CRIME NA BOLSA. CAPA I bolsa

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1 CAPA bolsa CRME NA BOLSA o uso DE NFORMAÇÕES PRVLEGADAS PARA NEGOCAR AÇÕES É UMA PRAGA NO MERCADO FNANCERO BRASLERO. POR QUE NNGUÉM VA PARA A CADEA POR SSO? THAGO BRONZATTO arcos Torres, também conhecido por seus colegas da Bolsa de Valores de São Paulo como' Delegado", tem uma missào tão nobre quanto enlouquecedora. Aos 50 anos, o economista paraense é um caçador de criminosos que operam na quinta maior bolsa de valores do mundo, a Bovespa. Um de seus principais objetivos é flagrar quem estiver comprando ou vendendo ações com base em informações que ainda não foram divulgadas ao mercado - prática mais conhecida pelo termo em inglês ínsider trading. É um crime que pode levar um investidor à cadeia, e coibir esse tipo de malandragem é fundamental para que um mercado financeiro funcione direito. Torres e suaequipe - e é aqui que o caráter enlouquecedor de sla missão aparece - analisa ram quase meio bilhão de transações em Ele tem a seu lado no profissionais e um avançado sistemade rastreamento que detecta qualquer anomalia na negociação de ações brasileiras: gente comprando demais, ritmos de negócios pouco de setembro de

2 CAPA bolsa usuais, valorizações repentinas, quedas abruptas. Mas o número de problemas detectados é chocante, coisa demais mesmo para uma equipe tão grande. Somente no ano passado, o sistema detectou indícios de irregularidades na bolsa. Praticamente a cada minuto de pregão, portanto, algo suspeito acontece. Hoje, oproblema mais preocupante é o ínsider tmding. "O volume de irregularidades envolvendo o llso de illfon1jação plivilegiada aumentoujunto com o crescimento do mercado de capitais no Brasil", diz Torres, diretor de autoltegulação da Bovespa. O uso de informações privilegiadas é crime financeiro. Nada põe tanto em risco a credibilidade de um mercado do que a percepção de que wn pw1hado de ricaços bem relacionados se dá bem à custa do pequeno investidor, o coitado que é sempre o último a saber. São executivos que vendem ações de suas empresas sabendo que em dois dias será anunciado um resultado pavoroso; investidores que sabem de uma aquisição iminente e se entopem de ações da compauhia a ser comprada; gente que tem acesso à última pesquisa eleitoral 5 horas antes de sua divulgação. A metodologia é extensa. "Esse tipo de prática gera uma sélie de desequilíbrios no mercado", diz Eugene Fama, economista da Universidade de Chicago e um dos ganhadores do Prêmio Nobel de O preço de urna ação é formado pelas informações que o mercado tem a respeito de uma empresa, seu setol~ seu país e, claro, sobre o que acontece no mundo. Por isso, é cláusula pétrea para que o mercado acionário funcíone que as empresas deem informações relevantes a todos os investidores simultaneamente. O insider destró~ assim, a própriafundação sobre a qual o mercado de capitais se construiu. R, sem wna bolsa forte, é quase impossível desenvolver um3 economia de mercado sólida. No Brasil, os indícios deínsider estão por todos os lados. Em 14 das 31 aquisições realizadas por empresas abertas brasileiras no ano passado, as ações de pelo menos uma das companhias envolvidas foram negociadas de forma o CRME EM NÚMEROS As pesquisas que ajudam a quantificar o uso de das ações das 56 principais empresas da Bovespa tiveram oscilação atipica dez dias antes do dia seguinte adivulgação dos resultados. O volume de negócios nesse dia ficou acima da média histórica, segundo a FGV dos papéis de empresas envolvidas em fusões e aquisições em 2013 tiveram um volume de negociações acima da média dez dias antes do anuncio, segundo levantamento realizado por EXAME (1) Pesquisa da Assoclac<'io de nvestidores no Mercado de Capitais (Amec) com 15 gestoras estrangeiras das descobertas de poços da Petrobras entre 2001 e 2008 vazaram para o mercado. As ações tiveram alta igual ou superior a 2% antes do anúncio, segundo a Universidade de Brasília h informações privilegiadas na bolsa bl"asileira titittttui tiuiitiiitiiii investidores foram investigados pela Comissão de Valores Mobiliarios por suspeitas de negociar ações usando informações privilegiadas entre 2009 e Desses, 26 foram condenados a pagar multa 15% têm sido a alta média do volume de negócios com ações que fazem parte do bovespa no dia anterior adivulgação das pesquisas eleitorais neste ano, de acordo com um um levantamento de EXAME ELEiÇÕES Uma pesquisa do Centrode Estudos em Finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV), feita