CENTRO DE AMBULATÓRIO PEDIÁTRICO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CENTRO DE AMBULATÓRIO PEDIÁTRICO"

Transcrição

1 PROJECTO CENTRO DE AMBULATÓRIO PEDIÁTRICO do Hospital de Santa Maria

2 CENTRO DE AMBULATÓRIO PEDIÁTRICO MARIA RAPOSA Todos os anos, um número crescente de crianças, dos 0 aos 18 anos de idade, são assistidas no nosso Departamento de Pediatria. Muitas têm doença crónica e são referenciadas de outros hospitais de Lisboa, Alentejo e Algarve. As crianças com doença crónica necessitam de cuidados multidisciplinares pois são situações complexas, de longa duração, com indicação para tecnologias sofisticadas e aprendizagem para uma auto-gestão da doença. O Departamento de Pediatria do Hospital de Santa Maria é um dos mais diferenciados nos cuidados de saúde à criança e ao adolescente mas a competência dos profissionais não é suficiente. Precisamos de condições para tratar estas crianças e famílias HOSPITAL de DIA e CONSULTA, com a dignidade que merecem. É, assim, urgente a criação de um CENTRO DE AMBULATÓRIO PEDIÁTRICO, que permita os melhores cuidados. Propomos um semi pré-fabricado de longa duração, com dois pisos, na mesma área de implantação, mantendo o nosso parque infantil, a horta pedagógica e as árvores centenárias que rodeiam o actual pavilhão. Percebemos as dificuldades na actual crise financeira mas não é um luxo, é a nossa forma de proteger o futuro das nossas crianças. Contamos com a ajuda de todos! Maria do Céu Soares Machado Directora do Departamento de Pediatria do Hospital de Santa Maria Presidente da Associação para as Crianças de Santa Maria

3 Maria Raposa, a nossa mascote SABIA QUE... No Hospital Santa Maria, em 2011, os nossos profissionais - médicos, enfermeiros, psicólogos, terapeutas, educadoras, professoras e técnicas do serviço social - cuidaram das nossas crianças em consultas, episódios de urgência, 2916 internamentos e 7001 sessões de Hospital de Dia. Objectivo do Projecto Criação de um pavilhão semi pré fabricado para Hospital de Dia Pediátrico, Consulta Externa, Serviço de Genética e Psiquiatria da Infância e Adolescência, constituindo, num local único, um espaço amigo das crianças e permitindo o desenvolvimento de acções de sensibilização para os pais. Descrição dos serviços prestados no Departamento de Pediatria do Hospital de Santa Maria/Centro Hospitalar de Lisboa Norte, EPE 1. Hospital de Dia Pediátrico Definição: O Hospital de Dia Pediátrico (HDP) é uma estrutura organizacional integrada num Serviço de Pediatria, com espaço físico e meios técnicos próprios e recursos humanos qualificados que prestam cuidados de saúde de modo programado, a

4 crianças e jovens dos 0 aos 18 anos, em ambulatório, como alternativa ao internamento, por um período inferior a 12 horas e sem estadia durante a noite. Objectivos: O principal objectivo do HDP é oferecer um atendimento especializado e tecnicamente qualificado, em regime ambulatório, em alternativa ao internamento hospitalar, nomeadamente: a) Permitir altas hospitalares precoces, dando seguimento imediato aos cuidados até à estabilização clínica ou à alta definitiva. b) Adaptar a complexa assistência hospitalar às necessidades da criança e adolescente com doença crónica e/ou necessidades especiais. c) Permitir administração de fármacos por via parentérica e vigilância de efeitos adversos. d) Realizar explorações diagnósticas especiais e outros procedimentos como colheita de amostras microbiológicas, testes cutâneos, provas de provocação, punções lombares e ganglionares, biópsias e pensos complexos. e) Manter as vias e meios necessários à administração terapêutica. f) O HDP poderá ainda proceder à monitorização e vigilância clínica de curta duração de: procedimentos realizados de acordo com o conceito de cirurgia ambulatória, quando não exista unidade com recobro próprio; e procedimentos em que há necessidade de apoio anestésico e vigilância posterior. A admissão de uma criança no Hospital só deve ter lugar quando os cuidados necessários à sua doença não possam ser prestados em casa, em consulta externa ou em HDP. Este é o primeiro dos dez princípios da Carta da Criança Hospitalizada, promovida pela EACH, aprovada em Leiden, em 1988, por várias associações

5 europeias e seguida por todos os profissionais que prestam cuidados hospitalares à criança e adolescente. A criação de um HDP facilita o cumprimento deste princípio pois possibilita a prestação de cuidados especializados sem internamento assim como altas precoces, factores importantes neste grupo etário e na família. Citando ainda a Carta da Criança Hospitalizada, salienta-se o sexto princípio: As crianças não devem ser admitidas em serviços de adultos. Devem ficar reunidas por grupos etários.... É aceite actualmente, e mesmo exigido pelos critérios internacionais de qualidade que todos os internamentos em idade pediátrica devem ser efectuados preferencialmente em serviços de Pediatria, o que coloca problemas complexos por falta de vagas, protelando-se muitas vezes cirurgias programadas em ORL, Oftalmologia, Cirurgia Plástica, Ortopedia. A criação de um Hospital de Dia Pediátrico facilita também o cumprimento destes princípios, seja possibilitando o recobro cirúrgico seja através de uma maior rotatividade das camas no internamento. Este texto teve por base o documento aprovado pela Direcção-Geral de Saúde (DGS), intitulado Hospital de Dia Recomendações para o seu desenvolvimento, com as modificações inerentes ao grupo etário dos 0 aos 18 anos. Situação actual no Serviço de Pediatria: Actualmente são seis os Hospitais de Dia dispersos por dois Serviços, seis Unidades Funcionais e por quatro pisos: Infecto, Gastro, Pneumo, Nefro, Hematologia, Metabólicas, Endocrinologia e Cirurgia. Ees HDP, devem ser integrados numa única estrutura organizacional, o Centro de Ambulatório Pediátrico, com espaço físico e meios técnicos próprios, como alternativa ao internamento, por um período inferior a 12 horas e sem estadia durante a noite. Deve estar centralizado no ambulatório pediátrico, com três salas independentes, das

