GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA HOSPITAL DR. JOÃO MACHADO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA HOSPITAL DR. JOÃO MACHADO"

Transcrição

1 GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA HOSPITAL DR. JOÃO MACHADO NÚCLEO HOSPITALAR DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA - NHVE Fone: (84) RELATÓRIO TÉCNICO DAS ATIVIDADES REALIZADAS PELA EQUIPE DO NÚCLEO HOSPITALAR DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA NO PERÍODO DE JANEIRO A MARÇO DO ANO DE NATAL/RN 2014

2 Diretora Geral: Dra.Louise Christine Seabra de Melo Equipe Técnica do Núcleo Hospitalar de Vigilância Epidemiológica: 1 - Francisca Gerlane S. Oliveira Coordenadora 2 - Márcia Zilah do Nascimento - Assistente Técnica em Saúde 3 - Rosimere Alves Bezerra - Assistente Técnica em Saúde 2

3 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Tabela 2 Tabela 3 Tabela 4 Tabela 5 Tabela 6 Tabela 7 Tabela 8 Tabela 9 Casos de doenças diarreicas agudas notificadas por semana epidemiológica, faixa etária e plano de tratamento no Hospital João Machado. Natal/RN, janeiro a março de Número de casos de doenças e agravos por mês de ocorrência, Hospital Dr. João Machado. Natal/RN nos meses de janeiro a março de Número de casos de violência, por tipo e autor da agressão, notificados pelo Hospital Dr. João Machado. Natal/RN, janeiro a março de Número de casos de intoxicação exógena, por tipo de drogas, notificados pelo Hospital Dr. João Machado. Natal/RN, janeiro a março de Acidentes por material biológico, notificados, por categoria profissional e mês de ocorrência, HJM, Natal R/N, janeiro a março de Acidentes por material biológico, notificados, por tipo de exposição, e atividade no momento do acidente, HJM, Natal R/N, janeiro a março de Óbitos registrados por causa, faixa etária e mês de ocorrência, Hospital Dr. João Machado, Natal/RN, janeiro a março de Número de boletins e prontuários investigados, por mês de ocorrência, Hospital Dr. João Machado. Natal/RN, janeiro a março de Número de atendimentos na urgência, internação (HJM e CPPSL), por mês de ocorrência. Natal/RN, janeiro a março de Tabela 10 Número de atendimentos realizados na urgência segundo diagnóstico (CID 10) e sexo, Hospital Dr. João Machado. Natal/RN, janeiro a março de Tabela 11 Número de atendimentos realizados na urgência por diagnóstico, por mês de ocorrência, no Hospital Dr. João Machado, Natal/RN, janeiro a março de Tabela 12 Número de atendimentos na urgência, por distrito sanitário no município de Natal, e mês de ocorrência, no Hospital Dr. João Machado, Natal/RN, janeiro a março de

4 Tabela 13 Número de atendimentos na urgência, segundo município de residência que mais encaminham pacientes, e mês de ocorrência, no Hospital Dr. João Machado. Natal/RN,7- janeiro a março de Tabela 14 Média de permanência hospitalar de pacientes internados na clinica psiquiátrica, por mês de ocorrência, Hospital Dr. João Machado. Natal RN, janeiro a março de Tabela 15 Taxa de ocupação hospitalar, por mês de ocorrência, Hospital Dr. João Machado. Natal RN, janeiro a março de

5 LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS UTILIZADAS AD CCIH CIEVS CPS CSPPSL DNC HJM IGN ITEP LACEN NAST NHVE OBS PS RH SAME SMS SESAP SUVIGE SVO TRO Álcool e Droga Comissão de Controle de Infecção Hospitalar Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde Coordenadoria de Promoção à Saúde Casa de Saúde Psiquiátrica Professor Severino Lopes Doenças de Notificação Compulsória Hospital Dr. João Machado Ignorado Instituto Técnico Científico de Polícia Laboratório Central Núcleo de Assistência ao Trabalhador Núcleo Hospitalar de Vigilância Epidemiológica Observação Pronto Socorro Recursos Humanos Serviço de Atendimento Médico e Estatístico Secretaria Municipal de Saúde Secretaria Estadual de Saúde Pública Subcoordenadoria de Vigilância Epidemiológica Serviço de Verificação de Óbitos Terapia de Reidratação Oral 5

6 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO ATRIBUIÇÕES/ROTINAS METAS E AÇÕES PLANEJADAS E REALIZADAS INFORMAÇÕES EPIDEMIOLÓGICAS DOENÇAS E AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA Doenças Diarreicas Agudas Outras Doenças e Agravos Notificação de Acidentes Ocupacionais com Exposição a Fluídos Biológicos ÓBITOS NOTIFICADOS PRONTUÁRIOS E BOLETINS DE URGÊNCIA INVESTIGADOS PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS TRANSTORNOS MENTAIS DO HJM INDICADORES HOSPITALARES PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS REUNIÕES DIFICULDADES ENCONTRADAS SOLUÇÕES PROPOSTAS ENCAMINHAMENTOS CONSIDERAÇÕES FINAIS

7 1. INTRODUÇÃO O Hospital Dr. João Machado, situado à Avenida Alexandrino de Alencar, nº 1700 Tirol, nesta capital, foi fundado em 15 de Janeiro de 1957, voltado para uma abordagem médico-social, sendo hoje a única referência em saúde mental de atenção terciária pública para todo estado. É uma instituição do governo do Estado do Rio Grande do Norte, inclusive na categoria de média complexidade, conta atualmente com 130 leitos de internamento, sendo 45 no setor Masculino, 56 no setor Feminino, 16 na Unidade de Desintoxicação, 13 leitos na enfermaria dos pacientes residentes e 35 leitos de observação no Pronto Socorro. As vagas para internamento são reguladas pelo Sistema de Regulação, para enfermarias do Hospital Dr.João Machado e Casa de Saúde Professor Severino Lopes que dispõe de leitos conveniados pelo SUS. O ambulatório do hospital desenvolve atendimentos direcionados ao Programa de Alto Custo e atendimentos aos pacientes egressos de internamentos sob o acompanhamento dos médicos residentes em psiquiatria. O hospital também desenvolve atividades voltadas para o ensino e pesquisa em nível de residência médica, graduação e nível técnico (medicina, enfermagem, psicologia, nutrição, serviço social e técnico de enfermagem). A vigilância epidemiológica é definida como conjunto de ações que propiciam o conhecimento, a detecção ou a prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual e coletiva. O Núcleo Hospitalar de Epidemiologia foi implantado em Julho de 2008, com o início de suas atividades em agosto do mesmo ano. Desenvolve ações de vigilância epidemiológica no ambiente hospitalar, a partir da investigação, detecção e notificação da ocorrência de Doenças de Notificação Compulsória (DNC) e de outros agravos emergentes e reemergentes, na forma de casos ou surtos, precoce e oportunamente visando à adoção de medidas adequadas de prevenção e controle. Trabalhamos sempre em parceria com outros serviços: SCIH, laboratório, farmácia, divisão de enfermagem e NAST. Dada à especificidade do nosso hospital, analisamos o perfil epidemiológico dos transtornos mentais e constatamos que as internações ocorrem preferencialmente na fase produtiva dos indivíduos (compreendida na faixa etária dos 20 aos 60 anos). Observamos 7

8 que com o aumento do uso de álcool, crack e outras drogas, houve uma mudança no perfil da clientela assistida, havendo equiparação no número de atendimentos por diagnóstico, F20 transtornos esquizofrênicos e F10 - F19 dependência química. A constatação de que o uso de álcool tomou proporção de grave problema de saúde pública no país encontra ressonância nos diversos segmentos da sociedade, pela relação comprovada entre o consumo e agravos sociais que dele decorrem ou que o reforçam. Diante de tal realidade consideramos que a oferta de cuidados a pessoas que apresentem problemas decorrentes do uso de álcool, crack e outras drogas deve ser baseada em dispositivos extra-hospitalares de atenção psicossocial especializada, devidamente articulados à rede assistencial em saúde mental e ao restante da rede de saúde. Atendemos pacientes de vários municípios do Rio Grande do Norte, destacando-se com maior número de encaminhamentos os municípios de Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Macaíba, Ceará Mirim, Extremoz, São José do Mipibú. Apresentamos também dados que evidenciam a demanda proveniente dos vários distritos de Natal. O presente relatório traduz a realidade vivenciada no período de janeiro a março de 2014, incluindo o perfil epidemiológico das doenças de notificação compulsória, das doenças diarreicas agudas, agravos emergentes e reemergentes e dos transtornos mentais. 8

