DISTÂNCIA MÉDIA DE TRANSPORTE - DMT CONCEITO:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DISTÂNCIA MÉDIA DE TRANSPORTE - DMT CONCEITO:"

Transcrição

1 DISTÂNCIA MÉDIA DE TRANSPORTE - DMT CONCEITO: É a distancia, em projeção horizontal, entre o centro de massa de uma camada do pavimento e o(s) centro(s) de massa da(s) jazidas(s) que fornecerá(ão) materiais para a execução da camada. FÓRMULA GERAL: DMT = Vi. Di Vi onde: Di = distância média de transporte correspondente ao segmento de camada i" (DMT parcial). Vi = volume do segmento de camada "i" (volume parcial). APLlCACÃO: A DMT é utilizada para elaboração de quantitativos de pavimentação para orçamento ou pagamento do transporte dos materiais necessários à execução de uma camada do pavimento. A DMT pode, também, ser aplicada quando se dispõe de várias opções de jazidas para execução de uma camada do pavimento, permitindo-se excluir aquelas que proporcionam maior DMT e determinar a distribuição mais econômica dos materiais, através do cálculo do "ponto econômico". CASOS ESPECÍFICOS: 1 caso: Quando existe apenas uma jazida para a execução de um trecho (segmento de trecho) que apresenta largura de plataforma e espessura de camada constantes O acesso à jazida é externo ao trecho.

2 Nota: Observe que existirão situaçãos onde o acesso a jazida estará no início ou no final do trecho e b será igual a zero, 2 caso: Quando existe apenas umc\ jazida para a execução de um trecho (segrner.to de trecho) que apresenta largura de plataforma e espessura de camada constantes. O acesso àja'lida é interno ao trecho. 3 caso: Quando existe mais de ume! jazida de material para a execução de um trecho (segmento de trecho).

3 Como existe um trecho "d" situado entre as duas jazidas é necessário que determinemos até que ponto econômico utilizar-se o material da jazida J-1. Chamando de "X" a distancia que inicia no ponto de acesso da jazida J-1, até o ponto de máxima economia de utilização desta jazida (ponto econômico), para a situação descrita no croqui anterior temos: b a + d X = 2 PROCEDIMENTO: 1º) Separar o trecho em segmentos de largura da plataforma e espessura de camadas constantes; 2º) Calcular os pontos econômicos (Xi) se houver várias jazidas; 3º) Separar os segmentos de largura e espessura constantes por uma única fonte de fornecimento de material (jazida); 4º) Calcular as DMTs parciais de cada segmento, aplicando os casos específicos; 5º) Calcular os volumes parciais de cada segmento; 6 ) Calcular a DMT total, aplicando a fórmula geral. CONSIDERAÇÕES FINAIS Existem várias situações onde serão necessários adaptações às simplificações aqui mostradas, para se obter a DMT referente a um serviço. Por exemplo: as misturas de materiais, em usina ou na pista, implicando em procedêncía, percentuais de composição e localização diferentes. para a formação de um só material. que s~rá utilizado na execução de uma camada. São considerados casos especíais.

4 DISTÂNCIA MÉDIA DE TRANSPORTE DMT TRABALHO PRÁTICO Exercício 1 Calcular a menor distância média de transporte e o respectivo momento de transporte para fins de orçamento do custo de transporte de todo o material necessário à execução de uma camada de base de um trecho rodoviário cujas características são: Extensão; 17,9 km Largura média da camada de base: - estaca inicial até estaca 475: 9,30 m. - estaca 475 até estaca 675: 13,30 m. - estaca 675 ao final: 9,30 m. Para a construção da camada de base será utilizada uma mistura solo/areia com 30% de areia, com a mistura a ser realizada na pista. Para a construção da base dispõe-se das jazidas J1, J2 e A1, todas com volume suficiente para a cosntrução do trecho e assim localizadas: J1 a 6,6 km da estaca 320 J2 a 12,2 km da estaca final A1 a 10,8 km da estaca inicial Observação: a espessura da camada de base é constante ao longo do trecho e igual a 20 cm.

5 Exercício 2 Calcular a menor distância média de transporte e o respectivo momento de transporte para fins de orçamento do custo de transporte de todo o material necessário à execução de uma camada de base de um trecho rodoviário cujas características são: Extensão; 27,8 km Largura média da camada de base: - estaca inicial até estaca 910: 12,30 m. - estaca 910 até o final: 9,30 m. Espessura média da camada de base: - estaca inicial até estaca 440: 16,0 cm. - estaca 440 até o final: 20,0 cm. Para a construção da camada de base será utilizada uma mistura solo/brita, com 60% de brita, com a mistura a ser realizada numa usina a ser instalada a 500 metros da estaca Para a construção da base dispõe-se das jazidas J1, J2 e da pedreira P1, todas com volume suficiente para a construção do trecho e assim localizadas: J1 a 5,6 km da estaca inicial J2 a 17,3 km da estaca 510 P1 a 6,6 km da estaca final Roteiro: Fazer a escolha da jazida de solos a ser utilizada; calcular separadamente os volumes de solo e brita, para cada segmento; calcular o DMT do transorte dos materais até a usina; calcular o DNT da mistura desde usina até a pista.

Prefeitura Municipal de Vera Cruz MEMORIAL DESCRITIVO

Prefeitura Municipal de Vera Cruz MEMORIAL DESCRITIVO Prefeitura Municipal de Vera Cruz MEMORIAL DESCRITIVO Obra: Infra-estrutura urbana Pavimentação Asfáltica, Micro-drenagem, e Rede água potável. Município: Vera Cruz/RS Local da obra: Rua Cipriano O presente

Leia mais

TERRAPLENAGEM Conceitos Básicos de Terraplenagem Definição Operações básicas da terraplenagem: Classificação dos materiais:

TERRAPLENAGEM Conceitos Básicos de Terraplenagem Definição Operações básicas da terraplenagem: Classificação dos materiais: - Conceitos Básicos de Terraplenagem - Elaboração do Projeto de terraplenagem - Movimento de terra Cálculo de volumes, DMT e notas de serviço - Diagrama de Bruckner - Execução de terraplenagem- equipamentos

Leia mais

Pavimentação - base estabilizada granulometricamente

Pavimentação - base estabilizada granulometricamente MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km 163 - Centro Rodoviário, Parada de Lucas

Leia mais

Quando, no DER/RJ, decidimos investir em novas tecnologias rodoviárias, optamos pela implementação da pavimentação com

Quando, no DER/RJ, decidimos investir em novas tecnologias rodoviárias, optamos pela implementação da pavimentação com Quando, no DER/RJ, decidimos investir em novas tecnologias rodoviárias, optamos pela implementação da pavimentação com ASFALTO ADICIONADO COM GRANULADO DE BORRACHA IN SITU. Procuramos uma rodovia estadual