6 quais uma para isolamento e outra específica para Psiquiatria da Infância e Adolescência. A dimensão deve permitir o atendimento de, pelo menos, 40 doentes/dia, acesso directo do exterior e um circuito fácil e rápido com os Serviços/Unidades Funcionais, para melhor optimização dos profissionais, equipamento e instalações. 2. Na Consulta Externa do Departamento de Pediatria são prestadas consultas, nas seguintes especialidades: Benefício: Número de Consultas Externas Consulta Externa 2011 Estimativa 2012 Previsão 2013 Consultas Médicas ª Consultas Consultas Subsequentes Taxa de 1ª Consultas 26,5% 23,7% 26,6% Consultas Não Médicas ª Consultas Consultas Subsequentes Serviço de Genética Este serviço tem como objectivo fazer o diagnóstico, prevenção e terapêutica das Doenças Genéticas, bem como dedicar-se ao ensino Pré-Graduado e Pós-Graduado (incluindo Internato Médico) da Genética Médica. Este serviçoo encontra-se no meio do internamento, quando deveria funcionar numa unidade de ambulatório, no futuro Centro de Ambulatório Pediátrico. Benefício: número de consultas de Genética

7 Consulta Externa de Genética 2011 Estimativa 2012 Previsão 2013 Consultas Médicas ª Consultas Consultas Subsequentes Taxa de 1ª Consultas 60,5% 62,8% 65,5% Consultas Não Médicas ª Consultas Consultas Subsequentes MCDT Total de Exames Consulta de Psiquiatria da Adolescência Presta atendimento até aos 14 anos e 364 dias de crianças da área de referência do hospital e das com doença crónica seguidas no Departamento. Dá apoio aos doentes internados, nomeadamente nos cuidados intensivos; Faz a articulação com a comunidade nomeadamente Centros de Saúde e instituições; Presta actividade assistencial, média anual: 7500 consultas, das quais 4500 de psicologia; articulação com a Psiquiatria de Adultos (2010): 5300 consultas. A equipa é constituída por uma coordenadora, duas assistentes (uma graduada), sete psicólogas, uma enfermeira de psiquiatria e saúde mental e uma assistente social, em tempo parcial. A Rede de Referenciação da Psiquiatria da Infância e da Adolescência (2011) determina um acréscimo de 59% da população abrangida. Também esta Consulta deverá ser integrada em ambulatório. Perfil do novo serviço, integrado do Centro de Ambulatório Pediátrico: actividade em ambulatório (Consulta e Hospital de Dia). Áreas a desenvolver: Unidade de Primeira

8 Infância e Intervenção precoce; Pedopsiquiatria Forense, Saúde Mental de Ligação e Articulação com a Comunidade. Equipa proposta: seis pedopsiquiatras, 10 psicólogos, duas assistentes sociais, dois enfermeiros, e em regime de 20h semanais - 1 Técnico de Psicomotricidade / Terapeuta Ocupacional, um Terapeuta da Fala, Educadora/Professora de Ensino Especial, um Técnico de Expressões Artísticas. Colaboração na Formação pré-graduada da Faculdade de Medicina de Lisboa; Internato específico de Psiquiatria da Infância e Adolescência; Estágios de Mestrado Integrado e de estágios profissionais, na área da Psicologia Clínica, de Enfermagem na área da Saúde Mental e Psiquiátrica; Investigação.

9 Maquetas de Projecto do novo CENTRO DE AMBULATÓRIO PEDIÁTRICO

PARECER N.º 2 / 2012

PARECER N.º 2 / 2012 PARECER N.º 2 / 2012 DOTAÇÃO DE PESSOAL NO SERVIÇO DE PEDIATRIA ONCOLÓGICA 1. A questão colocada Solicitar o parecer da Ordem acerca da dotação de pessoal no serviço de Pediatria Oncológica, dado que não

Leia mais

Nº de Utilizadores do Hospital Psiquiátrico. Nº de Utilizadores do Hospital Psiquiátrico. Fecho (Ano N-2) Estimado (Ano N-1) Acumulado (Ano N)

Nº de Utilizadores do Hospital Psiquiátrico. Nº de Utilizadores do Hospital Psiquiátrico. Fecho (Ano N-2) Estimado (Ano N-1) Acumulado (Ano N) Q 2 Número de Utilizadores do Hospital (P) Instituições Unidade Local de Saúde de Castelo Branco, EPE Agr. Scenario Contratualização Time Dezembro 2012 Área de Influência Fora da Área de Influência Notas:

Leia mais

Unidades prestadores de cuidados de saúde do SNS. Departamento da Qualidade na Saúde (dqs@dgs.pt)

Unidades prestadores de cuidados de saúde do SNS. Departamento da Qualidade na Saúde (dqs@dgs.pt) NÚMERO: 006/2015 DATA: 08/04/2015 ASSUNTO: Gestão Integrada da Obesidade Requisitos para Centros de Tratamento Cirúrgico de Obesidade PALAVRAS-CHAVE: Tratamento Cirúrgico de Obesidade, Obesidade PARA:

Leia mais

Código: CHCB.PI.FMED.01 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas:1 de 10. 1. Objectivo. 2. Aplicação

Código: CHCB.PI.FMED.01 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas:1 de 10. 1. Objectivo. 2. Aplicação Código: CHCB.PI.FMED.01 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas:1 de 10 1. Objectivo Este procedimento tem como objectivo definir os procedimentos adoptados para o Serviço de Medicina do. 2. Aplicação Este procedimento

Leia mais

REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA

REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA Índice Capítulo I Disposições gerais Secção I Noção, âmbito e objectivos Art.º 1 - Noção e âmbito material Art.º 2 - Objectivos

Leia mais

Identificação da empresa

Identificação da empresa Identificação da empresa O Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, EPE, criado através do Decreto Lei n.º 326/2007 de 28 de Setembro, com início de actividade a 1 de Outubro de 2007, resultou da fusão de

Leia mais

REDE DE REFERENCIAÇÃO DE OFTALMOLOGIA - SERVIÇO DE URGÊNCIA ANO DE 2008

REDE DE REFERENCIAÇÃO DE OFTALMOLOGIA - SERVIÇO DE URGÊNCIA ANO DE 2008 REDE DE REFERENCIAÇÃO DE OFTALMOLOGIA - SERVIÇO DE URGÊNCIA ANO DE 2008 A. No âmbito da política de requalificação dos Serviços de Urgência, no sentido de racionalizar recursos humanos disponíveis, tentando

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DOS SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO

REGIMENTO INTERNO DOS SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO REGIMENTO INTERNO DOS SERVIÇOS DE PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO Artigo 1º Objectivo e Âmbito 1. Os (SPO) constituem um dos Serviços Técnico-Pedagógicos previsto no artigo 25º alínea a) do Regulamento Interno