9 2. ATRIBUIÇÕES / ROTINAS DA EQUIPE Elaborar e manter em operação um sistema de busca ativa para os pacientes internados e atendidos em pronto-socorro e ambulatório da unidade hospitalar, para a detecção das doenças e agravos constantes da Portaria Nº 5/SVS/MS, de 2006; Elaborar e manter em operação sistema de busca ativa para detecção e notificação dos óbitos ocorridos no ambiente hospitalar, nos termos das Portarias nº 1.119/GM/MS de 5 de junho de 2008, e 72/GM/MS de 11 de janeiro de 2010, e dos óbitos por doença infecciosa e mal definidos; Notificar ao primeiro nível hierárquico superior da vigilância epidemiológica as doenças e agravos de notificação compulsória (DNC) detectados no âmbito hospitalar, de acordo com os instrumentos e fluxos de notificações definidos pela Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS/MS); Realizar a investigação epidemiológica das doenças, eventos e agravos constantes da Portaria Nº 104/SVS/MS, de 25 de janeiro de 2011, detectados no ambiente hospitalar, em articulação com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), incluindo as atividades de interrupção da cadeia de transmissão de casos e surtos, quando pertinentes, segundo as normas e procedimentos estabelecidos pela SVS/MS; Incentivar a realização de necropsias ou a coleta de material e fragmentos de órgãos para exames microbiológicos e anátomo - patológicos, em caso de óbitos por causa mal definida ocorridos no ambiente hospitalar; Desenvolver processo de trabalho integrado aos setores estratégicos da unidade hospitalar, para fins de implementação das atividades de vigilância epidemiológica - tais como o Serviço de Arquivo Médico; as Comissões de Revisão de Prontuário, de Óbitos e de Controle de Infecção Hospitalar; a farmácia e o laboratório - para acesso às informações necessárias à detecção, monitoramento e encerramento de casos ou surtos sob investigação; Validar as Autorizações de Internação Hospitalar (AIH) cujo código da Classificação Internacional de Doenças (CID) indique tratar-se de internação por doença de 9

10 notificação compulsória, nos termos definidos na Portaria Conjunta nº 20/SAS/SVS/MS, de 25 de maio2005; Promover treinamento continuado para os profissionais dos serviços, estimulando a notificação das doenças no ambiente hospitalar; Monitorar e avaliar o preenchimento das declarações de óbitos; Monitorar, avaliar e divulgar o perfil de morbimortalidade hospitalar, incluindo as DNC detectadas nesse ambiente, subsidiando o processo de planejamento e a tomada de decisão dos gestores do hospital, dos gestores estaduais e dos municipais dos sistemas de vigilância e de atenção à saúde; Realizar o monitoramento de casos hospitalizados por doenças e agravos prioritários para o SNVS, de acordo com as prioridades definidas pela SVS/MS, com base na situação epidemiológica e na viabilidade operacional; Apoiar ou desenvolver estudos epidemiológicos ou operacionais complementares de DNC no ambiente hospitalar, incluindo a avaliação de protocolos clínicos das DNC, em consonância com as prioridades definidas pelos gestores do SNVS; Realizar vigilância epidemiológica dos acidentes com material biológico; Elaborar relatório e boletim epidemiológico com periodicidade trimestral; Utilizar o correio eletrônico para socializar informes do Ministério da Saúde e as comunicações relativas ao nosso serviço e rotinas. 10

11 3. METAS E AÇÕES PLANEJADAS E REALIZADAS AÇÕES 1º TRI 2º TRI 3º TRI 4º TRI Planejamento anual das ações/ativida- X des do NHVE. Investigação diária nos boletins de X urgência e prontuários. Notificadas à rede CIEVS, municipal e estadual, as DNC X do anexo II da por taria nº104/2011. Monitoradas as doenças diarreicas X agudas(mdda). Alimentação do SINAN. X Elaboração mapa de alta dos pacientes com X tuberculose. Programa de Educação continuada em parceria com X SCIH. 11

12 5. INFORMAÇÕES EPIDEMIOLÓGICAS DOENÇAS E AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA DOENÇAS DIARRÉICAS AGUDAS O Monitoramento das Doenças Diarréicas Agudas (MDDA) é um programa nacional, cujo objetivo é o permanente acompanhamento de tendências, para detectar precocemente surtos e/ou epidemia. Serve também de alerta para determinadas doenças (prevenção de doenças com alto potencial de alastramento) e para detectar ocorrências de problemas na cadeia de produção dos alimentos, nos sistemas de abastecimento de água pública, no meio ambiente e em outras condições de vida que possam alterar a saúde da população. MONITORIZAÇÃO DURANTE AS SEMANAS EPIDEMIOLÓGICAS 01 A 13 DE Tabela 1 Casos de doenças diarreicas agudas notificadas por semana epidemiológica, faixa etária e plano de tratamento no Hospital João Machado. Natal/RN, janeiro a março de 2014*. Semanas Faixa etária Plano de Total de casos epidemiológicas + 10 tratamento A B C

13 *Dados sujeitos a revisão Fonte: NHVE/HJM/COHUR/SESAP-RN PLANO DE TRATAMENTO O monitoramento propõe as seguintes informações que devem ser coletados de cada paciente atendido: idade, procedência (local de residência), data do início dos primeiros sintomas, data do atendimento e tipo de tratamento aplicado. A - Diarréia sem desidratação, paciente atendido com cuidados domiciliares; B - Diarréia com desidratação, paciente em observação na sala de TRO; C - Diarréia grave com desidratação, paciente em reidratação venosa; IGN Ignorado OBS: Na tabela acima só registramos a faixa etária +10, pois atendemos somente adultos. 13

14 Gráfico 1 - Casos de doenças diarreicas agudas por semana epidemiológica no Hospital Dr. João Machado. Natal/RN, janeiro a março de 2014*. 3,5 3 2,5 2 1,5 1 0, *Dados sujeitos a revisão Fonte: NHVE/HJM/COHUR/SESAP-RN Semanas Epidemiológicas OUTRAS DOENÇAS E AGRAVOS Tabela 2 - Número de casos de doenças e agravos por mês de ocorrência, Hospital Dr. João Machado. Natal/RN nos meses de janeiro a março de 2014*. Doenças/Agravos Mês Sífilis Adquirida Hepatite Tuberculose Violência Intoxicação Exógena Jan Fev Mar Total *Dados sujeitos a revisão. Fonte: NHVE / HJM 14

15 Tabela 3 - Número de casos de violência, por tipo e autor da agressão, notificados pelo Hospital Dr. João Machado. Natal/RN, janeiro a março de 2014*. Tipo de violência Autor da Agressão Total Física Própria pessoa (tentativa de suicídio) 18 Abandono Família - Física Cônjuge/mãe/pai/filho/desconhecido/policial/pessoa 01 com relação institucional. Psicológica/Moral Mãe/pai/irmão. - *Dados sujeitos a revisão Fonte: NHVE / HJM, Gráfico 2 - Número de casos de violência, por tipo e autor da agressão, notificados pelo Hospital Dr. João Machado. Natal/RN, janeiro a março de 2014*. 5% Física - Própria pessoa/tentativa de suicidio Física - cônjuge/desconhecido/pessoa com relação institucional/policial/pai/mãe/irmão 95% *Dados sujeitos a revisão Fonte: NHVE / HJM,

16 Tabela 4 - Número de casos de intoxicação exógena, por tipo de droga, notificados pelo Hospital Dr. João Machado. Natal/RN, janeiro a março de Mês *Dados sujeitos a revisão Fonte: NHVE / HJM, Tipo de droga - Álcool Drogas ilícitas Álcool/drogas ilícitas Jan Fev Mar Total Gráfico 3 - Número de casos de intoxicação exógena, por tipo de droga, notificados pelo Hospital Dr. João Machado. Natal/RN, janeiro a março de 2014*. 20% 31% 0% Drogas Ilícitas Álcool Álcool e Drogas ilícitas 49% *Dados sujeitos a revisão Fonte: NHVE / HJM,

17 5.1.3 NOTIFICAÇÃO DE ACIDENTES OCUPACIONAIS COM EXPOSIÇÃO A FLUÍDOS BIOLÓGICOS. Tabela 5 - Acidentes por material biológico, notificados, por categoria profissional e mês de ocorrência, HJM, Natal R/N, janeiro a março de Categoria Jan Fev Mar Técnica de Laboratório Total - 01 Fonte: NHE / HJM, Tabela 6 - Acidentes por material biológico, notificados, por tipo de exposição, e atividade no momento do acidente, HJM, Natal R/N, janeiro a março de Situação de exposição/atividade Nº de casos Durante desempenho de atividade laborativa coleta 01 sangue. Fonte: NHE / HJM, NOTIFICAÇÃO DE ÓBITOS Tabela 7 - Óbitos registrados por causa, faixa etária e mês de ocorrência, Hospital Dr. João Machado, Natal/RN, janeiro a março de Mês Total Faixa Causa(s) do óbito etária Jan Fev 01 Acidente vascular cerebral hemorrágico Mar *Dados sujeitos a revisão Fonte: NHVE / HJM,

