GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA SUBSECRETARIA DA RECEITA MANUAL REFAZ II

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA SUBSECRETARIA DA RECEITA MANUAL REFAZ II"

Transcrição

1 MANUAL REFAZ II 1. O QUE É: REFAZ II é o Segundo Programa de Recuperação de Créditos da Fazenda Pública do DF, destinado a promover a regularização de créditos, constituídos ou não, inscritos ou não em dívida ativa, ajuizados ou não. 2. LEGISLAÇÃO A legislação que trata do REFAZ II é: * Lei nº publicada no DODF nº 201 de 21/10/2005, alterada pela Lei nº3.689 publicada no DODF nº 206 de 31/10/2005; 3. ABRANGÊNCIA Poderão ser pagos pelo REFAZ II os seguintes débitos: - ICM; ICMS; ISS; IPVA; IPTU; ITBI; ITCD; TLP; CIP; - taxa de utilização de área de domínio público- TUADP; - taxa de segurança contra incêndio; - taxa de fiscalização de obras; - taxa de vigilância sanitária; - taxa ambiental; - taxa de licença urbanística; - taxa de ocupação de imóveis; - taxa de ocupação de área pública; - taxa de concessão, permissão ou preço público; - taxas do Pró-DF; - débitos parcelados pelo REFAZ I, que tenham sido excluídos ou não Não poderão ser pagos pelo REFAZ II: - Os débitos em fluência de prazo para pagamento; - os oriundos de imposto retido e não recolhido; - os pendentes de julgamento; e - os sujeitos a pagamento antecipado (exceto os produtos agrícolas sujeitos ao regime de substituição tributária) Poderão ser incluídos no REFAZ II os débitos com fatos geradores ocorridos até:

2 * ICM; ICMS; ISS empresa; ISS uniprofissional: 31/07/2005; * Demais débitos declarados ou lançados de ofício: 31/12/2004; * Débitos procedentes de ação fiscal (multa 200%): constituídos até 21/10/ DÉBITOS CONSOLIDADOS Débito consolidado é o montante obtido pela soma do principal devido, da atualização monetária, dos juros de mora reduzidos, da multa reduzida, inclusive a de caráter moratório, e dos demais acréscimos previstos na legislação tributária Serão consolidados separadamente: * todos os débitos do ICM e do ICMS; * as taxas de ocupação de imóveis; as taxas do Pró-DF; * as taxas de ocupação de área pública; as taxas de concessão, permissão ou preço público; * todos os demais tributos listados no item O que não for de competência da SEF, a não ser que esteja inscrito em Dívida Ativa, deverá ser consolidado e emitido pelo órgão responsável pelo lançamento do tributo. 5. PAGAMENTO À VISTA Para pagamento à vista, o REFAZ II concede redução de juros de mora e multa, inclusive a moratória, nas seguintes proporções: * 99% para recolhimento integral do débito até o dia 16/12/2005; * 90% para recolhimento integral do débito até o dia 27/01/2006; * 80% para recolhimento integral do débito até o dia 24/02/2006; * 70% para recolhimento integral do débito até o dia 22/03/ No caso específico dos débitos procedentes de ação fiscal (multa 200%), o REFAZ II concede redução de juros de mora e multa, inclusive a moratória, na proporção de 75% desde que o montante devido seja recolhido à vista até 16/12/ Os débitos decorrentes exclusivamente de aplicação de multa acessória, com valor igual ou superior a R$ 185,48, cujo fato gerador tenha ocorrido até 31/12/2004, poderão ser quitados com redução de 70%, desde que o valor seja integralmente recolhido até 16/12/ PARCELAMENTO

3 6.1 - No caso do parcelamento, o REFAZ II concede redução de juros de mora e multa, inclusive a moratória, na proporção de 60% desde que paga a primeira parcela até 16/12/ Os débitos de ICM e ICMS não poderão ser parcelados, ou seja, só poderão ser pagos à vista. Os demais débitos poderão ser parcelados A empresa enquadrada no regime do Simples Candango não poderá parcelar seus débitos de ICMS, mas poderá parcelar seus débitos de IPVA, IPTU, ISS, ITBI, ITCD, TLP, CIP e TUADP O parcelamento será recolhido em até 60 parcelas mensais e sucessivas. O sistema irá parcelar sempre no máximo de vezes possível, de acordo com o valor do débito. O contribuinte que quiser pagar em menos tempo poderá emitir quantas parcelas vincendas desejar, via internet ou na agência de atendimento, e pagá-las antecipadamente O valor mínimo das parcelas será de: * para pessoas físicas, empresas do Simples Candango e RTE-ISS: R$ 73,98; * nos demais casos: R$ 185, A primeira parcela corresponderá a 5% do total do débito consolidado, acrescido de 1%, de acordo com o 2, do art 4, da Lei do REFAZ II Depois de aderir ao parcelamento, pagando os 5% iniciais, o contribuinte receberá em seu endereço, mensalmente, as parcelas a serem pagas. Caso não as receba, poderá emiti-las via internet ou na agência de atendimento Cada parcela será acrescida de 1% + variação mensal do INPC, e se não paga até o dia de vencimento, será acrescida de multa de 5% (se paga em até 30 dias) ou 10% (se paga depois de 30 dias) O pagamento da primeira parcela constitui confissão irretratável e irrevogável do débito e aceitação plena e irrestrita das condições estabelecidas na lei (parcelamento tácito) O contribuinte será excluído do parcelamento se: * não pagar 3 parcelas, consecutivas ou não, ou qualquer parcela por mais de 3 meses; * descumprir demais condições estabelecidas na lei Poderá haver a reativação, uma única vez, do parcelamento excluído, desde que o contribuinte regularize todas as pendências que ocasionaram a exclusão em até 2

4 meses. Nesse caso, as demais parcelas vincendas não sofrerão alteração, prevalecendo as condições iniciais A exclusão do parcelamento será comunicada ao contribuinte e implicará exigibilidade imediata da totalidade do crédito confessado e não pago. 7. PAGAMENTO COM PRECATÓRIOS Os débitos de ICM e ICMS, além dos débitos parcelados pelo REFAZ I, excluídos ou não, não poderão ser pagos com precatórios Para os demais tributos, os precatórios poderão ser utilizados tanto para pagamento à vista quanto para parcelamento, a não ser no caso específico das renúncias de parcelamentos ou de compensação com precatórios anteriores, que só poderão ser pagos à vista O pagamento com precatórios pelo REFAZ II deverá ser requerido até 3 dias úteis antes do vencimento dos prazos. 8. CONDIÇÕES A adesão ao REFAZ II está condicionado a: * Emissão de documento pela SEF ou órgão responsável pelo lançamento do tributo; * Expressa renúncia a qualquer defesa ou recurso administrativo; * Expressa renúncia em juízo a qualquer defesa ou recurso judicial; * Expressa renúncia a qualquer parcelamento ou compensação com precatórios já requeridos, relativos a débitos a serem quitados; * Aceitação plena e irrestrita de todas as condições estabelecidas na lei; * Procuração do contribuinte com poderes específicos, se for o caso Não recebendo o documento emitido pela SEF ou órgão responsável pelo lançamento do tributo, o contribuinte deverá requerê-lo até 3 dias úteis antes dos prazos de vencimento. Com menos de 3 dias, as Agências da Receita procurarão atender à demanda da melhor forma possível, mas não há garantia de que será possível. 9. INFORMAÇÕES GERAIS A SEF enviará mensalmente documento de consolidação dos débitos ao contribuinte. No caso da 1ª data de vencimento (16/12/2005), a cobrança discriminará as duas possibilidades: o pagamento à vista ou o parcelamento. Nas demais, a cobrança preverá somente o pagamento à vista com seu respectivo desconto.