Leia mais

A REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS

A REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS CAD 8 27/9/7 14:28 Page 6 A REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS LUÍS PISCO COORDENADOR DA MISSÃO PARA OS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS. O Programa do XVII Governo Constitucional (1), na área da saúde,

Leia mais

CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO E PREVENÇÃO NA PRIMEIRA INFÂNCIA

CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO E PREVENÇÃO NA PRIMEIRA INFÂNCIA 1 CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO E PREVENÇÃO NA PRIMEIRA INFÂNCIA ENQUADRAMENTO Um projecto de prevenção em saúde mental na área da primeira infância implica sempre uma união de esforços e um trabalho em conjunto

Leia mais

Escolher um programa de cuidados infantis

Escolher um programa de cuidados infantis Escolher um programa de cuidados infantis A escolha de um programa de cuidados infantis é uma opção muito pessoal para cada família. O melhor programa é aquele que mais tem a ver com a personalidade, gostos,

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO. Unidade de Cuidados na Comunidade de XXXXXXXXXX

REGULAMENTO INTERNO. Unidade de Cuidados na Comunidade de XXXXXXXXXX Administração Regional de Saúde d Agrupamento de Centros de Saúde XXXXXXXX REGULAMENTO INTERNO Unidade de Cuidados na Comunidade de XXXXXXXXXX Localidade Mês / Ano Índice Introdução... 3 Capítulo I: Disposições

Leia mais

Estágio Opcional em Anestesia Fora do Bloco Operatório

Estágio Opcional em Anestesia Fora do Bloco Operatório Estágio Opcional em Anestesia Fora do Bloco Operatório Serviço de Anestesiologia Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra José Pedro Alves Ribeiro Coordenação Assistente Graduado do Centro Hospitalar

Leia mais

ARS Algarve,IP lança nova página institucional

ARS Algarve,IP lança nova página institucional ARS Algarve,IP lança nova página institucional A Administração Regional de Saúde do Algarve disponibiliza desde o início de maio uma nova página institucional, criada com recursos da instituição, com o

Leia mais

CURSO DE SUPORTE BÁSICO DE VIDA PARA FARMACÊUTICOS

CURSO DE SUPORTE BÁSICO DE VIDA PARA FARMACÊUTICOS CURSO DE SUPORTE BÁSICO DE VIDA PARA FARMACÊUTICOS ADMINISTRAÇÃO DE VACINAS E MEDICAMENTOS INJECTÁVEIS EM FARMÁCIA COMUNITÁRIA Formação Inicial Conducente à Certificação A Portaria 1429/2007, de 2 de Novembro,

Leia mais

Identificação da Empresa. Missão. Visão

Identificação da Empresa. Missão. Visão Identificação da Empresa Designação social: Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE Sede: Rua José António Serrano, 1150-199 - Lisboa Natureza jurídica: Entidade Pública Empresarial Início de actividade:

Leia mais

NÃO HÁ MEMÓRIA DE UMA CAUSA ASSIM

NÃO HÁ MEMÓRIA DE UMA CAUSA ASSIM NÃO HÁ MEMÓRIA DE UMA CAUSA ASSIM CONTACTOS ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE FAMILIARES E AMIGOS DE DOENTES DE ALZHEIMER SEDE Av. de Ceuta Norte, Lote 15, Piso 3 - Quinta do Loureiro 1300-125 Lisboa Tel: 213 610

Leia mais

Hospital de Santo Espirito da Ilha Terceira e a sua articulação com as Unidades de Saúde de Ilha da RAA. Paula Moniz

Hospital de Santo Espirito da Ilha Terceira e a sua articulação com as Unidades de Saúde de Ilha da RAA. Paula Moniz Hospital de Santo Espirito da Ilha Terceira e a sua articulação com as Unidades de Saúde de Ilha da RAA Paula Moniz VISÃO O Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira, EPER pretende ser uma instituição

Leia mais

2º CURSO DE MESTRADO EM ENFERMAGEM: ÁREA DE ESPECIALIZAÇÃO DE GESTÃO EM ENFERMAGEM DOCUMENTO ORIENTADOR

2º CURSO DE MESTRADO EM ENFERMAGEM: ÁREA DE ESPECIALIZAÇÃO DE GESTÃO EM ENFERMAGEM DOCUMENTO ORIENTADOR 2º CURSO DE MESTRADO EM ENFERMAGEM: ÁREA DE ESPECIALIZAÇÃO DE GESTÃO EM ENFERMAGEM DOCUMENTO ORIENTADOR Lisboa 2010 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. NATUREZA E JUSTIFICAÇÃO DO CURSO 3. COMPETÊNCIAS TRANSVERSAIS

Leia mais

- organização de serviços baseada nos princípios de universalidade, hierarquização, regionalização e integralidade das ações;

- organização de serviços baseada nos princípios de universalidade, hierarquização, regionalização e integralidade das ações; PORTARIA N 224/MS, DE 29 DE JANEIRO DE 1992. item 4.2 alterada(o) por: Portaria nº 147, de 25 de agosto de 1994 O Secretário Nacional de Assistência à Saúde e Presidente do INAMPS, no uso das atribuições

Leia mais

PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015

PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015 PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015 APROVADO EM SESSÃO PLENÁRIA DO CLAS 21 DE MAIO DE 2013 1 NOTA INTRODUTÓRIA O Diagnóstico Social constituiu a base de trabalho da ação dos Parceiros Locais.

Leia mais

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições 1980L0155 PT 31.07.2001 002.001 1 Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições B DIRECTIVA DO CONSELHO de 21 de Janeiro de 1980 que tem por objectivo a coordenação

Leia mais

Planificação dos Serviços Farmacêuticos

Planificação dos Serviços Farmacêuticos Planificação dos Serviços Farmacêuticos As modificações introduzidas na Farmácia Hospitalar nas últimas duas décadas Pressupôs uma reorganização e uma nova planificação das estruturas existentes Objectivos

Leia mais

COORDENADOR AUTORES. Lista de Autores

COORDENADOR AUTORES. Lista de Autores Lista de Autores COORDENADOR Pedro Monteiro Psiquiatra da Infância e Adolescência, com formação em Terapia Familiar, Psicodrama e Terapias Cognitivo-comportamentais; Membro do Núcleo de Doenças do Comportamento

Leia mais

Comissão Regional da Saúde da Mulher da Criança e Adolescente

Comissão Regional da Saúde da Mulher da Criança e Adolescente Comissão Regional da Saúde da Mulher da Criança e Adolescente Janeiro 2012 [Relatório de Actividades e Plano de acção para 2012] [ARS Centro] Comissão Regional da Saúde da Mulher, Criança e Adolescente

