TERMO DE REFERÊNCIA PARA CHAVES DE AFERIÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TERMO DE REFERÊNCIA PARA CHAVES DE AFERIÇÃO"

Transcrição

1 TERMO DE REFERÊNCIA PARA CHAVES DE AFERIÇÃO 1. OBJETIVO Este Termo de Referência define requisitos que devem ser observados pelos interessados, para o fornecimento de chave de aferição à CEEE-D, em complementação ao disposto na Especificação Técnica de Equipamento de Medição 11 (ETEM 11). 2. HABILITAÇÃO TÉCNICA Serão habilitados tecnicamente os fornecedores cujos protótipos de chaves de aferição tenham sido aprovados junto à Divisão de Medição e Proteção da Receita (DMPR)/Departamento de Tecnologia (DTEC). 2.1 Prazo para apresentação de protótipo Caso o fornecedor ainda não tenha protótipo aprovado junto à DMPR/DTEC, o mesmo dispõe, além do prazo legal do certame licitatório, o prazo de 10 (dez) dias para apresentá-lo junto à CEEE-D. 2.2 Local para a apresentação de protótipo Os protótipos devem ser apresentados na DMPR/DTEC, no endereço: Av. Joaquim Porto Villanova, 201, Prédio E2C, Porto Alegre/RS, em horário comercial. 2.3 Requisitos para apresentação de protótipo Devem ser encaminhados: a) Carta de apresentação do produto; b) Memorial Técnico Descritivo; c) Projeto detalhado com desenhos e dimensões; d) Duas amostras de cada modelo; e) Ensaios realizados por laboratório acreditado, conforme item 2.4; f) Nota Fiscal. Notas: 1) Os itens acima são pré requisitos para aceitação e avaliação do protótipo. 2) Os protótipos apresentados permanecerão de posse da CEEE-D. 2.4 Ensaios para apresentação protótipos Para análise de protótipos devem ser apresentados os seguintes ensaios, realizados por laboratório acreditado: a) Ensaio de operação; b) Ensaio de tensão aplicada; c) Ensaio de inflamabilidade; d) Ensaio de resistência à atmosfera úmida contendo dióxido de enxofre; e) Ensaio de verificação de grau de proteção contra impactos mecânicos externos. 2.5 Avaliação do protótipo A avaliação de protótipos é realizada por uma equipe de profissionais habilitados tendo como referência a ETEM 11, normas pertinentes, ensaios apresentados e históricos de deficiências do modelo adquirido em lotes anteriores (quando aplicável). 2.6 Prazo para análise dos protótipos A CEEE-D terá o prazo de 30 (trinta) dias para analisar os protótipos, prazo esse contado após o período de apresentação dos mesmos. O resultado da análise (aprovação ou reprovação) será divulgado por escrito, acompanhado de justificativa.

2 3. INSPEÇÃO E ENSAIOS A CEEE-D reserva-se o direito de inspecionar e ensaiar as chaves de aferição, com base neste Termo de Referência e na ETEM 11, como pré-requisito ao recebimento dos mesmos. Para tanto o fabricante deve: a) Informar a CEEE-D sobre quando os equipamentos estarão prontos para inspeção e ensaios, com antecedência de 15 (quinze) dias para fornecedor nacional e 30 dias para fornecedor estrangeiro, para a definição da data; b) Propiciar todas as facilidades quanto ao livre acesso aos laboratórios e dependências onde estão sendo fabricados e embalados os equipamentos; c) O fornecedor deve programar e marcar inspeção para a CEEE-D, de modo que seja garantida a exclusividade na utilização das instalações dos laboratórios de ensaios durante a inspeção do lote. d) O fornecedor deve disponibilizar pessoal qualificado para a execução dos ensaios. e) Colocar à disposição da CEEE-D, para inspeção, somente lote(s) completo(s), de acordo com o cronograma de entrega constante no contrato ou ordem de fornecimento, com acompanhamento de técnicos qualificados. É considerado lote completo, o desembaraçado para transporte; f) Manter o cumprimento do cronograma da entrega, mesmo se constatadas falhas nas inspeções e ensaios. Caso a inspeção venha a ser interrompida por falha do fornecedor, de seus laboratórios ou da rejeição do lote, todas as despesas provenientes da prorrogação ou da nova viagem (passagens aéreas, translado e estadia dos inspetores) são custeadas pelo fabricante; Caso o inspetor verifique que o laboratório de ensaio do fornecedor é inadequado ou considere não satisfatório os resultados dos ensaios, pode ser exigido sua realização em outro laboratório qualificado, sem quaisquer ônus adicionais para a CEEE-D. A inspeção das chaves de aferição é realizada com base no protótipo e desenhos previamente aprovados. Eventuais alterações posteriores, efetuadas pelo fabricante, nos desenhos e modelo aprovado devem ser previamente apresentados para análise da CEEE-D. A reprovação do lote, em virtude de falhas constatadas através dos ensaios citados nesta especificação ou divergências com a ordem de fornecimento e contrato, não exime o fornecedor de sua responsabilidade em fornecer o equipamento na data de entrega prevista no cronograma. 3.1 Critérios para aceitação de lote Para aceitação de lote de chaves de aferição devem ser realizados os ensaios citados abaixo, nas amostras retiradas aleatoriamente do lote, conforme tabela do Plano de Amostragem, item 3.2, na seguinte ordem: a) Ensaio visual; b) Ensaio de operação; c) Ensaio de tensão aplicada; d) Ensaio de elevação da temperatura; e) Ensaio de continuidade elétrica. No caso do lote ser aprovado as chaves de aferição encontradas defeituosas na amostragem devem ser substituídas pelo fabricante, sem ônus para a CEEE-D. 2

3 3.2 Plano de amostragem para inspeção de lotes Amostragem 50<N<90 91<N< <N< <N< <N<1000 Ensaios NQA n1 A1 R1 n1 A1 R1 A2 R2 n1 A1 R1 A2 R2 n1 A1 R1 A2 R2 n1 A1 R1 A2 R2 Inspeção Visual Operação Tensão Aplicada Elevação de Temperatura Continuidade Elétrica Onde: N = tamanho do lote; n1 = tamanho da primeira ou da amostra única; n2 = tamanho da segunda amostra para amostragem dupla; A1 = número de aceitação do lote para amostra simples e dupla; A2 = número de aceitação do lote para amostragem dupla (considerando defeitos das duas amostras); R1 = número de rejeição do lote para amostragem simples e dupla; R2 = número de rejeição do lote para amostragem dupla, quando não houver rejeição na primeira amostra; NQA = Nível de Qualidade Aceitável. 3.3 Relatórios dos Ensaios Um relatório completo sobre todos os ensaios efetuados deve ser apresentado em 2 (duas) vias, contendo todos os dados (métodos, instrumentos e constantes empregadas) necessários a sua perfeita compreensão. Todas as vias do relatório devem ser assinadas pelos representantes da CEEE-D e do fabricante. Após a revisão do relatório, uma das cópias é devolvida ao fornecedor, aprovando ou não o(s) equipamento(s). 3.4 Boletim de Inspeção de Materiais O Boletim de Inspeção de Materiais (BIM) será preenchido sempre pelo inspetor da CEEE-D, da seguinte forma: a) Quando houver a presença do inspetor da CEEE-D nas dependências do fornecedor, o BIM será preenchido ao término dos ensaios, na própria fábrica. b) Quando a CEEE-D dispensar a participação de seu inspetor, a mesma preencherá o BIM ao término dos ensaios, em seus próprios laboratórios. 4. GARANTIAS QUANTO AO DESEMPENHO TÉCNICO A aprovação do protótipo pela CEEE-D não exime o fornecedor da responsabilidade pela garantia de funcionamento de acordo com as especificações técnicas. O fornecedor deve garantir que o equipamento esteja isento de quaisquer defeitos de projeto, materiais e mão-de-obra e, dentro do prazo de garantia e sem ônus para a CEEE- D, corrigir totalmente os defeitos sistemáticos que ocorrerem em condições normais de uso do equipamento. O prazo de garantia deve ser de, no mínimo, 18 (dezoito) meses a contar da data da entrega. Durante o período da garantia, se o equipamento não atender às exigências de desempenho ou de especificação, devido à ocorrência de defeitos sistemáticos latentes ou 3

