MANUAL DE PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS

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1 BANCO DO BRASIL S.A. Vice-Presidência de Governo Diretoria de Governo Gerência de Negócios com o Executivo Federal Divisão de Administração de Fundos Garantidores FGO MANUAL DE PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS Atualização:

2 BANCO DO BRASIL S.A. PRESIDENTE: ALDEMIR BENDINE VICE-PRESIDENTE: CÉSAR AUGUSTO RABELLO BORGES DIRETOR: PAULO ROBERTO LOPES RICCI Gerência de Negócios com o Executivo Federal Divisão de Administração de Fundos Garantidores GERENTE EXECUTIVO: ALEXANDRE CARNEIRO CERQUEIRA GERENTE DE DIVISÃO: RICHARD DOS SANTOS ROBERTO Banco do Brasil S.A. FGO Manual de Procedimentos Operacionais VERSÃO: Edição: Diretoria de Governo Endereço: SBS, quadra 01, bloco C, lote 32, Ed. Sede III, 12º andar CEP: Brasília - Distrito Federal Telefone: (0xx61) Fax: (0xx61) Endereço eletrônico: site:

3 APRESENTAÇÃO O Fundo de Garantia de Operações - FGO foi criado para ampliar o acesso das micro, pequenas e médias empresas ao crédito, oferecendo às instituições financeiras um instrumento mitigador do risco. Dessa forma, espera-se que o FGO contribua para a redução das taxas de juros bancários bem como para a alavancagem da oferta de crédito, estimulando a atividade econômica no País O Banco do Brasil S.A., no papel de Administrador do FGO, elaborou o presente Manual de Procedimentos Operacionais que tem o objetivo de regulamentar os procedimentos entre o Administrador e os Agentes Financeiros na operacionalização do FGO, nos termos do Estatuto, além de contribuir para formalizar e consolidar a atuação do BANCO DO BRASIL S.A. no papel de Administrador do Fundo de Garantia de Operações - FGO. BANCO DO BRASIL S.A. DIRETORIA DE GOVERNO Alexandre Carneiro Cerqueira Gerente Executivo

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5 ÍNDICE 1 GLOSSÁRIO NORMATIVOS NATUREZA JURÍDICA DO FGO HABILITAÇÃO DOS AGENTES FINANCEIROS CONTRATAÇÃO DAS OPERAÇÕES PRAZO DE REFERÊNCIA E FATOR K CCG ENVIO DE INFORMAÇÕES AO ADMINISTRADOR EVENTO PRÉ-VALIDAÇÃO DE OPERAÇÃO EVENTO FORMALIZAÇÃO DA OPERAÇÃO EVENTO ALTERAÇÃO CADASTRAL DA OPERAÇÃO CRÉDITO FIXO X CRÉDITO ROTATIVO EVENTO LIBERAÇÃO DE CRÉDITO E ACP EVENTO INFORMAÇÃO DO SALDO DEVEDOR EVENTO CANCELAMENTO DE OPERAÇÃO PELO AGENTE EVENTO LIQUIDAÇÃO DE OPERAÇÃO EVENTO REATIVAÇÃO DE OPERAÇÃO LIQUIDADA EVENTO OPERAÇÃO PENDENTE EVENTO OPERAÇÃO ENCERRADA PELO ADMINISTRADOR EVENTO OPERAÇÃO IMPUGNADA PELO ADMINISTRADOR EVENTO SOLICITAÇÃO DE HONRA DA GARANTIA SALDO HONRADO A RECUPERAR EVENTO RECUPERAÇÃO DO VALOR HONRADO EVENTO CANCELAMENTO DA RECUPERAÇÃO DO VALOR HONRADO EVENTO LIQUIDAÇÃO DO SALDO HONRADO A RECUPERAR EVENTO DEVOLUÇÃO DO VALOR HONRADO EVENTO PARCELAMENTO DO SALDO HONRADO A RECUPERAR MECANISMOS DE PROTEÇÃO DO FGO SITUAÇÃO PATRIMONIAL DO FUNDO E DO AGENTE INTERCÂMBIO DE DADOS TRANSMISSÃO DE ARQUIVOS SUBSTITUIÇÃO DE ARQUIVO REMESSA MOVIMENTAÇÃO FINANCEIRA ATUALIZAÇÕES MONETÁRIAS RETENÇÃO E RECOLHIMENTO DO ISSQN REGRAS DE VALIDAÇÃO DOS REGISTROS LEIAUTE DOS ARQUIVOS REMESSA E RETORNO REMESSA - EVENTOS DO AGENTE FINANCEIRO - GFGF º RETORNO - CONFIRMAÇÃO DE RECEBIMENTO DA REMESSA - GFGF010R º RETORNO - VALIDAÇÃO DOS EVENTOS DO AGENTE - GFGF200R º RETORNO - EVENTOS DO ADMINISTRADOR - GFGF290R º RETORNO - MOVIMENTAÇÃO FINANCEIRA - GFGF450R INFORMATIVO DIÁRIO - GFGF270R TABELAS FÓRMULAS E EXEMPLOS DE CÁLCULOS CÁLCULO DA CCG NA 1ª LIBERAÇÃO CÁLCULO DA CCG NA ENÉSIMA LIBERAÇÃO OU ACP ÍNDICE DE VALORES HONRADOS VALOR GARANTIDO AJUSTADO ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA POR TMS FTMS - FATOR DIÁRIO ACUMULADO DA TMS DIPOSIÇÕES GERAIS...72

