FECHADO PELO GESTOR. Secretaria Estadual de Saúde - Rio Grande do Sul-RS IDENTIFICAÇÃO DO GESTOR PÚBLICO DO SUS ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELA GESTÃO DO SUS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FECHADO PELO GESTOR. Secretaria Estadual de Saúde - Rio Grande do Sul-RS IDENTIFICAÇÃO DO GESTOR PÚBLICO DO SUS ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELA GESTÃO DO SUS"

Transcrição

1 Atual condição de Gestão do SUS: Rio Grande do Sul IDENTIFICAÇÃO DO GESTOR PÚBLICO DO SUS Situação do estado quanto a elaboração de Plano Diretor de Regionalização conforme a NOAS 2002: ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELA GESTÃO DO SUS Órgão: Secretaria do Estado da Saúde de Rio Grande do Sul CNPJ: / Dirigente: Osmar Gasparini Terra Profissão: Médico RG: CPF: Endereço: Rua: Av. Borges de Medeiros, Centro Administrativo Nº: ºandar Bairro: Centro Cidade: Porto Alegre - RS CEP: Tel.: Fax: ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELA GESTÃO DAS AÇÕES EM HIV/AIDS E OUTRAS DST Coordenador ou Técnico Responsável: Tânia Mara de Quadros Figueiró Endereço: Rua: Av. Borges de Medeiros, Centro Administrativo Bairro:Centro Cidade: Porto Alegre - RS Tel.: Fax: Nº: ºandar CEP: SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 1 de 8

2 EQUIPE DE APOIO RESPONSÁVEL PELO PLANEJAMENTO E GERENCIAMENTO DAS AÇÕES EM HIV/AIDS E OUTRAS DST Nome Departamento Telefone: Angela Rippel Reichert SPE e RH (51) Clarice Solange Teixeira Batista Epidemiologia (51) Doris Rerin Administrativo e OSC (51) Eliana Maria Frederes de Mattos Assistência (51) Gisleide da Silva Maria RH e Farmacêutico (51) Guilherme Ferrer Flores Estagiário (51) Ingrid Zimmermann Treinamentos (51) Isabel Cristina Machado Boeira Estagiária (51) Ivete Cristina Teixeira Canti Transmissão Vertical do HIV e SC (51) Janine Borges de Figueiredo Administrativo (51) Jussara San Leon Kosminsky Assistência Farmacêutica (51) Luciane Silva da Silva Estagiária (51) Sandra Mara Nora Bueno Treinamentos (51) Silvana Lopes Garcia da Rosa Treinamentos (51) Sônia Hoffmann SPE e Deficiência (51) Tânia Mara de Quadros Figueiró Chefia e Prevenção (51) SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 2 de 8

3 O Estado do Rio Grande do Sul tem uma população de habitantes, sendo do sexo masculino e do sexo feminino. Possui: 496 Municípios 19 Coordenadorias Regionais de Saúde 9 municípios com PAM 54 SAES 21 CTAS (com perspectivas de +) 06 Hospitais-dia 186 leitos (CNES) 07 Laboratórios CD4/CD8 e CV (+1 implantação) 01 Laboratório Genotipagem (com perspectiva de +1) Rede Laboratorial de Diagnóstico Em torno de adultos e 750 crianças estão em terapia ARV. PERFIL E TENDÊNCIAS DO HIV/AIDS E OUTRAS DST No Rio Grande do Sul, assim como no Brasil, existe uma tendência de estabilização da incidência anual de casos. Entretanto, esse patamar de estabilização continua bastante elevado (2.600 casos novos por ano). Já, a prevalência vem mostrando uma tendência de crescimento no mesmo período, pois, o número de óbitos entre os casos de Aids teve uma queda acentuada. A diminuição da letalidade, que vêm ocorrendo claramente nos últimos 05 anos, faz com que aumente a prevalência dos casos. Por outro lado, a tendência de diminuição da letalidade nos aponta para uma melhor efetividade nos tratamentos. A tendência de aumento da transmissão heterossexual entre os homens provavelmente reflete a tendência (observada subjetivamente) de migração dos UDI para outras drogas principalmente o crack. E, atualmente, pode-se dizer que, basicamente, as drogas, tanto as injetáveis quanto as outras inclusive e, principalmente, o álcool estão associadas (indiretamente) na transmissão sexual do HIV/Aids, na maioria das vezes. O dado que mais chama a atenção nesse período é a distribuição proporcional dos casos nas faixas-etárias para o sexo masculino e feminino. Há uma tendência de estabilização da distribuição proporcional em torno de 4% de casos femininos e 57% de casos masculinos nos últimos 02 anos. Entretanto, estratificando por faixa-etária verificamos diferença na proporção de casos para os homens e mulheres com Aids: Entre os adolescentes e adultos jovens (14-29 anos de idade) a proporção de mulheres é muito maior. Na faixa-etária de 0 a 50 anos a situação se inverte. E nos adultos com mais de 50 a distribuição é parelha. Há uma tendência de: diminuição proporcional de casos em adolescentes e em adultos jovens com menos de 29 anos de idade e, um aumento proporcional de adultos com mais de 50 anos de idade. as faixas etárias medianas de 0 a 49 anos de idade, mantém uma estabilidade e representa cerca de 65% dos homens e 55% das mulheres com Aids notificados(as) nos últimos 5 anos. Com os pacientes adultos do sexo masculino houve uma mudança significativa em termos de perfil epidemiológico ao longo da história da epidemia no estado. O perfil de transmissão sexual homo e bissexual principal categoria de risco no início da epidemia se manteve semelhante até 1994 e, após, mostrou tendência de queda. Entretanto, nos últimos 04 anos observamos um pequeno aumento proporcional dessa categoria de exposição de 17.% para 20.6% dos casos em homens. De qualquer forma, a transmissão sexual de maior proporção entre os casos masculinos se mantém a heterossexual média de 42% dos casos nos últimos 04 anos. O perfil de transmissão sangüínea que sempre esteve associado ao uso de drogas injetáveis vem mostrando uma modificação importante nos últimos 0 anos. Verifica-se uma diminuição proporcional de casos em UDI, acompanhada de um aumento (mais ou menos na mesma proporção) dos casos em heterossexuais. No que se refere aos casos de Aids em crianças, verifica-se uma tendência importante de diminuição da incidência a partir do ano especialmente entre as menores (<5 anos). Verifica-se, também, uma mudança no perfil de distribuição por faixa-etária aumento proporcional de casos entre as crianças mais velhas (5-1 anos). A diminuição dos casos provavelmente deve-se à prevenção da transmissão vertical (responsável por mais de 90% dos casos em crianças). SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: de 8

4 BALANÇO DA EXECUÇÃO DAS METAS DO PAM DE 2008 Promoção, Prevenção e Proteção 1. PROMOÇÃO, PREVENÇÃO E PROTEÇÃO. Nesta área de atuação foram trabalhadas metas nas seguintes áreas temáticas: Comunicação em Saúde: Foram realizadas campanhas no carnaval, no Planeta Atlântida, no Dia Internacional da Mulher e no 1º de Dezembro. Um avanço que tivemos neste ano foi a formação de um grupo de trabalho constituído por técnicos da Seção de Controle das DST/Aids, Assessoria de Comunicação Social da SES, Agência de Publicidade contratada pelo estado e integrantes das OSC para o planejamento das campanhas e materiais informativos e instrucionais. Redução de Danos: No 1º semestre foram realizados assessoramentos aos municípios que têm programa de redução de danos por dois consultores, contratados para esse fim. SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 4 de 8

5 PONTOS CRITICOS QUE IRÃO PAUTAR A CONSTRUÇÃO DAS METAS DO PAM 2009 Promoção, Prevenção e Proteção As ações de prevenção devem ser intensificadas porque no RS, mesmo existindo uma tendência de estabilização da incidência de casos de Aids, esse patamar continua bastante elevado (2.600 casos novos por ano). Com o término do convênio com a UNESCO (PRODOC) e fim do contrato dos consultores em junho, nem todas as ações de redução de danos se efetivaram, mas para o próximo ano o trabalho será integrado com a Seção de Saúde Mental e Escola de Saúde Pública. Área de Atuação: Promoção, Prevenção e Proteção Área Temática: Comunicação em Saúde Descrição da Meta: Em 2009, realizar cinco campanhas, envolvendo promoção, prevenção, preconceito e discriminação em DST/HIV/Aids e drogas, para população em geral e/ ou especifica no estado do RS. Diiretriz relacionada à meta: 09 - Aumento da cobertura das ações de prevenção na população em geral O que: realizar campanhas Quanto: 5,00 campanhas Para Quem: população em geral Onde: no estado do RS Quando: Mês/Ano Inicial(1/1/2009) a Mês/Ano Final(1/12/2009) Fonte para verificação do alcance da meta: Relatório/memória das reuniões; processos de pagamento; recibos da agência publicitária. Somatório dos recursos financeiros previstos nas ações/insumos vinculados à meta R$: ,48 Identificação: PN Parecer: adequada Tipo da Meta: 1 1. Realizar as campanhas: de carnaval, planeta Atlântida, dia dos namorados, 1 de dezembro e semana farroupilha. 2.Manter Grupo de Trabalho Interinstitucional, com integrantes de OG e OSC, para o planejamento, sugestões e indicação de conteúdo. De A Próprio Aplicação 2 Próprios da ação 1 $ ,00 $0,00 $0,00 $94.62,48 $0,00 $894.62,48 1.RECEBIDO: recursos recebidos do (fundo a fundo), que não foram aplicados na execução do PAM anterior ao fim dos 12 meses ( não considerar os valores já empenhados e outras ações que estão previstas para serem liquidadas no período entre o décimo e o décimo segundo mês). 2.APLICAÇÃO FINANCEIRA: recursos aferidos da aplicação financeira dos recursos repassados fundo a fundo..próprios: recursos próprios do gestor de saúde que deveriam ter sido aplicados no PAM anterior e que por algum motivo não foram ( não considerar os valores já empenhados e outras ações que estão previstas para serem liquidadas no período entre o décimo e o décimo segundo mês). SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 5 de 8

6 Área de Atuação: Promoção, Prevenção e Proteção Área Temática: Promoção de práticas sexuais seguras Descrição da Meta: No ano de 2009 ampliar o Programa de Saúde e Prevenção nas Escolas para mais 10 municípios com incentivo fundo a fundo, no RS. Diiretriz relacionada à meta: 09 - Aumento da cobertura das ações de prevenção na população em geral O que: ampliação do SPE Quanto: 10,00 municípios Para Quem: adolescentes em idade escolar Onde: no estado do RS Quando: Mês/Ano Inicial(1/1/2009) a Mês/Ano Final(1/12/2009) Fonte para verificação do alcance da meta: Lista de presença, convites, programa, avaliação do evento. Somatório dos recursos financeiros previstos nas ações/insumos vinculados à meta R$: 0,00 Identificação: PN Parecer: adequada Tipo da Meta: 1 4.Realizar 02 capacitações para os municípios novos ( ($ vide meta de qualificações) 5.Sensibilização dos Grupos Gestores (SPE) sobre diversidade sexual, direitos sexuais e reprodutivos (gays HSH e travestis). 6.Ampliar a discussão e incluir ações educativo-pedagógicas sobre diversidade sexual, direitos sexuais e reprodutivos nos projetos do programa de SPE Saúde e Prevenção nas Escolas; De A Próprio Aplicação 2 Próprios da ação 1 SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 6 de 8

