Manejo tecnológico da cultura da cana-de-açúcar para alta produtividade. Raffaella Rossetto

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1 Manejo tecnológico da cultura da cana-de-açúcar para alta produtividade Raffaella Rossetto

2 Cana-de-açúcar (2013/ 2014) Produção: 653milh t de cana Açúcar: 37.7 million tonne Etanol: 27.5 billion Liter Bioeletricidade: 32,6 mil GWh Consumo int: 11.4 mil ton Export: 26.3 milhões ton Consumo Int: 23.7 bilh Litros Export: 3.8 bilh Litros Excedente: 19,4 mil GWh 3%da matrix energ. nacional

3

4 AÇÚCAR NOVOS PRODUTOS BIODIESEL ETANOL H ALCOOLQUIMICA LEVEDURA NOVOS PRODUTOS CANA VINHAÇA TORTA FERTILIZANTE FERTIRRIG BIOGAS GAS NATURAL ENERGIA ETANOL BIOMASSA POLIMEROS DIESEL Técnicas embrionárias CACHAÇA GASEIFICAÇÃO GAS SINTESE NH3 Técnicas em crescimento METANOL

5 Cana-de-açúcar Espécie: Saccharum officinarum L. Gênero: Saccharum Família: Poaceae Ordem: Cyperales Produtividade média em SP 79 t.ha -1 colmos.5anos BR 73 t.ha -1 colmos.5anos Cultivada em 23 estados brasileiros

6 Em 2010 Brazil tinha 434 usinas Crise economica Baixos investimentos e alto endividamento Brasil usinas em operação

7 Produtividade da Cana no Brasil 80 L/ton 75 ton/ha 6,800 L/ha

8 Evolução da Produtividade (Us. Jalles Machado, Edgar Alves, 2014)

9 Mudanças no sistema produção Investimentos de mais 30 bilhões US$ nos ultimos 4 anos em mecanização de colheita

10 SITUAÇÃO ATUAL/VIVENCIADA PELO SETOR - Passou por um período de baixos preços da matéria prima, consequentemente baixo investimento; - Ampliação do período de safra (períodos com maior DH e com umidade elevada); - Nas novas regiões canavieiras, menor domínio das interações Solo x Clima x Variedade x Manejo; -Ampliação do plantio e colheita mecanizada; -Menor incorporação de insumos de baixa mobilidade no solo devido a colheita mecânica (palhada); - Aplicação de fertilizantes sobre a palhada (fontes nitrogenadas de baixa estabilidade química); - Menor aproveitamento das precipitações (principalmente devido a ampliação de safra); - Aumento de pragas e doenças. - Adaptação de áreas de plantio convencional X colheita mecanizada

11 Manejo para alta produtividade Escolher a melhor variedade Ambiente produção RAIZ Facilitar drenagem, evitar compactação, adub.verde RAIZ - Melhorar a fertilidade solo em profundidade calagem, gessagem Recomendação da adubação para alta produtividade Fertilizantes especiais, biestimulantes Mat.organica - Residuo B A Bá bem feito

12 Manejo integrado pragas Agricult. Precisão Controle plantas daninhas Irrigação

13 Escolher a melhor variedade Ambiente produção

14 MANEJO CULTURAL FATORES DE PRODUTIVIDADE t/ha 345, t / h a t / h a IACSP IACSP

15 Ambiente de produção influenciando na produtividade e qualidade da matéria prima (colmos)

16

17 SOLO EUTRÓFICO X ÁLICO: RAÍZES

18 PRODUTIVIDADE DE CANA-DE-AÇÚCAR AO LONGO DOS CORTES- LANDELL et al (2003)

19 PRODUTIVIDADE DE CANA SOCA EM ANOS SECOS E CHUVOSOS. Produtividade(t/ha) Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Meses de colheita Favoravel Desfavoravel Rosenfeld, 2008