6 1 GLOSSÁRIO ACP: Alteração das Condições Pactuadas. Ocorre quando o prazo e/ou o valor da operação são alterados de comum acordo entre o Agente Financeiro e o mutuário. Administrador: Banco do Brasil S.A. no papel de Administrador do FGO. Agente ou Agente Financeiro: instituição financeira habilitada pelo Administrador para cumprir o papel de Agente Financeiro do FGO, contratando operações de crédito com garantia do Fundo. BNDES/PER: Programa Emergencial de Recuperação do BNDES. As operações contratadas sob o amparo deste Programa apresentam condições especiais de operacionalização junto ao FGO. CCG: Comissão de Concessão de Garantia. É o valor pago pelo Agente ao FGO para ter a operação de crédito garantida pelo Fundo. Connect: Direct: software da IBM para transferência de arquivos ponto-a-ponto. Cronogramas independentes: ocorre nas operações em que, a cada liberação de crédito, é criado um cronograma de amortização independente dos cronogramas de amortizações das liberações anteriores, cada qual com sua respectiva data de vencimento. Cronogramas unificados: ocorre nas operações em que, a cada liberação de crédito, o novo valor liberado é somado ao saldo devedor das liberações anteriores e este montante passa a ter um novo e único cronograma de amortização com uma única data de vencimento. Data da primeira liberação de crédito: data em que o Agente credita ao mutuário a primeira (ou única) parcela do valor financiado. Data de entrega do Arquivo Remessa ou Data de entrega do registro: é a data em que o Arquivo Remessa enviado pelo Agente entrou no domínio computacional do Administrador. Data de formalização da operação: é a data em que o instrumento de crédito da operação foi assinado pelas partes. Data de Despacho Externo: data em que o órgão externo emitiu despacho autorizando o Agente Financeiro a formalizar a operação de crédito. Data de vencimento da operação: data de exigibilidade da última parcela de amortização prevista na operação de crédito. FGO: Fundo de Garantia de Operações de que trata a Lei , de FRO: Ficha Resumo de Operação. Documento utilizado pelo Agente Financeiro para solicitar ao BNDES a aprovação da proposta de financiamento. Liberação de crédito: ocorre quando o Agente credita ao mutuário o valor financiado. A liberação de crédito pode se dar em parcela única ou em parcelas múltiplas. Liquidação da operação: ocorre quando se encerra o instrumento de crédito da operação. Em operações de crédito fixo, a amortização integral do saldo devedor implica na liquidação da operação. Em operações de crédito rotativo, a mera amortização integral do saldo devedor não implica na liquidação da operação, visto que o limite de crédito continua vigente e o mutuário pode reutilizá-lo a qualquer momento. A operação de crédito rotativo só é considerada liquidada quando o contrato com o mutuário é encerrado. MEI deficiente: Micro empreendedor individual portador de deficiência, na forma do Decreto Lei 3.298, de Mutuário: é a pessoa física ou jurídica beneficiária da operação de crédito. Operação de crédito: é a operação financeira de financiamento ou empréstimo, formalizada entre o Agente e o mutuário por meio de um instrumento de crédito onde o Agente se compromete a liberar os recursos financeiros ao mutuário e este, por sua vez, se compromete a amortizar a dívida obedecendo às condições 1

7 pactuadas no instrumento de crédito. Operação de crédito fixo: é a operação na qual os valores amortizados não podem ser reutilizados pelo mutuário. Operação de crédito rotativo: é a operação na qual há um limite de crédito contratado (teto) e os valores amortizados podem ser reutilizados pelo mutuário repetidamente. Operação em atraso: é a operação de crédito em que há uma ou mais parcelas de amortização vencidas e não pagas. Operação em normalidade: é operação de crédito onde o mutuário está em dia com todas as parcelas de amortização. Operação honrada: é operação de crédito na qual o FGO honrou a garantia contratada e o valor honrado ainda não foi totalmente recuperado ao Fundo; Operação liquidada após a honra da garantia: é operação de crédito que foi honrada pelo FGO, mas, posteriormente, o total dos valores recuperados foi suficiente para quitar o valor honrado atualizado monetariamente; Operação liquidada sem a honra da garantia: é operação que foi liquidada sem ter sido honrada pelo FGO; Reutilização de crédito: toda liberação de crédito ocorrida em operação de crédito rotativo, à exceção da primeira liberação. Saldo honrado a recuperar: valor da dívida do mutuário perante o FGO e que deve ser cobrado pelo Agente. Corresponde ao valor honrado deduzido das eventuais recuperações parciais do valor honrado, ambos atualizados monetariamente. SELIC: Sistema Especial de Liquidação e Custódia do Banco Central do Brasil. SPB: Sistema de Pagamentos Brasileiro do Banco Central do Brasil. STR: Sistema de Transferência de Reservas do Banco Central do Brasil. TMS: Taxa Média do Sistema Especial de Liquidação e Custódia do Banco Central do Brasil. Valor comprometido: é o valor pelo qual a operação compromete o patrimônio do FGO e as cotas do Agente. O valor comprometido corresponde ao percentual de garantia da operação multiplicado por uma base de cálculo. A forma de calcular o valor comprometido é parametrizável pelo Administrador, sendo que a base de cálculo pode ser: o saldo devedor, o valor da operação ou a soma do saldo devedor e liberações pendentes. Valor da operação: em operação de crédito fixo é o valor total do financiamento ou empréstimo contratado. Em operação de crédito rotativo é o limite de crédito contratado (teto). No caso de CCG financiada, este custo não deve ser embutido no valor da operação informado ao Administrador. Valor financiado: o mesmo que valor da operação. Valor garantido: corresponde ao valor da operação multiplicado pelo percentual da garantia do FGO contratada. Valor honrado: valor desembolsado pelo FGO, em favor do Agente, em atendimento à solicitação de honra da garantia. É calculado multiplicando o percentual da garantia contratada pelo saldo devedor da operação de crédito, corrigido exclusivamente pelos encargos de normalidade até a data da solicitação da honra da garantia, inclusive as parcelas em atraso, excluídas multas e quaisquer outras penalidades por inadimplência. 2

