COOPERATIVA DE CRÉDITO MÚTUO DOS INTEGRANTES DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.

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1 1 COOPERATIVA DE CRÉDITO MÚTUO DOS INTEGRANTES DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. REGULAMENTO DA CARTEIRA DE EMPRÉSTIMO Art. 1º - Este Regulamento estabelece as modalidades de empréstimos, previstos no art. 19, 1º e 2º, do Estatuto da Cooperativa dos Integrantes da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro- COODEFPERJ, os limites de cada uma delas, os prazos forma de pagamento e os encargos legais, estatutários e regulamentares, que poderão ser concedidos aos mutualistas, em dia com suas obrigações estatutárias e regulamentares, que já tenham cumprido o período de carência de 12 (dose) meses de sua inscrição, de acordo com os recursos da COODEFPERJ destinados à concessão desse produto.. Parágrafo único: O limite, máximo, do empréstimo será fixado pelo Conselho de Administração e limitado ao teto que estiver fixado em lei, dependendo, qualquer empréstimo, sempre, da prévia avaliação e autorização do Comitê de Crédito da Cooperativa, que poderá negá-los, sendo os casos omissos e excepcionais resolvidos, também, com a prévia consulta ao Comitê de Crédito. Art. 2º - Os cooperativados que pretenderem contrair empréstimos, em qualquer das modalidades previstas, deverão protocolar o seu pedido na Carteira de Empréstimos, no período do dia 1º (primeiro) ao dia 15 (quinze) do mês anterior ao indicado, pelo requerente, para a sua concessão, de modo a viabilizar a sua concessão, mensalmente. 1º - Os empréstimos serão concedidos aos cooperativados, obedecida, rigorosamente, a ordem da numeração automática do protocolo, observadas as condições e limites, estabelecidos neste Regulamento, e serão garantidos por um contrato de mútuo e notas promissórias emitidas em favor da COODEPFERJ, necessariamente avalizado por outro mutualista, vedado aos Diretores do avalizar qualquer empréstimo. 2º - Respeitado o limite referido no art. 1º, único, o cooperativado poderá receber, em caráter excepcional, em caráter de urgência, justificado, o empréstimo, cuja concessão estará sujeita à aprovação, prévia, do Comitê de Crédito. Art. 3º - O valor dos empréstimos, prazos de pagamento e taxas de juros serão fixados através de Resolução do Conselho de Administração.. 1º - Incidirão sobre o empréstimo o imposto sobre operações financeiras IOF, o seguro de crédito e/ou de vida, se existir, os quais serão distribuídos no valor da prestação mensal e/ou deduzidos do valor do empréstimo, a critério do cooperativado. 2º - As prestações mensais de amortização do empréstimo não poderão ser superiores a 30% (trinta) por cento dos rendimentos líquidos do cooperativado e/ou responsável, no caso de dependente, e vencerão na data do pagamento dos vencimentos e/ou proventos do cooperativado. 3º - Os juros fixados serão calculados segundo a metodologia da tabela price.

2 Art. 4º - È permitido ao cooperativado antecipar a liquidação do empréstimo, com redução dos encargos calculados sobre o total de meses, pagos antecipadamente, hipótese em que só poderá contrair outro depois de 30 (trinta) dias da liquidação do anterior, salvo se houver disponibilidade de recursos, sempre obedecida a prioridade pela ordem do protocolo do requerimento do empréstimo, 1º - Na hipótese de atraso do pagamento de parcela de amortização do empréstimo, incidirá, sobre o saldo devedor, no primeiro mês, a multa de 02% (dois por cento) e juros moratórios de 1% (um por cento) ao mês. 2º - Na hipótese de o cooperativado atrasar o pagamento de 03 (três) parcelas de amortização, consecutivas ou não, serão suspensos todos os seus direitos, além de ficar impedido de contrair novo empréstimo, no decorrer dos 12 (doze) meses seguintes à liquidação do débito, cientificado o avalista, sem prejuízo das medidas judiciais cabíveis. 3º - Se o cooperativado atrasar o pagamento de 06 (seis) parcelas de amortização, consecutiva ou não, será ele excluído do Fundo Mútuo, sem prejuízo das medidas judiciais cabíveis, cientificado o avalista. Art. 5º Ocorrendo atraso de qualquer prestação proceder-se-á da seguinte forma: I Decorridos 48 (quarenta e oito) horas da ciência do atraso será o inadimplente convocado a saldar o débito, por via telefônica. II - Não quitado o débito, no prazo de 5 (cinco) dias, será ele notificado a fazê-lo em 48 (quarenta e oito) horas, por via postal, remetendo-se cópia ao fiador. III- Não atendida a notificação, poderá a Cooperativa, desde logo, ajuizar o procedimento judicial cabível, em face do cooperativado devedor e/ou seu fiador, hipótese em que serão devidos o principal, juros de mora de 1% (um por cento) ao mês, multa de 2% (dois por cento) e honorários de advogado, à razão de 20% (vinte por cento) sobre o valor da condenação, custas judiciais, tudo acrescido de correção monetária. IV- Ingressando a Cooperativa com o procedimento mencionado no item III, será o nome do inadimplente informado ao SERASA e SPC para os devidos fins. Art. 6º - Os casos omissos serão resolvidos pelo Conselho de Administração. Art.7º Este Regulamento entra em vigor em 26 de novembro de Rio de Janeiro, 26 de novembro de Walter de Faria Pereira Diretor-Presidente Jane Rezende Medina Diretora-Administrativa Nilton Manoel Honório Romulo José Voto de Brito 1º Diretor Vice-Presidente Diretor Operacional Fabiano de Carvalho Oliveira 2º Diretor Vice-Presidente

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