A MÚSICA LITÚRGICA NO MAGISTÉRIO DA IGREJA NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XX ATÉ O CONCÍLIO VATICANO II. Anderson Luís Moreira

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A MÚSICA LITÚRGICA NO MAGISTÉRIO DA IGREJA NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XX ATÉ O CONCÍLIO VATICANO II. Anderson Luís Moreira"

Transcrição

1 A MÚSICA LITÚRGICA NO MAGISTÉRIO DA IGREJA NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XX ATÉ O CONCÍLIO VATICANO II. Anderson Luís Moreira Pe. José Humberto Motta / Pe. Antonio Élcio De Souza Faculdade Católica de Filosofia e Teologia de Ribeirão Preto. Introdução. O início do século XX na Igreja foi marcado por vários movimentos de renovação, entre eles, o Movimento Litúrgico, o Movimento Bíblico e o Movimento Catequético. Porém, no tocante à música litúrgica e religiosa não se verifica uma renovação provinda necessariamente do Movimento Litúrgico, mas de um processo de restauração do canto gregoriano, elevado ao grau de música litúrgica arquetípica. No pontificado de Pio XII se verificou alguma renovação quanto a possibilidade de usar outros cantos além do gregoriano e também da língua vernácula, sob algumas condições. Este breve estudo pretende mostrar como foi a evolução da música litúrgica nos documentos pontifícios neste período da história da Igreja. Situação da música sacra e restauração do canto gregoriano. Não se pode fixar uma data como início do Movimento Litúrgico, porém, o século XIX marcou para a Liturgia o começo de uma renovação. Este movimento de renovação apresentava a necessidade de levar os fiéis a uma real compreensão e participação nos mistérios celebrados, e se viu apoiado pelo Magistério e pelas medidas reformadoras dos papas, desde são Pio X até Pio XII e João XXIII 1. O motu próprio Tra le sollecitudini (1903), de São Pio X, abre a série de documentos sobre a liturgia neste século, e trata especificamente da renovação/restauração da música e do canto sacro. Não obstante, desde o barroco, o canto na Igreja se encontrava cheio de um espírito teatral, de forma que o concerto e as óperas (bel canto) se apropriaram do 1 Cf. MARTÍN, Julián López. A Liturgia da Igreja: teologia, história, espiritualidade e pastoral. São Paulo: Paulinas, p. 106.

2 culto 2, poluindo o repertório e a prática musical litúrgica 3. RAINOLDI afirma que não é tanto a música que faz dos templos lugar de harmonia e concerto, mas é a celebração que reclama uma música culturalmente interessante, como meio idôneo para entreter o público dos fiéis 4. Assim, a música sacra tinha como objetivo o estético e o artístico, ao invés de ser uma música ritual propriamente dita. A música seria apenas mais uma parte do espetáculo que se tornara a liturgia e que devia ser assistida pelos fiéis. Na Tra le sollecitudini, Pio X descarta o uso da música de estilo teatral nos ritos (n. 5-6) e restaura o canto gregoriano baseado na reforma feita pelos monges beneditinos de Solesmes (França), animados por D. Guéranger. O papa define a música sacra neste motu próprio como parte integrante da liturgia, como sua humilde serva (n. 1). Ela deve ter como características a santidade, a delicadeza das formas, a universalidade, ser arte verdadeira (n. 2); características estas presentes do canto gregoriano e também da polifonia clássica, quando inspirada no primeiro (n. 3-4). Uma composição religiosa será tanto mais sacra e litúrgica quanto mais se aproxima no andamento, inspiração e sabor da melodia gregoriana, e será tanto menos digna do templo quanto mais se afastar daquele modelo (n. 3). Nas funções litúrgicas solenes, a língua própria do canto é o latim (n. 7) e o instrumento oficial o órgão (n. 14) sendo proibidos o uso de piano bem como o de instrumentos fragosos, o tambor, o bombo, os pratos, as campainhas e semelhantes (n. 18). As mulheres não podem participar do coro já que é um verdadeiro ofício litúrgico, logo destinado aos homens e nem é permitido que bandas musicais executem nas igrejas (n. 12, 19). Para que as orientações sejam colocadas em prática e os abusos evitados, os bispos deveriam criar uma comissão especial de música sacra em cada diocese (n. 23). Continuidade e padronização. Vinte e cinco anos depois, o papa Pio XI publica a Constituição Apostólica Divini Cultus, sobre Liturgia, canto gregoriano e música sacra (1928). O pontífice afirma que muitas das prescrições de seu predecessor Pio X, não foram colocadas 2 Cf. BOROBIO, Dionísio (org.). A celebração na Igreja. v. 1: Liturgia e sacramentologia fundamental. São Paulo: Loyola, p. 121; 3 JOÃO PAULO II. Quirógrafo no centenário do motu próprio Tra Le Sollecitudini sobre a música sacra. 2003, n RAINOLDI, F. Canto e música. In: SARTORE, Domenico; TRIACCA, Achille M. (orgs.). Dicionário de Liturgia. 3. ed. São Paulo: Paulus: p. 168.

3 em prática em muitas partes (n. 7), por isso incentiva o estudo do canto gregoriano nos seminários e casas religiosas (n. 8-9), pede que se instaure o ofício coral (n. 10) e que se restaure as antigas capelas musicais scholae cantorum principalmente de meninos (n.12-13). O povo deve ser educado musicalmente para que aprenda a cantar o gregoriano (n ). Para Pio XI a música sacra é qualificada como nobilíssima serva da liturgia. Assim, a música sacra passa a ter caráter de serviço, e por isso, funcional. Avanços rumo à reforma litúrgica. O papa Pio XII orientou doutrinalmente o Movimento Litúrgico. Ele levou a cabo a restauração da Semana Santa entre 1951 e 1955, autorizou o uso das línguas modernas na missa e nos sacramentos e, em 1956, dirigiu um importante discurso ao Congresso Internacional de Liturgia de Assis, entre outros gestos relevantes no processo de renovação da Liturgia. Em seu amplo magistério, destacaram dois documentos dedicados à liturgia: as encíclicas Mediator Dei (1947) a primeira exclusivamente dedicada à liturgia e Musicae sacrae disciplina (1955), e que foram precedidas ou seguidas de medidas tomadas no plano prático, como a Instrução sobre a música sagrada e a liturgia (1958) da Sagrada Congregação dos Ritos. Na Encíclica Mediator Dei Pio XII afirma que o progresso das belas artes, e dentre elas a música, influenciam nos aspectos exteriores da liturgia e em sua renovação (n. 50). Confirma, baseado em seus predecessores, o canto gregoriano como oficial da liturgia, pois ele não só acrescenta decoro e solenidade à celebração dos divinos mistérios, antes contribui extremamente até para aumentar a fé e a piedade dos assistentes (n. 176). Porém, se tem um avanço quando afirma que os fiéis não são meros espectadores da liturgia, mudos e estranhos, mas devem estar penetrados, intimamente, da beleza da liturgia (n. 177). A encíclica ainda dá lugar à música e ao canto moderno na liturgia, desde que nada tenham de profano e de inconveniente à santidade do lugar e da ação sagrada, nem derivam de uma procura vã de efeitos extraordinários (n. 178), e até mesmo ao canto religioso popular, se a execução deste for feita com a dignidade conveniente, podendo isso estimular e aumentar a fé e a piedade das populações cristãs (n. 179). Na Musicae Sacrae Disciplina, Pio XII diz ser necessário iluminar o motu próprio de são Pio X para que a música sacra esteja adaptada às condições