8 2 NORMATIVOS A operacionalização do FGO é regida pelos seguintes normativos: a) Lei , de b) Decreto Executivo Federal n.º 6.889, de ; c) Portaria do Ministério da Fazenda n.º 361, de ; d) Estatuto, registrado no Cartório Marcelo Ribas da 1ª Região de Títulos e Documentos, em Brasília - DF, no microfilme de nº , em ; e) e) Manual de Procedimentos Operacionais. 3 NATUREZA JURÍDICA DO FGO O FGO é um fundo de natureza privada, sem personalidade jurídica própria, inscrito no CNPJ sob o nº / , criado pelo Banco do Brasil S.A. mediante autorização legal. O FGO é administrado, gerido e representado, judicial e extrajudicialmente pelo Banco do Brasil S.A. As instituições financeiras, inclusive o próprio Banco do Brasil S.A., poderão atuar como Agentes Financeiros, a partir da habilitação, adesão, subscrição e integralização de cotas ao Fundo. 4 HABILITAÇÃO DOS AGENTES FINANCEIROS Para atuar como Agente Financeiro do FGO, a instituição financeira interessada deve primeiramente formalizar o Pedido de Habilitação ao FGO, conforme modelo fornecido pelo Administrador. O Pedido de Habilitação deve ser assinado por representante legal da instituição financeira e nele devem constar: estrutura de governança; políticas e processos de crédito; declaração da aptidão de seu processo às regras do FGO e procedimentos para recuperação de crédito. Aprovado o Pedido de Habilitação, a instituição financeira deverá formalizar Termo de Adesão, conforme o modelo fornecido pelo Administrador, no qual declarará aceitação das condições descritas nos normativos do FGO, para todos os fins de direito. A partir de então, a instituição financeira poderá subscrever as cotas ao Fundo e, após a integralização, atuar como Agente Financeiro, contratando operações de crédito com garantia do FGO. 5 CONTRATAÇÃO DAS OPERAÇÕES O instrumento de crédito para contratação das operações deverá conter cláusulas nos moldes abaixo, que podem ser ajustadas ao tipo de instrumento utilizado, a critério do Agente GARANTIA COMPLEMENTAR A presente operação de crédito tem xx % (por extenso) do seu saldo devedor garantido pelo Fundo de Garantia de Operações - FGO, nas formas e condições previstas no Estatuto do Fundo, microfilmado sob o nº no Cartório Marcelo Ribas 1ª Região de Títulos e Documentos de Brasília (DF). Parágrafo Primeiro O(s) FINANCIADO(S) autoriza(m) o FINANCIADOR a debitar, em sua conta corrente, na data da liberação do crédito, a Comissão de Concessão da Garantia (CCG) devida ao FGO, proporcional ao valor garantido e ao prazo da operação. No caso de operações de crédito em que seja possível a reutilização 3

9 dos valores amortizados, será cobrada a CCG complementar em cada reutilização. Parágrafo Segundo Na hipótese de o FINANCIADO optar pelo financiamento do valor relativo à Comissão de Concessão de Garantia (CCG) paga pelo FINANCIADOR ao FGO, tal valor poderá ser acrescido ao valor do empréstimo solicitado pelo FINANCIADO. É vedada a extensão da cobertura do FGO para o valor relativo à CCG financiada. Parágrafo Terceiro O valor da CCG financiada será exigido juntamente com as amortizações das parcelas de principal - calculadas pelo Sistema de Amortização Constante - SAC, proporcionalmente aos seus valores nominais amortizados, no vencimento e na liquidação da dívida. Parágrafo Quarto - O(s) FINANCIADO(s) se declara(m) ciente(s) de que os valores da CCG já recolhidos ao Fundo não serão devolvidos nas hipóteses de renegociação com redução do prazo da operação, redução do valor financiado ou liquidação antecipada da dívida. Parágrafo Quinto A garantia do FGO não isenta o(s) FINANCIADO(S) do pagamento das obrigações financeiras. Ocorrendo a honra da garantia pelo FGO, o(s) FINANCIADO(S) continuará(ão) sendo cobrado(s) pelo total da dívida. Parágrafo Sexto - O valor honrado pelo FGO será atualizado pro rata die pelos encargos básicos calculados com base na Taxa Média Referencial SELIC (Sistema Especial de Liquidação e Custódia). Parágrafo Sétimo - O(s) FINANCIADO(S) autorizam(m) o FINANCIADOR, de forma irrevogável e irretratável, a fornecer informações ao FGO relativas à presente operação de crédito. O que não configura quebra de sigilo bancário nos termos do artigo 1º, parágrafo terceiro, inciso V, da Lei Complementar nº 105, de 10/01/2001. Parágrafo Oitavo - O(s) FINANCIADO(S) autoriza(m) e se compromete(m) a facilitar a realização de inspeções técnicas, administrativas, financeiras e contábeis pelo FGO, permitindo o livre acesso ao empreendimento financiado. 6 PRAZO DE REFERÊNCIA E FATOR K Ao assinar o Termo de Adesão, o Agente Financeiro declarará o prazo de referência (PZr), em meses, para suas operações de capital de giro. O PZr declarado deverá corresponder, preferencialmente, ao prazo médio das operações de capital de giro contratadas pelo Agente. O PZr declarado no Termo de Adesão definirá o fator de concessão de garantia (fator K) que o Agente Financeiro utilizará para o cálculo da CCG em todas as suas operações de capital de giro formalizadas até CCG Para toda operação contratada com garantia do FGO, o Agente pagará a CCG que será recolhida ao Fundo. O Agente poderá repassar o custo da CCG ao mutuário financiando-o pelos mesmos prazos e taxas da operação contratada. A CCG será exigível do Agente Financeiro na primeira liberação de crédito ao mutuário e, dependendo das características da operação, poderá ser exigível CCG complementar nas liberações de crédito subsequentes e nas alterações de prazo ou do valor da operação (ACP). As situações em que há exigibilidade de CCG e as respectivas metodologias de cálculo do valor da CCG estão descritas no item 20. 4

10 7.1 Liberação ou ACP até em operação de investimento Para calcular a CCG nas liberações ou ACP ocorridas até , nas operações da finalidade investimento (exceto BNDES/PER), deve ser utilizado o fator K (fator de concessão de garantia) de 0,001 que é universal para todos os agentes financeiros. 7.2 Liberação ou ACP até em operação de capital de giro Para calcular a CCG nas liberações ou ACP ocorridas até em operações da finalidade capital de giro (exceto BNDES/PER), deve ser utilizado o fator K correspondente ao PZr declarado pelo Agente no Termo de Adesão ao FGO, conforme a tabela a seguir: CAPITAL DE GIRO - ATÉ (exceto BNDES/PER) PZr declarado pelo Agente Fator K Meses Dias corridos , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , Liberação ou ACP até em operação BNDES/PER Para calcular a CCG nas liberações ou ACP ocorridas até em operações da condição especial BNDES/PER, tanto para capital de giro quanto para investimento, deve ser utilizado o fator K correspondente ao prazo em dias corridos contados desde a data do despacho externo (aprovação da FRO pelo BNDES) até o vencimento final do contrato original (informado na formalização), conforme tabela a seguir: BNDES / PER - ATÉ Prazo da contratação original Meses Dias corridos Fator K <= 60 <= ,00103 > 60 e <= 72 > 1801 <= ,00084 > 72 e <= 84 > 2161 <= ,00070 > 84 e <= 96 > 2521 <= ,00060 > 96 e <= 108 > 2880 <= ,00053 > 108 > ,