18 5.3 - PRONTUÁRIOS E BOLETINS DE URGÊNCIA INVESTIGADOS NO HOSPITAL DR. JOÃO MACHADO. Tabela 8 - Número de boletins e prontuários investigados, por mês de ocorrência, Hospital Dr. João Machado. Natal/RN, janeiro a março de 2014*. Mês Total de atendimentos Prontuários/boletins investigados Janeiro Fevereiro Março Total * Dados sujeitos a revisão. Fonte: SAME/HJM. % 6. PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS TRANSTORNOS MENTAIS DO HJM Estudos mostram que milhões de pessoas sofrem algum tipo de doença mental no mundo e que este número vem sofrendo um aumento considerável, principalmente nos países em desenvolvimento. Casos com sintomas de ansiedade, depressão ou somatiformes mesmo não satisfazendo todos os critérios de diagnósticos de doença mental, apresentam uma elevada prevalência na população adulta. Entretanto, apenas uma pequena parte deles é identificada e tratada, aumentando o sofrimento individual e com implicações sócio econômicas significativas, pois tais sintomas constituem causa importante de dias perdidos de trabalho além de elevarem a demanda dos serviços de saúde. Apresentamos indicadores que mostram a realidade dos atendimentos na urgência e internações no HJM e Casa de Saúde Natal, atendimentos por diagnóstico (CID-10), por sexo, por distritos sanitários de Natal e os cinco municípios do Rio Grande do Norte que mais encaminham pacientes para o hospital HJM. 18

19 Tabela 9 Número de atendimentos na urgência, internação (HJM e CPPSL), por mês de ocorrência. Natal/RN, janeiro a março de 2014*. Mês Urgências Internados % Internados % Total % HJM HPPSL Internados Jan Fev Mar Total *Dados sujeitos a revisão. Fonte: SAME/HJM. Tabela 10 Número de atendimentos realizados na urgência segundo diagnóstico (CID 10) e sexo, Hospital Dr. João Machado. Natal/RN, janeiro a março de 2014*. Diagnóstico Sexo Total - Masculino Feminino M/ F F F F F F F F F F-11/ F-70/ Outros A confirmar Total *Dados sujeitos a revisão. Fonte: SAME/HJM. Legenda: F 00.1 = Demência na doença de Alzheimer de início tardio. F 10.0 = Transtornos mentais e comportamentais devidos ao uso de álcool intoxicação. F 33.0 = Transtorno depressivo recorrente, episódio atual leve; F 06.8 = Outros transtornos mentais especificados devidos a uma lesão e disfunção cerebral e uma doença física; F 20.0 = Esquizofrenia Paranóide; F 31.0 = Transtorno afetivo bipolar, episódio atual hipomaníaco; 19

20 F 23.0 = Transtorno psicótico agudo polimorfo, sem sintomas esquizofrênicos; F 41.0 = Transtorno de pânico (ansiedade paroxística episódica); F 11.0 = Transtornos mentais e comportamentais devidos ao uso de opiáceos Intoxicação aguda; F 19.0 = Transtornos mentais e comportamentais devido ao uso de múltiplas drogas e ao uso de outras substâncias psicoativas Intoxicação aguda; F 70 = Retardo mental leve menção de ausência de ou de comprometimento mínimo do comportamento; F 79 = Retardo mental não especificado menção de ausência de ou de comprometimento mínimo do comportamento. Tabela 11 Número de atendimentos realizados na urgência por diagnóstico, por mês de ocorrência, no Hospital Dr. João Machado, Natal/RN, janeiro a março de 2014*. Mês Atendi -metos Esquizofrenia % Dependência química % Outros transtornos % Sem diagnos tico 1 Jan Fev Mar Total *Dados sujeitos a revisão, 1 Sem registro de diagnóstico no boletim de urgência. Fonte: SAME / HJM. % Observa-se na Tabela 12, que em números absolutos os distritos norte e oeste são os que mais encaminham pacientes para o atendimento de urgência no pronto socorro do Hospital Dr. João Machado. Entretanto, são esses distritos os mais populosos da cidade. Ao correlacionarmos com a população destes, verificamos que para cada habitantes são encaminhados: 1,7 do Distrito Oeste - 1,3 do Distrito Leste 1,1 do Distrito Norte 0,9 do Distrito Sul. 20

21 Tabela 12 Número de atendimentos na urgência, por distrito sanitário no município de Natal, e mês de ocorrência, no Hospital Dr. João Machado, Natal/RN nos meses de janeiro a março de 2014*. Mês Sul Leste Oeste Norte Total de atendimento Janeiro Fevereiro Março Total *Dados sujeitos a revisão. Fonte: SAME / HJM. Como se pode ver na tabela 13, quando correlacionado com a população, verifica-se que para cada habitantes os municípios que mais encaminham pacientes para o Hospital Dr. João Machado por ordem decrescente são: Natal (1,2) - São Gonçalo do Amarante (0,8) - Extremoz (0,8) - São José do Mipibú (0,8) - Parnamirim (0,7) - Macaíba (0,6) - Ceará Mirim (0,5). Tabela 13 Número de atendimentos na urgência, segundo município de residência que mais encaminham pacientes, e mês de ocorrência, no Hospital Dr. João Machado. Natal/RN nos meses de janeiro a março de 2014*. Mês Natal Parnamirim São Gonçalo do Amarante Municípios Macaíba Extremoz Ceará Miri m São José de Mipibú Jan Fev Mar Total *Dados sujeitos a revisão Fonte: SAME / HJM 21

22 7. INDICADORES HOSPITALARES Tabela 14 Média de permanência hospitalar de pacientes internados na clinica psiquiátrica, por mês de ocorrência, Hospital Dr. João Machado. Natal RN, janeiro a março de 2014*. Mês Permanência/dia Janeiro 38 Fevereiro 37 Março 37 Média 37 *Dados sujeitos a revisão. Fonte: SAME/HJM. Tabela 15 - Taxa de ocupação hospitalar, por mês de ocorrência, Hospital Dr. João Machado. Natal RN, janeiro a março de 2014*. Mês Taxa de Ocupação (%) Janeiro 98 Fevereiro 100 Março 95 Média 98 *Dados sujeitos a revisão. Fonte: SAME/HJM. 8. PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS / REUNIÕES 1º TRIMESTRE Participação na capacitação sobre dengue ministrada por técnicos do Ministério da Saúde, 22/01, no CEFOPE; Elaboração do protocolo para tratamento da sífilis, em parceria com o SCIH; 22

23 Reunião com o setor do SAME para discutir a importância do correto/completo preenchimento dos dados do boletim de urgência, importante para traçar perfil epidemiológico dos usuários. Participação no curso básico de vigilância epidemiológica, vigilância das DST de notificação compulsória, HIV/AIDS, sífilis e síndrome do corrimento uretral, 30/03-01 e 02/04, na Escola do Governo. 23

24 Capacitação para tutor do projeto caminhos do cuidado formação em saúde mental (álcool, crack e outras drogas) para agentes comunitários de saúde, auxiliares e técnicos de enfermagem da atenção básica, 17 a 21/03, no Hotel Pirâmide. 9. DIFICULDADES ENCONTRADAS Ausência de registros em prontuários, de informações pertinentes às notificações por profissionais de saúde da instituição; Registros ilegíveis; Não adesão dos profissionais em colaborar com o preenchimento das fichas de notificação. Ausência de impressora, dificultando a realização das atividades. Não estamos elaborando o boletim epidemiológico por falta de condições. 10. SOLUÇÕES PROPOSTAS Solicitar participação nas reuniões dos setores e expor sobre importância dos registros para as notificações das doenças e agravos. Aquisição de impressora. 11. ENCAMINHAMENTOS para Encaminhado ao diretor administrativo relação da necessidade de material permanente 12 - CONSIDERAÇÕES FINAIS O Núcleo de Vigilância Epidemiológica do HJM desde que foi criado tem incorporado técnicas epidemiológicas aplicadas ao serviço de saúde na investigação e na 24

25 análise sistemática da situação de saúde da população atendida, viabilizando um maior e melhor uso dos dados coletados. Nesse sentido o NHVE apresenta um avanço para a qualidade dos serviços necessários ao desempenho das ações assistenciais de promoção, prevenção e controle da saúde destinada a clientela em saúde mental. O NHVE tem detectado, notificado e investigado agravos e doenças de notificação compulsória (DNC), através da busca ativa nos diversos setores do hospital com a colaboração das equipes técnicas de serviços estratégicos do hospital, como pronto socorro, unidade de internação e laboratório. Embora o Núcleo Hospitalar de Epidemiologia esteja contribuindo para um maior reconhecimento da importância da epidemiologia no contexto hospitalar, ainda há um longo caminho a ser percorrido, mesmo que as condições de trabalho tenham sido pouco favoráveis, procuramos dentro das possibilidades, desempenhar nossa função visando o alcance do principal objetivo, na realização de ações de vigilância epidemiológica de Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Francisca Gerlane S. de Oliveira Enfermeira Bruno Roberto Soares de Magalhães Diretor Técnico Louise Christine Seabra de Melo Diretora Geral Natal, 15 de Maio de

