Reabilitar. Porquê? Como? Para quê? Para quem? Aveiro, 13 de Julho de 2011 João Azevedo DECivil - IST

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1 Reabilitar Porquê? Como? Para quê? Para quem? Aveiro, 13 de Julho de 2011 João Azevedo DECivil - IST

2 Reabilitar - Porquê? Razões Éticas Históricas Económicas Ambientais Sociais Estéticas

3 Éticas Reabilitar - Porquê? Razões A ética é a racionalização do bem. Buscamos o bem e podemos fazê-lo de uma forma racional, na observância de valores e de códigos de conduta. Há valores e códigos de conduta que nos apontam a reabilitação (das pessoas, dos habitats, da natureza) como uma questão de sobrevivência e portanto da prossecução do bem.

4 Reabilitar - Porquê? Razões Éticas

5 Reabilitar - Porquê? Razões Históricas Reabilitar é respeitar a história. Reabilitar é um acto de preservação da memória. Reabilitar é dar futuro ao passado.

6 Históricas Reabilitar - Porquê? Razões

7 Reabilitar - Porquê? Razões Económicas Reabilitar deve implicar análises e decisões sobre os benefícios económicos. Reabilitar pode (deve) implicar racionalizar a utilização de recursos. Reabilitar é anti-desperdiçar.

8 Reabilitar - Porquê? Económicas Razões

9 Reabilitar - Porquê? Razões Ambientais Reabilitar é reinventar o ambiente. Reabilitar é redescobrir e consolidar o habitat. Reabilitar previne consumir o ambiente.

10 Reabilitar - Porquê? Ambientais Razões

11 Reabilitar - Porquê? Razões Sociais Reabilitar preserva a memória colectiva. Reabilitar mantêm a coesão e os equilíbrios sociais. Reabilitar promove a responsabilidade social.

12 Sociais Reabilitar - Porquê? Razões

13 Reabilitar - Porquê? Razões Estéticas Reabilitar preserva a harmonia. Reabilitar reforça a beleza. Reabilitar melhora a imagem.

14 Estéticas Reabilitar - Porquê? Razões

15 Reabilitar - Como? Procedimentos Sensibilização Conhecimento Inovação Responsabilidade

16 Reabilitar - Como? Procedimentos Sensibilização Sensibilização pública. Sensibilização dos utentes. Sensibilização dos promotores. Sensibilização dos agentes executantes.

17 Reabilitar - Como? Sensibilização Procedimentos

18 Reabilitar - Como? Procedimentos Conhecimento Metodologias de inspecção, diagnóstico e análise. Materiais e processos construtivos. Técnicas de reabilitação. Processos de monitorização. Controle de qualidade.

19 Reabilitar - Como? Conhecimento Procedimentos

20 Reabilitar - Como? Procedimentos Inovação Novos materiais. Novas metodologias de análise. Novas técnicas construtivas. Novos processos de gestão do património e das intervenções.

21 Inovação Reabilitar - Como? Procedimentos

22 Inovação Reabilitar - Como? Procedimentos

23 Reabilitar - Como? Procedimentos Responsabilidade Processos de regulação de actividade Responsabilidade técnica Certificação Seguros

24 Reabilitar Para quê? Objectivos Sustentabilidade Funcionalidade Segurança

25 Reabilitar Para quê? Objectivos Sustentabilidade Planeamento urbano sustentável Sustentabilidade de uso - análise de ciclo de vida Sustentabilidade energética, acústica, iluminação, humidade, qualidade de ar,...

26 Reabilitar Para quê? Objectivos Funcionalidade Adequação a requisitos estéticos. Adequação do programa às necessidades dos utentes. Adequação das infra-estruturas à função e ao uso.

27 Reabilitar Para quê? Objectivos Segurança Segurança no processo de construção. Segurança estrutural (geral). Análise de vulnerabilidades (sísmica, )

28 Análise de vulnerabilidades Uma vulnerabilidade especial do habitat e do património edificado

29 O habitat e o património edificado são, em grande parte dos casos, especialmente vulneráveis às acções sísmicas. Para tal contribuem: O uso de técnicas construtivas que, na generalidade das situações, não tiveram em conta esse risco. O uso de materiais pouco resistentes (essencialmente alvenarias). As alterações às estruturas introduzidas ao longo do tempo. A degradação natural sofrida por elementos estruturais e a concomitante falta de manutenção.

30 Para combater essa vulnerabilidade é necessário que: sejam estudadas metodologias de análise; encontradas soluções tecnológicas; implementados planos de intervenção. Estas tarefas devem visar, no respeito pela identidade do património, avaliar e, se necessário, reduzir essa vulnerabilidade.

31 Qual o objectivo da análise e de intervenções em estruturas do património edificado? (habitat)? (monumentos)? (estruturas históricas)?

32 As intervenções em estruturas apenas se justificam se houver uma necessidade de incrementar os seus níveis de segurança. A análise estrutural é um meio de avaliar esses mesmos níveis de segurança (actuais ou futuros).

33 Intervenções em estruturas Fases essenciais Diagnóstico preliminar - Análise preliminar da informação Diagnóstico definitivo - Investigação e análise exaustiva Definição de objectivos e análise de recursos disponíveis Definição de critérios e meios de análise Elaboração do Projecto de Intervenção Execução dos trabalhos de Intervenção Acompanhamento da intervenção a longo prazo

34 Critérios gerais de intervenção e algumas constatações, ou lugares comuns inspirados nas recomendações do ICOMOS As estruturas são "objectos vivos". Nascem, vivem, envelhecem e morrem. As soluções estruturais do passado raramente correspondem às actuais soluções. O mesmo se aplica às técnicas construtivas. É fundamental ter respeito pela solução estrutural original e pelos materiais originais. (Tal não impede a adopção de novos sistemas e soluções estruturais nem de novos materiais) Todas as intervenções devem apontar no sentido da sua reversibilidade.

35 Problemas estruturais mais vulgares Fundações (assentamentos globais ou diferenciais, rotura de fundações) Degradação dos materiais (envelhecimento contínuo ou pontual - agentes externos: água e outros agentes atmosféricos,...) Intervenções anteriores (alteração das soluções estruturais, alteração de equilíbrio) Fenómenos naturais (sismos, ventos, vibrações, utilização não adequada,...) Frequentemente os problemas ocorrem associados!

36 Avaliação estrutural Experimental Ensaios não destrutivos Caracterização dinâmica Ensaios de carga Ultra sons Raio X... Ensaios potencialmente destrutivos Ensaios em materiais Utilização de flat-jacks Ensaios de carga...

37 Avaliação estrutural Numérica Modelos lineares (elásticos) ou não lineares Modelos planos ou tridimensionais Modelos parciais ou globais Modelação por elementos finitos ou elementos discretos Existem metodologias de análise, diferentes das utilizadas nas estruturas hoje construídas e portanto mais aplicáveis aos elementos estruturais vulgarmente utilizados no património edificado, de que os elementos de alvenaria são o exemplo mais generalizado.

38 Reabilitar Para quem? Destinatários Indivíduos (utentes e promotores) Empresas (utentes, promotores e executantes) Serviços colectivos (turismo, outras actividades económicas, ) Organizações (Instituições públicas, organizações religiosas, associações culturais, organismos de apoio social,...)

39 Reabilitar Para quem? Destinatários Somos usufrutuários do nosso património e do nosso habitat e por isso temos direitos e obrigações. Reabilitar é um direito e uma obrigação, individual e colectiva.

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