição

1 ME-30 MÉTODOS DE ENSAIO DETERMINAÇÃO DO EFEITO DO CALOR E DO AR SOBRE MATERIAIS ASFÁLTICOS DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1

2 ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO OBJETIVO S E NORMAS COMPLEMENTARES RESUMO DO ENSAIO APARELHAGEM PREPARAÇÃO DA AMOSTRA PARA O ENSAIO EXECUÇÃO DO ENSAIO RESULTADOS PRECISÃO DE ACEITAÇÃO DOS RESULTADOS

3 1. INTRODUÇÃO Este método de ensaio adotado pela Secretaria de Serviços Públicos da Prefeitura do Recife tem correspondência com a norma MB-425 de 1970, da ABNT. 2. OBJETIVO O método apresenta um ensaio para a determinação do efeito do calor e do ar sobre materiais asfálticos semi-sólidos, isentos de água. 3. S E NORMAS COMPLEMENTARES Na aplicação desta norma é necessário consultar: NBR-6576 Materiais Betuminosos Determinação de penetração; PEB-210/ABNT-IBP Termômetro Especificação. 4. RESUMO DO ENSAIO Uma película de 0,3 cm do material asfáltico é aquecida em estufa por 5 horas a 163oC. O endurecimento é medido pela redução da penetração expressa como porcentagem do valor original. É incluído no método um procedimento para determinar a variação de peso do material. 3

4 5. APARELHAGEM A aparelhagem necessária é a seguinte: a) Estufa: será retangular com paredes duplas aquecida eletricamente. Suas dimensões interiores serão as seguintes: altura excluindo o espaço destinado aos elementos de aquecimento, no mínimo 29 cm; largura e profundidade 33 cm no mínimo. Na parte frontal terá uma porta com dobradiças firmemente ajustadas com uma abertura suficientemente clara para permitir visão do interior da estufa. A porta deverá conter uma janela com dimensões lineares de no mínimo 10 cm com duas lâminas de vidro separadas por um camada de ar, permitindo que se faça através da janela, sem abrir a porta, a leitura do termômetro colocado no interior da estufa, como especificado no item (7.a). A estufa poderá ter uma porta interna de vidro, ao invés de janela, que permita a observação do termômetro com a abertura rápida da porta externa. A estufa será adequadamente ventilada por corrente de ar em convecção e para isto terá aberturas para entrada de ar e saída de vapores e ar aquecidos. As aberturas para entrada de ar nas paredes interiores da estufa serão simetricamente arranjadas no fundo, ou nas paredes laterais próximo ao fundo, de tal modo que o ar, ao penetrar, circule em torno dos elementos de aquecimento; as aberturas terão uma área total de no mínimo 1,30 cm². As aberturas para saída de vapores e ar aquecidos nas paredes interiores da estufa serão simetricamente arranjadas no topo ou nas paredes laterais próximo ao topo e terão uma área de no mínimo 1,30 cm² e no máximo 12,90 cm². A estufa possuirá uma prateleira circular de metal perfurado que permita suportar dois ou mais recipientes de 14 cm de diâmetro, com amostra, na posição horizontal. Esta prateleira será colocada no centro da estufa respeitando todas as dimensões desta, será suspensa por eixo vertical e terá um mecanismo de rotação com a velocidade de 5 a 6 rpm; b) Termômetro: um termômetro 13 C para perda por aquecimento com faixa de 155 a 170oC de imersão total, com subdivisões de 0,5 C de acordo com a especificação PEB- 210/ABNT-IBP; 4

5 c) Recipiente: recipiente cilíndrico com diâmetro interno de 14 cm e 0,9 cm de altura com fundo chato. O recipiente será feito de alumínio ou aço inoxidável, sem costura, com a espessura de 0,08 cm. A película de 0,3 cm de espessura é obtida quando se colocam neste recipiente 50 ml de amostra. Se o recipiente não for de fundo chato, os resultados serão afetados. Aconselha-se a inspeção freqüente dos recipientes para eliminar os ondulados ou os danificados. 6. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA PARA O ENSAIO a) Colocar material suficiente para o teste num recipiente adequado e aqueça-o até tornar se fluido e tomar cuidado para não haver locais de superaquecimento na amostra e não ultrapassar a temperatura de 97 C acima do ponto de amolecimento do material adrede determinado. Agitar a amostra com um termômetro de uso geral durante o período de aquecimento, evitando introduzir bolhas de ar na mesma. Calcular o peso de material equivalente a 50 ml. Pesar esta quantidade em cada um dos recipientes especificado no item 5c; b) Determinar a penetração original da amostra de acordo com a norma NBR-6576; c) Para determinar quantitativamente a variação de peso, resfriar as amostras do ensaio da película delgada à temperatura ambiente e pesar com aproximação de 0,001 g. Quando não se desejar determinar a variação de peso, deixar as amostras esfriarem até aproximadamente a temperatura ambiente antes de colocá-las na estufa como indicado no item (7.b). 5

6 7. EXECUÇÃO DO ENSAIO Deverão ser obedecidas as seguintes etapas: a) Nivelar a estufa de modo que a prateleira gire num plano horizontal. A máxima inclinação, durante a rotação, não deve ser maior que 3 da horizontal. Determinar a temperatura da estufa com o termômetro especificado colocado numa posição vertical eqüidistante do centro da prateleira circular e da borda externa desta. O bulbo do termômetro deverá ficar a 0,6 cm da parte superior da prateleira; b) Com a estufa a 163oC, colocar rapidamente os recipientes com as amostras na prateleira circular, fechar e fazer girar a uma velocidade de 5 a 6 rpm. Manter a temperatura a 163 ± 1 C por 5 horas após a introdução da amostra, contados após a estufa ter alcançado a temperatura de 162 C. Em nenhum caso, o tempo total de permanência da amostra na estufa deverá ser maior que 5 horas e 15 minutos. Ao final do período de aquecimento, remover as amostras da estufa. Se está sendo determinada a variação de peso, resfriar até a temperatura ambiente, pesar com aproximação de 0,001 g e calcular a variação de peso em porcentagem, sobre o peso do asfalto contido em cada recipiente. Proceder de acordo com o item (7.c). Quando os ensaios sobre o resíduo não puderem ser feitos no mesmo dia e, se a verificação de peso estiver sendo determinada, pesar os resíduos e guardar até o dia seguinte antes de reaquecê-los. Se a variação de peso não estiver sendo determinada, transferir os resíduos para o recipiente descrito no item (7.d) antes de guardá-los; 6

