EDUCAÇÃO INFANTIL: SUBESTRATÉGIA METACOGNITIVA DE PLANEJAMENTO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "EDUCAÇÃO INFANTIL: SUBESTRATÉGIA METACOGNITIVA DE PLANEJAMENTO"

Transcrição

1 EDUCAÇÃO INFANTIL: SUBESTRATÉGIA METACOGNITIVA DE PLANEJAMENTO BATISTA, Giovani de Paula PUCPR GUENO, Renata UFPR PORTILHO, Evelise Maria Labatut PUCPR Eixo Temático: Didática: Educação da Infância Agência Financiadora: CNPQ e Fundação Araucária Resumo Este trabalho faz parte da pesquisa Aprendizagem e Conhecimento na Ação Educativa realizada em uma Escola da Rede Municipal de Ensino de Curitiba. A sua finalidade é apresentar os resultados da análise realizada sobre o uso da subestratégia metacognitiva de planejamento das crianças de Educação Infantil. A análise dos dados se deu baseada em estudos sobre o processo de aprendizagem e metacognição, fundamentada principalmente em autores como Flavell (1999); Perredeau (2009); Portilho (2009); Pozo (2005); Claxton (2005); Schenk (2011); Trivinõs (1987). O instrumento utilizado foi uma entrevista semi-estruturada com perguntas metacognitivas de planejamento, aplicada em 90 crianças do Maternal III (3 a 4 anos) e Pré (4 a 5 anos), após a realização do desenho da professora. Os resultados demonstram que a subestratégia de planejamento é utilizada em mais da metade dos alunos participantes. Essas estratégias se desenvolvem com o tempo, uma vez que as crianças mais novas as empregam menos. Se as professoras e as educadoras tomarem consciência do momento do desenvolvimento em que as crianças se encontram, acredita-se que possam contribuir para a construção de aprendizagens mais significativas. Palavras-chave: Aprendizagem. Metacognição. Planejamento. Educação Infantil. Introdução A Educação Infantil é uma etapa escolar fundamental para o desenvolvimento de habilidades e estratégias que visem aprendizagens significativas.

2 12065 A aprendizagem é um processo resultante da interação do sujeito com o meio, numa seqüência de modificações evolutivas e constantes, que produzem uma mudança real e observável no organismo. Se desde a infância, a criança for estimulada a refletir no que faz e como faz, acreditase que os seus resultados tenham mais sentido. A metacognição, isto é, o aprender a aprender, pode ser um dos caminhos que favoreçam a tomada de consciência e a auto-regulação das crianças diante das atividades que desempenham. Este trabalho, parte integrante da pesquisa Aprendizagem e Conhecimento na Ação Educativa, propõe como objetivo a análise da subestratégia metacognitiva de planejamento utilizada pelas crianças da Educação Infantil na elaboração dos desenhos da representação da professora. Da aprendizagem à metacognição Na perspectiva interacionista, o processo de aprendizagem é resultado da interação entre o sujeito aprendiz e o objeto da aprendizagem. Para os adeptos desta concepção, a interação dinâmica entre genes e meio ambiente, é chamada de GxA (SCHENK, 2011, p.27). David Schenk afirma que as próprias construções genéticas são influenciadas por outras informações. Os genes são constantemente ativados e desativados por estímulos ambientais, nutrição, hormônios, impulsos nervosos e outros genes (p. 28 e 29). Isso muda o que está posto no senso comum, quando se refere à hereditariedade como algo necessariamente inato. Portanto, o que hoje está sendo discutido e valorizado na psicologia cognitiva é a dimensão processual da aprendizagem. Ignácio Pozo (2005), interacionista construtivista, salienta que a aprendizagem humana se distingue da aprendizagem animal no momento da tomada de consciência. Ele explica este processo em níveis, cuja complexidade é crescente: A aprendizagem humana pode, de fato, ser abordada em diferentes níveis de análise (comportamento, informação, representação e conhecimento) que implicam uma complexidade crescente, uma vez que cada um deles, segundo a lógica da integração hierárquica de sistemas, exige dos níveis anteriores ou, melhor ainda, os re-descreve num nível hierárquico novo (POZO, 2005, p.14).

3 12066 Com base no autor, a aprendizagem pode ser observada a partir de diferentes níveis de análise, indo do mais simples ao mais complexo. Do comportamento, chega-se a aquisição de informação, que por sua vez leva a representação e ao conhecimento. Entretanto, é somente nos níveis mais elevados, como a construção de representações e conhecimentos que a aprendizagem adquire seu significado realmente humano. O processo de aprendizagem pode ser comparado a uma árvore. A raiz seria representada pelos conhecimentos prévios, os quais se consolidam dentro de cada pessoa a partir das experiências vividas (tronco e galhos). Estes conhecimentos com o tempo são modificados ou acrescentados pelas situações que a vida apresenta (ventos, chuvas, geadas etc), e como resultado desta mudança, se adquire novas informações e representações (folhas que brotam), que futuramente se tornarão conhecimentos novos. Para que o processo de aprendizagem ocorra de forma eficiente e controlado pela pessoa é necessário que ela conheça a sua própria maneira de aprender. Claxton (2005) afirma que o fato de conhecermos as nossas próprias mentes e este conhecer se refere a ter consciência das nossas fragilidades e potencialidades, conduzindo-nos a avaliação e a administração da nossa aprendizagem isto nos torna bons aprendizes. Portanto, para que a criança se torne um bom aprendiz é necessário ajudá-la a identificar os caminhos que utiliza na hora de aprender, isto é, favorecer o conhecimento das estratégias metacognitivas. Metacognição Os estudos metacognitivos iniciaram na década de 70 com Flavell, psicólogo cognitivo. Para ele a metacognição: Em geral é definida ampla e livremente, como qualquer conhecimento ou atividade cognitiva que toma como seu objeto, ou regula, qualquer aspecto de qualquer iniciativa cognitiva. Ela é chamada metacognição porque seu sentido essencial é cognição acerca da cognição (FLAVELL, 1999, p. 125). A metacognição pode ser entendida como o conhecimento que a pessoa tem sobre os seus processos cognitivos assim como, a regulação e o controle dos mesmos, ou seja, a metacognição é a consciência da própria cognição.

4 12067 Quando a criança realiza uma ação, ela utiliza um conjunto de atividades ou técnicas, chamadas de estratégias cognitivas. Por sua vez, as estratégias metacognitivas são aquelas que regulam tudo o que está relacionado com o conhecimento, decidindo quando e como utilizar esta ou aquela estratégia. As estratégias metacognitivas possibilitam o conhecer-se e o regular-se. O conhecer-se se refere ao conhecimento e as reflexões que a pessoa realiza sobre a sua própria mente, podendo assim regular e controlar esse conhecimento em diferentes situações. Estas estratégias, para Portilho (2009), não podem acontecer sem estarem calcadas nos mecanismos de planejamento, controle e avaliação. E ainda, a possibilidade do sujeito para elaborar suas próprias ações de regulação é, sem dúvida, a apropriação mais significativa do conhecimento (p. 109). Antes de iniciar uma determinada tarefa é importante que a criança seja orientada, primeiramente, a planejar as suas atividades cognitivas, para logo em seguida controlar ou monitorar a execução das mesmas, e por último realizar a avaliação dos resultados que foram obtidos na atividade comparando-os com os objetivos iniciais. Perraudeau (2009) explica que ao colocar em funcionamento a subestratégia metacognitivas de planejamento, a criança pode organizar a tarefa partindo da análise das informações que serão utilizadas de acordo com as características e exigências da situação, o que permite utilizar uma estratégia eficaz. Quando realiza a atividade de controle, ela pode verificar se as estratégias adotadas na fase de planejamento estão corretas levando a resultados planejados anteriormente. Metodologia A presente pesquisa se utilizou da abordagem qualitativa, que segundo Triviños (1987) se baseia em: um ambiente natural como fonte direta de dados e o pesquisador como instrumento chave, é sempre descritiva, se preocupa com o processo e não simplesmente com o resultado, analisa os dados indutivamente e a preocupação essencial é o significado da pesquisa (p ). A pesquisa foi realizada em um Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI), da Rede Municipal de Curitiba/PR, sendo desenvolvida no período de julho a novembro de 2010, no período diurno. Atualmente, o CMEI tem capacidade para 840 crianças em até 36 turmas,

