PLANO DE SAÚDE MENTAL PARA O CONCELHO DE BRAGA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANO DE SAÚDE MENTAL PARA O CONCELHO DE BRAGA"

Transcrição

1 PLANO DE SAÚDE MENTAL PARA O CONCELHO DE BRAGA Grupo Coordenador: Dr. Mário Freitas (Médico de Saúde Pública; UOSP/ Centro de Saúde de Braga) Dra. Joana Marques (Médica Int. Comp. Saúde Pública) Dra. Paula Caramelo (Câmara Municipal de Braga) Dra. Rita Tinoco Bobone (Departamento de Psiquiatria do Hospital de São Marcos) Enquadramento Internacional Na década passada assistiu-se a uma consciencialização global acerca do impacto causado pelas doenças mentais no que diz respeito à prevalência, severidade, incapacidade e mortalidade. Segundo o estudo da carga global de doenças (Murray e Lopez, 1996), as patologias neuropsiquiátricas estarão, em 2010, entre as primeiras 4 principais causas de gastos de recursos com a saúde, nos países desenvolvidos. Em Janeiro de 2005, a Organização Mundial de Saúde promoveu uma conferência em Helsínquia, que resultou numa declaração de saúde mental e num plano de acção para a saúde mental. Em Outubro de 2005, no Luxemburgo, tomou lugar uma Conferência Ministerial, tendo a Comissão Europeia, em Março de 2006, editado o Livro Verde para a Saúde Mental, cujos objectivos eram o início de um processo de consulta em saúde mental e a promoção da saúde mental na região europeia. Na sequência daquela conferência, decorreu um processo de consulta aos Estados-Membros que incluiu 3 reuniões temáticas, respectivamente, sobre promoção da saúde mental e prevenção da doença mental; inclusão social e direitos fundamentais em saúde mental; informação, dados e conhecimento em saúde mental, nas quais Portugal foi representado através da Direcção de Serviços de Psiquiatria e Saúde Mental da Direcção-Geral da Saúde (DGS). O processo de consulta 1

2 terminou em Maio e, posteriormente, será apresentada, pela Comissão Europeia, uma estratégia em saúde mental para a União Europeia. Enquadramento Nacional Em 1996, o governo português aprovou a um Plano Nacional para a Saúde Mental, cujos objectivos principais eram a elaboração de nova legislação no campo da saúde mental, desenvolvimento duma rede nacional de serviços locais de saúde mental, substituição gradual de hospitais psiquiátricos por serviços comunitários e por departamentos de psiquiatria e saúde mental em hospitais gerais, e desenvolvimento de reabilitação psicossocial. Em 1998, uma nova Lei da Saúde Mental foi ratificada. Concomitantemente, outra legislação relativa à colaboração do sector da saúde com serviços sociais e Organizações Não Governamentais (ONG) para o desenvolvimento de programas de reabilitação psicossocial foi aprovada. Mais recentemente, foi criado o Conselho Nacional de Saúde Mental, aguardando-se a criação de semelhantes Conselhos Regionais. Os Serviços de Saúde Mental Locais constituem actualmente a base dos cuidados de saúde mental especializados, sendo cada um deles responsável por uma população de cerca de habitantes. A estruturação destes serviços está na dependência das Administrações Regionais de Saúde (ARS), que possuem um Grupo de Coordenação de Saúde Mental. Existem serviços de psiquiatria geral de adultos, de psiquiatria da infância e da adolescência e Centros Regionais de Alcoologia. Os cuidados às pessoas com problemas de toxicodependência, no que se refere a drogas ilícitas, estão a cargo de um serviço autónomo, distinto da Saúde Mental, o Instituto da Droga e Toxicodependência (IDT), que dispõe de uma rede de Centros de Atendimento a Toxicodependentes (CAT). Estima-se que a prevalência de perturbações psiquiátricas na população geral ronde os 30%, sendo aproximadamente de 12% a de perturbações psiquiátricas graves. Em 2001, o terceiro Censo Psiquiátrico, realizado em todas as instituições, públicas e privada, a nível nacional, apontou uma predominância de depressões na consulta externa, alterações associadas ao 2

3 consumo de álcool na urgência, e esquizofrenia no internamento. A depressão pode atingir 20% da população, tendendo a aumentar, e é a primeira causa de incapacidade, na carga global de doenças, nos países desenvolvidos. Em conjunto com a esquizofrenia, é responsável por 60% dos suicídios. Apesar das baixas taxas de suicídio em relação ao resto da Europa, particularmente na população de idade inferior a 65 anos, existem em Portugal elevados números se se combinarem suicídio e causas de morte violenta e indeterminada. Estima-se que para cada suicídio consumado existam 40 parasuicídios, se nos reportarmos exclusivamente aos casos observados nos serviços de urgência. Actualmente, a tendência da mortalidade por suicídio e ferimentos auto-infligidos parece ser decrescente. No Censo Psiquiátrico de 2001, a esquizofrenia foi, no conjunto dos internamentos, das consultas e das urgências, a patologia mais frequente, sendo a principal causa de internamento e a terceira nas consultas. A demora média dos internamentos com diagnóstico de esquizofrenia foi, no ano de 2002, de 35,4 dias, segundo os Grupos de Diagnóstico Homogéneos (GDH) referentes a departamentos e serviços de psiquiatria. Relativamente à prevalência de stress, não existem dados a nível nacional que nos permitam avaliar directamente a dimensão deste problema, mas sabe-se que, relativamente ao resto da Europa, as mulheres portuguesas consomem três vezes mais medicamentos indutores do sono. Segundo estudos internacionais, as perturbações emocionais e comportamentais das crianças e adolescentes têm uma prevalência elevada, variando entre 15 e 20%. Estas perturbações conduzem a comportamentos de risco absentismo escolar, uso de álcool e drogas, actos suicidários e comportamentos delinquentes e são causa de incapacidade tais como atrasos e perturbações do desenvolvimento, e défices cognitivos e psicossociais, problemas que tendem a manter-se e agravar-se na idade adulta. Há situações de exclusão social que resultam de doenças psiquiátricas, bem como do consumo excessivo e/ou dependência de álcool e drogas, nomeadamente nos semabrigo, grupo em que a prevalência de perturbações psiquiátricas é superior a 90%. Estes doentes acorrem pouco aos serviços de saúde que, por sua vez, demonstram uma reduzida capacidade para ir ao encontro dos indivíduos excluídos. Os problemas ligados ao álcool apresentam comorbilidade com vários problemas de saúde mental, nomeadamente perturbações depressivas, 3