7 c) Após pesar as amostras, colocar sobre uma placa de amianto. Colocar juntamente com os recipientes na prateleira circular da estufa mantida a 163 C. Fechar e girar a prateleira por 15 minutos, remover as amostras e a placa de transporte e imediatamente proceder como o descrito no item (7.d); d) Verter as amostras numa lata de 76 ± 4 mm de diâmetro e 54 ± 4 mm de profundidade (usada no ensaio de destilação). Remover todo o material dos recipientes de 14 cm raspando com uma espátula adequada. Agitar inteiramente os resíduos combinados colocando a lata acima descrita numa chapa quente, se necessário, para manter o material fluido. Verter o material no recipiente próprio para o ensaio de penetração e fazer a determinação da penetração de acordo com a norma NBR-6576 da ABNT. 8. RESULTADOS Para obter os resultados: Anotar o valor da penetração original como obtida no item (7.d), a penetração do resíduo e a penetração do resíduo expressa como porcentagem da penetração original. Anotar a variação de peso médio do material nos recipientes, quando determinada, como porcentagem por peso do material original. 9. PRECISÃO DE ACEITAÇÃO DOS RESULTADOS Os seguintes critérios devem ser usados para julgar a aceitação dos resultados (95% de probabilidade): Repetibilidade: resultados em duplicata executados pelo mesmo operador serão 7

8 considerados suspeitos, se diferirem em mais do que os seguintes valores: Percentagem da penetração original = 4,0; Variação de peso: menor que 0,4% 0,04 unidade; - maior que 0,4% 8% do valor médio. Reprodutibilidade: os resultados apresentados por dois laboratórios serão considerados suspeitos, se diferirem em mais do que os seguintes valores: Percentagem da penetração original = 8,0; Variação de peso: menor que 0,4% 0,16 unidade; maior que 0,4% 40% do valor médio. 8

9 9

ME-25 MÉTODOS DE ENSAIO ENSAIO DE PENETRAÇÃO DE MATERIAIS BETUMINOSOS

ME-25 MÉTODOS DE ENSAIO ENSAIO DE PENETRAÇÃO DE MATERIAIS BETUMINOSOS ME-25 MÉTODOS DE ENSAIO ENSAIO DE PENETRAÇÃO DE MATERIAIS BETUMINOSOS DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. E NORMAS COMPLEMENTARES... 3 4. DEFINIÇÃO... 3

Leia mais

ME-26 MÉTODOS DE ENSAIO PONTO DE FULGOR VASO ABERTO CLEVELAND

ME-26 MÉTODOS DE ENSAIO PONTO DE FULGOR VASO ABERTO CLEVELAND ME-26 MÉTODOS DE ENSAIO DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO...3 2. OBJETIVO...3 3. S E NORMAS COMPLEMENTARES...3 4. DEFINIÇÕES...3 5. APARELHAGEM...4 6. EXECUÇÃO DO ENSAIO...9 7.

Leia mais

ME-27 MÉTODOS DE ENSAIO DETERMINAÇÃO DE PONTO DE FULGOR PELO APARELHO TAG FECHADO

ME-27 MÉTODOS DE ENSAIO DETERMINAÇÃO DE PONTO DE FULGOR PELO APARELHO TAG FECHADO ME-27 MÉTODOS DE ENSAIO DETERMINAÇÃO DE PONTO DE FULGOR PELO APARELHO TAG FECHADO DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO...3 2. OBJETIVO...3 3. S E NORMAS COMPLEMENTARES...3 4. DEFINIÇÃO...4

Leia mais

PREFEITURA DO RECIFE ME-3

PREFEITURA DO RECIFE ME-3 ME-3 MÉTODOS DE ENSAIO GRÃOS DE PEDREGULHO RETIDOS NA PENEIRA DE 4,8 MM DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECÍFICA, DA MASSA ESPECÍFICA APARENTE DA ABSORÇÃO DE ÁGUA DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG.

Leia mais

TORRES DE RESFRIAMENTO REFERVEDORES CONDENSADORES CALDEIRAS

TORRES DE RESFRIAMENTO REFERVEDORES CONDENSADORES CALDEIRAS TORRES DE RESFRIAMENTO REFERVEDORES CONDENSADORES CALDEIRAS TORRES DE RESFRIAMENTO REFERVEDORES CONDENSADORES CALDEIRAS FINALIDADE: Umatorre de resfriamentooutorre de arrefecimentoé um dispositivo de remoção

Leia mais

Instrução Técnica nº 25/2011 - Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis - Parte 3 Armazenamento... 625

Instrução Técnica nº 25/2011 - Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis - Parte 3 Armazenamento... 625 Instrução Técnica nº 25/2011 - Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis - Parte 3 Armazenamento... 625 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO

Leia mais

ME-23 MÉTODOS DE ENSAIO DETERMINAÇÃO DE ABRASÃO LOS ANGELES DE AGREGADOS

ME-23 MÉTODOS DE ENSAIO DETERMINAÇÃO DE ABRASÃO LOS ANGELES DE AGREGADOS ME-23 MÉTODOS DE ENSAIO DETERMINAÇÃO DE ABRASÃO LOS ANGELES DE AGREGADOS DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO...3 2. OBJETIVO...3 3. S E NORMAS COMPLEMENTARES...3 4. DEFINIÇÕES...4

Leia mais

ME-4 MÉTODOS DE ENSAIO SOLO DETERMINAÇÃO DO LIMITE DE LIQUIDEZ

ME-4 MÉTODOS DE ENSAIO SOLO DETERMINAÇÃO DO LIMITE DE LIQUIDEZ ME-4 MÉTODOS DE ENSAIO DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. S E NORMAS COMPLEMENTARES... 3 4. APARELHAGEM... 3 5. EXECUÇÃO DO ENSAIO... 5 6. RESULTADOS...

Leia mais

ME-38 MÉTODOS DE ENSAIO ENSAIO DE COMPRESSÃO DE CORPOS-DE-PROVA CILÍNDRICOS DE CONCRETO

ME-38 MÉTODOS DE ENSAIO ENSAIO DE COMPRESSÃO DE CORPOS-DE-PROVA CILÍNDRICOS DE CONCRETO ME-38 MÉTODOS DE ENSAIO ENSAIO DE COMPRESSÃO DE CORPOS-DE-PROVA CILÍNDRICOS DE CONCRETO DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. S E NORMAS COMPLEMENTARES...