5 12068 funcionando em dois turnos: manhã, tarde, sendo o turno da tarde o mais procurado. A clientela, em sua maioria, tem nível socioeconômico médio, com famílias constituídas de pais jovens que trabalham em jornadas de 40hs semanais. Participantes Neste estudo foram considerados como participantes 90 alunos, sendo 57 do Maternal III (3 a 4 anos) e 33 do Pré (4 a 5 anos). As turmas de MIII eram compostas por 16 crianças e as turmas de Pré eram compostas por 28. Tanto nas turmas de Pré e de MIII havia uma professora e uma educadora. A professora trabalhava com a sua turma quatro horas, já a educadora permanecia com a mesma durante o período integral. Instrumentos Como instrumento de pesquisa foi utilizado às perguntas metacognitivas aplicadas após o desenho da professora. Das sete questões elaboradas, para este estudo as duas referentes à subestratégia de planejamento foram selecionadas: antes de você começar o desenho, o que você pensou? E como você escolheu começar o seu desenho? A aplicação do instrumento se deu da seguinte forma: as crianças receberam uma folha em branco e lápis de cor. Logo em seguida, foi solicitado que desenhassem a sua professora. Após a realização do desenho, elas eram chamadas uma a uma acompanhadas pela professora ou pela educadora, para a aplicação do questionário com as perguntas metacognitivas. Resultados A pesquisa qualitativa prevê nas questões abertas, o levantamento de categorias, que por sua vez, foram discutidas à luz dos autores estudados. As respostas nas duas questões selecionadas foram categorizadas por proximidade ao objetivo proposto na tarefa, que era conhecer a maneira como as crianças utilizam a subestratégia metacognitiva de planejamento.

6 12069 Para a pergunta - antes de você começar o desenho, o que você pensou, o gráfico 1 descreve a média em relação às estratégias utilizadas pelos alunos de Maternal III. Do total de alunos participantes desta turma, 20% pensou em objetos diversos como: cruz, bola, etc.; 5% em algum familiar; 32% na professora ou educadora; 17% em elementos da natureza como: água, nuvem, etc.; e 13% no próprio desenho. Os que não sabiam ou não definiram o que pensou totalizou 13%. Gráfico 1: Antes de você começar o desenho, o que você pensou? MIII De acordo com os dados, percebe-se no gráfico 1 que 45% das crianças do MIII que relataram que antes de começar o desenho pensou na professora/educadora (32%) e no desenho propriamente dito (13%), apresentaram a subestratégia de planejamento porque a resposta está diretamente relacionada com a atividade proposta. Porém, 55% das crianças do MIII, pensou em objetos (20%), na familia (5%) em elementos da natureza (17%), aliados aos que não souberam responder (13%) parece se distanciar do que foi solicitado. De acordo com Flavell (1999), a criança nessa fase pode produzir certas estratégias, embora ela não possa evocar e usar espontaneamente a mesma estratégia em particular (p. 129). Desta forma entende-se que uma parte significativa das crianças do MIII, não apresenta ainda a subestratégia de planejamento adequada para a tarefa ou não consegue falar sobre ela, o que é próprio para a faixa etária em que elas se encontram. O gráfico 2, referente a pergunta - E como você escolheu começar o seu desenho?, indica que 25% das crianças optaram por começar o desenho fazendo algum objeto como, um avião, boneca, carro, etc.; 16% não souberam dizer por onde começou a atividade; 47% optaram por começar o desenho pela professora ou pela educadora; 7% iniciaram pelos elementos da natureza como, sol, lua etc.; e 5% das crianças começou o desenho escolhendo a cor que iria utilizar.

7 12070 Gráfico 2: Como você escolheu começar o seu desenho? MIII Em relação a como as crianças do MIII escolheram começar o seu desenho, pode-se verificar no gráfico 2, que 47% das crianças relataram começar o seu desenho pela professora/ educadora (47%), o que indica que elas apresentam a subestratégia de planejamento de acordo com a atividade proposta. E que 53% disseram começar o seu desenho pelos elementos da natureza (7%), objetos diversos (25%) ou pela cor, (5%) juntamente com as respostas indefinidas (16%), denotando apresentar atitudes de fuga com relação ao planejamento ou falta de compreensão da pergunta. A seguir, apresenta-se dois desenhos das crianças do Maternal III referentes as diferentes respostas: 1 Figura 1: Desenhos da professora realizados pelos alunos do Maternal III: não possui relação com a consigna. 2 Figura 2: Desenhos da professora realizados pelos alunos do Maternal III: possui relação com a consigna

8 12071 Como podemos observar nos gráficos e nos desenhos, nesta fase do desenvolvimento, a metade das crianças do MIII apresentam a subestratégia de planejamento adequadas para a idade. O que está de acordo com a opinião de Flavell (1999) no momento em que o autor afirma que as crianças tem diversas maneiras de adquirir informações sobre como, quando e onde usar uma estratégia em particular (p.213). Portanto pode-se verificar que as crianças nestas idade utilizam de estratégias que estão de acordo com a atividade. Para a pergunta - antes de você começar o desenho, o que você pensou, o gráfico 3 descreve a média em relação às estratégias utilizadas pelos alunos de Pré. Do total de alunos participantes desta turma, 9% relataram que antes de iniciar o desenho pensou em algum objeto como: caminhão, carro etc; 42% na professora ou na educadora; 14% em elementos da natureza como, árvore, oceano; 19% no desenho propriamente dito e 16% não souberam no que pensou. Gráfico 3: Antes de você começar o desenho no que você pensou? - Pré Conforme o gráfico 3 pode-se verificar que 61% dos alunos do Pré que pensaram na professora/educadora (42%) e no desenho (19%) antes de começar a tarefa apresentam a subestratégia de planejamento mais adequadas para a atividade em relação à turma de MIII. Isto ocorre, segundo Flavell (1999), porque à medida que as crianças crescem e ficam mais experientes, elas se tornam mais ativas em iniciar o uso de estratégias em uma variedade de situações (p.199). Portanto, verifica-se um progresso no uso da subestratégia de planejamento das crianças do MIII para o Pré. O gráfico 4, referente a pergunta - E como você escolheu começar o seu desenho?, indica que 9% das crianças começaram a realizar a tarefa pelos elementos da natureza como: céu, sol, lua etc; 10% com objetos como: botão e lápis; 60% desenhou a professora ou a educadora e 21% não definiu o que pensou.

9 12072 Gráfico 4: Como você escolheu começar o seu desenho? Pré Como se pode observar no gráfico 4 os alunos do Pré utilizaram a subestratégia de planejamento com mais eficiência que os do MIII, antes de iniciarem o desenho da professora. Esta melhora ocorre porque nessa idade os alunos possuem uma maior capacidade de elaboração estratégica. De acordo com Flavell (1999), crianças mais velhas têm maior probabilidade do que as mais jovens não apenas de construir elaborações sem ajuda externa, mas também de recuperá-la para auxiliar na recordação e de transferi-las para outra tarefa (p.201). Portanto, pode-se constatar que a subestratégia de planejamento utilizada por uma criança se desenvolve com o tempo devido a sua experiência em diferentes atividades, o que faz com que ela tenha melhores resultados. A seguir, apresenta-se dois desenhos das crianças do Pré referentes as diferentes respostas: 3 Figura 3: Desenhos da professora realizados pelos alunos do Pré: não possui relação com a consigna.