4 invisíveis e que tenham passado despercebidos durante os ensaios para aceitação, faculta à CEEE-D exigir do fornecedor a imediata substituição por peças novas, livres dos defeitos ocorridos. Todas as despesas com o fornecimento de peças novas, tais como, ensaios para aprovação, mão-de-obra necessária para substituição de peças defeituosas, transporte e demais ônus, correrão por conta do fornecedor. 5. PRAZOS DE ENTREGA O prazo de entrega é de 30 dias. 6. EMBALAGEM As chaves de aferição devem ser embaladas em caixa de papelão. A embalagem deve ser adequada, de maneira a proteger o equipamento durante o transporte, sob condição de grande movimentação, trânsito sobre estradas não pavimentadas, armazenamento prolongado, exposição à umidade, bem como suportar as movimentações por empilhadeiras e guindastes. Em caso de possibilidade de ocorrer danos por umidade, deve ser usado um revestimento impermeável (plástico) interno à embalagem, selado com fita adesiva. Em caso de transporte marítimo deve ser providenciada proteção extra por material higroscópico (sílica-gel). O fornecedor é o responsável por qualquer dano, perda ou atraso na entrega e posteriores conseqüências, resultantes de embalagens não adequadas ou impróprias. 7. IDENTIFICAÇÃO DAS EMBALAGENS As embalagens devem ser identificadas externamente com uma etiqueta com letras indeléveis e de cor contrastante com o material da mesma e ter as seguintes informações: a) Identificação do fornecedor: nome, endereço; b) Nome CEEE-D ; c) Identificação do(s) equipamento(s): nome, número(s) de patrimônio e código de material; d) Número e item do documento de compra; e) Identificação do local de entrega: nome, endereço; f) Peso e dimensões; g) Limite máximo de empilhamento. As caixas das chaves devem ser paletizadas e envoltas em filme PVC e dispostas de modo que a numeração CEEE das chaves esteja em ordem crescente, de cima para baixo. Os paletes devem possuir a dimensão de 1,10 x 1,10m e a altura máxima, palete mais carga, não deve ultrapassar 1,20m. Cada palete deve possuir, no mínimo, um romaneio de embarque afixado externamente, protegido por um envelope. 8. TRANSPORTE E ENTREGA O fornecedor é responsável pela observância das exigências da legislação pertinente ao frete das chaves de aferição, bem como o atendimento aos requisitos impostos pelas empresas seguradoras. O veículo de transporte deve possuir paleteira para a movimentação dos paletes de chaves de aferição em seu interior. A movimentação dos paletes no interior do veículo, no 4

5 momento da entrega, é de responsabilidade do transportador. A retirada dos paletes é feita pela CEEE-D, pela porta traseira do veículo. O Fornecedor deve informar com antecedência mínima de 24 horas, ao Departamento de Movimentação e Recuperação de Equipamentos, pelo telefone (51) , a data da entrega e o nome da transportadora. 9. LOCAL DE ENTREGA Av. Joaquim Porto Villanova, 201, Prédio E2C, Bairro Jardim Carvalho, Porto Alegre RS. 10. HORÁRIO DE ENTREGA No turno da manhã, das 8h 00min às 11h 30min. No turno da tarde, das 13h 00min às 16h 00min. 5

VÁLIDO SOMENTE PARA VISUALIZAÇÃO EM TELA

VÁLIDO SOMENTE PARA VISUALIZAÇÃO EM TELA ESPECIFICAÇÃO E-62.018 Especificação Técnica Chave de Bloqueio e Aferição Processo: Medição e Perdas Versão: 1.0 Início de Vigência: 08-12-2014 Órgão de Origem: Divisão de Gestão de Medição e Perdas (DGMP).

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO E-62.014

ESPECIFICAÇÃO E-62.014 ESPECIFICAÇÃO E-62.014 Transformador de Corrente com Tensão Igual ou Superior a 69 kv Processo: Medição e Perdas Versão: 0.0 Início de Vigência: 30-01-2014 Órgão de Origem: Divisão de Medição e Proteção

Leia mais

ETEM 41. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE TRANSFORMADORES DE POTENCIAL COM TENSÃO MÁXIMA IGUAL OU SUPERIOR A 69 kv Revisão, 2 de setembro de 2011

ETEM 41. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE TRANSFORMADORES DE POTENCIAL COM TENSÃO MÁXIMA IGUAL OU SUPERIOR A 69 kv Revisão, 2 de setembro de 2011 ETEM 41 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE TRANSFORMADORES DE POTENCIAL COM TENSÃO MÁXIMA IGUAL OU SUPERIOR A 69 kv Revisão, 2 de setembro de 2011 SUMÁRIO 1 OBJETIVO...4 1.1 TABELAS DE CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS GARANTIDAS...4

Leia mais

DIVISÃO DE GESTÃO COMERCIAL - DEPARTAMENTO DE MEDIÇÃO ETEM 21. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MEDIDORES ELETROMECÂNICOS Revisão, 18 de julho de 2007

DIVISÃO DE GESTÃO COMERCIAL - DEPARTAMENTO DE MEDIÇÃO ETEM 21. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MEDIDORES ELETROMECÂNICOS Revisão, 18 de julho de 2007 ETEM 21 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MEDIDORES ELETROMECÂNICOS Revisão, 18 de julho de 2007 SUMÁRIO 1 DISPOSIÇÕES GERAIS...5 1.1 OBJETIVO...5 1.2 REQUISITOS GERAIS...5 1.2.1 Condições gerais...5 1.2.2 Características

Leia mais

Usuários: Divisão de Medição e Proteção da Receita, Gerências e Centros Regionais.

Usuários: Divisão de Medição e Proteção da Receita, Gerências e Centros Regionais. 1 Usuários: Divisão de Medição e Proteção da Receita, Gerências e Centros Regionais. SUMÁRIO 1. OBJETIVO 2. NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 3. DEFINIÇÕES 4. CONDIÇÕES GERAIS 5. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUMÁRIO CONTEÚDO PG. 1. OBJETIVO 03 2. ÂMBITO 03 3. CONCEITOS 03 4. NORMAS E LEGISLAÇÃO APLICÁVEIS 03 5. INSTRUÇÕES GERAIS 04 5.1. Condições de Serviços 04 5.2. Identificação dos transformadores 04 5.3.