7 Área de Atuação: Promoção, Prevenção e Proteção Área Temática: Promoção de práticas sexuais seguras Descrição da Meta: No ano de 2009 realizar 02 oficinas visando a implantação do Plano Estadual de Enfrentamento a Feminização da Epidemia da Aids e outras DST em conjunto com outras áreas do governo e sociedade civil do RS. Diiretriz relacionada à meta: 08 - Aumento da cobertura das ações de prevenção para populações vulneráveis, nº(s): O que: realização de oficinas Quanto: 2,00 oficinas Para Quem: população feminina Onde: no estado do RS Quando: Mês/Ano Inicial(1/1/2009) a Mês/Ano Final(1/12/2009) Fonte para verificação do alcance da meta: Lista de presença, convites, programa, avaliação do evento. Somatório dos recursos financeiros previstos nas ações/insumos vinculados à meta R$: 0,00 Identificação: PN Parecer: adequada Tipo da Meta: 1 1.Proporcionar oficinas de integração entre os diversos atores que fizeram parte da elaboração do Plano Estadual com discussões de estratégias educativas para enfrentamento da feminização da epidemia.($ vide meta de qualificações) De A Próprio Aplicação 2 Próprios da ação 1 SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 7 de 8

8 Área de Atuação: Promoção, Prevenção e Proteção Área Temática: Promoção de práticas sexuais seguras Descrição da Meta: No ano de 2009 realizar 02 oficinas visando a implantação do Plano Estadual de Enfrentamento da Epidemia da Aids e das DST entre gays, HSH e Travestis em conjunto com outras áreas do governo e sociedade civil do RS. Diiretriz relacionada à meta: 08 - Aumento da cobertura das ações de prevenção para populações vulneráveis, nº(s): O que: realização de oficinas Quanto: 2,00 oficinas Para Quem: população de gays, HSH e Travestis. Onde: no estado do RS. Quando: Mês/Ano Inicial(1/1/2009) a Mês/Ano Final(1/12/2009) Fonte para verificação do alcance da meta: Lista de presença, convites, programa, avaliação do evento. Somatório dos recursos financeiros previstos nas ações/insumos vinculados à meta R$: 0,00 Identificação: PN Parecer: adequada Tipo da Meta: 1 1.Proporcionar oficinas de integração entre os diversos atores que fizeram parte da elaboração do Plano Estadual com discussões de estratégias educativas para trabalhar com essa população específica. ($ vide meta de qualificações) De A Próprio Aplicação 2 Próprios da ação 1 SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 8 de 8

9 Área de Atuação: Promoção, Prevenção e Proteção Área Temática: Promoção de práticas sexuais seguras Descrição da Meta: Em 2009 realizar 04 eventos sobre o projeto Diferença em Cena no RS. Diiretriz relacionada à meta: 08 - Aumento da cobertura das ações de prevenção para populações vulneráveis, nº(s): O que: realizar oficinas Quanto: 4,00 numérica Para Quem: portadores de necessidades especiais Onde: no estado do RS Quando: Mês/Ano Inicial(1/1/2009) a Mês/Ano Final(1/12/2009) Fonte para verificação do alcance da meta: Lista de presença, convites, programa, avaliação do evento. Somatório dos recursos financeiros previstos nas ações/insumos vinculados à meta R$: 0,00 Identificação: PN Parecer: necessita refisão de meta Tipo da Meta: 1 De A Próprio 1 Aplicação da ação 2 Próprios 1.Realização de 0 oficinas; ($ vide meta de qualificações) 2.Realização de 01 seminário macrorregional sul. ($ vide meta de qualificações) 1.RECEBIDO: recursos recebidos do (fundo a fundo), que não foram aplicados na execução do PAM anterior ao fim dos 12 meses ( não considerar os valores já empenhados e outras ações que estão previstas para serem liquidadas no período entre o décimo e o décimo segundo mês). 2.APLICAÇÃO FINANCEIRA: recursos aferidos da aplicação financeira dos recursos repassados fundo a fundo..próprios: recursos próprios do gestor de saúde que deveriam ter sido aplicados no PAM anterior e que por algum motivo não foram ( não considerar os valores já empenhados e outras ações que estão previstas para serem liquidadas no período entre o décimo e o décimo segundo mês). SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 9 de 8

10 Área de Atuação: Promoção, Prevenção e Proteção Área Temática: Redução de danos pelo uso de drogas Descrição da Meta: Em 2009 qualificar e fortalecer, em conjunto com a Saúde Mental e a Escola de Saúde Pública, os 9 municípios habilitados na Política de e as 19 CRS para a implantação e implementação do Programa de Redução de Danos no RS. Diiretriz relacionada à meta: 08 - Aumento da cobertura das ações de prevenção para populações vulneráveis, nº(s): O que: qualificação e fortalecimento para ações em RD Quanto: 58,00 numérica Para Quem: população em geral e usuários de drogas Onde: no estado do RS. Quando: Mês/Ano Inicial(1/1/2009) a Mês/Ano Final(1/12/2009) Fonte para verificação do alcance da meta: Número de Municípios e CRS programados X Número de Municípios e CRS qualificados; Lista de presença, convites, programas Somatório dos recursos financeiros previstos nas ações/insumos vinculados à meta R$: 0,00 Identificação: PN Parecer: necessita refisão de meta Tipo da Meta: 1 1.Manter o espaço de discussão dentro da COGE RS Comissão de Gestão do RS - para as ações de Redução de Danos. 2.Capacitar profissionais dos serviços de saúde para a atenção integral às pessoas que usam álcool e outras drogas e para a implantação de ações de redução de danos nos serviços de DST/Aids. ($ vide meta de qualificações).estimular a implantação de fóruns regionais e locais de Redução de Danos. 4.Produzir materiais instrucionais. ($ vide meta de outros insumos) De A Próprio Aplicação 2 Próprios da ação 1 1.RECEBIDO: recursos recebidos do (fundo a fundo), que não foram aplicados na execução do PAM anterior ao fim dos 12 meses ( não considerar os valores já empenhados e outras ações que estão previstas para serem liquidadas no período entre o décimo e o décimo segundo mês). 2.APLICAÇÃO FINANCEIRA: recursos aferidos da aplicação financeira dos recursos repassados fundo a fundo..próprios: recursos próprios do gestor de saúde que deveriam ter sido aplicados no PAM anterior e que por algum motivo não foram ( não considerar os valores já empenhados e outras ações que estão previstas para serem liquidadas no período entre o décimo e o décimo segundo mês). SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 10 de 8

11 Área de Atuação: Promoção, Prevenção e Proteção Área Temática: Prevenção em Serviços Descrição da Meta: Em 2009, realizar 02 capacitações em DST/HIV/Aids para as agentes da SUSEPE e FASE e profissionais de saúde que atuam junto às populações indígenas e quilombolas do RS. Diiretriz relacionada à meta: 08 - Aumento da cobertura das ações de prevenção para populações vulneráveis, nº(s): O que: realizar capacitações Quanto: 2,00 capacitações Para Quem: populações indígenas e quilombolas. Onde: no RS. Quando: Mês/Ano Inicial(1/1/2009) a Mês/Ano Final(1/12/2009) Fonte para verificação do alcance da meta: Lista de presença, convites e programa das capacitações. Somatório dos recursos financeiros previstos nas ações/insumos vinculados à meta R$: 0,00 Identificação: PN Parecer: adequada Tipo da Meta: 1 Realização de 01 capacitação para agentes de segurança da SUSEPE e sócio-educadores da FASE; ($ vide meta de qualificações) Realização de 01capacitação para profissionais de saúde que atuam junto às populações indígenas e quilombolas. ($ vide meta de qualificações) De A Próprio Aplicação 2 Próprios da ação 1 SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 11 de 8

12 Área de Atuação: Promoção, Prevenção e Proteção Área Temática: Prevenção em Serviços Descrição da Meta: Em 2009, habilitar 0 municípios que já possuem serviços de aconselhamento e testagem (SAT) para se constituirem como CTA, no RS. Diiretriz relacionada à meta: 05 - Aumento da cobertura do diagnóstico da infecção pelo HIV O que: habilitar 0 municipios para CTA Quanto:,00 municípios Para Quem: população em geral Onde: no estado do RS. Quando: Mês/Ano Inicial(1/1/2009) a Mês/Ano Final(1/12/2009) Fonte para verificação do alcance da meta: SI CTA relatório de gestão do Sanatório Partenon, relatório de supervisão, programa, lista de presença e avaliação das c Somatório dos recursos financeiros previstos nas ações/insumos vinculados à meta R$: 0,00 Identificação: PN Parecer: adequada Tipo da Meta: 1 De A Próprio 1 Aplicação da ação 2 Próprios 1.Realizar supervisão in loco com vistas à habilitação 2.Estimular a implantação de banco de dados - SI CTA, se necessário..capacitar/supervisionar equipes de CTA criadas. ($ vide meta de qualificações) 4.Sensibilizar profissionais dos CTA para o acolhimento e atendimento das populações de presídios, FASE, populações indígenas e quilombolas. 5.Identificar os 0 municipios a partir das indicações das regionais nas reuniões da COGE. SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 12 de 8

13 Área de Atuação: Promoção, Prevenção e Proteção Área Temática: Prevenção em Serviços Descrição da Meta: Em 2009, monitorar 100% dos CTA já existentes no estado do RS. Diiretriz relacionada à meta: 05 - Aumento da cobertura do diagnóstico da infecção pelo HIV O que: monitoramento dos CTA Quanto: 100,00 percentual Para Quem: população em geral Onde: no estado do RS Quando: Mês/Ano Inicial(1/1/2009) a Mês/Ano Final(1/12/2009) Fonte para verificação do alcance da meta: SI CTA relatório de gestão do Sanatório Partenon, relatório de supervisão, listas de presença e avaliações das capacitaç Somatório dos recursos financeiros previstos nas ações/insumos vinculados à meta R$: 0,00 Identificação: PN Parecer: necessita refisão de meta Tipo da Meta: 1 2.Realizar capacitação/supervisão continuada das equipes de saúde para aconselhamento em HIV/AIDS e Hepatites virais. ($ vide meta de qualificações) 4.Implementar / Implantar notificação de hepatites e sífilis nos CTA que realizam estas sorologias. 5.Realizar um encontro anual de CTA. ($ vide meta de qualificações) 6.Identificar e formar núcleos de aconselhadores dos serviços CTA que realizam pré e pós-teste para auxiliar na capacitação da rede de saúde nesta especificidade. De A Próprio Aplicação 2 Próprios da ação 1 1.RECEBIDO: recursos recebidos do (fundo a fundo), que não foram aplicados na execução do PAM anterior ao fim dos 12 meses ( não considerar os valores já empenhados e outras ações que estão previstas para serem liquidadas no período entre o décimo e o décimo segundo mês). 2.APLICAÇÃO FINANCEIRA: recursos aferidos da aplicação financeira dos recursos repassados fundo a fundo..próprios: recursos próprios do gestor de saúde que deveriam ter sido aplicados no PAM anterior e que por algum motivo não foram ( não considerar os valores já empenhados e outras ações que estão previstas para serem liquidadas no período entre o décimo e o décimo segundo mês). SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 1 de 8