11 Especificamente no caso das operações BNDES, o fator K utilizado no cálculo da CCG complementar nas enésimas liberações ou ACP ocorridas até , deve ser o mesmo fator K utilizado no cálculo da 1ª CCG. Este fator K deve ser o correspondente ao prazo contado desde a data do despacho externo até o vencimento do contrato original (informado na formalização), mesmo que tenha ocorrido ACP alongando o prazo da operação. 7.4 Liberação ou ACP a partir de em todas as operações Para calcular a CCG nas liberações ou ACP ocorridas a partir de , em todas as operações, deve ser utilizado o fator K conforme a tabela abaixo: TODAS AS OPERAÇÕES - A PARTIR DE Prazo Meses Dias corridos Público Geral Fator K MEI com Deficiência 1 até 30 0, , de 31 a 60 0, , de 61 a 90 0, , de 91 a 120 0, , de 121 a 150 0, , de 151 a 180 0, , de 181 a 210 0, , de 211 a 240 0, , de 241 a 270 0, , de 271 a 300 0, , de 301 a 330 0, , de 331 a 360 0, , de 361 a 390 0, , de 391 a 420 0, , de 421 a 450 0, , de 451 a 480 0, , de 481 a 510 0, , de 511 a 540 0, , de 541 a 570 0, , de 571 a 600 0, , de 601 a 630 0, , de 631 a 660 0, , de 661 a 690 0, , de 691 a 720 0, , de 721 a 900 0, , de 901 a , , de a , , de a , , de a , , de a , , de a , , de a , , de a , , de a , , de a , ,00025 Esta tabela se aplica ao cálculo da 1ª CCG e da CCG complementar em todas as liberações ou ACP ocorridas a partir de , independentemente da modalidade do crédito, da finalidade do crédito, da data de formalização do contrato, da condição especial ou se a operação já foi objeto de cobrança de CCG anterior com base em outro fator K. 6

12 Para a 1ª liberação de crédito ocorrida a partir de , em operações da condição especial BNDES/PER, o fator K é definido em razão do prazo contado desde a data do despacho externo até o vencimento final do contrato original (informado na formalização). Nas enésimas liberações ou ACP ocorridas a partir de , em operações BNDES/PER, o fator K é definido em razão do prazo contado desde a data da liberação/acp até o novo vencimento final (informado na liberação/acp). Para as operações não enquadradas na condição especial BNDES/PER, tanto na 1ª liberação quanto nas enésimas liberações ou ACP, o fator K é definido em razão do prazo em dias corridos contados desde a data da liberação/acp até o novo vencimento final (informado na liberação/acp). 7.5 Condição Especial No ato da formalização da operação junto ao FGO o Agente Financeiro deve informar se a operação está enquadrada em alguma das condições especiais previstas no item Para cada uma das condições especiais há uma forma diferenciada de se calcular a CCG. Esta diferenciação no cálculo pode se dar, por exemplo, na forma de se contar o prazo da operação, na utilização de fatores K específicos, etc. As diferentes formas de se calcular a CCG e as respectivas condições especiais estão definidas nos itens 20.1 e A condição especial informada no ato da formalização junto ao FGO não pode ser alterada posteriormente. 8 ENVIO DE INFORMAÇÕES AO ADMINISTRADOR O Agente informará ao Administrador os eventos ocorridos nas operações de crédito, desde a sua formalização até a liquidação. Com base nos eventos informados pelo Agente, o Administrador manterá atualizado o cadastro das operações garantidas pelo FGO. Dependendo dos eventos informados, a operação de crédito na base de dados do Administrador poderá apresentar-se em um dos estados abaixo: a) FORMALIZADA: estado inicial da operação cadastrada junto ao Administrador, para a qual ainda não ocorreu liberação de crédito; b) NORMALIDADE: estado da operação em que já ocorreu liberação de crédito e o saldo devedor encontra-se integralmente em normalidade; c) ATRASADA: estado da operação em que já ocorreu liberação de crédito e o saldo devedor encontrase integral ou parcialmente em atraso; d) HONRADA: estado da operação cuja garantia foi honrada pelo Fundo e existe saldo honrado a recuperar; e) PARCELADA APÓS A HONRA DA GARANTIA: estado da operação cujo saldo honrado a recuperar foi objeto de parcelamento formalizado entre o Agente e o mutuário; f) LIQUIDADA APÓS A HONRA DA GARANTIA: estado da operação que foi honrada pelo Fundo e o saldo a recuperar foi integralmente recuperado; g) LIQUIDADA SEM HONRA DA GARANTIA: estado da operação que foi liquidada sem ter sido objeto de honra da garantia pelo FGO; h) CANCELADA PELO AGENTE COM DEVOLUÇÃO DE CCG: estado da operação que foi cancelada a pedido do Agente e cuja CCG lhe foi devolvida; i) CANCELADA PELO AGENTE SEM DEVOLUÇÃO DE CCG: estado da operação que foi cancelada a pedido do Agente e cuja CCG não lhe foi devolvida; j) ENCERRADA PELO ADMINISTRADOR: estado da operação que foi encerrada por iniciativa do Administrador; k) IMPUGNADA: estado da operação que foi impugnada por iniciativa do Administrador. 7