4 presentes e assim corresponda melhor à sua finalidade (n. 1). Ele demonstra o desenvolvimento da música na Igreja, lembra da ampliação de possibilidades de uso de cantos além do gregoriano, realizada pela Mediator Dei (n. 7), recorda que a música sacra deve exprimir, através da harmonia, a fé e a piedade cristãs (n. 12). A música sacra tem um papel litúrgico (n. 15) e também extra-litúrgico quando até se usa a língua vulgar no canto com grande proveito para os fiéis (n. 16, 30). Porém, somente a Santa Sé pode dispensar o uso do latim e do canto gregoriano nas missas solenes (n ). Lembra as características que a música deve ter segundo são Pio X: santidade, beleza, universalidade; típicas do canto gregoriano (n ). O órgão é o instrumento por excelência, mas são permitidos outros instrumentos que auxiliem a música sacra: violino e outros instrumentos de arco (n. 29). A Instrução sobre a música sagrada e a liturgia (1958) da Sagrada Congregação dos Ritos, aprovada por Pio XII um mês antes de sua morte, reúne as considerações feitas nos documentos anteriores: Tra le sollecitudine, Divini cultus, e sobretudo, a Mediator Dei e a Musicae sacrae disciplina. Recolhemos algumas considerações deste documento que apontam alguma renovação quanto à música litúrgica. Para esta Instrução a música sacra pode ser: a) O canto gregoriano: sagrado canto da Igreja; b) A polifonia sacra: pode ser usada em todos os atos litúrgicos; c) A música sacra moderna: música a várias vozes que não exclui os instrumentos musicais e foi composta nos tempos recentes. Pode ser usada em todos os atos litúrgicos, desde que corresponda à dignidade da Liturgia; d) A música sacra para órgão; e) O canto popular religioso: canto que brota do senso religioso. Pode ser usado nos exercícios de piedade livremente e, sob algumas condições, nos atos litúrgicos; f) A música religiosa: aquela que exprime e suscita sentimentos pios e religiosos, não estando ordenada ao culto divino. Na missa cantada, somente a língua latina pode ser usada há possibilidade de se inserirem cânticos populares em vernáculo. Já nas missas rezadas podem-se acrescentar algumas orações e cantos populares no vernáculo (n. 14), desde que adequados a cada uma das partes da Missa (n. 33).

5 O instrumento musical litúrgico habitual é o órgão clássico ou de tubos. Todavia, o uso de qualquer instrumento musical deveria por si mesmo ser absolutamente perfeito, desde que considere a natureza, santidade e dignidade da Sagrada Liturgia, e não seja um tipo de instrumento próprio para a execução de músicas profanas (n. 62, 70). O toque desses instrumentos deve ser produzido com tal moderação, gravidade e como que religiosa pureza, que se evite todo estridor da música profana e se alimente a piedade dos fiéis (n. 69b). Por fim, a Instrução relembra a importância da formação de músicos capacitados e também da do povo, para a sua melhor participação nos atos litúrgicos, e a necessidade de existir uma Comissão de Música Sacra em cada diocese. Considerações Finais. De são Pio X até o Vaticano II, a música sacra passou por um processo de restauração do canto gregoriano e da polifonia, tornando-se a música litúrgica arquetípica da Igreja, e fonte de inspiração garantida. Esta restauração deve-se ao tipo de música com caráter teatral, surgida no período do barroco, e que contaminou a música sacra aquele período. Com o tempo, sob certa influência do Movimento Litúrgico e do desenvolvimento da música, passou-se a permitir, sob certas condições, não só o uso de outros tipos de músicas religiosas e não profanas, como também o uso da língua vernácula nos ritos litúrgicos. Esse caminho percorrido pela música na Liturgia católica é, de certo modo, paralelo ao caminho percorrido pelo Movimento Litúrgico, e que acabará por desaguar na Constituição Sacrosactum Concilium sobre a Sagrada Liturgia, do Concílio Vaticano II (1963).

6 Referências Bibliográficas. ABULQUERUE, Amaro Cavalcanti de (et al.). Música brasileira na liturgia. São Paulo: Paulus, ALMEIDA, João Carlos. Cantar em espírito e verdade: orientações para o Ministério de Música. 6. ed. São Paulo: Loyola, BOROBIO, Dionísio (org.). A celebração na Igreja. v. 1: Liturgia e sacramentologia fundamental. São Paulo: Loyola, BOTTE, Bernard. O Movimento litúrgico: testemunho e recordações. São Paulo: Ed. Paulinas, MARTÍN, Julián López. A Liturgia da Igreja: teologia, história, espiritualidade e pastoral. São Paulo: Paulinas, PIO XII. Mediator Dei: sobre a Sagrada Liturgia. Carta Encíclica, ed. Petrópolis, RJ: Vozes, SARTORE, Domenico; TRIACCA, Achille M. (orgs.). Dicionário de Liturgia. 3. ed. São Paulo: Paulus: VV.AA. Documentos sobre a música litúrgica. São Paulo: Paulus, 2005.

Inquérito às Conferências Episcopais, aos Institutos Religiosos Maiores e às Faculdades de Teologia

Inquérito às Conferências Episcopais, aos Institutos Religiosos Maiores e às Faculdades de Teologia Inquérito às Conferências Episcopais, aos Institutos Religiosos Maiores e às Faculdades de Teologia MÚSICA SACRA 50 anos depois do Concílio Preambulo A 50 anos do II Concilio do Vaticano, a Congregação

Leia mais

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DR. VIEIRA DE CARVALHO Planificação Educação Moral e Religiosa Católica. Ano Letivo 2015/2016 Secundário 10ºAno

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DR. VIEIRA DE CARVALHO Planificação Educação Moral e Religiosa Católica. Ano Letivo 2015/2016 Secundário 10ºAno Unidade Letiva: 1 Política, Ética e Religião Período: 1º Metas Objetivos Conteúdos Avaliação O. Amadurecer a sua responsabilidade perante a pessoa, a comunidade e o mundo. I. Conhecer o percurso da Igreja

Leia mais

Concertos nas igrejas Magistério 1987

Concertos nas igrejas Magistério 1987 2009 Concertos nas igrejas Magistério 1987 Meloteca Edit. 15/09/2009 I. A música nas igrejas, fora das celebrações litúrgicas 1. O interesse pela música é uma das manifestações da cultura contemporânea.