14 Área de Atuação: Promoção, Prevenção e Proteção Área Temática: Logística de preservativo Descrição da Meta: Em 2009, disponibilizar 100% dos preservativos masculinos de acordo com o Plano de necessidade estadual e pactuação da CIB, para o RS. Diiretriz relacionada à meta: 09 - Aumento da cobertura das ações de prevenção na população em geral O que: disponibilização de preservativos Quanto: 100,00 percentual Para Quem: população em geral Onde: no estado do RS Quando: Mês/Ano Inicial(1/1/2009) a Mês/Ano Final(1/12/2009) Fonte para verificação do alcance da meta: Processo de aquisição dos preservativos; Lista e quantitativo de preservativos distribuídos. Somatório dos recursos financeiros previstos nas ações/insumos vinculados à meta R$: ,00 Identificação: PN Parecer: adequada Tipo da Meta: 1 1.Adquirir preservativos masculinos conforme pactuação da CIB e planilha de necessidades. De A Próprio Aplicação 2 Próprios da ação 1 $0,00 $ ,00 $0,00 $0,00 $0,00 $ ,00 1.RECEBIDO: recursos recebidos do (fundo a fundo), que não foram aplicados na execução do PAM anterior ao fim dos 12 meses ( não considerar os valores já empenhados e outras ações que estão previstas para serem liquidadas no período entre o décimo e o décimo segundo mês). 2.APLICAÇÃO FINANCEIRA: recursos aferidos da aplicação financeira dos recursos repassados fundo a fundo..próprios: recursos próprios do gestor de saúde que deveriam ter sido aplicados no PAM anterior e que por algum motivo não foram ( não considerar os valores já empenhados e outras ações que estão previstas para serem liquidadas no período entre o décimo e o décimo segundo mês). SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 14 de 8

15 BALANÇO DA EXECUÇÃO DAS METAS DO PAM DE 2008 Diagnóstico, Tratamento e Assistência Nesta área de atuação haviam metas programadas nas áreas de Atenção à gestante HIV+ e às crianças expostas, à gestante portadora de sífilis e ao recém nascido exposto e Redução de Danos pelo uso de drogas. Quanto à atenção à gestante HIV+ e gestante portadora de sífilis e suas crianças expostas, as metas foram cumpridas, com todas gestantes e crianças expostas atendidas. Foram realizadas capacitações para os serviços, como um Seminário sobre prevenção da Transmissão Vertical do HIV, da Sífilis e outras DST na rotina do pré-natal para médicos e enfermeiros dos serviços de saúde da rede pública. O Decreto Nº , que institui o Comitê Estadual de Avaliação de Casos de Sífilis Congênita no Estado do RS foi publicado em 29 de outubro de 2007, no entanto, a instalação e tomada de posse dos membros foram dadas pela secretária adjunta da Saúde no dia 28 de março de Sobre Redução de Danos foram realizadas capacitações sobre Drogas, Aids, e RD para Serviços de DST/Aids, Saúde Mental e Atenção Básica. SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 15 de 8

16 PONTOS CRITICOS QUE IRÃO PAUTAR A CONSTRUÇÃO DAS METAS DO PAM 2009 Diagnóstico, Tratamento e Assistência Com o término do Termo de Cooperação Técnica com a UNESCO (PRODOC) e fim do contrato dos consultores em junho, nem todas as ações se efetivaram, porém já contamos com uma técnica, do quadro de funcionários da SES, que está assumindo a Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis Congênita. SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 16 de 8

17 Área de Atuação: Diagnóstico, Tratamento e Assistência Área Temática: Atenção à gestante HIV positiva e às crianças expostas ao HIV Descrição da Meta: Em 2009, ter 100% das gestantes HIV positivas e crianças expostas atendidas nas maternidades cadastradas do estado do RS. Diiretriz relacionada à meta: 02 - Redução da transmissão vertical do HIV O que: atenção às gestantes HIV+ crianças expostas Quanto: 100,00 percentual Para Quem: gestantes HIV+ e crianças expostas Onde: nas maternidades cadastradas do estado do RS Quando: Mês/Ano Inicial(1/1/2009) a Mês/Ano Final(1/12/2009) Fonte para verificação do alcance da meta: Notificação de Aids em Adultos (SINAN), Notificação de Aids em Gestantes e Crianças Expostas, SISPRENATAL, SICLOM, SISCE Somatório dos recursos financeiros previstos nas ações/insumos vinculados à meta R$: 0,00 Identificação: PN Parecer: adequada Tipo da Meta: 1 1.Qualificar equipes de saúde de pré-natal da rede básica e de maternidades e os profissionais de saúde que atuam junto a adolescentes em cumprimento de medida sócio-educativa, presídios, populações indígenas e quilombolas. ($ vide meta de qualificações) 2.Qualificar profissionais de saúde dos serviços especializados para o atendimento da puérpera e criança exposta, melhorando a rede de referência e contra-referência (pré-natal e SAE)..Incentivar e supervisionar a implantação do teste rápido como diagnóstico em gestantes captadas tardiamente para o pré-natal a contar da 28º semana nas unidades de saúde/esf que possuem estrutura para tal. 4.Identificar a rede de referência e contra-referência (pré-natal de alto-risco e SAE). De A Próprio Aplicação 2 Próprios da ação 1 5-Produzir material informativo ($ vide meta de outros insumos) 1.RECEBIDO: recursos recebidos do (fundo a fundo), que não foram aplicados na execução do PAM anterior ao fim dos 12 meses ( não considerar os valores já empenhados e outras ações que estão previstas para serem liquidadas no período entre o décimo e o décimo segundo mês). 2.APLICAÇÃO FINANCEIRA: recursos aferidos da aplicação financeira dos recursos repassados fundo a fundo..próprios: recursos próprios do gestor de saúde que deveriam ter sido aplicados no PAM anterior e que por algum motivo não foram ( não considerar os valores já empenhados e outras ações que estão previstas para serem liquidadas no período entre o décimo e o décimo segundo mês). SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 17 de 8

18 Área de Atuação: Diagnóstico, Tratamento e Assistência Área Temática: Atenção às pessoas vivendo com HIV/AIDS Descrição da Meta: Em 2009, garantir assistência especializada a 100% das PVHA captadas pelos serviços de saúde do estado do RS. Diiretriz relacionada à meta: 05 - Aumento da cobertura do diagnóstico da infecção pelo HIV O que: garantir assistência especializada Quanto: 100,00 numérica Para Quem: pessoas vivendo com HIV/Aids Onde: no estado do RS Quando: Mês/Ano Inicial(1/1/2009) a Mês/Ano Final(1/12/2009) Fonte para verificação do alcance da meta: Lista de presença, convites, programa, avaliação do evento, nota de compra, processo de pagamento. Somatório dos recursos financeiros previstos nas ações/insumos vinculados à meta R$: ,00 Identificação: PN Parecer: adequada Tipo da Meta: 1 De A Próprio 1 Aplicação da ação 2 Próprios 1.Aquisição de PMMA; $40.000,00 $0,00 $0,00 $0,00 $0,00 $40.000,00 2.Aquisição de cânulas para aplicação do Metacrilato $6.000,00 $0,00 $0,00 $0,00 $0,00 $6.000,00.Produção de material educativo de adesão ao tratamento. ($ vide meta de outros insumos) 4.Promover cursos sobre consenso terapêutico para médicos assistentes. ($ vide meta de qualificações) 5.Realizar 01 Simpósio Estadual de co-infecções com ênfase em tuberculose e Hepatites virais ($ vide meta de qualificações) 6.Realizar 01 seminário sobre efeitos colaterais provocados pelo uso de antiretrovirais. ($ vide meta de qualificações) SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 18 de 8

19 Área de Atuação: Diagnóstico, Tratamento e Assistência Área Temática: Atenção às pessoas vivendo com HIV/AIDS Descrição da Meta: Em 2009, implantar 05 SAE no estado do RS. Diiretriz relacionada à meta: 05 - Aumento da cobertura do diagnóstico da infecção pelo HIV O que: implantação de SAE Quanto: 5,00 numérica Para Quem: pessoas vivendo com HIV/Aids Onde: no estado do RS Quando: Mês/Ano Inicial(1/1/2009) a Mês/Ano Final(1/12/2009) Fonte para verificação do alcance da meta: Convênio firmado, prestação de contas Somatório dos recursos financeiros previstos nas ações/insumos vinculados à meta R$: ,00 Identificação: PN Parecer: adequada Tipo da Meta: 1 1.Descentralizar recursos financeiros para os municípios: Palmeira das Missões, Santa Rosa, Frederico Westphalen, Osório e Lagoa Vermelha. De A Próprio Aplicação 2 Próprios da ação 1 $ ,00 $0,00 $0,00 $50.000,00 $0,00 $ ,00 1.RECEBIDO: recursos recebidos do (fundo a fundo), que não foram aplicados na execução do PAM anterior ao fim dos 12 meses ( não considerar os valores já empenhados e outras ações que estão previstas para serem liquidadas no período entre o décimo e o décimo segundo mês). 2.APLICAÇÃO FINANCEIRA: recursos aferidos da aplicação financeira dos recursos repassados fundo a fundo..próprios: recursos próprios do gestor de saúde que deveriam ter sido aplicados no PAM anterior e que por algum motivo não foram ( não considerar os valores já empenhados e outras ações que estão previstas para serem liquidadas no período entre o décimo e o décimo segundo mês). SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 19 de 8

20 Área de Atuação: Diagnóstico, Tratamento e Assistência Área Temática: Atenção à gestante portadora de Sífilis e ao Recém-Nascido Descrição da Meta: Em 2009, ter 100% das gestantes portadoras de sífilis e crianças expostas atendidas nas maternidades cadastradas do estado do RS. Diiretriz relacionada à meta: 04 - Aumento da cobertura do diagnóstico e tratamento das DST O que: atenção às gestantes portadoras de sífilis e crianças expostas Quanto: 100,00 gestantes Para Quem: gestantes portadoras de sífilis e crianças expostas Onde: nas maternidades cadastradas no estado do RS. Quando: Mês/Ano Inicial(1/1/2009) a Mês/Ano Final(1/12/2009) Fonte para verificação do alcance da meta: SISPRENATAL, SINAN, Relatórios enviados pelas maternidades, Lista de presença, programa e avaliação das capacitações. Somatório dos recursos financeiros previstos nas ações/insumos vinculados à meta R$: 0,00 Identificação: PN Parecer: adequada Tipo da Meta: 1 1.Proporcionar qualificação para profissionais de saúde dos serviços especializados para o atendimento das gestantes e parceiros, puérperas e crianças expostas à sífilis das 19 CRS, sempre incluindo nessas capacitações profissionais que atendem adolescentes em cumprimento de medida sócio-educativa, presídios, populações indígenas e quilombolas; ($ vide meta de qualificações).fomentar a criação de pelo menos 0 Comitês Regionais de Estudo de Casos de Sífilis Congênita no RS; 4.Produzir material instrucional. ($ vide meta de outros insumos) De A Próprio Aplicação 2 Próprios da ação 1 1.RECEBIDO: recursos recebidos do (fundo a fundo), que não foram aplicados na execução do PAM anterior ao fim dos 12 meses ( não considerar os valores já empenhados e outras ações que estão previstas para serem liquidadas no período entre o décimo e o décimo segundo mês). 2.APLICAÇÃO FINANCEIRA: recursos aferidos da aplicação financeira dos recursos repassados fundo a fundo..próprios: recursos próprios do gestor de saúde que deveriam ter sido aplicados no PAM anterior e que por algum motivo não foram ( não considerar os valores já empenhados e outras ações que estão previstas para serem liquidadas no período entre o décimo e o décimo segundo mês). SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 20 de 8