10 Figura 4: Desenhos da professora realizados pelos alunos do Pré: possui relação com a consigna. Considerações Finais O presente estudo demonstra aspectos relacionados à subestratégia de planejamento utilizadas por alunos de Maternal III e de Pré antes de começar o desenho da professora. Pode-se constatar que as crianças do Pré apresentam a subestratégia de planejamento em maior número do que a turma de MIII. Uma das justificativas para tal resultado pode estar no fato delas terem um conhecimento mais específico em relação à atividade proposta, uma vez que estão um ano a mais na escola. Se as professoras e as educadoras tomarem consciência do momento do desenvolvimento em que as crianças se encontram, acredita-se que possam contribuir para a construção de aprendizagens mais significativas. REFERÊNCIAS CLAXTON, Guy. O desafio de aprender ao longo da vida. Porto Alegre: Artmed, FLAVELL, John H.; MILLER, Patrícia H.; MILLER, Scott A. Desenvolvimento cognitivo. Porto Alegre: Artmed, PERRAUDEAU, Michel. Estratégias de Aprendizagem: como acompanhar os alunos na aquisição dos saberes. Porto Alegre: Artimed, PORTILHO, Evelise. Como se aprende? Estratégias, estilo e metacognição. Rio de Janeiro: Wak, 2009.

11 12074 POZO, Juan Ignacio. Aquisição do conhecimento: quando a carne se fez verbo. Porto Alegre: Artmed, SCHENK, David. O gênio em todos nós: por que tudo que você ouviu falar sobre genética, talento e QI está errado. Rio de Janeiro Zahar, TRIVIÑOS, Augusto Nibaldo Silva. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987.

METACOGNIÇÃO, LEITURA E MOTIVAÇÃO NO ENSINO SUPERIOR A METACOGNIÇÃO NA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO

METACOGNIÇÃO, LEITURA E MOTIVAÇÃO NO ENSINO SUPERIOR A METACOGNIÇÃO NA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO METACOGNIÇÃO, LEITURA E MOTIVAÇÃO NO ENSINO SUPERIOR A METACOGNIÇÃO NA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO Evelise Maria Labatut Portilho PUCPR - evelisep@onda.com.br INTRODUÇÃO Quando somos crianças, realizamos uma

Leia mais

INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE EDUCACIONAL: PERSPECTIVAS SOB O OLHAR DA EDUCAÇÃO ESPECIAL

INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE EDUCACIONAL: PERSPECTIVAS SOB O OLHAR DA EDUCAÇÃO ESPECIAL INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE EDUCACIONAL: PERSPECTIVAS SOB O OLHAR DA EDUCAÇÃO ESPECIAL CAMARGO, Renata Gomes UFSM re_kmargo@hotmail.com Eixo Temático: Diversidade e Inclusão Agência Financiadora: não contou

Leia mais

AGREGANDO ESTRATÉGIAS METACOGNITIVAS À FORMAÇÃO DO PSICOPEDAGOGO 1

AGREGANDO ESTRATÉGIAS METACOGNITIVAS À FORMAÇÃO DO PSICOPEDAGOGO 1 AGREGANDO ESTRATÉGIAS METACOGNITIVAS À FORMAÇÃO DO PSICOPEDAGOGO 1 Evelise Maria Labatut Portilho Simone Aparecida de Souza Dreher A Oficina de Metacognição A idéia de realizar uma oficina que, segundo

Leia mais

19/07 ENSINO E APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ESCRITA EM CLASSES MULTISSERIADAS NA EDUCAÇÃO DO CAMPO NA ILHA DE MARAJÓ

19/07 ENSINO E APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ESCRITA EM CLASSES MULTISSERIADAS NA EDUCAÇÃO DO CAMPO NA ILHA DE MARAJÓ 19/07 ENSINO E APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ESCRITA EM CLASSES MULTISSERIADAS NA EDUCAÇÃO DO CAMPO NA ILHA DE MARAJÓ Waldemar dos Santos Cardoso Junior (Universidade Federal do Pará /Campus Universitário

Leia mais

1 Um guia para este livro

1 Um guia para este livro PARTE 1 A estrutura A Parte I constitui-se de uma estrutura para o procedimento da pesquisa qualitativa e para a compreensão dos capítulos posteriores. O Capítulo 1 serve como um guia para o livro, apresentando

Leia mais

Hábitos saudáveis na creche

Hábitos saudáveis na creche 11 Hábitos saudáveis na creche Elvira Bezerra Pessoa: elvirabe@gmail.com Patrícia Edióne da Silva Graduada edionne.jp@hotmail.com Adeilson Paulino de Barros UEPB 1.INTRODUÇÃO No Brasil o atendimento á

Leia mais

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL ALVES, Ana Paula PUCPR SAHEB, Daniele PUCPR Grupo de Trabalho - Didática: Teorias, Metodologias e Práticas Agência Financiadora: não contou com financiamento Resumo

Leia mais

DESENVOLVIMENTO COGNITIVO: UM ESTUDO DE CASO NA SEGUNDA INFÂNCIA

DESENVOLVIMENTO COGNITIVO: UM ESTUDO DE CASO NA SEGUNDA INFÂNCIA DESENVOLVIMENTO COGNITIVO: UM ESTUDO DE CASO NA SEGUNDA INFÂNCIA FONSACA, Kriscieli - UFPB kriscieli@gmail.com ARAÚJO, Diana Sales Lima UFPB diana_araujo@hotmail.com Eixo Temático: Psicopedagogia Agência

Leia mais

O PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DOS JOGOS EDUCATIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL

O PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DOS JOGOS EDUCATIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 975 O PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DOS JOGOS EDUCATIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL Drielly Adrean Batista

Leia mais

UMA ABORDAGEM DIFERENCIADA DA APRENDIZAGEM DE SISTEMÁTICA FILOGENÉTICA E TAXONOMIA ZOOLÓGICA NO ENSINO MÉDIO

UMA ABORDAGEM DIFERENCIADA DA APRENDIZAGEM DE SISTEMÁTICA FILOGENÉTICA E TAXONOMIA ZOOLÓGICA NO ENSINO MÉDIO UMA ABORDAGEM DIFERENCIADA DA APRENDIZAGEM DE SISTEMÁTICA FILOGENÉTICA E TAXONOMIA ZOOLÓGICA NO ENSINO MÉDIO ARAÚJO, Lenon Oliveira de PUCPR lenon_tdp@hotmail.com COSTA, Ana Lúcia da PUCPR analuciacosta_7@hotmail.com

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E A PROMOÇÃO DE HÁBITOS SAÚDAVEIS: Um relato de experiência

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E A PROMOÇÃO DE HÁBITOS SAÚDAVEIS: Um relato de experiência EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E A PROMOÇÃO DE HÁBITOS SAÚDAVEIS: Um relato de experiência Verônica Silva Rufino Dornelles 1 Nicanor da Silveira Dornelles 2 Daniela Lopes dos Santos 3 Resumo: O presente estudo

Leia mais

POSSÍVEL IMPACTO DE UMA EDUCAÇÃO DISCRIMINADORA NAS PERSPECTIVAS DE FUTURO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES

POSSÍVEL IMPACTO DE UMA EDUCAÇÃO DISCRIMINADORA NAS PERSPECTIVAS DE FUTURO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES POSSÍVEL IMPACTO DE UMA EDUCAÇÃO DISCRIMINADORA NAS PERSPECTIVAS DE FUTURO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES 2013 Trabalho utilizado como requisito parcial da disciplina Métodos de Pesquisa em Psicologia André

Leia mais

O PROCESSO DE INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIAS NO MUNICÍPIO DE TRÊS LAGOAS, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL: ANÁLISES E PERSPECTIVAS