5 9.2 - O contribuinte excluído do REFAZ II, exceto o que efetivar a reativação, ficará impossibilitado de aderir a qualquer outra modalidade de parcelamento ou compensação com precatórios até 31/12/ Os contribuintes que aderiram ao REFAZ I, que tenham sido excluídos, ou que estejam com parcelas em atraso, poderão aderir ao REFAZ II, estando vedada apenas a compensação com precatórios. Já aqueles que estiverem com as parcelas em dia, poderão aderir ao REFAZ II sob todas as formas Os contribuintes que renunciarem a qualquer parcelamento ou compensação com precatórios, exceto o REFAZ I, com a intenção de aderirem ao REFAZ II só poderão pagar à vista, seja em espécie ou com precatórios O recolhimento dos créditos pelo REFAZ II não tem efeito homologatório, permitindo a cobrança de débitos apurados pelo Fisco posteriormente Os débitos de pessoas físicas ou jurídicas, oriundos de decisões do TCDF poderão ser parcelados em até 60 meses, sendo que o valor de cada parcela, para esse caso em específico, não poderá ser inferior a R$ 100,00.

PROGRAMA REGULARIZE. Secretaria de Estado de Fazenda Advocacia Geral do Estado

PROGRAMA REGULARIZE. Secretaria de Estado de Fazenda Advocacia Geral do Estado PROGRAMA REGULARIZE Secretaria de Estado de Fazenda Advocacia Geral do Estado Programa Regularize Perfil dos Créditos Tributários Unidade Fase Qtde Tributo (R$ x mil) Multa (R$ x mil) Juros (R$ x mil)

Leia mais

PARCELAMENTO DE TRIBUTOS FEDERAIS REFIS DA COPA

PARCELAMENTO DE TRIBUTOS FEDERAIS REFIS DA COPA PARCELAMENTO DE TRIBUTOS FEDERAIS REFIS DA COPA INTRODUÇÃO Após a mobilização de vários setores da economia juntamente com as proposições formuladas pelo Congresso Nacional, foi publicada a Lei 12.996/2014,

Leia mais

PROGRAMA REGULARIZE. Secretaria de Estado de Fazenda Advocacia Geral do Estado

PROGRAMA REGULARIZE. Secretaria de Estado de Fazenda Advocacia Geral do Estado PROGRAMA REGULARIZE Secretaria de Estado de Fazenda Advocacia Geral do Estado Programa Regularize Perfil dos Créditos Tributários Unidade Fase Qtde Tributo (R$ x mil) Multa (R$ x mil) Juros (R$ x mil)

Leia mais

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA LEI Nº 3.256, DE 24 DE DEZEMBRO DE 2003 Institui o programa de recuperação de créditos tributários da fazenda pública municipal REFIM e dá outras providências. Piauí Lei: O PREFEITO MUNICIPAL DE TERESINA,

Leia mais

MUNICÍPIO DE CAUCAIA

MUNICÍPIO DE CAUCAIA LEI N 1765, DE 25 DE AGOSTO 2006. Institui o Programa de Recuperação Fiscal - REFIS no Município de Caucaia, e dá outras providências. A PREFEITA MUNICIPAL DE CAUCAIA, no uso de suas atribuições legais,

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DE TERESINA, ESTADO DO PIAUÍ

O PREFEITO MUNICIPAL DE TERESINA, ESTADO DO PIAUÍ 1 LEI COMPLEMENTAR Nº 4.448, DE 17 DE SETEMBRO DE 2013. Publicado no DOM n 1.555, de 18.09.2013. Institui o Programa de Recuperação de Créditos Tributários e não Tributários do Município de Teresina RETRIMT

Leia mais

Redução Juros sobre Multa Punitiva. Redução Multa Punitiva. Parcela Única 60% 60% 75% 75% - N/A

Redução Juros sobre Multa Punitiva. Redução Multa Punitiva. Parcela Única 60% 60% 75% 75% - N/A TRIBUTÁRIO 16/11/2015 ICMS - Regulamentação do Programa Especial de Parcelamento do Estado de São Paulo PEP Reduções Com base na autorização do Convênio ICMS 117/2015, de 07 de outubro de 2015, no último

Leia mais

ESTADO DE SERGIPE PREFEITURA MUNICIPAL DE ARACAJU Secretaria Municipal de Governo LEI COMPLEMENTAR N.º 64/2003 DE 23 DE DEZEMBRO DE 2003

ESTADO DE SERGIPE PREFEITURA MUNICIPAL DE ARACAJU Secretaria Municipal de Governo LEI COMPLEMENTAR N.º 64/2003 DE 23 DE DEZEMBRO DE 2003 Institui a Segunda Etapa do Programa de Recuperação de Créditos Fiscais do Município REFIS II e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE ARACAJU. Faço saber que a Câmara Municipal de Aracaju aprovou

Leia mais

Atualizado em Maio/2014 Página 1 de 10

Atualizado em Maio/2014 Página 1 de 10 Perguntas e Respostas sobre o parcelamento do Simples Nacional 1. Quem pode parcelar? Todos os contribuintes que tenham débitos de ICMS declarados e apurados (DASN) no período de 07/2007 a 12/2011 e no

Leia mais

Dívidas não parceladas anteriormente

Dívidas não parceladas anteriormente Débitos abrangidos Dívidas não parceladas anteriormente Artigo 1º da Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 6, de 2009 Poderão ser pagos ou parcelados, em até 180 (cento e oitenta) meses, nas condições dos arts.