21 Área de Atuação: Diagnóstico, Tratamento e Assistência Área Temática: Logística de medicamentos - DST Descrição da Meta: Em 2009, adquirir 100% dos medicamentos especiais e excepcionais para portadores de DST do estado do RS conforme pactuação da CIB. Diiretriz relacionada à meta: 04 - Aumento da cobertura do diagnóstico e tratamento das DST O que: adquirir medicamentos especiais e excepcionais para portadores de DST do estado conforme pa Quanto: 100,00 medicamentos Para Quem: Pessoas portadoras de DST Onde: No Rio Grande do Sul Quando: Mês/Ano Inicial(1/1/2009) a Mês/Ano Final(1/12/2009) Fonte para verificação do alcance da meta: Balancete mensal de entrada e saída da Divisão de Assistência Farmacêutica DAF/FEPPS). Somatório dos recursos financeiros previstos nas ações/insumos vinculados à meta R$: ,00 Identificação: PN Parecer: adequada Tipo da Meta: 1 1.Adquirir medicamentos para DST conforme pactuação na CIB. De A Próprio Aplicação 2 Próprios da ação 1 $0,00 $ ,00 $0,00 $0,00 $0,00 $ ,00 1.RECEBIDO: recursos recebidos do (fundo a fundo), que não foram aplicados na execução do PAM anterior ao fim dos 12 meses ( não considerar os valores já empenhados e outras ações que estão previstas para serem liquidadas no período entre o décimo e o décimo segundo mês). 2.APLICAÇÃO FINANCEIRA: recursos aferidos da aplicação financeira dos recursos repassados fundo a fundo..próprios: recursos próprios do gestor de saúde que deveriam ter sido aplicados no PAM anterior e que por algum motivo não foram ( não considerar os valores já empenhados e outras ações que estão previstas para serem liquidadas no período entre o décimo e o décimo segundo mês). SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 21 de 8

22 Área de Atuação: Diagnóstico, Tratamento e Assistência Área Temática: Logística de medicamentos - IO (Infecção Oportunista) Descrição da Meta: Em 2009, adquirir 100% dos medicamentos especiais e excepcionais, para portadores de HIV/Aids, com infecções oportunistas, pactuados na CIB/RS. Diiretriz relacionada à meta: 05 - Aumento da cobertura do diagnóstico da infecção pelo HIV O que: Adquirir medicamentos especiais e excepcionais para IO. Quanto: 100,00 medicamentos Para Quem: Pessoas portadoras de HIV/Aids Onde: No Rio Grande do Sul Quando: Mês/Ano Inicial(1/1/2009) a Mês/Ano Final(1/12/2009) Fonte para verificação do alcance da meta: Balancete mensal de entrada e saída da Divisão de Assistência Farmacêutica (DAF/FEPPS). Somatório dos recursos financeiros previstos nas ações/insumos vinculados à meta R$: ,00 Identificação: PN Parecer: adequada Tipo da Meta: 1 1.Adquirir medicamentos especiais e excepcionais para IO e efeitos colaterais pactuados na CIB. De A Próprio Aplicação 2 Próprios da ação 1 $0,00 $ ,00 $0,00 $0,00 $0,00 $ ,00 1.RECEBIDO: recursos recebidos do (fundo a fundo), que não foram aplicados na execução do PAM anterior ao fim dos 12 meses ( não considerar os valores já empenhados e outras ações que estão previstas para serem liquidadas no período entre o décimo e o décimo segundo mês). 2.APLICAÇÃO FINANCEIRA: recursos aferidos da aplicação financeira dos recursos repassados fundo a fundo..próprios: recursos próprios do gestor de saúde que deveriam ter sido aplicados no PAM anterior e que por algum motivo não foram ( não considerar os valores já empenhados e outras ações que estão previstas para serem liquidadas no período entre o décimo e o décimo segundo mês). SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 22 de 8

23 Área de Atuação: Diagnóstico, Tratamento e Assistência Área Temática: Logística da fórmula infantil Descrição da Meta: Em 2009, distribuir 100% da fórmula láctea infantil de acordo com o recurso financeiro repassado pelo MS para o suprimento das maternidades e serviços de saúde cadastrados no estado, conforme pactuação pela CIB. Diiretriz relacionada à meta: 02 - Redução da transmissão vertical do HIV O que: Distribuir fórmula láctea infantil de acordo com o recurso financeiro repassado pelo MS Quanto: 100,00 fórmula láctea Para Quem: Crianças expostas ao HIV Onde: No Rio Grande do Sul Quando: Mês/Ano Inicial(1/1/2009) a Mês/Ano Final(1/12/2009) Fonte para verificação do alcance da meta: Notas de empenho, notas fiscais de pagamento. Somatório dos recursos financeiros previstos nas ações/insumos vinculados à meta R$: ,61 Identificação: PN Parecer: adequada Tipo da Meta: 1 1.Adquirir fórmula Láctea infantil para suprir as necessidades das crianças expostas conforme repasse financeiro do MS. 2.Distribuir fórmula Láctea infantil a cada maternidade e serviço de saúde cadastrados no estado..fomentar a discussão da mudança faixa etária de fornecimento de fórmula láctea. De A Próprio Aplicação 2 Próprios da ação 1 $ ,20 $0,00 $ ,41 $0,00 $0,00 $ ,61 1.RECEBIDO: recursos recebidos do (fundo a fundo), que não foram aplicados na execução do PAM anterior ao fim dos 12 meses ( não considerar os valores já empenhados e outras ações que estão previstas para serem liquidadas no período entre o décimo e o décimo segundo mês). 2.APLICAÇÃO FINANCEIRA: recursos aferidos da aplicação financeira dos recursos repassados fundo a fundo..próprios: recursos próprios do gestor de saúde que deveriam ter sido aplicados no PAM anterior e que por algum motivo não foram ( não considerar os valores já empenhados e outras ações que estão previstas para serem liquidadas no período entre o décimo e o décimo segundo mês). SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 2 de 8

24 BALANÇO DA EXECUÇÃO DAS METAS DO PAM DE 2008 Gestão e Desenvolvimento Humano e Institucional Nesta área de atuação estavam estabelecidas metas nas seguintes áreas temáticas: Vigilância Epidemiológica HIV/AIDS (01), Vigilância Epidemiológica DST (02), Atendimento Especializado em DST/Aids (02), Monitoramento e Avaliação (01), Logística de Medicamentos DST (01), Logística de Medicamentos IO (01), Logística da Fórmula Infantil (01), Logística de outros insumos (01), Logística de Preservativos (01), Desenvolvimento Humano e Institucional (0), Quanto aos sistemas de informação implantados e implementados estão sendo alimentados com os dados adquiridos. Logística de Preservativos e Logística da Fórmula Infantil com suas metas cumpridas Na Logística de outros insumos, alguns equipamentos ainda estão em processo de aquisição, porém a meta está sendo cumprida. As capacitações e eventos previstos para este ano estão sendo realizados conforme cronograma. SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 24 de 8

25 PONTOS CRITICOS QUE IRÃO PAUTAR A CONSTRUÇÃO DAS METAS DO PAM 2009 Gestão e Desenvolvimento Humano e Institucional No ano de 2008 as dificuldades maiores foram no repasse de recursos para o Consórcio Intermunicipal de Saúde tendo em vista dificuldades na prestação de contas da primeira parcela e na aquisição e distribuição dos medicamentos pactuados na CIB/RS. SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 25 de 8

26 Área de Atuação: Gestão e Desenvolvimento Humano e Institucional Área Temática: Desenvolvimento Humano e Institucional Descrição da Meta: Em 2009, realizar 100% das ações da Seção Estadual de DST/Aids do RS. Diiretriz relacionada à meta: 07 - Melhoria da gestão / sustentabilidade O que: melhoria da gestão Quanto: 100,00 percentual Para Quem: profissionais de saúde da Seção de Controle das DST/Aids Onde: no estado do RS Quando: Mês/Ano Inicial(1/1/2009) a Mês/Ano Final(1/12/2009) Fonte para verificação do alcance da meta: Recibos, notas de compra, comprovantes de pagamentos. Somatório dos recursos financeiros previstos nas ações/insumos vinculados à meta R$: ,00 Identificação: PN Parecer: necessita revisão de ações e/ou insumos Tipo da Meta: 1 De A Próprio 1 Aplicação da ação 2 Próprios 1. Contratação de pessoal; $60.000,00 $0,00 $0,00 $0,00 $0,00 $60.000,00 2. Compra de equipamentos ($ vide meta de outros insumos). Pagamento de cursos. $20.000,00 $0,00 $0,00 $0,00 $0,00 $20.000,00 SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 26 de 8

27 Área de Atuação: Gestão e Desenvolvimento Humano e Institucional Área Temática: Desenvolvimento Humano e Institucional Descrição da Meta: Em 2009, proporcionar 100% da participação dos técnicos da Seção Estadual de DST/Aids e profissionais responsáveis pela DST/Aids das CRS do RS em supervisões, eventos, seminários, congressos estaduais, nacionais e internacionais. Diiretriz relacionada à meta: 07 - Melhoria da gestão / sustentabilidade O que: melhoria da gestão Quanto: 100,00 percentual Para Quem: profissionais de saúde da Seção Estadual de DST/Ads Onde: no estado do RS Quando: Mês/Ano Inicial(1/1/2009) a Mês/Ano Final(1/12/2009) Fonte para verificação do alcance da meta: Relatórios de viagens, comprovantes de passagens, processo de compra e pagamento de passagens. Somatório dos recursos financeiros previstos nas ações/insumos vinculados à meta R$: ,00 Identificação: PN Parecer: necessita revisão de ações e/ou insumos Tipo da Meta: 1 1.Pagamento de diárias para profissionais das CRS responsáveis da DST/Aids e integrantes da equipe da SES DST/Aids, para supervisão local, monitoramento e qualificações aos municípios; 2. Adquirir passagens aéreas e terrestres para equipe da SES, CRS e convidados de municipios, outros Estados e países..pagamento de auxílio deslocamento para servidores da Seção de Controle das DST/Aids que participam em eventos fora do estado e país. De A Próprio Aplicação 2 Próprios da ação 1 $0.000,00 $0,00 $0,00 $0,00 $0,00 $0.000,00 $50.000,00 $0,00 $0,00 $62.000,00 $0,00 $ ,00 $0,00 $0,00 $0,00 $2.000,00 $0,00 $2.000,00 SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 27 de 8

28 Área de Atuação: Gestão e Desenvolvimento Humano e Institucional Área Temática: Desenvolvimento Humano e Institucional Descrição da Meta: Em 2009, realizar 60 qualificações no estado do RS, nas áreas específicas (assistência, prevenção, gestão, VE, direitos humanos, OSC) para gestores e trabalhadores em saúde, justiça, educação, e integrantes de OSC de municípios estratégicos para a Política de HIV/Aids e outras DST, inclusive hepatites virais B e C. tuberculose FASE, SUSEPE, quilombolas e indígenas. Diiretriz relacionada à meta: 01 - Melhoria da qualidade dos serviços públicos oferecidos às pessoas portadoras de HIV/Aids e outras DST O que: realização de capacitações Quanto: 60,00 capacitações Para Quem: população em geral e pessoas vivendo com HIV/Aids Onde: no estado do RS Quando: Mês/Ano Inicial(1/1/2009) a Mês/Ano Final(1/12/2009) Fonte para verificação do alcance da meta: Avaliações e Lista de Presenças dos Participantes, nº. de qualificações programadas x nº. de qualificações realizadas. Somatório dos recursos financeiros previstos nas ações/insumos vinculados à meta R$: ,00 Identificação: PN Parecer: adequada Tipo da Meta: 1 1.Disponibilizar pagamento de hora-aula para monitores e facilitadores. 2.Pagamento de material para apresentação de eventos (como, por exemplo, banners)..pagamento de materiais para treinamentos (ex: canetas, pastas, crachás de identificação, CD virgem, DVD virgem, cartuchos, folhas para certificado) ($ vide meta de outros insumos) 4.Estabelecer convênio com rede hoteleira para realização das 60 qualificações. De A 01/ /2009 Próprio Aplicação 2 Próprios da ação 1 $5.000,00 $0,00 $0,00 $0,00 $0,00 $5.000,00 $5.000,00 $0,00 $0,00 $0,00 $0,00 $5.000,00 $0,00 $0,00 $ ,00 $75.000,00 $0,00 $ ,00 SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 28 de 8