Leia mais

Curso de suporte Básico de Vida para Farmacêuticos

Curso de suporte Básico de Vida para Farmacêuticos Curso de suporte Básico de Vida para Farmacêuticos e Administração de Vacinas e Medicamentos Injectáveis em Farmácia Comunitária -Formação Inicial Conducente à Certificação A Portaria 1429/2007, de 2 de

Leia mais

S.R. DA SAÚDE Portaria n.º 58/2015 de 6 de Maio de 2015

S.R. DA SAÚDE Portaria n.º 58/2015 de 6 de Maio de 2015 S.R. DA SAÚDE Portaria n.º 58/2015 de 6 de Maio de 2015 A redução de listas de espera cirúrgicas, de consultas e de meios complementares de diagnóstico e terapêutica para tempos de espera clinicamente

Leia mais

NASCER COM QUALIDADE

NASCER COM QUALIDADE HOSPITAL DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO, EPE - BARREIRO NASCER COM QUALIDADE Em 2007 registámos 1900 partos. Crescemos relativamente a 2006. Prestamos cuidados diferenciados de excelência à grávida e à puérpera.

Leia mais

SINDICATO DOS ENFERMEIROS PORTUGUESES. Direcção Regional de Faro ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA NO CONCELHO DE LOULÉ

SINDICATO DOS ENFERMEIROS PORTUGUESES. Direcção Regional de Faro ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA NO CONCELHO DE LOULÉ ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA NO CONCELHO DE LOULÉ Este documento retrata o estado dos serviços públicos de saúde, sobretudo no que concerne aos cuidados de enfermagem e pretende descrever as dificuldades com

Leia mais

III CONGRESSO DE TRAUMA DO VALE DO PARAÍBA

III CONGRESSO DE TRAUMA DO VALE DO PARAÍBA TRAUMA 2010 III CONGRESSO DE TRAUMA DO VALE DO PARAÍBA SÃO JOSÉ DOS CAMPOS TRAUMA FAST TRACK ORGANIZAÇÃO DOS CUIDADOS HOSPITALARES URGENTES AO DOENTE TRAUMATIZADO - UMA VIA VERDE PARA O TRAUMA Carlos Mesquita

Leia mais

A estratégia nacional para a melhoria da higiene das mãos em 10 perguntas

A estratégia nacional para a melhoria da higiene das mãos em 10 perguntas A estratégia nacional para a melhoria da higiene das mãos em 10 perguntas Patrocinador do Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Infecção Associada aos Cuidados de Saúde Índice 1. O que é a estratégia

Leia mais

Eu não sou eu nem sou o outro, sou qualquer coisa de intermédio (Mário de Sá-Carneiro)

Eu não sou eu nem sou o outro, sou qualquer coisa de intermédio (Mário de Sá-Carneiro) Eu não sou eu nem sou o outro, sou qualquer coisa de intermédio (Mário de Sá-Carneiro) Casa de Saúde da Idanha - Respostas assistenciais e terapêuticas para a população com deficiência intelectual Encontro

Leia mais

O CHCB emprega mais de 1400 colaboradores;

O CHCB emprega mais de 1400 colaboradores; Inaugurado em 17 Janeiro de 2000, o CHCB foi construído segundo padrões de alta qualidade, sujeito às mais rigorosas exigências tecnológicas. É a maior e mais sofisticada Unidade de Saúde de toda a Região

Leia mais

CURSO DE SUPORTE BÁSICO DE VIDA PARA FARMACÊUTICOS

CURSO DE SUPORTE BÁSICO DE VIDA PARA FARMACÊUTICOS CURSO DE SUPORTE BÁSICO DE VIDA PARA FARMACÊUTICOS ADMINISTRAÇÃO DE VACINAS E MEDICAMENTOS INJECTÁVEIS EM FARMÁCIA COMUNITÁRIA Formação Inicial Conducente à Certificação A Portaria 1429/2007, de 2 de Novembro,

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa

Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa Assunto: Medidas preventivas de comportamentos agressivos/violentos de doentes - contenção física Nº: 08/DSPSM/DSPCS DATA: 25/05/07 Para: Contacto na DGS: ARS, Hospitais do SNS, Serviços Locais e Regionais

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa

Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa Assunto: Para: Organização de Serviços de Segurança e Saúde do Trabalho/Saúde Ocupacional (SST/SO) nos Cuidados Primários de Saúde - ACES e Sede de ARS(s) Todos os serviços do Ministério da Saúde Nº: 05/DSPPS/DCVAE

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA-GERAL

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA-GERAL Circular Normativa Nº 01 Data 12/01/2006 Para conhecimento de todos os serviços e estabelecimentos dependentes do Ministério da Saúde ASSUNO: Regime de trabalho de horário acrescido Critérios. A Circular

Leia mais

MAPA ANEXO. Grupos de pessoal Nível Área funcional Carreira Categoria

MAPA ANEXO. Grupos de pessoal Nível Área funcional Carreira Categoria 3464 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o 163 17-7-1998 PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS E MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DA SAÚDE Portaria n. o 413/98 17 Julho O quadro pessoal do Hospital Sousa Martins

Leia mais

PLANO DE TRABALHO. Do Serviço de Psicologia e Orientação

PLANO DE TRABALHO. Do Serviço de Psicologia e Orientação ESCOLA SECUNDÁRIA DAS LARANJEIRAS Proposta de PLANO DE TRABALHO Do Serviço de Psicologia e Orientação A Psicóloga: Sara Quaresma ANO LECTIVO 2010/2011 PLANO DE TRABALHO Ao longo deste ano lectivo serão

Leia mais

hospital de dia oncológico

hospital de dia oncológico guia do chtmad nota introdutória Sempre a pensar em si e para que possa beneficiar na totalidade de todos os nossos serviços, apresentam-se algumas informações que se consideram ser do seu interesse. Lembramos

Leia mais

Filosofia de trabalho e missões

Filosofia de trabalho e missões Filosofia de trabalho e missões As atividades de ensino e assistência na UTI Neonatal do Hospital São Paulo, Hospital Universitário da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (HPS-EPM/Unifesp),

Leia mais

A Fundação do ABC, por meio da Central de Convênios C,C.,TORNA PÚBLICO os Gabaritos das Provas realizadas em 12/01/2014.