13 8.1 EVENTO PRÉ-VALIDAÇÃO DE OPERAÇÃO Antes de formalizar a operação de crédito com o mutuário, o Agente poderá submeter os dados da operação ao Administrador para pré-validação pelo FGO. Caso os dados da operação sejam aprovados na pré-validação, o Administrador informará ao Agente o valor estimado da CCG. A pré-validação da operação é um procedimento opcional a critério do Agente. Tem caráter meramente consultivo e não efetiva nenhum cadastramento na base de dados do Administrador. A pré-validação da operação não configura compromisso de garantia pelo FGO nem compromisso de contratação pelo Agente. 8.2 EVENTO FORMALIZAÇÃO DA OPERAÇÃO Após a formalização do instrumento de crédito, o Agente informará os dados da nova operação ao Administrador, mesmo que ainda não tenha ocorrido a liberação do crédito. Somente após o Agente enviar os dados da formalização e após estes serem validados pelo Administrador, a operação estará efetivamente cadastrada e garantida pelo FGO. A operação de crédito será identificada na base de dados do Administrador através do código identificador da operação. Este código é definido pelo próprio Agente e informado ao Administrador junto aos demais dados cadastrais da operação. Cada nova operação deve receber um código identificador único dentre todas as operações do Agente. Todos os eventos informados doravante devem referir-se à operação através do seu código identificador. É permitido ao Agente incluir a garantia do FGO em uma operação que originalmente não possuía esta garantia, através de aditivo ao instrumento de crédito original, respeitado o prazo limite para informar a formalização ao Administrador definido no item 17. Dependendo da base de cálculo utilizada para apurar o valor comprometido, a formalização da operação junto ao FGO pode elevar o comprometimento do patrimônio do Fundo e o comprometimento das cotas do Agente, reduzindo a margem para a contratação de novas operações. A formalização da operação não altera o índice de valores honrados do Agente. A operação passa a computar o cálculo de índices honrados a partir da primeira liberação. 8.3 EVENTO ALTERAÇÃO CADASTRAL DA OPERAÇÃO O código identificador da operação poderá ser alterado pelo Agente informando o evento Alteração Cadastral da Operação, para operações em normalidade, atrasada ou honrada. A alteração da data de vencimento e/ou do valor da operação deve ser informada pelo Agente através do evento Liberação de crédito e ACP descrito em detalhes no item8.5. Nenhum outro dado cadastral da operação poderá ser alterado pelo Agente após sua formalização junto ao FGO. Como alternativa para se corrigir uma operação com erros cadastrais, o Agente poderá cancelar a operação (item 8.7) e em seguida recadastrá-la com os dados corretos como uma nova formalização (item 8.2). Neste caso, o código identificador da operação cancelada não poderá ser reutilizado na nova operação. A nova operação estará sujeita á cobrança de CCG, independentemente da CCG cobrada na operação anterior. A alteração cadastral não altera o índice de valores honrados do Agente. 8.4 CRÉDITO FIXO x CRÉDITO ROTATIVO É caracterizada como operação de crédito fixo aquela cujos valores amortizados não podem ser reutilizados 8

14 pelo mutuário. A amortização integral do saldo devedor implica na liquidação da operação de crédito fixo. É caracterizada como operação de crédito rotativo aquela na qual há um limite de crédito contratado (teto) e os valores amortizados podem ser reutilizados pelo mutuário repetidamente. A amortização integral do saldo devedor, por si só, não implica na liquidação da operação de crédito rotativo. 8.5 EVENTO LIBERAÇÃO DE CRÉDITO E ACP O Agente deverá informar ao Administrador sempre que ocorrer liberação de crédito ou ACP (Alteração das Condições Pactuadas) que modifique o valor ou o prazo da operação. As liberações e as ACP podem ocorrer isoladamente ou simultaneamente na operação. Por exemplo: no crédito rotativo geralmente ocorrem a liberação de crédito e a alteração da data de vencimento simultaneamente. No crédito fixo geralmente ocorre liberação de crédito sem alteração da data de vencimento. Na tabela a seguir, os campos assinalados são de preenchimento obrigatório pelo Agente quando ocorrerem os eventos de liberação ou ACP. Os demais campos são de preenchimento opcional: 1ª liberação Demais liberações ACP (após a 1ª liberação) Dados a informar Fixo Rotativo Fixo Rotativo Fixo Rotativo Data da liberação ou ACP Valor liberado Data de vencimento da operação Valor da operação Saldo devedor antes da liberação ou ACP Valor da CCG calculada pelo Agente Quando ocorre liberação de crédito ou ACP, pode incidir a cobrança de CCG ou não. As situações em que ocorre cobrança de CCG estão descritas nos itens 20.1 e Junto aos dados da liberação/acp o Agente poderá informar o valor da CCG que calculou. Caso a CCG informada pelo Agente esteja dentro da margem de tolerância de +/- R$0,10 o Administrador cobrará a CCG pelo valor do Agente. Caso extrapole a margem de tolerância, a liberação/acp será rejeitada e nenhuma CCG será cobrada, cabendo ao Agente corrigir o erro e submeter novamente os dados da liberação/acp para revalidação pelo Administrador. Caso o Agente opte por não informar o valor da CCG por ele calculada, nenhuma conferência de valor será efetuada e o Administrador cobrará a CCG com base em seu próprio cálculo. A informação de ACP alterando o prazo só é permitida para operações com cronograma de amortizações unificado. Dependendo da base de cálculo utilizada para apurar o valor comprometido, a elevação do valor da operação pode elevar o comprometimento do patrimônio do Fundo e das cotas do Agente, reduzindo a margem para contratação de novas operações. Por outro lado, a redução do valor da operação pode reduzir o comprometimento do patrimônio do Fundo e o comprometimento das cotas do Agente, abrindo margem para contratação de novas operações. Dependendo da base de cálculo utilizada para apurar o valor comprometido, a liberação de crédito pode elevar o comprometimento do patrimônio do Fundo e das cotas do Agente, reduzindo a margem para contratação de novas operações. Dependendo das características da operação, as liberações de crédito ou ACP podem reduzir, elevar ou manter inalterado o índice de valores honrados do Agente. 9