29 Área de Atuação: Gestão e Desenvolvimento Humano e Institucional Área Temática: Desenvolvimento Humano e Institucional Descrição da Meta: Em 2009, reavaliar e discutir a necessidade de prorrogação do convênio junto ao Consórcio Intermunicipal de Saúde (CIS) da Região Centro do estado para incentivo às ações em DST/HIV/Aids em sua área de abrangência no Rio Grande do Sul. Diiretriz relacionada à meta: 09 - Aumento da cobertura das ações de prevenção na população em geral O que: reavaliar e discutir a prorrogação de convênio junto ao CIS Quanto: 1,00 convênio Para Quem: População em geral Onde: No Rio Grande do Sul Quando: Mês/Ano Inicial(1/1/2009) a Mês/Ano Final(1/12/2009) Fonte para verificação do alcance da meta: Convênio firmado, relatório de gestão do CIS e prestação de contas do CIS. Somatório dos recursos financeiros previstos nas ações/insumos vinculados à meta R$: ,00 Identificação: PN Parecer: adequada Tipo da Meta: 1 De A Próprio 1 Aplicação da ação 2 Próprios 1.Reavaliar a necessidade do convênio. 2.Repassar parcelas, quadrimestralmente, mediante prestação $ ,00 $0,00 $ ,00 $0,00 $0,00 $ ,00 de contas e relatório de gestão..realizar reuniões e visitas in loco para acompanhar o desenvolvimento do convênio. 4.Elaborar relatório a partir da reavaliação do convênio. 5.Apresentar à CIB/RS 1.RECEBIDO: recursos recebidos do (fundo a fundo), que não foram aplicados na execução do PAM anterior ao fim dos 12 meses ( não considerar os valores já empenhados e outras ações que estão previstas para serem liquidadas no período entre o décimo e o décimo segundo mês). 2.APLICAÇÃO FINANCEIRA: recursos aferidos da aplicação financeira dos recursos repassados fundo a fundo..próprios: recursos próprios do gestor de saúde que deveriam ter sido aplicados no PAM anterior e que por algum motivo não foram ( não considerar os valores já empenhados e outras ações que estão previstas para serem liquidadas no período entre o décimo e o décimo segundo mês). SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 29 de 8

30 Área de Atuação: Gestão e Desenvolvimento Humano e Institucional Área Temática: Logística de Outros Insumos Descrição da Meta: Em 2009, implementar 100% das ações nas áreas de prevenção e promoção, diagnóstico e assistência e gestão em DST/Aids no estado do RS. Diiretriz relacionada à meta: 07 - Melhoria da gestão / sustentabilidade O que: implementação das ações Quanto: 100,00 percentual Para Quem: população em geral Onde: no estado do RS. Quando: Mês/Ano Inicial(1/1/2009) a Mês/Ano Final(0/11/2009) Fonte para verificação do alcance da meta: Processos de compra e pagamento, notas fiscais. Somatório dos recursos financeiros previstos nas ações/insumos vinculados à meta R$: 79.81,12 Identificação: PN Parecer: adequada Tipo da Meta: 1 De A Próprio 1 Aplicação da ação 2 Próprios 1.Adquirir insumos (Instrumentais reagentes e outros produtos, 01/ /2009 $ ,00 $ ,00 $0,00 $0,00 $0,00 $ ,00 como preservativos femininos, gel e tubos coletores. 2.Confeccionar os materiais instrucionais solicitados para as 01/ /2009 $ ,00 $0,00 $0,00 $ ,00 $0,00 $8.000,00 ações de prevenção, promoção e assistência em conjunto com a agencia publicitária contratada pela SES..Adquirir equipamentos e materiais permanentes 01/ /2009 $80.81,12 $0,00 $0,00 $50.000,00 $0,00 $10.81,12 4.Adquirir materiais de expediente. 01/ /2009 $5.000,00 $0,00 $0,00 $10.000,00 $0,00 $15.000,00 5.Contratar serviços de terceiros para pequenos consertos, reformas e adaptações, sem aumento de área física. 01/ /2009 $20.000,00 $0,00 $0,00 $0,00 $0,00 $20.000,00 1.RECEBIDO: recursos recebidos do (fundo a fundo), que não foram aplicados na execução do PAM anterior ao fim dos 12 meses ( não considerar os valores já empenhados e outras ações que estão previstas para serem liquidadas no período entre o décimo e o décimo segundo mês). 2.APLICAÇÃO FINANCEIRA: recursos aferidos da aplicação financeira dos recursos repassados fundo a fundo..próprios: recursos próprios do gestor de saúde que deveriam ter sido aplicados no PAM anterior e que por algum motivo não foram ( não considerar os valores já empenhados e outras ações que estão previstas para serem liquidadas no período entre o décimo e o décimo segundo mês). SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 0 de 8

31 Área de Atuação: Gestão e Desenvolvimento Humano e Institucional Área Temática: Monitoramento e Avaliação Descrição da Meta: Durante o ano de 2009, acompanhar, assessorar e monitorar 100% dos municípios habilitados na Política de às ações de HIV/Aids e outras DST no estado do RS. Diiretriz relacionada à meta: 07 - Melhoria da gestão / sustentabilidade O que: acompanhamento, assessoramento e monitoramento dos municípios com PAM Quanto: 100,00 percentual Para Quem: população em geral e pessoas vivendo com HIV/Aids Onde: no estado do RS Quando: Mês/Ano Inicial(1/1/2009) a Mês/Ano Final(1/12/2009) Fonte para verificação do alcance da meta: Relatórios de supervisões Somatório dos recursos financeiros previstos nas ações/insumos vinculados à meta R$: 0,00 Identificação: PN Parecer: necessita refisão de meta Tipo da Meta: 1 1.Acompanhamento e supervisão local dos técnicos das CRS aos serviços, projetos e programas. ($ vide área temática: Desenvolvimento humano e institucional - meta 2) 2.Desenvolver em conjunto com as CRS formas de monitoramento mais qualitativo para acompanhamento e avaliação dos referidos municípios, bem como metodologias e formas de registros visando descentralização para as regionais com capacitação prévia. De A Próprio Aplicação 2 Próprios da ação 1 1.RECEBIDO: recursos recebidos do (fundo a fundo), que não foram aplicados na execução do PAM anterior ao fim dos 12 meses ( não considerar os valores já empenhados e outras ações que estão previstas para serem liquidadas no período entre o décimo e o décimo segundo mês). 2.APLICAÇÃO FINANCEIRA: recursos aferidos da aplicação financeira dos recursos repassados fundo a fundo..próprios: recursos próprios do gestor de saúde que deveriam ter sido aplicados no PAM anterior e que por algum motivo não foram ( não considerar os valores já empenhados e outras ações que estão previstas para serem liquidadas no período entre o décimo e o décimo segundo mês). SISINCENTIVO - RPAM2005G.rpt Página: 1 de 8

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS RIO GRANDE DO SUL

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS RIO GRANDE DO SUL PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS RIO GRANDE DO SUL Criar dados sobre a população de gays, HSH e das travestis. Encaminhamentos (SINAN x campos

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS PERNAMBUCO

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS PERNAMBUCO PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS PERNAMBUCO OBJETIVO GERAL DO PLANO ESTADUAL Enfrentar a epidemia do HIV/aids e das DST entre gays, outros HSH

Leia mais

POLÍTICA BRASILEIRA DE ENFRENTAMENTO DA AIDS

POLÍTICA BRASILEIRA DE ENFRENTAMENTO DA AIDS Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais POLÍTICA BRASILEIRA DE ENFRENTAMENTO DA AIDS RESULTADOS, AVANÇOS E PERSPECTIVAS A Epidemia Prevenção Diagnóstico Assistência e Tratamento Sustentabilidade e

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS GOIÁS

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS GOIÁS PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS GOIÁS OBJETIVOS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS E PARCERIAS Estimular 80% da população de gays, HSH e travestis do

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS RIO GRANDE DO SUL

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS RIO GRANDE DO SUL PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS RIO GRANDE DO SUL Criar dados sobre a população de gays, HSH e travestis. Encaminhamentos (SINAN x campos

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS ACRE

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS ACRE PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS ACRE OBJETIVOS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS E PARCERIAS CRONOGRAMA (PRAZO) Realizar reuniões com Conselhos de Saúde,

Leia mais

FECHADO PELO GESTOR. Secretaria Estadual de Saúde - Minas Gerais-MG IDENTIFICAÇÃO DO GESTOR PÚBLICO DO SUS ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELA GESTÃO DO SUS

FECHADO PELO GESTOR. Secretaria Estadual de Saúde - Minas Gerais-MG IDENTIFICAÇÃO DO GESTOR PÚBLICO DO SUS ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELA GESTÃO DO SUS Atual condição de Gestão do SUS: Gestão Plena IDENTIFICAÇÃO DO GESTOR PÚBLICO DO SUS Situação do estado quanto a elaboração de Plano Diretor de Regionalização conforme a NOAS 2002: Encontra-se habilitado

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS PARÁ

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS PARÁ PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS PARÁ Objetivo 1 - Garantir ações de enfrentamento do HIV/DST/aids para gays, outros HSH e travestis, do ponto

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS DISTRITO FEDERAL

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS DISTRITO FEDERAL PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS DISTRITO FEDERAL Objetivo 1: Contribuir para a redução das vulnerabilidades às DST, hepatites e HIV/aids,

Leia mais

OFICINA DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE GAYS, HSH E TRAVESTIS METAS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS

OFICINA DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE GAYS, HSH E TRAVESTIS METAS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS OFICINA DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE GAYS, HSH E TRAVESTIS METAS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS 1 Estimular 80% da população de gays, HSH e travestis do

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS SERGIPE

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS SERGIPE PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS SERGIPE METAS ATIVIDADES PARCERIAS EXECUSSÃO CRONOGRAMA - Articular através da criação de uma rede via internet

Leia mais

Roteiro para consolidação do Plano de Ação / Rio de Janeiro. Metas Atividades Parceria s. fóruns e

Roteiro para consolidação do Plano de Ação / Rio de Janeiro. Metas Atividades Parceria s. fóruns e Roteiro para consolidação do Plano de Ação / Rio de Janeiro Contexto de vulnerabilidade -Complexidade da vivência da sexualidade (subjetividades); -Fragilidade da gestão do sistema de saúde (descontinuidade

Leia mais

DST/Aids e Rede Básica : Uma Integração Necessária. Programa Estadual de DST/AIDS de São Paulo

DST/Aids e Rede Básica : Uma Integração Necessária. Programa Estadual de DST/AIDS de São Paulo DST/Aids e Rede Básica : Uma Integração Necessária Programa Estadual de DST/AIDS de São Paulo DST/AIDS E ATENÇÃO BÁSICA O Sistema Único de Saúde ( SUS ) preconiza a descentralização,hierarquização e territorialização

Leia mais

Sumário. Aids: a magnitude do problema. A epidemia no Brasil. Característica do Programa brasileiro de aids

Sumário. Aids: a magnitude do problema. A epidemia no Brasil. Característica do Programa brasileiro de aids Sumário Aids: a magnitude do problema A epidemia no Brasil Característica do Programa brasileiro de aids Resultados de 20 anos de luta contra a epidemia no Brasil Tratamento Prevenção Direitos humanos

Leia mais

Informes do Departamento

Informes do Departamento Informes do Departamento Reunião ampliada CAMS/CNAIDS/CAPDA Local: Nobile LakeSide Hotel, Brasília/DF Data: 30 e 31 de outubro de 2012 Fique Sabendo - Mobilização Nacional de Ampliação da Testagem para

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS CEARÁ

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS CEARÁ PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS CEARÁ OBJETIVOS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS E PARCERIAS CRONOGRAMA MONITORAMENTO INDICADOR Incluir anualmente,

Leia mais

PORTARIA Nº 1679/GM Em 13 de agosto de 2004. PUBLICADA NO DIARIO OFICIAL DA UNIÃO EM 16 DE AGOSTO DE 2004 Nº 157 PAGINA 36 SEÇÃO 1

PORTARIA Nº 1679/GM Em 13 de agosto de 2004. PUBLICADA NO DIARIO OFICIAL DA UNIÃO EM 16 DE AGOSTO DE 2004 Nº 157 PAGINA 36 SEÇÃO 1 PORTARIA Nº 1679/GM Em 13 de agosto de 2004. PUBLICADA NO DIARIO OFICIAL DA UNIÃO EM 16 DE AGOSTO DE 2004 Nº 157 PAGINA 36 SEÇÃO 1 Aprova normas relativas ao Sistema de Monitoramento da Política de Incentivo

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS RIO DE JANEIRO

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS RIO DE JANEIRO PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS RIO DE JANEIRO Objetivo 1 - Apresentar e difundir o Plano Enfrentamento do HIV/Aids e outras DST junto à

Leia mais

Objetivo 2 Ampliar e qualificar o acesso integral e universal à prevenção das DST/HIV/aids para Gays, outros HSH e Travestis.