Leia mais

PAVIMENTO ESTUDOS GEOTÉCNICOS. Prof. Dr. Ricardo Melo. Terreno natural. Seção transversal. Elementos constituintes do pavimento. Camadas do pavimento

PAVIMENTO ESTUDOS GEOTÉCNICOS. Prof. Dr. Ricardo Melo. Terreno natural. Seção transversal. Elementos constituintes do pavimento. Camadas do pavimento Universidade Federal da Paraíba Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Civil Laboratório de Geotecnia e Pavimentação ESTUDOS GEOTÉCNICOS Prof. Dr. Ricardo Melo PAVIMENTO Estrutura construída após

Leia mais

COLETAS DE COBERTURA COLETAS DE COBERTURA

COLETAS DE COBERTURA COLETAS DE COBERTURA COLETAS DE COBERTURA Rodovias Federais Brasileiras 66.410 km (malha pavimentada) 12.795 km (malha não pavimentada) 40.731 km (planejada + estadual coincidente) Total: 119.936 km 6.738 SNV Fonte: SNV 2014

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CAPITÃO - RS

PREFEITURA MUNICIPAL DE CAPITÃO - RS PREFEITURA MUNICIPAL DE CAPITÃO - RS CAPEAMENTO DIVERSAS RUAS LOCAL: CAPITÃO - RS RUAS EXTENSÃO (m) LARGURA (m) CONCORDÂNCIAS (m2) CANTEIRO (m2) ÁREA TOTAL (m2) RUA 20 DE JULHO 221,00 9,50 4,00 2.103,50

Leia mais

FORD C-MAX + FORD GRAND C-MAX CMAX_Main_Cover_2014_V3.indd 1-3 23/08/2013 10:01:48

FORD C-MAX + FORD GRAND C-MAX CMAX_Main_Cover_2014_V3.indd 1-3 23/08/2013 10:01:48 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 12,999,976 km 9,136,765 km 1,276,765 km 499,892 km 245,066 km 112,907 km 36,765 km 24,159 km 7899 km 2408 km 76 km 12 14 16 9 10 1 8 12 7 3 1 6 2 5 4 3 11 18 20 21 22 23 24 26 28 30

Leia mais

fl: 01 OBRA: TRECHO: EXTENSÃO: TOTAL DO ITEM: 1.1 R$ 322.651,12

fl: 01 OBRA: TRECHO: EXTENSÃO: TOTAL DO ITEM: 1.1 R$ 322.651,12 ANEXO VII - RUA 24 DE MAIO 637 metros (ETAPAS DO CONCEDENTE) 1 1.1 PAVIMENTO RUA 24 DE MAIO 1.1.1 TERRAPLANAGEM 8.475,72 1.1.1.1 Escavação Carga e Transporte mat.1ª Cat.c/ Escavadeira 1.200

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE DARCY RIBEIRO RJ PROJETO FINAL DE ENGENHARIA CIVIL. Marcelo Ribeiro Granato Vieira

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE DARCY RIBEIRO RJ PROJETO FINAL DE ENGENHARIA CIVIL. Marcelo Ribeiro Granato Vieira UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE DARCY RIBEIRO RJ PROJETO FINAL DE ENGENHARIA CIVIL DIMENSIONAMENTO DO PAVIMENTO E DA GALERIA DE ÁGUAS PLUVIAS DE UM TRECHO DA AVENIDA ALBERTO LAMEGO Marcelo Ribeiro

Leia mais

CÁLCULO DAS COMPOSIÇÕES DE PREÇOS (MEMÓRIA DE CÁLCULO)

CÁLCULO DAS COMPOSIÇÕES DE PREÇOS (MEMÓRIA DE CÁLCULO) SERVIÇO: MANUTENÇÃO RODOVIÁRIA ( Conservação/Recuperação) RODOVIA: BR - 135/PI TRECHO: Div. MA/PI - Div. PI/BA SUB-TRECHO: ENTR BR-324(B)/PI-141/250(B)(ELISEU MARTINS) - ENTR PI-257 (REDENÇÃO) SEGMENTO:

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO OBRA:

MEMORIAL DESCRITIVO OBRA: MEMORIAL DESCRITIVO OBRA: SERVIÇOS INICIAIS, CAPEAMENTO ASFÁLTICO, QUEBRA-MOLA, SINALIZAÇÃO E SERVIÇOS FINAIS E COMPLEMENTARES MUNICÍPIO: ALMIRANTE TAMANDARÉ DO SUL - RS LOCAL: RUA LUIZ GRAEF ÁREA: 427,20

Leia mais

Início E. 2345+13,98. UNICAP Universidade Católica de Pernambuco Prof. Glauber Carvalho Costa Estradas 1. 1 a QUESTÃO

Início E. 2345+13,98. UNICAP Universidade Católica de Pernambuco Prof. Glauber Carvalho Costa Estradas 1. 1 a QUESTÃO 1 a QUESTÃO Supondo que você foi designado para desenvolver o projeto geométrico do Arco Metropolitano do Recife, que corresponderá a uma o obra rodoviária ligando a região norte do estado, próximo ao

Leia mais

Utilização de Resíduos Oriundos do Corte de Rochas Graníticas Como Agregado Mineral Em Misturas de Concreto Asfáltico

Utilização de Resíduos Oriundos do Corte de Rochas Graníticas Como Agregado Mineral Em Misturas de Concreto Asfáltico Utilização de Resíduos Oriundos do Corte de Rochas Graníticas Como Agregado Mineral Em Misturas de Concreto Asfáltico Wilber Feliciano Chambi Tapahuasco Universidade Federal do Pampa, Alegrete-RS, Brasil,

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO INFORMAÇÕES PARA INSTALAÇÃO DA SUA PLACA

MANUAL DE INSTALAÇÃO INFORMAÇÕES PARA INSTALAÇÃO DA SUA PLACA INFORMAÇÕES PARA INSTALAÇÃO DA SUA PLACA FORMATO PADRÃO: 1,2 m x 0,8 (largura x altura) 3 LAYOUTS DIFERENTES: 1 para 5º e 9º ano juntos 1 para 5º ano somente 1 para 9º ano somente LAYOUTS OPÇÕES DE MATERIAIS

Leia mais

UNICAP Universidade Católica de Pernambuco Prof. Glauber Carvalho Costa Estradas 1

UNICAP Universidade Católica de Pernambuco Prof. Glauber Carvalho Costa Estradas 1 1 a QUESTÃO Supondo que você é o engenheiro responsável pela elaboração do projeto geométrico do Arco Metropolitano do Recife, projeto que irá conectar o pólo de desenvolvimento industrial do litoral norte

Leia mais

Prof. Engº Pery C. G. de Castro. Revisado em outubro de 2009 PARTE - I INTRODUÇÃO