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA HOSPITAL DR. JOÃO MACHADO

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA HOSPITAL DR. JOÃO MACHADO GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA HOSPITAL DR. JOÃO MACHADO NÚCLEO HOSPITALAR DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA - NHVE E-mail: nhehjm@hotmail.com Fone: (84) 3232-0857

Leia mais

CASA DE SAÚDE SÃO LUCAS

CASA DE SAÚDE SÃO LUCAS CASA DE SAÚDE SÃO LUCAS RELATÓRIO DAS ATIVIDADES REALIZADAS PELA EQUIPE DO NÚCLEO HOSPITALAR DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA JANEIRO A JUNHO DE 2015 Monaliza Vanessa de Brito Gondim Moura Medeiros Patrícia

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PARELHAS SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE HOSPITAL DR. JOSÉ AUGUSTO DANTAS NÚCLEO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA HOSPITALAR

PREFEITURA MUNICIPAL DE PARELHAS SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE HOSPITAL DR. JOSÉ AUGUSTO DANTAS NÚCLEO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA HOSPITALAR PREFEITURA MUNICIPAL DE PARELHAS SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE HOSPITAL DR. JOSÉ AUGUSTO DANTAS NÚCLEO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA HOSPITALAR RELATÓRIO TÉCNICO DAS ATIVIDADES REALIZADAS PELO NÚCLEO DE

Leia mais

Palavras- chave: Vigilância epidemiológica, Dengue, Enfermagem

Palavras- chave: Vigilância epidemiológica, Dengue, Enfermagem ANÁLISE DAS NOTIFICAÇÕES DE DENGUE APÓS ATUAÇÃO DO SERVIÇO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA HOSPITALAR INTRODUÇÃO: A Dengue é uma doença infecciosa febril aguda de amplo espectro clínico e de grande importância

Leia mais

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 121, DE 25 DE JANEIRO DE 2012

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 121, DE 25 DE JANEIRO DE 2012 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 121, DE 25 DE JANEIRO DE 2012 Institui a Unidade de Acolhimento para pessoas

Leia mais

NOTA TÉCNICA REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL (RAPS) 19/04/2012 Pag. 1 de 5

NOTA TÉCNICA REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL (RAPS) 19/04/2012 Pag. 1 de 5 NOTA TÉCNICA REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL (RAPS) 19/04/2012 Pag. 1 de 5 A Secretaria da Saúde do Estado do Ceará, através do Núcleo de Atenção à Saúde Mental//Coordenadoria de Políticas e Atenção à Saúde

Leia mais

Revista de Saúde Pública ISSN: 0034-8910 revsp@usp.br Universidade de São Paulo Brasil

Revista de Saúde Pública ISSN: 0034-8910 revsp@usp.br Universidade de São Paulo Brasil Revista de Saúde Pública ISSN: 0034-8910 revsp@usp.br Universidade de São Paulo Brasil Secretaria de Estado da Saúde Vigilância Epidemiológica em âmbito hospitalar Revista de Saúde Pública, vol. 41, núm.

Leia mais

Portaria GM/MS n.º 263, de 5 de fevereiro de 2002.

Portaria GM/MS n.º 263, de 5 de fevereiro de 2002. Portaria GM/MS n.º 263, de 5 de fevereiro de 2002. O Ministro de Estado da Saúde, no uso de suas atribuições, considerando: a magnitude e a transcendência das hepatites virais, as quais configuram um grave

Leia mais

PORTARIA Nº- 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011

PORTARIA Nº- 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 PORTARIA Nº- 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Institui a Rede de Atenção Psicossocial para pessoas com sofrimento ou transtorno mental e com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas,

Leia mais

Índice dos Boletins Epidemiológicos de Porto Alegre de 2014 a 1996

Índice dos Boletins Epidemiológicos de Porto Alegre de 2014 a 1996 Índice dos Boletins Epidemiológicos de Porto Alegre de 2014 a 1996 XV 55 Novembro de 2014 Especial Vigilância Ambiental da Dengue em Porto Alegre XV 54 Fevereiro de 2014 Atual Cenário Epidemiológica da

Leia mais

MANUAL DE USO DO SISTEMA SAIPS - SISTEMA DE APOIO À IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS EM SAÚDE

MANUAL DE USO DO SISTEMA SAIPS - SISTEMA DE APOIO À IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS EM SAÚDE MANUAL DE USO DO SISTEMA SAIPS - SISTEMA DE APOIO À IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS EM SAÚDE CADASTRAMENTO DE PROPOSTAS INCENTIVO CAPS, UA, SRT, LEITO HABILITAÇÃO CAPS, UA, SRT, LEITO Versão 1 Mar/2013 Informações

Leia mais

Cuidado. Prevenção. Autoridade. Crack, é possível vencer 2011-2014. Aumento da oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários

Cuidado. Prevenção. Autoridade. Crack, é possível vencer 2011-2014. Aumento da oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários Prevenção Educação, Informação e Capacitação Cuidado Aumento da oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários Autoridade Enfrentamento ao tráfico de drogas e às organizações criminosas Crack, é

Leia mais

NOTA TÉCNICA 55 2011

NOTA TÉCNICA 55 2011 Rede de Atenção Psicossocial para pessoas com transtornos mentais e com necessidades decorrentes do uso prejudicial de crack, álcool e outras drogas, no âmbito do SUS. Minuta de portaria: Institui a Rede

Leia mais

REDEFINIÇÃO DO CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS 24H Diário Oficial da União Nº 20, Seção 1, sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

REDEFINIÇÃO DO CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS 24H Diário Oficial da União Nº 20, Seção 1, sexta-feira, 27 de janeiro de 2012 Circular 051/2012 São Paulo, 27 de Janeiro de 2012. PROVEDOR(A) ADMINISTRADOR(A) REDEFINIÇÃO DO CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS 24H Diário Oficial da União Nº 20, Seção 1, sexta-feira,

Leia mais

- organização de serviços baseada nos princípios de universalidade, hierarquização, regionalização e integralidade das ações;

- organização de serviços baseada nos princípios de universalidade, hierarquização, regionalização e integralidade das ações; PORTARIA N 224/MS, DE 29 DE JANEIRO DE 1992. item 4.2 alterada(o) por: Portaria nº 147, de 25 de agosto de 1994 O Secretário Nacional de Assistência à Saúde e Presidente do INAMPS, no uso das atribuições

Leia mais

ANEXO PSIQUIÁTRICO LOURIVAL BURGOS MUCCINI SUS SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE Janeiro de 2008. COORDENAÇÃO SISTEMATIZADA DO ANEXO PSIQUIÁTRICO DO HGPV

ANEXO PSIQUIÁTRICO LOURIVAL BURGOS MUCCINI SUS SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE Janeiro de 2008. COORDENAÇÃO SISTEMATIZADA DO ANEXO PSIQUIÁTRICO DO HGPV ANEXO PSIQUIÁTRICO LOURIVAL BURGOS MUCCINI SUS SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE Janeiro de 2008. COORDENAÇÃO SISTEMATIZADA DO ANEXO PSIQUIÁTRICO DO HGPV Protocolo geral Dispõe sobre as condições para a promoção,

Leia mais

Seminário estratégico de enfrentamento da. Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS. Maio, 2013

Seminário estratégico de enfrentamento da. Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS. Maio, 2013 Seminário estratégico de enfrentamento da Tuberculose e Aids no Estado do Rio de Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS Maio, 2013 1.Detecção de casos e tratamento da tuberculose 1.1. Descentralizar

Leia mais

As tendências do Sistema Único de Saúde FGV 2009 1693 A Cidade de Curitiba 1916 2009 316 anos Missão da SMS Planejar e executar a política de saúde para o Município de Curitiba, responsabilizando- se pela

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL

RESPONSABILIDADE SOCIAL RESPONSABILIDADE SOCIAL Antes mesmo de inaugurar seu hospital, em 1971, a Sociedade já se dedicava ao exercício da responsabilidade social, atendendo crianças carentes da comunidade na área de Pediatria

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 233/14 - CIB / RS. A Comissão Intergestores Bipartite/RS no uso de suas atribuições legais, e considerando:

RESOLUÇÃO Nº 233/14 - CIB / RS. A Comissão Intergestores Bipartite/RS no uso de suas atribuições legais, e considerando: RESOLUÇÃO Nº 233/14 - CIB / RS A Comissão Intergestores Bipartite/RS no uso de suas atribuições legais, e considerando: a Lei Federal nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, que regulamenta o Sistema Único