Leia mais

Prática sobre ponto de fulgor de combustíveis líquidos

Prática sobre ponto de fulgor de combustíveis líquidos Química e Energia - Prof. Barbieri ICET Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia Quando um corpo combustível é aquecido, atinge diferentes estágios da temperatura, os quais são conhecidos por: Ponto de

Leia mais

ME-42 MÉTODOS DE ENSAIO MÉTODO DA DETERMINAÇÃO DA ESTABILIDADE E DE FLUÊNCIA MARSHALL

ME-42 MÉTODOS DE ENSAIO MÉTODO DA DETERMINAÇÃO DA ESTABILIDADE E DE FLUÊNCIA MARSHALL ME-42 MÉTODOS DE ENSAIO MÉTODO DA DETERMINAÇÃO DA ESTABILIDADE E DE FLUÊNCIA MARSHALL 1 DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. S E NORMAS COMPLEMENTARES... 3

Leia mais

ME-52 MÉTODOS DE ENSAIO DETERMINAÇÃO DA CONSISTÊNCIA DO CONCRETO PELO ABATIMENTO DO TRONCO DE CONE ( SLUMP-TEST )

ME-52 MÉTODOS DE ENSAIO DETERMINAÇÃO DA CONSISTÊNCIA DO CONCRETO PELO ABATIMENTO DO TRONCO DE CONE ( SLUMP-TEST ) ME-52 MÉTODOS DE ENSAIO DETERMINAÇÃO DA CONSISTÊNCIA DO CONCRETO PELO ABATIMENTO DO TRONCO DE CONE ( SLUMP-TEST ) DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO...3 3. S E

Leia mais

ME-37 MÉTODOS DE ENSAIO MOLDAGEM E CURA DE CORPOS-DE-PROVA CILÍNDRICOS OU PRISMÁTICOS DE CONRETO

ME-37 MÉTODOS DE ENSAIO MOLDAGEM E CURA DE CORPOS-DE-PROVA CILÍNDRICOS OU PRISMÁTICOS DE CONRETO ME-37 MÉTODOS DE ENSAIO MOLDAGEM E CURA DE CORPOS-DE-PROVA CILÍNDRICOS OU PRISMÁTICOS DE CONRETO 1 DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. S E NORMAS COMPLEMENTARES...

Leia mais

Determinação de Lipídios em Leite Fluido pelo Método de Gerber

Determinação de Lipídios em Leite Fluido pelo Método de Gerber Página 1 de 7 1 Escopo Este método tem como objetivo descrever os procedimentos para o ensaio Determinação de Lipídios em Leite Fluido pelo Método de Gerber. É aplicável para leite fluido in natura ou

Leia mais

a) DNER-ME 051/94 - Solo-análise granulométrica;

a) DNER-ME 051/94 - Solo-análise granulométrica; MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km 163 - Centro Rodoviário, Parada de Lucas

Leia mais

PROJETO BÁSICO DE ENGENHARIA

PROJETO BÁSICO DE ENGENHARIA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE FONTOURA XAVIER SECRETARIA DO PLANEJAMENTO LOCAL: AVENIDA 25 DE ABRIL ASSUNTO: PROJETO DE CAPEAMENTO ASFÁLTICO ÁREA TOTAL: 4.935,75 m² PROJETO BÁSICO

Leia mais

FARMACOPEIA MERCOSUL: MÉTODO GERAL PARA A DETERMINAÇÃO DA FAIXA OU TEMPERATURA DE FUSÃO

FARMACOPEIA MERCOSUL: MÉTODO GERAL PARA A DETERMINAÇÃO DA FAIXA OU TEMPERATURA DE FUSÃO MERCOSUL/XLII SGT Nº 11/P.RES. Nº /14 FARMACOPEIA MERCOSUL: MÉTODO GERAL PARA A DETERMINAÇÃO DA FAIXA OU TEMPERATURA DE FUSÃO TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e a Resolução

Leia mais

CORTE DOS METAIS. Prof.Valmir Gonçalves Carriço Página 1

CORTE DOS METAIS. Prof.Valmir Gonçalves Carriço Página 1 CORTE DOS METAIS INTRODUÇÃO: Na indústria de conformação de chapas, a palavra cortar não é usada para descrever processos, exceto para cortes brutos ou envolvendo cortes de chapas sobrepostas. Mas, mesmo

Leia mais

LIGANTES ASFÁLTICOS PARA PAVIMENTAÇÃO ENSAIOS E CLASSIFICAÇÕES (PARTE 2)

LIGANTES ASFÁLTICOS PARA PAVIMENTAÇÃO ENSAIOS E CLASSIFICAÇÕES (PARTE 2) LIGANTES ASFÁLTICOS PARA PAVIMENTAÇÃO ENSAIOS E CLASSIFICAÇÕES (PARTE 2) Pavimentação NATURAIS ROCHAS ASFÁLTICAS XISTOS E ARENITOS LAGOS ASFÁLTICOS LIGANTES BETUMINOSOS PETRÓLEO ALCATRÃO SÓLIDOS OXIDADOS

Leia mais

Introdução à condução de calor estacionária

Introdução à condução de calor estacionária Introdução à condução de calor estacionária Exercício 1 - O telhado de uma casa com aquecimento elétrico tem 6m de comprimento, 8m de largura e 0, 25m de espessura e é feito de uma camada plana de concreto

Leia mais

ME-10 MÉTODOS DE ENSAIO DETERMINAÇÃO DA UMIDADE PELO MÉTODO EXPEDITO ( SPEEDY )

ME-10 MÉTODOS DE ENSAIO DETERMINAÇÃO DA UMIDADE PELO MÉTODO EXPEDITO ( SPEEDY ) ME-10 MÉTODOS DE ENSAIO EXPEDITO ( SPEEDY ) DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO...3 2. OBJETIVO...3 3. S E NORMAS COMPLEMENTARES...3 4. DEFINIÇÕES...4 5. APARELHAGEM E MATERIAL...4

Leia mais

Parabond Zinco. Produto elástico para todo tipo de metais.

Parabond Zinco. Produto elástico para todo tipo de metais. Parabond Zinco Produto elástico para todo tipo de metais. Produto: Parabond Zinco é um elastómero de alta qualidade, de rápido endurecimento, permanentemente elástico, à base de MS polímero com elevada

Leia mais

Rack piso standard. Rack piso Server

Rack piso standard. Rack piso Server Rack piso standard Desenvolvido para atender diversos tamanhos e tipos de redes Monobloco: Estrutura em chapa de aço 1,2 mm Porta frontal em chapa de aço 1,2 mm, visor em acrílico fume e fechadura cilíndrica

Leia mais

Régua graduada. metro e trena

Régua graduada. metro e trena A U A UL LA Régua graduada, metro e trena Um problema Silva verificou, contrariado, que os instrumentos de medição, há pouco adquiridos pela empresa, não estavam sendo bem cuidados pelos funcionários.