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO

ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título: TRANSFORMADORES DE POTENCIAL PARA EQUIPAMENTOS ESPECIAIS Código ETD-00.062 Data da emissão 28.09.2012 Data da última revisão Folha 1 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Normas Complementares

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título ELO FUSÍVEL DE DISTRIBUIÇÃO

ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título ELO FUSÍVEL DE DISTRIBUIÇÃO ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título ELO FUSÍVEL DE DISTRIBUIÇÃO Código ETD-00.016 Data da emissão 30.04.1987 Data da última revisão 29.06.2006 Folha 1 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Normas Complementares 3 Definições

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUMÁRIO CONTEÚDO 1. OBJETIVO 02 2. ÂMBITO 02 3. CONCEITOS 02 3.1. Siglas 4. NORMAS E LEGISLAÇÃO APLICÁVEIS 02 5. INSTRUÇÕES GERAIS 02 5.1. Características Gerais 03 5.2. Características Específicas e Exclusivas

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUMÁRIO Conteúdo PG 1. OBJIVO 02 2. AMBITO 02 3. CONCEITOS 02 4. NORMAS E LEGISLAÇÕES APLICÁVEIS 02 5. INSTRUÇÕES GERAIS 02 5.1. Condições de Serviço 02 5.2. Acabamento 03 5.3. Identificação

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título CONDUTOR DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADO

ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título CONDUTOR DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADO ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título CONDUTOR DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADO Código ETD-00.023 Data da emissão 28.12.1993 Data da última revisão 09.09.2009 Folha 1 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Normas Complementares

Leia mais

ANEXO C MANUAL DE POLÍTICA DE FORNECIMENTO PARA ATENDIMENTO ÀS LOJAS DA REDE PRÓPRIA

ANEXO C MANUAL DE POLÍTICA DE FORNECIMENTO PARA ATENDIMENTO ÀS LOJAS DA REDE PRÓPRIA ANEXO C MANUAL DE POLÍTICA DE FORNECIMENTO PARA ATENDIMENTO ÀS LOJAS DA REDE PRÓPRIA Prezados Senhores, Face à constante processo de melhoria contínua nos procedimentos da Rede de Valor Le Postiche, elaboramos

Leia mais

CALANDRA FLATWORK LC-16-1 E/V/G LC-20-1 E/V/G

CALANDRA FLATWORK LC-16-1 E/V/G LC-20-1 E/V/G CALANDRA FLATWORK LC-16-1 E/V/G LC-20-1 E/V/G M A N U A L D E I N S T A L A Ç Ã O Código Modelo Fabricado em Núm. Série Software Versão CASTANHO Lavanderia Hospitalar, Industrial e Hoteleira Responsável

Leia mais

PREGÃO 020/2014 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PROCESSO Nº 26-14

PREGÃO 020/2014 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PROCESSO Nº 26-14 PREGÃO 020/2014 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PROCESSO Nº 26-14 1. OBJETO Contratação da aquisição de 01 (um) guindaste veicular, novo, completo, fabricado no ano vigente, não inferior à 2014, com acessórios

Leia mais

Portaria n.º 466, de 16 de outubro de 2014.

Portaria n.º 466, de 16 de outubro de 2014. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 466, de 16 de outubro de 2014. O PRESIDENTE

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO E-62.013

ESPECIFICAÇÃO E-62.013 ESPECIFICAÇÃO E-62.013 Transformador de Potencial com Tensão Igual ou Superior a 69 kv Processo: Medição e Perdas Versão: 0.0 Início de Vigência: 30-01-2014 Órgão de Origem: Divisão de Medição e Proteção

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO ALTSEAL PLUS. ALT Equipamentos Médico Odontológicos Ltda.

MANUAL DO USUÁRIO ALTSEAL PLUS. ALT Equipamentos Médico Odontológicos Ltda. MANUAL DO USUÁRIO ALTSEAL PLUS ALT Equipamentos Médico Odontológicos Ltda. Rua Major Rubens Vaz, 915 - Campos Elíseos - CEP. 14080-510 - Ribeirão Preto - SP Fone: (16) 3628-0057 altequipamentos@altequipamentos.com.br

Leia mais

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA CENTRAIS ELÉTRICAS DE RONDÔNIA S/A MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA ANEXO XIV ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ELOS FUSÍVEIS TIPO EXPULSÃO PARA CIRCUITO DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA COM EXTINÇÃO DE ARCO E ELOS FUSIVEIS

Leia mais

TERMO DE DISPENSA DE LICITAÇÃO 769/CIENTEC/2013

TERMO DE DISPENSA DE LICITAÇÃO 769/CIENTEC/2013 TERMO DE DISPENSA DE LICITAÇÃO 769/CIENTEC/2013 1. DO TERMO DE DISPENSA DE LICITAÇÃO 1.1 A Fundação de Ciência e Tecnologia, torna público o presente Termo de Dispensa de Licitação, autorizada no expediente

Leia mais

PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS

PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 Estabelece normas e procedimentos para aquisição de serviços e recebimento, controle, guarda e distribuição de materiais permanentes e de consumo no âmbito do Poder Legislativo

Leia mais

ETME 01. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MATERIAIS PARA EFICIENTIZAÇÃO Revisão, 14/09/2010

ETME 01. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MATERIAIS PARA EFICIENTIZAÇÃO Revisão, 14/09/2010 ETME 01 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MATERIAIS PARA EFICIENTIZAÇÃO Revisão, 14/09/2010 SUMÁRIO 1.1 OBJETIVO...4 1.2 NORMAS RECOMENDADAS...4 1.3 UNIDADES DE MEDIDA...4 1.4 IDIOMA...4 1.5 GARANTIAS QUANTO AO

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA E SERVIÇOS

CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA E SERVIÇOS CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA E SERVIÇOS Este documento tem por finalidade regulamentar o fornecimento de equipamentos e serviços pela ENGEVAP ENGENHARIA E EQUIPAMENTOS LTDA., de acordo com a legislação em

Leia mais

POLÍTICA DE FORNECIMENTO DE BENS E SERVIÇOS DA DURATEX S.A.

POLÍTICA DE FORNECIMENTO DE BENS E SERVIÇOS DA DURATEX S.A. ÍNDICE DURATEX S/A POLÍTICA DE FORNECIMENTO DE BENS E SERVIÇOS DA DURATEX S.A. 1. OBJETIVO 2. PRINCÍPIOS GERAIS 3. REFERÊNCIAS 4. DEFINIÇÕES 4.1. DURATEX 4.2. UNIDADE REQUISITANTE 4.3. UNIDADE DESTINATÁRIA

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA Código: ET: 07-02-202 SUMÁRIO CONTEÚDO PG. 1. OBJETIVO 02 2. ÂMBITO 02 3. CONCEITOS 02 4. NORMAS E LEGISLAÇÃO APLICÁVEIS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 02 5. INSTRUÇÕES GERAIS 04 5.1. Características Gerais

Leia mais

TERMOS E CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA SPIROL SOLUÇÕES EM FIXAÇÃO LTDA

TERMOS E CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA SPIROL SOLUÇÕES EM FIXAÇÃO LTDA TERMOS E CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA SPIROL SOLUÇÕES EM FIXAÇÃO LTDA Os Termos e Condições Gerais de Venda definidos abaixo e a Confirmação de Pedido enviada por SPIROL SOLUÇÕES EM FIXAÇÃO LTDA., sociedade

Leia mais

ÍNDICE. Introdução. Definições. Contatos. Roteiro para Atendimento em Garantia. 1. Produtos. 2. Prazos de Garantia. 3.