Leia mais

DROGAS Estruturação da rede de atenção em saúde mental infanto-juvenil

DROGAS Estruturação da rede de atenção em saúde mental infanto-juvenil DROGAS Estruturação da rede de atenção em saúde mental infanto-juvenil Centro de Apoio Operacional às Promotorias da Infância e Juventude Ministério Público do Estado de Pernambuco Adaptado de: Manual

Leia mais

NOTA TÉCNICA 03 2012 REDE DE CUIDADOS À PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO ÂMBITO DO SUS

NOTA TÉCNICA 03 2012 REDE DE CUIDADOS À PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO ÂMBITO DO SUS NOTA TÉCNICA 03 2012 REDE DE CUIDADOS À PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO ÂMBITO DO SUS Atualização da Minuta de portaria para a Assembleia do CONASS em 21/03/2012 1. Contextualização Pessoas com deficiência são

Leia mais

Dengue, Chikungunya e Zika

Dengue, Chikungunya e Zika SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DA PARAÍBA GERENCIA EXECUTIVA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE Dengue, Chikungunya e Zika Nº 01/2016 Situação epidemiológica De 01 a 25 de janeiro de 2016 ( 4ª* semana epidemiológica

Leia mais

O Vereador ODON OLIVEIRA DE SOUZA JÚNIOR apresenta nos termos regimentais e legais, Projeto de Lei de teor abaixo:

O Vereador ODON OLIVEIRA DE SOUZA JÚNIOR apresenta nos termos regimentais e legais, Projeto de Lei de teor abaixo: O Vereador ODON OLIVEIRA DE SOUZA JÚNIOR apresenta nos termos regimentais e legais, Projeto de Lei de teor abaixo: PROJETO DE LEI Nº /2015, em 05 de Maio de 2015. Dispõe sobre o Procedimento de Notificação

Leia mais

APOIO MATRICIAL EM SAÚDE MENTAL PARA REDE BÁSICA EM BELO HORIZONTE

APOIO MATRICIAL EM SAÚDE MENTAL PARA REDE BÁSICA EM BELO HORIZONTE APOIO MATRICIAL EM SAÚDE MENTAL PARA REDE BÁSICA EM BELO HORIZONTE ALEXANDRE DE ARAÚJO PEREIRA Na última década, a Estratégia de Saúde da Família (ESF) - e a Reforma Psiquiátrica Brasileira (RPB) têm trazido

Leia mais

O CUIDADO QUE EU PRECISO

O CUIDADO QUE EU PRECISO O CUIDADO QUE EU PRECISO GOVERNO FEDERAL GOVERNO ESTADUAL GOVERNO MUNICIPAL MOVIMENTOS SOCIAIS MEIOS DE COMUNICAÇÃO O CUIDADO QUE EU PRECISO Serviço Hospitalar de Referência AD CAPS AD III Pronto Atendimento

Leia mais

Hospital de Clínicas Gaspar Viana

Hospital de Clínicas Gaspar Viana Hospital de Clínicas Gaspar Viana Atendimento de Enfermagem na Clínica Psiquiátrica Enf. Sofia Vasconcelos Alves ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM OBJETIVO:Promover ações terapêuticas voltadas para identificar

Leia mais

ATUAÇÃO DOS ENFERMEIROS NO CONTROLE DE UM SURTO DE DENGUE NO MUNICÍPIO DE PIRIPIRI-PI

ATUAÇÃO DOS ENFERMEIROS NO CONTROLE DE UM SURTO DE DENGUE NO MUNICÍPIO DE PIRIPIRI-PI ATUAÇÃO DOS ENFERMEIROS NO CONTROLE DE UM SURTO DE DENGUE NO MUNICÍPIO DE PIRIPIRI-PI INTRODUÇÃO A dengue é uma doença infecciosa febril aguda benigna na maior parte dos casos. É causada pelo vírus do

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DO ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA

RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DO ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DO ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA NORMA TÉCNICA PARA FLUXO DE PACIENTES CIRÚRGICOS ENTRE HOSPITAIS GERAIS ESTADUAIS DE REFERÊNCIA DA REGIÃO METROPOLITANA E MOSSORÓ E AS UNIDADES

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE PREFEITURA MUNICIPAL DE MOSSORÓ SECRETARIA MUNICIPAL DA CIDADANIA GERÊNCIA EXECUTIVA DA SAÚDE

ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE PREFEITURA MUNICIPAL DE MOSSORÓ SECRETARIA MUNICIPAL DA CIDADANIA GERÊNCIA EXECUTIVA DA SAÚDE ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE PREFEITURA MUNICIPAL DE MOSSORÓ SECRETARIA MUNICIPAL DA CIDADANIA GERÊNCIA EXECUTIVA DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA À SAÚDE TEMAS DESTE INFORME Entendendo um pouco mais

Leia mais

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 122, DE 25 DE JANEIRO DE 2011

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 122, DE 25 DE JANEIRO DE 2011 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 122, DE 25 DE JANEIRO DE 2011 Define as diretrizes de organização e funcionamento

Leia mais

A Psicologia e a Saúde Coletiva nas Políticas de Saúde Mental ¹

A Psicologia e a Saúde Coletiva nas Políticas de Saúde Mental ¹ A Psicologia e a Saúde Coletiva nas Políticas de Saúde Mental ¹ LARA, M. P. 2 ; TRAESEL, E. S. 3 1 Relato de Estágio Específico- UNIFRA 2 Curso de Psicologia do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA),

Leia mais

PORTARIA Nº 122, DE 25 DE JANEIRO DE 2011

PORTARIA Nº 122, DE 25 DE JANEIRO DE 2011 PORTARIA Nº 122, DE 25 DE JANEIRO DE 2011 Define as diretrizes de organização e funcionamento das Equipes de Consultório na Rua. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições que lhe conferem os

Leia mais

Aplicativo SISPACTO DIPRO/SUREGS

Aplicativo SISPACTO DIPRO/SUREGS Aplicativo SISPACTO DIPRO/SUREGS Secretaria da Saúde do Estado da Bahia SESAB Superintendência de Gestão dos Sistemas de Regulação da Atenção à Saúde SUREGS Diretoria de Programação e Desenvolvimento de

Leia mais

AULA 1: ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO NA EMERGÊNCIA

AULA 1: ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO NA EMERGÊNCIA AULA 1: ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO NA EMERGÊNCIA 1- INTRODUÇÃO Quando uma pessoa sofre agravo agudo à saúde, deve ser acolhido em serviço do SUS mais próximo de sua ocorrência, seja numa Unidade de Saúde

Leia mais

SES CIAPS ADAUTO BOTELHO CAPS INFANTIL

SES CIAPS ADAUTO BOTELHO CAPS INFANTIL SES CIAPS ADAUTO BOTELHO CAPS INFANTIL RELATÓRIO DE NOVE ANOS DE ATIVIDADES 2002-2011 CUIABÁ, MARÇO DE 2012. Introdução/Desenvolvimento: O CAPSi (Centro de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil/CAPS Infantil)/CIAPS

Leia mais

PORTARIA CVS 05 de 05 de fevereiro de 2010

PORTARIA CVS 05 de 05 de fevereiro de 2010 PORTARIA CVS 05 de 05 de fevereiro de 2010 Atualização do fluxo de notificações em farmacovigilância para os Detentores de Registro de Medicamentos no Estado de São Paulo e dá providências correlatas;

Leia mais

RELATÓRIO DE EXECUÇÃO UPA TORRÕES

RELATÓRIO DE EXECUÇÃO UPA TORRÕES DIRETORIA GERAL DE MODERNIZAÇÃO E MONITORAMENTO DA ASSISTÊNCIA À SAÚDE RELATÓRIO DE EXECUÇÃO UPA TORRÕES Período Junho a Agosto de 2013 Novembro 2013 2 INTRODUÇÃO O excesso de pacientes com problemas médicos

Leia mais

Comitê Gestor do Programa de Divulgação da Qualificação dos Prestadores de Serviço na Saúde Suplementar COGEP

Comitê Gestor do Programa de Divulgação da Qualificação dos Prestadores de Serviço na Saúde Suplementar COGEP Comitê Gestor do Programa de Divulgação da Qualificação dos Prestadores de Serviço na Saúde Suplementar COGEP 2 ª Reunião do GT de Indicadores Hospitalares 09/04/2012 GERPS/GGISE/DIDES/ANS Agenda Comparação

Leia mais

Portaria GM n. 1130 que institui a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS)

Portaria GM n. 1130 que institui a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) Portaria GM n. 1130 que institui a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) PORTARIA Nº 1.130, DE 5 DE AGOSTO DE 2015 O MINISTRO DE ESTADO

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA MS/GM Nº 1.130, DE 5 DE AGOSTO DE 2015

MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA MS/GM Nº 1.130, DE 5 DE AGOSTO DE 2015 MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA MS/GM Nº 1.130, DE 5 DE AGOSTO DE 2015 Institui a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC) no âmbito do Sistema Único de Saúde

Leia mais

MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM

MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM Dispõe sobre a normatização do funcionamento dos prontos-socorros hospitalares, assim como do dimensionamento da equipe médica e do sistema de trabalho. O Conselho Federal de Medicina,

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO DE TELECONSULTORES GENERALISTAS E MONITORES DE CAMPO PARA O TELESSAÚDE REDES REGIÃO METROPOLITANA DE JOÃO PESSOA

EDITAL DE SELEÇÃO DE TELECONSULTORES GENERALISTAS E MONITORES DE CAMPO PARA O TELESSAÚDE REDES REGIÃO METROPOLITANA DE JOÃO PESSOA EDITAL DE SELEÇÃO DE TELECONSULTORES GENERALISTAS E MONITORES DE CAMPO PARA O TELESSAÚDE REDES REGIÃO METROPOLITANA DE JOÃO PESSOA O Comitê Gestor do Telessaúde Redes da Região Metropolitana de João Pessoa,

Leia mais

HOSPITAL DE DOENÇAS TROPICAIS DR. ANUAR AUAD. Thais Yoshida Coordenadora do SVS Serviço de Vigilância em Saúde NISPGR/SVS/HDT/HAA

HOSPITAL DE DOENÇAS TROPICAIS DR. ANUAR AUAD. Thais Yoshida Coordenadora do SVS Serviço de Vigilância em Saúde NISPGR/SVS/HDT/HAA HOSPITAL DE DOENÇAS TROPICAIS DR. ANUAR AUAD Thais Yoshida Coordenadora do SVS Serviço de Vigilância em Saúde NISPGR/SVS/HDT/HAA HISTÓRIA varíola Difteria sarampo Poliomielite tétano Meningite Febre tifóide

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE 9ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE RELATÓRIO FINAL

CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE 9ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE RELATÓRIO FINAL 9ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL RELATÓRIO FINAL TEMA CENTRAL Saúde e Qualidade de Vida: Política de Estado e Desenvolvimento DIRETRIZES PROPOSTAS PELAS OFICINAS TEMÁTICAS PARA COLOMBO, BIÊNIO 2007-2009, APROVADAS

Leia mais

SECRETARIA DE SAÚDE - Pronto Socorro Municipal recebe Licença Sanitária de Funcionamento: - Mais de 12 mil atendimentos nos mutirões:

SECRETARIA DE SAÚDE - Pronto Socorro Municipal recebe Licença Sanitária de Funcionamento: - Mais de 12 mil atendimentos nos mutirões: SECRETARIA DE SAÚDE - Pronto Socorro Municipal recebe Licença Sanitária de Funcionamento: o Pronto Socorro Adulto de Taubaté teve seu funcionamento aprovado pela Vigilância Sanitária Estadual. O documento

Leia mais

PSICÓLOGO - 40H. A. Paranoide. B. Esquizoide. C. Dependente. D. De esquiva. E. Histriônica.

PSICÓLOGO - 40H. A. Paranoide. B. Esquizoide. C. Dependente. D. De esquiva. E. Histriônica. QUESTÃO 01 O suicídio representa hoje um importante problema de saúde pública no Brasil e seus índices vêm crescendo a cada ano. A respeito do suicídio pode-se afirmar que: A. Programas dirigidos para

Leia mais

Sistema Único de Saúde, para fortalecimento dos processos de descentralização da gestão da saúde, em conformidade com a legislação vigente.

Sistema Único de Saúde, para fortalecimento dos processos de descentralização da gestão da saúde, em conformidade com a legislação vigente. GOVERNO DO ESTADO DO ESPIRÍTO SANTO SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE DO ESPÍRITO SANTO CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS E FORMAÇÃO DE CADASTRO DE RESERVA EM CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR EDITAL Nº 1 SESA/ES,

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL

PROGRAMAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL PROFIS SOCIEDADE DE PROMOÇÃO SOCIAL DO FISSURADO LÁBIO PALATAL PROGRAMAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL BAURU - 2012 1- Identificação Instituição Responsável: PROFIS Sociedade de Promoção Social do Fissurado Lábio

Leia mais

Repercussões da inclusão da saúde mental no PSF: estudo comparativo em Serviços da Atenção Básica no Rio Grande do Norte e no Rio Grande do Sul

Repercussões da inclusão da saúde mental no PSF: estudo comparativo em Serviços da Atenção Básica no Rio Grande do Norte e no Rio Grande do Sul COMUNICAÇÕES DE PESQUISA Repercussões da inclusão da saúde mental no PSF: estudo comparativo em Serviços da Atenção Básica no Rio Grande do Norte e no Rio Grande do Sul Impact of inclusion of mental health

Leia mais

NÚCLEO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA HOSPITALAR

NÚCLEO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA HOSPITALAR NÚCLEO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA HOSPITALAR Enfª Dda. Verginia Rossato Enfª Danieli Bandeira Santa Maria, 2012 Portaria GM/MS nº 2529, de 23 de novembro de 2004 Institui o Subsistema Nacional de Vigilância

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº02/2015 SUVIGE/CPS/SESAP/RN. Assunto: Atualização sobre doença não esclarecida com exantema

NOTA TÉCNICA Nº02/2015 SUVIGE/CPS/SESAP/RN. Assunto: Atualização sobre doença não esclarecida com exantema GOVERNO DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA COORDENADORIA DE PROMOÇÃO A SAÚDE SUBCOORDENADORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA Avenida Marechal Deodoro da Fonseca, 730, 5 andar CEP:

Leia mais

Pesquisa sobre Segurança do Paciente em Hospitais (HSOPSC)

Pesquisa sobre Segurança do Paciente em Hospitais (HSOPSC) Pesquisa sobre Segurança do Paciente em Hospitais (HSOPSC) Instruções Esta pesquisa solicita sua opinião sobre segurança do, erros associados ao cuidado de saúde e notificação de eventos em seu hospital

Leia mais

A PROTEÇÃO SOCIOASSISTENCIAL PARA USUÁRIOS DE CRACK E OUTRAS DROGAS E SUAS FAMÍLIAS: OS DESAFIOS DA INTERSETORIALIDADE

A PROTEÇÃO SOCIOASSISTENCIAL PARA USUÁRIOS DE CRACK E OUTRAS DROGAS E SUAS FAMÍLIAS: OS DESAFIOS DA INTERSETORIALIDADE A PROTEÇÃO SOCIOASSISTENCIAL PARA USUÁRIOS DE CRACK E OUTRAS DROGAS E SUAS FAMÍLIAS: OS DESAFIOS DA INTERSETORIALIDADE Título: A Proteção Socioassistencial para Usuários de Crack e Outras Drogas e suas

Leia mais

REGULAMENTO OPERACIONAL DA CENTRAL DE REGULAÇÃO CENTRAL DE CONSULTAS E EXAMES ESPECIALIZADOS

REGULAMENTO OPERACIONAL DA CENTRAL DE REGULAÇÃO CENTRAL DE CONSULTAS E EXAMES ESPECIALIZADOS REGULAMENTO OPERACIONAL DA CENTRAL DE REGULAÇÃO CENTRAL DE CONSULTAS E EXAMES ESPECIALIZADOS Aprovado através da Resolução nº 06/CMS/2010, de 09 de março de 2010, Ananindeua PA Capítulo I DO CADASTRAMENTO

Leia mais

Caminhos na estratégia. de saúde da família: capacitação de cuidadores de idosos

Caminhos na estratégia. de saúde da família: capacitação de cuidadores de idosos Caminhos na estratégia de saúde da família: capacitação de cuidadores de idosos Erica Rosalba Mallmann: Escola de Enfermagem - UFRGS Lenice Ines Koltermann: Enfermeira Supervisora da Saúde da Família da

Leia mais

ESPECIALIZAÇÃO EM CIÊNCIAS DA ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE

ESPECIALIZAÇÃO EM CIÊNCIAS DA ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE ESPECIALIZAÇÃO EM CIÊNCIAS DA ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE Objetiva ampliar os estudos científicos acerca da Atividade Física e do Exercício Físico, da Saúde Pública e da Saúde Coletiva, instrumentalizando

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO UPA TIPO III - 24 HORAS FONSECA 2013 CONTRATO DE GESTÃO SES/RJ

RELATÓRIO DE GESTÃO UPA TIPO III - 24 HORAS FONSECA 2013 CONTRATO DE GESTÃO SES/RJ RELATÓRIO DE GESTÃO UPA TIPO III - 24 HORAS FONSECA 2013 CONTRATO DE GESTÃO SES/RJ Sumário 1- A instituição 02 2- Indicadores sobre o corpo funcional 05 3- Resultados 2013 06 4- Principais Ações de Gestão

Leia mais

Indicadores hospitalares

Indicadores hospitalares Indicadores hospitalares Núcleo de Informação em Saúde de- NIS Hospital das Clínicas - FMUSP Departamento de Medicina Preventiva Faculdade de Medicina USP Hospital das Clinicas - FMUSP Complexo hospitalar

Leia mais

PORTARIA Nº 130, DE 26 DE JANEIRO DE 2012

PORTARIA Nº 130, DE 26 DE JANEIRO DE 2012 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 130, DE 26 DE JANEIRO DE 2012 Redefine o Centro de Atenção Psicossocial

Leia mais

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria nº 227 de 05 de Abril de 2002.