A Fundação do ABC, por meio da Central de Convênios C,C.,TORNA PÚBLICO os Gabaritos das Provas realizadas em 12/01/2014. FUNDAÇÃO DO ABC - CENTRAL DE CONVÊNIOS COMPLEXO HOSPITALAR MUNICIPAL DE SÃO BERNARDO DO CAMPO (HOSPITAL MUNICIPAL UNIVERSITÁRIO / HOSPITAL ANCHIETA / HOSPITAL E PRONTO SOCORRO CENTRAL / HOSPITAL DE CLÍNICAS

Leia mais

A experiência do PASSADO, as necessidades do PRESENTE a melhoria do FUTURO REUNIÃO DE TRABALHO NÚCLEOS DA ÁREA DE LISBOA

A experiência do PASSADO, as necessidades do PRESENTE a melhoria do FUTURO REUNIÃO DE TRABALHO NÚCLEOS DA ÁREA DE LISBOA A experiência do PASSADO, as necessidades do PRESENTE a melhoria do FUTURO REUNIÃO DE TRABALHO NÚCLEOS DA ÁREA DE LISBOA 04 Dez 2008 PROJECTO/PROGRAMA CUIDADOS DE SAÚDE / PTSD 2009-2012 OBJECTIVO PRINCIPAL

Leia mais

Programa para a Reabilitação de Pessoas com Comportamentos Adictos

Programa para a Reabilitação de Pessoas com Comportamentos Adictos Programa para a Reabilitação de Pessoas com Comportamentos Adictos Introdução Os comportamentos adictos têm vindo a aumentar na nossa sociedade. Os problemas, ao nível do local e das relações no trabalho,

Leia mais

Agrupamento de Escolas D. Lourenço Vicente. Proposta para apoio em Terapia da Fala e Psicologia

Agrupamento de Escolas D. Lourenço Vicente. Proposta para apoio em Terapia da Fala e Psicologia Proposta para apoio em Terapia da Fala e Psicologia Centro de Apoio e Intervenção no Desenvolvimento Infantil PROJETO AIDI I. Exposição Na atualidade, os recursos técnicos disponíveis nos jardins-de-infância

Leia mais

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO E DOS EDUCADORES DE INFÂNCIA Considerando as orientações políticas

Leia mais

ESTUDOS AVANÇADOS EM ANESTESIOLOGIA PEDIÁTRICA

ESTUDOS AVANÇADOS EM ANESTESIOLOGIA PEDIÁTRICA Serviço de Anestesiologia do Centro Hospitalar do Porto Director de Serviço Dr. Humberto Machado Março de 2014 ESTUDOS AVANÇADOS EM ANESTESIOLOGIA PEDIÁTRICA Conforme o Diário da República 1ª série nº18-26

Leia mais

MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO DOS ESTÁGIOS

MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO DOS ESTÁGIOS INSTI INSTUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES MESTRADO EM PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES GUIA DE ORGANIZAÇÃO E DE FUNCIONAMENTO

Leia mais

Reunião Nacional das Comissões de Ética PERSPECTIVAS FUTURAS DA INVESTIGAÇÃO CLÍNICA EM PORTUGAL

Reunião Nacional das Comissões de Ética PERSPECTIVAS FUTURAS DA INVESTIGAÇÃO CLÍNICA EM PORTUGAL Reunião Nacional das Comissões de Ética PERSPECTIVAS FUTURAS DA INVESTIGAÇÃO CLÍNICA EM PORTUGAL Recursos Humanos Financiamento Condições Legais: Lei de Investigação Clínica Fundo para a Investigação em

Leia mais

PROJECTO DE MAPA DE PESSOAL DO INEM PARA 2009 ELABORADO NOS TERMOS DO ART. 5º LVCR

PROJECTO DE MAPA DE PESSOAL DO INEM PARA 2009 ELABORADO NOS TERMOS DO ART. 5º LVCR PROJECTO DE MAPA DE PESSOAL DO INEM PARA 2009 ELABORADO NOS TERMOS DO ART. 5º LVCR - Presidente do Conselho Directivo (1) - 1 - Vogal do Conselho Directivo (1) - 2 - Director Regional (1) - 1 - Director

Leia mais

Dia Mundial da Saúde Mental - 10 de Outubro

Dia Mundial da Saúde Mental - 10 de Outubro Não Há Saúde Sem Saúde Mental Dia Mundial da Saúde Mental - 10 de Outubro 1 a 17 de Outubro de 2010 Exposição promovida pelo Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental O QUE É A SAÚDE MENTAL? É sentir-nos

Leia mais

- Avaliação da Cultura de Segurança do Doente em Hospitais -

- Avaliação da Cultura de Segurança do Doente em Hospitais - - Avaliação da Cultura de Segurança do Doente em Hospitais - A segurança do doente é uma preocupação crescente nos Hospitais Portugueses, tal como acontece noutros países da Europa e do resto do mundo.

Leia mais

Trabalhos prioritários do ensino não superior e dos assuntos juvenis do ano lectivo de 2015/2016

Trabalhos prioritários do ensino não superior e dos assuntos juvenis do ano lectivo de 2015/2016 Trabalhos prioritários do ensino não superior e dos assuntos juvenis do ano lectivo de 2015/2016 Para que o início das aulas do novo ano lectivo se realize com facilidade, a Direcção dos Serviços de Educação

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DO CENTRO, IP: Projecto de intervenção comunitária pão.come

ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DO CENTRO, IP: Projecto de intervenção comunitária pão.come ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DO CENTRO, IP: Projecto de intervenção comunitária pão.come ENQUADRAMENTO E FUNDAMENTAÇÃO O projecto pão.come é um projecto de intervenção comunitária que visa a redução

Leia mais

Quem somos? MUNICÍPIO DO SEIXAL CENSOS 2011. População residente 158.269 hab. População jovem 27% População idosa 15% Mulheres 52% Homens 48%

Quem somos? MUNICÍPIO DO SEIXAL CENSOS 2011. População residente 158.269 hab. População jovem 27% População idosa 15% Mulheres 52% Homens 48% ARPIFF, 21 DE NOVEMBRO DE 2014 Quem somos? MUNICÍPIO DO SEIXAL CENSOS 2011 47.661 30,11% 48.629 30,73% 28886 18,25% 2776 1,75% 13258 8,38% População residente 158.269 hab. População jovem 27% População