4 perturbações da ansiedade, esquizofrenia, perturbações da personalidade, e outros. Existe também comorbilidade nos problemas ligados ao álcool e consumo de outras substâncias, quer na doença actual, quer nos antecedentes pessoais dos indivíduos afectados. As estimativas apontam para a existência de, pelo menos, indivíduos com síndrome de dependência do álcool e indivíduos com síndrome de abuso do álcool, em Portugal. Sendo a estimativa do número de alcoólicos 8 vezes superior à estimativa do número de toxicodependentes, verifica-se que existe uma desproporção entre a dimensão das estruturas existentes para o tratamento de abuso e dependência de álcool, insuficientes para as necessidades encontradas, e as estruturas existentes para o tratamento de abuso e dependência de drogas ilegais. 4

5 Objectivos do Plano para o Concelho de Braga 1. Promover e intensificar a pesquisa no campo da saúde mental 2. Desenvolver estratégias para que seja possível a determinação de indicadores no campo da saúde mental (incidência, prevalência, morbilidade, mortalidade, incapacidade) 3. Desenvolver estratégias para que seja possível a avaliação da prevalência do stress 4. Contribuir, no âmbito da saúde mental e do stress, para o Programa Nacional de Intervenção Integrada sobre Determinantes da Saúde Relacionados com Estilos de Vida. 5. Aumentar a disseminação da informação existente no campo da saúde mental 6. Aprofundar e disseminar conhecimentos sobre factores de risco para a saúde mental 7. Desenvolver estratégias para influenciar os tomadores de decisões, alertando-os para a importância da saúde mental 8. Manter e intensificar a colaboração entre os sectores da saúde e da justiça (cuidados de saúde mental na prisão, tratamento compulsivo de doentes psiquiátricos, etc) 9. Manter e intensificar a colaboração entre os sectores da saúde e da educação (programas de prevenção e cessação do consumo e dependência de álcool, tabaco e outros tóxicos; sinalização de crianças e adolescentes com distúrbios mentais, etc) 10. Desenvolver protocolos de cooperação para a actuação junto de crianças e jovens nas escolas e na Comissão de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ), nas situações previstas 11. Desenvolver estratégias de forma a que seja possível uma sinalização e orientação eficiente de crianças e adolescentes com perturbações emocionais e comportamentais 12. Desenvolver estratégias de forma a que seja possível uma sinalização e orientação eficiente de pessoas com doença mental em situação de exclusão social 5

6 13. Promover a articulação entre o Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental (DPSM) do Hospital de São Marcos (HSM) e o Centro de Saúde de Braga (CSB) 14. Desenvolver programas de promoção de saúde mental, valorizando a importância da mesma, 15. Desenvolver programas de prevenção de depressão e suicídio 16. Combater a estigmatização, a discriminação e o desrespeito pelos doentes mentais 17. Promover a desinstitucionalização e reabilitação de doentes psiquiátricos de evolução prolongada, através da criação de medidas e gestão de recursos para uma alternativa à hospitalização 18. Estabelecer parcerias com serviços sociais e ONG para a criação de infraestruturas e serviços que permitam a reinserção dos doentes mentais na comunidade 19. Criar serviços para o tratamento de doentes que abusem e dependam de álcool 20. Promover a alocação de recursos para serviços comunitários, de forma a que seja possível o tratamento e reabilitação de doentes psiquiátricos nestes 21. Desenvolver projectos de reabilitação psicossocial, como treino vocacional, unidades de reinserção profissional, centros de dia, unidades residenciais, unidades de vida para doentes crónicos mais dependentes, serviços de apoio domiciliário, e programas psico-educacionais para doentes e familiares 22. Motivar os profissionais a trabalhar no seio da comunidade 23. Difundir conhecimentos pelas várias categorias profissionais sobre saúde mental e atitudes e comportamentos a adoptar face a indivíduos com doenças mentais 24. Difundir, junto da comunidade e profissionais envolvidos, quais as entidades disponíveis para o tratamento e reinserção de doentes mentais e toxicodependentes 25. Incentivar o desenvolvimento de equipas multidisciplinares para prestar cuidados na área da infância e adolescência 26. Encorajar actividades conjuntas entre os prestadores de cuidados a doentes mentais, nomeadamente psiquiatras, médicos de família, terapeutas ocupacionais, de reabilitação e de desabituação de toxicodependências, etc. 6

7 27. Formar os profissionais da área da saúde e outros sectores envolvidos (como os prestadores de cuidados informais), para que sejam capazes de actuar na promoção da saúde mental e detectar precocemente casos de doença existente na comunidade 28. Promover a saúde mental nos locais de trabalho. 29. Envolver a comunidade na reabilitação dos doentes mentais 30. Intervir junto dos grupos de risco, visando a prevenção de perturbações e a manutenção da saúde mental 31. Criar e dinamizar um Gabinete de Intervenção em Situações de Emergência (GISE). Fontes:? Direcção-Geral da Saúde? European Public Health Association? Organização Mundial de Saúde 7

8 Estruturação dos objectivos em Eixos Eixo / Programa Sub-Programa Objectivos incluídos Parcerias Investigação 1, 2 e 3 Formação e Informação Intervenção 5, 6, 7, 16, 22, 23, 24 e 27 24: ACAPO, Rede Social e Ministério Álcool 19 Comunidade de Inserção Em articulação 8, 9, 10, 11, 12, 13, 17, intersectorial 18, 20 e 26 12: Rede Social / GT Formas de pob Global 4, 14, 28 e 29 Grupos vulneráveis e 15 e 30 de risco Infância e 25 adolescência ATENA Serviços e respostas 21 e 31 31: COMPC e U.M. (Escola de Ciênc e Instituto de Educação e Psicologia Assinalado a vermelho: Prioridade para

29/10/12. Cuidados de Saúde Mental: Prioridades, Desafios e Riscos Filipa Palha

29/10/12. Cuidados de Saúde Mental: Prioridades, Desafios e Riscos Filipa Palha 29/10/12 Em parceria com: Sumário Marcos recentes nas políticas de saúde mental em Portugal (1963-2007) Saúde Mental: magnitude do problema PNSM 2007-2011: Da expectativa ao desânimo Reflexões finais COMEMORAÇÕES

Leia mais

Pacto Europeu. para a Saúde. Conferência de alto nível da ue. Bruxelas, 12-13 de junho de 2008

Pacto Europeu. para a Saúde. Conferência de alto nível da ue. Bruxelas, 12-13 de junho de 2008 Pacto Europeu para a Saúde Mental e o Bem-Estar Conferência de alto nível da ue JUNTOS PELA SAÚDE MENTAL E PELO BEM-ESTAR Bruxelas, 12-13 de junho de 2008 Slovensko predsedstvo EU 2008 Slovenian Presidency

Leia mais

PLANO NACIONAL DE SAÚDE MENTAL 2007 2016

PLANO NACIONAL DE SAÚDE MENTAL 2007 2016 RESUMO EXECUTIVO PLANO NACIONAL DE SAÚDE MENTAL 2007 2016 COORDENAÇÃO NACIONAL PARA A SAÚDE MENTAL RESUMO EXECUTIVO PLANO NACIONAL DE SAÚDE MENTAL 2007 2016 COORDENAÇÃO NACIONAL PARA A SAÚDE MENTAL Este

Leia mais

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às Câmara Municipal da Departamento de Educação e Desenvolvimento Sociocultural Divisão de Intervenção Social Plano Municipal contra a Violência Rede Integrada de Intervenção para a Violência na Outubro de

Leia mais

Programa Regional de Saúde Mental PRS 2009-2012

Programa Regional de Saúde Mental PRS 2009-2012 Programa Regional de Saúde Mental PRS 2009-2012 Índice Siglas e Acrónimos... 2 1. Introdução... 3 2. População-Alvo... 4 3. Objectivos... 4 4. Indicadores para Avaliação do Programa... 5 5. Estratégias...