Leia mais

Lei 12.865 reabre Refis da crise e institui novos programas /ROTEIRO E CONDIÇÕES PARA ADESÃO

Lei 12.865 reabre Refis da crise e institui novos programas /ROTEIRO E CONDIÇÕES PARA ADESÃO GESTÃO TRIBUTÁRIA NOTÍCIAS - 2013 Lei 12.865 reabre Refis da crise e institui novos programas /ROTEIRO E CONDIÇÕES PARA ADESÃO A presidente Dilma Rousseff sancionou o projeto de lei de conversão resultante

Leia mais

ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO NACIONAL PROCURADORIA GERAL DO MUNICÍPIO

ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO NACIONAL PROCURADORIA GERAL DO MUNICÍPIO LEI N.º 2.178, DE 02 DE JUNHO DE 2.014. *VERSÃO IMPRESSA ASSINADA Dispõe sobre o Programa de Recuperação e Estímulo à Quitação de Débitos Fiscais REFIS PORTO 2014 e dá outras providências. Eu, PREFEITO

Leia mais

5º REVOGADO. 6º REVOGADO. 7º REVOGADO. 8º REVOGADO. 9º REVOGADO.

5º REVOGADO. 6º REVOGADO. 7º REVOGADO. 8º REVOGADO. 9º REVOGADO. CAPÍTULO II DO PARCELAMENTO DE DÉBITO Art. 163. O débito decorrente da falta de recolhimento de tributos municipais poderá ser pago em até 96 (noventa e seis) parcelas mensais e sucessivas, observado o

Leia mais

Prefeitura Municipal de São José dos Campos - Estado de São Paulo - PUBLICADO (A) NO JORNAL

Prefeitura Municipal de São José dos Campos - Estado de São Paulo - PUBLICADO (A) NO JORNAL PUBLICADO (A) NO JORNAL LEI COMPLEMENTAR N. 568, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2015. BOLETIM DO MUNICIPIO N ~~. de.j.f.j.jj.j.d.~ Institui o Programa de Pagamento Incentivado para os débitos tributários e não tributários

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR nº 38/2015. Capítulo I Disposições Gerais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR nº 38/2015. Capítulo I Disposições Gerais PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR nº 38/2015 Institui o Programa de Recuperação Fiscal REFIS do Município de Jaboticabal, e dá outras providências. Capítulo I Disposições Gerais Art. 1º Fica instituído, nos

Leia mais

MINUTA LEI ANISTIA / LEI Nº 16.943

MINUTA LEI ANISTIA / LEI Nº 16.943 MINUTA LEI ANISTIA / LEI Nº 16.943 Dispõe sobre a concessão de redução na multa e no juros de mora no pagamento de crédito tributário do ICMS nas situações que especifica. A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ DECRETO N. 4.489

GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ DECRETO N. 4.489 Publicado no Diário Oficial Nº 8708 de 08/05/2012 O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARANÁ, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, inciso V, da Constituição Estadual, e considerando o disposto na Lei

Leia mais

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011 ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011 Recolhimento Espontâneo 001 Quais os acréscimos legais que incidirão no caso de pagamento espontâneo de imposto ou contribuição administrado pela Secretaria da Receita

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 924, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2009

RESOLUÇÃO Nº 924, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2009 RESOLUÇÃO Nº 924, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2009 Institui o Programa de Parcelamento de Débitos Fiscais no âmbito do Sistema CFMV/ CRMVs, destinado à regularização de débitos de anuidades, multas, taxas, emolumentos

Leia mais

DECRETO Nº 2.525, DE 4 DE SETEMBRO DE 2014 - Institui o Programa de Recuperação de Créditos da Fazenda Estadual REFAZ e dá outras providências.

DECRETO Nº 2.525, DE 4 DE SETEMBRO DE 2014 - Institui o Programa de Recuperação de Créditos da Fazenda Estadual REFAZ e dá outras providências. DECRETO Nº 2.525, DE 4 DE SETEMBRO DE 2014 - Institui o Programa de Recuperação de Créditos da Fazenda Estadual REFAZ e dá outras providências. EMENTA: Concede parcelamento de débitos fiscais com anistia

Leia mais

PARCELAMENTO ORDINÁRIO PORTO ALEGRE

PARCELAMENTO ORDINÁRIO PORTO ALEGRE PARCELAMENTO ORDINÁRIO PORTO ALEGRE 1 A - PARCELAMENTO ORDINÁRIO DE TRIBUTOS MUNICIPAIS 1 Em regra, os créditos tributários junto à Fazenda Municipal de Porto Alegre podem ser pagos em até 24 (vinte e

Leia mais

REFIS OPORTUNIDADE PARA AS EMPRESAS

REFIS OPORTUNIDADE PARA AS EMPRESAS REFIS OPORTUNIDADE PARA AS EMPRESAS PROGRAMA DE PARCELAMENTO INCENTIVADO DE DÉBITOS FISCAIS Abrangência do Programa APRESENTAÇÃO Prezados (as) Industriais Desenvolvemos uma cartilha contendo uma síntese

Leia mais

Fiscal Online Disciplina: Direito Tributário Prof. Eduardo Sabbag Data: 13.07.2012 MATERIAL DE APOIO MONITORIA. Índice 1.

Fiscal Online Disciplina: Direito Tributário Prof. Eduardo Sabbag Data: 13.07.2012 MATERIAL DE APOIO MONITORIA. Índice 1. Fiscal Online Disciplina: Direito Tributário Prof. Eduardo Sabbag Data: 13.07.2012 MATERIAL DE APOIO MONITORIA Índice 1. Anotações de Aula 1. ANOTAÇÕES DE AULA DIREITO TRIBUTARIO NO CTN Art. 155-A CTN.

Leia mais

SEMANA DE NEGOCIAÇÃO FISCAL 2015 (nov/2015) CONCEITOS / ABRANGÊNCIA

SEMANA DE NEGOCIAÇÃO FISCAL 2015 (nov/2015) CONCEITOS / ABRANGÊNCIA SEMANA DE NEGOCIAÇÃO FISCAL 2015 (nov/2015) CONCEITOS / ABRANGÊNCIA 1. O que é a Semana de Negociação Fiscal? A Semana de Negociação Fiscal de que trata a Lei 19.088/2015 se constituí de medidas facilitadoras

Leia mais

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL PORTARIA CONJUNTA Nº 900, DE 19 DE JULHO DE 2002. Disciplina o pagamento ou parcelamento de débitos de que trata o art. 11 da Medida Provisória nº 38, de 14 de maio de 2002.