a pedido de EXAME, mostra que nem mesmo as maiores empresa.." da bolsa estão imunes a lso de informaçào privilegiada. É sempre mais difícil detectar indícios de insider em ações muito negociadas - por definição, o grande volume de transações ajuda a esconder compras ou vendas suspeitas. AFGV investigou o que acontece nos dez dias que antecedem o anúncio de resultadostrimesttais de 56 empresas abertas brasileiras cujos pados principais investidores estrangeiros que aplicam na Bovespa apontam o uso de informação privilegiada como o maior problema do mercado de capitais brasileiro, segundo a Amec(l) Fontes: \mec. FGV. nsper. Levy g, 5alomM e UnB atípica antes de a operação se tornar pública, de acordo com um levantamento feito por EXAME. Por atípico, entenda-se um volume de negócios pelo menos 20% maior do que a média dos 12 meses anteriores. Nâo dá para saber se houve ou não crime em todos esses casos - isso só uma investigação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), órgâo regulador do mercado de capitais, poderia responder. Mas uma movimentação tão acima da média sugere algo estranho. Foi o que aconteceu com os papéis da 113S, maior processadora de carnes do mundo: dois pregões antes do anúncio da comprada Seara, o volume de negociação das ações ficou 82% acima da média. Procurada, ajbs disse que 'fnão foi detectado nenhwntipo de auormalidade que possa configurar uma irregularidade" e que a empresa não (ffoi notificada ou chamada pela CVV". Uma pesquisa semelh~u1teda escola de negócios 1nsper concluiu que há indícios de que 33% das fusões e aquisições envolvendo comp::u1hias abertas de janeiro de 2003 a março de 2007 teuham vazado para o mercado. "nfo1111ação privilegiada é muito mais frequente do que se imagina. O vazamento pode ocorrer até nos cursos de VBA. No intervalo da aula, alguém pode comentar com um amigo a operação que está tocando, e isso pode se propagar de forma incodtrolável", diz Priscila \!arcos Cassandre, autora do estudo e vice-presidente de fusões e aquisições da gestora Credit Suisse Hedging-Griffo de setembro de

3 CAPA bolsa, ~ :1,,,., '. péis estão entre os mais negociados da Bovespa. As ações de 21 delas se comportaram de maneira estranha pelo menos uma vez. "As ações analisadas são muito negociadas. Paraque um volume atípico apareça, é preciso que haja uma grande quantidade de ordens de compraou venda fora do padrão. Por isso, considero esse dadopreocupante", diz Thiago Bonato, um dos autores da pesquisa, feita em conjuntocom o professor William Eid. A FGVnão divulga o nome das empresas nem os ganhos ou as perdas dos investidores com as operações, mas um exemplo ocorrido neste ano ajuda a ilustrar o estudo. Em março, as ações da rede de farmácias Brasil Pharma caíram 7% um dia antes de a empresa publicar seus resultados do quarto trimestre dc Enll c investidores e operadores de mercado, circulava a informação de que a companhia publicaria um número ubastante negativo" - o que, de fato, aconteceu. A companhia teve prejuízo de 40 milhões de reais e sua geração de caixa caiu 63%. Após a divulgação, as ações caíram mais 11%. Segundo EXAME apurou, o caso está sendo analisado pela CVM. A empresa não comentou. Se há tipos de insider tão antigos quanto a bolsa, nenhum está tão na moda no Brasil quanto descobrir, antes da divulgação, o conteúdo de uma pesquisa eleitoral. As ações brasileiras têm oscilado fortemente a cada pesquisade intenção de voto - quando a chance de vitória da oposição aumenta, a bolsa, e especialmente os papéis de empresas estatais e de setores regulados, valoriza. Um levantamento feito por EXAME mostra que o volume de negócios realizados com ações que compõem o bovespa ficou acima da média dos últimos 12 meses um dia antes do anúncio de pelo menos oito pesquisas eleitorais, realizadas pelos institutos Datafolha, lbope e Sensus neste ano. Entre 17 e 18 de junho, o volume de negócios com esses papéis aumentou 113%. No dia seguinte, o lbope divulgou que o percentual da população que avalia a gestão de Dilrna como ótima ou boa recuou de 36% para 31%, enquanto a fatia que considera seu man- OS SUSPETOS Empresários, executivos de empresas: bancos e investidores que estão sendo nvestigados pela Comissão de Valores Mobiliários, pela Polícia Federal e pelo Ministério Público, suspeitos de usar informações privilegiadas para negociar ações t" r.., (petróleo eindústria naval) Eike Batista, dono do grupo EBX, é alvo de dois processos sobre uso de informação privilegiada. Um investiga se ele vendeu 197 