Leia mais

PLANO NACIONAL DE SAÚDE MENTAL 2007 2016

PLANO NACIONAL DE SAÚDE MENTAL 2007 2016 RESUMO EXECUTIVO PLANO NACIONAL DE SAÚDE MENTAL 2007 2016 COORDENAÇÃO NACIONAL PARA A SAÚDE MENTAL RESUMO EXECUTIVO PLANO NACIONAL DE SAÚDE MENTAL 2007 2016 COORDENAÇÃO NACIONAL PARA A SAÚDE MENTAL Este

Leia mais

A investigação participada de base comunitária na construção da saúde PROCAPS Resultados de um estudo exploratório

A investigação participada de base comunitária na construção da saúde PROCAPS Resultados de um estudo exploratório A investigação participada de base comunitária na construção da saúde PROCAPS Resultados de um estudo exploratório Carta de Ottawa Promoção da saúde: Carta de Ottawa (1986) Processo que visa criar condições

Leia mais

O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)?

O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)? O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)? São unidades especializadas de apoio educativo multidisciplinares que asseguram o acompanhamento do aluno, individualmente ou em grupo, ao longo

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 205 22 de Outubro de 2009 7933. CAPÍTULO II Regime jurídico Artigo 5.º

Diário da República, 1.ª série N.º 205 22 de Outubro de 2009 7933. CAPÍTULO II Regime jurídico Artigo 5.º Diário da República, 1.ª série N.º 205 22 de Outubro de 2009 7933 CAPÍTULO II Regime jurídico Artigo 5.º Regime aplicável 1 À entidade pública empresarial criada pelo presente decreto -lei aplica -se,

Leia mais

DA INTEGRAÇÃO DOS CUIDADOS À INTERVENÇÃO COMUNITÁRIA: O PAPEL DO HOSPITAL NA COMUNIDADE NA VERTENTE PSIQUIÁTRICA

DA INTEGRAÇÃO DOS CUIDADOS À INTERVENÇÃO COMUNITÁRIA: O PAPEL DO HOSPITAL NA COMUNIDADE NA VERTENTE PSIQUIÁTRICA DA INTEGRAÇÃO DOS CUIDADOS À INTERVENÇÃO COMUNITÁRIA: O PAPEL DO HOSPITAL NA COMUNIDADE NA VERTENTE PSIQUIÁTRICA 4º Congresso Internacional dos Hospitais ENQUADRAMENTO HISTÓRICO Durante séculos a doença

Leia mais

Plano DOM. Mudanças. Peso da Régua, 26 Setembro 2008 Isabel Gomes

Plano DOM. Mudanças. Peso da Régua, 26 Setembro 2008 Isabel Gomes Plano DOM Desafios, Oportunidades e Mudanças Peso da Régua, 26 Setembro 2008 Isabel Gomes De um Modelo Institucional, para um Modelo Especializado e Terapêutico. 29 de Setembro de 2008 2 Idade das crianças

Leia mais

Instituições. Módulo II Organizações de Apoio à Comunidade. Disciplina Ação Social VAS - 2014/15

Instituições. Módulo II Organizações de Apoio à Comunidade. Disciplina Ação Social VAS - 2014/15 Instituições Módulo II Organizações de Apoio à Comunidade Disciplina Ação Social VAS - 2014/15 Instituições O que é uma instituição? Estabelecimento de utilidade pública, organização ou fundação Organização

Leia mais

Programa do X Governo Regional. Programa do X Governo dos Açores - Área da Saúde

Programa do X Governo Regional. Programa do X Governo dos Açores - Área da Saúde Programa do X Governo dos Açores - Área da Saúde Ponta Delgada, 26 de Novembro de 2008 6 Saúde A saúde é um factor essencial no desenvolvimento do bem-estar da população, e a qualidade neste sector aparece

Leia mais

Worldwide Charter for Action on Eating Disorders

Worldwide Charter for Action on Eating Disorders Worldwide Charter for Action on Eating Disorders - CARTA MUNDIAL DE ACÇÃO PARA AS PARTURBAÇÕES ALIMENTARES- DIREITOS E EXPECTATIVAS PARA PESSOAS COM PERTURBAÇÕES ALIMENTARES E AS SUAS FAMÍLIAS PREÂMBULO

Leia mais

Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack, Álcool e outras drogas. Governo Federal

Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack, Álcool e outras drogas. Governo Federal Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack, Álcool e outras drogas. Governo Federal O QUE É? Conjunto de medidas, que pretende reorganizar o atendimento aos dependentes químicos na Rede do Sistema Único

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO CONCELHIO DE PREVENÇÃO DAS TOXICODEPENDÊNCIAS (PECPT)

PLANO ESTRATÉGICO CONCELHIO DE PREVENÇÃO DAS TOXICODEPENDÊNCIAS (PECPT) PLANO ESTRATÉGICO CONCELHIO DE PREVENÇÃO DAS TOXICODEPENDÊNCIAS (PECPT) Plano de Actividades 2009/10 Odivelas 1 ÍNDICE INTRODUÇÃO 1 1 IDENTIDADE E COMUNICAÇÃO 2 2 FUNCIONAMENTO DA REDE DE PARCERIA 4 2.2

Leia mais

PARECER Nº 02 / 2010

PARECER Nº 02 / 2010 PARECER Nº 02 / 2010 ASSUNTO: Adequação técnico-científica da admissão das pessoas com demência nas unidades de dia e promoção da autonomia da RNCCI (art.º 21 do Dec. Lei. 101/2006 de 6 de Junho) 1. A

Leia mais

TÉCNICA DE SWOT DA ÁREA DA SAÚDE

TÉCNICA DE SWOT DA ÁREA DA SAÚDE TÉCNICA DE SWOT DA ÁREA DA SAÚDE POTENCIALIDADES FRAGILIDADES Bons equipamentos e instituições na área da Saúde; Boa rede de acesso aos hospitais circundantes. No âmbito da Alcoologia existe a Consulta

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa

Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa Assunto: Planeamento da Alta do Doente com AVC Intervenção dos Assistentes Sociais Nº: 7/DSPCS DATA: 28/04/04 Para: Contacto na DGS: Assistentes

Leia mais

SINDICATO DOS ENFERMEIROS PORTUGUESES. 10 de 0utubro - DIA MUNDIAL DA SAÚDE MENTAL Portugal um país à Beira do abismo

SINDICATO DOS ENFERMEIROS PORTUGUESES. 10 de 0utubro - DIA MUNDIAL DA SAÚDE MENTAL Portugal um país à Beira do abismo SINDICATO DOS ENFERMEIROS PORTUGUESES SEDE: Av. 24 de Jul ho, 132-1350-346 Li sboa - Tel ef.: 213920350 - Fax: 213968202 Geral: E- mail: sede @sep. pt - sit e: www.sep. org. pt - CDI: E- mail: cdi @sep.