Leia mais

Abrangência: Esse programa abrange:

Abrangência: Esse programa abrange: Condições a serem observadas para adesão ao programa de recuperação fiscal que concede condições especiais para o pagamento à vista e o parcelamento de débitos de qualquer natureza (Portaria Conjunta PGFN/RFB

Leia mais

Programa Especial de Pagamento. Secretaria de Estado de Fazenda Subsecretaria de Receita. de Débitos Tributários -PPD-

Programa Especial de Pagamento. Secretaria de Estado de Fazenda Subsecretaria de Receita. de Débitos Tributários -PPD- Programa Especial de Pagamento Secretaria de Estado de Fazenda Subsecretaria de Receita de Débitos Tributários -PPD- Rio de Janeiro Julho de 2014 AGENDA O que é? Base Legal Abrangência do programa Público

Leia mais

Gestão do Malha Fina GMF - Procedimentos Gerais

Gestão do Malha Fina GMF - Procedimentos Gerais Gestão do Malha Fina GMF - Procedimentos Gerais O sistema eletrônico de cruzamento de dados, denominado Gestão do Malha Fina foi instituído, no âmbito da Secretaria da Fazenda, considerando a necessidade

Leia mais

LEI Nº 14.505, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2009

LEI Nº 14.505, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2009 ESTADO DO CEARÁ LEI Nº 14.505, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2009 Publicada no DOE em 19/11/2009. O GOVERNADOR DO ESTADO DO CEARÁ. DISPÕE SOBRE A REMISSÃO, A ANISTIA E A TRANSAÇÃO DE CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS RELACIONADOS

Leia mais

PROGRAMA DE PARCELAMENTO DE DÉBITOS DO ESTADO DE SÃO PAULO

PROGRAMA DE PARCELAMENTO DE DÉBITOS DO ESTADO DE SÃO PAULO PROGRAMA DE PARCELAMENTO DE DÉBITOS DO ESTADO DE SÃO PAULO PERGUNTAS E RESPOSTAS ÍNDICE 1. Aspectos Gerais 2. Garantias 3. Peculiaridades dos débitos de IPVA 1. Aspectos Gerais 1.1.1. Quadro Resumo Débitos

Leia mais

2º Os débitos ainda não constituídos deverão ser confessados, de forma irretratável e irrevogável.

2º Os débitos ainda não constituídos deverão ser confessados, de forma irretratável e irrevogável. LEI COMPLEMENTAR Nº 171, DE 27 DE MAIO DE 2013. Autoriza o Poder Executivo Municipal a instituir o Programa de Recuperação Fiscal REFIS, no município de Sorriso, e dá outras providências. DILCEU ROSSATO,

Leia mais

PREFEITURAMUNICIPALDE MONTEALEGREDE MINAS

PREFEITURAMUNICIPALDE MONTEALEGREDE MINAS PREFEITURAMUNICIPALDE MONTEALEGREDE MINAS ADM.2001 I 2004 LEI COMPLEMENTAR N 044~DE 29 DE JUNHO DE 2004. DISPÕE SOBRE O PARCELAMENTO, A COMPENSAÇÃO, A DAÇÃO EM PAGAMENTO, REMISSÃO E REDUÇÃO DE MULTAS E

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO ASSESSORIA TÉCNICO-LEGISLATIVA DECRETO Nº 110, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2009

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO ASSESSORIA TÉCNICO-LEGISLATIVA DECRETO Nº 110, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2009 DECRETO Nº 110, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2009 PUBLICADO EM PLACAR Em / / Dispõe sobre a regulamentação da Lei Complementar nº 187, de 12 de agosto de 2009, que autoriza a transação tributária para fins de

Leia mais

DECRETO Nº 36.777 DE 15 DE FEVEREIRO DE 2013 (D.O. RIO DE 18/02/2013) O Prefeito da Cidade do Rio de Janeiro, no uso de suas atribuições legais,

DECRETO Nº 36.777 DE 15 DE FEVEREIRO DE 2013 (D.O. RIO DE 18/02/2013) O Prefeito da Cidade do Rio de Janeiro, no uso de suas atribuições legais, DECRETO Nº 36.777 DE 15 DE FEVEREIRO DE 2013 (D.O. RIO DE 18/02/2013) Regulamenta os arts. 5º a 9º e 23, da Lei nº 5.546, de 27 de dezembro de 2012, que instituem remissão, anistia e parcelamento estendido,

Leia mais

Lei 12.996/2014 - Regulamentação

Lei 12.996/2014 - Regulamentação Lei 12.996/2014 - Regulamentação Regulamentada pela Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 13, de 30/07/2014, que estabelece as condições para adesão ao Parcelamento ou Pagamento à vista de que tratam o artigo

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS - EQUALIZAÇÃO DE ALÍQUOTAS DECRETOS nºs 442/2015 E 953/2015 ÍNDICE

PERGUNTAS E RESPOSTAS - EQUALIZAÇÃO DE ALÍQUOTAS DECRETOS nºs 442/2015 E 953/2015 ÍNDICE PERGUNTAS E RESPOSTAS - EQUALIZAÇÃO DE ALÍQUOTAS DECRETOS nºs 442/2015 E 953/2015 (Versão 2.0-21/09/2015) ÍNDICE 1. AUTORREGULARIZAÇÃO, CONCEITO. O que é autorregularização? 2. BASE LEGAL. Qual a base

Leia mais

DECRETO Nº 18.885, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2014.

DECRETO Nº 18.885, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2014. DECRETO Nº 18.885, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2014. Estabelece o Calendário Fiscal de Arrecadação dos Tributos Municipais, o valor da Unidade Financeira Municipal (UFM) e os preços do metro quadrado de terrenos

Leia mais

PARCELAMENTO DE DÉBITOS PREVIDENCIÁRIOS DA LEI Nº 11.941/2009 - Considerações sobre a Reabertura de Prazo

PARCELAMENTO DE DÉBITOS PREVIDENCIÁRIOS DA LEI Nº 11.941/2009 - Considerações sobre a Reabertura de Prazo PARCELAMENTO DE DÉBITOS PREVIDENCIÁRIOS DA LEI Nº 11.941/2009 - Considerações sobre a Reabertura de Prazo Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 22/10/2013. Sumário: 1 - Introdução 2 - Reabertura

Leia mais

DECRETO Nº 18.480, DE 6 DE DEZEMBRO DE 2013.

DECRETO Nº 18.480, DE 6 DE DEZEMBRO DE 2013. DECRETO Nº 18.480, DE 6 DE DEZEMBRO DE 2013. Estabelece o Calendário Fiscal de Arrecadação dos Tributos Municipais para o exercício de 2014. O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE, no uso das atribuições

Leia mais

DO PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL E EXTRAJUDICIAL DE CRÉDITOS FISCAIS DOS CONSELHOS FEDERAL E REGIONAIS DE FARMÁCIA PRF/CFF-CRF

DO PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL E EXTRAJUDICIAL DE CRÉDITOS FISCAIS DOS CONSELHOS FEDERAL E REGIONAIS DE FARMÁCIA PRF/CFF-CRF PORTARIA Nº 1907 Ementa: Regulamenta no âmbito do CRF/SC o Programa de Recuperação Judicial e Extrajudicial de Créditos Fiscais dos Conselhos Federal e Regionais de Farmácia PRF/CFF-CRF. A Presidente do

Leia mais

PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE Secretaria de Finanças Unidade de Fiscalização Tributária. NFS-e: Importância e Utilização Estratégica da Informação

PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE Secretaria de Finanças Unidade de Fiscalização Tributária. NFS-e: Importância e Utilização Estratégica da Informação PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE Unidade de Fiscalização Tributária NFS-e: Importância e Utilização Estratégica da Informação NFS-e: Aspectos Gerais Implantação: 06/2008 Obrigatoriedade - Prestadores de

Leia mais

REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO PESSOAL GERDAU PREVIDÊNCIA

REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO PESSOAL GERDAU PREVIDÊNCIA REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO PESSOAL GERDAU PREVIDÊNCIA Capítulo I Da Finalidade Artigo 1 - O presente Regulamento de Empréstimo Pessoal, doravante denominado Regulamento, tem por finalidade definir normas

Leia mais

MUNICÍPIO DE PORTO BARREIRO ESTADO DO PARANÁ

MUNICÍPIO DE PORTO BARREIRO ESTADO DO PARANÁ LEI Nº. 469/2015 De 02 de setembro de 2015. Ementa: Institui o Programa de Recuperação Fiscal (REFIS 2015), do Município de Porto Barreiro, e dá outras providências. A Câmara Municipal de Vereadores aprovou

Leia mais

Na mesma data, também foi publicada a Instrução Normativa RFB nº 1.576/2015, que alterou a Instrução Normativa nº 1.491/2014.

Na mesma data, também foi publicada a Instrução Normativa RFB nº 1.576/2015, que alterou a Instrução Normativa nº 1.491/2014. TRIBUTÁRIO 07/08/2015 PORTARIA CONJUNTA Nº 1.064/2015 E INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 1.576/2015 No dia 03 de agosto de 2015 foi publicada a Portaria Conjunta nº 1.064/2015, regulamentando os procedimentos

Leia mais

Procuradoria da Dívida Ativa - PG-05

Procuradoria da Dívida Ativa - PG-05 Procuradoria da Dívida Ativa - PG-05 Neste REFIS, somente débitos inscritos em Dívida Ativa; Débitos não inscritos poderão ser incluídos, se requerida a inscrição até 30/04/2012 diretamente no órgão de

Leia mais

Parcelamento de Débitos FGTS. Breve histórico

Parcelamento de Débitos FGTS. Breve histórico Parcelamento de Débitos FGTS Breve histórico Parcelamento de Débitos FGTS RCC TIPO DEBITO PRAZO MAX FORMA DE CALCULO 287/98 INS/JUD 140 Qtde comp. Em atraso 325/99 ADM 180 Qtde comp. Em atraso 466/04 ADM

Leia mais

1.3. Em quais casos é possível solicitar o parcelamento? 1.4. Como saberei se minha empresa possui débitos junto à Anvisa?

1.3. Em quais casos é possível solicitar o parcelamento? 1.4. Como saberei se minha empresa possui débitos junto à Anvisa? Atualizado: 07 / 10 / 2011 - FAQ AI 1. Parcelamento de débitos em cobrança administrativa não inscritos em dívida ativa 1.1. Tipos de parcelamento de débito 1.2. Parcelamento de débito de AFE / AE 1.3.

Leia mais

O Governador do Estado do Rio de Janeiro Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

O Governador do Estado do Rio de Janeiro Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Lei nº 5.647, de 18.01.2010 - DOE RJ de 19.01.2010 Dispõe sobre forma de compensação de crédito inscrito em Dívida Ativa com precatórios vencidos, e dá outras providências. O Governador do Estado do Rio

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional PORTARIA PGFN N 643, DE 1º DE ABRIL DE 2009

MINISTÉRIO DA FAZENDA Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional PORTARIA PGFN N 643, DE 1º DE ABRIL DE 2009 MINISTÉRIO DA FAZENDA Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional PORTARIA PGFN N 643, DE 1º DE ABRIL DE 2009 Regulamenta as medidas de estímulo à liquidação ou renegociação de dívidas originárias de operações

Leia mais

Programa Especial de Parcelamento - PEP

Programa Especial de Parcelamento - PEP Programa Especial de Parcelamento - PEP Eduardo José Fagundes Marcia Aparecida de Andrade Freixo Subprocuradoria Geral do Estado Área do Contencioso Tributário-Fiscal Legislação Convênio CONFAZ nº 108,

Leia mais

Direito Tributário. Módulo IV: Obrigação Tributária e Crédito Tributário.

Direito Tributário. Módulo IV: Obrigação Tributária e Crédito Tributário. Direito Tributário Módulo IV: Obrigação Tributária e Crédito Tributário. Obrigação Tributária Relação obrigacional entre Poder Público e Contribuinte. Obrigação Tributária Espécies: 1. Principal (obrigação

Leia mais

FACULDADE METODISTA GRANBERY GABINETE DA DIREÇÃO PORTARIA Nº 01/2015

FACULDADE METODISTA GRANBERY GABINETE DA DIREÇÃO PORTARIA Nº 01/2015 FACULDADE METODISTA GRANBERY GABINETE DA DIREÇÃO PORTARIA Nº 01/2015 Ementa: Altera e estabelece o Regulamento Financeiro para os cursos de graduação da Faculdade Metodista Granbery. O TESOUREIRO DO INSTITUTO

Leia mais

DECRETO N 28.265, DE 05 DE JUNHO DE 2006

DECRETO N 28.265, DE 05 DE JUNHO DE 2006 DECRETO N 28.265, DE 05 DE JUNHO DE 2006 05/06/2006 * Publicado no DOE em 08/06/2006. Regulamenta a Lei nº 13.707, de 7 de dezembro de 2005, que trata da compensação de crédito tributário com precatórios

Leia mais

Resolução Conjunta SF/PGE - 5, de 21-8-2008: Disciplina os procedimentos administrativos necessários ao recolhimento de débitos fiscais do Imposto

Resolução Conjunta SF/PGE - 5, de 21-8-2008: Disciplina os procedimentos administrativos necessários ao recolhimento de débitos fiscais do Imposto Resolução Conjunta SF/PGE - 5, de 21-8-2008: Disciplina os procedimentos administrativos necessários ao recolhimento de débitos fiscais do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias

Leia mais

DIREITO FINANCEIRO E TRIBUTÁRIO

DIREITO FINANCEIRO E TRIBUTÁRIO DIREITO FINANCEIRO E TRIBUTÁRIO EXCLUSÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO Art. 175 ao Art. 182 CTN Centro de Ensino Superior do Amapá Direito Financeiro e Tributário II Professora: Ilza Facundes Macapá-AP, 2013.1

Leia mais

REGULAMENTO A CONCESSÃO E MANUTENÇÃO DE EMPRÉSTIMO SIMPLES AOS PARTICIPANTES E ASSISTIDOS DO PLANO BENEFÍCIO PREV-RENDA.