O PROCESSO DE INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIAS NO MUNICÍPIO DE TRÊS LAGOAS, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL: ANÁLISES E PERSPECTIVAS O PROCESSO DE INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIAS NO MUNICÍPIO DE TRÊS LAGOAS, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL: ANÁLISES E PERSPECTIVAS Mirian Vieira Batista Dias Universidade Federal de São Carlos/Secretaria

Leia mais

Eixo Temático 01-018 - Gestão Ambiental BARREIRAS ENCONTRADAS NA COMPRA DE PRODUTOS ORGÂNICOS NUM SUPERMERCADO DE NATAL/RN

Eixo Temático 01-018 - Gestão Ambiental BARREIRAS ENCONTRADAS NA COMPRA DE PRODUTOS ORGÂNICOS NUM SUPERMERCADO DE NATAL/RN 134 Eixo Temático 01-018 - Gestão Ambiental BARREIRAS ENCONTRADAS NA COMPRA DE PRODUTOS ORGÂNICOS NUM SUPERMERCADO DE NATAL/RN Josiane Rodrigues Eugênio; Jane Lúcia Soares Pereira; Micarla Bezerra da Silva;

Leia mais

BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NOS ANOS INICIAIS: UMA PERSPECTIVA INTERGERACIONAL

BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NOS ANOS INICIAIS: UMA PERSPECTIVA INTERGERACIONAL BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NOS ANOS INICIAIS: UMA PERSPECTIVA INTERGERACIONAL RESUMO Luana da Mata (UEPB) 1 Patrícia Cristina de Aragão Araújo (UEPB) 2 Este artigo tem como objetivo refletir como as brincadeiras

Leia mais

JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS

JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS Educação Matemática na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental (EMEIAIEF) GT 09 RESUMO

Leia mais

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1029 OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

Leia mais

O PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL O PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Thayssa Stefane Macedo Nascimento Graduanda do curso de Pedagogia da UFPI RESUMO O presente trabalho discute acerca da avaliação na educação infantil tendo como

Leia mais

COMO AVALIAR UM CURSO DE EAD EM SAÚDE? UMA EXPERIÊNCIA DO HOSPITAL ALEMÃO OSWALDO CRUZ NA ÁREA DE AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS EM SAÚDE

COMO AVALIAR UM CURSO DE EAD EM SAÚDE? UMA EXPERIÊNCIA DO HOSPITAL ALEMÃO OSWALDO CRUZ NA ÁREA DE AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS EM SAÚDE 1 COMO AVALIAR UM CURSO DE EAD EM SAÚDE? UMA EXPERIÊNCIA DO HOSPITAL ALEMÃO OSWALDO CRUZ NA ÁREA DE AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS EM SAÚDE São Paulo - SP 05/2015 Vitória Kachar Unidade de Educação a Distância

Leia mais

PORTFÓLIO COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO FORMATIVA: A ANÁLISE DO PROCESSO NO CMEI VALÉRIA VERONESI

PORTFÓLIO COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO FORMATIVA: A ANÁLISE DO PROCESSO NO CMEI VALÉRIA VERONESI PORTFÓLIO COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO FORMATIVA: A ANÁLISE DO PROCESSO NO CMEI VALÉRIA VERONESI Resumo Rosangela de Sousa Cardoso Stabenow1 - UEL Cassiana Magalhães2 - UEL Grupo de Trabalho - Didática:

Leia mais

SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE

SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE/PE Adriele Albertina da Silva Universidade Federal de Pernambuco, adrielealbertina18@gmail.com Nathali Gomes

Leia mais

Tarcia Paulino da Silva Universidade Estadual da Paraíba Tarcia_cg@hotmail.com. Roseane Albuquerque Ribeiro Universidade Estadual da Paraíba

Tarcia Paulino da Silva Universidade Estadual da Paraíba Tarcia_cg@hotmail.com. Roseane Albuquerque Ribeiro Universidade Estadual da Paraíba Tecnologias Assistivas e Inclusão Digital: A importância do computador no processo de aprendizagem de crianças com deficiência intelectual da APAE- Campina Grande/ PB Tarcia Paulino da Silva Universidade

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA.

FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA. FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA. Rosângela de Fátima Cavalcante França* Universidade Federal de Mato Grosso do Sul RESUMO Este texto apresenta de forma resumida

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO E REGISTRO DA APRENDIZAGEM NA PRÁTICA DOCENTE

PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO E REGISTRO DA APRENDIZAGEM NA PRÁTICA DOCENTE PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO E REGISTRO DA APRENDIZAGEM NA PRÁTICA DOCENTE Vanessa dos Santos Tavares 1 - PUCPR Rebeca Wrzesinski 2 - PUCPR Giovani de Paula Batista 3 - PUCPR Evelise Maria Labatut Portilho

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 ANÁLISE ESTATÍSTICA DE DADOS DO INEP SOBRE A CORRELAÇÃO ENTRE O PERFIL PROFISSIONAL DOS PROFESSORES DA CIDADE DE SÃO CARLOS QUE ATUAM NA EDUCAÇÃO BÁSICA E, A BUSCA POR FORMAÇÃO CONTINUADA E INOVAÇÃO EDUCACIONAL

Leia mais

O XADREZ COMO FERRAMENTA MULDISCIPLINAR

O XADREZ COMO FERRAMENTA MULDISCIPLINAR O XADREZ COMO FERRAMENTA MULDISCIPLINAR Lindsay Franciane da Costa Melo Reis * RESUMO O presente projeto busca proporcionar uma ação multidisciplinar através do xadrez na Escola de ensino Fundamental Santa

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS DAS FASES DA LUA: Uma forma significativa no Ensino Fundamental

ATIVIDADES PRÁTICAS DAS FASES DA LUA: Uma forma significativa no Ensino Fundamental ATIVIDADES PRÁTICAS DAS FASES DA LUA: Uma forma significativa no Ensino Fundamental Denise Amaral 1 Everton Lüdke 2 Resumo: Este trabalho descreve atividade que aborda a ocorrência das fases da Lua. A

Leia mais

O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL Telma Maria Pereira dos Santos Graduada em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia UNEB e Pós-graduada em Educação

Leia mais

Profa. Ma. Adriana Rosa

Profa. Ma. Adriana Rosa Unidade I ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Profa. Ma. Adriana Rosa Ementa A teoria construtivista: principais contribuições, possibilidades de trabalho pedagógico. Conceito de alfabetização: história e evolução.

Leia mais

QUANTO É? PALAVRAS-CHAVE: Aulas investigativas, lúdico, aprendizagem. INTRODUÇÃO

QUANTO É? PALAVRAS-CHAVE: Aulas investigativas, lúdico, aprendizagem. INTRODUÇÃO QUANTO É? Danielle Ferreira do Prado - GEEM-UESB RESUMO Este trabalho trata sobre um trabalho que recebeu o nome de Quanto é? que foi desenvolvido depois de vários questionamentos a cerca de como criar

Leia mais

INCLUSÃO ESCOLAR: UTOPIA OU REALIDADE? UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A APRENDIZAGEM

INCLUSÃO ESCOLAR: UTOPIA OU REALIDADE? UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A APRENDIZAGEM INCLUSÃO ESCOLAR: UTOPIA OU REALIDADE? UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A APRENDIZAGEM Andreza Magda da Silva Dantas Escola.E.E.M.Fc. Sá Cavalcante Paulista PB andreza_magda@hotmail.com Introdução Zelga Dantas de

Leia mais

ENTENDENDO A RELAÇÃO PEDAGÓGICA ENTRE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E LITERATURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