Leia mais

Código: CHCB.PI.HF.04 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas: 1 de 10. 1. Objectivo. 2. Aplicação. 3. Referências Bibliográficas. 4.

Código: CHCB.PI.HF.04 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas: 1 de 10. 1. Objectivo. 2. Aplicação. 3. Referências Bibliográficas. 4. Caracterização da Código: CHCB.PI.HF.04 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas: 1 de 10 1. Objectivo Caracterizar o serviço e procedimentos da do Hospital do Fundão. 2. Aplicação Centro Hospitalar da Cova da Beira

Leia mais

Saúde Escolar. Secretaria Regional da Educação e Formação

Saúde Escolar. Secretaria Regional da Educação e Formação Saúde Escolar Secretaria Regional da Educação e Formação «Um programa de saúde escolar efectivo é o investimento de custo-benefício mais eficaz que um País pode fazer para melhorar, simultaneamente, a

Leia mais

I. Apresentação do Projecto. - Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família

I. Apresentação do Projecto. - Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família I. Apresentação do Projecto - Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família Falar em sucesso educativo implica olhar o processo educativo segundo uma abordagem sistémica, em que o aluno, a escola, a família e

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa

Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa Assunto: Para: Organização de Serviços de Segurança e Saúde do Trabalho/Saúde Ocupacional (SST/SO) nos Cuidados Primários de Saúde - ACES e Sede de ARS(s) Todos os serviços do Ministério da Saúde Nº: 05/DSPPS/DCVAE

Leia mais

Suplementar após s 10 anos de regulamentação

Suplementar após s 10 anos de regulamentação Atenção à Saúde Mental na Saúde Suplementar após s 10 anos de regulamentação Kátia Audi Congresso Brasileiro de Epidemiologia Porto Alegre, 2008 Mercado de planos e seguros de saúde: cenários pré e pós-regulamentap

Leia mais

Aprenda a gerir o Balanço Energético.

Aprenda a gerir o Balanço Energético. // Direcção-Geral da Saúde telefone: 21 84 30 500 fax: 21 84 30 655 www.dgs.pt A quantidade de energia ingerida superior à quantidade de energia gasta pelo organismo é um dos principais factores que está

Leia mais

Programa de Prevenção de Maus-Tratos em Pessoas Idosas

Programa de Prevenção de Maus-Tratos em Pessoas Idosas Programa de Prevenção de Maus-Tratos em Pessoas Idosas Catarina Paulos Jornadas Litorais de Gerontologia: Intervenção Técnica no Processo de Envelhecimento Amarante, 26 de Setembro de 2007 Conteúdos Conceito

Leia mais

Rede Social no Concelho de Azambuja Plano de Ação 2014 PLANO DE ACÇÃO 2014

Rede Social no Concelho de Azambuja Plano de Ação 2014 PLANO DE ACÇÃO 2014 PLANO DE ACÇÃO 2014 1 EDUCAÇÃO ÁREA ATIVIDADES RESPONSAVEIS PARTICIPANTES/ INTERVENIENTES Calendarização Manter os projetos existentes nos Agrupamentos de Escolas (Fénix, tutorias, Aprender a Estudar,

Leia mais

DOCENTE DE EDUCAÇÃO ESPECIAL

DOCENTE DE EDUCAÇÃO ESPECIAL DOCENTE DE EDUCAÇÃO ESPECIAL Natureza do trabalho Os docentes de educação especial exercem as suas funções junto de crianças e jovens do ensino pré-escolar, básico e secundário com necessidades educativas

Leia mais

Índice. 1. Nota Introdutória... 1. 2. Actividades a desenvolver...2. 3. Notas Finais...5

Índice. 1. Nota Introdutória... 1. 2. Actividades a desenvolver...2. 3. Notas Finais...5 Índice Pág. 1. Nota Introdutória... 1 2. Actividades a desenvolver...2 3. Notas Finais...5 1 1. Nota Introdutória O presente documento consiste no Plano de Acção para o ano de 2011 da Rede Social do concelho

Leia mais

É aprovado o Regulamento dos Núcleos Distritais ou Regionais do Projecto VIDA, anexo a este despacho e que dele faz parte integrante.

É aprovado o Regulamento dos Núcleos Distritais ou Regionais do Projecto VIDA, anexo a este despacho e que dele faz parte integrante. PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS E MINISTÉRIOS DA DEFESA NACIONAL, DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA, DA JUSTIÇA, DA EDUCAÇÃO, DA SAÚDE E DO EMPREGO E DA SEGURANÇA SOCIAL. Despacho conjunto. - Considerando

Leia mais

II ENCONTRO DA CPCJ SERPA

II ENCONTRO DA CPCJ SERPA II ENCONTRO DA CPCJ SERPA Ninguém nasce ensinado!? A família, a Escola e a Comunidade no Desenvolvimento da criança Workshop: Treino de Competências com famílias um exemplo de intervenção e de instrumentos

Leia mais

Prevalência de Doença Mental Numa População com Deficiência Intelectual. Centro de Recuperação de Menores D. Manuel Trindade Salgueiro

Prevalência de Doença Mental Numa População com Deficiência Intelectual. Centro de Recuperação de Menores D. Manuel Trindade Salgueiro Prevalência de Doença Mental Numa População com Deficiência Intelectual Centro de Recuperação de Menores D. Manuel Trindade Salgueiro Outubro / 2012 Lisboa Centro de Recuperação de Menores D. Manuel Trindade

Leia mais

Plano Local de Promoção e Protecção dos Direitos da Criança

Plano Local de Promoção e Protecção dos Direitos da Criança Plano Local de Promoção e Protecção dos Direitos da Criança 2012-2014 Índice Introdução. 3 I. Fundamentação...4 II. Eixos Estratégicos... 7 1 Articulação Interinstitucional... 7 2 Estudo e análise da realidade

Leia mais

Consolidar a cultura de parceria Obter respostas cada vez mais eficazes e acertadas às necessidades da população. Aumentar a compreensão por parte da

Consolidar a cultura de parceria Obter respostas cada vez mais eficazes e acertadas às necessidades da população. Aumentar a compreensão por parte da PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL DE ACÇÃO SOCIAL Finalidades Objectivos gerais Objectivos específicos Estratégias Criar uma rede cada vez mais funcional/producente/maximizada entre IPSS s, ONG s e organismos