REGULAMENTO A CONCESSÃO E MANUTENÇÃO DE EMPRÉSTIMO SIMPLES AOS PARTICIPANTES E ASSISTIDOS DO PLANO BENEFÍCIO PREV-RENDA. REGULAMENTO A CONCESSÃO E MANUTENÇÃO DE EMPRÉSTIMO SIMPLES AOS PARTICIPANTES E ASSISTIDOS DO PLANO BENEFÍCIO PREV-RENDA. Índice Capítulo I Da Carteira de Empréstimo Simples... 3 Capítulo II Dos Recursos

Leia mais

Resolução Conjunta SF/PGE Nº 1 DE 28/02/2013 (Estadual - São Paulo)

Resolução Conjunta SF/PGE Nº 1 DE 28/02/2013 (Estadual - São Paulo) Resolução Conjunta SF/PGE Nº 1 DE 28/02/2013 (Estadual - São Paulo) Data D.O.: 01/03/2013 Disciplina os procedimentos administrativos necessários à liquidação de débitos fiscais do Imposto sobre Operações

Leia mais

PARCELAMENTO ORDINÁRIO DE TRIBUTOS FEDERAIS

PARCELAMENTO ORDINÁRIO DE TRIBUTOS FEDERAIS PARCELAMENTO ORDINÁRIO DE TRIBUTOS FEDERAIS PARCELAMENTO ORDINÁRIO DE TRIBUTOS FEDERAIS 1 Os débitos de qualquer natureza para com a Fazenda Nacional podem ser parcelados em até 60 (sessenta) prestações

Leia mais

Paulo Eduardo Armiliato. NOVO REFIS Lei 12.996, de 2014

Paulo Eduardo Armiliato. NOVO REFIS Lei 12.996, de 2014 Paulo Eduardo Armiliato NOVO REFIS Lei 12.996, de 2014 São Paulo, 14/8/2014 VISÃO GERAL DE PARCELAMENTO TIPOS DE PARCELAMENTO Normais: - Quantidade máxima de parcelas: 60 - Pedido a qualquer tempo Especiais:

Leia mais

Lei nº n 11.941/2009 Portaria Conjunta PGFN/RFB nº n 02/2011

Lei nº n 11.941/2009 Portaria Conjunta PGFN/RFB nº n 02/2011 CAFÉ DA MANHÃ Refis da Crise -Consolidação ão Lei nº n 11.941/2009 São Paulo - SP Rua Cincinato Braga, 340, 9o andar, São Paulo SP Brasil Brasília - DF Brasília Shopping, Torre Norte SCN, 13 andar, s.

Leia mais

REFIS DA COPA. Lei n 12.996/14. Ricardo Bonfá. Julho de 2014

REFIS DA COPA. Lei n 12.996/14. Ricardo Bonfá. Julho de 2014 REFIS DA COPA Lei n 12.996/14 Ricardo Bonfá Julho de 2014 LEI n 12.996/14: PRINCIPAIS ASPECTOS DO PARCELAMENTO OU PAGAMENTO DE DÍVIDAS. Lei n 12.996/14 - Art 2 - REABERTURA DO PRAZO do parcelamento estabelecido

Leia mais

CURSO DE RESOLUÇÃO DE QUESTÕES DE TRIBUTÁRIO FCC

CURSO DE RESOLUÇÃO DE QUESTÕES DE TRIBUTÁRIO FCC CURSO DE RESOLUÇÃO DE QUESTÕES DE TRIBUTÁRIO FCC Lançamento 1-(FCC - 2012 - Prefeitura de São Paulo - SP - Auditor Fiscal do Município) Um contribuinte do Imposto Predial e Territorial Urbano - IPTU possuía

Leia mais

REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO A PARTICIPANTE DO PLANO DE BENEFICIO CEBPREV.

REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO A PARTICIPANTE DO PLANO DE BENEFICIO CEBPREV. REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO A PARTICIPANTE DO PLANO DE BENEFICIO CEBPREV. Sumário Capítulo I Da finalidade...1 Capítulo II - Dos contratantes...1 Capítulo III - Dos limites individuais...2 Capítulo IV -

Leia mais

Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Presidente: Claudio Avelino Mac-Knight Filippi Gestão: 2014-2015

Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Presidente: Claudio Avelino Mac-Knight Filippi Gestão: 2014-2015 Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Presidente: Claudio Avelino Mac-Knight Filippi Gestão: 2014-2015 Resenha de Matérias Técnicas Nº. 844, de 17 09 2015 Matéria Especial: CONSOLIDAÇÃO

Leia mais

Regulamenta os incentivos e benefícios fiscais instituídos pela Lei nº 5.780, de 22 de julho de 2014.

Regulamenta os incentivos e benefícios fiscais instituídos pela Lei nº 5.780, de 22 de julho de 2014. DECRETO Nº 39680 DE 23 DE DEZEMBRO DE 2014 Regulamenta os incentivos e benefícios fiscais instituídos pela Lei nº 5.780, de 22 de julho de 2014. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso das atribuições

Leia mais

PROJETO DE LEI N 017/2014, de 11 de Abril de 2014.

PROJETO DE LEI N 017/2014, de 11 de Abril de 2014. 1 PROJETO DE LEI N 017/2014, de 11 de Abril de 2014. Institui o programa de recuperação de créditos municipais, e dá outras providências. O Prefeito Municipal de Piratuba, Estado de Santa Catarina, no

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE BAURU

PREFEITURA MUNICIPAL DE BAURU LEI Nº 6.071, DE 17 DE MAIO DE 2.011 P. 44.656/09 Altera as redações dos artigos 96 e 98 da Lei Municipal nº 1.929, de 31 de dezembro de 1.975, acrescenta a estes outros dispositivos relacionados ao parcelamento

Leia mais

ANEXO I CONTRATO DE MÚTUO (EMPRÉSTIMO) COM DESTINAÇÃO ESPECÍFICA

ANEXO I CONTRATO DE MÚTUO (EMPRÉSTIMO) COM DESTINAÇÃO ESPECÍFICA ANEXO I CONTRATO DE MÚTUO (EMPRÉSTIMO) COM DESTINAÇÃO ESPECÍFICA O, autarquia criada pela Lei n. 1079, de 5 de novembro de 1987, e mantido pela Lei n. 3.344, de 28 de dezembro de 2001, com sede nesta cidade,

Leia mais

Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 2, de 3 de fevereiro de 2011

Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 2, de 3 de fevereiro de 2011 Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 2, de 3 de fevereiro de 2011 DOU de 4.2.2011 Dispõe sobre os procedimentos a serem observados pelo sujeito passivo para a consolidação dos débitos nas modalidades de pagamento

Leia mais

EMENDA AO PROJETO DE LEI 212/2015. Dá a diversos artigos do Projeto de Lei 212/2015 a seguinte redação:

EMENDA AO PROJETO DE LEI 212/2015. Dá a diversos artigos do Projeto de Lei 212/2015 a seguinte redação: EMENDA Nº AO PROJETO DE LEI Nº 212/2015 Dá a diversos artigos do Projeto de Lei 212/2015 a seguinte redação: Art. 1º. Os créditos tributários relativos ao Imposto sobre Operações Relativas à Circulação

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DO SALVADOR - BAHIA

PREFEITURA MUNICIPAL DO SALVADOR - BAHIA oi PREFEITURA MUNICIPAL DO SALVADOR - BAHIA Decreto Nº.!.~.:.~.~~. de....1.!?... de.... JªIJ.\Ü.V:.Q.... de 199 ~.. Estabelece o Calendário Fiscal de Tributos do Município do Salvador e dá outras providências.