Prof. Engº Pery C. G. de Castro. Revisado em outubro de 2009 PARTE - I INTRODUÇÃO Prof. Engº Pery C. G. de Castro Revisado em outubro de 2009 PARTE - I INTRODUÇÃO 1 CONCEITO DE RECICLAGEM DE PAVIMENTOS É um processo que visa a melhorar as características de rolamento e a estrutura do

Leia mais

200794 Pavimentos de Estradas I TERRAPLANAGEM. Prof. Carlos Eduardo Troccoli Pastana pastana@projeta.com.br (14) 3422-4244 AULA 15

200794 Pavimentos de Estradas I TERRAPLANAGEM. Prof. Carlos Eduardo Troccoli Pastana pastana@projeta.com.br (14) 3422-4244 AULA 15 200794 Pavimentos de Estradas I TERRAPLANAGEM Prof. Carlos Eduardo Troccoli Pastana pastana@projeta.com.br (14) 34224244 AULA 15 1. TERRAPLANAGEM Após traçados o perfil longitudinal e transversal, já se

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS OBRA: Pavimentação Asfáltica Tipo CBUQ, sobre Pavimentação de Pedra Irregular na Rua 1 - INTRODUÇÃO Tem este por finalidade orientar e especificar a execução

Leia mais

O presente memorial descritivo tem por finalidade descrever os serviços que compõe a obra de Capeamento Asfáltico nas vias acima descritas.

O presente memorial descritivo tem por finalidade descrever os serviços que compõe a obra de Capeamento Asfáltico nas vias acima descritas. MEMORIAL DESCRITIVO CAPEAMENTO ASFÁLTICO SOBRE PEDRAS IRREGULARES Proprietário: MUNICÍPIO DE ITATIBA DO SUL Local: - Rua Argentina = 5.910,43 m²; - Rua Estados Unidos = 1.528,98 m². Total = 7.439,41 m²

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM COMO ELEMENTO DE SEPARAÇÃO E REFORÇO EM MURO DE GABIÃO NA OBRA LINHA VERMELHA FASE I SÃO CRISTOVÃO ILHA DO GOVERNADOR

UTILIZAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM COMO ELEMENTO DE SEPARAÇÃO E REFORÇO EM MURO DE GABIÃO NA OBRA LINHA VERMELHA FASE I SÃO CRISTOVÃO ILHA DO GOVERNADOR UTILIZAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM COMO ELEMENTO DE SEPARAÇÃO E REFORÇO EM MURO DE GABIÃO NA OBRA LINHA VERMELHA FASE I SÃO CRISTOVÃO ILHA DO GOVERNADOR Autor: Departamento Técnico - Atividade Bidim Colaboração:

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO OBRA CALÇAMENTO - PAVIMENTAÇÃO COM PEDRAS IRREGULARES NO PERIMETRO URBANO DE SÃO JOSE DO INHACORA

MEMORIAL DESCRITIVO OBRA CALÇAMENTO - PAVIMENTAÇÃO COM PEDRAS IRREGULARES NO PERIMETRO URBANO DE SÃO JOSE DO INHACORA estado do rio grande do sul PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DO INHACORÁ MEMORIAL DESCRITIVO OBRA CALÇAMENTO - PAVIMENTAÇÃO COM PEDRAS IRREGULARES NO PERIMETRO URBANO DE SÃO JOSE DO INHACORA COORDENADAS:

Leia mais

GRANITO em. Parte II. GEO 2-8ºano Beatriz Pais João Silva Magda Dias Ricardo Amaral. Escola EB 2.3/ Engº Dionísio Augusto Cunha

GRANITO em. Parte II. GEO 2-8ºano Beatriz Pais João Silva Magda Dias Ricardo Amaral. Escola EB 2.3/ Engº Dionísio Augusto Cunha Escola EB 2.3/ Engº Dionísio Augusto Cunha GRANITO em Parte II GEO 2-8ºano Beatriz Pais João Silva Magda Dias Ricardo Amaral Professor Augusto Pinto Canas de Senhorim 2011/2012 1. Identificação da Equipa

Leia mais

Na mentalidade da empresa, modernizar é elevar a qualidade dos processos e produtos, consequentemente, aumentar sua competitividade no mercado.

Na mentalidade da empresa, modernizar é elevar a qualidade dos processos e produtos, consequentemente, aumentar sua competitividade no mercado. O Grupo Pedra Norte iniciou suas atividades no ano de 2009, e hoje é uma organização formada pelas unidades de negócio Pedreira Pedra Norte, Usina de Asfalto Pedra Norte, Pedra Norte Concreto e Argamassa

Leia mais

SESI PROJETO EXECUTIVO DE TERRAPLENAGEM PARA QUADRA POLIESPORTIVA DA UNIDADE SESI-SIMÕES FILHO/BA VOLUME ÚNICO RELATÓRIO DOS PROJETOS

SESI PROJETO EXECUTIVO DE TERRAPLENAGEM PARA QUADRA POLIESPORTIVA DA UNIDADE SESI-SIMÕES FILHO/BA VOLUME ÚNICO RELATÓRIO DOS PROJETOS SIMÕES FILHO BAHIA. PROJETO EXECUTIVO DE TERRAPLENAGEM PARA QUADRA POLIESPORTIVA DA UNIDADE SESI-SIMÕES FILHO/BA VOLUME ÚNICO RELATÓRIO DOS PROJETOS Salvador, Outubro/2010 SIMÕES FILHO BAHIA. A P R E S

Leia mais

0 JAN/2013 - - - - 3 - O PONTO CHAVE INDICA A AMARRAÇÃO AOS DETALHES APRESENTADOS PARA " DESCIDAS D AGUA". 1 - DIMENSÕES EM cm.d

0 JAN/2013 - - - - 3 - O PONTO CHAVE INDICA A AMARRAÇÃO AOS DETALHES APRESENTADOS PARA  DESCIDAS D AGUA. 1 - DIMENSÕES EM cm.d 1 - DIMENSÕES EM cm.d 2 - AJUSTAR NA OBRA A ZONA DE CONTATO DA ENTRADA COM A DESCIDA D ÁGUA TIPO RÁPIDO EM MEIO - CANA DE CONCRETO OU CALHA METÁLICA 3 - O PONTO CHAVE INDICA A AMARRAÇÃO AOS DETALHES APRESENTADOS

Leia mais

REGULAMENTO DE EDIFICAÇÕES (Consta da Ata de Constituição da Associação Residencial Morada do Engenho, registrada sob n 51.758 )

REGULAMENTO DE EDIFICAÇÕES (Consta da Ata de Constituição da Associação Residencial Morada do Engenho, registrada sob n 51.758 ) REGULAMENTO DE EDIFICAÇÕES (Consta da Ata de Constituição da Associação Residencial Morada do Engenho, registrada sob n 51.758 ) Este regulamento sem prejuízo das Restrições Convencionais, tem como objetivo

Leia mais

RELATÓRIO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO TC 013.341/2009-0

RELATÓRIO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO TC 013.341/2009-0 GRUPO II CLASSE V Plenário TC 013.341/2009-0 Natureza: Relatório de Levantamento Órgão/Entidade: Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes DNIT Responsável: diretor-geral do DNIT Interessado:

Leia mais

1.3 FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO DE PLACA DE IDENTIFICAÇÃO DA OBRA (3,0 x 1,5 m) 74209/001 M² 4,50 232,82 291,03 1.309,64 2 PAVIMENTAÇÃO 952.