20 EXEMPLO DE APLICAÇÃO DA MATRIZ PARA DADOS DO CAIANA/ PROCANA - IAC (TCH/HA - 3 O CORTE) CICLO OUTONO (+1) (01/abr 21/jun) CICLO INVERNO (0) (22/jun 21/set) 17% CICLO PRIMAVERA (-1) (22/set 30/nov) Eutrófico (+2) ,5 90,4 Mesotrófico(+1) ,3 Distrófico (0) 84,1 82,6 71,9 Ácrico (-2) 86,3 67,3 60,9 29% N o de dados observados: (Fonte CAIANA IAC)

21

22 RAIZ Facilitar drenagem, evitar compactação, adub.verde

23 Distribuição do sistema radicular (cana-planta) kg ha -1 0,3 m 0,3 m 0,3 m 0,3 m 0,3 m 65% 719 (30,2) 97 (4,1) 83 (3,5) 89 (3,7) 557 (23,4) 0,2 m 0,2 m 22% 208 (8,7) 35 (1,5) 24 (1,0) 32 (1,3) 215 (9,0) 0,2 m 13% 92 (3,9) 31 (1,3) 27 (1,1) 28 (1,2) 144 (6,1) Otto et al % 7% 5,5% 6% 38,5%

24 Compactação

25 Linha de cana pisoteada Linha de cana Linha de cana Foto: A. Magro

26 Compactação Esta relacionada ao espaçamento/tráfego/produtividade Camada Compactada 0 a 35 cm Foto: J.C. Dal Bem - Agrícola Rio Claro

27 Avaliar as áreas compactadas e os índices de falhas Efeito do pisoteio Exemplo: safra 2008/2009 Consequência da colheita mecânica Linha de cana não pisoteada Linha de cana pisoteada Foto: A. Magro Desafio: 1) Adubação superficial em solo compactado após chuva, havendo escorrimento superficial para onde vai o adubo?. 2) Como ficaria a distribuição de adubo em linhas com falha ou com baixo vigor? Mesma quantidade para ambas as linhas? Normalmente levamos em consideração os níveis de nutrientes do solo e a produtividade (Boletim 100). Talvez a AP possa equacionar isso!

28 Compactação e crescimento de raizes Crescimento radicular em função do aumento da densidade em solo argiloso Trouse 1972 Consequências da compactação: queda da produtividade. Fatores: 1- Diminuição: de raízes, macroporos, absorção, infiltração, agua disponível; 2- Aumento: de microporos, fixação do P em função das cargas, escorrimento superficial principalmente em solos argilosos. 28 Slide: J.L.I. DEMATTÊ/ESALQ-USP

29 Tráfego controlado e sistematização Entrelinhas - Tráfego Linha de cana

30 Preparo Profundo e Sulco duplo

31 Adubação verde importante para solos arenosos com plantio durante a estação chuvosa m.seca N P K Ca Mg t/ha kg/ha Crotalaria # Crotalaria junceae pode adicionar 300 kg/ha of N to para o sistema

32 Rotação Culturas Meiose Foto: G. Vitti

33 foto: E.Alves, 2014 Preparo Solo Conservação do solo Sulcação Paralelismo Falhas

34 MPB 2 t cana para plantar 1 ha. Tradicionalmente usa-se 12 a 15 ton per ha. Em 50 dias as mudas estão prontas para ir ao campo.

35 Cuidados fitossanitários M P B

36 RAIZ - Melhorar a fertilidade solo em profundidade calagem, gessagem

37 Foto: Vasconcelos, A.C.M. (2006). Fatores que influenciam o enraizamento das plantas Perfil do solo com raízes expostas visíveis até 2,4 metros de profundidade (soqueira de 8 o corte) Dimensões do sistema radicular da cana planta Usina Alvorada (MG)

38 Correção Acidez - Calcário Corretivo de acidez e fonte de Ca e Mg Critério de recomendação para cultura de cana-de-açúcar Preparo do SOLO V < 60 % (camada de 0 a 20 e 20 a 40 cm) NC (t/ha) = (V2 V1) x CTC 10 PRNT CTC = em superfície ou subsuperfície em mmol c /dm 3

39 ADUBAÇÃO/CORREÇÃO EM CANA Diminuição da saturação de bases (V%) e da produtividade ao longo dos cortes

40 Calagem soqueiras N o de ciclos maior monitorar as soqueiras - amostra na entre-linha aplicar área total, antes dos tratos culturais Ca (0-20cm) mmol c /100dm 3 T calc/ha <8 2 8 a 12 1,5 Ca>12 e Mg< 4 1,5 (dolomítico)