Objetivo 2 Ampliar e qualificar o acesso integral e universal à prevenção das DST/HIV/aids para Gays, outros HSH e Travestis. Histórico 1º semestre de 2008 Elaboração do Plano Nacional de Enfrentamento da Epidemia de Aids e das DST entre gays, hsh e travestis Agos/08 Oficina Macro Sudeste para apresentação do Plano Nacional Set/08

Leia mais

PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA FEMINIZAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS DE GOIÁS

PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA FEMINIZAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS DE GOIÁS PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA FEMINIZAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS DE GOIÁS Diagnóstico Operacionalização do Plano Estadual Contexto de vulnerabilidade 1. Relações desiguais de gênero Ações governamentais

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 Notas importantes: O Banco de dados (BD) do Sistema de Informação Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) vem sofrendo nos últimos

Leia mais

REDE NACIONAL DE ADOLESCENTES E JOVENS VIVENDO COM HIV/AIDS

REDE NACIONAL DE ADOLESCENTES E JOVENS VIVENDO COM HIV/AIDS REDE NACIONAL DE ADOLESCENTES E JOVENS VIVENDO COM HIV/AIDS Manuela Estolano Coordenadora Nacional Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids REDE NACIONAL DE ADOLESCENTES E JOVENS VIVENDO

Leia mais

Plano Operacional. para Redução da Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis. Brasil

Plano Operacional. para Redução da Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis. Brasil Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Secretaria de Assistência à Saúde Plano Operacional para Redução da Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis Brasil 2007 2007 Ministério da Saúde É

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SES/GO

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SES/GO SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SES/GO SUPERINTENDÊNCIA DE POLÍTICAS DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE-SPAIS Goiânia Agosto/2011 SUPERINTENDÊNCIA DE POLÍTICAS DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE - SPAIS 6. GERÊNCIA DE

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 Notas importantes: O Banco de dados (BD) do Sistema de Informação Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) vem sofrendo nos últimos

Leia mais

Contrata Consultor na modalidade

Contrata Consultor na modalidade Contrata Consultor na modalidade PROJETO 914/BRZ/1138 EDITAL Nº 03/2015 1. Perfil: 044/2014 - Consultor em gestão de processos de negócio 3. Qualificação educacional: Nível superior completo em qualquer

Leia mais

Resumo do Perfil epidemiológico por regiões. HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 SAÚDE 1

Resumo do Perfil epidemiológico por regiões. HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 SAÚDE 1 Resumo do Perfil epidemiológico por regiões HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 Resumo do perfil epidemiológico por regiões SAÚDE 1 HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 APRESENTAçÃO Hoje, no

Leia mais

Plano de Enfrentamento da Epidemia da Aids e das DST entre Gay, HSH e Travestis - Curitiba

Plano de Enfrentamento da Epidemia da Aids e das DST entre Gay, HSH e Travestis - Curitiba Plano de Enfrentamento da Epidemia da Aids e das DST entre Gay, HSH e Travestis - Curitiba Coordenação de DST e Aids Municipal da Saúde janeiro de 2009 1. Implementação e levantamento de pesquisas para

Leia mais

MANUAL DE USO DO SISTEMA SAIPS - SISTEMA DE APOIO À IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS EM SAÚDE

MANUAL DE USO DO SISTEMA SAIPS - SISTEMA DE APOIO À IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS EM SAÚDE MANUAL DE USO DO SISTEMA SAIPS - SISTEMA DE APOIO À IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS EM SAÚDE CADASTRAMENTO DE PROPOSTAS INCENTIVO CAPS, UA, SRT, LEITO HABILITAÇÃO CAPS, UA, SRT, LEITO Versão 1 Mar/2013 Informações

Leia mais

TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV E SÍFILIS: ESTRATÉGIAS PARA REDUÇÃO E ELIMINAÇÃO

TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV E SÍFILIS: ESTRATÉGIAS PARA REDUÇÃO E ELIMINAÇÃO Ministério da Saúde TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV E SÍFILIS: ESTRATÉGIAS PARA REDUÇÃO E ELIMINAÇÃO Brasília - DF 2014 Ministério da Saúde TRANSMISSÃO VERTICAL DO HIV E SÍFILIS: ESTRATÉGIAS PARA REDUÇÃO

Leia mais

PLANO DE TRABALHO GESTÃO DA TRANSVERSALIDADE DO RS NA PAZ

PLANO DE TRABALHO GESTÃO DA TRANSVERSALIDADE DO RS NA PAZ PLANO DE TRABALHO GESTÃO DA TRANSVERSALIDADE DO Secretaria de Estado da Saúde 1. Finalidade do Plano de Trabalho: Atender o Decreto Estadual nº 48.611, de 22 de novembro de 2011, que institui o Comitê

Leia mais

PAM REVISADO/ABERTO PELO PROGRAMA NACIONAL

PAM REVISADO/ABERTO PELO PROGRAMA NACIONAL ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELA GESTÃO DO SUS Órgão: Secretaria de Estado da Saúde do Paraná CNPJ: 76.416.866/0001-40 Dirigente: Michele Caputo Neto Profissão: Secretario Estadual de Saúde RG: 048149-6 SSPPr CPF:

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Prevenção Total

Mostra de Projetos 2011. Prevenção Total Mostra Local de: Dois Vizinhos Categoria do projeto: Projetos finalizados. Cidade: Marmeleiro Contato: lucianiberti@yahoo.com.br Autor (es): Luciani Aparecida Berti Mostra de Projetos 2011 Prevenção Total

Leia mais

Hélio Vasconcellos Lopes

Hélio Vasconcellos Lopes HIV/AIDS no Município de Santos e dados brasileiros Hélio Vasconcellos Lopes Coordenador do Programa Municipal DST/AIDS/Hepatites da Secretaria Municipal de Saúde Professor titular da Faculdade de Medicina

Leia mais

PESQUISA SAÚDE E EDUCAÇÃO: CENÁRIOS PARA A CULTURA DE PREVENÇÃO NAS ESCOLAS BRIEFING

PESQUISA SAÚDE E EDUCAÇÃO: CENÁRIOS PARA A CULTURA DE PREVENÇÃO NAS ESCOLAS BRIEFING BR/2007/PI/H/3 PESQUISA SAÚDE E EDUCAÇÃO: CENÁRIOS PARA A CULTURA DE PREVENÇÃO NAS ESCOLAS BRIEFING Brasília 2007 PESQUISA SAÚDE E EDUCAÇÃO: CENÁRIOS PARA A CULTURA DE PREVENÇÃO NAS ESCOLAS BRIEFING -

Leia mais

Panoramas e Desafios da Vigilância em Saúde

Panoramas e Desafios da Vigilância em Saúde Panoramas e Desafios da Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis e Promoção da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Cheila Marina de

Leia mais

Organização da Atenção Básica nas ações de prevenção e cuidado compartilhado do HIV

Organização da Atenção Básica nas ações de prevenção e cuidado compartilhado do HIV Organização da Atenção Básica nas ações de prevenção e cuidado compartilhado do HIV A experiência de São Bernardo do Campo / SP Wilson Cesar Ribeiro Campos campos.wcr@gmail.com Psicólogo no PM DST/Aids/HV

Leia mais

Informes do Departamento

Informes do Departamento Informes do Departamento Reunião com Representantes da CNAIDS 12 de abril Videoconferência sobre o Plano de Enfrentamento da Feminização da Epidemia de Aids e de outras DST Todos os estados participarão

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO DAET- Departamento de Atenção Especializada e Temática POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM Diretriz Promover ações de saúde que contribuam

Leia mais

Seminário estratégico de enfrentamento da. Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS. Maio, 2013

Seminário estratégico de enfrentamento da. Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS. Maio, 2013 Seminário estratégico de enfrentamento da Tuberculose e Aids no Estado do Rio de Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS Maio, 2013 1.Detecção de casos e tratamento da tuberculose 1.1. Descentralizar

Leia mais

PLANO INTEGRADO DE ENFRENTAMENTOÀ FEMINIZAÇÃO DA AIDS NO CEARÁ - 2009

PLANO INTEGRADO DE ENFRENTAMENTOÀ FEMINIZAÇÃO DA AIDS NO CEARÁ - 2009 COORDENADORIA DE PROMOÇÃO E PROTEÇÃO À SAÚDE - COPROM NÚCLEO DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE DOENÇAS NUPREV PLANO INTEGRADO DE ENFRENTAMENTOÀ FEMINIZAÇÃO DA AIDS NO CEARÁ - 2009 Responsáveis pela elaboração:

Leia mais

PROGRAMA DE SAÚDE NA ESCOLA

PROGRAMA DE SAÚDE NA ESCOLA PROGRAMA DE SAÚDE NA ESCOLA 1 INTRODUÇÃO O Programa Saúde na Escola PSE foi instituído pelo Decreto Presidencial Nº. 6.286/2007 como uma política intersetorial Ministério da Saúde e Educação na perspectiva

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO SEXUALIDADE, PREVENÇÃO DAS DST/AIDS E HEPATITES VIRAIS.