Leia mais

Carta sobre os concertos nas igrejas

Carta sobre os concertos nas igrejas Carta sobre os concertos nas igrejas No dia 5 de Novembro de 1987 a Congregação para o Culto Divino enviou uma Carta aos Presidentes das Conferências Episcopais sobre os concertos nas igrejas. 1. A MÚSICA

Leia mais

PARÓQUIA DE S. JOÃO BAPTISTA DE VILA DO CONDE REGULAMENTO PARA MATRIMÓNIOS

PARÓQUIA DE S. JOÃO BAPTISTA DE VILA DO CONDE REGULAMENTO PARA MATRIMÓNIOS PARÓQUIA DE S. JOÃO BAPTISTA DE VILA DO CONDE REGULAMENTO PARA MATRIMÓNIOS Reconhecendo a Igreja que o dia do Casamento é um dos dias mais especiais na vida do futuro casal e que a Igreja toma parte da

Leia mais

ÍNDICE GERAL. Apresentação... 5 Ordem cronológica dos documentos... 7 Siglas Tra le sollecitudini Mo t u Pr o p r i o d o Pa pa Pio X

ÍNDICE GERAL. Apresentação... 5 Ordem cronológica dos documentos... 7 Siglas Tra le sollecitudini Mo t u Pr o p r i o d o Pa pa Pio X Apresentação... 5 Ordem cronológica dos documentos... 7 Siglas... 8 Tra le sollecitudini Mo t u Pr o p r i o d o Pa pa Pio X sobre a restauração da música sacra Introdução... 9 I. Princípios gerais...

Leia mais

Coleção Liturgia e Música Coordenação editorial: Frei Joaquim Fonseca, OFM

Coleção Liturgia e Música Coordenação editorial: Frei Joaquim Fonseca, OFM INTRODUÇÃO ao canto gregoriano Coleção Liturgia e Música Coordenação editorial: Frei Joaquim Fonseca, OFM 1. Cantando a missa e o ofício divino, Joaquim Fonseca, OFM 2. Música brasileira na liturgia (vol.

Leia mais

Documento do MEJ Internacional. O coração do Movimento Eucarístico Juvenil

Documento do MEJ Internacional. O coração do Movimento Eucarístico Juvenil Documento do MEJ Internacional Para que a minha alegria esteja em vós Por ocasião dos 100 anos do MEJ O coração do Movimento Eucarístico Juvenil A O coração do MEJ é a amizade com Jesus (Evangelho) B O

Leia mais

PASTORAL É O HOJE DA IGREJA

PASTORAL É O HOJE DA IGREJA PASTORAL É O HOJE DA IGREJA As mudanças sociais são desafios à Evangelização. A atualização da mensagem cristã nas diversas realidades e em diferentes tempos fez surgir a Pastoral. Hoje em nossas paróquias

Leia mais

PRINCÍPIOS DE LITURGIA

PRINCÍPIOS DE LITURGIA PRINCÍPIOS DE LITURGIA PRINCÍPIOS DE LITURGIA - PREÂMBULO - Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, nós, legítimos representantes da Igreja Presbiteriana do Brasil, reunidos em Supremo Concílio,

Leia mais

Oficina de Liturgia e. Por. Pe. Cleiton Alencar Salvador 2011

Oficina de Liturgia e. Por. Pe. Cleiton Alencar Salvador 2011 Oficina de Liturgia e Música Por. Pe. Cleiton Alencar Salvador 2011 I parte Ohomem éum ser sacramental, queno planoreligioso expressam suas relações com Deus através de um conjunto de sinais e símbolos.(puebla

Leia mais

2015 ANO DA CELEBRAÇÃO DO BICENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE S. JOÃO BOSCO

2015 ANO DA CELEBRAÇÃO DO BICENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE S. JOÃO BOSCO 2015 ANO DA CELEBRAÇÃO DO BICENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE S. JOÃO BOSCO Na noite de quarta-feira, 16 agosto de 1815, na oitava da festa da Assunção, nascia o segundo filho de Francisco Bosco e Margarida

Leia mais

QUEM É PIERRE VIGNE? PIERRE VIGNE, MESTRE ESPIRITUAL

QUEM É PIERRE VIGNE? PIERRE VIGNE, MESTRE ESPIRITUAL QUEM É PIERRE VIGNE? Pierre Vigne nasceu em Privas, na França, no dia 20 de agosto de 1670. Com a idade de 11 anos, ele é observado pelo seu pároco que já lhe pode confiar responsabilidades em sua paróquia,

Leia mais

XIIIº PLANO DIOCESANO DE PASTORAL Diocese de Inhambane 2012 2015 TEMA: JUNTOS CRESCENDO FIRMES NA FÉ

XIIIº PLANO DIOCESANO DE PASTORAL Diocese de Inhambane 2012 2015 TEMA: JUNTOS CRESCENDO FIRMES NA FÉ XIIIº PLANO DIOCESANO DE PASTORAL Diocese de Inhambane 2012 2015 TEMA: JUNTOS CRESCENDO FIRMES NA FÉ INTRODUÇÃO GERAL A Assembleia Diocesana de Pastoral, realizada no Centro do Guiúa de 6 a 8 de Dezembro

Leia mais

Natividade de Nossa Senhora

Natividade de Nossa Senhora Rita de Sá Freire Natividade de Nossa Senhora 8 de setembro Na Igreja católica celebramos numerosas festas de santos. Entretanto, não se celebra a data de nascimento do santo, mas sim a de sua morte, correspondendo

Leia mais

Índice Introdução... 13 Abreviaturas... 17 1. Natureza da liturgia cristã... 21 1.1. O termo liturgia... 21 1.1.1. No helenismo... 22 1.1.2. No Antigo Testamento... 22 1.1.3. No Novo Testamento... 23 1.1.4.

Leia mais

A TERMINOLOGIA 1ª COMPANHIA

A TERMINOLOGIA 1ª COMPANHIA A TERMINOLOGIA 1ª COMPANHIA 1. Companhia quem escreveu foi Santo Inácio de Loyola que inventou e atribuiu para os jesuítas, o rigor e a disciplina militar. A Companhia de Jesus. 2. Toda a Itália do século

Leia mais

Felizes os puros de coração porque verão a Deus (Mt 5, 8)

Felizes os puros de coração porque verão a Deus (Mt 5, 8) Janeiro e Fevereiro 2015 Editorial Esta é a Síntese dos meses de Janeiro e Fevereiro, assim como a Palavra de Vida, em que o nosso diretor espiritual, Pe. Pedro, fala sobre Felizes os puros de coração

Leia mais

Tema ASCENSÃO DO SENHOR

Tema ASCENSÃO DO SENHOR Encontro n. 6 ema ASCENSÃO DO SENHOR I. ACOLHIDA Ambiente: Lenço branco sobre a mesa, como sinal de despeida; uma cadeira vazia ou um banco próximo ao altar. Bíblia sobre o altar, vela acesa, com flores.