41 Gesso Fonte de Ca e S mais solúvel que calcário presença do SO 4 faz com que Ca percole aprofundamento raiz (25-50cm) mmol c /100dm 3 Ca<8 e Al% < 30 1 Ca<8 e Al% > 30 2 T gesso/ha Bons resultados, principalmente, em Latossolos e Neossolos

42 Fosfatagem Fonte: VITTI & MAZZA, 2000 Solos arenosos com: CTC < 60 mmol c.dm -3 ou teor argila < 30% P resina < 15 mg.dm -3 ou P Mehlich Muito baixo ( 1,0 a 6,0 mg.dm -3 ) Baixo ( 2,0 a 12,0 mg.dm -3 ) Quanto: 5 kg P 2 O 5 / 1% argila 100 a 150 kg P 2 O 5 / ha.

43 Recomendação da adubação para alta produtividade

44 Exigência Nutricional da Cana-de-açúcar Extração e Exportação de Nutrientes (kg/100tci): Franco et al. (2008) MACRONUTRIENTES Compartimentos N P 2 O 5 K 2 O CaO MgO S kg/100tci Colmo Planta toda Aplicamos = 100 kg N para produzir 100, mas extração é 138 = 120 kg K2O para produzir 100, mas extração é 390 Solo, Resíduos Franco et al. (2008)

45 Extração N pela cana t ha kg ton -1 Acúmulo de (kg ha -1 ) Índice (kg ton -1 ) Colmo MU Parte Aérea ART Colmo PA Colmo Açúcar SP (±18) a 52 (±9) a 169 (±2) abc 142 (±26) a 189 (±32) a 1,6 (±0,1) a 9,2 (±0,7) a SP (±21) a 58 (±9) a 164 (±1) bc 111 (±21) a 169 (±32) a 1,2 (±0,2) b 7,3 (±1,2) ab IAC (±16) a 64 (±8) a 168 (±3) abc 106 (±12) a 178 (±17) a 1,3 (±0,0) ab 7,3 (±0,2) ab RB (±11) a 53 (±5) a 164 (±7) c 128 (±5) a 190 (±19) a 1,5 (±0,1) ab 9,1 (±1,1) a RB (±23) a 57 (±9) a 173 (±2) abc 137 (±17) a 193 (±22) a 1,5 (±0,1) ab 8,5 (±0,8) ab SP (±9) a 60 (±3) a 176 (±3) a 128 (±26) a 172 (±25) a 1,3 (±0,1) ab 7,0 (±0,6) ab IAC (±7) a 51 (±5) a 175 (±0) ab 114 (±22) a 172 (±12) a 1,3 (±0,0) ab 7,3 (±0,2) ab IAC (±24) a 57 (±9) a 175 (±6) ab 112 (±52) a 163 (±55) a 1,2 (±0,2) b 6,4 (±1,1) b DMS (5%) 49 21,0 11, ,38 2,31 CV (%) 13 13,1 2, ,9 10,6 Vitti, APTA 45

46 ACUMULO DE P X VARIEDADES t ha kg ton -1 Acúmulo de P (kg ha -1 ) Índice (kg ton -1 ) Colmo MU Parte Aérea ART Colmo PA Colmo Açúcar SP (±18) a 52 (±9) a 169 (±2) abc 10 (±1) c 14 (±1) d 0,1 (±0,0) b 0,7 (±0,1) cd SP (±21) a 58 (±9) a 164 (±1) bc 8 (±2) c 12 (±4) d 0,1 (±0,0) b 0,5 (±02) d IAC (±16) a 64 (±8) a 168 (±3) abc 19 (±5) b 26 (±5) ab 0,2 (±0,0) ab 1,1 (±0,1) ab RB (±11) a 53 (±5) a 164 (±7) c 9 (±1) c 15 (±3) cd 0,1 (±0,0) b 0,7 (±0,1) cd RB (±23) a 57 (±9) a 173 (±2) abc 16 (±1) bc 22 (±0) bc 0,2 (±0,0) ab 1,0 (±0,2) bc SP (±9) a 60 (±3) a 176 (±3) a 30 (±2) a 34 (±2) a 0,3 (±0,0) a 1,4 (±0,1) a IAC (±7) a 51 (±5) a 175 (±0) ab 18 (±5) b 24 (±4) bc 0,2 (±0,0) ab 1,0 (±0,1) bc IAC (±24) a 57 (±9) a 175 (±6) ab 15 (±1) bc 20 (±1) bcd 0,1 (±0,0) ab 0,8 bcd DMS (5%) 49 21,0 11, ,10 0,35 CV (%) 13 13,1 2, ,9 13,9 46