Leia mais

SERIE B10 STD INFORMAÇÕES TÉCNICAS DADOS TÉCNICOS OPCIONAIS MEDIDAS RPM 2500. ÁREA ATÉ 5m²

SERIE B10 STD INFORMAÇÕES TÉCNICAS DADOS TÉCNICOS OPCIONAIS MEDIDAS RPM 2500. ÁREA ATÉ 5m² SERIE B10 STD INFORMAÇÕES TÉCNICAS DADOS TÉCNICOS Ø MM 100mm RPM 2500 POTENCIA 15W VAZÃO 90 m³/h PRESSÃO 3,5 mmca RUIDO (db) 41 db ÁREA ATÉ 5m² 15 x 15 x 7.7 cm ACABAMENTO PLÁSTICO BRANCO OPCIONAIS * TEMPORIZADOR

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO. Projeto: Capeamento asfáltico Município: Fontoura Xavier / RS

MEMORIAL DESCRITIVO. Projeto: Capeamento asfáltico Município: Fontoura Xavier / RS ANEXO IV MEMORIAL DESCRITIVO Projeto: Capeamento asfáltico Município: Fontoura Xavier / RS Local: Rua Pedro Azelin da Silva Trecho: Entre a Rua 09 de Julho e a Rua Ernesto Ferreira Maia Área: TRECHO 01:

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DE SINALIZAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL LINHA VERDE CIC

IMPLANTAÇÃO DE SINALIZAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL LINHA VERDE CIC MEMORIAL DESCRITIVO IMPLANTAÇÃO DE SINALIZAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL LINHA VERDE CIC Lote 01 MARÇO/2011 1. PROJETO DE SINALIZAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL LINHA VERDE CIC SUL INTRODUÇÃO O Projeto de Sinalização

Leia mais

Granulometria. Marcio Varela

Granulometria. Marcio Varela Granulometria Marcio Varela Granulometria Definição: É a distribuição, em porcentagem, dos diversos tamanhos de grãos. É a determinação das dimensões das partículas do agregado e de suas respectivas porcentagens

Leia mais

ME-9 MÉTODOS DE ENSAIO ÍNDICE DE SUPORTE CALIFÓRNIA DE SOLOS

ME-9 MÉTODOS DE ENSAIO ÍNDICE DE SUPORTE CALIFÓRNIA DE SOLOS ME-9 MÉTODOS DE ENSAIO DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO...3 2. OBJETIVO...3 3. S E NORMAS COMPLEMENTARES...3 4. APARELHAGEM...4 5. ENERGIAS DE COMPACTAÇÃO...7 6. EXECUÇÃO DO

Leia mais

http://www.siliconesassel.com.br/borracha_silicone.htm

http://www.siliconesassel.com.br/borracha_silicone.htm Página 1 de 13 Tipo Forma física Propriedades especiais Usos básicos Elastômero á base de silicone, bicomponente Líquido viscoso. Resistência ao rasgo, alto poder copiativo. Confecção de moldes Nome comercial

Leia mais

Estas informações são importantes para a segurança e eficiência na instalação e operação do aparelho.

Estas informações são importantes para a segurança e eficiência na instalação e operação do aparelho. 0 IMPORTANTE LEIA E SIGA AS SEGUINTES INSTRUÇÕES Estas informações são importantes para a segurança e eficiência na instalação e operação do aparelho. ATENÇÃO Atenção indica uma situação potencialmente

Leia mais

AR CONDICIONADO. Componentes

AR CONDICIONADO. Componentes AR CONDICIONADO AR CONDICIONADO Basicamente, a exemplo do que ocorre com um refrigerador (geladeira), a finalidade do ar condicionado é extrair o calor de uma fonte quente, transferindo-o para uma fonte

Leia mais

DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS

DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS ES-P12 IMPRIMAÇÃO DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. OBJETO E OBJETIVO... 4 2. DESCRIÇÃO... 4 3. MATERIAIS... 4 3.1 MATERIAIS PARA IMPRIMAÇÃO IMPERMEABILIZANTE...

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ET SOFS 02/2012

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ET SOFS 02/2012 COMPANHIA HIDRO ELÉTRICA DO SÃO FRANCISCO CHESF GERÊNCIA REGIONAL DE OPERAÇÃO OESTE SER VIÇO FINANCEIRO E DE SUPRIMENTO OESTE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ET SOFS 02/2012 OUTUBRO/2012 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA FORNECIMENTO

Leia mais

Pavimentação - sub-base de concreto de cimento Portland adensado por vibração

Pavimentação - sub-base de concreto de cimento Portland adensado por vibração MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km 163 - Centro Rodoviário, Parada de Lucas

Leia mais

DER/PR ES-OA 05/05 OBRAS DE ARTE ESPECIAIS: FÔRMAS

DER/PR ES-OA 05/05 OBRAS DE ARTE ESPECIAIS: FÔRMAS DER/PR ES-OA 05/05 OBRAS DE ARTE ESPECIAIS: FÔRMAS Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Paraná - DER/PR Avenida Iguaçu 420 CEP 80230 902 Curitiba Paraná Fone (41) 3304 8000 Fax (41) 3304 8130

Leia mais

3) Erlenmeyer Devido ao gargalo estreito é usado para agitar soluções e dissolver substâncias.

3) Erlenmeyer Devido ao gargalo estreito é usado para agitar soluções e dissolver substâncias. VIDRARIAS E MATERIAIS DIVERSOS DE LABORATÓRIO Professora: Juliana Rovere 1) Béquer É usado para dissolver substâncias, efetuar reações e aquecer líquidos sobre tela de amianto, pois é feito de vidro pyrex,

Leia mais

Refrigerador BRM48/BRM50

Refrigerador BRM48/BRM50 GUIA RÁPIDO Comece por aqui Se você quer tirar o máximo proveito da tecnologia contida neste produto, leia o Guia Rápido por completo. Refrigerador BRM48/BRM50 Frost Seu refrigerador usa o sistema Frost

Leia mais

RECUPERAÇÃO ASFÁLTICA DOS ACESSOS INTERNOS MEMORIAL DESCRITIVO

RECUPERAÇÃO ASFÁLTICA DOS ACESSOS INTERNOS MEMORIAL DESCRITIVO RECUPERAÇÃO ASFÁLTICA DOS ACESSOS INTERNOS MEMORIAL DESCRITIVO Concórdia, dezembro de 2008 1 - APRESENTAÇÃO Este projeto refere-se à recuperação da pavimentação asfáltica em CAUQ (Concreto Asfáltico Usinado

Leia mais

O FORNO A VÁCUO TIPOS E TENDÊNCIA 1

O FORNO A VÁCUO TIPOS E TENDÊNCIA 1 O FORNO A VÁCUO TIPOS E TENDÊNCIA 1 João Carmo Vendramim 2 Marco Antonio Manz 3 Thomas Heiliger 4 RESUMO O tratamento térmico de ligas ferrosas de média e alta liga já utiliza há muitos anos a tecnologia

Leia mais

ES-05. Estante para exposição. Mobiliário. Atenção 3 08/03/13. Revisão Data Página 1/6 VISTA FRONTAL ESC. 1:20 VISTA LATERAL ESC.