Leia mais

A música surgiu com os sons

A música surgiu com os sons Dó A música surgiu com os sons da natureza, já que seus elementos formais - som e ritmo - fazem parte do Universo e, particularmente da estrutura humana O homem pré-histórico deve ter percebido os sons

Leia mais

Nº 03 - Setembro/2007

Nº 03 - Setembro/2007 Nº 03 - Setembro/2007 Setembro - Mês da Bíblia Deus viu quanto havia feito e era muito bom Gn 1,31. Por que a Igreja coloca o mês de setembro como Mês da Bíblia, se todos os dias do Ano devem ser Bíblicos?

Leia mais

O HIBRIDISMO NO REPERTÓRIO LITÚRGICO NO BRASIL PÓS-CONCÍLIO VATICANO II

O HIBRIDISMO NO REPERTÓRIO LITÚRGICO NO BRASIL PÓS-CONCÍLIO VATICANO II 1081 O HIBRIDISMO NO REPERTÓRIO LITÚRGICO NO BRASIL PÓS-CONCÍLIO VATICANO II Adenor Leonardo Terra Centro de Artes da UDESC PPGMUS Mestrado em Música SIMPOM: Subárea de Musicologia Resumo: O presente artigo

Leia mais

RITUAL DO BATISMO DE CRIANÇAS

RITUAL DO BATISMO DE CRIANÇAS RITUAL DO BATISMO DE CRIANÇAS A elaboração de um Ritual de Batismo de Crianças, adaptado para o Brasil, baseia-se, primeiramente em que os Bispos no Concílio Vaticano II reconheceram a utilidade e mesmo

Leia mais

INTRODUÇÃO: MÚSICA RITUAL

INTRODUÇÃO: MÚSICA RITUAL INTRODUÇÃO: MÚSICA RITUAL Apostila preparada com os artigos sobre Música Litúrgica da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB Escola de Formação de Agentes de Pastoral RE1 Diocese de São Carlos

Leia mais

Centro Pastoral - Paróquia Imaculada Conceição de Nossa Senhora. Pastoral dos Acólitos

Centro Pastoral - Paróquia Imaculada Conceição de Nossa Senhora. Pastoral dos Acólitos 1 Centro Pastoral - Paróquia Imaculada Conceição de Nossa Senhora Pastoral dos Acólitos Seminarista Thiago Medeiros 1. Encontro de Formação: Ministérios: o que são e para que servem. Nome do Candidato:

Leia mais

ASSEMBLEIA DO RENOVAMENTO CARISMÁTICO DA DIOCESE DO PORTO 21 de Abril de 2012

ASSEMBLEIA DO RENOVAMENTO CARISMÁTICO DA DIOCESE DO PORTO 21 de Abril de 2012 ASSEMBLEIA DO RENOVAMENTO CARISMÁTICO DA DIOCESE DO PORTO 21 de Abril de 2012 Mantendo-vos, portanto, firmes, tendo cingido os vossos rins com a verdade, vestindo a couraça da justiça e calçando os pés

Leia mais

Os templos religiosos e a formação das Minas Gerais

Os templos religiosos e a formação das Minas Gerais Os templos religiosos e a formação das Minas Gerais Sou apenas uma rua na cidadezinha de Minas. Cruz da Igreja de N. Sra do Carmo Ouro Preto Minas há muitas. Provavelmente a Minas que mais nos fascina

Leia mais

CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL PASTORAL DA MÚSICA LITÚRGICA NO BRASIL. Rio de Janeiro - GB, março de 1976

CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL PASTORAL DA MÚSICA LITÚRGICA NO BRASIL. Rio de Janeiro - GB, março de 1976 1 APRESENTAÇÃO CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL PASTORAL DA MÚSICA LITÚRGICA NO BRASIL Rio de Janeiro - GB, março de 1976 Há bastante tempo numerosas vozes reclamavam uma palavra da CNBB acerca

Leia mais

O Canto Litúrgico. Como escolher os cantos para nossas celebrações?

O Canto Litúrgico. Como escolher os cantos para nossas celebrações? O Canto Litúrgico Como escolher os cantos para nossas celebrações? O que é Liturgia? Liturgia é antes de tudo "serviço do povo", essa experiência é fruto de uma vivencia fraterna, ou seja, é o culto, é

Leia mais

SAGRADA FAMÍLIA 28 de dezembro de 2014

SAGRADA FAMÍLIA 28 de dezembro de 2014 SAGRADA FAMÍLIA 28 de dezembro de 2014 Maria e José levaram Jesus a Jerusalém a fim de apresentá-lo ao Senhor Leituras: Genesis 15, 1-6; 21,1-3; Salmo 104 (105), 1b-2, 3.4-5.6.8-9 (R/ 7a.8a); Carta aos

Leia mais

Olivier Messiaen e a Actualidade do Sagrado

Olivier Messiaen e a Actualidade do Sagrado Olivier Messiaen e a Actualidade do Sagrado Yolanda Espiña Artigos Meloteca 2009 Alléluias sereins d une âme qui désire le ciel Olivier Messiaen, L Ascension (II) 1. Na homilia das solenidades fúnebres

Leia mais

Quando a leitura orante da Palavra de Deus dá fruto Qua, 17 de Março de 2010 00:00. Por Mirko Testa

Quando a leitura orante da Palavra de Deus dá fruto Qua, 17 de Março de 2010 00:00. Por Mirko Testa Por Mirko Testa Uma escuta séria e obediente da Palavra, preparada com zelo, mas também com criatividade, pode ser capaz de envolver muitos fiéis e tornar-se fonte de discernimento, capaz de renovar o

Leia mais

Entre 18 e 20 de fevereiro será celebrado em Sassone (Itália) a XXIV Assembleia Nacional da Federação Italiana de Exercícios Espirituais (FIES).

Entre 18 e 20 de fevereiro será celebrado em Sassone (Itália) a XXIV Assembleia Nacional da Federação Italiana de Exercícios Espirituais (FIES). Entre 18 e 20 de fevereiro será celebrado em Sassone (Itália) a XXIV Assembleia Nacional da Federação Italiana de Exercícios Espirituais (FIES). O objetivo é a relação entre os Exercícios Espirituais e

Leia mais

Missa com Crianças. O directório para a missa com crianças. Sim ou não? De que modo?

Missa com Crianças. O directório para a missa com crianças. Sim ou não? De que modo? Missa com Crianças Sim ou não? De que modo? Muitas comunidades cristãs celebram Missa com crianças. Umas fazem-no no contexto da Missa Paroquial; outras fazem-no só e especificamente no âmbito da Catequese,

Leia mais

COMO ORGANIZAR A PASTORAL DA SAÚDE NA PARÓQUIA?