milhões de reais em ações da petroleira OGX entre maio e junho de pouco antes de a empresa anunciar Que alguns de seus campos eram improdutivos. Os advogados de Eike negam. Outro processo apura por Que ele vendeu 34 milhões de reais em papéis da companhia naval OSX, antes de uma mudança no plano de negócios, Que diminuiu o tamanho da empresa. Em sua defesa, Eike alega Que a operação foi feita para se adequar às regras de mercado. As ações da empresa caíram 7%em 27 de março, um dia antes de ela divulgar que havia tido um prejuízo de 40 milhões de reais no quarto trimestre de e Que sua geração de caixa havia caído 63%. A área de fiscalização da bolsa identificou indicias de oscilações atipicas, e a CVM investiga se há evidências de uso de informação privilegiada. Procurada, a empresa não comentou. Após a alta de Quase 3000% das ações da empresa em 20n, a CVM abriu um processo para investigar se Michael Ceitlin, presidente da empresa. e o investidor Rafael Ferri usaram informações privilegiadas para negociar os papéis - e se tentaram manipular o mercado para forçar uma valorização. Eles também são réus em um processo criminal. conduzido pelo Ministério Público Federal com a ajuda da Policia Federal. Em sua defesa, Ceitlin e Ferri negam as acusações. J'~ " " r r.: 1 (petróleo e gás).< o banco é alvo de um processo da CVM Que apura suspeitas de uso de informação privilegiada com ações da mineradora (ex, do empresario Eike Batista. Nessa investigação. a CVM aponta Que o fundo FM CP LS nvestimento no Exterior, administrado pelo BTG Pactuai, evitou um prejuizo de 8 milhões de reais com a venda de papéis da companhia em junho de 2013, antes da divulgação do cancelamento da oferta de fechamento do capital da empresa. O BTG assessorava Eike Batista na época. Em sua defesa, o banco diz Que o gestor não sabia da operação e que teve prejuízo com a venda das ações. Neste ano, foram abertos dois processos na CVM contra pessoas ligadas ã empresa. Entre os acusados estão: Márcio Rocha Mello, fundador da HRT. Milton Romeu Franke, atual presidente da companhia, e dois ex-conselheiros. Segundo os processos, eles fizeram operações de compra e venda de papéis da petroleira em maio de 2012 e agosto de 2013, antes da divulgação de informações relevantes para o mercado. Numa dessas transações, Rocha Mello adquiriu 1 milhão de reais em ações da HRT, Que subiram 25% nos dias seguintes ao anuncio da contratação de sondas para perfuração de seus poços na costa da Namibia, em maio de Os executivos negam as acusações. Em março de 2012, João Alves de Queiroz Filho, dono da Hypermarcas, comprou 41 milhões de reais em ações da empresa dois dias antes da divulgação de um fato relevante Que anunciava a criação da Bionovis, uma associação entre Quatro farmacêuticas, de acordo com uma investigação da CVM. A autarquia apura se houve irregularidade na transação, intermediada pelo banco Credit 5uisse, Que também é réu no caso. Os acusados não comentaram. Seis ex-executivos são investigados por ter feito, entre fevereiro e março de 2012, operações no mercado futuro para proteger de uma eventual Queda as ações da empresa, Que recebiam como bônus. A CVM apura se eles fizeram essas transações antes do anúncio da revisão do orçamento das obras, Que levou a empresa a fechar no prejuízo. Entre os acusados estão Zeca Grabowsky, ex-presidente. e Michel Wurman, exdiretor financeiro. Eles não comentaram de setembro de

4 CAPA bolsa ' li ; dato ruim ou péssimo aumentou de 27% para 33%. Procw'ado, o bope disse que "diversos fatos econômicos ocorreram para levar o lbovespa a fechar em seu maior nível do ano até aquele momento e que não se pode atribuir Ogrande volwl1e de negócios à divulgação de uma pesquisa eleitoral". O diretor de pesquisas do nstituto Sensus, Ricardo Guedes. afirmou que a alta no volume de negócios com ações do lbovespa antes da divulgação das pesquisas é um movimento especulativo. "Eu já recebi ligações de pessoas pedindo um 'cheirinho' da pesquisa a ser publicada", diz. O diretor~geral do Dataolha, Mauro Paulino, afirmou que 'umdos principais facilitadores da especulação financeira é a lei eleitoral. que obriga os institutos a registrar as pesquisas cinco dias antes da divulgação", A CVv d.iz que "supervisiona diretamente O assunto", Das nenhum caso havia sido julgado até hoje. COMO PEGAR UM N51DER Como a BM&F Bovespa e a Comissão de Valores Um investidor recebe uma informação sigilosa sobre uma empresa - por exemplo, que ela vai comprar um concorrente. 