ÍNDICE. Introdução. Definições. Contatos. Roteiro para Atendimento em Garantia. 1. Produtos. 2. Prazos de Garantia. 3. 1 ÍNDICE Introdução Definições Contatos Roteiro para Atendimento em Garantia 1. Produtos 2. Prazos de Garantia 3. Análise Técnica 4. Remessa para Análise 5. Concessão da Garantia 6. Rejeição da Garantia

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PREGÃO ELETRÔNICO Nº 13/2013 PROCESSO N 787-09.00/13-4

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PREGÃO ELETRÔNICO Nº 13/2013 PROCESSO N 787-09.00/13-4 CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PREGÃO ELETRÔNICO Nº 13/2013 PROCESSO N 787-09.00/13-4 Contrato AJDG n.º 031/2013 O ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, por intermédio da PROCURADORIA- GERAL DE JUSTIÇA, órgão

Leia mais

Política Comercial TVH do Brasil

Política Comercial TVH do Brasil Política Comercial TVH do Brasil Introdução A TVH do Brasil comercializa peças para equipamentos de movimentação tendo como público-alvo montadoras, distribuidores e revendedores. Para se tornar um cliente

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS DE OBRAS (MMO)

PROCEDIMENTO OPERACIONAL MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS DE OBRAS (MMO) PO MAT 0 18/10/21 1. REFERÊNCIA/OBJETIVO ÁREA APLICÁVEL Controlar a logística de materiais de obras (físico e contábil), incluindo as requisições reservas de materiais (RM), aplicações mensais, devoluções

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA TRAFO 145kV - ENERGIZADO SUMÁRIO CONTEÚDO PG. 1. OBJIVO 02 2. ÂMBITO 02 3. CONCEITOS 02 4. NORMAS E LEGISLAÇÃO APLICÁVEIS 02 5. INSTRUÇÕES GERAIS 03 5.1. Local da Realização dos Serviços 03 5.2. Condição

Leia mais

DECRETO nº. 11.698, de 16 de janeiro de 2009. O PREFEITO MUNICIPAL DE ANANINDEUA, no uso de suas atribuições constitucionais e legais, e ainda:

DECRETO nº. 11.698, de 16 de janeiro de 2009. O PREFEITO MUNICIPAL DE ANANINDEUA, no uso de suas atribuições constitucionais e legais, e ainda: 1 DECRETO nº. 11.698, de 16 de janeiro de 2009 Regulamenta, no âmbito da Administração pública municipal, o Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei nº. 8.666, de 21 de junho de 1993, e

Leia mais

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA COORDENAÇÃO DE COMPRAS COSCOM (GESUS) 1 de 9 OBJETIVO: Este Termo de Referência tem por objetivo definir o escopo do processo licitatório de constituição de Registro de Preço para eventual contratação

Leia mais

Termos e Condições Gerais de Vendas

Termos e Condições Gerais de Vendas Termos e Condições Gerais de Vendas 1º Escopo da aplicação (1) As condições a seguir são aplicáveis a todos os fornecimentos e serviços (por exemplo, instalações, projetos) da BrasALPLA. Estas condições

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA 1. DO OBJETO:

TERMO DE REFERÊNCIA 1. DO OBJETO: Abertura de procedimento para contratação de empresa especializada no fornecimento de material promocional, a ser utilizado nas ações do Programa Nacional de Educação Empreendedora, previstas no Projeto

Leia mais

3.1. Esta especificação faz referência aos seguintes documentos:

3.1. Esta especificação faz referência aos seguintes documentos: 1/7 1. OBJETIVO: 1.1. Esta Especificação Técnica tem por objetivo definir as características e estabelecer os critérios para a fabricação e aceitação do Sistema para Cabeamento Interno Aparente em Ambiente

Leia mais

Portaria n.º 656, de 17 de dezembro de 2012.

Portaria n.º 656, de 17 de dezembro de 2012. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 656, de 17 de dezembro de 2012. O PRESIDENTE

Leia mais

25º SALÃO JOVEM ARTE MATO GROSSENSE 2016 REGULAMENTO

25º SALÃO JOVEM ARTE MATO GROSSENSE 2016 REGULAMENTO Diário Oficial Número: 26706 Data: 27/01/2016 Título: EXTRATO DO TERMO DE CONVÊNIO N 060/2015/SEC, ref. ao processo n 676976/2015 Categoria:» PODER EXECUTIVO» SECRETARIAS» CULTURA» EXTRATO Url para acesso

Leia mais

Anexo II INFORME PRÉVIO. FRACIONADORA DE insumos farmacêuticos. Nome da Empresa /RS, 20

Anexo II INFORME PRÉVIO. FRACIONADORA DE insumos farmacêuticos. Nome da Empresa /RS, 20 Anexo II INFORME PRÉVIO FRACIONADORA DE insumos farmacêuticos Nome da Empresa /RS, 20 NOTA: 1. Para fins de inspeção para verificação de cumprimento de boas práticas de fracionamento é imprescindível que

Leia mais

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE LOTE (SISTEMA

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE LOTE (SISTEMA INTERFACE PROCESSO NÚMERO REVISÃO 02 TÍTULO : SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE DATA DE APROVAÇÃO INICIAL 08/04/2013 REVISÃO ATUAL 06/03/2014 APROVAÇÃO FÁBIO CAMPOS FATALLA SÓCIO-GERENTE 2 / 12 1. OBJETIVO Este

Leia mais

2.2.1. Caso seja protocolado mais de 01 (um) projeto, será aceito o último projeto protocolado.

2.2.1. Caso seja protocolado mais de 01 (um) projeto, será aceito o último projeto protocolado. EDITAL DE CONCURSO N 002/2015 8 EDITAL DO FUNDO MUNICIPAL DE APOIO À CULTURA A FUNDAÇÃO CULTURAL DE BRUSQUE, inscrita no CNPJ sob o nº 04.894.677/0001-71, com sede na Rua Germano Schaefer, 110 Praça da

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE MANUAL DE RECEBIMENTO E ARMAZENAMENTO DE REVESTIMENTOS CERÂMICOS Rev 02 1/5 1. Objetivo Este manual tem por objetivo orientar os usuários / clientes quanto aos itens a serem

Leia mais

Serviço Municipal De Saneamento Ambiental De Santo André

Serviço Municipal De Saneamento Ambiental De Santo André Serviço Municipal De Saneamento Ambiental De Santo André GESTÃO DE MATERIAIS UTILIZADOS NO ABASTECIMENTO DE ÁGUA, ESGOTAMENTO SANITÁRIO E DRENAGEM URBANA. Autores: Márcia Cristina Monteiro Plínio Alves