COMO ORGANIZAR A PASTORAL DA SAÚDE NA PARÓQUIA? COMO ORGANIZAR A PASTORAL DA SAÚDE NA PARÓQUIA? Paróquia - Missão da Igreja na vida das pessoas - Libertar a pessoa da enfermidade - Ser presença solidária e cristã junto aos doentes Papel PS contribuir

Leia mais

Documento 62 - CNBB. Missão e Ministérios dos Cristãos Leigos e Leigas APRESENTAÇÃO

Documento 62 - CNBB. Missão e Ministérios dos Cristãos Leigos e Leigas APRESENTAÇÃO Documento 62 - CNBB Missão e Ministérios dos Cristãos Leigos e Leigas APRESENTAÇÃO O Documento 62 Missão e Ministérios dos Cristãos Leigos e Leigas é um marco na reflexão do Magistério da Igreja no Brasil.

Leia mais

emerge a correcta atmosfera espiritual que torna o momento litúrgico intenso, participado, e frutuoso."

emerge a correcta atmosfera espiritual que torna o momento litúrgico intenso, participado, e frutuoso. Canto Gregoriano: as possibilidades e as condições para o seu restabelecimento por Valentino Miserachs Grau (Director do Pontifício Instituto de Música Sacra, Roma) Discurso aos participantes na jornada

Leia mais

ASSINTEC Associação Inter-Religiosa de Educação e Cultura. Organização: Borres Guilouski Diná Raquel D. da Costa

ASSINTEC Associação Inter-Religiosa de Educação e Cultura. Organização: Borres Guilouski Diná Raquel D. da Costa ASSINTEC Associação Inter-Religiosa de Educação e Cultura Organização: Borres Guilouski Diná Raquel D. da Costa CANÇÃO Borres Guilouski Somos diversos E somos plurais Somos diferentes E somos iguais Respeito

Leia mais

A relação de amor entre Deus e a humanidade

A relação de amor entre Deus e a humanidade A relação de amor entre Deus e a humanidade A reflexão acerca do amor de Deus para com a humanidade é um grande desafio, pois falar do amor pressupõe a vivência do mesmo. Não basta falar do amor é preciso

Leia mais

Começando pela realidade da assembléia, antes de mais nada é preciso perguntar-se: Qual a realidade desta comunidade reunida?

Começando pela realidade da assembléia, antes de mais nada é preciso perguntar-se: Qual a realidade desta comunidade reunida? Agora você vai conhecer dicas indispensáveis para o ministério de música no serviço à liturgia. Mas as orientações aqui apresentadas não dispensam as observações do celebrante. É ele quem preside e, por

Leia mais

A Liturgia antes do Concílio Vaticano II

A Liturgia antes do Concílio Vaticano II ' ' A Liturgia antes do Concílio Vaticano II Pela primeira vez na história, a Santa Igreja se propôs fazer uma «reforma geral da Liturgia». Decretou-a o Concílio Vaticano II (SC 21) e tem vindo a ser executada

Leia mais

Preparar o ambiente com Bíblia, Cruz, velas, fotos e símbolos missionários. 1. ACOLHIDA

Preparar o ambiente com Bíblia, Cruz, velas, fotos e símbolos missionários. 1. ACOLHIDA Preparar o ambiente com Bíblia, Cruz, velas, fotos e símbolos missionários. 1. ACOLHIDA Animador(a): Neste ano, em preparação para as comemorações de seu Centenário, a Diocese de Guaxupé iniciou, na quinta-feira

Leia mais

CONSIDERAÇÕES ECLESIOLÓGICAS PRÉ-CONCÍLIO VATICANO II. Bruno Cesar Siqueira. Pe. Paulo Fernando Cunha de Melo

CONSIDERAÇÕES ECLESIOLÓGICAS PRÉ-CONCÍLIO VATICANO II. Bruno Cesar Siqueira. Pe. Paulo Fernando Cunha de Melo CONSIDERAÇÕES ECLESIOLÓGICAS PRÉ-CONCÍLIO VATICANO II Bruno Cesar Siqueira Pe. Paulo Fernando Cunha de Melo Faculdade Católica de Filosofia e Teologia de Ribeirão Preto. Introdução Tendo em vista a proposta

Leia mais

Servidores da Caridade

Servidores da Caridade Homilia da Missa Crismal 2011 Servidores da Caridade António Marto Catedral de Leiria 21 de Abril de 2011 Cantarei eternamente a bondade do Senhor A liturgia da Missa Crismal encerra uma beleza espiritual

Leia mais

NOVENA DE NATAL 2015. O Natal e a nossa realidade. A jovem concebeu e dará à luz um filho, e o chamará pelo nome de Emanuel.

NOVENA DE NATAL 2015. O Natal e a nossa realidade. A jovem concebeu e dará à luz um filho, e o chamará pelo nome de Emanuel. NOVENA DE NATAL 2015 O Natal e a nossa realidade A jovem concebeu e dará à luz um filho, e o chamará pelo nome de Emanuel. (Is 7,14) APRESENTAÇÃO O Natal se aproxima. Enquanto renovamos a esperança de

Leia mais

A Bíblia é para nós, cristãos, o ponto de referência de nossa fé, uma luz na caminhada de nossa vida.

A Bíblia é para nós, cristãos, o ponto de referência de nossa fé, uma luz na caminhada de nossa vida. LITURGIA DA PALAVRA A Palavra de Deus proclamada e celebrada - na Missa - nas Celebrações dos Sacramentos (Batismo, Crisma, Matrimônio...) A Bíblia é para nós, cristãos, o ponto de referência de nossa

Leia mais

Vamos olhar para a igreja de Jerusalém como nosso exemplo e modelo. A melhor maneira de fazer isso é examinar Atos 2.42-47.

Vamos olhar para a igreja de Jerusalém como nosso exemplo e modelo. A melhor maneira de fazer isso é examinar Atos 2.42-47. 1 Uma igreja poderosa Bill Hybels, em uma de suas prédicas, perguntou: Qual é a igreja mais importante do mundo?. Ele mesmo respondeu: A igreja mais importante do mundo é a igreja que Deus está edificando

Leia mais

MARIA, ESTRELA E MÃE DA NOVA EVANGELIZAÇÃO

MARIA, ESTRELA E MÃE DA NOVA EVANGELIZAÇÃO MARIA, ESTRELA E MÃE DA NOVA EVANGELIZAÇÃO anuncie a Boa Nova não só com palavras, mas, sobretudo, com uma vida transfigurada pela presença de Deus (EG 259). O tema da nova evangelização aparece com freqüência

Leia mais

Neurivan Sousa. Pequenas Pérolas. Frases & Pensamentos. 2013 Curitiba 2ª edição

Neurivan Sousa. Pequenas Pérolas. Frases & Pensamentos. 2013 Curitiba 2ª edição Neurivan Sousa Pequenas Pérolas Frases & Pensamentos 2013 Curitiba 2ª edição Dedicatória Dedico esse singelo livreto especialmente a três mulheres que são o meu tesouro na terra: minha esposa Vânia Tereza,

Leia mais

Normas Internas para Casamento na Paróquia Nossa Senhora da Assunção

Normas Internas para Casamento na Paróquia Nossa Senhora da Assunção Normas Internas para Casamento na Paróquia Nossa Senhora da Assunção Leiam atentamente essas normas a seguir, evitando assim futuros problemas e perda de tempo. 1. DOCUMENTAÇÃO 1.1. A documentação para

Leia mais

APRESENTAÇÃO. Ser Igreja de Comunhão e Participação!