Leia mais

Plano de Acção. Rede Social 2011/2012

Plano de Acção. Rede Social 2011/2012 Plano de Acção - Rede Social Plano de Acção Rede Social Conselho Local da Acção Social de Figueira de Castelo Plano de Acção Rede Social Acções a desenvolver Objectivos Resultados esperados Calendarização

Leia mais

RELATÓRIO DE ACTIVIDADES 2014

RELATÓRIO DE ACTIVIDADES 2014 RELATÓRIO DE ACTIVIDADES 2014 I. Introdução O ano de 2014 foi, tal como 2013, um ano marcado por grandes investimentos. Na Comunidade Terapêutica finalizou-se a obra de restruturação da cozinha e da lavandaria

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde

Direcção-Geral da Saúde Assunto: Para: Medidas de protecção contra a exposição ao fumo ambiental do tabaco em estabelecimentos onde sejam prestados cuidados de saúde aplicação da Lei n.º 37/2007 de 14 de Agosto. Todos os serviços

Leia mais

BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto

BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto Define as bases gerais do regime jurídico da prevenção,

Leia mais

Grupo de Trabalho para as Questões da Pessoa Idosa, Dependente ou Deficiente de Grândola REGULAMENTO INTERNO

Grupo de Trabalho para as Questões da Pessoa Idosa, Dependente ou Deficiente de Grândola REGULAMENTO INTERNO Grupo de Trabalho para as Questões da Pessoa Idosa, Dependente ou Deficiente de Grândola REGULAMENTO INTERNO Maio de 2011 Preâmbulo As alterações demográficas que se têm verificado na população portuguesa

Leia mais

25/03/2009. Violência Dirigida aos Enfermeiros no Local de Trabalho

25/03/2009. Violência Dirigida aos Enfermeiros no Local de Trabalho 25/03/2009 Violência Dirigida aos Enfermeiros no Local de Trabalho Violência Dirigida aos Enfermeiros no Local de Trabalho: O Caso de um Hospital Sandrina Nunes Violência no Sector da Saúde Ilustração

Leia mais

Plano de acção. Outubro 2011

Plano de acção. Outubro 2011 Plano de acção Outubro 2011 Ano Lectivo 2011/2012 PÁGINA - 2 INTRODUÇÃO A legislação em vigor determina que o Projecto Educativo da Escola (PEE) deve incluir temáticas relacionadas com a Promoção e Educação

Leia mais

Portfolio FORMAÇÃO CONTÍNUA

Portfolio FORMAÇÃO CONTÍNUA Portfolio FORMAÇÃO CONTÍNUA Elaboramos soluções de formação customizadas de acordo com as necessidades específicas dos clientes. Os nossos clientes são as empresas, organizações e instituições que pretendem

Leia mais

Dia Mundial da Saúde Mental - 10 de Outubro

Dia Mundial da Saúde Mental - 10 de Outubro Não Há Saúde Sem Saúde Mental Dia Mundial da Saúde Mental - 10 de Outubro 1 a 17 de Outubro de 2010 Exposição promovida pelo Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental O QUE É A SAÚDE MENTAL? É sentir-nos

Leia mais

Grelha de Análise SWOT (Strengths (forças); Weaknesses (fraquezas); Opportunities (oportunidades), Threats (ameaças))... Factores Endógenos

Grelha de Análise SWOT (Strengths (forças); Weaknesses (fraquezas); Opportunities (oportunidades), Threats (ameaças))... Factores Endógenos Problemática Essencial I Envelhecimento Demográfico - Apoio Domiciliário do Centro de Saúde com viatura cedida pela Câmara Municipal. - Iniciativas da Câmara Municipal com o objectivo de proporcionar momentos

Leia mais

Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005. Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005

Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005. Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005 Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005 Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005 Senhor Presidente da ALRAA Senhoras e Senhores Deputados Senhor Presidente do Governo

Leia mais

Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes

Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes INTRODUÇÃO O direito à protecção da saúde está consagrado na Constituição da República Portuguesa, e assenta num conjunto de valores fundamentais como a dignidade

Leia mais

PROPOSTA DE CARREIRA PARA OS TÉCNICOS SUPERIORES DA ÁREA DA SAÚDE EM REGIME DE CIT. Capítulo I Objecto e Âmbito Artigo 1.º Objecto

PROPOSTA DE CARREIRA PARA OS TÉCNICOS SUPERIORES DA ÁREA DA SAÚDE EM REGIME DE CIT. Capítulo I Objecto e Âmbito Artigo 1.º Objecto PROPOSTA DE CARREIRA PARA OS TÉCNICOS SUPERIORES DA ÁREA DA SAÚDE EM REGIME DE CIT Capítulo I Objecto e Âmbito Artigo 1.º Objecto 1 - O presente Decreto-Lei estabelece o regime jurídico da carreira dos

Leia mais

Rede de Atenção Psicossocial

Rede de Atenção Psicossocial NOTA TÉCNICA 62 2011 Rede de Atenção Psicossocial Altera a portaria GM nº 1.169 de 07 de julho de 2005 que destina incentivo financeiro para municípios que desenvolvem Projetos de Inclusão Social pelo

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular PERTURBAÇÕES DO DESENVOLVIMENTO MOTOR Ano Lectivo 2015/2016

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular PERTURBAÇÕES DO DESENVOLVIMENTO MOTOR Ano Lectivo 2015/2016 Programa da Unidade Curricular PERTURBAÇÕES DO DESENVOLVIMENTO MOTOR Ano Lectivo 2015/2016 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Motricidade Humana 3. Ciclo de Estudos 1º 4.

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008

PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008 PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008 O ano de 2008 é marcado, em termos internacionais, pela comemoração dos vinte anos do Movimento Internacional de Cidades Saudáveis. Esta efeméride terá lugar em Zagreb,

Leia mais

COMISSÃO SOCIAL DE FREGUESIA DE SANTA MARIA MAIOR PLANO DE ACÇÃO 2010

COMISSÃO SOCIAL DE FREGUESIA DE SANTA MARIA MAIOR PLANO DE ACÇÃO 2010 INTRODUÇÃO Neste planeamento anual estão espelhados os projectos e as intervenções previstas para o ano de 2010 da Comissão Social de Freguesia de Santa Maria Maior, devidamente enquadradas nas estratégias

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS ALBERGUES NOCTURNOS DO PORTO ESBOÇO DE ENQUADRAMENTO TÉCNICO

ASSOCIAÇÃO DOS ALBERGUES NOCTURNOS DO PORTO ESBOÇO DE ENQUADRAMENTO TÉCNICO ASSOCIAÇÃO DOS ALBERGUES NOCTURNOS DO PORTO ESBOÇO DE ENQUADRAMENTO TÉCNICO CENTRO DE ALOJAMENTO DE LONGA DURAÇÃO 1 Introdução A experiência da AANP, decorrente quer da intervenção e acompanhamento diários