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DE COMPRA

CONDIÇÕES GERAIS DE COMPRA Pag 1 of 10 OBJETIVO Definir as condições gerais de compras de materiais diretos. ABRANGÊNCIA Todas as Divisões da Eaton Grupo Veículos South América, abaixo relacionadas: Eaton Ltda. - Setor Industrial

Leia mais

MCI - MANUAL DE INSTRUÇÕES PARA COLETA E ENVIO DE AMOSTRAS DE LEITE PARA ANÁLISE - INDÚSTRIAS

MCI - MANUAL DE INSTRUÇÕES PARA COLETA E ENVIO DE AMOSTRAS DE LEITE PARA ANÁLISE - INDÚSTRIAS MCI - MANUAL DE INSTRUÇÕES PARA COLETA E ENVIO DE AMOSTRAS DE LEITE PARA ANÁLISE - INDÚSTRIAS MCI - MANUAL DE INSTRUÇÕES PARA COLETA E ENVIO DE AMOSTRAS DE LEITE PARA ANÁLISE - INDÚSTRIAS Elaborado por:

Leia mais

Apresentar recibo original emitido pela organização do evento, constando inclusive à assinatura do recebedor.

Apresentar recibo original emitido pela organização do evento, constando inclusive à assinatura do recebedor. Apresentar recibo original emitido pela organização do evento, constando inclusive à assinatura do recebedor. acompanhado dos cartões de embarque originais utilizados; f) A FAPERJ não aceitará o pagamento

Leia mais

Instruções de manuseio e movimentação de produtos

Instruções de manuseio e movimentação de produtos Instruções de manuseio e movimentação de produtos Big Bag Instruções de manuseio e movimentação 1. Composição do Big Bag BIG BAG 1.250 kg: Big Bag de Ráfia/Vinil, cilíndrico/travado, com capacidade para

Leia mais

Descrição do serviço: Serviços de recuperação de activos ProManage Dell Reciclagem de activos de TI

Descrição do serviço: Serviços de recuperação de activos ProManage Dell Reciclagem de activos de TI Dell Serviços Descrição do serviço: Serviços de recuperação de activos ProManage Dell Reciclagem de activos de TI Apresentação dos serviços A Dell tem o prazer de fornecer os Serviços de recuperação de

Leia mais

Certificação de sacolas plásticas impressas tipo camiseta

Certificação de sacolas plásticas impressas tipo camiseta Pág. Nº 1/13 SUMÁRIO Histórico das revisões 1 Objetivo 2 Referências normativas 3 Definições 4 Siglas 5 Descrição do processo de certificação 6 Manutenção da certificação 7 Marcação dos produtos certificados

Leia mais

Termos e Condições Gerais de Venda SCHNEIDER OPTICAL MACHINES DO BRASIL LTDA. (doravante designada SCHNEIDER )

Termos e Condições Gerais de Venda SCHNEIDER OPTICAL MACHINES DO BRASIL LTDA. (doravante designada SCHNEIDER ) Termos e Condições Gerais de Venda de SCHNEIDER OPTICAL MACHINES DO BRASIL LTDA. (doravante designada SCHNEIDER ) Termos e Condições Gerais de Venda.docRJ#386656_v1 1/12 1. Disposições Gerais Aplicabilidade

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 30/06/2005 1 de 1 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis do eletroduto de aço para utilização em padrões de entrada de unidades consumidoras

Leia mais

CÓPIA CONTROLADA POP - PRIMATO 002 / REV. 01

CÓPIA CONTROLADA POP - PRIMATO 002 / REV. 01 Procedimento Operacional Padrão Sistema de Gestão Qualificação de Fornecedores e Controle de Matérias - primas e Embalagens POP - PRIMATO 002 / REV. 01 QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES Este método tem por

Leia mais

As informações devem ser passadas garantia@aca.ind.br claudia.jara@aca.ind.br

As informações devem ser passadas garantia@aca.ind.br claudia.jara@aca.ind.br Garantia ACA Com o objetivo de facilitar e agilizar com qualidade o atendimento técnico e elaboração do processo de Garantia dos nossos equipamentos de Ar Condicionados, solicitamos que alguns critérios

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA. Aquisição de matéria prima para confecção e montagem de crachás funcionais para o FNDE.

TERMO DE REFERÊNCIA. Aquisição de matéria prima para confecção e montagem de crachás funcionais para o FNDE. TERMO DE REFERÊNCIA 1. OBJETO Aquisição de matéria prima para confecção e montagem de crachás funcionais para o FNDE. 2. ESPECIFICAÇÃO DO OBJETO: Item Produto Quant. Cartões de PVC branco 54x86m e espessura

Leia mais

MANUAL DO FORNECEDOR

MANUAL DO FORNECEDOR MANUAL DO FORNECEDOR ASSOCIAÇÃO LAR SÃO FRANCISCO DE ASSIS NA PROVIDENCIA DE DEUS Hospital Regional de Presidente Prudente/SP CNPJ 53.221.255/0032-47 Rua José Bongiovani, 1297 - Bairro Cidade Universitária

Leia mais

ANEXO 1 - TERMO DE REFERÊNCIA Substituição das telhas de alumínio da marquise frontal do prédio sede da Justiça Federal ES

ANEXO 1 - TERMO DE REFERÊNCIA Substituição das telhas de alumínio da marquise frontal do prédio sede da Justiça Federal ES 1 ANEXO 1 - TERMO DE REFERÊNCIA Substituição das telhas de alumínio da marquise frontal do prédio sede da Justiça Federal ES 1 OBJETO: 1.1 Contratação de empresa para substituição de telhas de alumínio

Leia mais

ESPAÇO CULTURAL BRDE SANTA CATARINA Espaço Cultural Governador Celso Ramos REGULAMENTO PARA REALIZAÇÃO DE EXPOSIÇÕES DE ARTES VISUAIS.

ESPAÇO CULTURAL BRDE SANTA CATARINA Espaço Cultural Governador Celso Ramos REGULAMENTO PARA REALIZAÇÃO DE EXPOSIÇÕES DE ARTES VISUAIS. ESPAÇO CULTURAL BRDE SANTA CATARINA Espaço Cultural Governador Celso Ramos REGULAMENTO PARA REALIZAÇÃO DE EXPOSIÇÕES DE ARTES VISUAIS Calendário 2010 1. OBJETO O presente Regulamento estabelece normas

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÕES PREGÃO ELETRÔNICO Nº 10/2008

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÕES PREGÃO ELETRÔNICO Nº 10/2008 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÕES PREGÃO ELETRÔNICO Nº 10/2008 ATA DO REGISTRO DE PREÇOS CONTRATAÇÃO DE EMPRESA DO RAMO DE PRESTAÇÃO DE

Leia mais

Procedimento Sistêmico Nome do procedimento: Tratar Não Conformidade, Incidentes e Acidentes Data da Revisão 18/01/12