APRESENTAÇÃO. Ser Igreja de Comunhão e Participação! APRESENTAÇÃO Os Bispos aprovaram, recentemente, as Diretrizes da Ação Evangelizadoras da Igreja do Brasil 2011 2015 e a Arquidiocese de Florianópolis em comunhão com estas quer impulsionar todas as paróquias

Leia mais

A educação para o canto

A educação para o canto ECOS DA E.D.M.S. Ano X Η Coimbra, 1 de Dezembro de 2007 Η N.º 2 A educação para o canto Bento XVI assistiu na noite de sexta-feira, 20 de Julho, a um concerto em sua honra, executado por sete coros alpinos

Leia mais

Instrução "Musicam sacram"

Instrução Musicam sacram Instrução "Musicam sacram" No dia 5 de Março de 1967 a Sagrada Congregação para os Ritos e o Consilium publicaram a Instrução Musicam Sacram, sobre a música na sagrada Liturgia. Proémio 1. A Música Sacra,

Leia mais

Leituras: Ex 34, 4b-6.8-9; 2 Cor 13, 11-13; Jo 3, 16 18

Leituras: Ex 34, 4b-6.8-9; 2 Cor 13, 11-13; Jo 3, 16 18 // De acordo com o calendário litúrgico, neste domingo (19), comemoramos a festa da Santíssima Trindade. Dom Emanuele Bargellini - Prior do Mosteiro da Transfiguração (Mogi das Cruzes - São Paulo), doutor

Leia mais

BREVE HISTÓRICO DA PARÓQUIA SÃO JOÃO BATISTA - TAUAPE

BREVE HISTÓRICO DA PARÓQUIA SÃO JOÃO BATISTA - TAUAPE BREVE HISTÓRICO DA PARÓQUIA SÃO JOÃO BATISTA - TAUAPE A Paróquia de São João Batista do Tauape foi criada por sua Excia. Revma. Dom Antônio, de Almeida Lustosa, na época Arcebispo de Fortaleza, pelo decreto

Leia mais

Coleção BIOGRAFIAS Oscar Romero e a comunhão dos Santos, Scott Wright João Paulo II A biografia, Andrea Riccardi Padre Ibiapina, José Comblin Padre

Coleção BIOGRAFIAS Oscar Romero e a comunhão dos Santos, Scott Wright João Paulo II A biografia, Andrea Riccardi Padre Ibiapina, José Comblin Padre PAPA JOÃO PAULO II Coleção BIOGRAFIAS Oscar Romero e a comunhão dos Santos, Scott Wright João Paulo II A biografia, Andrea Riccardi Padre Ibiapina, José Comblin Padre Cícero de Juazeiro, José Comblin Padre

Leia mais

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos OS EPÍTETOS NOS CÂNTICOS MARIANOS Eliane da Silva (USP) eliane1silva@gmail.com 1. Os epítetos A pesquisa visa mostrar a completude histórica refletida nas cantigas marianas, além das cantigas que tiveram,

Leia mais

Obreiros evangélicos, pp. 222-228 ( Ensinar o povo a ser liberal ; O sustento do evangelho ).

Obreiros evangélicos, pp. 222-228 ( Ensinar o povo a ser liberal ; O sustento do evangelho ). Obreiros evangélicos, pp. 222-228 ( Ensinar o povo a ser liberal ; O sustento do evangelho ). Ensinar o povo a ser liberal Nunca deve o obreiro que organiza pequenos grupos aqui e ali, dar aos recém-convertidos

Leia mais

Capitulo 3 ESPIRITUALIDADE DA RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA

Capitulo 3 ESPIRITUALIDADE DA RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA Capitulo 3 ESPIRITUALIDADE DA RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA Deus nos alerta pela profecia de Oséias de que o Povo dele se perde por falta de conhecimento. Cf. Os 4,6 1ª Tm 4,14 Porque meu povo se perde

Leia mais

Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical

Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical Rafael Beling Unasp rafaelbeling@gamil.com Resumo: os termos música e musicalidade, por sua evidente proximidade, podem

Leia mais

Louvor com ênfase na soberania do Espírito Santo

Louvor com ênfase na soberania do Espírito Santo Louvor com ênfase na soberania do Espírito Santo A música tem forte influência na vida do Cristão Ensino de Música ensinando só teoria musical? Nossa música é diferente. Devemos ensinar os irmãos e irmãs

Leia mais

OBLATOS ORIONITAS. linhas de vida espiritual e apostólica

OBLATOS ORIONITAS. linhas de vida espiritual e apostólica OBLATOS ORIONITAS linhas de vida espiritual e apostólica Motivos inspiradores da oblação orionita laical O "carisma" que o Senhor concede a um fundador, é um dom para o bem de toda a Igreja. O carisma

Leia mais

Estamos começando um novo ano. É bom refletir sobre a natureza do nosso ministério.

Estamos começando um novo ano. É bom refletir sobre a natureza do nosso ministério. Por Bispo Paulo Lockmann. Bispo da Primeira Região Eclesiástica. 1) Pastor-Pastora Um Serviço Distinto Estamos começando um novo ano. É bom refletir sobre a natureza do nosso ministério. Tenho dito aos/às

Leia mais

O RITUAL DE INICIAÇÃO CRISTÃ DE ADULTOS: UM INSTRUMENTO PARA A TRANSMISSÃO DA FÉ

O RITUAL DE INICIAÇÃO CRISTÃ DE ADULTOS: UM INSTRUMENTO PARA A TRANSMISSÃO DA FÉ O RITUAL DE INICIAÇÃO CRISTÃ DE ADULTOS: UM INSTRUMENTO PARA A TRANSMISSÃO DA FÉ Pe. Thiago Henrique Monteiro Muito adultos convertem-se a Cristo e à Igreja Católica. Por exemplo, neste ano, nas dioceses

Leia mais

A Santa Sé VISITA PASTORAL À PARÓQUIA ROMANA DE SÃO BARNABÉ HOMILIA DO PAPA JOÃO PAULO II. Domingo, 30 de Janeiro de 1983

A Santa Sé VISITA PASTORAL À PARÓQUIA ROMANA DE SÃO BARNABÉ HOMILIA DO PAPA JOÃO PAULO II. Domingo, 30 de Janeiro de 1983 A Santa Sé VISITA PASTORAL À PARÓQUIA ROMANA DE SÃO BARNABÉ HOMILIA DO PAPA JOÃO PAULO II Domingo, 30 de Janeiro de 1983 1. Caros Irmãos e Irmãs! Acabámos de ouvir a Palavra de Deus da Liturgia de hoje.