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE LEI Nº 9.276, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2009.

RIO GRANDE DO NORTE LEI Nº 9.276, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2009. RIO GRANDE DO NORTE LEI Nº 9.276, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2009. Autoriza o Poder Executivo a conceder parcelamento de débitos fiscais relacionados com o Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias

Leia mais

ÍNDICE. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 971/2009, (Atualizada em Janeiro/2012)

ÍNDICE. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 971/2009, (Atualizada em Janeiro/2012) ÍNDICE INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 971/2009, (Atualizada em Janeiro/2012) TÍTULO I DAS OBRIGAÇÕES PREVIDENCIÁRIAS CAPÍTULO I DOS CONTRIBUINTES DA PREVIDÊNCIA SOCIAL Seção II Dos Segurados Contribuintes Obrigatórios

Leia mais

REGULARIZA. PROGRAMA DE INCENTIVO ÀREGULARIZAÇÃO FISCAL DE EMPRESAS NO ESTADO DE GOIÁS Lei 18.459/2014. Gerência de Recuperação de Créditos - GERC

REGULARIZA. PROGRAMA DE INCENTIVO ÀREGULARIZAÇÃO FISCAL DE EMPRESAS NO ESTADO DE GOIÁS Lei 18.459/2014. Gerência de Recuperação de Créditos - GERC REGULARIZA PROGRAMA DE INCENTIVO ÀREGULARIZAÇÃO FISCAL DE EMPRESAS NO ESTADO DE GOIÁS Lei 18.459/2014 Gerência de Recuperação de Créditos - GERC Conceitos Art. 1º PROGRAMA REGULARIZA : é constituído de

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX. FGTS Débitos Dos Empregadores Regularização Procedimentos

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX. FGTS Débitos Dos Empregadores Regularização Procedimentos VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX Orientador Empresarial FGTS Débitos Dos Empregadores Regularização Procedimentos CIRCULAR CAIXA Nº 351, DE 04 DE ABRIL DE 2005 - DOU

Leia mais

DELPHOS INFORMA CONSELHO CURADOR DO FUNDO DE COMPENSAÇÃO DE VARIAÇÕES SALARIAIS RESOLUÇÃO Nº 133, DE 26 DE ABRIL DE 2002

DELPHOS INFORMA CONSELHO CURADOR DO FUNDO DE COMPENSAÇÃO DE VARIAÇÕES SALARIAIS RESOLUÇÃO Nº 133, DE 26 DE ABRIL DE 2002 DELPHOS INFORMA ANO 8 - Nº 35 ABRIL / 2002 CONSELHO CURADOR DO FUNDO DE COMPENSAÇÃO DE VARIAÇÕES SALARIAIS RESOLUÇÃO Nº 133, DE 26 DE ABRIL DE 2002 Ementa: Aprovar o Regulamento do Parcelamento de Débitos

Leia mais

VALDECI APARECIDO LOURENÇO, Prefeito do Município Conchal, Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais,

VALDECI APARECIDO LOURENÇO, Prefeito do Município Conchal, Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais, LEI COMPLEMENTAR N 338, DE 10 DE MAIO DE 2013. DISPÕE SOBRE A CONCESSÃO DE BENEFÍCIO PARA O PAGAMENTO DA DÍVIDA ATIVA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. VALDECI APARECIDO LOURENÇO, Prefeito do Município Conchal,

Leia mais

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL PORTARIA CONJUNTA Nº 1.082, DE 11 DE SETEMBRO DE 2002 Disciplina o pagamento de débitos de que trata o art. 21 da Medida Provisória nº 66, de 29 de agosto de 2002. O SECRETÁRIO

Leia mais

NOTA JURÍDICA N.º 004/2006 Cuiabá/MT, 06 de dezembro de 2006.

NOTA JURÍDICA N.º 004/2006 Cuiabá/MT, 06 de dezembro de 2006. NOTA JURÍDICA N.º 004/2006 Cuiabá/MT, 06 de dezembro de 2006. LEGALIDADE DA CONFISSÃO E PARCELAMENTO DE DÉBITOS ORIUNDOS DAS CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS RETIDAS DOS SERVIDORES PÚBLICOS ATÉ O MÊS DE DEZEMBRO

Leia mais

NOTA TÉCNICA 48 2013. Lei nº 12.873 de 24/10/2013: PROSUS Registros de preços

NOTA TÉCNICA 48 2013. Lei nº 12.873 de 24/10/2013: PROSUS Registros de preços NOTA TÉCNICA 48 2013 Lei nº 12.873 de 24/10/2013: PROSUS Registros de preços Brasília, 29 de outubro de 2013 INTRODUÇÃO A Lei 12.873 de 24/10/13 trata de vários assuntos, altera algumas leis e entre os

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA GOVERNADORIA LEI Nº 2913, DE 03 DE DEZEMBRO DE 2012. PUBLICADA NO DOE Nº 2110, DE 03.12.2012. Consolidada, alterada pela Lei nº: 3212, de 03.10.13 DOE nº 2312, DE 03.10.13. Autoriza a Procuradoria Geral do Estado de

Leia mais

RESOLUÇÃO CFN N 523/2013

RESOLUÇÃO CFN N 523/2013 Página 1 de 7 RESOLUÇÃO CFN N 523/2013 Institui, no âmbito do Sistema CFN/CRN, o Programa Nacional de Recuperação de Créditos (PNRC), autoriza a redução de encargos sobre dívidas em conciliação judicial

Leia mais

Portaria PGFN nº 164, de 27.02.2014 - DOU de 05.03.2014

Portaria PGFN nº 164, de 27.02.2014 - DOU de 05.03.2014 Portaria PGFN nº 164, de 27.02.2014 - DOU de 05.03.2014 Regulamenta o oferecimento e a aceitação do seguro garantia judicial para execução fiscal e seguro garantia parcelamento administrativo fiscal para

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL

MINISTÉRIO DA FAZENDA PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL MINISTÉRIO DA FAZENDA PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL PORTARIA CONJUNTA PGFN/RFB Nº 15, DE 22 DE AGOSTO DE 2014. Regulamenta o art. 33 da Medida Provisória