ENTENDENDO A RELAÇÃO PEDAGÓGICA ENTRE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E LITERATURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL ENTENDENDO A RELAÇÃO PEDAGÓGICA ENTRE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E LITERATURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Ana Paula Moreira Sousa 1 RESUMO: Este trabalho tem o intuito de divulgar, no campo científico, uma pesquisa

Leia mais

UMA PROPOSTA DE ENSINO DA PROBABILIDADE A PARTIR DO MÉTODO DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E DA LUDICIDADE EM SALA DE AULA

UMA PROPOSTA DE ENSINO DA PROBABILIDADE A PARTIR DO MÉTODO DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E DA LUDICIDADE EM SALA DE AULA UMA PROPOSTA DE ENSINO DA PROBABILIDADE A PARTIR DO MÉTODO DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E DA LUDICIDADE EM SALA DE AULA RESUMO José Jorge de Sousa; Francisco Aureliano Vidal Instituto Federal de Educação,

Leia mais

EXPRESSÃO CORPORAL: UMA REFLEXÃO PEDAGÓGICA

EXPRESSÃO CORPORAL: UMA REFLEXÃO PEDAGÓGICA EXPRESSÃO CORPORAL: UMA REFLEXÃO PEDAGÓGICA Rogério Santos Grisante 1 ; Ozilia Geraldini Burgo 2 RESUMO: A prática da expressão corporal na disciplina de Artes Visuais no Ensino Fundamental II pode servir

Leia mais

A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES

A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES Mércia Rodrigues Gonçalves Pinheiro, UESB RESUMO O presente trabalho foi articulado através de pesquisa de campo, utilizando observação direta e entrevista

Leia mais

DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA

DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA Cleide Nunes Miranda 1 Taís Batista 2 Thamires Sampaio 3 RESUMO: O presente estudo discute a relevância do ensino de leitura e principalmente, da escrita, trazendo em especial

Leia mais

MATEMÁTICA E RACIOCÍNIO LÓGICO: TRABALHANDO E DISCUTINDO OS JOGOS BOOLE.

MATEMÁTICA E RACIOCÍNIO LÓGICO: TRABALHANDO E DISCUTINDO OS JOGOS BOOLE. MATEMÁTICA E RACIOCÍNIO LÓGICO: TRABALHANDO E DISCUTINDO OS JOGOS BOOLE. Marivete Girelli Universidade Estadual do Oeste do Paraná UNIOESTE Campus de Foz do Iguaçu mariveteg@hotmail.com Renata Camacho

Leia mais

OS SABERES PROFISSIONAIS PARA O USO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS NA ESCOLA

OS SABERES PROFISSIONAIS PARA O USO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS NA ESCOLA OS SABERES PROFISSIONAIS PARA O USO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS NA ESCOLA Suzana Marssaro do Santos - suzanamarsaro@hotmail.com Priscila Moessa Bezerra - p-moessabezerra@hotmail.com Célia Regina de Carvalho

Leia mais

REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS

REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS CRIZÓSTOMO, Cilene Delgado MILANEZ, Maria Rosa de Morais SOUSA, Rejane Lúcia Rodrigues Veloso ALBUQUERQUE, Judith

Leia mais

Palavras-chave: Ambiente de aprendizagem. Sala de aula. Percepção dos acadêmicos.

Palavras-chave: Ambiente de aprendizagem. Sala de aula. Percepção dos acadêmicos. PERCEPÇÃO DE ACADÊMICOS DO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA UENP, EM RELAÇÃO AOS ASPECTOS QUE CARACTERIZAM UM AMBIENTE FAVORECEDOR DA APRENDIZAGEM RESUMO Maria Cristina SIMEONI 1 Este resumo

Leia mais

O ENSINO DA DANÇA E DO RITMO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIENCIA NA REDE ESTADUAL

O ENSINO DA DANÇA E DO RITMO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIENCIA NA REDE ESTADUAL O ENSINO DA DANÇA E DO RITMO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIENCIA NA REDE ESTADUAL Márcio Henrique Laperuta 1 Rodrigo Santos2 Karina Fagundes2 Erika Rengel2 UEL- Gepef-Lapef-PIBID RESUMO

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE Bruna Cardoso Cruz 1 RESUMO: O presente trabalho procura conhecer o desempenho profissional dos professores da faculdade

Leia mais

ATIVIDADES INVESTIGATIVAS NO ENSINO DE MATEMÁTICA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA

ATIVIDADES INVESTIGATIVAS NO ENSINO DE MATEMÁTICA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA ATIVIDADES INVESTIGATIVAS NO ENSINO DE MATEMÁTICA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA GT 01 - Educação Matemática no Ensino Fundamental: Anos Iniciais e Anos Finais Maria Gorete Nascimento Brum - UNIFRA- mgnb@ibest.com.br

Leia mais

SÍNDROME DE DOWN E A INCLUSÃO SOCIAL NA ESCOLA

SÍNDROME DE DOWN E A INCLUSÃO SOCIAL NA ESCOLA SÍNDROME DE DOWN E A INCLUSÃO SOCIAL NA ESCOLA Bárbara Lea Guahyba 1 Mara Regina Nieckel da Costa 2 RESUMO O artigo aqui apresentado tem como tema a inclusão social de pessoas portadoras de síndrome de

Leia mais

JOGO DE QUÍMICA: UM MÉTODO LÚDICO PARA COMPREENSÃO DE CONCEITOS E INTERAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS.

JOGO DE QUÍMICA: UM MÉTODO LÚDICO PARA COMPREENSÃO DE CONCEITOS E INTERAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS. JOGO DE QUÍMICA: UM MÉTODO LÚDICO PARA COMPREENSÃO DE CONCEITOS E INTERAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS. cibdo@yahoo.com.br Cristiane Barbosa de Oliveira * (PQ) Neusa Maria John Scheid (PG). Palavras-Chave: Educação

Leia mais

O IMPACTO DO ENSINO DE EMPREENDEDORISMO NA GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA : RESULTADOS E PERSPECTIVAS.

O IMPACTO DO ENSINO DE EMPREENDEDORISMO NA GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA : RESULTADOS E PERSPECTIVAS. O IMPACTO DO ENSINO DE EMPREENDEDORISMO NA GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA : RESULTADOS E PERSPECTIVAS. Fernando Toledo Ferraz - ferraz@cybernet.com.br Departamento de Engenharia de Produção Myriam Eugênia R.

Leia mais

O USO DE PROJETOS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS

O USO DE PROJETOS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS O USO DE PROJETOS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS Andreza Olivieri Lopes Carmignolli1 UNESP Eva Poliana Carlindo2 UNESP Grupo de Trabalho Didática: Teorias, Metodologias e Práticas Agência Financiadora: não

Leia mais

A PRODUÇÃO DE VÍDEOS COMO RECURSO METODOLÓGICO INTERDISCIPLINAR

A PRODUÇÃO DE VÍDEOS COMO RECURSO METODOLÓGICO INTERDISCIPLINAR A PRODUÇÃO DE VÍDEOS COMO RECURSO METODOLÓGICO INTERDISCIPLINAR Maria Aparecida Monteiro Deponti (cida_mw@yahoo.com.br) Carlos Henrique Campanher (carloscampanher@oi.com.br ) Resumo O presente trabalho

Leia mais

RAZÕES QUE DESMOTIVAM E MOTIVAM NA APRENDIZAGEM EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE PELOTAS

RAZÕES QUE DESMOTIVAM E MOTIVAM NA APRENDIZAGEM EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE PELOTAS RAZÕES QUE DESMOTIVAM E MOTIVAM NA APRENDIZAGEM EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE PELOTAS Roberta A. dos Santos 1* (IC), Karen.L. Cruz 1 (IC) Verno Krüger 2 (PQ) beta x@hotmail.com 1-

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMA COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA MATEMÁTICA.