CURSO DE FORMAÇÃO SEXUALIDADE, PREVENÇÃO DAS DST/AIDS E HEPATITES VIRAIS. GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE - SES SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO - SEE GERÊNCIA EXECUTIVA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GERÊNCIA OPERACIONAL DAS DST/AIDS E HEPATITES VIRAIS GERÊNCIA

Leia mais

O modelo lógico para um protocolo de atendimento à gestante. Gabriele dos Anjos e Isabel Rückert - FEE

O modelo lógico para um protocolo de atendimento à gestante. Gabriele dos Anjos e Isabel Rückert - FEE O modelo lógico para um protocolo de atendimento à gestante Gabriele dos Anjos e Isabel Rückert - FEE Apresentar os resultados da elaboração do modelo lógico para uma política de saúde. Trata-se da iniciativa

Leia mais

Mostra de Projetos 2011

Mostra de Projetos 2011 Mostra de Projetos 2011 A enfermagem atuando na prevenção da saúde do adolescente propondo a redução das DST Doenças Sexualmente Transmissíveis e Minimizando os números de Gravidez na Adolescência. Mostra

Leia mais

Contrata Consultor na modalidade. Contrata Consultor na modalidade

Contrata Consultor na modalidade. Contrata Consultor na modalidade Contrata Consultor na modalidade PROJETO 914/BRZ/1138 EDITAL Nº 19/2014 Publicação de perfil(is) para contratação de profissional(is) na(s) área(s), cuja(s) vaga(s) está(ão) disponível (is) na página da

Leia mais

ROBERTO REQUIÃO 15 GOVERNADOR COLIGAÇÃO PARANÁ COM GOVERNO (PMDB/PV/PPL)

ROBERTO REQUIÃO 15 GOVERNADOR COLIGAÇÃO PARANÁ COM GOVERNO (PMDB/PV/PPL) ROBERTO REQUIÃO 15 GOVERNADOR COLIGAÇÃO PARANÁ COM GOVERNO (PMDB/PV/PPL) PROPOSTAS PARA SAÚDE Temos plena convicção de que uma ambulância com destino à capital não pode ser considerada como um tratamento

Leia mais

TELESSAÚDE BRASIL REDES NA ATENÇÃO BÁSICA

TELESSAÚDE BRASIL REDES NA ATENÇÃO BÁSICA MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA TELESSAÚDE BRASIL REDES NA ATENÇÃO BÁSICA MANUAL INSTRUTIVO Sumário Introdução... 3 Atividades a serem desenvolvidas dentro

Leia mais

JOVEM HOMOSSEXUAL substituir por JOVENS GAYS, LÉSBICAS, BISSEXUAIS E TRANSGÊNEROS (GLBT) ou por JUVENTUDE E DIVERSIDADE SEXUAL

JOVEM HOMOSSEXUAL substituir por JOVENS GAYS, LÉSBICAS, BISSEXUAIS E TRANSGÊNEROS (GLBT) ou por JUVENTUDE E DIVERSIDADE SEXUAL JOVEM HOMOSSEXUAL substituir por JOVENS GAYS, LÉSBICAS, BISSEXUAIS E TRANSGÊNEROS (GLBT) ou por JUVENTUDE E DIVERSIDADE SEXUAL OBJETIVOS E METAS 1. Prover apoio psicológico, médico e social ao jovem em

Leia mais

Construindo Alianças e Parcerias entre Saúde e Educação para Promover o Direito à Saúde Sexual e Reprodutiva de Adolescentes e Jovens

Construindo Alianças e Parcerias entre Saúde e Educação para Promover o Direito à Saúde Sexual e Reprodutiva de Adolescentes e Jovens Construindo Alianças e Parcerias entre Saúde e Educação para Promover o Direito à Saúde Sexual e Reprodutiva de Adolescentes e Jovens Contribuições do Ministério da Educação O Brasil tem 162.576 escolas

Leia mais

PREFEITURA MUNICPAL DE VALENÇA Secretaria Municipal de Saúde PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE

PREFEITURA MUNICPAL DE VALENÇA Secretaria Municipal de Saúde PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE PREFEITURA MUNICPAL DE VALENÇA Secretaria Municipal de Saúde PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE 2015 2 PREFEITURA MUNICIPAL DE VALENÇA-RJ Endereço: Rua Dr. Figueiredo nº 320 Centro Valença-RJ - CEP: 27.600-000

Leia mais

PARECER COREN-SP 031/2013 CT PRCI n 101.092 Tickets nºs 290.315, 293.537 e 299.887 Revisão e atualização em julho de 2015

PARECER COREN-SP 031/2013 CT PRCI n 101.092 Tickets nºs 290.315, 293.537 e 299.887 Revisão e atualização em julho de 2015 PARECER COREN-SP 031/2013 CT PRCI n 101.092 Tickets nºs 290.315, 293.537 e 299.887 Revisão e atualização em julho de 2015 Ementa: Realização de teste de gravidez e informação do resultado. 1. Do fato Auxiliares

Leia mais

A Organização da Atenção Nutricional: enfrentando a obesidade

A Organização da Atenção Nutricional: enfrentando a obesidade A Organização da Atenção Nutricional: enfrentando a obesidade Introdução Há cerca de 20 anos, a Secretaria de Saúde de um grande município começou a desenvolver e implantar iniciativas relacionadas à Alimentação

Leia mais

Epidemiologia da Transmissão Vertical do HIV no Brasil

Epidemiologia da Transmissão Vertical do HIV no Brasil Epidemiologia da Transmissão Vertical do HIV no Brasil Letícia Legay Vermelho*, Luíza de Paiva Silva* e Antonio José Leal Costa** Introdução A transmissão vertical, também denominada materno-infantil,

Leia mais

ID:1919 NOTIFICAÇÕES DE SÍFILIS NA ATENÇÃO BÁSICA: POR QUE É IMPORTANTE FALAR EM SÍFILIS

ID:1919 NOTIFICAÇÕES DE SÍFILIS NA ATENÇÃO BÁSICA: POR QUE É IMPORTANTE FALAR EM SÍFILIS ID:1919 NOTIFICAÇÕES DE SÍFILIS NA ATENÇÃO BÁSICA: POR QUE É IMPORTANTE FALAR EM SÍFILIS Teixeira, Carmen Luisa; Zambrano Machado, Rebel; de Oliveira Soares, Jaqueline; da Silva Lentz; Deise. Brasil INTRODUÇÃO

Leia mais

GUIA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE

GUIA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO DO SUS GUIA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE Baseado no Livro 2 dos Cadernos de Planejamento do PLANEJASUS Elaborado

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE GERÊNCIA EXECUTIVA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GEVS GERÊNCIA OPERACIONAL DAS DST / AIDS E HEPATITES VIRAIS

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE GERÊNCIA EXECUTIVA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GEVS GERÊNCIA OPERACIONAL DAS DST / AIDS E HEPATITES VIRAIS GEVS E HEPATITES VIRAIS EDITAL DE SELEÇÃO Nº 01/2011 Seleção pública de projetos para a prevenção de HIV/Aids e outras DST e assistência às pessoas que vivem e/ou convivem com HIV/AIDS A Secretaria de

Leia mais

Ministério da Saúde Consultoria Jurídica/Advocacia Geral da União

Ministério da Saúde Consultoria Jurídica/Advocacia Geral da União Nota Técnica N 333 33/2014 Brasília, janeiro de 2014. Princípio Ativo: sildenafila Nomes Comerciais 1 : Escitan, Tantrix, Escitan, Havante, Videnfil, Sollevare, Suvvia, Dejavu, Ah-zul, Vasifil, Virineo,

Leia mais

Coordenação de Políticas para Migrantes QUALIFICAÇÃO DA ATENÇÃO À POPULAÇÃO MIGRANTE POR AGENTES PÚBLICOS ÁREA DE REFERÊNCIA: SAÚDE / ANO: 2014

Coordenação de Políticas para Migrantes QUALIFICAÇÃO DA ATENÇÃO À POPULAÇÃO MIGRANTE POR AGENTES PÚBLICOS ÁREA DE REFERÊNCIA: SAÚDE / ANO: 2014 QUALIFICAÇÃO DA ATENÇÃO À POPULAÇÃO MIGRANTE POR AGENTES PÚBLICOS ÁREA DE REFERÊNCIA: SAÚDE / ANO: 2014 RELATÓRIO FINAL Coordenação de Políticas para Migrantes Secretaria Municipal de Direitos Humanos

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Ações para enfrentamento da AIDS nos jovens e adolescentes.

Mostra de Projetos 2011. Ações para enfrentamento da AIDS nos jovens e adolescentes. Mostra de Projetos 2011 Ações para enfrentamento da AIDS nos jovens e adolescentes. Mostra Local de: Paranavaí Categoria do projeto: I - Projetos em implantação, com resultados parciais. Nome da Instituição/Empresa:

Leia mais

Título: EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: MOBILIZANDO A PREVENÇÃO ÀS DST/AIDS NA ATENÇÃO BÁSICA

Título: EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: MOBILIZANDO A PREVENÇÃO ÀS DST/AIDS NA ATENÇÃO BÁSICA Título: EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: MOBILIZANDO A PREVENÇÃO ÀS DST/AIDS NA ATENÇÃO BÁSICA Autores: Heloísa de Oliveira¹, Grace do Prado Dan¹, Maria de Lurdes Munhoz¹, Milena Luckesi de Souza¹, Ana Paula

Leia mais

NORMAS MUNICIPAIS ÍNDICE

NORMAS MUNICIPAIS ÍNDICE NORMAS MUNICIPAIS ÍNDICE BELÉM-PA LEI ORDINÁRIA DE BELÉM-PA, Nº 8455, de 02 de outubro de 2005 Dispõe sobre a obrigação das locadores de vídeos, do município de Belém de afixarem cartazes com informações

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE TRAMANDAÍ. EDITAL N o 551/2014

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE TRAMANDAÍ. EDITAL N o 551/2014 1 EDITAL N o 551/2014 EDEGAR MUNARI RAPACH, PREFEITO MUNICIPAL DE TRAMANDAÍ, ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, no uso de suas atribuições legais, torna pública a abertura de inscrição ao Processo Seletivo Público

Leia mais

Número de casos de aids em pessoas acima de 60 anos é extremamente preocupante

Número de casos de aids em pessoas acima de 60 anos é extremamente preocupante 22 Entrevista Número de casos de aids em pessoas acima de 60 anos é extremamente preocupante Texto: Guilherme Salgado Rocha Fotos: Denise Vida O psicólogo Nilo Martinez Fernandes, pesquisador da Fundação

Leia mais

PEP SEXUAL Recomendações para abordagem da exposição sexual ao HIV Um guia para profissionais de saúde

PEP SEXUAL Recomendações para abordagem da exposição sexual ao HIV Um guia para profissionais de saúde PEP SEXUAL Recomendações para abordagem da exposição sexual ao HIV Um guia para profissionais de saúde O que é a PEP sexual? O emprego de antirretrovirais vem sendo discutido em todo mundo como estratégia

Leia mais

A RESPOSTA DA EPIDEMIA DE AIDS EM PARCERIA COM O MUNDO DO TRABALHO

A RESPOSTA DA EPIDEMIA DE AIDS EM PARCERIA COM O MUNDO DO TRABALHO A RESPOSTA DA EPIDEMIA DE AIDS EM PARCERIA COM O MUNDO DO TRABALHO Histórico da Parceria com o Setor Privado Década de 1990 -AIDS SUS Local de Trabalho Necessidade de combinar esforços públicos e privados

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 233/14 - CIB / RS. A Comissão Intergestores Bipartite/RS no uso de suas atribuições legais, e considerando:

RESOLUÇÃO Nº 233/14 - CIB / RS. A Comissão Intergestores Bipartite/RS no uso de suas atribuições legais, e considerando: RESOLUÇÃO Nº 233/14 - CIB / RS A Comissão Intergestores Bipartite/RS no uso de suas atribuições legais, e considerando: a Lei Federal nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, que regulamenta o Sistema Único

Leia mais

PLANO PARA FINANCIAMENTO DAS AÇÕES EM HIV/AIDS E OUTRAS DST ATRAVÉS DE NA FORMA DE INCENTIVO/SUS PARA O ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

PLANO PARA FINANCIAMENTO DAS AÇÕES EM HIV/AIDS E OUTRAS DST ATRAVÉS DE NA FORMA DE INCENTIVO/SUS PARA O ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PLANO PARA FINANCIAMENTO DAS AÇÕES EM HIV/AIDS E OUTRAS DST ATRAVÉS DE TRANSFERÊNCIA DE RECURSOS FUNDO A FUNDO NA FORMA DE INCENTIVO/SUS PARA O ESTADO DO ESPÍRITO SANTO NO PERÍODO DE ABRIL/05 A MARÇO/06