ES-05. Estante para exposição. Mobiliário. Atenção 3 08/03/13. Revisão Data Página 1/6 VISTA FRONTAL ESC. 1:20 VISTA LATERAL ESC. Mobiliário 2000 1/6 VISTA LATERAL 0 VISTA FRONTAL 0 900 0 VISTA SUPERIOR 0 A A Mobiliário 900 PAINEL DE FUNDO CHAPA 24 (0,6mm) PAINEL LATERAL CHAPA 24 (0,6mm) 0 40 COLUNA CHAPA 1 (2,25mm) VISTA SUPERIOR

Leia mais

Refrigerador Frost Free

Refrigerador Frost Free GUIA RÁPIDO Comece por aqui Se você quer tirar o máximo proveito da tecnologia contida neste produto, leia o Guia Rápido por completo. Refrigerador Frost Free Frost Free Seu refrigerador usa o sistema

Leia mais

21 55 102 Volume de ar (fluxo livre) 24 55 100 Volume de ar (com filtro de exaustão instalado) m³/h. 14 40 75 Nível de ruído

21 55 102 Volume de ar (fluxo livre) 24 55 100 Volume de ar (com filtro de exaustão instalado) m³/h. 14 40 75 Nível de ruído Série - Ventilador com Filtro (24 630) m³/h SÉRIE.50.8.xxx.1020.50.8.xxx.2055.50.8.xxx.3100 Ventilador com Filtro adequado para armários e painéis elétricos, versões de 120V ou 230V AC Baixo nível de ruído

Leia mais

KERN KHP V20 Versão 1.0 11/2014 P

KERN KHP V20 Versão 1.0 11/2014 P KERN & Sohn GmbH Ziegelei 1 D-72336 Balingen E-mail: info@kern-sohn.com Telefone: +49-[0]7433-9933-0 Fax: +49-[0]7433-9933-149 Internet: www.kern-sohn.com Instrução de instalação Ponte de pesagem ( 3000

Leia mais

MATERIAIS PARA FUNDIÇÃO DETERMINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO GRANULOMÉTRICA, MÓDULO DE FINURA E TEOR DE FINOS EM MATERIAIS GRANULARES

MATERIAIS PARA FUNDIÇÃO DETERMINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO GRANULOMÉTRICA, MÓDULO DE FINURA E TEOR DE FINOS EM MATERIAIS GRANULARES Método de Ensaio Folha : 1 de 5 SUMÁRIO 1_ Objetivo 2_ Documento a consultar 3_ Princípio do método 4_ Definição 5_ Aparelhagem 6_ Execução do ensaio 7_ Resultados 8_ Anexo A 1_ OBJETIVO 1.1_ Esta recomendação

Leia mais

ANEXO IV MEMORIAL DESCRITIVO PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA BOA VISTA PROJETO DE PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA URBANA

ANEXO IV MEMORIAL DESCRITIVO PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA BOA VISTA PROJETO DE PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA URBANA 1 ANEXO IV MEMORIAL DESCRITIVO PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA BOA VISTA PROJETO DE PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA URBANA LOCALIZAÇÃO: Avenida Jacob Wagner Sobrinho NOVA BOA VISTA / RS JUNHO DE 2013 1 2 1.0 INTRODUÇÃO

Leia mais

02/13 972-09-05 782259 REV.0. Fritadeira Inox 2,5L. Manual de Instruções SOMENTE SOMENTE PARA USO PARA DOMÉSTICO

02/13 972-09-05 782259 REV.0. Fritadeira Inox 2,5L. Manual de Instruções SOMENTE SOMENTE PARA USO PARA DOMÉSTICO 02/13 972-09-05 782259 REV.0 Fritadeira Inox 2,5L SOMENTE SOMENTE PARA USO PARA DOMÉSTICO USO DOMÉSTICO Manual de Instruções INTRODUÇÃO Parabéns pela escolha da Fritadeira a óleo Britânia. Para garantir

Leia mais

O presente memorial descritivo tem por finalidade descrever os serviços que compõe a obra de Capeamento Asfáltico nas vias acima descritas.

O presente memorial descritivo tem por finalidade descrever os serviços que compõe a obra de Capeamento Asfáltico nas vias acima descritas. MEMORIAL DESCRITIVO CAPEAMENTO ASFÁLTICO SOBRE PEDRAS IRREGULARES Proprietário: MUNICÍPIO DE ITATIBA DO SUL Local: - Rua Argentina = 5.910,43 m²; - Rua Estados Unidos = 1.528,98 m². Total = 7.439,41 m²

Leia mais

Agregados - determinação da abrasão Los Angeles RESUMO 0 PREFÁCIO ABSTRACT 1 OBJETIVO SUMÁRIO 2 REFERÊNCIAS

Agregados - determinação da abrasão Los Angeles RESUMO 0 PREFÁCIO ABSTRACT 1 OBJETIVO SUMÁRIO 2 REFERÊNCIAS MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km 163 - Centro Rodoviário, Parada de Lucas

Leia mais

Ministério da Indústria e Comércio

Ministério da Indústria e Comércio Ministério da Indústria e Comércio Instituto Nacional de Pesos e Medidas - INPM Portaria INPM nº. 12, de 31 de março de 1967 O Diretor-geral do Instituto Nacional de Pesos e Medidas, no uso de suas atribuições,

Leia mais

Fundamentos de Engenharia Solar. Racine T. A. Prado

Fundamentos de Engenharia Solar. Racine T. A. Prado Fundamentos de Engenharia Solar Racine T. A. Prado Coletores Solares Um coletor solar é um tipo específico de trocador de calor que transforma energia solar radiante em calor. Duffie; Beckman Equação básica

Leia mais

Agitador magnético sem aquecimento, modelo F20mini, Falc Instruments

Agitador magnético sem aquecimento, modelo F20mini, Falc Instruments Agitador magnético sem aquecimento, modelo F20mini, Falc Instruments Especialmente desenhado para uso continuo. Estrutura construída inteiramente em chapa de aço pintado com antiácido em pó epóxi. Inclui

Leia mais

NOX SISTEMAS CONSTRUTIVOS

NOX SISTEMAS CONSTRUTIVOS LABORATÓRIO DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL LMCC ENDEREÇO: Cidade Universitária Camobi, Santa Maria/RS CEP 97105 900 TELEFONE: (55) 3220 8608 (Fax) Direção 3220 8313 Secretaria E-MAIL: lmcc@ct.ufsm.br

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO TERRAPLENAGEM REMOÇÃO DE CAMADA SUPERFICIAL (0,20 M)

MEMORIAL DESCRITIVO TERRAPLENAGEM REMOÇÃO DE CAMADA SUPERFICIAL (0,20 M) MEMORIAL DESCRITIVO É OBRIGATÓRIA A APRESENTAÇÃO DE LAUDO TÉCNICO DE CONTROLE TECNOLÓGICO E OS RESULTADOS DOS ENSAIOS REALIZADOS EM CADA ETAPA DOS SERVIÇOS, CONFORME EXIGÊNCIAS DO DNIT Departamento Nacional

Leia mais

Pavimentação - imprimação

Pavimentação - imprimação MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km 163 - Centro Rodoviário, Parada de Lucas

Leia mais

Liquido saturado é aquele que está numa determinada temperatura e pressão eminente de iniciar a transformação para o estado vapor.