15 8.6 EVENTO INFORMAÇÃO DO SALDO DEVEDOR O Agente deverá informar mensalmente ao Administrador o saldo devedor de todas as operações em situação de normalidade ou atraso e que, potencialmente, podem vir a ser honradas pelo FGO. A obrigação de o Agente informar o saldo devedor nasce com a primeira liberação de crédito e só cessa quando ocorre algum dos seguintes eventos: liquidação da operação, honra da garantia, cancelamento de operação pelo Agente, encerramento da operação pelo Administrador, impugnação da operação pelo Administrador. A obrigação de o Agente informar o saldo devedor volta a existir quando ocorre a reativação da operação ou devolução do valor honrado. Quando ocorrer amortização integral do saldo devedor em operação de crédito rotativo, o Agente deve continuar informando o saldo zero mensalmente. Quando ocorrer amortização integral do saldo devedor em operação de crédito fixo, o Agente deve informar o saldo zero apenas uma vez, seguido da informação de liquidação da operação descrito no item 8.8. O Agente deverá enviar a informação de saldo ao Administrador até o 5º dia útil de cada mês, contendo a posição do saldo no último dia do mês anterior. Após este prazo a operação será considerada pendente da informação de saldo. Quando uma operação encontrar-se pendente da informação de saldo, o Agente será alertado (item 8.10). Após o terceiro mês consecutivo em situação de pendência, a operação será encerrada pelo Administrador (item8.11). Dependendo da base de cálculo utilizada para apurar o valor comprometido, a elevação do saldo devedor da operação pode elevar o comprometimento do patrimônio do Fundo e o comprometimento das cotas do Agente, reduzindo a margem para contratação de novas operações. Por outro lado, a redução do saldo devedor da operação pode reduzir o comprometimento do patrimônio do Fundo e o comprometimento das cotas do Agente, abrindo margem para contratação de novas operações. A alteração do saldo devedor não altera o índice de valores honrados do Agente. 8.7 EVENTO CANCELAMENTO DE OPERAÇÃO PELO AGENTE O Agente poderá cancelar a operação junto ao FGO em razão de desistência na concretização do negócio ou em caso de erro operacional, mesmo que já tenham ocorrido liberações de crédito ao mutuário, obedecendo as regras definidas no item 17. Caso o cancelamento da operação se enquadre no prazo previsto no item 17, as respectivas CCG que já tenham sido recolhidas ao FGO serão devolvidas ao Agente, atualizadas monetariamente. Após o cancelamento da operação junto ao FGO, não cabe nenhuma responsabilidade do Fundo em relação às obrigações assumidas pelo Agente no instrumento de crédito firmado com o mutuário. O cancelamento da operação pelo Agente reduz o comprometimento do patrimônio do Fundo e o comprometimento das cotas do Agente, abrindo margem para a contratação de novas operações. O cancelamento da operação pelo Agente eleva o índice de valores honrados do Agente. 8.8 EVENTO LIQUIDAÇÃO DE OPERAÇÃO O Agente deverá informar ao Administrador quando ocorrer a liquidação das operações garantidas pelo Fundo. Entende-se por operação liquidada aquela em que o saldo devedor foi integralmente amortizado e a operação de crédito foi encerrada, pondo fim ao contrato até então existente entre o Agente e o mutuário. Em operações de crédito fixo, a amortização integral do saldo devedor implica na liquidação da operação. Neste caso o Agente deve informar a liquidação ao Administrador. 10

16 Em operação de crédito rotativo, a mera amortização integral do saldo devedor não implica na liquidação da operação, visto que o limite de crédito continua vigente e o mutuário pode reutilizá-lo a qualquer momento. O Agente só deve informar a liquidação da operação de crédito rotativo quando o contrato com o cliente também for encerrado. Após a liquidação da operação, a garantia do FGO não mais poderá ser honrada. Dependendo da base de cálculo utilizada para apurar o valor comprometido, a liquidação da operação pode reduzir o comprometimento do patrimônio do Fundo e o comprometimento das cotas do Agente, abrindo margem para a contratação de novas operações. A liquidação da operação não altera o índice de valores honrados do Agente. 8.9 EVENTO REATIVAÇÃO DE OPERAÇÃO LIQUIDADA O Agente poderá solicitar ao Administrador a reativação de operação que tenha sido liquidada indevidamente, obedecendo as regras previstas no item 17. A reativação restabelece a garantia FGO na operação e restabelece todas as obrigações recíprocas entre o Agente e o Fundo. Considerando que a operação reativada provavelmente estará com o saldo devedor desatualizado junto ao Administrador, há o risco de, logo após a reativação, a operação ser encerrada pelo Administrador por pendência na informação de saldo (item 8.11). Para evitar esta ocorrência, recomenda-se ao Agente incluir a informação de saldo devedor na mesma remessa do evento de reativação. Dependendo da base de cálculo utilizada para apurar o valor comprometido, a reativação da operação liquidada pode elevar o comprometimento do patrimônio do Fundo e o comprometimento das cotas do Agente, reduzindo a margem para a contratação de novas operações. A reativação da operação liquidada não altera o índice de valores honrados do Agente EVENTO OPERAÇÃO PENDENTE A operação de crédito será considerada pendente de informação por parte do Agente nos seguintes casos: a) Quando o Agente deixar de informar o saldo devedor mensal da operação ou quando informá-lo incorretamente causando a recusa do saldo pelo Administrador; b) Quando o Agente informar saldo devedor igual a zero para operação de crédito fixo e não informar a liquidação da operação; c) Quando o vencimento final da operação estiver expirado e o Agente continuar informando saldo em normalidade. O Administrador informará ao Agente sempre que a operação estiver pendente por algum dos motivos acima. O Agente deverá sanar a pendência sob pena de a operação ser encerrada pelo Administrador (item 8.11) e perder a garantia do FGO EVENTO OPERAÇÃO ENCERRADA PELO ADMINISTRADOR O Administrador encerrará a operação, com conseqüente perda da garantia do FGO, sempre que a operação de crédito permanecer em uma das situações de pendência previstas no item 8.10 por um prazo maior que o estipulado no item 17. O Administrador informará ao Agente as operações que forem encerradas nestas condições. Após o encerramento da operação pelo Administrador, a garantia não mais poderá ser honrada. 11