1.3 FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO DE PLACA DE IDENTIFICAÇÃO DA OBRA (3,0 x 1,5 m) 74209/001 M² 4,50 232,82 291,03 1.309,64 2 PAVIMENTAÇÃO 952. PLANILHA DE CUSTO - PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA OBRA: PAVIMENTAÇÃO DE VIAS URBANAS abr/14 LOCAL: DIVERSAS VIAS DO MUNICIPIO DE VAZEA DA PALMA - MG DATA BASE SINAPI: MARÇO/2014 BDI: PRAZO DE EXECUÇÃO: 180 dias

Leia mais

Anexo 12.3.3-6: Resultados obtidos pela utilização do software SIRIEMA v.1.1 com os dados da fauna atropelada de fev/11 a nov/12

Anexo 12.3.3-6: Resultados obtidos pela utilização do software SIRIEMA v.1.1 com os dados da fauna atropelada de fev/11 a nov/12 Anexo 12.3.3-6: Resultados obtidos pela utilização do software SIRIEMA v.1.1 com os dados da fauna atropelada de fev/11 a nov/12 Nas figuras apresentadas abaixo, intensidades de agregação significativas,

Leia mais

RESOLUÇÃO N 495, DE 5 DE JUNHO DE 2014

RESOLUÇÃO N 495, DE 5 DE JUNHO DE 2014 RESOLUÇÃO N 495, DE 5 DE JUNHO DE 2014 Estabelece os padrões e critérios para a instalação de faixa elevada para travessia de pedestres em vias públicas. O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO CONTRAN, usando

Leia mais

Número: 00225.000749/2012-64 Unidade Examinada: Município de Juquitiba/SP

Número: 00225.000749/2012-64 Unidade Examinada: Município de Juquitiba/SP Número: 00225.000749/2012-64 Unidade Examinada: Município de Juquitiba/SP Relatório de Demandas Externas n 00225.000749/2012-64 Sumário Executivo Este Relatório apresenta os resultados das ações de controle

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO RESOLUÇÃO CPq-FD Nº 01, DE 22 DE JUNHO DE 2012. A Comissão de Pesquisa da Faculdade de Direito da USP, Considerando o que foi decidido em reunião, realizada

Leia mais

Sistema topograph 98. Tutorial Módulo Projetos

Sistema topograph 98. Tutorial Módulo Projetos Sistema topograph 98 Tutorial Módulo Projetos Como abrir um projeto existente _ 1. Na área de trabalho do Windows, procure o ícone do topograph e dê um duplo clique sobre ele para carregar o programa.

Leia mais

Rev Modificação Data Projetista Desenhista Aprovo. Sítio. Área do sítio

Rev Modificação Data Projetista Desenhista Aprovo. Sítio. Área do sítio OBJETO: CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA EXECUÇÃO DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA PARA RECUPERAÇÃO DE CERCA OPERACIONAL, IMPLANTAÇÃO DA CERCA DE SERVIDÃO, COMPLEMENTAÇÃO DA CERCA PATRIMONIAL E SERVIÇOS COMPLEMENTARES

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMAÇARI

PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMAÇARI 1/7 MANUTENÇÃO DE REDE DE DRENAGEM 1. INFRA-ESTRUTURA 1.1 ESCAVAÇÃO MANUAL EM ÁREA URBANA 1.1.1 Escavação manual de vala ou cava em material de 1ª categoria, profundidade até 1,50m m 3 3.920,00 1.1.2 3,00m

Leia mais

Estabelece medidas de incentivo à reciclagem de pneus usados

Estabelece medidas de incentivo à reciclagem de pneus usados Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI Nº /X Estabelece medidas de incentivo à reciclagem de pneus usados Exposição de motivos: O Decreto-Lei n.º 111/2001, de 6 de Abril, posteriormente alterado pelo Decreto-Lei

Leia mais

SECRETARIA DE OBRAS PROJETO BÁSICO DE ENGENHARIA

SECRETARIA DE OBRAS PROJETO BÁSICO DE ENGENHARIA PREFEITURA MUNICIPAL DE GOIATUBA / GO SECRETARIA DE OBRAS PROJETO BÁSICO DE ENGENHARIA SOLUÇÃO 1 - APLICAÇÃO DE MICRO REVESTIMENTO E EXECUÇÃO DE TAPA BURACO GOIATUBA/GO JULHO/2013 1. INTRODUÇÃO A Prefeitura

Leia mais

Sistema de Informação Geográfica para Planejamento de Eletrificação Rural em Grande Escala

Sistema de Informação Geográfica para Planejamento de Eletrificação Rural em Grande Escala 1/6 Título Sistema de Informação Geográfica para Planejamento de Eletrificação Rural em Nº de Registro (Resumen) 8 Empresa o Entidad CEMIG DISTRIBUIÇÃO S/A CEMIG-D Autores del Trabajo Nombre País e-mail

Leia mais

PISOS EM CONCRETO ARMADO

PISOS EM CONCRETO ARMADO PISOS EM CONCRETO ARMADO CONCEITOS BÁSICOS Pisos armados são estruturas constituídas por placas de concreto, armadura em telas soldadas posicionada a 1/3 da face superior, por juntas com barras de transferência,

Leia mais

Agregados para Construção Civil

Agregados para Construção Civil Agregados para Construção Civil Agregados são fragmentos de rochas, popularmente denominados pedras e areias. É um material granular, sem forma nem volume definidos, geralmente inerte, com dimensões e

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE VENÂNCIO AIRES MEMORIAL DESCRITIVO

PREFEITURA MUNICIPAL DE VENÂNCIO AIRES MEMORIAL DESCRITIVO MEMORIAL DESCRITIVO Obra: Infra-estrutura Urbana Município: Venâncio Aires/RS Rua Padre Réus Trecho: Entre a Rua Armando Ruschel e a Estaca 0+345 Área: 345,00m x 6,00m = 2.070,00m² Rua dos Expedicionários

Leia mais

DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTE DNIT SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL NO ESTADO DE MINAS GERAIS AUDIÊNCIA PÚBLICA

DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTE DNIT SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL NO ESTADO DE MINAS GERAIS AUDIÊNCIA PÚBLICA DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTE DNIT SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL NO ESTADO DE MINAS GERAIS AUDIÊNCIA PÚBLICA OBRAS DE DUPLICAÇÃO, RESTAURAÇÃO E MELHORAMENTOS NA RODOVIA BR-381/MG Trecho:

Leia mais

1º BALANÇO DO PAC 2015 RESULTADOS ATÉ JUNHO DE 2015

1º BALANÇO DO PAC 2015 RESULTADOS ATÉ JUNHO DE 2015 1º BALANÇO DO PAC 2015 RESULTADOS ATÉ JUNHO DE 2015 1. RESULTADOS GERAIS No novo ciclo do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), entre 2015 e 2018, serão investidos de R$ 1,05 trilhão. Nesse período,

Leia mais

Calendário de Provas Parciais (Nacionais) - P2

Calendário de Provas Parciais (Nacionais) - P2 Disciplinas 1º, 2, 3, 4º, 5º, 6º, 7º e 8º Realização Entrada ADM02001 COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL 1º ADM02011 MICROECONOMIA 3º ADM02024 ADMINISTRAÇÃO MERCAOLOGICA II 5º 18:00 às 20:00 04/JUN/2013 3ª Feira

Leia mais

COMPANHIA METROPOLITANA DE TRANSPORTES COLETIVOS - CMTC

COMPANHIA METROPOLITANA DE TRANSPORTES COLETIVOS - CMTC MT Companhia Metropolitana detransportes Coletivos COMPANHIA METROPOLITANA DE TRANSPORTES COLETIVOS - CMTC Projeto Executivo de Implantação do Corredor Norte Sul com a Solução do Tipo Bus Rapid Transit

Leia mais

EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA - Disciplina semestral 32 aulas previstas

EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA - Disciplina semestral 32 aulas previstas EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA 3ºCICLO DO ENSINO BÁSICO CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 7.ºANO EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA - Disciplina semestral 32 aulas previstas CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS Os Conteúdos Programáticos estão enunciados

Leia mais

Custo Horário dos Equipamentos --------> 427,86 B Mão de Obra Quantidade T501 Encarregado de turma 0,50 23,3400. 11,67 T701 Servente 2,00 9,9300

Custo Horário dos Equipamentos --------> 427,86 B Mão de Obra Quantidade T501 Encarregado de turma 0,50 23,3400. 11,67 T701 Servente 2,00 9,9300 DERTERRA001 Desm. dest. limpeza áreas c/arv. diam. até 0,15 m Prod. Equipe: 1.444,00 m² E003 Trator de Esteira com Lâmina (259KW) 1,00 1,00 427,86 20,28 427,86 dos Equipamentos --------> 427,86 T501 Encarregado

Leia mais

CURSO: EXECUÇÃO E FISCALIZAÇÃO DE OBRAS DE PAVIMENTAÇÃO

CURSO: EXECUÇÃO E FISCALIZAÇÃO DE OBRAS DE PAVIMENTAÇÃO Elci Pessoa Júnior AUTOR DO LIVRO: Manual de Obras Rodoviárias e Pavimentação Urbana Execução e Fiscalização. Best Seller da Ed. PINI (http://loja.pini.com.br/pini/vitrines/maisvendidos.aspx) CURSO: EXECUÇÃO

Leia mais

2 DESENVOLVIMENTO DO ESTÁGIO...5

2 DESENVOLVIMENTO DO ESTÁGIO...5 RESUMO O presente documento relata todas as atividades exercidas pela acadêmica Mariana Malamin do Nascimento no estágio supervisionado obrigatório em 2013, que foi realizado no escritório da Construtora

Leia mais

4. ÁREA DE INFLUÊNCIA DO EMPREENDIMENTO

4. ÁREA DE INFLUÊNCIA DO EMPREENDIMENTO 4. ÁREA DE INFLUÊNCIA DO EMPREENDIMENTO Conceitualmente, Área de Influência abrange todo o espaço suscetível às ações diretas e indiretas do empreendimento, tanto na fase de implantação como na de operação,

Leia mais

1º Congresso Internacional e 2º Congresso Brasileiro da Raça Girolando.

1º Congresso Internacional e 2º Congresso Brasileiro da Raça Girolando. 1º Congresso Internacional e 2º Congresso Brasileiro da Raça Girolando. Normas para elaboração do Resumo Expandido INFORMAÇÕES GERAIS 1) Os resumos expandidos e a ficha de inscrição devidamente preenchida

Leia mais

ELABORAÇÃO DE PROJETO EXECUTIVO DE ENGENHARIA DE DUPLICAÇÃO, RESTAURAÇÃO E MELHORAMENTOS DA RODOVIA BR-381/MG

ELABORAÇÃO DE PROJETO EXECUTIVO DE ENGENHARIA DE DUPLICAÇÃO, RESTAURAÇÃO E MELHORAMENTOS DA RODOVIA BR-381/MG DNIT - SREMG João Monlevade - 28/06/2012 ELABORAÇÃO DE PROJETO EXECUTIVO DE ENGENHARIA DE DUPLICAÇÃO, RESTAURAÇÃO E MELHORAMENTOS DA RODOVIA BR-381/MG RODOVIA: BR-381MG TRECHO: DIVISA ES/MG - DIV. MG/SP

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Prefeitura Municipal de Boa Vista do Buricá/RS SETOR DE SERVIÇOS URBANOS

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Prefeitura Municipal de Boa Vista do Buricá/RS SETOR DE SERVIÇOS URBANOS MEMORIAL DESCRITIVO OBRA: PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA EM CBUQ (CONCRETO BETUMINOSO USINADO A QUENTE) LOCAL: RUA GRUPO MOMENTOS MUNICÍPIO: BOA VISTA DO BURICÁ - RS ÁREA PAVIMENTAÇÃO: 2.009,76m² e 453,47m de

Leia mais

ANEXO XIII ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS - ESTUDOS GEOTÉCNICOS

ANEXO XIII ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS - ESTUDOS GEOTÉCNICOS ANEXO XIII ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS - ESTUDOS GEOTÉCNICOS 2.2.1 - INTRODUÇÃO Os Estudos Geotécnicos foram realizados com o objetivo de conhecer as características dos materiais constituintes do subleito

Leia mais

CONTROLE DE PRODUTO NÃO CONFORME. Aprovação: Olavo R. Tomasini

CONTROLE DE PRODUTO NÃO CONFORME. Aprovação: Olavo R. Tomasini Aprovação: Olavo R. Tomasini CONTROLE DE PRODUTO NÃO Código: PR 19 Revisão: 03 Página: 1 de 7 Data: 10/10/09 Arquivo: PR 19_03.doc Rubrica: 1 OBJETIVO Estabelecer a sistemática adotada para a identificação,

Leia mais

Gino Ricci José Tadeu Balbo

Gino Ricci José Tadeu Balbo Estudo de Resistências e Módulo de Elasticidade do Concreto Compactado com Rolo com Agregados Reciclados de Construção e de Demolição para Pavimentação Gino Ricci José Tadeu Balbo Objetivo Analisar laboratorialmente