A UTILIZAÇÃO DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMA COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA MATEMÁTICA. A UTILIZAÇÃO DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMA COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA MATEMÁTICA. Flavia Pollyany Teodoro Caroline Hellen Martendal dos Santos Samuel Pedroso Resumo: O presente trabalho refere-se

Leia mais

A NECESSIDADE DA PESQUISA DO DOCENTE PARA UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA INCLUSIVA, PRINCIPALMENTE NA EDUCAÇÃO ESPECIAL E NO TRABALHO COM AUTISTAS

A NECESSIDADE DA PESQUISA DO DOCENTE PARA UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA INCLUSIVA, PRINCIPALMENTE NA EDUCAÇÃO ESPECIAL E NO TRABALHO COM AUTISTAS XXII Semana de Educação da Universidade Estadual do Ceará 31 de agosto a 04 de setembro de 2015 A NECESSIDADE DA PESQUISA DO DOCENTE PARA UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA INCLUSIVA, PRINCIPALMENTE NA EDUCAÇÃO ESPECIAL

Leia mais

II Educom Sul. Educomunicação e Direitos Humanos Ijuí RS 27 e 28 de junho de 2013

II Educom Sul. Educomunicação e Direitos Humanos Ijuí RS 27 e 28 de junho de 2013 Mídias Na Educação: Perspectiva De Mudança 1 Sali Wanir Antonini 2 Márcia Elenir Vicente Duarte 3 Lucciane Elias 4 Escola Estadual de Ensino Fundamental Professora Hilda Köetz da 8ª CRE do RS São Pedro

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS SIMONSEN INTERVENÇÃO EDUCATIVA INSTITUCIONAL PROJETO PSICOPEDAGÓGICO

FACULDADES INTEGRADAS SIMONSEN INTERVENÇÃO EDUCATIVA INSTITUCIONAL PROJETO PSICOPEDAGÓGICO FACULDADES INTEGRADAS SIMONSEN INTERVENÇÃO EDUCATIVA INSTITUCIONAL PROJETO PSICOPEDAGÓGICO Justificativa O conhecimento contemporâneo apresenta, entre outras características, as do crescimento acelerado,

Leia mais

A METACOGNIÇÃO COMO EXPERIÊNCIA PEDAGÓGICA: CONHECENDO O PROCESSO DE CRIAÇÃO DE SI MESMO MAGDA FLORIANA DAMIANI

A METACOGNIÇÃO COMO EXPERIÊNCIA PEDAGÓGICA: CONHECENDO O PROCESSO DE CRIAÇÃO DE SI MESMO MAGDA FLORIANA DAMIANI A METACOGNIÇÃO COMO EXPERIÊNCIA PEDAGÓGICA: CONHECENDO O PROCESSO DE CRIAÇÃO DE SI MESMO MAGDA FLORIANA DAMIANI Doutora em Educação magda@ufpel.tche.br Universidade Federal de Pelotas, RS REGINA TRILHO

Leia mais

A DISLEXIA E A ABORDAGEM INCLUSIVA EDUCACIONAL

A DISLEXIA E A ABORDAGEM INCLUSIVA EDUCACIONAL A DISLEXIA E A ABORDAGEM INCLUSIVA EDUCACIONAL Adriana de Souza Lemos dryycalemos@hotmail.com Paulo Cesar Soares de Oliveira libras.paulo@hotmail.com FACULDADE ALFREDO NASSER RESUMO: O objetivo dessa pesquisa

Leia mais

ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO

ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO Autora: Suellen Viviane Lemos Fernandes Co-autora: Maria Irene Miranda Bernardes Universidade Federal de Uberlândia suellenped65@hotmail.com Introdução O presente trabalho

Leia mais

Piaget diz que os seres humanos passam por uma série de mudanças previsíveis e ordenadas; Ou seja, geralmente todos os indivíduos vivenciam todos os

Piaget diz que os seres humanos passam por uma série de mudanças previsíveis e ordenadas; Ou seja, geralmente todos os indivíduos vivenciam todos os Teoria cognitivista Piaget utilizou os princípios conhecidos como o conceito da adaptação biológica para desenvolver esta teoria; Ela diz que o desenvolvimento da inteligência dos indivíduos acontece à

Leia mais

Disciplina: Alfabetização

Disciplina: Alfabetização Título do artigo: As intervenções didáticas no processo de alfabetização inicial Disciplina: Alfabetização Selecionador: Beatriz Gouveia 1 Categoria: Professor 1 Coordenadora de projetos do Instituto Avisa

Leia mais

GESTÃO ESCOLAR: Motivação para melhorar

GESTÃO ESCOLAR: Motivação para melhorar GESTÃO ESCOLAR: Motivação para melhorar Betina Waihrich Teixeira 1 Sandra Maria do Nascimento de Oliveira 2 Resumo: O gestor escolar deve ter uma boa liderança de comunicação, sabendo interagir com sua

Leia mais

O que é coleta de dados?

O que é coleta de dados? O que é coleta de dados? Segundo Bandeira (2004) no projeto de pesquisa, o pesquisador deverá descrever detalhadamente o método que usará para coletar seus dados. Basicamente ele pode adotar como método

Leia mais

CLASSE ESPECIAL: UMA ALTERNATIVA OU UM ESPAÇO REAL DE INCLUSÃO?

CLASSE ESPECIAL: UMA ALTERNATIVA OU UM ESPAÇO REAL DE INCLUSÃO? CLASSE ESPECIAL: UMA ALTERNATIVA OU UM ESPAÇO REAL DE INCLUSÃO? Autor(a): Fernando Antonio Pereira Leite Coautor(es): Fernanda Guarany Mendonça Leite Email: fernando.leite1@gmail.com Este trabalho está

Leia mais

BLOG COMO FERRAMENTA DE ENSINO. Palavras chaves:educação Matemática,Tecnologia, ensino-aprendizagem

BLOG COMO FERRAMENTA DE ENSINO. Palavras chaves:educação Matemática,Tecnologia, ensino-aprendizagem Desenvolvendo o Pensamento Matemático em Diversos Espaços Educativos 27 a 29 de Novembro UEPB Campina Grande, Paraíba. 2014 BLOG COMO FERRAMENTA DE ENSINO Tecnologias da Informação e Comunicação e Educação

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores A VISÃO DE ALGUMAS BOLSISTAS DO PIBID SOBRE SUA ATUAÇÃO EM CONTEXTOS EDUCACIONAIS INCLUSIVOS

Leia mais

A MODELAGEM MATEMÁTICA COMO FERRAMENTA PARA UM ENSINO SIGNIFICATIVO

A MODELAGEM MATEMÁTICA COMO FERRAMENTA PARA UM ENSINO SIGNIFICATIVO A MODELAGEM MATEMÁTICA COMO FERRAMENTA PARA UM ENSINO SIGNIFICATIVO Ranieri Miranda Imperatori (IF-Sudeste/Rio Pomba) Silvana Lucas Bomtempo Matos (IF-Sudeste/Rio Pomba) RESUMO Este artigo tem como objetivo,

Leia mais

O JOGO COMO RECURSO PARA APRENDIZAGEM DE ALUNOS EM CIÊNCIAS NATURAIS: UM ESTUDO A PARTIR DAS CONTRIBUIÇÕES DE VYGOTSKY

O JOGO COMO RECURSO PARA APRENDIZAGEM DE ALUNOS EM CIÊNCIAS NATURAIS: UM ESTUDO A PARTIR DAS CONTRIBUIÇÕES DE VYGOTSKY O JOGO COMO RECURSO PARA APRENDIZAGEM DE ALUNOS EM CIÊNCIAS NATURAIS: UM ESTUDO A PARTIR DAS CONTRIBUIÇÕES DE VYGOTSKY Mariana Silva Lustosa (1); Josenilde Bezerra de Souza Costa (1); Eduardo Gomes Onofre

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR POLIVALENTE E O TRABALHO COM RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR POLIVALENTE E O TRABALHO COM RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL ISSN: 1981-3031 A FORMAÇÃO DO PROFESSOR POLIVALENTE E O TRABALHO COM RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Juliane dos Santos Medeiros (UFAL) jumedeiros_santos@yahoo.com.br Rosemeire

Leia mais

A LUDICIDADE COMO EIXO DE FORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A LUDICIDADE COMO EIXO DE FORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A LUDICIDADE COMO EIXO DE FORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Resumo LIMA, Márcia Regina Canhoto de - FCT/UNESP marcialima@fct.unesp.br LIMA, José Milton de - FCT/UNESP miltonlima@fct.unesp.br ORLANDI, Leonardo

Leia mais

Plano de Aula de Matemática. Competência 3: Aplicar os conhecimentos, adquiridos, adequando-os à sua realidade.