Leia mais

Plano Gerontológico de Monchique Apresentação Pública 15 de Outubro de 2011

Plano Gerontológico de Monchique Apresentação Pública 15 de Outubro de 2011 Apresentação Pública 15 de Outubro de 2011 Trajectórias de envelhecimento Após os 65 anos de idade a estimulação cognitiva diminui significativamente. A diminuição da estimulação desencadeia/agrava o declínio

Leia mais

Partido Popular. CDS-PP Grupo Parlamentar. Projecto de Lei nº 195/X. Inclusão dos Médicos Dentistas na carreira dos Técnicos Superiores de Saúde

Partido Popular. CDS-PP Grupo Parlamentar. Projecto de Lei nº 195/X. Inclusão dos Médicos Dentistas na carreira dos Técnicos Superiores de Saúde Partido Popular CDS-PP Grupo Parlamentar Projecto de Lei nº 195/X Inclusão dos Médicos Dentistas na carreira dos Técnicos Superiores de Saúde A situação da saúde oral em Portugal é preocupante, encontrando-se

Leia mais

Encontros do Observatório 2014 Pobreza Infantil

Encontros do Observatório 2014 Pobreza Infantil º Uma iniciativa: Com apoio: 1 Encontros do Observatório, 23 Maio 2014 1. Contextualização O Observatório de Luta contra a Pobreza na Cidade de Lisboa definiu como prioridade temática para 2014 a, problema

Leia mais

Diário da República, 2.ª série N.º 35 18 de Fevereiro de 2011 8669

Diário da República, 2.ª série N.º 35 18 de Fevereiro de 2011 8669 Diário da República, 2.ª série N.º 35 18 de Fevereiro de 2011 8669 G3.1. Participa na coordenação, promoção implementação e monitorização das actividades constantes dos Programas de Saúde conducentes aos

Leia mais

Assistência Médica e Saúde

Assistência Médica e Saúde Assistência Médica e Saúde O Governo da RAEM define e prossegue as linhas de acção governativa de Tratamento seguro e adequado com prioridade para a prevenção em correspondência à directriz de elevar a

Leia mais

Atenção à Saúde e Saúde Mental em Situações de Desastres

Atenção à Saúde e Saúde Mental em Situações de Desastres Atenção à Saúde e Saúde Mental em Situações de Desastres Desastre: interrupção grave do funcionamento normal de uma comunidade que supera sua capacidade de resposta e recuperação. Principais causas de

Leia mais

Plano Nacional de Saúde 2012-2016

Plano Nacional de Saúde 2012-2016 Plano Nacional de Saúde 2012-2016 Índice de Figuras, Quadros e Tabelas (Janeiro 2012) Plano Nacional de Saúde 2012-2016 ÍNDICE DE FIGURAS, QUADROS E TABELAS 1. Enquadramento do Plano Nacional de Saúde

Leia mais

Promotor Parcerias Financiamento

Promotor Parcerias Financiamento Promotor Parcerias Financiamento RESUMO PROMove-te, A NOVA EQUIPA MÓVEL DE APOIO A CRIANÇAS E JOVENS COM PROBLEMAS DE SAÚDE MENTAL A ARIA Associação de Reabilitação e Integração Ajuda é promotora de um

Leia mais

MINISTÉRIOS DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL E DA SAÚDE. Diário da República, 1.ª série N.º 70 8 de Abril de 2011 2085

MINISTÉRIOS DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL E DA SAÚDE. Diário da República, 1.ª série N.º 70 8 de Abril de 2011 2085 Diário da República, 1.ª série N.º 70 8 de Abril de 2011 2085 f)....................................... g)....................................... 2..................................... 3 Sem prejuízo do

Leia mais

Plano de Acção para a Segurança Infantil em Portugal

Plano de Acção para a Segurança Infantil em Portugal Plano de Acção para a Segurança Infantil em Portugal Coordenação oficial: Coordenação técnica: Apoio: I Enquadramento O Plano de Acção para a Segurança Infantil (PASI) enquadra-se no projecto Europeu Child

Leia mais

PROTOCOLO ENTRE O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E O MINISTÉRIO DA SAÚDE

PROTOCOLO ENTRE O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E O MINISTÉRIO DA SAÚDE PROTOCOLO ENTRE O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E O MINISTÉRIO DA SAÚDE A promoção da educação para a saúde em meio escolar é um processo em permanente desenvolvimento para o qual concorrem os sectores da Educação

Leia mais

Membro da direcção da Revista Intervenção Social Investigadora do CLISSIS Doutoranda em Serviço Social

Membro da direcção da Revista Intervenção Social Investigadora do CLISSIS Doutoranda em Serviço Social A investigação do Serviço Social em Portugal: potencialidades e constrangimentos Jorge M. L. Ferreira Professor Auxiliar Universidade Lusíada Lisboa (ISSSL) Professor Auxiliar Convidado ISCTE IUL Diretor

Leia mais

Solidariedade. Inovação. Oportunidade. Cultura. A s s o c i a ç õ e s F u n d a ç õ e s. E m p r e s a s C o o p e rativa s. Inclusão Social e Emprego

Solidariedade. Inovação. Oportunidade. Cultura. A s s o c i a ç õ e s F u n d a ç õ e s. E m p r e s a s C o o p e rativa s. Inclusão Social e Emprego Solidariedade A s s o c i a ç õ e s F u n d a ç õ e s P a r c e r i a Oportunidade Cultura E m p r e s a s C o o p e rativa s Empreendedorismo PORTUGAL Inclusão Social e Emprego Inovação A c o r d o I

Leia mais

PROTOCOLO DE PARCERIA

PROTOCOLO DE PARCERIA Novos Rostos Novos Desafios PROTOCOLO DE PARCERIA Entre: 1.º Outorgante: Associação Novos Rostos... Novos Desafios, Associação de Solidariedade Social, sem fins lucrativos, com sede na Avenida Gago Coutinho,

Leia mais

A experiência do PASSADO, as necessidades do PRESENTE a melhoria do FUTURO REUNIÃO DE TRABALHO NÚCLEOS DA ÁREA DE LISBOA

A experiência do PASSADO, as necessidades do PRESENTE a melhoria do FUTURO REUNIÃO DE TRABALHO NÚCLEOS DA ÁREA DE LISBOA A experiência do PASSADO, as necessidades do PRESENTE a melhoria do FUTURO REUNIÃO DE TRABALHO NÚCLEOS DA ÁREA DE LISBOA 04 Dez 2008 PROJECTO/PROGRAMA CUIDADOS DE SAÚDE / PTSD 2009-2012 OBJECTIVO PRINCIPAL

Leia mais

Ambientes de Trabalho Saudáveis e Produtividade. Samuel Antunes 25.11.15

Ambientes de Trabalho Saudáveis e Produtividade. Samuel Antunes 25.11.15 Ambientes de Trabalho Saudáveis e Produtividade Samuel Antunes 25.11.15 Local de Trabalho Saudável As Organizações que são lugares de trabalho saudáveis: Desenvolvem acções de promoção da saúde física