Leia mais

V JORNADAS LUSO-BRASILEIRAS DE PAVIMENTOS: POLÍTICAS E TECNOLOGIAS

V JORNADAS LUSO-BRASILEIRAS DE PAVIMENTOS: POLÍTICAS E TECNOLOGIAS Isaac Eduardo Pinto MONITORAMENTO DA RECICLAGEM COM ESPUMA DE ASFALTO NA RODOVIA BA-535, CAMAÇARI - BAHIA Engenheiro Civil, Mestre em Engenharia Civil em Infra-estrutura de Engenharia de Transportes -

Leia mais

DNIT. Pavimentos flexíveis Sub-base estabilizada granulometricamente - Especificação de serviço NORMA DNIT - ES

DNIT. Pavimentos flexíveis Sub-base estabilizada granulometricamente - Especificação de serviço NORMA DNIT - ES DNIT /2009 NORMA DNIT - ES Pavimentos flexíveis Sub-base estabilizada granulometricamente - Especificação de serviço MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Autor:

Leia mais

O TRIBUNAL INFORMA A IMPLEMENTAÇÃO DE NOVAS FUNCIONALIDADES NO SISTEMA DE PETICIONAMENTO ELETRÔNICO DO TRT DA 18ª REGIÃO E-PETIÇÃO.

O TRIBUNAL INFORMA A IMPLEMENTAÇÃO DE NOVAS FUNCIONALIDADES NO SISTEMA DE PETICIONAMENTO ELETRÔNICO DO TRT DA 18ª REGIÃO E-PETIÇÃO. O TRIBUNAL INFORMA A IMPLEMENTAÇÃO DE NOVAS FUNCIONALIDADES NO SISTEMA DE PETICIONAMENTO ELETRÔNICO DO TRT DA 18ª REGIÃO E-PETIÇÃO. DISTRIBUIÇÃO AUTOMÁTICA NO E-PETIÇÃO A PARTIR DE 5/11/12 clique aqui

Leia mais

5.3.26 IDENTIFICAÇÃO: ESTAÇÃO DE CORREIOS DE SANTARÉM. Designação: Localização: Largo Cândido dos Reis. Empresa que presta serviços de comunicações

5.3.26 IDENTIFICAÇÃO: ESTAÇÃO DE CORREIOS DE SANTARÉM. Designação: Localização: Largo Cândido dos Reis. Empresa que presta serviços de comunicações 5.3.26 IDENTIFICAÇÃO: Designação: Localização: Função: ESTAÇÃO DE CORREIOS DE SANTARÉM Largo Cândido dos Reis Empresa que presta serviços de comunicações Acesso exterior ao edifício Estacionamento Não

Leia mais

Hidráulica Geral (ESA024A)

Hidráulica Geral (ESA024A) Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental Hidráulica Geral (ESA024A) 2º semestre 2014 Terças de 10 às 12 h Quintas de 08 às 10h Redes de Distribuição de Água Conceito -Conjunto de condutos interligados

Leia mais

Obras de Mobilidade Urbana e Transporte Público Porto Alegre Copa 2014 AGOSTO - 2012

Obras de Mobilidade Urbana e Transporte Público Porto Alegre Copa 2014 AGOSTO - 2012 AGOSTO - 2012 Matriz de Responsabilidades invest. R$ 866,3 milhões Corredor Avenida Tronco Corredor Terceira Perimetral Corredor Padre Cacique Monitoramento dos Corredores BRT Protásio Alves BRT Assis

Leia mais

GENERALIDADES SOBRE PAVIMENTOS

GENERALIDADES SOBRE PAVIMENTOS GENERALIDADES SOBRE PAVIMENTOS Pavimento x outras obras civis Edifícios: Área de terreno pequena, investimento por m 2 grande FS à ruptura grande Clima interfere muito pouco no comportamento estrutural

Leia mais

Novas aplicações do cimento Aspetos da sustentabilidade

Novas aplicações do cimento Aspetos da sustentabilidade Novas aplicações do cimento Aspetos da António Mesquita Associação Técnica da Indústria do Cimento CIMENTO O material de construção mais utilizado em todo o mundo 2 832 Mton em 2011 + Barato; + Abundante;

Leia mais

Bilhete 084/14. Bilhete 084/14 Santo André, 25 de novembro de 2014. Senhores Pais dos alunos da Educação Infantil.

Bilhete 084/14. Bilhete 084/14 Santo André, 25 de novembro de 2014. Senhores Pais dos alunos da Educação Infantil. Senhores Pais dos alunos da Educação Infantil. Senhores Pais dos alunos da Educação Infantil. Senhores Pais dos alunos do 1º ano. Senhores Pais dos alunos do 1º ano. Senhores Pais dos alunos da turma 1F8.

Leia mais

CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES

CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES OBRA: ESTACIONAMENTOS DO COMPLEXO MULTIEVENTOS E CAMPUS DE JUAZEIRO CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES 1/5 PISOS EXTERNOS Pavimentação em Piso Intertravado de Concreto Conforme delimitado

Leia mais

DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS

DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS ES-T02 ATERROS COMPACTADOS 1 DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA Í N D I C E PÁG. 1. OBJETO E OBJETIVO... 3 2. DESCRIÇÃO... 3 3. MATERIAIS... 3 4. EQUIPAMENTO...4 5. FUNDAÇÕES

Leia mais

DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS PARA

DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS PARA DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS PARA ES-C01 ESTRUTURAS DE ARRIMO 1 DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA ÍNDICE PÁG. 1. OBJETO E OBJETIVO...3 2. S...3 3. CONSIDERAÇÕES INICIAIS...3 4. MUROS DE CONCRETO ARMADO...4

Leia mais

Introdução. Esta norma é o resultado do trabalho conjunto do DSV/CET e da Comissão Permanente de Acessibilidade - CPA.

Introdução. Esta norma é o resultado do trabalho conjunto do DSV/CET e da Comissão Permanente de Acessibilidade - CPA. Introdução Esta norma é o resultado do trabalho conjunto do DSV/CET e da Comissão Permanente de Acessibilidade - CPA. Contém os critérios para elaboração e execução de projetos de rebaixamento de calçada

Leia mais

MC-06-116/SP-344-0-Q04/901. 1 de 36 15/7/2011

MC-06-116/SP-344-0-Q04/901. 1 de 36 15/7/2011 Código MC-06-116/SP-344-0-Q04/901 Revisão 0 Lote : Rodovia : 06 BR 116 - ROD. RÉGIS BITTENCOURT Trecho : SÃO PAULO - CURITIBA DUPLICAÇÃO DA SERRA DO CAF. - km 344+000 ao km 363+000 Objeto : Quadro de Cálculo

Leia mais

DNIT MANUAL DE CUSTOS RODOVIÁRIOS VOLUME 4 COMPOSIÇÕES DE CUSTOS UNITÁRIOS DE REFERÊNCIA OBRAS DE CONSTRUÇÃO RODOVIÁRIA TOMO 1