17 Dependendo da base de cálculo utilizada para apurar o valor comprometido, o encerramento da operação pelo Administrador pode reduzir o comprometimento do patrimônio do Fundo e o comprometimento das cotas do Agente, abrindo margem para a contratação de novas operações. O encerramento da operação pelo Administrador não altera o índice de valores honrados do Agente EVENTO OPERAÇÃO IMPUGNADA PELO ADMINISTRADOR Nos termos do Estatuto do FGO, o Administrador poderá solicitar ao Agente o fornecimento de documentos relativos às operações de crédito garantidas pelo Fundo. Caso seja constatado o descumprimento das normas do FGO pelo Agente, o Administrador poderá impugnar a operação de crédito. A impugnação anula todas as obrigações do FGO em relação à operação de crédito que não mais poderá ser honrada. As respectivas CCG não serão devolvidas ao Agente. Caso a operação impugnada já tenha sido honrada pelo Fundo, o Agente devolverá ao FGO o valor honrado, atualizado monetariamente. Caso tenham ocorrido recuperações do valor honrado, estas serão devolvidas pelo FGO ao Agente, atualizadas monetariamente. O Administrador informará ao Agente quando ocorrer a impugnação da operação. O Agente poderá recorrer da impugnação no prazo máximo de 15 (quinze) dias a partir do recebimento da informação de impugnação. O Administrador responderá o recurso em até 15 (quinze) dias após o seu recebimento. Havendo reconsideração, a garantia do FGO à operação será restabelecida e, se havia valor honrado, este será restituído ao Agente, atualizado monetariamente. Dependendo do estado da operação de crédito, a impugnação pode reduzir o comprometimento do patrimônio do Fundo e o comprometimento das cotas do Agente, abrindo margem para a contratação de novas operações. Dependendo do estado da operação, a impugnação pode elevar o índice de valores honrados do Agente EVENTO SOLICITAÇÃO DE HONRA DA GARANTIA O Agente poderá solicitar a honra da garantia somente quando a operação satisfizer a todas as condições previstas nos normativos do FGO e após o Agente ter adotado todos os procedimentos de recuperação de crédito aplicados aos seus próprios haveres. A solicitação de honra da garantia é permitida somente quando a inadimplência ocorre na própria operação garantida pelo FGO. É vedado ao Agente considerar a operação garantida pelo FGO inadimplida em razão do inadimplemento de outras operações do mutuário. Todos os valores que o Agente tenha recebido devem ser amortizados na operação antes de solicitar a honra da garantia. Ao solicitar a honra da garantia, o Agente calculará e informará ao Administrador o saldo base para cálculo do valor a ser honrado. O saldo base corresponde ao saldo devedor total da operação, atualizado até a data da solicitação da honra, exclusivamente com os encargos de normalidade e a metodologia de normalidade previstos no instrumento e crédito, inclusive sobre as parcelas em atraso. Devem ser excluídos do saldo base para cálculo do valor a ser honrado: a CCG eventualmente financiada; os encargos de inadimplência; os acessórios que não fazem parte do valor da operação; as penalidades por atraso; e as despesas judiciais ou extrajudiciais previstas ou realizadas no processo de cobrança ao mutuário. O Administrador calculará o valor a ser honrado multiplicando o percentual de garantia da operação pelo saldo base informado pelo Agente. O saldo base deverá ser proporcional à evolução do saldo devedor da operação de crédito, informado pelo Agente nos meses que antecederam a solicitação da honra da garantia. A honra da garantia reduz o comprometimento do patrimônio do Fundo e o comprometimento das cotas do 12

18 Agente. A honra da garantia eleva o índice de valores honrados do Agente SALDO HONRADO A RECUPERAR Após a honra da garantia, o FGO passará a ser credor do mutuário pelo valor honrado e o Agente continuará credor da parcela não honrada da operação. O Agente se obriga a promover ações de cobrança judiciais ou extrajudiciais com vistas à recuperação dos créditos para si e para o FGO, na qualidade de mandatário do Fundo, até a liquidação do saldo honrado a recuperar. O direito creditório do FGO será atualizado com base na TMS e o direito creditório do Agente continuará sendo atualizado com base no instrumento de crédito firmado com o mutuário O Administrador calculará e informará diariamente ao Agente o saldo honrado a recuperar atualizado de cada operação de crédito a ser cobrado do mutuário, na forma do item EVENTO RECUPERAÇÃO DO VALOR HONRADO Todos os valores recebidos pelo Agente, oriundos de cobrança judicial ou extrajudicial em operações de crédito honradas pelo FGO, serão rateados entre o Agente e o Fundo. O Agente calculará a parcela do rateio destinada do Fundo multiplicando o valor total recebido pelo percentual da garantia do FGO na operação de crédito. As despesas de cobrança judicial ou extrajudicial, inclusive honorários advocatícios, deverão ser suportadas pelo Agente. Nenhuma despesa poderá ser abatida do valor a ser rateado entre as partes. O Agente repassará a parcela do rateio ao FGO, a título de recuperação do valor honrado, atualizada monetariamente, devendo fazê-lo no primeiro Arquivo Remessa subseqüente ao recebimento do valor. Caso o Agente deixe de repassar o valor recuperado ao FGO ou o faça com contumaz atraso, o Administrador poderá impugnar a operação de crédito na forma do item Caso o Agente informe uma recuperação de valor acima do necessário para liquidar o saldo honrado, o Administrador debitará o Agente apenas pelo valor necessário. O Agente deverá promover, por meio de suas próprias estruturas de recuperação de créditos ou por intermédio de prestadores de serviços de cobrança contratados às suas expensas, com base em critérios estabelecidos pelo Administrador, a ação de cobrança das honras de garantias prestadas pelo FGO, obrigando-se a cumprir os procedimentos citados no art. 24 do Estatuto. Na cobrança aos mutuários, a dívida poderá ser parcelada na forma do item 8.19, entretanto, não é permitido ao Agente ou aos seus delegados, por interesse próprio, na fase de cobrança extrajudicial conceder abatimento de nenhuma espécie sobre o saldo honrado a recuperar. Havendo interesse do Agente em dar a dívida como liquidada por um valor menor que o saldo honrado a recuperar, deverá devolver ao FGO o valor honrado, reavendo para si o total da dívida e podendo, então, formalizar acordo com o mutuário a seu critério. A recuperação de valor honrado não altera o comprometimento do patrimônio do Fundo e das cotas do Agente A recuperação de valor honrado reduz o índice de valores honrados do Agente EVENTO CANCELAMENTO DA RECUPERAÇÃO DO VALOR HONRADO O Agente poderá cancelar a recuperação de valor honrado que já tenha sido processada pelo Administrador, obedecendo as regras e prazos previstos no item 17. O valor da recuperação cancelada será devolvido ao Agente. 13