Leia mais

CONSULTA DE DIABETOLOGIA, SERVIÇO MEDICINA I DO CHMA, EPE

CONSULTA DE DIABETOLOGIA, SERVIÇO MEDICINA I DO CHMA, EPE Ecos da 5ª Reunião Nacional do NEDM da SPMI CITEVE, 26 e 27 Novembro, Vila Nova de Famalicão CONSULTA DE DIABETOLOGIA, SERVIÇO MEDICINA I DO CHMA, EPE A consulta de Diabetologia como consulta temática

Leia mais

Este plano possui cobertura médica em todo o Brasil para urgência e emergência na forma de reembolso. Ubatuba

Este plano possui cobertura médica em todo o Brasil para urgência e emergência na forma de reembolso. Ubatuba Este plano possui cobertura médica em todo o Brasil para urgência e emergência na forma de reembolso. Veja onde estão localizados os Núcleos de Atendimento Unimed Fácil: De segunda a sexta-feira, das 8h

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DE TELECONSULTORIA MANUAL DO SOLICITANTE

MANUAL DO SISTEMA DE TELECONSULTORIA MANUAL DO SOLICITANTE MANUAL DO SISTEMA DE TELECONSULTORIA MANUAL DO SOLICITANTE CENTRO DE TELESSAÚDE DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFMG REDE DE TELEASSISTÊNCIA DE MINAS GERAIS DEZEMBRO DE 2015 Apresentação A (RTMG) é uma rede

Leia mais

Plano de Actividades 2009

Plano de Actividades 2009 Plano de Actividades 2009 Introdução No prosseguimento da sua missão consultiva, instituída no quadro da Lei de Bases do Sistema Educativo de 1986, e tendo por referência a Lei Orgânica (Decreto-lei nº

Leia mais

Seleção das recomendações de Integração e Continuidade de Cuidados

Seleção das recomendações de Integração e Continuidade de Cuidados ANEXO AO ROTEIRO DE INTERVENÇÃO EM ARTICULAÇÃO E CONTINUIDADE DE CUIDADOS ANEXO II Seleção das recomendações de Integração e Continuidade de Cuidados Autores: Ana Dias (doutoranda da Universidade de Aveiro

Leia mais

Centro Clínico da Universidade de Tübingen

Centro Clínico da Universidade de Tübingen portugiesisch Centro Clínico da Universidade de Tübingen CLÍNICA DE CIRURGIA GERAL, VISCERAL E DA TRANSPLANTAÇÃO CLÍNICA DE ANESTESIOLOGIA E CUIDADOS INTENSIVOS DEPARTAMENTO DE OFTALMOLOGIA CLÍNICA DE

Leia mais

MINISTÉRIOS DA EDUCAÇÃO, DA SAÚDE E DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE

MINISTÉRIOS DA EDUCAÇÃO, DA SAÚDE E DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE MINISTÉRIOS DA EDUCAÇÃO, DA SAÚDE E DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE Despacho Conjunto n.º 891/99 No domínio da intervenção precoce para crianças com deficiência ou em risco de atraso grave de desenvolvimento,

Leia mais

REGIMENTO DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE MEDICINA DO TRABALHO

REGIMENTO DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE MEDICINA DO TRABALHO Extracto do REGIMENTO DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE MEDICINA DO TRABALHO Aprovado em reunião do Conselho Nacional Executivo de 17 de Julho de 2001 SECÇÃO IV Do Acesso ao Título de Especialista Artº 19º

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 73/2013 de 1 de Julho de 2013

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 73/2013 de 1 de Julho de 2013 PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 73/2013 de 1 de Julho de 2013 Tendo por aceite que os órgãos de gestão das unidades de saúde devem manter os seus representantes clínicos, mas

Leia mais

considerando a necessidade de diminuir o risco de infecção hospitalar, evitar as complicações maternas e do recém-nascido;

considerando a necessidade de diminuir o risco de infecção hospitalar, evitar as complicações maternas e do recém-nascido; PORTARIA Nº 1.016, DE 26 DE AGOSTO DE 1993 O Ministério de Estado da Saúde, Interino no uso das atribuições legais, e. considerando a necessidade de incentivar a lactação e o aleitamento materno, favorecendo

Leia mais

Figura 1: Processo de implementação da Rede Social. 04

Figura 1: Processo de implementação da Rede Social. 04 Índice de Quadros, Gráficos, Imagens, Figuras e Diagramas Introdução 01 Figura 1: Processo de implementação da Rede Social. 04 Parte I: Enquadramentos da Intervenção Social no Concelho de Bragança 08 Quadro

Leia mais

Instituições. Módulo II Organizações de Apoio à Comunidade. Disciplina Ação Social VAS - 2014/15

Instituições. Módulo II Organizações de Apoio à Comunidade. Disciplina Ação Social VAS - 2014/15 Instituições Módulo II Organizações de Apoio à Comunidade Disciplina Ação Social VAS - 2014/15 Instituições O que é uma instituição? Estabelecimento de utilidade pública, organização ou fundação Organização

Leia mais

ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa Serviços de Acção Social Gabinete de Aconselhamento ao Aluno

ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa Serviços de Acção Social Gabinete de Aconselhamento ao Aluno ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa Serviços de Acção Social Gabinete de Aconselhamento ao Aluno NORMAS GERAIS DE FUNCIONAMENTO 1. INTRODUÇÃO O Gabinete de Apoio ao Aluno, foi criado em Julho de 2007

Leia mais

Processo Clínico. O próximo passo

Processo Clínico. O próximo passo Processo Clínico Electrónico: O próximo passo Sumário 1. Saúde: Uma Realidade Complexa 2. Implementação de SI na Saúde 2.1. Uma estratégia conjunta 2.2. Benefícios, constrangimentos e, desafios 3. Processo

Leia mais

Pesquisa sobre Segurança do Paciente em Hospitais (HSOPSC)

Pesquisa sobre Segurança do Paciente em Hospitais (HSOPSC) Pesquisa sobre Segurança do Paciente em Hospitais (HSOPSC) Instruções Esta pesquisa solicita sua opinião sobre segurança do, erros associados ao cuidado de saúde e notificação de eventos em seu hospital

Leia mais

ACREDITAÇÃO DOS HOSPITAIS PADRÕES DE QUALIDADE E ENFERMAGEM

ACREDITAÇÃO DOS HOSPITAIS PADRÕES DE QUALIDADE E ENFERMAGEM ACREDITAÇÃO DOS HOSPITAIS PADRÕES DE QUALIDADE E ENFERMAGEM Óbidos, Novembro 2008 Maria da Saudade de Oliveira Custódio Lopes SUMÁRIO DE APRESENTAÇÃO A Política de Qualidade para as Instituições de Saúde:

Leia mais

Apresentada a reclamação importa analisar face às competências que me são estatutariamente conferidas se assiste razão ao estudante.