Procedimento Sistêmico Nome do procedimento: Tratar Não Conformidade, Incidentes e Acidentes Data da Revisão 18/01/12 1/ 11 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Emissão do documento Adequação de seu conteúdo para sistema ISO 9001:2008 e alteração de nomenclatura. 01 Deixa de ser chamado de PO (Procedimento Operacional)

Leia mais

SUMÁRIO 1. HISTÓRICO DE MUDANÇAS...2 2. ESCOPO...3 3. MANUTENÇÃO...3 4. REFERÊNCIAS NORMATIVAS...3 5. DEFINIÇÕES...3

SUMÁRIO 1. HISTÓRICO DE MUDANÇAS...2 2. ESCOPO...3 3. MANUTENÇÃO...3 4. REFERÊNCIAS NORMATIVAS...3 5. DEFINIÇÕES...3 Página 1 de 21 SUMÁRIO 1. HISTÓRICO DE MUDANÇAS...2 2. ESCOPO...3 3. MANUTENÇÃO...3 4. REFERÊNCIAS NORMATIVAS...3 5. DEFINIÇÕES...3 6. QUALIFICAÇÃO DA EQUIPE DE AUDITORES...4 7. CONDIÇÕES GERAIS...4 8.

Leia mais

SER PESADO EM PRESENÇA DO CONSUMIDOR,

SER PESADO EM PRESENÇA DO CONSUMIDOR, Hoje iremos abordar vários temas ligados a Setor de Mercadorias Pré Medidas. E a primeira duvida e entender o que é um produto Pré Medido? produto pré medido e todo ou qualquer produto medido e/ou embalado

Leia mais

Cód. Manual MSE. Sistema Subsistema Vigência MANUTENÇÃO SUBESTAÇÃO 07.10.2011 Í N D I C E - QUALIDADE DOS MATERIAIS...2

Cód. Manual MSE. Sistema Subsistema Vigência MANUTENÇÃO SUBESTAÇÃO 07.10.2011 Í N D I C E - QUALIDADE DOS MATERIAIS...2 Sistema Subsistema Vigência MANUTENÇÃO SUBESTAÇÃO 07.10.2011 Inst./Equipamento TC 500kV OSKF-1800 FABRICAÇÃO TRENCH Assunto CORREÇÃO DE VAZAMENTO EM TRANSFORMADOR DE CORRENTE 500KV TIPO OSKF-1800, FABRICAÇÃO

Leia mais

PRESIDÊNCIA GERÊNCIA DE INFRAESTRUTURA PREDIAL TERMO DE REFERÊNCIA OBJETO

PRESIDÊNCIA GERÊNCIA DE INFRAESTRUTURA PREDIAL TERMO DE REFERÊNCIA OBJETO TERMO DE REFERÊNCIA Nº 003/2015 OBJETO CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE LOCAÇÃO DE CAÇAMBAS METÁLICAS ESTACIONÁRIAS PARA RECOLHIMENTO, TRANSPORTE E DISPOSIÇÃO DE DETRITOS,

Leia mais

MANUAL DO FORNECEDOR

MANUAL DO FORNECEDOR PSQ 27 REVISÃO 00 Histórico da Emissão Inicial Data da Revisão 0 Data da Última Revisão Número de Página 15/01/14 15/01/14 1/14 2/14 1 - Objetivo 1.1 Escopo O conteúdo deste Manual contempla os requisitos

Leia mais

À Prova de Respingos (IP44)

À Prova de Respingos (IP44) 1 APLICAÇÃO: O Acionamento Elétrico Dupla Isolação são utilizados para acionar os vibradores de imersão pendular de concreto e bombas de mangotes, foi desenvolvido dentro das normas NR-10 para máxima segurança

Leia mais

Aplicar-se-á expressamente a Ordem de Compra acordada pelas partes contratantes.

Aplicar-se-á expressamente a Ordem de Compra acordada pelas partes contratantes. Página 1 de 7 Condições Gerais de Compra 1. Partes contratantes Este contrato (daqui em diante designado por Ordem de Compra) é acordado entre o fornecedor (denominado doravante como "FORNECEDOR") e a

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES

MANUAL DE INSTRUÇÕES MANUAL DE INSTRUÇÕES NT-920 SUPORTE PARA SORO HASTE E GUIA INOX - BASE ALUMÍNIO C/ RODÍZIOS NOTA! ESTE SUPORTE PARA SORO É DESTINADO AO USO MÉDICO HOSPITALAR. Página 1 de 10 INTRODUÇÃO PARABÉNS! Você acaba

Leia mais

confinados, sala de máquinas, berços pátios de estocagem, pátios de armazenamento, galpões, áreas externas, sistemas de esgoto.

confinados, sala de máquinas, berços pátios de estocagem, pátios de armazenamento, galpões, áreas externas, sistemas de esgoto. TERMO DE REFERÊNCIA OBJETIVANDO A CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE CONTROLE DE VETORES E PRAGAS A SER EXECUTADO NO MUSEU DO AMANHÃ. JUSTIFICATIVA O Museu do Amanhã será

Leia mais

TERMO DE ACEITAÇÃO QUANTO ÀS CONDIÇÕES GERAIS DE COMPRA E FORNECIMENTO DE MERCADORIAS, PRODUTOS, PEÇAS E SERVIÇOS.

TERMO DE ACEITAÇÃO QUANTO ÀS CONDIÇÕES GERAIS DE COMPRA E FORNECIMENTO DE MERCADORIAS, PRODUTOS, PEÇAS E SERVIÇOS. As relações estabelecidas entre a SABÓ INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE AUTOPEÇAS LTDA., com sede na cidade de São Paulo-SP, na Rua Matteo Forte nº 216, inscrita no CNPJ/MF sob nº 60.860.681/0004-32, daqui por

Leia mais

Aquisição com instalação de Geradores e Nobreaks com ENTREGA ÚNICA conforme especificação abaixo para uso dos Postos de Fiscalização Interestaduais.

Aquisição com instalação de Geradores e Nobreaks com ENTREGA ÚNICA conforme especificação abaixo para uso dos Postos de Fiscalização Interestaduais. 1. DO OBJETO: Código de Classificação: 13.02.01.15 TERMO DE REFERÊNCIA Aquisição com instalação de Geradores e Nobreaks com ENTREGA ÚNICA conforme especificação abaixo para uso dos Postos de Fiscalização

Leia mais

1.1. Este Concurso tem caráter exclusivamente cultural, conforme pode ser depreendido da leitura deste Regulamento.

1.1. Este Concurso tem caráter exclusivamente cultural, conforme pode ser depreendido da leitura deste Regulamento. REGULAMENTO CONCURSO CULTURAL FIDATTI Para você, qual é o significado da palavra CONFIANÇA?" Leia este Regulamento com atenção, ele informa como participar do Concurso Cultural Fidatti ( Concurso ), promovido

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE PÓS-DOUTORADO - 2011: CONCESSÃO INSTITUCIONAL ÀS IFES. Diretrizes para Elaboração do Projeto Institucional