47 Extração (kg/ha) e exportação (%) de N por diferentes variedades de cana-de-açúcar (Oliveira, E.C. 2007) EXTRAÇÃO DE N EXPORTAÇÃO DE N (%) Fica estoque solo ,4 64,4 27,7 25,5 64,1 46,9 63,3 51,3 60,8 18,6 48,7 0 RB72454 RB RB RB RB RB RB92579 RB SP SP SP Menos extratoras Mais extratoras Exportação de 18 a 64% do N absorvido - estoque

48 Extração (kg/ha) e exportação (%) de K por diferentes variedades de cana-de-açúcar (Oliveira, E.C. 2007). EXTRAÇÃO DE K EXPORTAÇÃO K (%) ( kg ha -1 ) RB ,2 61,2 59,7 61,4 83,0 57,3 55,2 61,0 39,6 64,0 38,8 RB RB RB RB RB RB92579 RB SP SP SP Exportação de 38 a 83% do K absorvido P exportação de 40 a 70% é exportado estoque menor Menos extratoras Mais extratoras 10

49 Adubação de plantio na Cana-de-açúcar Cana planta Adubação N - P 2 O 5 - K 2 O N - P 2 O 5 - K 2 O (*) Mineralização do N orgânico do solo Fixação biológica do N 2 do ar

50 Adubação N e P para a cana planta (IAC-boletim 100) Produtividade esperada Nitrogênio P resina, mg/dm³ >40 t/ha N, kg/ha P2O5, kg/ha < > * a 60 kg de N/ha além da dosagem indicada na tabela, em cobertura, 30 a 60 dias após o plantio ou após o final das chuvas.

51 Potássio Produtividade esperada K (mmolc/dm3) (t/ha) 0-0,7 0,8-1,5 1,6-3,0 3,1-6, K2O kg/ha < >

52 Baixa resposta N em cana-planta: razões Grande mineralização N solo época chuva Fixação biológica de N Maior vigor do sistema radicular da planta (comparado à soca) Melhoria da fertilidade Calagem e adubação P Preparo mecânico/incorporação de resíduos N no tolete

53 Resposta de cana-planta a N: 74 experim. (Copersucar e IAC) Média 74 experimentos Colmos, t/ha T CH = 93,2 + 0,3663N - 0,00206N N aplicado, kg/ha Maior retorno econômico: 75 kg/ha N Fonte: Penatti & Cantarella

54 Sulcador taxa variável para dois produtos FMX no controle Taxa Fósforo Taxa de potássio Piloto automático Monitoramento da queda do adubo Slide: Campanelli, V. 2013)

55 Produtividade esperada ADUBAÇÃO N P K: EM SOQUEIRAS Nitrogênio N - P 2 O 5 - K 2 O P resina, mg/dm³ K+ trocável, mmolc/dm³ 0-15 > 15 0,15 1,5-3,0 > 3,0 t/ha N, kg/ha P2O5, kg/ha K2O, kg/ha < > Cana queimada: K 2 O/N = 1,3 a 1,5/1,0 Cana Crua: K 2 O/N = 0,8 a 1,0/1,0 1,0 kg N/ 1t colmos 1,2 a 1,3 kg N /t colmos

56 Resposta da Cana-Soca ao N Colmos (t ha -1 ) y = -0,0004x 2 + 0,1203x + 102,34 R 2 = 0, Doses de N (kg ha -1 ) Produtividade de colmos (t ha -1 ) em função das doses de N: média de 20 experimentos. (adaptado de Penatti & Forti (1994). 56