Apresentada a reclamação importa analisar face às competências que me são estatutariamente conferidas se assiste razão ao estudante. Recomendação n.º 9/2010-PE Processo n.º: 39.2010-PE Assunto: Marcação de avaliações práticas no curso de Eng. Informática pós-laboral Data: 07-02-2011 Exmo. Senhor Doutor Luís Távora Director da Escola

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL CONTRA AS DOENÇAS REUMÁTICAS - PNCDR

PROGRAMA NACIONAL CONTRA AS DOENÇAS REUMÁTICAS - PNCDR PROGRAMA NACIONAL CONTRA AS DOENÇAS REUMÁTICAS - PNCDR Estratégias e Calendarização de actividades Programa do ano de 2005 (Actividades de 6 meses e 1 ano e início de actividades de 2 anos) O Programa

Leia mais

ATO DELIBERATIVO N. 33

ATO DELIBERATIVO N. 33 ATO DELIBERATIVO N. 33 De 13 de agosto de 2001. Dispõe sobre normas para internação psiquiátrica e atendimento psiquiátrico em hospital-dia. O Conselho deliberativo do PRÓ-SAÚDE, no uso das atribuições

Leia mais

U N I V E R S I D A D E D E B R A S Í L I A (UnB) CENTRO DE SELEÇÃO E DE PROMOÇÃO DE EVENTOS (CESPE)

U N I V E R S I D A D E D E B R A S Í L I A (UnB) CENTRO DE SELEÇÃO E DE PROMOÇÃO DE EVENTOS (CESPE) U N I V E R S I D A D E D E B R A S Í L I A (UnB) CENTRO DE SELEÇÃO E DE PROMOÇÃO DE EVENTOS (CESPE) MINISTÉRIO DA DEFESA SECRETARIA DE ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL HOSPITAL DAS FORÇAS ARMADAS (HFA) Concurso

Leia mais

Maria Margarida Cruz Paixão Nº2009246. Introdução... 3. Pediatria... 3. Ginecologia e Obstetrícia... 4. Saúde Mental... 4

Maria Margarida Cruz Paixão Nº2009246. Introdução... 3. Pediatria... 3. Ginecologia e Obstetrícia... 4. Saúde Mental... 4 Maria Margarida Cruz Paixão Nº2009246 Índice Introdução... 3 Pediatria... 3 Ginecologia e Obstetrícia... 4 Saúde Mental... 4 Medicina Geral e Familiar... 5 Medicina Interna... 5 Cirurgia Geral... 6 Estágio

Leia mais

Serviços Psiquiátricos na Comunidade com Base no Hospital Geral: Um Modelo Português

Serviços Psiquiátricos na Comunidade com Base no Hospital Geral: Um Modelo Português Serviços Psiquiátricos na Comunidade com Base no Hospital Geral: Um Modelo Português Graça Cardoso*, Teresa Maia** Resumo: As autoras descrevem o contexto que precedeu o planeamento, implementação e desenvolvimento

Leia mais

P O R T A R I A N.º 331/99.

P O R T A R I A N.º 331/99. P O R T A R I A N.º 331/99. Dispõe sobre Regulamentação O DIRETOR GERAL DO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA DOS SERVIDORES DO ESTADO DE GOIÁS - IPASGO, usando de suas atribuições legais, R E S O

Leia mais

Hospital Central do Funchal: Internistas na vanguarda de um novo modelo de gestão hospitalar

Hospital Central do Funchal: Internistas na vanguarda de um novo modelo de gestão hospitalar 2015-11-23 19:36:19 http://justnews.pt/noticias/hospital-central-do-funchal-internistas-na-vanguarda-de-um-novo-modelo-de-gestao-hospitalar Hospital Central do Funchal: Internistas na vanguarda de um novo

Leia mais

IV SAÚDE: UM BREVE BALANÇO

IV SAÚDE: UM BREVE BALANÇO IV SAÚDE: UM BREVE BALANÇO Síntese dos Principais Indicadores de Saúde - Dados Comparativos Com a análise deste primeiro quadro (4.1) podemos verificar que Oeiras se encontra entre os concelhos que apresentam

Leia mais

PADI. Programa de Atenção domiciliar ao Idoso

PADI. Programa de Atenção domiciliar ao Idoso PADI Programa de Atenção Objetivos do programa Apesar dos benefícios óbvios da internação quando necessária, o paciente idoso afastado da rotina de casa e da família apresenta maior dificuldade de recuperação,

Leia mais

TRANSPORTE INTER-HOSPITALAR PEDIÁTRICO DA REGIÃO NORTE NORMAS DE ACTIVAÇÃO E CRITÉRIOS DE TRANSPORTE

TRANSPORTE INTER-HOSPITALAR PEDIÁTRICO DA REGIÃO NORTE NORMAS DE ACTIVAÇÃO E CRITÉRIOS DE TRANSPORTE TRANSPORTE INTER-HOSPITALAR PEDIÁTRICO DA REGIÃO NORTE NORMAS DE ACTIVAÇÃO E CRITÉRIOS DE TRANSPORTE O sistema de Transporte Inter-hospitalar Pediátrico (TIP) foi formalmente criado por protocolo entre

Leia mais

CONSTRANGIMENTOS DOS SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS NA ADMISSÃO DE PESSOAS IDOSAS DO FORO MENTAL

CONSTRANGIMENTOS DOS SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS NA ADMISSÃO DE PESSOAS IDOSAS DO FORO MENTAL CONSTRANGIMENTOS DOS SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS NA ADMISSÃO DE PESSOAS IDOSAS DO FORO MENTAL Associação Amigos da Grande Idade Inovação e Desenvolvimento Posição Institucional 1 LARES DE IDOSOS Desde inicio

Leia mais

1º CURSO PÓS GRADUADO PARA FISIOTERAPEUTAS

1º CURSO PÓS GRADUADO PARA FISIOTERAPEUTAS 1º CURSO PÓS GRADUADO PARA FISIOTERAPEUTAS Disseção e Técnicas Cirúrgicas Joelho, Ombro e Coluna Vertebral 17 e 18 de Fevereiro de 2015 Coordenadores Professor Doutor João Goyri O Neill Dr. Gonçalo Neto

Leia mais

ENE/10. NOTA:(Esta NEF anula e substitui a nº17a/ene/07, de 20/11)

