DOCUMENTAÇÃO ADICIONAL PARA SUPRESSÕES VEGETAIS ESPECÍFICAS:

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1 DOCUMENTAÇÃO ADICIONAL PARA SUPRESSÕES VEGETAIS ESPECÍFICAS: LINHA DE TRANSMISSÃO: 1. Autorização de passagem reconhecida em cartório ou DUP (Declaração de Utilidade Pública) da ANEEL. Obs: Domínio público: Não há necessidade de apresentação de documento de propriedade (certidão); 2. Não será solicitada documentação de averbação da reserva legal. Anexar declaração informando que o desmatamento na linha de transmissão não contemplará Reserva Legal. Caso haja necessidade de supressão de trechos de Reserva Legal, providenciar a Relocação dos mesmos. Nestes casos a análise processual dependerá da regularização da Reserva Legal; 3. Cópia da licença de instalação (poderá ser anexada na finalização do processo); 4. Mapa com a delimitação dos pontos onde ocorrerá a supressão vegetal, ao longo da linha, com quadro de coordenadas UTM e suas respectivas dimensões (área, comprimento e largura) caracterizando as tipologias vegetais ao longo da linha, identificando Áreas de Preservação Permanente (APPS) e Reserva Legal; 6. No mapa assim como na imagem de satélite, devem ser identificados os proprietários das áreas por onde passa a linha; 7. Indicar o quantitativo de espécies protegidas por lei (preferencialmente PAVIMENTAÇÃO: 1. Domínio público: Não há necessidade de apresentação de documento de propriedade (certidão). Anexar documento constando que a área pavimentada é de domínio público ou autorização de passagem reconhecida em cartório; 2. Não será solicitada a documentação de averbação da reserva legal, uma vez que se trata 3. Cópia da licença de instalação (poderá ser anexada na finalização do processo). 4. Mapa com a delimitação dos pontos onde ocorrerá à supressão vegetal, ao longo da faixa de domínio, com quadro de coordenadas UTM e suas respectivas dimensões (área, comprimento e largura) caracterizando as tipologias vegetais ao longo da faixa, identificando APPs e Reserva Legal; 6. No mapa assim como na imagem de satélite citados acima, devem ser identificados os proprietários das áreas por onde passa a faixa de domínio; 7. Indicar o quantitativo de espécies protegidas por lei (preferencialmente

2 georreferenciar) e apresentar projeto de Medida Compensatória (diretrizes em anexo); PCH: PEQUENAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS 1. Cópia das certidões de todas as áreas que a PCH irá abranger ou contrato de compra e venda ou DUP (Declaração de Utilidade Pública) da ANEEL 2. Cópia da Licença de instalação (será anexada na finalização do processo); 3. Cópia da Licença de Levantamento, Monitoramento e Resgate de Fauna; 4. Mapa com a delimitação dos pontos onde ocorrerá à supressão vegetal com quadro de coordenadas UTM, caracterizando as tipologias vegetais. Demonstrar no mapa a área de abrangência da PCH; 6. Indicar o quantitativo de espécies protegidas por lei (preferencialmente SUBESTAÇÃO: 1. DUP (Declaração de Utilidade Pública), Decreto de Desapropriação ou Certidão; 2. Declaração de uso do Solo da Prefeitura (caso de área urbana); 3. Mapa com a delimitação dos pontos onde ocorrerá à supressão vegetal, com quadro de coordenadas UTM caracterizando as tipologias vegetais, identificando APPs e Reserva Legal; 4. Memorial descritivo, contemplando croqui de acesso; 5. Licença de instalação (Poderá ser anexada na finalização do processo); 6. Não será solicitada a documentação de averbação da reserva legal, uma vez que se trata 7. Mapa de imagem de satélite impresso e arquivo digital de acordo com o mapa de 8. Indicar o quantitativo de espécies protegidas por lei (preferencialmente INDÚSTRIA SUCROALCOOLEIRA: Seguir Instrução Normativa 01/2007; 1- Licença de Instalação vigente da Usina o qual destina-se o plantio de cana -de açúcar;

3 2- Mapa contemplando a área de influência indireta do EIA/RIMA da Usina. A propriedade/área requerida deverá estar inserida nesta área de influência (Art. 1º Parágrafo I da IN 01/2007); 3- Levantamento florístico georreferenciado das espécies nativas que serão suprimidas; (Art. 1º, Parágrafo XI da IN 01/2007); Obs: O plantio de cana-de açúcar deverá ser feito apenas em áreas já antropizadas (Art. 1º Parágrafo XIV da IN 01/2007); 4- Projeto técnico de compensação ambiental das espécies nativas a serem suprimidas. Deverá ser adotada como medida mitigadora o plantio de árvores, na razão mínima de 12 (doze) novas árvores nativas para cada árvore suprimida, mantendo-se os tratos culturais por no mínimo 3 ( três) anos (Art 1º Parágrafo XII da IN 01/2007); Obs: Deverá ser incluído no mapa de levantamento topográfico o quadro de coordenadas da área compensatória; - A medida compensatória não poderá contemplar Reserva Legal e APP e deverá ser proposta na propriedade no qual se está pleiteando a supressão. 5- Certidão da Prefeitura Municipal ou SANEAGO, atestando se o manancial envolvido é utilizado ou não, para o abastecimento público (Art. 2º da IN 01/2007). MINERAÇÃO: 1. Cópia da Licença de Instalação (poderá ser anexada na finalização do processo); 2. Indicar o quantitativo de espécies protegidas por lei (preferencialmente SANEAGO: 1. Autorização de passagem reconhecida em cartório ou DUP (Declaração de Utilidade Pública) ou Decreto de Desapropriação; 2. Não será solicitada a documentação de averbação da reserva legal, uma vez que se trata 3. Cópia da licença de instalação (Poderá ser anexada na finalização do processo); 4. Mapa com a delimitação dos pontos onde ocorrerá à supressão vegetal, ao longo da