Leia mais

Celebrar e viver o Concílio Vaticano II

Celebrar e viver o Concílio Vaticano II Celebrar e viver o Concílio Vaticano II Nota Pastoral da Conferência Episcopal Portuguesa Celebrar os 50 anos da abertura do Concílio no Ano da Fé 1. Na Carta apostólica A Porta da Fé, assim se exprime

Leia mais

Plano Pedagógico do Catecismo 6

Plano Pedagógico do Catecismo 6 Plano Pedagógico do Catecismo 6 Cat Objetivos Experiência Humana Palavra Expressão de Fé Compromisso PLANIFICAÇÃO de ATIVIDADES BLOCO I JESUS, O FILHO DE DEUS QUE VEIO AO NOSSO ENCONTRO 1 Ligar a temática

Leia mais

APONTAMENTOS DA TEOLOGIA DOS SACRAMENTOS

APONTAMENTOS DA TEOLOGIA DOS SACRAMENTOS APONTAMENTOS DA TEOLOGIA DOS SACRAMENTOS Profa. Ivenise Teresinha Gonzaga Santinon Introdução Com o Concílio Vaticano II e a sua Constituição Sacrossanctum Concilium, os sacramentos se viram revalorizados.

Leia mais

Bento XVI, Sacramentum caritatis,

Bento XVI, Sacramentum caritatis, ou Bento XVI, Sacramentum caritatis, Em entrevista com o clero da Diocese de Albano (31/8/2006), Bento XVI respondeu à pergunta de um padre sobre a ars celebrandi. Disse que essa arte tem várias dimensões:

Leia mais

LEITURA ORANTE DA BÍBLIA. Um encontro com Deus vivo

LEITURA ORANTE DA BÍBLIA. Um encontro com Deus vivo LEITURA ORANTE DA BÍBLIA Um encontro com Deus vivo A quem nós iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna. (Jo 6,68) Recordando a história... A leitura orante da Palavra é uma tentativa de responder

Leia mais

Carta Pastoral 2013-2014

Carta Pastoral 2013-2014 Carta Pastoral 2013-2014 O Sínodo Diocesano. Em Comunhão para a Missão: participar e testemunhar Estamos no momento decisivo do Sínodo da nossa diocese de Viseu. Pela sua importância, para o presente e

Leia mais

Ficha 1 História: O QUE É UM CONCÍLIO?

Ficha 1 História: O QUE É UM CONCÍLIO? Ficha 1 História: O QUE É UM CONCÍLIO? A palavra Concílio significa assembleia reunida por convocação e, na Igreja, um concílio sempre teve como objetivo discutir, definir e deliberar sobre questões de

Leia mais

Congregação dos Sagrados Estigmas de Nosso Senhor Jesus Cristo A VOCAÇÃO NO DOCUMENTO "PASTORES DABO VOBIS"

Congregação dos Sagrados Estigmas de Nosso Senhor Jesus Cristo A VOCAÇÃO NO DOCUMENTO PASTORES DABO VOBIS Congregação dos Sagrados Estigmas de Nosso Senhor Jesus Cristo 1 o Curso por Correspondência às Equipes Vocacionais Paroquiais SEGUNDO TEMA: A VOCAÇÃO NO DOCUMENTO "PASTORES DABO VOBIS" 1. Introdução É

Leia mais

AGOSTINHO DE HIPONA E TOMÁS DE AQUINO (3ª SÉRIE, REVISÃO TESTÃO)

AGOSTINHO DE HIPONA E TOMÁS DE AQUINO (3ª SÉRIE, REVISÃO TESTÃO) AGOSTINHO DE HIPONA E TOMÁS DE AQUINO (3ª SÉRIE, REVISÃO TESTÃO) PERÍODOS DA FILOSOFIA MEDIEVAL 1º Patrística: século II (ou do V) ao VIII (Agostinho de Hipona). 2º Escolástica: século IX ao XV (Tomás

Leia mais

1. AGENDA LATINO-AMERICANA E LIVRO EM HOMENAGEM A DOM TOMÁS BALDUINO SERÃO LANÇADOS EM GOIÂNIA

1. AGENDA LATINO-AMERICANA E LIVRO EM HOMENAGEM A DOM TOMÁS BALDUINO SERÃO LANÇADOS EM GOIÂNIA NOTÍCIAS DE ÚLTIMA HORA tabloide@dominicanos.org.br www.dominicanos.org.br ANO XVII 20 de novembro de 2014. 1. AGENDA LATINO-AMERICANA E LIVRO EM HOMENAGEM A DOM TOMÁS BALDUINO SERÃO LANÇADOS EM GOIÂNIA

Leia mais

CERIMÔNIA DAS FLORES

CERIMÔNIA DAS FLORES INSTRUÇÕES GERAIS O Altar, os assentos e os postos dos Oficiais e as cadeiras para os membros devem ser arrumados de acordo com a Sala Capitular indicada no Diagrama 1. Uma das mensagens mais bonitas que

Leia mais

HISTÓRICO DA NOTAÇÃO MUSICAL (DA ANTIGUIDADE ATÉ OS DIAS ATUAIS)

HISTÓRICO DA NOTAÇÃO MUSICAL (DA ANTIGUIDADE ATÉ OS DIAS ATUAIS) HISTÓRICO DA NOTAÇÃO MUSICAL (DA ANTIGUIDADE ATÉ OS DIAS ATUAIS) Faremos a seguir, um pequeno histórico da notação musical desde os seus primeiros registros até os dias atuais, para que se compreenda a

Leia mais

CONCORDATA ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A SANTA SÉ

CONCORDATA ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A SANTA SÉ Resolução da Assembleia da República n.º 74/2004 Concordata entre a República Portuguesa e a Santa Sé, assinada em 18 de Maio de 2004 na cidade do Vaticano Aprova, para ratificação, a Concordata entre

Leia mais

A MÚSICA NO RITO CRISTÃO

A MÚSICA NO RITO CRISTÃO A MÚSICA NO RITO CRISTÃO Frei Joaquim Fonseca, OFM. Assessor do Setor de Música da CNBB e-mail: musica@cnbb.org.br 1. A música como expressão da vida humana A música é uma linguagem que expressa a vida

Leia mais

Elementos da Vida da Pequena Comunidade

Elementos da Vida da Pequena Comunidade Raquel Oliveira Matos - Brasil A Igreja, em sua natureza mais profunda, é comunhão. Nosso Deus, que é Comunidade de amor, nos pede entrarmos nessa sintonia com Ele e com os irmãos. É essa a identidade

Leia mais

ACHEGAS PARA UM PLANO DE FORMAÇÃO DE FREIRES E POSTULANTES DA MSM

ACHEGAS PARA UM PLANO DE FORMAÇÃO DE FREIRES E POSTULANTES DA MSM ACHEGAS PARA UM PLANO DE FORMAÇÃO DE FREIRES E POSTULANTES DA MSM Claustrum sine armario castrum sine armamentario (Godofredo de Breteuil) «Um programa de estudo é-lhes fornecido e devem ( ) testemunhar

Leia mais

Caracterização Cronológica

Caracterização Cronológica Caracterização Cronológica Filosofia Medieval Século V ao XV Ano 0 (zero) Nascimento do Cristo Plotino (204-270) Neoplatônicos Patrística: Os grandes padres da igreja Santo Agostinho ( 354-430) Escolástica:

Leia mais

MENSAGEM DO PAPA JOÃO PAULO II PARA A XXXI JORNADA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

MENSAGEM DO PAPA JOÃO PAULO II PARA A XXXI JORNADA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES MENSAGEM DO PAPA JOÃO PAULO II PARA A XXXI JORNADA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES Aos venerados irmãos no episcopado e a todos os queridos fiéis do mundo inteiro A celebração da Jornada Mundial de Oração

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DO ENSINO NO BRASIL: PERÍODO COLONIAL

ORGANIZAÇÃO DO ENSINO NO BRASIL: PERÍODO COLONIAL Aula ORGANIZAÇÃO DO ENSINO NO BRASIL: PERÍODO COLONIAL META Apresentar as razões da expansão da pedagogia (ensino) jesuítica no Brasil-colônia e, posteriormente, a sua expulsão motivada pela reforma da

Leia mais

Sócrates Oliveira de Souza (organizador)

Sócrates Oliveira de Souza (organizador) Sócrates Oliveira de Souza (organizador) EXAME E CONSAGRAÇÃO AO MINISTÉRIO PASTORAL Sócrates Oliveira de Souza (organizador) EXAME E CONSAGRAÇÃO AO MINISTÉRIO PASTORAL 2011 Rio de Janeiro 2ª edição Todos

Leia mais

REQUERIMENTO. Ao Excelentíssimo e Reverendíssimo Senhor Dom OSVINO JOSÉ BOTH Arcebispo Militar do Brasil

REQUERIMENTO. Ao Excelentíssimo e Reverendíssimo Senhor Dom OSVINO JOSÉ BOTH Arcebispo Militar do Brasil REQUERIMENTO Ao Excelentíssimo e Reverendíssimo Senhor Dom OSVINO JOSÉ BOTH Arcebispo Militar do Brasil Documento elaborado de próprio punho. Eu, inscrito no CPF sob o nº e no RG nº aluno da Escola Diaconal

Leia mais

CENTRO DE ESTUDOS DE MÚSICA SACRA E LITURGIA DA ARQUIDIOCESE DE CAMPINAS

CENTRO DE ESTUDOS DE MÚSICA SACRA E LITURGIA DA ARQUIDIOCESE DE CAMPINAS CENTRO DE ESTUDOS DE MÚSICA SACRA E LITURGIA DA ARQUIDIOCESE DE CAMPINAS INSCRIÇÕES PARA 2016 CAMPINAS / SP Apresentação, histórico e objetivo No ano de 2007, procurando atender à necessidade de formação

Leia mais

VAMOS OUSAR A ALEGRIA DO DEUS CONNOSCO JESUS CRISTO

VAMOS OUSAR A ALEGRIA DO DEUS CONNOSCO JESUS CRISTO VAMOS OUSAR A ALEGRIA DO DEUS CONNOSCO JESUS CRISTO DIOCESE DE AVEIRO - CAMINHADA DE ADVENTO 2014 - ANO B semana 1 semana 2 semana 3 semana 4 Natal O Tempo do Advento tem dupla característica: é tempo

Leia mais

MÍSTICA E CONSTRUÇÃO Por que pensar em Mística e Construção?

MÍSTICA E CONSTRUÇÃO Por que pensar em Mística e Construção? MÍSTICA E CONSTRUÇÃO Espiritualidade e profecia são duas palavras inseparáveis. Só os que se deixam possuir pelo espírito de Deus são capazes de plantar sementes do amanhã e renovar a face da terra. Todo

Leia mais

Jesus tomou os Pães, deu graças e distribuiu-os aos que estavam sentados, assim como os peixes

Jesus tomou os Pães, deu graças e distribuiu-os aos que estavam sentados, assim como os peixes 17º DOMINGO DO TEMPO COMUM 26 de julho de 2015 Jesus tomou os Pães, deu graças e distribuiu-os aos que estavam sentados, assim como os peixes Leituras: Segundo Livro dos Reis 4, 42-44; Salmo 144 (145),

Leia mais

DONS INFUSOS DO ESPÍRITO SANTO

DONS INFUSOS DO ESPÍRITO SANTO DONS INFUSOS DO ESPÍRITO SANTO O Espírito Santo nos foi dado para que nos tornemos santos, e para que assim se cumpram perfeitamente em cada um de nós os desígnios amorosos que o Pai tem preparado para

Leia mais

Os fundamentos da nossa missão 2013-10 1/16

Os fundamentos da nossa missão 2013-10 1/16 Os fundamentos da nossa missão 2013-10 1/16 Índice Introdução. 3 1. Apresentação geral.... 4 2. Os CPM no seio da Igreja......5 3. Os animadores.....7 4. O papel do Assistente Espiritual... 8 5. A equipa

Leia mais

Prova Escrita de História A

Prova Escrita de História A Exame Nacional do Ensino Secundário Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de História A 12.º Ano de Escolaridade Prova 623/Época Especial 8 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

VÓS SOIS O SAL DA TERRA, DISSE JESUS

VÓS SOIS O SAL DA TERRA, DISSE JESUS VÓS SOIS O SAL DA TERRA, DISSE JESUS Se o sal perde o sabor, com que lhe será restituído o sabor? Para nada mais serve senão para ser lançado fora e calcado pelos homens. (Mt. 5, 13) Carta do Padre Lodi

Leia mais

As Palavras Pintadas nos Livros dos Séculos XIV e XV 9 Os livros religiosos enquanto templo e espaço para a reflexão.

As Palavras Pintadas nos Livros dos Séculos XIV e XV 9 Os livros religiosos enquanto templo e espaço para a reflexão. As Palavras Pintadas nos Livros dos Séculos XIV e XV 9 Os livros religiosos enquanto templo e espaço para a reflexão. Relevo em marmore com grupo de estudantes de Bolonha Artistas: Jacobello Masegne &

Leia mais

PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO. RESENDE/RJ

PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO. RESENDE/RJ PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO. RESENDE/RJ ORIENTAÇÕES PARA OS NOIVOS E NORMAS PARA OS CASAMENTOS NA PARÓQUIA Estamos felizes por você ter decidido se casar na Igreja. Certamente esta decisão foi

Leia mais

III MODELOS DE ORAÇÃO UNIVERSAL

III MODELOS DE ORAÇÃO UNIVERSAL III MODELOS DE ORAÇÃO UNIVERSAL 229. I Irmãos e irmãs: Celebrando o especial dom da graça e da caridade, com que Deus Se dignou consagrar o amor dos nossos irmãos N. e N., confiemo-los ao Senhor, dizendo

Leia mais

EVANGELHO DO DIA E HOMILIA

EVANGELHO DO DIA E HOMILIA EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES DE FREI CARLOS MESTERS,, O. CARM REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM 1) Oração Terça-feira da 1ª Semana da Quaresma Ó Deus, força

Leia mais