57 Adubação nitrogenada sobre palha Média de 15 experimentos, Rossetto et al Produtividade de colmos (t.ha -1 ) y = -0,0004x 2 + 0,128x + 80,805 R 2 = 0, Nitrogênio (kg.ha -1 )

58 Micronutrientes Aplicados - Plantio :Solo ou sobre o tolete, soca: via foliar Doses e fontes de micronutrientes para a adubação em função do teor de nutrientes no solo Teor no solo Dose recomendada Fontes (kg.ha -1 ) Zn (DTPA < 0.6 mg.dm -3 ) 5,0 a 10,0 Oxi-sulfatos Cu (DTPA < 0.3 mg.dm -3 ) 2,0 a 3,0 Oxi-sulfatos B (água quente < 0.2 mg.dm -3 ) 1,0 a 2,0 Ulexita

59 Adubação com Molibdênio (Vitti, G.C.) Soca - Via Foliar (Avião) Cana de ano 15 a 20 kg.ha -1 de Nitrogênio a 260 g.ha -1 de Molibdênio

60 Amplitude de reposta da cana-de-açúcar à aplicação de micronutrientes. Tratamentos Zn Mn Cu B Mo Completo Safra N o de locais com resposta significativa Aumento na produção cana-planta soqueira cana-planta soqueira 1 14 cana-planta 1 22 soqueira 1 14 cana-planta 1 24 soqueira 2 7 cana-planta soqueira 1 15 cana-planta soqueira - - %

61 Adubação de soqueira com fósforo N o de ciclos agrícolas entre reformas Condições de resposta: V 50% (solo corrigido) Presina < 10 mg/dm 3 (teor baixo) N/K 2 O: Fórmulas: ,3 cana queimada ,0 cana crua Exemplo: Dose (kg/ha) 400 (20kg P 2 O 5 ) 500 (25kg P 2 O 5 ) 600 (30kg P 2 O 5 ) Produção (t/ha) < >100

62 Adubação potássica sobre palha Média de 15 experimentos, Rossetto et al Produtividade de colmos (t.ha -1 ) Apoio: ANDA y = -0,0001x 2 + 0,0355x + 84,843 R 2 = 0, Potássio (kg.ha -1 )

63 1. Parcelamento Dose N e K é alta SOCA (>100 kg N/ha) Parcelamento, em solos arenosos, ou arg. baixa CTC, Períodos de chuva intensa Sob irrigação 3. Redução de perdas Melhor fonte, melhor período Incorporação de adubo- N Uso de fertilizantes especiais 2. Melhorar fertilidade em superf. e subsuperfície Calcario,gesso, fosforo area total > CTC efetiva, > raiz

64 - Uniport 3000 NPK Aplicação da ureia com jato de alta pressão permite leve incorporação logo abaixo do colchão de palha, evitando perdas de N por volatilização.

65 N-urea losses how to apply? 53% 23%? X Fortes et al., 2008

66 Fertilizantes especiais - bioestimulantes Fertilizantes organo minerais Fertilizantes protegidos Fertilizantes com inibidores Ácidos humicos, amino ácidos Hormonios vegetais Microrganismos fixadores N Enraizadores Estimulantes do crescimento

67 Fertilizantes a fatia da cana 4% 9% 1,9 milhão t N + P2O5+ K2O 8% 18% 40% soja milho cana café algodão outras 21%

68 Organo minerais Torta filtro é a base organica onde se adiciona cama frango, gesso, etc para compostagem. Adição nutriente minerais Ureia, KCl, MAP, DAP,