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria nº 227 de 05 de Abril de 2002. Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Portaria nº 227 de 05 de Abril de 2002. O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, Considerando a Portaria GM/MS nº 640, de

Leia mais

ESTADO DO CEARÁ MINISTÉRIO PÚBLICO DE CONTAS junto ao Tribunal de Contas do Estado do Ceará

ESTADO DO CEARÁ MINISTÉRIO PÚBLICO DE CONTAS junto ao Tribunal de Contas do Estado do Ceará 5. COMBATE ÀS DROGAS E AS SUAS CONSEQUÊNCIAS No que se refere aos programas de enfrentamento às drogas do Governo do Estado, tido pela Lei n 14.983/2011 (Lei de Diretrizes Orçamentárias 2012) como meta

Leia mais

VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA. Conceito: Forma tradicional de utilização da Epidemiologia nos serviços de saúde.

VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA. Conceito: Forma tradicional de utilização da Epidemiologia nos serviços de saúde. VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA Conceito: Forma tradicional de utilização da Epidemiologia nos serviços de saúde. Vigilância: (1) Observação de pessoas (2) Observação de doenças ou danos à saúde - VE Com vistas

Leia mais

Curso Introdutório em Gerenciamento da Estratégia Saúde da Família

Curso Introdutório em Gerenciamento da Estratégia Saúde da Família Curso Introdutório em Gerenciamento da Estratégia Saúde da Família Leni Nobre Doutora em Saúde Pública-USP Membro do Centro de Investigação Científica da ESP-CE. Compreender os instrumentos de gestão e

Leia mais

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE ENFERMAGEM (Currículo iniciado em 2010)

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE ENFERMAGEM (Currículo iniciado em 2010) EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE ENFERMAGEM (Currículo iniciado em 2010) ANATOMIA HUMANA CH 102 (2372) Estudo morfológico dos órgãos e sistemas que constituem o organismo humano, com ênfase para os

Leia mais

O Secretário de Atenção à Saúde, no uso de suas atribuições,

O Secretário de Atenção à Saúde, no uso de suas atribuições, PORTARIA Nº 160, DE 1º DE MARÇO DE 2012 Legislações - SAS Sex, 02 de Março de 2012 00:00 PORTARIA Nº 160, DE 1º DE MARÇO DE 2012 Estabelece normas para o cadastramento, no SCNES, das equipes que farão

Leia mais

PPSUS Programa Pesquisa para o SUS São Paulo. Maritsa C. de Bortoli

PPSUS Programa Pesquisa para o SUS São Paulo. Maritsa C. de Bortoli PPSUS Programa Pesquisa para o SUS São Paulo Maritsa C. de Bortoli PPSUS O que é? Iniciativa de Fomento Descentralizado à Pesquisa em Saúde do Ministério da Saúde (MS) Decit. Objetivo Financiar pesquisas

Leia mais

SAÚDE CONNECT 03.010 AUTORIZAÇÃO

SAÚDE CONNECT 03.010 AUTORIZAÇÃO SAÚDE CONNECT 03.010 AUTORIZAÇÃO AUTORIZAÇÃO... 2 1. INFORMAÇÕES COMUNS DAS GUIAS AUTORIZAÇÃO.... 2 2. GUIA DE CONSULTA... 7 3. GUIA DE SP/SADT... 9 4. PRÉ-AUTORIZAÇÃO DE SP/SADT... 13 5. ANEXO SOLICITAÇÃO

Leia mais

PORTARIA Nº 1679/GM Em 13 de agosto de 2004. PUBLICADA NO DIARIO OFICIAL DA UNIÃO EM 16 DE AGOSTO DE 2004 Nº 157 PAGINA 36 SEÇÃO 1

PORTARIA Nº 1679/GM Em 13 de agosto de 2004. PUBLICADA NO DIARIO OFICIAL DA UNIÃO EM 16 DE AGOSTO DE 2004 Nº 157 PAGINA 36 SEÇÃO 1 PORTARIA Nº 1679/GM Em 13 de agosto de 2004. PUBLICADA NO DIARIO OFICIAL DA UNIÃO EM 16 DE AGOSTO DE 2004 Nº 157 PAGINA 36 SEÇÃO 1 Aprova normas relativas ao Sistema de Monitoramento da Política de Incentivo

Leia mais

SAÚDE PÚBLICA PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA. Palestrante: Carolina Ferri

SAÚDE PÚBLICA PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA. Palestrante: Carolina Ferri SAÚDE PÚBLICA PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA Palestrante: Carolina Ferri Programa de Saúde da Família Estratégia de reorientação do modelo assistencial, operacionalizada mediante a implantação de equipes

Leia mais

Equipe de Saúde da Família para População em Situação de Rua

Equipe de Saúde da Família para População em Situação de Rua Equipe de Saúde da Família para População em Situação de Rua II Mostra Nacional de produção de Saúde de Família Autores Ana Dilma Neres dos Santos (Gerente do Centro de Saúde Carlos Chagas); Cláudio Candiani

Leia mais

A gestão regionalizada das Redes de Atenção Luís s Carlos Casarin Ministério da Saúde Secretaria de Atenção àsaúde -SAS

A gestão regionalizada das Redes de Atenção Luís s Carlos Casarin Ministério da Saúde Secretaria de Atenção àsaúde -SAS A gestão regionalizada das Redes de Atenção Luís s Carlos Casarin Ministério da Saúde Secretaria de Atenção àsaúde -SAS DESAFIO DESAFIO Extensão: 8.547.403,5 Km² (dimensão continental) População: 190.732.694

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DO SALVADOR SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO, TECNOLOGIA E GESTÃO - SEPLAG EDITAL DE CONCURSO PÚBLICO N.

PREFEITURA MUNICIPAL DO SALVADOR SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO, TECNOLOGIA E GESTÃO - SEPLAG EDITAL DE CONCURSO PÚBLICO N. PREFEITURA MUNICIPAL DO SALVADOR SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO, TECNOLOGIA E GESTÃO - SEPLAG EDITAL DE CONCURSO PÚBLICO N.º 01/2011 O SECRETÁRIO DE PLANEJAMENTO, TECNOLOGIA E GESTÃO DO MUNICÍPIO

Leia mais

ATENDIMENTO PEDAGÓGICO DOMICILIAR RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA OCORRIDA EM ESCOLA DA REDE ESTADUAL DE ENSINO EM LONDRINA

ATENDIMENTO PEDAGÓGICO DOMICILIAR RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA OCORRIDA EM ESCOLA DA REDE ESTADUAL DE ENSINO EM LONDRINA ATENDIMENTO PEDAGÓGICO DOMICILIAR RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA OCORRIDA EM ESCOLA DA REDE ESTADUAL DE ENSINO EM LONDRINA GODOY,Shirley Alves -NRE/Londrina 1 shirley.alvesgodoy@gmail.com Eixo Temático: Pedagogia

Leia mais

QualiHosp Curso Pré-Congresso

QualiHosp Curso Pré-Congresso QualiHosp Curso Pré-Congresso Desempenho Organizacional Foco: Gestão do Desempenho da Gestão de Pessoas Reflexões teóricas e o nosso caminho no HSL... Questão-chave: Como avaliar o desempenho da gestão

Leia mais

LEI Nº 6559 DE 16 DE OUTUBRO DE 2013. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DO IDOSO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

LEI Nº 6559 DE 16 DE OUTUBRO DE 2013. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DO IDOSO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LEI Nº 6559 DE 16 DE OUTUBRO DE 2013. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DO IDOSO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de

Leia mais

Introdução. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Endereço eletrônico: danielyviveiros@hotmail.com

Introdução. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Endereço eletrônico: danielyviveiros@hotmail.com TÍTULO:REINSERÇÃO SOCIAL DE PACIENTES PSIQUIÁTRICOS ATRAVÉS DA CAPACITAÇÃO PARA O TRABALHO E GERAÇÃO DE RENDA NO MUNICIPIO DE CARMO, RJ AUTORES: Maria Paula Cerqueira Gomes 1 ; Daniely Silva de Viveiros

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. GABINETE DO MINISTRO PORTARIA N.º 570, DE 1º DE JUNHO DE 2000 Republicada por ter saído com incorreções

MINISTÉRIO DA SAÚDE. GABINETE DO MINISTRO PORTARIA N.º 570, DE 1º DE JUNHO DE 2000 Republicada por ter saído com incorreções MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA N.º 570, DE 1º DE JUNHO DE 2000 Republicada por ter saído com incorreções O Ministro de Estado da Saúde, no uso de suas atribuições legais, e considerando:

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº DE 2015 (Do Sr. Delegado Éder Mauro) O CONGRESSO NACIONAL decreta:

PROJETO DE LEI Nº DE 2015 (Do Sr. Delegado Éder Mauro) O CONGRESSO NACIONAL decreta: PROJETO DE LEI Nº DE 2015 (Do Sr. Delegado Éder Mauro) Institui o Programa Nacional de Recuperação de Dependentes Químicos. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art.1 Fica instituído o Programa Nacional de Recuperação

Leia mais

AIDS NÃO TEM CARA. A DOENÇA ESTÁ SEMPRE CAMISINHA É A ÚNICA PROTEÇÃO.