4 obra, com quadro de coordenadas UTM e suas respectivas dimensões (área, comprimento e largura) caracterizando as tipologias vegetais ao longo da área, identificando APPs e Reserva Legal; 5. Imagem de satélite com mapa impresso de acordo com o levantamento topográfico e atendendo a portaria 098/2004; 6. No mapa assim como na imagem de satélite, devem ser identificados os proprietários das áreas por onde passa a obra; 7. Apresentar croqui de localização com roteiro; 8. Indicar o quantitativo de espécies protegidas por lei que serão suprimidas (preferencialmente georreferenciar) e apresentar projeto de Medida Compensatória (diretrizes em anexo); 9. Em caso de supressão de espécies protegidas por lei ou de áreas de APP, apresentar Medida Compensatória; LOTEAMENTO: 1. Cópia da licença de instalação (Poderá ser anexada na finalização do processo); 2. Indicar o quantitativo de espécies protegidas por lei (preferencialmente georreferenciar) e apresentar projeto de Medida Compensatória (diretrizes em anexo); APROVEITAMENTO SOCIOECONÔMICO DO MATERIAL LENHOSO PARA CARVOEJAMENTO Adequar projeto à IN 021/ Publicação do pedido de licenciamento ambiental para supressão vegetal, corte de árvores isoladas ou para aproveitamento de material lenhoso no Diário Oficial do Estado e em periódico de circulação local/regional, contendo, também o pedido de Autorização Ambiental para Carvoejamento, conforme modelo oferecido pela SEMARH; 2. Informar no DVA Flora item H seção II Estimativa de produção, se há interesse na produção de carvão; 3. Acrescentar ao DVA Flora, item I Informações Gerais, subitem I.3, o enquadramento para fins de aproveitamento socioeconômico IN 21/2012; 4.Caso haja interesse na produção de carvão, incluir na Declaração de Responsabilidade: Declaro para os devidos fins que a localização dos fornos para a atividade de carvoejamento atenderá os seguintes requisitos técnicos: a) Serão locados no mínimo a (três mil) metros da sede do perímetro urbano dos municípios, distritos, vilas rurais ou núcleos habitacionais não definidos como perímetro urbano, contados a partir da área residencial;

5 b) Serão locados no mínimo de 500 (quinhentos) metros de estradas estaduais e federais; c) Serão locados no mínimo de 200 (duzentos) metros de qualquer coleção hídrica; d) Os fornos não serão locados em terras indígenas, áreas de preservação permanente, reserva legal e demais áreas sob regime especial de proteção ambiental; e) Só haverá a instalação dos fornos em área de Conservação de Uso Sustentável ou em área circundante das Unidades de Conservação de Proteção Integral caracterizada como sua Zona de amortecimento após a anuência e a observação das diretrizes que estiverem estabelecidas pelo órgão gestor da Unidade; - Informação da quantidade de fornos prevista. OBSERVAÇÕES: A medida compensatória utilizada no caso de supressão de espécies protegidas por lei e em áreas de preservação permanente (casos previstos na resolução CONAMA 369/2006), é o replantio de 12 espécies nativas do cerrado para cada exemplar retirado ou a destinação de uma área nativa com dimensões proporcionais e que apresente um ganho ambiental relativo à área suprimida, preferencialmente contígua a uma APP ou Reserva Legal. Tal área deverá receber o mesmo tratamento da Reserva Legal. Embasamento jurídico: Artigo 27 da lei de 25 de maio de A área compensatória deverá ser definida em projeto contendo as técnicas e práticas culturais a serem adotadas, mapa com quadro de coordenadas e esta será registrada na licença de exploração florestal. O espaçamento utilizado para o cálculo da área é o de 3 x 2. A medida compensatória deve vir acompanhada de ART de elaboração e execução; Os casos de intervenção em Área de Preservação Permanente deverão ser devidamente justificados no processo e deverão estar enquadrados nos dispositivos previstos pela Resolução CONAMA 369/2006. Tais documentos elencados acima deverão complementar a documentação que já é solicitada nos casos de supressão vegetal.

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