Leia mais

RESOLUÇÃO SMF Nº 2835 DE 05 DE FEVEREIRO DE 2015

RESOLUÇÃO SMF Nº 2835 DE 05 DE FEVEREIRO DE 2015 RESOLUÇÃO SMF Nº 2835 DE 05 DE FEVEREIRO DE 2015 Disciplina os procedimentos referentes aos benefícios fiscais instituídos pela Lei nº 5.780, de 22 de julho de 2014. O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE FAZENDA,

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL PALESTRA SPED FISCAL REGRAS GERAIS

CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL PALESTRA SPED FISCAL REGRAS GERAIS Le f is c L e g i s l a c a o F i s c a l CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL MINÁRIO DE ASSUNTOS CONTÁBEIS DE PORTO ALEGRE SEMINÁRIO ASSUNTOS CONTÁBEIS DE PORTO ALEGRE SEMINÁRIO DE

Leia mais

Passo a passo de consolidação da modalidade Pagamento à Vista com utilização de Prejuízo Fiscal ou de Base de Cálculo Negativa da CSLL

Passo a passo de consolidação da modalidade Pagamento à Vista com utilização de Prejuízo Fiscal ou de Base de Cálculo Negativa da CSLL SUMÁRIO Data, local e prazo para consolidação de modalidade para Pagamento à Vista com 03 Acessar sítio da RFB ou PGFN para efetuar consolidação 03 Confessar débitos não previdenciários 07 Excluir débitos

Leia mais

ANEXO À RESOLUÇÃO N.º 247, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2000

ANEXO À RESOLUÇÃO N.º 247, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2000 ANEXO À RESOLUÇÃO N.º 247, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2000 REGULAMENTO PARA ARRECADAÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO DAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES PARA O FUNDO DE UNIVERSALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES

Leia mais

Programa de Estudos CASP 2012

Programa de Estudos CASP 2012 Programa de Estudos CASP 2012 Procedimentos Patrimoniais Apropriação da Receita por Competência Grupo de Estudos CASP : Sub Grupo Créditos Tributários Justificativa Técnica ( IPSAS, NBCASP, PRINCÍPIOS)

Leia mais

CARTILHA PARA CONDOMINIOS DAS OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS DOS CONDOMÍNIOS SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA

CARTILHA PARA CONDOMINIOS DAS OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS DOS CONDOMÍNIOS SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CARTILHA PARA CONDOMINIOS DAS OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS DOS CONDOMÍNIOS SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Os condomínios comerciais e residenciais devem proceder à retenção e o recolhimento do Imposto Sobre Serviços

Leia mais

SIA 7.5 - Sistema Integrado de Arrecadação. Módulo Financeiro

SIA 7.5 - Sistema Integrado de Arrecadação. Módulo Financeiro Atualização: Julho 2012 Página: 1 SIA 7.5 - Sistema Integrado de Arrecadação Módulo Sumário Introdução... 07 01 - Parâmetros.... 09 01.01 - Módulos... 09 01.02 - Receitas Principais... 09 01.03 - Juros...

Leia mais

O que é o Parcelamento de Débitos do FGTS. Débitos que podem ser parcelados. Onde solicitar o Parcelamento. Versão I 19/08/2013 2

O que é o Parcelamento de Débitos do FGTS. Débitos que podem ser parcelados. Onde solicitar o Parcelamento. Versão I 19/08/2013 2 GIFUG/FL RECUPERAR CRÉDITOS PARCELAMENTO FGTS GUIA DE ORIENTAÇÕES AO EMPREGADOR O que é o Parcelamento de Débitos do FGTS O Parcelamento do FGTS é uma alternativa de liquidação de débitos concedida aos

Leia mais

Condições Gerais do Contrato de Concessão de Empréstimo mediante Consignação em Benefícios de Aposentadoria e Pensão do INSS

Condições Gerais do Contrato de Concessão de Empréstimo mediante Consignação em Benefícios de Aposentadoria e Pensão do INSS Condições Gerais do Contrato de Concessão de Empréstimo mediante Consignação em Benefícios de Aposentadoria e Pensão do INSS ESTAS CONDIÇÕES GERAIS REGEM O CONTRATO DE CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMO MEDIANTE

Leia mais

Instituições Financeiras, Seguros, Previdência e Outros.

Instituições Financeiras, Seguros, Previdência e Outros. Instituições Financeiras, Seguros, Previdência e Outros. Gerais - Assuntos de interesse geral CNPJ - Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas DCTF - Declaração de Contribuições e Tributos Federais DIRF -

Leia mais

SIMPLES NACIONAL 1. NOÇÕES GERAIS

SIMPLES NACIONAL 1. NOÇÕES GERAIS SIMPLES NACIONAL 1. NOÇÕES GERAIS SIMPLES NACIONAL 1.1. O que é O Simples Nacional é um regime tributário diferenciado, simplificado e favorecido previsto na Lei Complementar nº 123, de 2006, aplicável

Leia mais

ICMS ANTECIPADO ESPECIAL - NÃO OPTANTES DO SIMPLES NACIONAL

ICMS ANTECIPADO ESPECIAL - NÃO OPTANTES DO SIMPLES NACIONAL ICMS ANTECIPADO ESPECIAL - NÃO OPTANTES DO SIMPLES NACIONAL PERGUNTAS E RESPOSTAS 1. Em que se constitui o ICMS ANTECIPADO ESPECIAL? R= Em valor correspondente à diferença entre a alíquota interna e a

Leia mais

MEI MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL

MEI MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL MEI MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL Conheça as condições para recolhimento do Simples Nacional em valores fixos mensais Visando retirar da informalidade os trabalhadores autônomos caracterizados como pequenos

Leia mais

PORTARIA GSF N 38/2013 Teresina (PI), 10 de junho de 2013.

PORTARIA GSF N 38/2013 Teresina (PI), 10 de junho de 2013. PORTARIA GSF N 38/2013 Teresina (PI), 10 de junho de 2013. Publicado no DOM n 1.528, de 14.06.2013 Dispõe sobre procedimentos para solicitações referentes ao Imposto Predial e Territorial Urbano - IPTU,

Leia mais

OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS DOS MUNICÍPIOS E LEI 12.810

OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS DOS MUNICÍPIOS E LEI 12.810 PALESTRA OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS DOS MUNICÍPIOS E LEI 12.810 Teresina, 06/2013 Delegacia da em Teresina-PI OS MUNICÍPIOS E AS OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS Delegacia da em Teresina-PI OS MUNICÍPIOS E A RFB Tributos

Leia mais

PROVA PRÁTICO-PROFISSIONAL P 2

PROVA PRÁTICO-PROFISSIONAL P 2 PROVA PRÁTICO-PROFISSIONAL P 2 Na peça profissional que vale cinco pontos e nas cinco questões a seguir que valem um ponto cada uma, faça o que se pede, usando os espaços indicados no presente caderno

Leia mais