DNIT MANUAL DE CUSTOS RODOVIÁRIOS VOLUME 4 COMPOSIÇÕES DE CUSTOS UNITÁRIOS DE REFERÊNCIA OBRAS DE CONSTRUÇÃO RODOVIÁRIA TOMO 1 DNIT MANUAL DE CUSTOS RODOVIÁRIOS VOLUME 4 COMPOSIÇÕES DE CUSTOS UNITÁRIOS DE REFERÊNCIA OBRAS DE CONSTRUÇÃO RODOVIÁRIA TOMO 1 TERRAPLENAGEM E PAVIMENTAÇÃO 2003 MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO

Leia mais

Execução e Manutenção de Pavimento Intertravado. MSc. Eng. Cláudio Oliveira Silva

Execução e Manutenção de Pavimento Intertravado. MSc. Eng. Cláudio Oliveira Silva Execução e Manutenção de MSc. Eng. Cláudio Oliveira Silva Norma de Execução e Manutenção NBR 15953 com peças de concreto - Execução NBR 15953 Escopo Se aplica à pavimentação intertravada com peças de concreto

Leia mais

EDITAL TARIFÁRIO DE ÁGUA

EDITAL TARIFÁRIO DE ÁGUA EDITAL ---------- DR. JOSÉ ARTUR FONTES CASCAREJO, Presidente da Câmara Municipal do Concelho de Alijó:------------------------------------------------------------------------------------------- ----------

Leia mais

CARTILHA CONTRATAÇÃO DIRETA

CARTILHA CONTRATAÇÃO DIRETA UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO - UNIVASF PRÓ-REITORIA DE GESTÃO E ORÇAMENTO - PROGEST DEPARTAMENTO DE COMPRAS E LICITAÇÕES - DCL Av. José de Sá Maniçoba, S/N Sala 30 Centro, Petrolina-PE

Leia mais

Prof. Vinícius C. Patrizzi ESTRADAS E AEROPORTOS

Prof. Vinícius C. Patrizzi ESTRADAS E AEROPORTOS Prof. Vinícius C. Patrizzi ESTRADAS E AEROPORTOS GEOMETRIA DE VIAS Elementos geométricos de uma estrada (Fonte: PONTES FILHO, 1998) 1. INTRODUÇÃO: Após traçados o perfil longitudinal e transversal, já

Leia mais

A OUTORGA ONEROSA DE ALTERAÇÃO DE USO

A OUTORGA ONEROSA DE ALTERAÇÃO DE USO ESTADO DA PARAÍBA PREFEITURA MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA Assessoria Técnica SEPLAM Sobre a Lei Nº 12.145, DE 08 DE SETEMBRO DE 2011. A OUTORGA ONEROSA DE ALTERAÇÃO DE USO REFERÊNCIAS LEGAIS Lei 10.257/01

Leia mais

Prof. Engº Pery C. G. de Castro. Revisado em outubro de 2009 PARTE - III PROJETO DA MISTURA RECICLADA A QUENTE

Prof. Engº Pery C. G. de Castro. Revisado em outubro de 2009 PARTE - III PROJETO DA MISTURA RECICLADA A QUENTE Prof. Engº Pery C. G. de Castro Revisado em outubro de 2009 PARTE - III PROJETO DA MISTURA RECICLADA A QUENTE 1 ORIENTAÇÃO PARA PROJETO DA MISTURA RECICLADA A QUENTE 1) Definição das porcentagens dos materiais;

Leia mais

MEMORIAL DE CÁLCULO DOS QUANTITATIVOS

MEMORIAL DE CÁLCULO DOS QUANTITATIVOS PREFEITURA MUNICIPAL DE ASCURRA ESTADO DE SANTA CATARINA CNPJ: 83.102.772/0001-61 MEMORIAL DE CÁLCULO DOS QUANTITATIVOS OBRA: Pavimentação de Rua e Calçada PROPRIETÁRIO: Prefeitura Municipal de Ascurra

Leia mais

Agregados - determinação da perda ao choque no aparelho Treton

Agregados - determinação da perda ao choque no aparelho Treton MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km 163 - Centro Rodoviário, Parada de Lucas

Leia mais

ESTRUTURA DA TORRE DE S. GABRIEL

ESTRUTURA DA TORRE DE S. GABRIEL ESTRUTURA DA TORRE DE S. GABRIEL João F. Almeida Júlio Appleton Tiago Abecassis João N. Silva José N. Camara Engº Civil Engº Civil Engº Civil Engº Civil Engº Civil JSJ, IST AP, IST TALPROJECTO AP JSJ,

Leia mais

Prof. Esp. Romoaldo J S do Carmo E-mail: romoaldo.carmo@hotmail.com Prof.: Romoaldo J S do Carmo

Prof. Esp. Romoaldo J S do Carmo E-mail: romoaldo.carmo@hotmail.com Prof.: Romoaldo J S do Carmo Prof. Esp. Romoaldo J S do Carmo E-mail: romoaldo.carmo@hotmail.com Comércio Exterior UNIPAC Logística Internacional: Conceitos Estratégias Modais Transportes Tendências Logística Internacional CONCEITOS

Leia mais

ACÓRDÃO Nº 2.088/2004 - TCU - Plenário

ACÓRDÃO Nº 2.088/2004 - TCU - Plenário ACÓRDÃO Nº 2.088/2004 - TCU - Plenário 1. Processo (com 10 anexos), Apenso o TC 010.025/2004-6 2. Grupo I - Classe V Relatório de Auditoria. 3. Responsáveis: Alderico Lima (ex-ministro dos Transportes),

Leia mais

CONTRIBUIÇÃO DO ENGENHEIRO ESPECIALISTA EM PERÍCIA DE ESTRUTURAS RESUMO

CONTRIBUIÇÃO DO ENGENHEIRO ESPECIALISTA EM PERÍCIA DE ESTRUTURAS RESUMO CONTRIBUIÇÃO DO ENGENHEIRO ESPECIALISTA EM PERÍCIA DE ESTRUTURAS RESUMO O presente trabalho refere-se à análise estrutural de placas de concreto para piso elevado, fornecidos a uma construtora para estacionamento

Leia mais

EFICIÊNCIA DA UTILIZAÇÃO DE BIODIESEL DE SOJA NO TRATOR EM CONDIÇÕES DE TRABALHO COM GRADE ARADORA

EFICIÊNCIA DA UTILIZAÇÃO DE BIODIESEL DE SOJA NO TRATOR EM CONDIÇÕES DE TRABALHO COM GRADE ARADORA EFICIÊNCIA DA UTILIZAÇÃO DE BIODIESEL DE SOJA NO TRATOR EM CONDIÇÕES DE TRABALHO COM GRADE ARADORA Introdução 1 Daniel Max Leonídio¹ (UEG) João Paulo Barreto Cunha² (UFLA) Elton Fialho dos Reis³ (UEG)