PROGRAMA NACIONAL DE PÓS-DOUTORADO - 2011: CONCESSÃO INSTITUCIONAL ÀS IFES. Diretrizes para Elaboração do Projeto Institucional PROGRAMA NACIONAL DE PÓS-DOUTORADO - 2011: CONCESSÃO INSTITUCIONAL ÀS IFES Diretrizes para Elaboração do Projeto Institucional 1 Objetivos O Programa Nacional de Pós-doutorado da CAPES PNPD/2011: Concessão

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUMÁRIO CONTEÚDO PG. 1. OBJIVO 02 2. ÂMBITO 02 3. CONCEITOS 02 4. NORMAS E LEGISLAÇÃO APLICÁVEIS 02 5. INSTRUÇÕES GERAIS 03 5.1. Condições de Operação 03 5.2. Materiais e Construção 04 6. PROCEDIMENTOS

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA REMOÇÃO, ACONDICIONAMENTO E TRANSPORTE DE PARA-RAIOS RADIOATIVOS

INSTRUÇÕES PARA REMOÇÃO, ACONDICIONAMENTO E TRANSPORTE DE PARA-RAIOS RADIOATIVOS INSTRUÇÕES PARA REMOÇÃO, ACONDICIONAMENTO E TRANSPORTE DE PARA-RAIOS RADIOATIVOS ATENÇÃO A REMOÇÃO E O TRANSPORTE DE PARA-RAIOS RADIOATIVOS NÃO APRESENTAM RISCOS RADIOLÓGICOS DESDE QUE SEJAM SEGUIDAS AS

Leia mais

TERMOS E CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO

TERMOS E CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO TERMOS E CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO I. ABRANGÊNCIA E ESCOPO 1.1. Os presentes Termos e Condições Gerais de Fornecimento ( TCGF ) são aplicáveis a quaisquer transações comerciais entre a COMERCIAL

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA TR SAMR 10/2014

TERMO DE REFERÊNCIA TR SAMR 10/2014 COMPANHIA HIDRO ELÉTRICA DO SÃO FRANCISCO DIRETORIA ADMINISTRATIVA DA DEPARTAMENTO DE SERVIÇOS GERAIS DSG DIVISÃO DE TRANSPORTES - DATR SERVIÇO DE MANUTENÇÃO E OPERAÇÃO DE TRANSPORTES DO RECIFE SAMR TERMO

Leia mais

DISPENSA DE LICITAÇÃO Cotação Eletrônica Processo DL nº. 000020/2013

DISPENSA DE LICITAÇÃO Cotação Eletrônica Processo DL nº. 000020/2013 Processo DL nº. 000020/2013 Página 1 de 7 INSTRUÇÕES AOS INTERESSADOS Boa Vista Energia S/A, leva ao conhecimento dos interessados - com base no Art. 24 II da Lei nº. 8.666/1993, Lei 10.520/02 e Art. 4º

Leia mais

Políticas de troca, devolução e reembolso

Políticas de troca, devolução e reembolso Trocas e Devoluções Políticas de troca, devolução e reembolso Para que você mantenha a sua confiança e total satisfação nas compras realizadas na Marcenaria Tiradentes criamos uma Política de Troca e Devolução

Leia mais

REGULAMENTO Promoção Comercial POTE DA SORTE

REGULAMENTO Promoção Comercial POTE DA SORTE A partir de 01/10/2015, os itens 1.1, 1.1.1, 1.1.2, 2.2, 2.3, 2.5, 3.3, 4.1, 4.2, bem como o Quadro I do item 3.1 deste regulamento foram alterados. Fiquem atentos às novas redações constantes abaixo.

Leia mais

PROCESSO SELETIVO Nº 08/2014

PROCESSO SELETIVO Nº 08/2014 Página 1 de 6 PROCESSO SELETIVO Nº 08/2014 O Serviço Social do Comércio Sesc Administração Nacional, Instituição de Direito Privado, torna público que, nos termos das Resoluções Sesc nº 1163 de 2008 e

Leia mais

TERMOS E CONDIÇÕES GERAIS DE COMPRA DE PRODUTOS PELA KSR AUTOMOTIVE INDÚSTRIA DO BRASIL LTDA.

TERMOS E CONDIÇÕES GERAIS DE COMPRA DE PRODUTOS PELA KSR AUTOMOTIVE INDÚSTRIA DO BRASIL LTDA. TERMOS E CONDIÇÕES GERAIS DE COMPRA DE PRODUTOS PELA KSR AUTOMOTIVE INDÚSTRIA DO BRASIL LTDA. 1 ÍNDICE GERAL 1 OBJETO 3 2 SOLICITAÇÃO DE COTAÇÃO E PROPOSTA COMERCIAL 3 3 PEDIDO DE COMPRA E AUTORIZAÇÃO

Leia mais

Políticas de Garantia

Políticas de Garantia Políticas de Garantia RMA RETURN MERCHANDISE AUTHORIZATION (Autorização de Devolução de Mercadoria) SUMÁRIO 1. OBJETIVO 3 2. VISÃO GERAL SOBRE GARANTIA 3 3. PROCESSO DE DEVOLUÇÃO 3 4. MODALIDADE DE RMA

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA COTAÇÃO ELETRÔNICA 150/2015. (Inciso II do Art. 24 da Lei nº 8.666/93 c/c Portaria nº 306, de 13 de dezembro de 2001).

INSTRUÇÕES PARA COTAÇÃO ELETRÔNICA 150/2015. (Inciso II do Art. 24 da Lei nº 8.666/93 c/c Portaria nº 306, de 13 de dezembro de 2001). Fl. Rub. INSTRUÇÕES PARA COTAÇÃO ELETRÔNICA 150/2015 (Inciso II do Art. 24 da Lei nº 8.666/93 c/c Portaria nº 306, de 13 de dezembro de 2001). A União, por intermédio do Instituto Nacional de Câncer José

Leia mais

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA PREGÃO ELETRÔNICO N.º 13/2011 PROCESSO MPT/MS-PRT- 24ª REGIÃO N.º 08154.0000253/2011 1. DO OBJETO 1.1 Contratação de empresa especializada na prestação de serviços de tratamento

Leia mais

Ministério da Indústria e do Comércio

Ministério da Indústria e do Comércio Ministério da Indústria e do Comércio Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO Portaria nº 111 de 20 de setembro de 1983 O Presidente do Instituto Nacional de Metrologia,

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA ITEM 1 ED. CIDADE ALTA E ANEXO TIPO QUANT. VENC CAP.EXTINTORA

TERMO DE REFERÊNCIA ITEM 1 ED. CIDADE ALTA E ANEXO TIPO QUANT. VENC CAP.EXTINTORA TERMO DE REFERÊNCIA 01 OBJETO: 1.1. Contratação, por lote, de empresa especializada na prestação de serviços de manutenção de extintores, conforme descrito no Edital e anexos. 1.2. LOTE 01 ITEM 1 ED. CIDADE

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA TR 02/MNNO/2015

TERMO DE REFERÊNCIA TR 02/MNNO/2015 TERMO DE REFERÊNCIA TR 02/MNNO/2015 CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA FORNECIMENTO DE CABO DE FIBRA OPTICA DO TIPO MULTIMODO 62,5μm, APROPRIADA PARA USO EXTERNO EM DUTOS E COM PROTEÇÃO CONTRA ROEDORES, PARA