AIDS NÃO TEM CARA. A DOENÇA ESTÁ SEMPRE CAMISINHA É A ÚNICA PROTEÇÃO. ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA GERÊNCIA DE VIGILÂNCIA DAS DST/HIV/AIDS E HEPATITES VIRAIS CARNAVAL 2011 AIDS NÃO TEM CARA. A DOENÇA ESTÁ SEMPRE

Leia mais

S A D SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR SMS CAMPINAS

S A D SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR SMS CAMPINAS S A D SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR SMS CAMPINAS Mônica R. P. T. Macedo Nunes monica.nunes@campinas.sp.gov.br ATENÇÃO DOMICILIAR A atenção domiciliar consiste numa modalidade de atenção à saúde substitutiva

Leia mais

Rede de Atenção à. Pessoa em Situação de Violência

Rede de Atenção à. Pessoa em Situação de Violência Rede de Atenção à Pessoa em Situação de Violência AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE Art. 198 da CF/ 1988: A ações e os serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem

Leia mais

MONITORAMENTO DAS AÇÕES DE CONTROLE DOS CÂNCERES DO COLO DO ÚTERO E DE MAMA

MONITORAMENTO DAS AÇÕES DE CONTROLE DOS CÂNCERES DO COLO DO ÚTERO E DE MAMA outubro a dezembro / 2010 / n 4 MONITORAMENTO DAS AÇÕES DE CONTROLE DOS CÂNCERES DO COLO DO ÚTERO E DE MAMA Apresentação Este quarto boletim de 2010 apresenta os dados parciais para acompanhamento dos

Leia mais

JOSÉ SERRA ANEXO NORMAS PARA CADASTRAMENTO CENTROS DE REFERÊNCIA EM CIRURGIA VASCULAR INTRALUMINAL EXTRACARDÍACA

JOSÉ SERRA ANEXO NORMAS PARA CADASTRAMENTO CENTROS DE REFERÊNCIA EM CIRURGIA VASCULAR INTRALUMINAL EXTRACARDÍACA Portaria GM/MS nº de abril de 2002 O Ministro de Estado da Saúde, no uso de suas atribuições legais, Considerando a alta incidência de doenças cardiovasculares na população brasileira, o que se constitui

Leia mais

QUALIHOSP 2013 Secretaria de Saúde de São Bernardo do Campo

QUALIHOSP 2013 Secretaria de Saúde de São Bernardo do Campo REDES DE ATENÇÃO EM SAÚDE: A EXPERIÊNCIA DE SÃO BERNARDO DO CAMPO QUALIHOSP 2013 Secretaria de Saúde de São Bernardo do Campo SÃO BERNARDO DO CAMPO É O 5º MUNICÍPIO DO ESTADO DE SP EM POPULAÇÃO E ORÇAMENTO

Leia mais

DST/Aids e Rede Básica : Uma Integração Necessária. Programa Estadual de DST/AIDS de São Paulo

DST/Aids e Rede Básica : Uma Integração Necessária. Programa Estadual de DST/AIDS de São Paulo DST/Aids e Rede Básica : Uma Integração Necessária Programa Estadual de DST/AIDS de São Paulo DST/AIDS E ATENÇÃO BÁSICA O Sistema Único de Saúde ( SUS ) preconiza a descentralização,hierarquização e territorialização

Leia mais

Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado da Saúde Pública Gabinete do Secretário

Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado da Saúde Pública Gabinete do Secretário Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado da Saúde Pública Gabinete do Secretário RESIDÊNCIA MÉDICA/2016 EDITAL Nº. 002/2015 - CRH/SESAP O Secretário de Estado da Saúde Pública no uso

Leia mais

A palavra Psiquiatria deriva do Grego e quer dizer "arte de curar a alma"

A palavra Psiquiatria deriva do Grego e quer dizer arte de curar a alma PSIQUIATRIA Psiquiatria é uma especialidade da Medicina que lida com a prevenção, atendimento, diagnóstico, tratamento e reabilitação das diferentes formas de sofrimentos mentais, sejam elas de cunho orgânico

Leia mais

1. Assistência à Saúde da Criança e do Adolescente

1. Assistência à Saúde da Criança e do Adolescente MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI DIAMANTINA MINAS GERAIS www.ufvjm.edu.br PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA PROFESSOR SUBSTITUTO DEPARTAMENTO: Enfermagem

Leia mais

Roteiro para uso do banco de dados do SINAN Online Dengue para análise de completitude e inconsistências

Roteiro para uso do banco de dados do SINAN Online Dengue para análise de completitude e inconsistências Roteiro para uso do banco de dados do SINAN Online Dengue para análise de completitude e inconsistências O Sistema de Informação de Agravos de Notificação Online (SINAN Online) tem por objetivo a notificação

Leia mais

PROCESSO SELETIVO 2014

PROCESSO SELETIVO 2014 PROCESSO SELETIVO 2014 EDITAL N 47/2014 CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA: GESTÃO E ATENÇÃO NO SUS - LATO SENSU O Centro de Educação Tecnológica e Pesquisa em Saúde Escola GHC e o Instituto

Leia mais

Panoramas e Desafios da Vigilância em Saúde

Panoramas e Desafios da Vigilância em Saúde Panoramas e Desafios da Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis e Promoção da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Cheila Marina de

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE COMBATE A DENGUE

PLANO MUNICIPAL DE COMBATE A DENGUE 1 PLANO MUNICIPAL DE COMBATE A DENGUE 2013 2014 2 PLANO MUNICIPAL DE COMBATE A DENGUE 2013 2014 Vigilância Sanitária Vigilância Epidemiológica Estância Turística de Paranapanema SP 2013 3 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO...

Leia mais

Relatório de Conclusão do Estágio Curricular III Serviços Hospitalares

Relatório de Conclusão do Estágio Curricular III Serviços Hospitalares 1 Universidade Federal do Rio Grande do Sul Escola de Enfermagem THAÍLA TANCCINI Relatório de Conclusão do Estágio Curricular III Serviços Hospitalares Porto Alegre 2011 2 THAÍLA TANCCINI Relatório de

Leia mais

1ª Adequação do Regimento do Serviço de Enfermagem do Consórcio Intermunicipal de Saúde Centro Oeste do Paraná INTRODUÇÃO

1ª Adequação do Regimento do Serviço de Enfermagem do Consórcio Intermunicipal de Saúde Centro Oeste do Paraná INTRODUÇÃO 1ª Adequação do Regimento do Serviço de Enfermagem do Consórcio Intermunicipal de Saúde Centro Oeste do Paraná INTRODUÇÃO A assistência de enfermagem com qualidade está diretamente ligada à organização

Leia mais

AMBIENTES DE TRATAMENTO. Hospitalização

AMBIENTES DE TRATAMENTO. Hospitalização FONTE: Ferigolo, Maristela et al. Centros de Atendimento da Dependência Química - 2007- Maristela Ferigolo, Simone Fernandes, Denise C.M. Dantas, Helena M.T. Barros. Porto Alegre: Editora AAPEFATO. 2007,

Leia mais

Manuais ISGH Coordenadoria de Educação Permanente, Ensino e Pesquisa CEPEP

Manuais ISGH Coordenadoria de Educação Permanente, Ensino e Pesquisa CEPEP Manuais ISGH Coordenadoria de Educação Permanente, Ensino e Pesquisa CEPEP Página 1 ELABORAÇÃO Assessoras Técnicas da Educação Permanente ISGH Ana Karine Girão Lima Társia Vitoria de Araujo Joaquim Nogueira

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA PARECER COREN/SC Nº 020/CT/2013 Assunto: Solicitação de parecer técnico sobre a solicitação de mamografia de rastreamento por Enfermeiro nas instituições de saúde. I - Do Fato Trata-se de expediente encaminhado

Leia mais