Leia mais

AULA 03 ESCALAS E DESENHO TOPOGRÁFICO

AULA 03 ESCALAS E DESENHO TOPOGRÁFICO Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Agrárias Departamento de Engenharia Agrícola Disciplina: Topografia Básica Facilitadores: Nonato, Julien e Fabrício AULA 03 ESCALAS E DESENHO TOPOGRÁFICO

Leia mais

EDITAL DE CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA 002/2011

EDITAL DE CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA 002/2011 EDITAL DE CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA 002/2011 JUAREZ ALVES DA COSTA, PREFEITO MUNICIPAL DE SINOP, ESTADO DE MATO GROSSO, no uso de suas atribuições legais e atendendo ao que dispõe a Constituição Federal,

Leia mais

Relatório de Auditoria Energética

Relatório de Auditoria Energética Relatório de Auditoria Energética Relatório de Certificação Energética Local: 0 Today() www.classe-energetica.com Índice 1. Objectivos da Certificação Energética 2. escrição do Imóvel 3. Resultados da

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul Prefeitura Municipal de Venâncio Aires

Estado do Rio Grande do Sul Prefeitura Municipal de Venâncio Aires MEMORIAL DESCRITIVO Projeto: Terraplenagem, Micro-drenagem, Pavimentação e Sinalização Local: Rua Reynaldo Schmaedecke Bairro Brígida Área de Pavimentação com Blocos: 3.920,57 m² Município: Venâncio Aires

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA PREFEITURA MUNICIPAL DE BOMBINHAS PROJETO PAVIMENTAÇÃO COM LAJOTAS SEXTAVADAS E DRENAGEM PLUVIAL RUA CANGERANA

ESTADO DE SANTA CATARINA PREFEITURA MUNICIPAL DE BOMBINHAS PROJETO PAVIMENTAÇÃO COM LAJOTAS SEXTAVADAS E DRENAGEM PLUVIAL RUA CANGERANA - 1 - PROJETO PAVIMENTAÇÃO COM LAJOTAS SEXTAVADAS E DRENAGEM PLUVIAL RUA CANGERANA MUNICÍPIO DE BOMBINHAS - SC PROJETO: AMFRI Associação dos Municípios da Região da Foz do Rio Itajaí Carlos Alberto Bley

Leia mais

Pré-esforço em lajes de edifícios

Pré-esforço em lajes de edifícios Encontro Nacional BETÃO ESTRUTURAL - BE2012 FEUP, 24-26 de outubro de 2012 Pré-esforço em lajes de edifícios Paulo Oliveira 1 João Vinagre 2 Bernardo Lôbo 3 RESUMO O principal objetivo do presente trabalho

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE GEOTÊXTIL BIDIM EM ATERRO SOBRE SOLO MOLE E DRENAGEM SUB-SUPERFICIAL CAMPOS ELÍSEOS, DUQUE DE CAXIAS RJ

UTILIZAÇÃO DE GEOTÊXTIL BIDIM EM ATERRO SOBRE SOLO MOLE E DRENAGEM SUB-SUPERFICIAL CAMPOS ELÍSEOS, DUQUE DE CAXIAS RJ UTILIZAÇÃO DE GEOTÊXTIL BIDIM EM ATERRO SOBRE SOLO MOLE E DRENAGEM SUB-SUPERFICIAL CAMPOS ELÍSEOS, DUQUE DE CAXIAS RJ Autor: Departamento Técnico - Atividade Bidim Distribuidor: Geomaks Comércio de Geossintéticos

Leia mais

Questão 2 Uma esfera de cobre de raio R0 é abandonada em repouso sobre um plano inclinado de forma a rolar ladeira abaixo. No entanto, a esfera

Questão 2 Uma esfera de cobre de raio R0 é abandonada em repouso sobre um plano inclinado de forma a rolar ladeira abaixo. No entanto, a esfera Questão 1 Na figura abaixo, vê-se um trecho de uma linha de produção de esferas. Para testar a resistência das esferas a impacto, são impulsionadas a partir de uma esteira rolante, com velocidade horizontal

Leia mais

Ficha de avaliação Física e Química A - Versão 1 Outubro de 2013. Nome: Nº: turma: 11E

Ficha de avaliação Física e Química A - Versão 1 Outubro de 2013. Nome: Nº: turma: 11E Ficha de avaliação Física e Química A - Versão 1 Outubro de 2013 Nome: Nº: turma: 11E CLASSIFICAÇÃO: Valores Professor: Cotação - 10V 1. Observa a figura 1 seguinte, que representa um corpo em movimento,

Leia mais

Carolina Luiza Rizental Machado

Carolina Luiza Rizental Machado Carolina Luiza Rizental Machado INTRODUÇÃO A energia termoelétrica é aquela gerada a partir da queima de algum combustível, tanto de fontes renováveis, quando de fontes não renováveis; As usinas termoelétricas

Leia mais

Índice de Aferição de Acessibilidade Física

Índice de Aferição de Acessibilidade Física Área de Aproximação à porta Interfere na faixa livre mínima? (faixa livre mín=0,90m) Há área de manobra para cadeira de rodas? (raio mínimo=de 1,20m a 1,50m) Dimensões da área frontal à porta Dimensões

Leia mais

PLANTA BAIXA UNIDADE 3

PLANTA BAIXA UNIDADE 3 PLANTA BAIXA UNIDADE 3 Componentes de uma Planta-Baixa (25-08) Roteiro para Elaboração de uma Planta-Baixa 81 Conteúdo da Planta Baixa vedações (paredes) estrutura (pilares) aberturas (portas e janelas)

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE HORIZONTINA

PREFEITURA MUNICIPAL DE HORIZONTINA MEMORIAL DESCRITIVO PARA OBRAS DE TERRAPLENAGEM, PAVIMENTAÇÃO, OBRAS COMPLEMENTARES E SINALIZAÇÃO GENERALIDADES: O presente memorial tem por objetivo descrever os procedimentos que serão utilizados para

Leia mais

Materiais de Construção. Prof. Aline Fernandes de Oliveira, Arquiteta Urbanista 2010

Materiais de Construção. Prof. Aline Fernandes de Oliveira, Arquiteta Urbanista 2010 Materiais de Construção de Oliveira, Arquiteta Urbanista 2010 AGREGADOS AGREGADOS DEFINIÇÃO É o material particulado, incoesivo, de atividade química praticamente nula, constituído de misturas de partículas

Leia mais

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO FINAL DE FÍSICA

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO FINAL DE FÍSICA ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO FINAL DE FÍSICA Nome: Nº 9º ano Data: / / 2015 Professor: Boniek Nota: A - Introdução Leia, atentamente, este roteiro, pois ele resgata conteúdos essenciais para o prosseguimento

Leia mais