69 No mesmo pelet compostos organicos estáveis e nutrientes minerais Mo N P K +

70 ORGANO MINERAL SOUSA, Produtividade, teor foliar e altura de planta Produtividade de colmos, teor foliar e altura da cana soca, 4º corte, em função da aplicação de fertilizante Organomineral , OM e Mineral , M, fazenda 27, Bloco 1, Var. IAC Us. Jalles Machado, Goianésia GO. Fertilizante Teor Foliar Dose Produtividade Dose N-P 2 O 5 -K 2 O N P K Altura Planta kg ha -1 -kg ha t ha g kg m C ,6 21 2,2 13 2,2 M ,1 b 22 2,3 14 2, ,8 ab 21 2,1 13 2,4 OM ,6 a 21 2,1 13 2, ,1 a 21 2,3 13 2,5 Raij & Cantarella, ,5-3, ,8%

71 Produtividade cana, 3a.soca, Goias, Brazil. Yield N P K t/ha Control Mineral Fertilizer OrganoMineral OrganoMineral OrganoMineral ton Korndorfer, G. 2013

72 Aplicação de ácido húmico- Organomineral T1 Testemunha T2 Testemunha: sem o produto fertiactyl sweet + Mo T3 - produto fertiactyl sweet dose 1,5 l/ha T4 produto fertiactyl sweet dose 3,0 l/ha T5 produto fertiactyl sweet dose 4,5 l/ha T6 torta de filtro 20 t/ha O produto fertiactyl sweet está em desenvolvimento pela Roullier Brasil apresenta ácidos húmicos (algas) e formulação nutrientes (N-P-K) + 1,2% de Mo g/vaso raiz parte aérea raiz+parte aérea 100 T1 T2 T3 T4 T5 T6 Fonte: Vitti, A.C. et al. (2008)

73 Aplicação de ácido húmico Usina Santa Cândida, em Bocaina, SP, em cana-planta de 18 meses, variedade RB , em solo arenoso, D1 Três doses de Agrolmin (0, 300 e 600 L/ha) dentro da dose de kg/ ha de fertilizante líquido 2, litros de Agrolmin por hectare são suficientes para melhorar as condições de produção e produzir efeitos positivos. Fonte: Beauclair, E.G.,et al. 2007

74 Hormonios relacionados aos estádios fisiológicos Estádio fenológico Eventos relacionados Regulação hormonal Brotação e emergência Desenvolvimento de raízes Perfilhamento Crescimento de colmos Maturação Intumescimento das gemas Mobilização de reservas do tolete Desenvolvimento do colmo primário Crescimento das raízes do tolete Estabelecimento do sistema radicular Brotação sequencial de gemas a partir dos colmos primários, secundários, terciários e assim sucessivamente Dominância apical; Área foliar máxima; Início do acúmulo de sacarose nos entrenós da base dos colmos Amarelecimento das folhas Translocação e armazenamento de sacarose nos colmos Giberelinas Auxinas Citocininas Auxinas Citocininas Giberelinas Citocina : Auxinas Giberelinas Auxinas Giberelinas Citocininas etileno inibidores Fonte: Rodrigues, J.D.

75 Aplicação de Bioestimulantes + 63% + 32% Cana-Planta Piracicaba Stimulate 0,17% Ensaio em casa-de-vegetação Fonte: Rosseto R.; Arévalo, R.A., 2002

76 Aplicação de Bioestimulantes % % Testemunha Stimulate mg/dm % Cana-Planta Profundidade (cm) IACSP Stimulate 0,5 L/ha aplicado sulco Ribeirão Preto_SP Fonte: Vasconcelos, A.C. 2007

77 Aplicação de Bioestimulantes Objetivo: verificar maior longevidade t/ha t/ha +22 t/ha +9 t/ha t/ha Cana-Soca IAC IAC IAC IAC IAC Testemunha Stimulate+Starter+Cellerate APTA Jaú/SP Soqueiras de 4 o para 5 o corte Ambiente: A Fonte: Silva,M. t al. 2008

78 Biofertilizantes TwinN Nitrogen Fixing Microbes Freeze Driedcontaining both endophytic and soil borne bacteria. Biological Nitrogen Fixation - fixing nitrogen within the plant - in effect assimilating legumes in non legume crops.