Leia mais

INOVAÇÃO E SOCIEDADE DO CONHECIMENTO

INOVAÇÃO E SOCIEDADE DO CONHECIMENTO INOVAÇÃO E SOCIEDADE DO CONHECIMENTO O contexto da Globalização Actuação Transversal Aposta no reforço dos factores dinâmicos de competitividade Objectivos e Orientações Estratégicas para a Inovação Estruturação

Leia mais

A Nau dos Loucos, Bosch

A Nau dos Loucos, Bosch Reabilitação e inclusão social: Evolução, princípios e realidades Carina Teixeira Mesa: Desenvolvimento Vocacional e Promoção da Saúde Mental Reabilitação e Inclusão Social de Pessoas com Doenças Mentais

Leia mais

A psicologia tem uma dimensão prática que se integra em vários contextos e instituições sociais: escolas, hospitais, empresas, tribunais, associações

A psicologia tem uma dimensão prática que se integra em vários contextos e instituições sociais: escolas, hospitais, empresas, tribunais, associações PSICOLOGIA APLICADA A psicologia tem uma dimensão prática que se integra em vários contextos e instituições sociais: escolas, hospitais, empresas, tribunais, associações Os níveis de intervenção vão desde

Leia mais

CENTRO DE INFORMAÇÃO EUROPE DIRECT DE SANTARÉM

CENTRO DE INFORMAÇÃO EUROPE DIRECT DE SANTARÉM CENTRO DE INFORMAÇÃO EUROPE DIRECT DE SANTARÉM Assembleia de Parceiros 17 de Janeiro 2014 Prioridades de Comunicação 2014 Eleições para o Parlamento Europeu 2014 Recuperação económica e financeira - Estratégia

Leia mais

Plano estratégico da ADRA Portugal. Siglas 2. Identidade 3 Visão 3 Missão 3. Princípios e Valores 4

Plano estratégico da ADRA Portugal. Siglas 2. Identidade 3 Visão 3 Missão 3. Princípios e Valores 4 Conteúdos: Siglas 2 Identidade 3 Visão 3 Missão 3 Princípios e Valores 4 Objetivos Gerais Meta 1: Responsabilidade Social e Ação Social 6 Meta 2: Cooperação e Ação Humanitária 7 Meta 3: Educação para o

Leia mais

Fórum de Boas Práticas

Fórum de Boas Práticas Câmara Municipal de Torres Vedras Sandra Colaço Fórum de Boas Práticas Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis 28 de Outubro de 2009 TORRES VEDRAS População -72 259(2001) Área 407 Km2 O concelho no país Na

Leia mais

Como sempre, e de acordo com a nossa missão, continuaremos a dar a conhecer a Síndrome de Asperger e a APSA à sociedade em geral.

Como sempre, e de acordo com a nossa missão, continuaremos a dar a conhecer a Síndrome de Asperger e a APSA à sociedade em geral. Plano de Atividades 2016 INTRODUÇÃO O Plano de Atividades para 2016 agora apresentado tem como mote central DAR SENTIDO. Dar Sentido a tudo o que fazemos, o que nos envolve e o que envolve os outros. Centrarse-á

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO 2010 CPCJ

PLANO DE ACÇÃO 2010 CPCJ PLANO DE ACÇÃO 2010 CPCJ COMISSÃO DE PROTECÇÃO DE CRIANÇAS E JOVENS DO PESO DA RÉGUA Modalidade Alargada Divulgar os Direitos da Criança na Comunidade OBJECTIVOS ACÇÕES RECURSOS HUMANOS DA CPCJ RECURSOS

Leia mais

SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE S. JOÃO DA MADEIRA REGULAMENTO INTERNO EQUIPA DE INTERVENÇÃO DIRECTA

SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE S. JOÃO DA MADEIRA REGULAMENTO INTERNO EQUIPA DE INTERVENÇÃO DIRECTA Artigo 1º Âmbito 1. Este regulamento aplica-se à resposta social Equipa de Intervenção Directa (EID) resposta social dirigida à população toxicodependente, da Unidade de Apoio a Toxicodependentes e Seropositivos

Leia mais

B O L E T I M D E O U T O N O 2 0 1 4

B O L E T I M D E O U T O N O 2 0 1 4 C R I D E C O I M B R A B O L E T I M D E O U T O N O 2 0 1 4 Editorial Neste Boletim Paula Carriço Médica Psiquiatra Coordenadora Técnica do CRI de Coimbra C de criatividade e confiança. R de respeito

Leia mais

Vereadora Corália Loureiro. Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis

Vereadora Corália Loureiro. Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis Poder Local e Cidades d Saudáveis Vereadora Corália Loureiro Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis II Simpósio Internacional de Saúde Ambiental e a Construção de Cidades Saudáveis - IGOT - UL 6 Dezembro

Leia mais

Assunto: Fibromialgia Nº: 45/DGCG DATA: 09/09/05. Administrações Regionais de Saúde e Médicos dos Serviços Prestadores de Cuidados de Saúde

Assunto: Fibromialgia Nº: 45/DGCG DATA: 09/09/05. Administrações Regionais de Saúde e Médicos dos Serviços Prestadores de Cuidados de Saúde Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa Assunto: Fibromialgia Nº: 45/DGCG DATA: 09/09/05 Para: Contacto na DGS: Administrações Regionais de Saúde e Médicos dos Serviços Prestadores

Leia mais

Proposta de Plano de Ação 2012/2013 CONSELHO LOCAL DE AÇÃO SOCIAL DE PENALVA DO CASTELO

Proposta de Plano de Ação 2012/2013 CONSELHO LOCAL DE AÇÃO SOCIAL DE PENALVA DO CASTELO Proposta de Plano de Ação 2012/ 1 Proposta de Plano de Ação 2012/ Eixo de Desenvolvimento: Promover a qualificação escolar/profissional, o empreendedorismo e a empregabilidade. Objetivo geral: Dinamização

Leia mais

(1) Qual a importância da saúde mental da população para os objectivos estratégicos da EU, tal como indicado em secção 1?