Plano de Aula de Matemática. Competência 3: Aplicar os conhecimentos, adquiridos, adequando-os à sua realidade. Plano de Aula de Matemática Competência 3: Aplicar os conhecimentos, adquiridos, adequando-os à sua realidade. Habilidade: H27. Resolver situações-problema de adição ou subtração envolvendo medidas ou

Leia mais

PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO

PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO Unidade I PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO EDAAPRENDIZAGEM APRENDIZAGEM Prof. Wanderlei Sergio da Silva Conceito PDA estudo sobre o crescimento mental do indivíduo, desde o nascimento até a adolescência;

Leia mais

A PESQUISA NA FORMAÇÃO DE PEDAGOGOS: UM ESTUDO DE CASO

A PESQUISA NA FORMAÇÃO DE PEDAGOGOS: UM ESTUDO DE CASO A PESQUISA NA FORMAÇÃO DE PEDAGOGOS: UM ESTUDO DE CASO Msc. Maria Iolanda Fontana - PUCPR / UTP miolandafontana@hotmail.com RESUMO O presente trabalho sintetiza parcialmente o conteúdo da dissertação de

Leia mais

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS Ana Lúcia Cunha Duarte UCB duart_ana@hotmail.com Resumo: A prática investigativa desenvolvida no curso de Pedagogia do Centro de Educação,

Leia mais

O REGISTRO COMO INSTÂNCIA DE FORMAÇÃO DO PROFESSOR

O REGISTRO COMO INSTÂNCIA DE FORMAÇÃO DO PROFESSOR Título do artigo: O REGISTRO COMO INSTÂNCIA DE FORMAÇÃO DO PROFESSOR Área: Educação Infantil Selecionadora: Heloisa Magri 16ª Edição do Prêmio Victor Civita Educador Nota 10 1 O registro do professor tem

Leia mais

AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE ARTE

AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE ARTE AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE ARTE Juliana Stedille 1 Richelly de Macedo Ramos 2 Edi Jussara Candido Lorensatti 3 Resumo Este artigo busca verificar quais os procedimentos adotados por professores da disciplina

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO ASSISTENTE SOCIAL NOS PROJETOS SOCIAIS E NA EDUCAÇÃO - UMA BREVE ANÁLISE DA EXPERIÊNCIA DO PROJETO DEGRAUS CRIANÇA

A IMPORTÂNCIA DO ASSISTENTE SOCIAL NOS PROJETOS SOCIAIS E NA EDUCAÇÃO - UMA BREVE ANÁLISE DA EXPERIÊNCIA DO PROJETO DEGRAUS CRIANÇA A IMPORTÂNCIA DO ASSISTENTE SOCIAL NOS PROJETOS SOCIAIS E NA EDUCAÇÃO - UMA BREVE ANÁLISE DA EXPERIÊNCIA DO PROJETO DEGRAUS CRIANÇA Tamara Nomura NOZAWA 1 Telma Lúcia Aglio GARCIA 2 Edmárcia Fidelis ROCHA

Leia mais

3 Metodologia da pesquisa

3 Metodologia da pesquisa 3 Metodologia da pesquisa Neste capítulo será abordada a caracterização da pesquisa abrangendo o tipo de pesquisa escolhido, critérios para seleção dos entrevistados, os procedimentos adotados para a coleta

Leia mais

DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NA ESCOLA OSVALDO DA COSTA E SILVA: ALGUMAS CAUSAS E POSSÍVESIS SOLUÇÕES

DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NA ESCOLA OSVALDO DA COSTA E SILVA: ALGUMAS CAUSAS E POSSÍVESIS SOLUÇÕES DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NA ESCOLA OSVALDO DA COSTA E SILVA: ALGUMAS CAUSAS E POSSÍVESIS SOLUÇÕES Rogério Sousa AZEVEDO (1); Iara M Cavalcante NOLETO (2) (1 e 2) Instituto Federal de

Leia mais

LINGUAGEM: O COMPLEXO JOGO DAS MUDANÇAS SOCIAIS

LINGUAGEM: O COMPLEXO JOGO DAS MUDANÇAS SOCIAIS LINGUAGEM: O COMPLEXO JOGO DAS MUDANÇAS SOCIAIS Aline Almeida de Araújo 1 RESUMO A sociolinguística estuda as variações do meio social, procura entender e explicar as várias maneiras de expressão dos falantes.

Leia mais

Avaliação-Pibid-Metas

Avaliação-Pibid-Metas Bolsista ID: Claines kremer Avaliação-Pibid-Metas A Inserção Este ano o reingresso na escola foi diferente, pois já estávamos inseridas na mesma há praticamente um ano. Fomos bem recepcionadas por toda

Leia mais

AS ESTRATÉGIAS DE PERSONALIZAÇÃO DO ALUNO EM PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO

AS ESTRATÉGIAS DE PERSONALIZAÇÃO DO ALUNO EM PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO AS ESTRATÉGIAS DE PERSONALIZAÇÃO DO ALUNO EM PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO Resumo PORTILHO, Evelise Maria Labatut PUCPR evelisep@onda.com.br ALVES, Larissa Maria Volcov PUCPR - PIBIC larissavolcov@hotmail.com

Leia mais

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO E A FORMAÇÃO DE LICENCIANDOS EM CIÊNCIAS NATURAIS

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO E A FORMAÇÃO DE LICENCIANDOS EM CIÊNCIAS NATURAIS O ESTÁGIO SUPERVISIONADO E A FORMAÇÃO DE LICENCIANDOS EM CIÊNCIAS NATURAIS Lizandra Cristina Macedo PINTO¹ - lizacrisufpa@gmail.com Mara Jessyka Coimbra De MELO¹ - mjessykacoimbra@hotmail.com Layse Kristine

Leia mais

Palavras-chave: Ensino/Aprendizagem; Variações Linguísticas; Relação Professor/Aluno.

Palavras-chave: Ensino/Aprendizagem; Variações Linguísticas; Relação Professor/Aluno. ALFABETIZAÇÃO: UMA REFLEXÃO SOBRE A REALIDADE ESCOLAR Andréia de Fátima Freire Maia, UNICENTRO, PIBID CAPES Marieli Zviezykoski, UNICENTRO, PIBID CAPES Ângela Bona Josefi (Orientadora - UNICENTRO) Resumo:

Leia mais

ENSINO DE GRAMÁTICA OU ANÁLISE LINGUÍSTICA? SERÁ QUE ESSA ESCOLHA É NECESSÁRIA?