Liquido saturado é aquele que está numa determinada temperatura e pressão eminente de iniciar a transformação para o estado vapor. Módulo IV Propriedades de Substâncias Puras: Relações P-V-T e Diagramas P-V, P-T e T-V, Título, Propriedades Termodinâmicas, Tabelas Termodinâmicas, Energia Interna, Entalpia, Calores Espercíficos c v

Leia mais

INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS PROCEDIMENTO DE INSTALAÇÃO DA CORRENTE

INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS PROCEDIMENTO DE INSTALAÇÃO DA CORRENTE UNP-130408 1 de 6 INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS A vida útil das correntes transportadoras e elevadoras está diretamente ligada aos cuidados com a instalação, lubrificação

Leia mais

SALA DE PRÉ AMPLIFICAÇÃO. Área de preparo de reagentes. Pipetas e ponteiras

SALA DE PRÉ AMPLIFICAÇÃO. Área de preparo de reagentes. Pipetas e ponteiras Área de preparo de reagentes Pipetas e ponteiras Área de preparo de amostras/controles - 1 Pipetas, tubos e ponteiras Área de preparo de amostras/controles - 2 Centrífuga Termobloco Vórtex Área de preparo

Leia mais

SEGURANÇA E TÉCNICA DE LABORATÓRIO AULA 01: ORGANIZANDO O LABORATÓRIO TÓPICO 03: ORGANIZAÇÃO LABORATORIAL O laboratório, seja de uma indústria, de um centro de pesquisa ou de uma instituição de ensino

Leia mais

MF-613.R-3 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DE METAIS EM PARTÍCULAS EM SUSPENSÃO NO AR POR ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA COM CHAMA.

MF-613.R-3 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DE METAIS EM PARTÍCULAS EM SUSPENSÃO NO AR POR ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA COM CHAMA. MF-613.R-3 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DE METAIS EM PARTÍCULAS EM SUSPENSÃO NO AR POR ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA COM CHAMA. Notas: Aprovado pela Deliberação CECA nº 3.967, de 16 de janeiro de 2001

Leia mais

Frigobar Porta de Vidro

Frigobar Porta de Vidro ... Frigobar Porta de Vidro 80 Por onde começo? INSTALANDO Antes de ligar: Retire a base da embalagem, calços e fitas de fixação dos componentes internos. Limpe o interior do seu produto usando um pano

Leia mais

LISTA DE FÍSICA A. Corumbá, 12 de março de 20 15 Aluno (a): Série: 2º Turma: Professor (a): KLEBER G. CAVALCANTE. Nota/Visto:

LISTA DE FÍSICA A. Corumbá, 12 de março de 20 15 Aluno (a): Série: 2º Turma: Professor (a): KLEBER G. CAVALCANTE. Nota/Visto: Corumbá, 2 de março de 20 5 Aluno (a): Série: 2º Turma: Professor (a): KLEBER G. CAVALCANTE LISTA DE FÍSICA A Nota/Visto: 0 - (UFG GO/204) Uma longa ponte foi construída e instalada com blocos de concreto

Leia mais

NBR 15575 NORMA DE DESEMPENHO

NBR 15575 NORMA DE DESEMPENHO NBR 5575 NORMA DE DESEMPENHO As avaliações dos quesitos exigidos pela Norma de Desempenho (NBR 5575) foi conduzida no âmbito do PSQ (Programa Setorial de Qualidade Drywall). O objetivo desse programa é

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA maio/2006 1 de 5 VIDROS DIRETORIA DE ENGENHARIA. Edificações. Vidros. PR 010979/18/DE/2006 ET-DE-K00/015

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA maio/2006 1 de 5 VIDROS DIRETORIA DE ENGENHARIA. Edificações. Vidros. PR 010979/18/DE/2006 ET-DE-K00/015 ESPECIFICÇÃO TÉCNIC maio/2006 1 de 5 TÍTULO VIDROS ÓRGÃO DIRETORI DE ENGENHRI PLVRS-CHVE Edificações. Vidros. PROVÇÃO PROCESSO PR 010979/18/DE/2006 DOCUMENTOS DE REFERÊNCI SEP Secretaria de Estado da dministração

Leia mais

= F cp. mv 2. G M m G M. b) A velocidade escalar V também é dada por: V = = 4π 2 R 2 = R T 2 =. R 3. Sendo T 2 = K R 3, vem: K = G M V = R.

= F cp. mv 2. G M m G M. b) A velocidade escalar V também é dada por: V = = 4π 2 R 2 = R T 2 =. R 3. Sendo T 2 = K R 3, vem: K = G M V = R. FÍSICA Um satélite com massa m gira em torno da Terra com velocidade constante, em uma órbita circular de raio R, em relação ao centro da Terra. Represente a massa da Terra por M e a constante gravitacional

Leia mais

MÓVEIS À VENDA. maxencemotte@hotmail.com larazamp@yahoo.com.br 2769-9223 8123-7856

MÓVEIS À VENDA. maxencemotte@hotmail.com larazamp@yahoo.com.br 2769-9223 8123-7856 MÓVEIS À VENDA Contatos: maxencemotte@hotmail.com larazamp@yahoo.com.br 2769-9223 8123-7856 RACK CEDRO TABACO/BRANCO Dimensões aprox. do produto (L x A x P): 180 x 70 x 46,5 cm. R$ 160 SOFÁ STILLUS 3L

Leia mais

Departamento de Química Inorgânica 2. SOLUÇÕES

Departamento de Química Inorgânica 2. SOLUÇÕES 2. SOLUÇÕES I. INTRODUÇÃO Soluções são misturas homogêneas de dois ou mais componentes, sendo que estes estão misturados uniformemente em nível molecular. Em nosso cotidiano temos diversos exemplos de

Leia mais

Sika Manta PS Tipo II 3mm Alumínio. Manta asfáltica com acabamento em alumínio para impermeabilização. 10 metros 1 metro. 3 mm.

Sika Manta PS Tipo II 3mm Alumínio. Manta asfáltica com acabamento em alumínio para impermeabilização. 10 metros 1 metro. 3 mm. Ficha do Produto Edição 16/09/2015 Sika Manta PS Tipo II 3mm Alumínio Manta asfáltica com acabamento em alumínio para impermeabilização. Descrição do Produto Sika Manta PS Tipo II 3mm Alumínio é uma manta

Leia mais

BOLETIM TÉCNICO LAMINADOS

BOLETIM TÉCNICO LAMINADOS A BOLETIM TÉCNICO LAMINADOS Última atualização Maio/2011 CLASSIFICAÇÃO DAS FOLHAS DE ALUMÍNIO A folha de Alumínio é um produto resultante do processo de laminação a frio com secção transversal variando

Leia mais

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 15, de 10 de fevereiro de 2015 D.O.U de 11/02/2015

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 15, de 10 de fevereiro de 2015 D.O.U de 11/02/2015 Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública n 15, de 10 de fevereiro de 2015 D.O.U de 11/02/2015 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso

Leia mais

Recomendações para a instalação de pisos norament

Recomendações para a instalação de pisos norament Recomendações para a instalação de pisos norament Orientações / Aspectos Gerais Durante o trabalho com adesivos e materiais auxiliares devem ser observadas as instruções do fabricante do adesivo e as instruções