Leia mais

PLANO DE GOVERNO TULIO BANDEIRA PTC 36

PLANO DE GOVERNO TULIO BANDEIRA PTC 36 PLANO DE GOVERNO TULIO BANDEIRA PTC 36 GESTÃO PÚBLICA Garantir ampla participação popular na formulação e acompanhamento das políticas públicas; Criação do SOS Oprimidos, onde atenda desde pessoas carentes

Leia mais

de Gays, HSHe Travestis, criado em março de 2008, pelo Governo Federal. Considerando que o plano traça diretrizes de combate às vulnerabilidades

de Gays, HSHe Travestis, criado em março de 2008, pelo Governo Federal. Considerando que o plano traça diretrizes de combate às vulnerabilidades GOVERNO DAPARAIBA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COMISSÃO INTERGESTORES BIPARTITE Resolução n Q 174/11 João Pessoa, 14 de outubro de 2011 o Presidente da Comissão Intergestores Bipartite no uso de suas

Leia mais

Panorama de 25 anos da mortalidade por Aids no Estado de São Paulo

Panorama de 25 anos da mortalidade por Aids no Estado de São Paulo Resenha de Estatísticas Vitais do Estado de São Paulo Ano 12 nº 2 Maio 2012 Panorama de 25 anos da mortalidade por Aids no Estado de São Paulo As estatísticas de mortalidade produzidas pela Fundação Seade,

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DE AVALIAÇÃO DOS PROJETOS DE EXTENSÃO

RELATÓRIO FINAL DE AVALIAÇÃO DOS PROJETOS DE EXTENSÃO RELATÓRIO FINAL DE AVALIAÇÃO DOS PROJETOS DE EXTENSÃO 1. Identificação e caracterização Título do Projeto Nome do Prof(s) Coordenador(es) do Projeto Centro Laboratório Período Início Término Término previsto

Leia mais

SAÚDE DA MULHER, MORTALIDADE MATERNA E REDUÇÃO DE DANOS. Novembro de 2008

SAÚDE DA MULHER, MORTALIDADE MATERNA E REDUÇÃO DE DANOS. Novembro de 2008 PARAÍBA NEGO SAÚDE DA MULHER, MORTALIDADE MATERNA E REDUÇÃO DE DANOS Novembro de 2008 Atenção Básica Conjunto de ações de saúde, no âmbito individual e coletivo, que abrangem a promoção e a proteção da

Leia mais

Acesse o Termo de Referência no endereço: www.ibam.org.br e clique em Seleção de Profissionais.

Acesse o Termo de Referência no endereço: www.ibam.org.br e clique em Seleção de Profissionais. Programa Pará: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher Assessoria à Supervisão Geral No âmbito do Programa Pará Trabalho e Empreendedorismo da Mulher, conveniado com a Secretaria Especial de Políticas para

Leia mais

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA Zardo L*¹ Silva CL*² Zarpellon LD*³ Cabral LPA* 4 Resumo O Vírus da Imunodeficiência humana (HIV) é um retrovírus que ataca o sistema imunológico.através

Leia mais

ANEXO II RESOLUÇÃO/CD/FNDE Nº 22, DE 20 DE ABRIL DE 2006. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO PEDAGÓGICO

ANEXO II RESOLUÇÃO/CD/FNDE Nº 22, DE 20 DE ABRIL DE 2006. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO PEDAGÓGICO ANEXO II RESOLUÇÃO/CD/FNDE Nº 22, DE 20 DE ABRIL DE 2006. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO PEDAGÓGICO Estas orientações têm por objetivo nortear a elaboração do Plano Pedagógico, que será apresentado

Leia mais

Experiência: Pacto nacional pelo enfrentamento da violência contra as mulheres

Experiência: Pacto nacional pelo enfrentamento da violência contra as mulheres Experiência: Pacto nacional pelo enfrentamento da violência contra as mulheres Presidência da República Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres Responsável: Aparecida Gonçalves, Subsecretária

Leia mais

REDUÇÃO DE DANOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE

REDUÇÃO DE DANOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE REDUÇÃO DE DANOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE Prevalência do HIV nas Populações mais Vulneráveis População em geral 0,65% Profissionais do sexo 6,6% Presidiários - 20% Usuários de drogas injetáveis 36,5% REDUÇÃO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ - UEPI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE NUTRIÇÃO. Chamada Pública nº 01, de 27 de janeiro de 2016

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ - UEPI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE NUTRIÇÃO. Chamada Pública nº 01, de 27 de janeiro de 2016 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ - UEPI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE NUTRIÇÃO Chamada Pública nº 01, de 27 de janeiro de 2016 Processo Seletivo para Apoio Técnico, Acadêmico e Operacional

Leia mais

PAM REVISADO/FECHADO PELO PROGRAMA NACIONAL

PAM REVISADO/FECHADO PELO PROGRAMA NACIONAL Atual condição de Gestão do SUS: Gestão Plena do Sistema IDENTIFICAÇÃO DO GESTOR PÚBLICO DO SUS Situação do estado quanto a elaboração de Plano Diretor de Regionalização conforme a NOAS 2002: Encontra-se

Leia mais

UNICEF BRASIL Edital de Seleção de Consultor RH/2014/027

UNICEF BRASIL Edital de Seleção de Consultor RH/2014/027 UNICEF BRASIL Edital de Seleção de Consultor RH/2014/027 O UNICEF, Fundo das Nações Unidas para a Infância, a Organização mundial pioneira na defesa dos direitos das crianças e adolescentes, convida profissionais

Leia mais

Instruções Específicas para Desenvolvimento de Trabalho Social em Intervenções de Urbanização de Assentamentos Precários

Instruções Específicas para Desenvolvimento de Trabalho Social em Intervenções de Urbanização de Assentamentos Precários MININSTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Nacional de Habitação Instruções Específicas para Desenvolvimento de Trabalho Social em Intervenções de Urbanização de Assentamentos Precários Programa: Urbanização Regularização

Leia mais

PROCESSO LICITATÓRIO N.º 03/2012

PROCESSO LICITATÓRIO N.º 03/2012 PROCESSO LICITATÓRIO N.º 03/2012 CHAMADA PARA SELEÇÃO DE PROJETOS PARA FORTALECER AÇÕES DE PROMOÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS RELACIONADOS À EPIDEMIA DE DST/HIV/AIDS E HEPATITES VIRAIS. ACORDO DE COOPERAÇÃO

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL Das Atribuições dos Profissionais dos Recursos Humanos Atribuições comuns a todos os profissionais que integram a equipe: Conhecer a realidade das famílias pelas

Leia mais

Ministério da Saúde. Portaria N.º 2313, de 19 de dezembro de 2002

Ministério da Saúde. Portaria N.º 2313, de 19 de dezembro de 2002 Ministério da Saúde Portaria N.º 2313, de 19 de dezembro de 2002 O Ministro do Estado da Saúde, no uso das suas atribuições, considerando: a importância da formulação e implementação de alternativas de

Leia mais

PARECER DE AVALIAÇÃO Comitê de Seleção Edital 01/2010 Formulário Padrão Concorrência 2010 Data da avaliação: Projeto nº:

PARECER DE AVALIAÇÃO Comitê de Seleção Edital 01/2010 Formulário Padrão Concorrência 2010 Data da avaliação: Projeto nº: PARECER DE AVALIAÇÃO Comitê de Seleção Edital 01/2010 Formulário Padrão Concorrência 2010 Data da avaliação: Projeto nº: Nome da Instituição: Título do Projeto: Repasse Solicitado: Respeitou o limite máximo

Leia mais

OUVIDORIAS DE SAÚDE COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO PARTICIPATIVA. A rede estadual de ouvidorias de saúde: Experiência do Estado do Rio de Janeiro

OUVIDORIAS DE SAÚDE COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO PARTICIPATIVA. A rede estadual de ouvidorias de saúde: Experiência do Estado do Rio de Janeiro OUVIDORIAS DE SAÚDE COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO PARTICIPATIVA A rede estadual de ouvidorias de saúde: Experiência do Estado do Rio de Janeiro Minas Gerais, 30/10/12 OUVIDORIA SES RJ Início das atividades:

Leia mais

O ESTADO DO PARÁ 8 m acrorregiões macrorregiões d e de saúde 23 regiões de saúde

O ESTADO DO PARÁ 8 m acrorregiões macrorregiões d e de saúde 23 regiões de saúde Governo do Estado do Pará Secretaria de Estado de Saúde Pública Diretoria de Políticas de Atenção Integral a Saúde Oficina de Trabalho "Troca de Experiências em Carreiras, Remuneração por Desempenho e

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE 2014 a 2017 DIRETRIZES, OBJETIVOS E METAS PLURIANUAIS

PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE 2014 a 2017 DIRETRIZES, OBJETIVOS E METAS PLURIANUAIS PLANO MUNICIPAL DE SAÚDE 2014 a 2017 DIRETRIZES, OBJETIVOS E METAS PLURIANUAIS IDENTIFICAÇÃO MUNICIPAL Município: Prefeito: Endereço da Prefeitura: São José do Rio Preto Valdomiro Lopes da Silva Junior

Leia mais

Perguntas e respostas baseadas nas videoconferências dos dias 8, 9 e 15 de fevereiro

Perguntas e respostas baseadas nas videoconferências dos dias 8, 9 e 15 de fevereiro Perguntas e respostas baseadas nas videoconferências dos dias 8, 9 e 15 de fevereiro 1 - Qual será o cronograma do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais para as próximas videoconferências sobre

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO PÚBLICA DE PROJETOS Nº 01/2014 DST/AIDS

EDITAL DE SELEÇÃO PÚBLICA DE PROJETOS Nº 01/2014 DST/AIDS EDITAL DE SELEÇÃO PÚBLICA DE PROJETOS Nº 01/2014 DST/AIDS Projetos direcionados às ações de promoção da saúde e prevenção em DST/HIV/AIDS dirigidas à população em geral e aos grupos mais vulneráveis A

Leia mais

LUIZ HENRIQUE DA SILVEIRA Governador do Estado. EDUARDO PINHO MOREIRA Vice-Governador. CARMEM EMÍLIA BONFÁ ZANOTTO Secretária de Estado da Saúde

LUIZ HENRIQUE DA SILVEIRA Governador do Estado. EDUARDO PINHO MOREIRA Vice-Governador. CARMEM EMÍLIA BONFÁ ZANOTTO Secretária de Estado da Saúde LUIZ HENRIQUE DA SILVEIRA Governador do Estado EDUARDO PINHO MOREIRA Vice-Governador CARMEM EMÍLIA BONFÁ ZANOTTO Secretária de Estado da Saúde LESTER PEREIRA Diretor Geral WINSTON LUIZ ZOMKOWSKI Superintendente

Leia mais

3.1 Planejar, organizar e realizar oficinas de mapeamento participativo utilizando técnicas de educação popular e promoção da saúde;

3.1 Planejar, organizar e realizar oficinas de mapeamento participativo utilizando técnicas de educação popular e promoção da saúde; EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 05/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 05/2012 TIPO: MELHOR TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE 9ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE RELATÓRIO FINAL

CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE 9ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE RELATÓRIO FINAL 9ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL RELATÓRIO FINAL TEMA CENTRAL Saúde e Qualidade de Vida: Política de Estado e Desenvolvimento DIRETRIZES PROPOSTAS PELAS OFICINAS TEMÁTICAS PARA COLOMBO, BIÊNIO 2007-2009, APROVADAS

Leia mais