ENSINO DE GRAMÁTICA OU ANÁLISE LINGUÍSTICA? SERÁ QUE ESSA ESCOLHA É NECESSÁRIA? 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( x ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA ENSINO DE

Leia mais

A INCLUSÃO DOS DIREITOS HUMANOS NAS TURMAS DO EJA POR MEIO DAS NOVAS TECNOLOGIAS

A INCLUSÃO DOS DIREITOS HUMANOS NAS TURMAS DO EJA POR MEIO DAS NOVAS TECNOLOGIAS A INCLUSÃO DOS DIREITOS HUMANOS NAS TURMAS DO EJA POR MEIO DAS NOVAS TECNOLOGIAS Gisllayne Rufino Souza UFPB gisllayne.souza@gmail.com Profa. Dra. Marlene Helena de Oliveira França UFPB/Centro de Educação/Núcleo

Leia mais

Palavras chave: Formação de Professores, Tecnologias Assistivas, Deficiência.

Palavras chave: Formação de Professores, Tecnologias Assistivas, Deficiência. FORMAÇÃO CONTINUADA ONLINE DE PROFESSORES PARA ATUAÇÃO COM ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIAS Gislaine Coimbra Budel PUC PR Elaine Cristina Nascimento PUC PR Agência Financiadora: CAPES Resumo Este artigo apresenta

Leia mais

4 Metodologia e estratégia de abordagem

4 Metodologia e estratégia de abordagem 50 4 Metodologia e estratégia de abordagem O problema de diagnóstico para melhoria da qualidade percebida pelos clientes é abordado a partir da identificação de diferenças (gaps) significativas entre o

Leia mais

Motivação. Robert B. Dilts

Motivação. Robert B. Dilts Motivação Robert B. Dilts A motivação é geralmente definida como a "força, estímulo ou influência" que move uma pessoa ou organismo para agir ou reagir. De acordo com o dicionário Webster, motivação é

Leia mais

DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO MENTAL DO INDIVIDUO

DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO MENTAL DO INDIVIDUO DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO MENTAL DO INDIVIDUO Maria Sebastiana Gomes Mota¹ Francisca Elisa de Lima Pereira² Resumo: Este artigo tem como objetivo

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO INFANTIL: EXPERIÊNCIA DA ESCOLA MUNICIPAL NECY MINERVINO DE CARVALHO NA CIDADE DE OLHO D' ÁGUA-PB

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO INFANTIL: EXPERIÊNCIA DA ESCOLA MUNICIPAL NECY MINERVINO DE CARVALHO NA CIDADE DE OLHO D' ÁGUA-PB EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO INFANTIL: EXPERIÊNCIA DA ESCOLA MUNICIPAL NECY MINERVINO DE CARVALHO NA CIDADE DE OLHO D' ÁGUA-PB Keudma Richelle Tiburtino Costa 1, Jacqueline Liedja Araújo Silva Carvalho

Leia mais

A COMPETÊNCIA LEITORA NOS ESPAÇOS DA COMUNIDADE DO PARANANEMA-PARINTINS/AM

A COMPETÊNCIA LEITORA NOS ESPAÇOS DA COMUNIDADE DO PARANANEMA-PARINTINS/AM 00092 A COMPETÊNCIA LEITORA NOS ESPAÇOS DA COMUNIDADE DO PARANANEMA-PARINTINS/AM Maria Valcirlene de Souza Bruce 1 Monica Silva Aikawa 2 Resumo: O artigo apresenta o resultado de uma intervenção pedagógica

Leia mais

CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA

CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA O Fórum das universidades públicas participantes do PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA vem, por meio desta, defender

Leia mais

VIVÊNCIAS NA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA E FORMAÇÃO PROFISSIONAL

VIVÊNCIAS NA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA E FORMAÇÃO PROFISSIONAL VIVÊNCIAS NA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA E FORMAÇÃO PROFISSIONAL Área temática: Educação Eixo temático: Educação, Comunicação e Extensão Responsável pelo Trabalho: Salette Marinho de Sá 1 Autores participantes:

Leia mais

HABILIDADES E COMPETÊNCIAS ADQUIRIDAS NO ENSINO TÉCNICO E SUA IMPORTÂNCIA NA FORMAÇÃO DE JOVENS EMPREENDEDORES

HABILIDADES E COMPETÊNCIAS ADQUIRIDAS NO ENSINO TÉCNICO E SUA IMPORTÂNCIA NA FORMAÇÃO DE JOVENS EMPREENDEDORES Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 874 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS ADQUIRIDAS NO ENSINO TÉCNICO E SUA IMPORTÂNCIA NA FORMAÇÃO DE JOVENS EMPREENDEDORES

Leia mais

Roteiro SENAC. Análise de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos

Roteiro SENAC. Análise de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos SENAC Pós-Graduação em Segurança da Informação: Análise de Riscos Parte 2 Leandro Loss, Dr. Eng. loss@gsigma.ufsc.br http://www.gsigma.ufsc.br/~loss Roteiro Introdução Conceitos básicos Riscos Tipos de

Leia mais

PROFESSOR PEDAGOGO. ( ) Pedagogia Histórico-Crítica. ( ) Pedagogia Tecnicista. ( ) Pedagogia Tradicional. ( ) Pedagogia Nova.

PROFESSOR PEDAGOGO. ( ) Pedagogia Histórico-Crítica. ( ) Pedagogia Tecnicista. ( ) Pedagogia Tradicional. ( ) Pedagogia Nova. PROFESSOR PEDAGOGO 41 - Identifique como V (verdadeira) ou F (falsa) as afirmativas abaixo, que tratam da atuação do professor pedagogo. ( ) Os professores pedagogos devem orientar, acompanhar e avaliar

Leia mais

O COMPORTAMENTO INFORMACIONAL E A APRENDIZAGEM NO ENSINO SUPERIOR

O COMPORTAMENTO INFORMACIONAL E A APRENDIZAGEM NO ENSINO SUPERIOR III SBA Simpósio Baiano de Arquivologia 26 a 28 de outubro de 2011 Salvador Bahia Políticas arquivísticas na Bahia e no Brasil O COMPORTAMENTO INFORMACIONAL E A APRENDIZAGEM NO ENSINO SUPERIOR Poline Fernandes

Leia mais

A VIVÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

A VIVÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO A VIVÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Autor (1) Sergio Morais Cavalcante Filho Universidade Estadual da Paraíba (UEPB CCEA Patos) email: sergio.smcf@gmail.com RESUMO O presente artigo expõe uma experiência

Leia mais

CONCEPÇÕES DE PROFESSORES EM AVALIAÇÃO E EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: ENCONTROS E DESENCONTROS

CONCEPÇÕES DE PROFESSORES EM AVALIAÇÃO E EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: ENCONTROS E DESENCONTROS CONCEPÇÕES DE PROFESSORES EM AVALIAÇÃO E EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: ENCONTROS E DESENCONTROS ALMEIDA *, Laura Isabel Marques Vasconcelos de. UFMT laura.isabel@terra.com.br DARSIE **, Marta Maria Pontin. UFMT

Leia mais

COMPREENDENDO PROBLEMAS DE DIVISÃO DENTRO E FORA DE UM TEXTO INFORMATIVO

COMPREENDENDO PROBLEMAS DE DIVISÃO DENTRO E FORA DE UM TEXTO INFORMATIVO COMPREENDENDO PROBLEMAS DE DIVISÃO DENTRO E FORA DE UM TEXTO INFORMATIVO Karoline Maciel Sobreira Síntria Labres Lautert Marina Ferreira da Silva Costa Fernanda Augusta Lima das Chagas Universidade Federal

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO DOS PAIS NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS NO CONTEXTO ESCOLAR

A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO DOS PAIS NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS NO CONTEXTO ESCOLAR A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO DOS PAIS NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS NO CONTEXTO ESCOLAR Stefania Germano Dias; Flávio Pereira de Oliveira; Josefa Nandara Pereira de Souza; Larissa Brito da Silva; Maria Aparecida

Leia mais

A Problemática do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) :

A Problemática do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) : A Problemática do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) : Transtorno de Déficit de Atenção chama a atenção pela sigla TDAH sendo um distúrbio que ocorre em pessoas desde os primeiros

Leia mais