Leia mais

Ficha Técnica de Produto Argamassa Biomassa Código: AB001

Ficha Técnica de Produto Argamassa Biomassa Código: AB001 1. Descrição: A é mais uma argamassa inovadora, de alta tecnologia e desempenho, que apresenta vantagens econômicas e sustentáveis para o assentamento de blocos em sistemas de vedação vertical. O principal

Leia mais

Aquecedor Solar de Baixo Custo SEM RESERVATÓRIO DE ÁGUA QUENTE

Aquecedor Solar de Baixo Custo SEM RESERVATÓRIO DE ÁGUA QUENTE Aquecedor Solar de Baixo Custo SEM RESERVATÓRIO DE ÁGUA QUENTE Projeto: Eng.º Thomas Ulf Nilsson Revisão 1. 20/01/2015 Aquecedor solar BC de cano grosso de PVC www.thomasnilsson.com.br 1 CONTEÚDO: 1. Base

Leia mais

Pregão 003/2006 Alteração 01 ANEXO I ESPECIFICAÇÃO ESPECIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE ARQUIVAMENTO COMPOSTO DE MÓDULOS DE ARQUIVOS DESLIZANTES

Pregão 003/2006 Alteração 01 ANEXO I ESPECIFICAÇÃO ESPECIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE ARQUIVAMENTO COMPOSTO DE MÓDULOS DE ARQUIVOS DESLIZANTES Pregão 003/2006 Alteração ESPECIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE ARQUIVAMENTO COMPOSTO DE MÓDULOS DE ARQUIVOS DESLIZANTES ITEM O1 Sistema de arquivamento composto de módulos de arquivos deslizantes, com acionamento

Leia mais

1 a QUESTÃO: (1,5 ponto) Avaliador Revisor

1 a QUESTÃO: (1,5 ponto) Avaliador Revisor 1 a QUESTÃO: (1,5 ponto) Avaliador Revisor Um mol de um gás ideal é levado do estado A para o estado B, de acordo com o processo representado no diagrama pressão versus volume conforme figura abaixo: a)

Leia mais

RESULTADO Nº QTDADE UNIDADE DESCRIÇÃO NEGOC VENCEDOR 1 10 UNIDADE 148,00 DORNE & DORNE LTDA - EPP 94,00 DORNE & DORNE LTDA - EPP 2 10 UNIDADE

RESULTADO Nº QTDADE UNIDADE DESCRIÇÃO NEGOC VENCEDOR 1 10 UNIDADE 148,00 DORNE & DORNE LTDA - EPP 94,00 DORNE & DORNE LTDA - EPP 2 10 UNIDADE 1 10 UNIDADE CADEIRA modelo secretária executiva, giratória, com braços tipo corsa fechado, em poliuretano injetado; assento e encosto moldados anatomicamente em compensado com espessura mínima de 12 mm,

Leia mais

Propriedades do concreto JAQUELINE PÉRTILE

Propriedades do concreto JAQUELINE PÉRTILE Propriedades do concreto JAQUELINE PÉRTILE Concreto O preparo do concreto é uma série de operações executadas de modo a obter, á partir de um determinado número de componentes previamente conhecidos, um

Leia mais

ES-01. Estante simples. Mobiliário. Atenção. Revisão Data Página 1/6 5 08/03/13 VISTA LATERAL VISTA FRONTAL ESC. 1:20 VISTA SUPERIOR

ES-01. Estante simples. Mobiliário. Atenção. Revisão Data Página 1/6 5 08/03/13 VISTA LATERAL VISTA FRONTAL ESC. 1:20 VISTA SUPERIOR 2000 1/6 VISTA LATERAL ESC. 1:20 VISTA FRONTAL ESC. 1:20 900 0 VISTA SUPERIOR ESC. 1:20 900 PAINEL DE FUNDO CHAPA 24 (0,6mm) PAINEL LATERAL CHAPA 24 (0,6mm) 0 2/6 2000 13 400 400 1 13 0 0 40 VISTA SUPERIOR

Leia mais

dobradeiras horizontais euromac bending machines

dobradeiras horizontais euromac bending machines dobradeiras horizontais 1 Toda empresa que trabalhe com aço e cobre pode tirar proveito de uma Digibend Você está usando ou pensando em usar uma dobradeira convencional para dobrar peças pequenas, material

Leia mais

Sistemas de ventilação

Sistemas de ventilação Sistemas de ventilação Ventilação: é uma combinação de processos destinados fornecer o ar fresco e a extrair o ar viciado de um espaço ocupado a A ventilação consiste em fazer a renovação do ar ambiente

Leia mais

U.O. ADMINISTRAÇÃO GERAL PROJETOS E OBRAS

U.O. ADMINISTRAÇÃO GERAL PROJETOS E OBRAS INSTALAÇÃO DE SISTEMA DE AR CONDICIONADO NO E.R. GUARULHOS 1. OBJETO O presente memorial refere-se ao fornecimento e instalação de conjuntos de ar condicionado, a serem instalados no E.R. Guarulhos, localizado

Leia mais

ML-800 PRANCHA ALISADORA

ML-800 PRANCHA ALISADORA ML-800 PRANCHA ALISADORA INTRODUÇÃO A ML-800 Milano NKS é um produto de alta tecnologia e qualidade. Para entender todas as funções deste aparelho e utilizá-lo com segurança, leia atentamente as recomendações

Leia mais

MANUAL TAM INSTRUÇÕES GERAIS. A - Introdução

MANUAL TAM INSTRUÇÕES GERAIS. A - Introdução MANUAL TAM INSTRUÇÕES GERAIS A - Introdução As instruções deste manual foram elaboradas para os usuários de nossos produtos, visando orientá-los quanto aos cuidados e procedimentos necessários para obtenção

Leia mais

Lâmpadas. Ar Condicionado. Como racionalizar energia eléctrica

Lâmpadas. Ar Condicionado. Como racionalizar energia eléctrica Como racionalizar energia eléctrica Combater o desperdício de energia eléctrica não significa abrir mão do conforto. Pode-se aproveitar todos os benefícios que a energia oferece na medida certa, sem desperdiçar.