79 N fixing microrganisms for sugarcane Inoculum/Embrapa Brazil BR11335 (Herbaspirillum seropedicae), BR11504 (Herbaspirillum rubrisubalbicans), BR11281T (Gluconacetobacter diazotrophicus), BR11366T (Burkholderia tropica) BR11145 (Azospirillum amazonense);

80 Root growth after inoculation with dizotrophicus bacteria Sugarcane (variety RB ) collected after 50 days from inoculation Reis, V. 2012

81 N 0, 60, 90, 120 kg/ha como NA sobre a palha Inoculação - após colheita spray jet direto sobre a linha 48 dias após colheita aplicação foliar Inoculum Embrapa Source: Crusciol, et al. 2011, UNESP, unpublished

82 Mat.Orgânica - resíduos

83 Resíduos = Subprodutos Fertilizantes Vinhaça Torta de filtro Cinzas e fuligem Águas servidas reciclagem e irrigação Palha e bagaço Energia elétrica (cogeração)

84 Resíduos e Impactos ambientais Perdas gasosas GEE Fertilizante nitrogenados - N2O Volatilização amonia Vinhaça - CO2, metano Tanques, canais Vinhaça - Perdas por lixiviação NO3, SO4, Cl, K Decomposição torta filtro GEE, POPs

85

86 Análise química da torta de filtro Base seca (110 o C) Determinações ph (CaCl2 0,01M) 6,6 Densidade (g.cm3) 0,25 Matéria orgânica total 58,33 Matéria orgânica compostável 55,38 C total (%) 32,40 C orgânico (%) 30,77 Resíduo mineral total (%) 41,67 N total (%) 1,35 P 2 O 5 (%) 1,17 K 2 O (%) 0,17 Ca (%) 2,51 Mg (%) 0,45 S (%) 0,23 C/N (total/total) 24/1 C/N (org/total) 23/1

87 Resíduos Compostagem Aplicação no campo Microrganismos

88 vinhaça

89 Aplicação Vinhaça Rossetto et al Doses- 0, 140, 280 m3/ha (ano 1) e 0, 170, 340m3/ha (ano 2) 140% 190%

90 Vinhaça e sistema radicular Root system architeture (Racine2 Chopart et al. 2008)

91 Faz. Vazante

92 Ambientes de Produção x Vinhaça A B C D E 97 t/ha (5anos) 87 t/ha (5anos 75 t/ha (5anos 70 t/ha (5anos 65 t/ha (5anos)

93 Vinhaça concentrada aplicada como fertilizante líquido 93

94 Palha 8 to 30 t palha (peso seco) / ha.ano

95 Colchão de palha

96 Palha N indisponivel C:N da alta palha IMOBILIZAÇÃO MICROBIOLOGICA 96

97 Estudos de decomposição da Palha litter bags

98 Taxa de biomassa remanescente da palhada (%) Days of sugarcane production Ciclo de produção da cana-de-açúcar (dias) Source: Rossetto & Ramos, Embrapa Apta

99 Costa et al, 2014

100 CONCLUSÕES ESCOLHER O TIME DE VARIEDADES MELHOR INDICADO PARA AMBIENTE PRODUÇÃO RESTITUIR E MANTER A FERTILIDADE DO SOLO CALAGEM, GESSAGEM, FOSFATAGEM ADUBAÇÃO MINERAL - FONTES, ÉPOCAS E MODO DE APLICAÇÃO MAIS EFICIENTES MANUTENÇÃO DA PALHADA ADIÇÕES DE RESIDUOS, ALTA RECICLAGEM EVITAR PERDAS - DE SOLO, DE ÁGUA, DE NUTRIENTES DE INSUMOS NOVAS TÉCNICAS AGRICULTURA PRECISÃO, FERTILIZANTES ESPECIAIS ATENÇÃO À QUESTÕES AMBIENTAIS

101

GASPAR H. KORNDÖRFER (Pesq. CNPq) UNIVERSIDADE FEDERAL UBERLANDIA

GASPAR H. KORNDÖRFER (Pesq. CNPq) UNIVERSIDADE FEDERAL UBERLANDIA GASPAR H. KORNDÖRFER (Pesq. CNPq) UNIVERSIDADE FEDERAL UBERLANDIA Desvantagens: a) Produto não tem uniformidade quanto a composição (NPK), de umidade muito variável, cheira mal (operador não gosta de usar);

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