19 A devolução de valor recuperado não altera o comprometimento do patrimônio do Fundo e das cotas do Agente A devolução de valor recuperado eleva o índice de valores honrados do Agente EVENTO LIQUIDAÇÃO DO SALDO HONRADO A RECUPERAR Após processar a recuperação do valor honrado, o Administrador recalculará o saldo honrado a recuperar da operação. Caso este saldo seja menor ou igual a R$ 0,10, a operação será considerada liquidada. O Administrador informará ao Agente quando o saldo honrado a recuperar for liquidado, na forma do item A partir da liquidação do saldo honrado, o Agente fica desobrigado de efetuar ações de cobrança a favor do FGO relativas à operação. A liquidação do saldo honrado não altera o comprometimento do patrimônio do Fundo nem o comprometimento das cotas do Agente. A liquidação do saldo honrado não altera o índice de valores honrados do Agente EVENTO DEVOLUÇÃO DO VALOR HONRADO O Agente deverá devolver ao FGO o valor honrado, nos seguintes casos: a) Quando o Agente encerrar a cobrança do valor honrado por sua própria vontade ou em razão de acordo com o mutuário sem amparo nas normas do FGO e sem autorização prévia do Administrador; b) Erro operacional do Agente: quando a solicitação de honra foi indevida ou com dados errados. Não existe prazo limite para o Agente devolver ao FGO o valor honrado. Entretanto, só é permitida para operações que ainda não foram liquidadas, ou seja, que apresentem saldo honrado a recuperar. O Agente devolverá o valor honrado ao FGO atualizado monetariamente. Caso a operação já tenha sido objeto de recuperação parcial do valor honrado, este será automaticamente devolvido pelo FGO ao Agente, também atualizado monetariamente. Após a devolução do valor honrado, a garantia do FGO na operação é restabelecida, podendo ser solicitada nova honra. A nova solicitação de honra ficará sujeita aos prazos e regras ordinárias para a solicitação de honra da garantia. A devolução do valor honrado eleva o comprometimento do patrimônio do Fundo e o comprometimento das cotas do Agente, reduzindo a margem para a contratação de novas operações. A devolução do valor honrado reduz o índice de valores honrados do Agente EVENTO PARCELAMENTO DO SALDO HONRADO A RECUPERAR As operações honradas pelo FGO podem ser objeto de renegociação entre o Agente e o mutuário, ocasião em que será estabelecido um cronograma para pagamento em parcelas do saldo honrado a recuperar. Devem ser obedecidas as seguintes condições: a) A operação honrada, objeto da renegociação, não pode ser unificada com outras operações; b) O Agente não pode conceder abatimento sobre o saldo honrado a recuperar; c) O parcelamento do saldo honrado não altera os encargos da dívida cabível ao FGO. Esta continuará sendo atualizada pelo Administrador com base na variação diária da TMS e informada diariamente ao Agente (item 8.14); d) O parcelamento da dívida cabível ao FGO e o parcelamento da dívida cabível ao Agente, deverão ter cronogramas de pagamentos simultâneos, de forma que ambas tenham a mesma data de vencimento 14

20 final; e) O cronograma de pagamentos, contado a partir da data do parcelamento, deve se limitar ao prazo constante do Termo de Adesão do Agente Financeiro cotista ao FGO; f) Os valores recebidos do mutuário deverão continuar sendo rateados e repassados ao FGO na forma de Recuperação do valor honrado (item 8.15). Podem ser repassadas quaisquer quantias ao FGO e em quaisquer datas, independentemente dos valores dos vencimentos das parcelas pactuadas com o mutuário; g) O Agente poderá reenquadrar o mutuário como adimplente enquanto este estiver cumprindo as obrigações pactuadas na renegociação. Caso o Agente necessite atribuir um novo código identificador (número do contrato) para a operação junto ao FGO, deverá informar o evento Alteração Cadastral (item 8.3). O parcelamento do saldo honrado não altera o comprometimento do patrimônio do Fundo e das cotas do Agente O parcelamento do saldo honrado não altera o índice de valores honrados do Agente. 9 MECANISMOS DE PROTEÇÃO DO FGO Visando a sustentabilidade financeira do FGO, foram definidos os seguintes mecanismos e regras: a) Alavancagem máxima do FGO: Os Agentes Financeiros podem contratar operações de crédito com garantia do FGO até que a soma dos valores comprometidos nas operações nas situações FORMALIZADA, NORMALIDADE ou ATRASADA, de todos os Agentes, totalize 12 (doze) vezes o patrimônio do Fundo. Atingido este limite, os Agentes ficam impedidos de contratar novas operações com garantia do FGO; b) Alavancagem máxima das cotas do Agente: O Agente pode contratar operações de crédito com garantia do FGO até que a soma dos valores comprometidos em suas operações, nas situações FORMALIZADA, NORMALIDADE ou ATRASADA, totalize 200 (duzentas) vezes o valor de suas cotas no Fundo. Em outras palavras, as cotas do Agente devem corresponder a, pelo menos, 0,5% (meio por cento) do valor total garantido pelo FGO para a instituição financeira. Atingido este limite, os Agentes ficam impedidos de contratar novas operações com garantia do FGO; c) Comprometimento máximo do Fundo por Agente: a soma dos valores comprometidos para um mesmo Agente, em operações nas situações FORMALIZADA, NORMALIDADE ou ATRASADA, não pode superar 50% da alavancagem máxima do FGO (ESSA CONDIÇÃO PODERÁ SER SUSPENSA TEMPORARIAMENTE POR DETERMINAÇÃO DA ASSEMBLEIA DE COTISTAS); d) O índice máximo de valores honrados admitido é de 7% (sete por cento) por Agente, apurado na forma descrita no item O Agente que ultrapassar este limite fica automaticamente impedido de solicitar honras de garantias, sem necessidade de aviso prévio. Durante este impedimento, o Agente poderá contratar novas operações com garantia do FGO e recuperar valores honrados. Dessa forma, reduzirá seu índice de valores honrados, podendo solicitar novas honras de garantias quando este for menor que 7% (sete por cento); e) O FGO garante no máximo 80% do valor financiado. O valor garantido está limitado a R$ ,00 por mutuário nas operações de investimento e mais R$ ,00 por mutuário nas operações de capital de giro. f) No cálculo do índice de valores honrados do Agente Financeiro, os valores garantidos nas operações serão ajustados conforme fórmulas previstas no item g) O Administrador poderá alterar os critérios para cálculo dos limites de alavancagem, observado o Estatuto do FGO. 15

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