Leia mais

8.1 Verificações Prévias 11 8.2 Instalação da válvula 13

8.1 Verificações Prévias 11 8.2 Instalação da válvula 13 MÁQUINA DE ALTA FREQÜÊNCIA FREQUENCY 3 ÍNDICE 1. Apresentação 03 2. Introdução 04 3. Características Técnicas 05 4. Inspeção de Recebimento 06 5. Transporte 08 6. Abrindo a Embalagem 09 7. Identificação

Leia mais

NTU AES 003-1. Condutores Elétricos Distr. Subterrânea NORMA TÉCNICA UNIFICADA AES ELETROPAULO / AES SUL

NTU AES 003-1. Condutores Elétricos Distr. Subterrânea NORMA TÉCNICA UNIFICADA AES ELETROPAULO / AES SUL NTU AES 003-1 Condutores Elétricos Distr. Subterrânea NORMA TÉCNICA UNIFICADA AES ELETROPAULO / AES SUL Elaborado: Aprovado: DATA: 30/09/2010 João Carlos Nacas AES Eletropaulo Fernanda Pedron AES Sul Sergio

Leia mais

PREFEITURA DE GOIÂNIA 1 GABINETE DO PREFEITO

PREFEITURA DE GOIÂNIA 1 GABINETE DO PREFEITO PREFEITURA DE GOIÂNIA 1 GABINETE DO PREFEITO DECRETO Nº 612, DE 16 DE MARÇO DE 2007. Dispõe sobre a implantação do Sistema de Registro de Preços nas compras, obras e serviços contratados pelos órgãos da

Leia mais

PREFEITURA DE MACAPÁ FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE CULTURA

PREFEITURA DE MACAPÁ FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE CULTURA PREFEITURA DE MACAPÁ FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE CULTURA EDITAL Nº 01/2015 FUMCULT- PMM SELEÇÃO SIMPLIFICADA DE ESPETÁCULOS DE TEATRO PARA O PROJETO CIRCUITO NATALINO 2015 A PREFEITURA MUNICIPAL DE MACAPÁ, através

Leia mais

EDITAL FAPESB 002/2013 APOIO À PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS CIENTÍFICOS E/OU TECNOLÓGICOS

EDITAL FAPESB 002/2013 APOIO À PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS CIENTÍFICOS E/OU TECNOLÓGICOS EDITAL FAPESB 002/2013 APOIO À PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS CIENTÍFICOS E/OU TECNOLÓGICOS A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia FAPESB, no uso das suas atribuições, torna público o presente Edital

Leia mais

POLÍTICA DE PÓS-VENDA 2014

POLÍTICA DE PÓS-VENDA 2014 SISTEMA DE TROCA EXPRESSA ABRANGÊNCIA SUPORTE TÉCNICO TROCA EXPRESSA PROCEDIMENTO DE GARANTIA POLÍTICA DE PÓS-VENDA 2014 PROCEDIMENTO DE REPARO SISTEMA DE REPARO PROCEDIMENTO DE ENVIO V. OUT.2014 1. Objetivo

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA. Contratação de empresa especializada para aquisição de Televisor para atender as videoconferências do Sebrae/RO

TERMO DE REFERÊNCIA. Contratação de empresa especializada para aquisição de Televisor para atender as videoconferências do Sebrae/RO Contratação de empresa especializada para aquisição de Televisor para atender as videoconferências do Sebrae/RO 1. DO OBJETO Constitui objeto deste Termo de Referência aquisição de Aparelho Televisor,

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA OBJETIVANDO A AQUISIÇÃO DE ELEVADOR UNIPESSOAL QUICK UP 14 PARA UTILIZAÇÃO DA EQUIPE DE OPERAÇÕES NO MUSEU DO AMANHÃ.

TERMO DE REFERÊNCIA OBJETIVANDO A AQUISIÇÃO DE ELEVADOR UNIPESSOAL QUICK UP 14 PARA UTILIZAÇÃO DA EQUIPE DE OPERAÇÕES NO MUSEU DO AMANHÃ. TERMO DE REFERÊNCIA OBJETIVANDO A AQUISIÇÃO DE ELEVADOR UNIPESSOAL QUICK UP 14 PARA UTILIZAÇÃO DA EQUIPE DE OPERAÇÕES NO MUSEU DO AMANHÃ. JUSTIFICATIVA O Museu do Amanhã será uma das âncoras do plano de

Leia mais

SELEÇÃO PÚBLICA DE FORNECEDORES 024/2015 TERMO DE REFERÊNCIA

SELEÇÃO PÚBLICA DE FORNECEDORES 024/2015 TERMO DE REFERÊNCIA SELEÇÃO PÚBLICA DE FORNECEDORES 024/2015 TERMO DE REFERÊNCIA LOTE 1 materiais de escritório ITEM Qt Unidade Especificação detalhada Valor unitário Valor TOTAL 01 200 Pacote Papéis A4, 75g, tamanho ofício,

Leia mais

MÁQUINA DE LAVAR STERILAV LLS-30/50/100

MÁQUINA DE LAVAR STERILAV LLS-30/50/100 MÁQUINA DE LAVAR STERILAV LLS-30/50/100 M A N U A L D E I N S T A L A Ç Ã O Código Modelo Fabricado em Núm. Série Software Versão CASTANHO Lavanderia Hospitalar, Industrial e Hoteleira Responsável Técnico:

Leia mais

ORIENTAÇÃO PARA POSTAGEM DE CORRESPONDÊNCIAS E ENDEREÇAMENTO NO ÂMBITO DA UFG

ORIENTAÇÃO PARA POSTAGEM DE CORRESPONDÊNCIAS E ENDEREÇAMENTO NO ÂMBITO DA UFG MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS CENTRO DE INFORMAÇÃO, DOCUMENTAÇÃO E ARQUIVO ORIENTAÇÃO PARA POSTAGEM DE CORRESPONDÊNCIAS E ENDEREÇAMENTO NO

Leia mais

Requisição incompleta, inadequada ou ilegível não será aceita pelo Serviço de Hemoterapia

Requisição incompleta, inadequada ou ilegível não será aceita pelo Serviço de Hemoterapia 1 1 - REQUISIÇÃO DE HEMOCOMPONENTES A enfermagem deve checar se a requisição de transfusão (MA5-036) foi preenchida corretamente, em duas ou mais vias, com os seguintes itens: - Nome completo do paciente

Leia mais

SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA

SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA MANUAL ESPECIAL SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E-313.0015 ELOS FUSÍVEIS DE DISTRIBUIÇÃO

Leia mais

PERFIL DE JUNÇÃO REHAU VEDAR, UNIR, DESTACAR. Automotiva Indústria

PERFIL DE JUNÇÃO REHAU VEDAR, UNIR, DESTACAR. Automotiva Indústria PERFIL DE JUNÇÃO REHAU VEDAR, UNIR, DESTACAR www.rehau.com.br Construção Automotiva Indústria DESIGN PARA MÓVEIS DA REHAU: SOLUÇÕES INOVADORAS DE SISTEMAS NO MESMO LOCAL A REHAU se estabeleceu como a principal

Leia mais