ENE/10. NOTA:(Esta NEF anula e substitui a nº17a/ene/07, de 20/11) NEF nº nº 17B/ENE/ ENE/10 Lisboa, 02 de Maio de 2010 NOTA:(Esta NEF anula e substitui a nº17a/ene/07, de 20/11) ASSUNTOS: POFFTE VOLUME III PARTE II Formação em Equitação Terapêutica CAPÍTULO III Curso

Leia mais

Portaria nº 1102/97. DR. Nº 254 I-B de 3 de Novembro

Portaria nº 1102/97. DR. Nº 254 I-B de 3 de Novembro 1 Portaria nº 1102/97 DR. Nº 254 I-B de 3 de Novembro As cooperativas e associações de ensino especial sem fins lucrativos corporizam uma importante experiência educativa e podem constituir um recurso

Leia mais

CARGOS / ESPECIALIDADES: Auxiliar de Serviços Gerais 101. Gabarito

CARGOS / ESPECIALIDADES: Auxiliar de Serviços Gerais 101. Gabarito Auxiliar de Serviços Gerais 101 Questão 01: B Questão 02: B Questão 03: C Questão 04: B Questão 05: D Questão 06: D Questão 07: B Questão 08: A Questão 09: D Questão 10: D Questão 11: C Questão 12: C Questão

Leia mais

TEXTO RETIRADO DO REGIMENTO INTERNO DA ESCOLA APAE DE PASSOS:

TEXTO RETIRADO DO REGIMENTO INTERNO DA ESCOLA APAE DE PASSOS: TEXTO RETIRADO DO REGIMENTO INTERNO DA ESCOLA APAE DE PASSOS: Art. 3º - A Escola oferece os seguintes níveis de ensino: I. Educação Infantil: de 0 a 05 anos de idade. Educação Precoce de 0 a 03 anos Educação

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CARIACICA SECRETARIA DA ADMINISTRAÇÃO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

PREFEITURA MUNICIPAL DE CARIACICA SECRETARIA DA ADMINISTRAÇÃO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PREFEITURA MUNICIPAL DE CARIACICA SECRETARIA DA ADMINISTRAÇÃO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO ANEXO I DO EDITAL DE ABERTURA Nº 01/2010 TABELA DE CARGOS TAXA DE INSCRIÇÃO R$ 35,00 TABELA 1. RELAÇÃO DOS CARGOS

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa

Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa Assunto: Planeamento da Alta do Doente com AVC Intervenção dos Assistentes Sociais Nº: 7/DSPCS DATA: 28/04/04 Para: Contacto na DGS: Assistentes

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES DO MTSS - 2009

PLANO DE ACTIVIDADES DO MTSS - 2009 1.4 UNIVA 2.4 Intervenção Comunitária Apoiar educandos na definição e desenvolvimento do seu percurso de inserção ou reinserção no mercado de trabalho Promover o desenvolvimento sustentado e a inserção

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR 2015.2 MEDICINA

MATRIZ CURRICULAR 2015.2 MEDICINA Pró-Reitoria de Ensino de Graduação Coordenadoria de Ensino de Graduação Centro de Ciências da Saúde MATRIZ CURRICULAR 2015.2 MEDICINA PRIMEIRO PERÍODO MORFOLOGIA BIOLOGIA CELULAR, TECIDUAL E DO DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Projeto de Resolução n.º 1235/XII/4.ª. Em defesa da Escola Pública Inclusiva para todos

Projeto de Resolução n.º 1235/XII/4.ª. Em defesa da Escola Pública Inclusiva para todos Projeto de Resolução n.º 1235/XII/4.ª Em defesa da Escola Pública Inclusiva para todos No ano letivo 2012/2013 passou a estar consagrado e a ser aplicado o alargamento da escolaridade obrigatória até ao

Leia mais

MESTRADOS. Artigo 1.º Criação A Escola Superior de Comunicação Social confere o grau de Mestre em Jornalismo.

MESTRADOS. Artigo 1.º Criação A Escola Superior de Comunicação Social confere o grau de Mestre em Jornalismo. MESTRADOS REGIME DE FREQUÊNCIA E AVALIAÇÃO JORNALISMO Artigo 1.º Criação A Escola Superior de Comunicação Social confere o grau de Mestre em Jornalismo. Artigo 2.º Destinatários O Mestrado em Jornalismo

Leia mais

Direcção-Geral da Acção Social

Direcção-Geral da Acção Social Direcção-Geral da Acção Social Núcleo de Documentação Técnica e Divulgação Maria Joaquina Ruas Madeira A Dimensão Social da SIDA: A Família e a Comunidade (Comunicação apresentada nas 1as Jornadas Regionais

Leia mais

PLANO DE AUTOAVALIAÇÃO

PLANO DE AUTOAVALIAÇÃO AE de maximinos EQUIPA DE AUTOAVALIAÇÃO PLANO DE AUTOAVALIAÇÃO 2012/2013 Equipa de Autoavaliação Alcina Pires Ana Paula Couto Antonieta Silva António Rocha Beatriz Gonçalves José Pedrosa Paula Mesquita

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES PARA O ANO DE 2015

PLANO DE ACTIVIDADES PARA O ANO DE 2015 ASSOCIAÇÃO NACIONAL DA ESPONDILITE ANQUILOSANTE PLANO DE ACTIVIDADES PARA O ANO DE 2015 I INTRODUÇÃO Nos termos da alínea b) do Artigo 35.º dos Estatutos da ANEA, a Direcção desta associação apresenta

Leia mais

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES STEDIM 2015

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES STEDIM 2015 PLANO ANUAL DE ATIVIDADES STEDIM 2015. Serviço Técnico de Educação para a Deficiência Intelectual e Motora Direção Regional de Educação e Recursos Humanos Região Autónoma da Madeira Caminho de Santo António,

Leia mais

O Programa Enfermeiros de Família. (Página intencionalmente deixada em branco)

O Programa Enfermeiros de Família. (Página intencionalmente deixada em branco) (Página intencionalmente deixada em branco) 2 Conteúdo A Saúde Quem Somos... O programa Enfermeiros de Família... O Enfermeiro de Família Saúde... O desafio de carreira... Principais competências e responsabilidades...

Leia mais

Ciclo de Seminários de Especialização. Avaliação do risco no projecto

Ciclo de Seminários de Especialização. Avaliação do risco no projecto Ciclo de Seminários de Especialização Avaliação do risco no projecto Enquadramento O Ciclo de Seminários de especialização Avaliação do risco no projecto resulta de uma parceria entre a H.MENEZES Risk

Leia mais