(1) Qual a importância da saúde mental da população para os objectivos estratégicos da EU, tal como indicado em secção 1? Respostas às questões da secção 8 do LIVRO VERDE Melhorar a saúde mental da população Rumo a uma estratégia de saúde mental para a União Europeia Bruxelas 14.10.2005 (1) Qual a importância da saúde mental

Leia mais

Comissão Social de Freguesia de São Julião do Tojal

Comissão Social de Freguesia de São Julião do Tojal Acta Constituinte Comissão Social de Freguesia de São Julião do Tojal ( Resolução do Conselho de Ministros, 197/97 de 17 de Novembro, com as alterações introduzidas pela Declaração de Rectificação nº10-0/98

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DE SITUAÇÕES DE NEGLIGÊNCIA, ABUSOS E MAUS TRATOS (PREVENÇÃO E INTERVENÇÃO)

MANUAL DE GESTÃO DE SITUAÇÕES DE NEGLIGÊNCIA, ABUSOS E MAUS TRATOS (PREVENÇÃO E INTERVENÇÃO) DR 22.04 Versão 2 MANUAL DE GESTÃO DE SITUAÇÕES DE NEGLIGÊNCIA, ABUSOS E MAUS TRATOS (PREVENÇÃO E INTERVENÇÃO) Resposta Social: Estrutura Residencial para Idosos Prestamos Serviços de Qualidade Aldeia

Leia mais

FORMAÇÃO ACREDITADA PARA PROFESSORES 2015/2016

FORMAÇÃO ACREDITADA PARA PROFESSORES 2015/2016 FORMAÇÃO ACREDITADA PARA PROFESSORES 2015/2016 QUEM SOMOS A APF Associação para o Planeamento da Família, é uma Organização Não Governamental com estatuto de IPSS (Instituição Particular de Solidariedade

Leia mais

Direcção-Geral da Solidariedade e Segurança Social

Direcção-Geral da Solidariedade e Segurança Social Direcção-Geral da Solidariedade e Segurança Social Janeiro/2004 INTRODUÇÃO A experiência da acção social no âmbito da intervenção e acompanhamento das famílias em situação de grande vulnerabilidade social,

Leia mais

São igualmente tidas em conta situações de pobreza e de exclusão social que necessitam um tratamento específico no âmbito do PRODESA.

São igualmente tidas em conta situações de pobreza e de exclusão social que necessitam um tratamento específico no âmbito do PRODESA. 1. Medida 3.4: Apoio ao desenvolvimento do Emprego e da Formação Profissional 2. Descrição: A Medida Apoio ao desenvolvimento do Emprego e Formação Profissional do PRODESA visa criar as condições para

Leia mais

Figura 1: Processo de implementação da Rede Social. 04

Figura 1: Processo de implementação da Rede Social. 04 Índice de Quadros, Gráficos, Imagens, Figuras e Diagramas Introdução 01 Figura 1: Processo de implementação da Rede Social. 04 Parte I: Enquadramentos da Intervenção Social no Concelho de Bragança 08 Quadro

Leia mais

Rede Social de Gondomar

Rede Social de Gondomar Rede Social de Gondomar Plano de Desenvolvimento Social 2009 2011 Junho de 2009 (Aprovado em Reunião Plenária do CLAS G de 07 de Julho de 2009, Reunião de Câmara de 19 de Novembro de 2009 e Assembleia

Leia mais

EUNEDS INTRODUÇÃO FINALIDADE E OBJECTIVOS

EUNEDS INTRODUÇÃO FINALIDADE E OBJECTIVOS EUNEDS INTRODUÇÃO O mandato para desenvolver uma Estratégia para a Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS) decorre da declaração apresentada pelos ministros do ambiente da CEE/ONU na 5ª Conferência

Leia mais

6$Ó'(2&83$&,21$/ 4XHUHOHYkQFLD"

6$Ó'(2&83$&,21$/ 4XHUHOHYkQFLD 6$Ó'(2&83$&,21$/ 4XHUHOHYkQFLD" 5LFDUGR3DLV Kofi Annan, Secretário Geral O.N.U.: " Saúde e Segurança dos trabalhadores é parte integrante da segurança humana. Como agência líder das Nações Unidas pela

Leia mais

A PROMOÇÃO DA SAÚDE A CARTA DE OTTAWA

A PROMOÇÃO DA SAÚDE A CARTA DE OTTAWA A PROMOÇÃO DA SAÚDE A CARTA DE OTTAWA A primeira Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde, realizada em Ottawa em 21 de Novembro de 1986, aprovou a presente Carta, que contém as orientações para

Leia mais

Rede Social - Conselho Local de Acção Social de Coruche (CLAS) PLANO DE ACÇÃO ANUAL 2009

Rede Social - Conselho Local de Acção Social de Coruche (CLAS) PLANO DE ACÇÃO ANUAL 2009 Rede Social - Conselho Local de Acção Social de Coruche (CLAS) PLANO DE ACÇÃO ANUAL 2009 1 1. ÁREA DE INTERVENÇÃO ACÇÃO SOCIAL Promover a integração social dos grupos socialmente mais vulneráveis * Romper

Leia mais

PROGRAMA DE INTERVENÇÃO EM OBESIDADE INFANTIL. Centro de Saúde da Marinha Grande Ana Laura Baridó

PROGRAMA DE INTERVENÇÃO EM OBESIDADE INFANTIL. Centro de Saúde da Marinha Grande Ana Laura Baridó PROGRAMA DE INTERVENÇÃO EM OBESIDADE INFANTIL Centro de Saúde da Marinha Grande Ana Laura Baridó 1 A obesidade é considerada a epidemia do séc. XXI (OMS) Em Portugal tem vindo a aumentar vertiginosamente

Leia mais

Estudo epidemiológico realizado de 4 em 4 anos, em colaboração com a Organização Mundial de Saúde.

Estudo epidemiológico realizado de 4 em 4 anos, em colaboração com a Organização Mundial de Saúde. Mafalda Ferreira, Margarida Gaspar de Matos, Celeste Simões & Equipa Aventura Social Estudo epidemiológico realizado de 4 em 4 anos, em colaboração com a Organização Mundial de Saúde. Objectivo: Conhecer

Leia mais

REDE SOCIAL DIAGNÓSTICO SOCIAL

REDE SOCIAL DIAGNÓSTICO SOCIAL REDE SOCIAL INQUÉRITOS POR QUESTIONÁRIO ASSOCIAÇÕES INQUÉRITO POR QUESTIONÁRIO ÁS ASSOCIAÇÕES DO CONCELHO DE A pobreza e a exclusão social embora não sendo fenómenos recentes, têm vindo a surgir nas nossas

Leia mais

10 anos no papel de mãe

10 anos no papel de mãe 10 anos no papel de mãe autodeterminação proteção legal ativação de direitos aceitação respeito inclusão Qualidade de vida 1 o estudo ( ) também não é de somenos traçar um diagnóstico que permita a uma

Leia mais

3.4. EDUCAÇÃO. Problemas Sociais Identificados. Problemas Sociais Priorizados. 3.4.1. Educação: Enquadramento: Alunos sem projecto de vida

3.4. EDUCAÇÃO. Problemas Sociais Identificados. Problemas Sociais Priorizados. 3.4.1. Educação: Enquadramento: Alunos sem projecto de vida 3.4. EDUCAÇÃO Problemas Sociais Identificados Insucesso escolar Falta de expectativas socioprofissionais Alunos sem projecto de vida Expectativas inadequadas para famílias Problemas Sociais Priorizados

Leia mais