Leia mais

Impressora HP LaserJet Série P2030. Guia de papel e mídia de impressão

Impressora HP LaserJet Série P2030. Guia de papel e mídia de impressão Impressora HP LaserJet Série P2030 Guia de papel e mídia de impressão Impressora HP LaserJet Série P2030 Guia de papel e mídia de impressão Copyright e licença 2008 Copyright Hewlett-Packard Development

Leia mais

Nível é a altura do conteúdo de um reservatório que pode ser sólido ou líquido. Os três tipos básicos de medição de nível são: a) direto b) indireto

Nível é a altura do conteúdo de um reservatório que pode ser sólido ou líquido. Os três tipos básicos de medição de nível são: a) direto b) indireto 4 NÍVEL Nível é a altura do conteúdo de um reservatório que pode ser sólido ou líquido. Os três tipos básicos de medição de nível são: a) direto b) indireto 4.1 Medição Direta É a medição que tomamos como

Leia mais

Medição de Nível. Profa. Michelle Mendes Santos

Medição de Nível. Profa. Michelle Mendes Santos Medição de Nível Profa. Michelle Mendes Santos Introdução Medir a variável nível em processos industriais é quantificar referenciais por meio da monitoração contínua ou discreta com o objetivo de avaliar

Leia mais

1 Alteração das imagens do aparelho Kaue 11-08-2011 2 Alteração na capacidade do reservat rio, de 1600ml para 1400ml Kaue 20-09-2011

1 Alteração das imagens do aparelho Kaue 11-08-2011 2 Alteração na capacidade do reservat rio, de 1600ml para 1400ml Kaue 20-09-2011 1 Alteração das imagens do aparelho Kaue 11-08-2011 2 Alteração na capacidade do reservat rio, de 1600ml para 1400ml Kaue 20-09-2011 07/11 719-09-05 775788 REV.2 Vapor Tapete Clean 719-09-05 2 Parabéns

Leia mais

TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS. CONFORTO AMBIENTAL Aula 6

TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS. CONFORTO AMBIENTAL Aula 6 TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS CONFORTO AMBIENTAL Aula 6 EXEMPLO NUMÉRICO FECHAMENTOS OPACOS Considerando os dados abaixo: EXEMPLO NUMÉRICO FECHAMENTOS OPACOS Primeiro passo: descobrir o valor da

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO 1 DESCRIÇÃO

MEMORIAL DESCRITIVO 1 DESCRIÇÃO Página 1 de 9 MEMORIAL DESCRITIVO OBRA: Reforma na Unidade Sanitária Sede de Guarujá do Sul PROPRIETÁRIO: LOCAL: Rua Governador Jorge Lacerda, 448, Centro, Guarujá do Sul (SC) ÁREA TOTAL DA EDIFICAÇÃO:

Leia mais

ES-01. Estante simples. Mobiliário. Atenção

ES-01. Estante simples. Mobiliário. Atenção Mobiliário Esta imagem tem caráter apenas ilustrativo. As informações relativas às especificações devem ser obtidas nas fichas técnicas correspodentes 2000 1/5 VISTA LATERAL ESC. 1:20 VISTA FRONTAL ESC.

Leia mais

e R 2 , salta no ar, atingindo sua altura máxima no ponto médio entre A e B, antes de alcançar a rampa R 2

e R 2 , salta no ar, atingindo sua altura máxima no ponto médio entre A e B, antes de alcançar a rampa R 2 FÍSICA 1 Uma pista de skate, para esporte radical, é montada a partir de duas rampas R 1 e R 2, separadas entre A e B por uma distância D, com as alturas e ângulos indicados na figura. A pista foi projetada

Leia mais

1 Descrição do equipamento

1 Descrição do equipamento 1 Descrição do equipamento A Caldeira Aguatubular 25VP-12W fabricada pela, foi projetada para queimar gás natural e óleo combustível ATE 1 A. A Caldeira e acessórios, encontram-se em ótimo estado de conservação

Leia mais

ÍNDICE GUIA DE CONSULTA RÁPIDA INSTRUÇÕES DE UTILIZAÇÃO TABELA DE PROGRAMAS BROCHURA

ÍNDICE GUIA DE CONSULTA RÁPIDA INSTRUÇÕES DE UTILIZAÇÃO TABELA DE PROGRAMAS BROCHURA ÍNDIE GUIA DE ONSULTA RÁPIDA TABELA DE PROGRAMAS PREPARAÇÃO DA ROUPA SELEIONAR AS OPÇÕES E O PROGRAMA INIIAR E TERMINAR UM PROGRAMA MODIFIAR UM PROGRAMA INTERROMPER UM PROGRAMA MANUTENÇÃO E LIMPEZA DIÁRIAS

Leia mais

13 TUBULAÇÕES DE REFRIGERANTE

13 TUBULAÇÕES DE REFRIGERANTE 167 13 TUBULAÇÕES DE REFRIGERANTE As tubulações de refrigerante representam uma parte essencial no sistema de refrigeração, pois requer as mesmas considerações gerais de projeto que qualquer sistema de

Leia mais

Sistema de Medição. Hilti. Melhor performance. Maior durabilidade. Sistemas de Medição. Sistemas de Medição. Medidores Laser. Lasers Multidirecionais

Sistema de Medição. Hilti. Melhor performance. Maior durabilidade. Sistemas de Medição. Sistemas de Medição. Medidores Laser. Lasers Multidirecionais Serviço de calibração Página 6 Sistema Pulse Power Página 7 Medidores PD 40 PD 4 Página 8 Página 9 Página 30 Página 31 s Multidirecionais PML 4 Página 3 Página 33 Página 34 Página 35 Página 36 s Rotatórios

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO. Obra: Recapagem Asfáltica contrato 1018.097-09 - 2014. Responsável Técnico: Eng. Luciano Bernardon

MEMORIAL DESCRITIVO. Obra: Recapagem Asfáltica contrato 1018.097-09 - 2014. Responsável Técnico: Eng. Luciano Bernardon MEMORIAL DESCRITIVO Obra: Recapagem Asfáltica contrato 1018.097-09 - 2014 Município: ESTAÇÃO/RS Responsável Técnico: Eng. Luciano Bernardon INTRODUÇÃO Tem este Memorial Descritivo por finalidade orientar

Leia mais

DNIT. Pavimentos flexíveis - Misturas betuminosas Determinação da resistência à tração por compressão diametral Método de ensaio /2009 NORMA DNIT - ME

DNIT. Pavimentos flexíveis - Misturas betuminosas Determinação da resistência à tração por compressão diametral Método de ensaio /2009 NORMA DNIT - ME DNIT /2009 NORMA DNIT - ME Pavimentos flexíveis - Misturas betuminosas Determinação da resistência à tração por compressão diametral Método de ensaio MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE

Leia mais

AQUECEDOR A ÓLEO INSTRUÇÕES OPERACIONAIS CALDOSETTE

AQUECEDOR A ÓLEO INSTRUÇÕES OPERACIONAIS CALDOSETTE AQUECEDOR A ÓLEO INSTRUÇÕES OPERACIONAIS CALDOSETTE INFORMAÇÕES IMPORTANTES Quando usar aparelhos elétricos, deve-se sempre observar precauções básicas de segurança, incluindo o seguinte: LEIA TODAS AS

Leia mais

3. O projeto fornecido para a modelagem paramétrica 3D

3. O projeto fornecido para a modelagem paramétrica 3D 3. O projeto fornecido para a modelagem paramétrica 3D Com finalidade de avaliar alguns aspectos da metodologia BIM e algumas das ferramentas computacionais envolvidas, buscou-se um projeto de engenharia

Leia mais