4 - Mobiliários investigam suspeitos de negociar ações com informação privilegiada Em seguida, compra ou vende ações da companhia tentando antecipar o que vai acontecer quando a noticia for divulgada. Se o investidor tiver um lucro acima da média, poderá entrar no radar da BM&F Bovespa. A bolsa tem uma área de fiscalização (a BSM), que analisa todas as negociações do mercado e detecta se alguém fez uma compra ou venda de ações atipica. Quando isso acontece, a BSM manda as informações para a Comissão de Valores Mobiliarias, que decide se vale a pena investigar. i DVDENDOS MAORES A impressão de que o mercado acionário é um bangue-bangue em que as leis valem pouco pode atrapalhar O desenvolvimento de um país. O investidor - não só O pequeno, mas sobretudo o estrangeiro - fica, naturalmente, com um pé atrás na hora de colocar seu di~ nheiro num ambiente des:)es. Uma pesquisa recente da Associação de nvestidores no Mercado de Capitais com investidores estrangeiros mostrou que. para 25% deles, o uso de informação privilegiada é o maior problema do mercado brasileiro. Estudos revelam que, para atrair investidores reticentes, as empresas de países como o Brasil são obrigadas a oferecer dividendos mais generosos, o que diminui sua capacidade de investinaento. Ao adotar leis mais rigorosas contra os crimes na bolsa., nos anos 70, O Canadá conseguiu reverter essa situação, e os dividendos pagos pelas empresas abertas caíran1. Se há tantas suspeitas de crime e se as consequências para O país são tão nefastas, por que não há mais condenados por comprar ou vender ações com informaçãoprivilegiada.? O maior problema, pelo que EXAME apurou A CVM e a BM&F Bovespa tentam descobrir se o investidor é ligado a profissionais que podem ter passado ilegalmente as informações sigilosas (por exemplo: se conhece funcionários da empresa que está prestes a comprar um concorrente). Além disso, o juiz pode condenar os acusados a prisão de um a cinco anos e a pagar uma nova multa semelhante ij cobrada pela CVM. Mas, até hoje, ninguém foi preso por uso de informação privilegiada no Brasil. Nos Estados Unidos, há diversos casos de prisão, como do investidor Raj Rajaratnam, que foi condenado a 11 anos de reclusão. ~"""'-""''''---_ ''''' de setembro de o ~ ~ $ ~

5 CAPA bolsa sa da Universidade de Brasília aponta que as descobertas de poços da Petrobras sào outrafonte de Ínsider. De acordo como estudo, háindícios de que 30% das descobertas anunciadas de 2001 a 2008 vazaram antes para o mercado: nesses casos, as ações da estatal tiveram alta igualou superior a 2% dez dias antes de a empresa divulgar os novos pocom duas dezenas de banqueiros, advogados, professores, analistas e gestores de fundos, é a falta de estrutura da CVM para investigar os indícios de irregularidades. A autcuquiaé responsável por fiscalizar e regular o mercado financeiro brasileiro - soberana, portanto, na hora de dizer se houve ou não crime em casos de informação privilegiada. A tarefa é incompatlvel com o pífio aparato que a CVM tem para cumpri-la. A autarquia tem cerca de 20 analistas para fiscalizar 363 companhias abertas e quase investidores individuais. Nos Estados Unidos, pelo menos 1000 técnicos da Securities and Exchange Comission (SEC) ficam de olho nas irregularidades do mercado de capitais. FALTA TECNOLOGA O mercado americano é muito maior do que o brasileiro, mas a diferença de esu'utura é gritante mesmo em termos relativos. Em seu relatório de gestão de 2008, acvm somou todos os seus ftmcionários e concluiu que cada um deles era responsável por analisar 71 fundos e empresas abertas, enquanto nos Estados Unidos essa proporçào era de um para 13. Aautarquia também sofre com a defasagem dos sistemas de tecnologia. Em 2006, o Tribunal de Contas da União recomendou a instalação "urgente" de um sistema eletrônico que permitisse a análise dos negócios realizados porinvestidores em tempo real na bolsa. O pedido só foi atendido em 2012, e o sistema está sendo adaptado até hoje. "Damos ênfase aos casos em que os indicios (de in egularidades) são mais claros, em que os volumes envolvidos são mais relevantes e em que as oscilações de preço são mais expressivas", diz Leonardo Pereira, presidente do órgão regulador. Ele informou que a CVM foi ;'autorizada a conh'atar 69 candidatos aprovados no ültimo concurso". "Vamos alocar esse contingente em áreas onde claramente pode haver aperfeiçoamentos de processo. Parte desse efetivo será direcionada às ftmções de supervisão e fiscalização." Aquantidade de casos ignorados pela CVM é impressionante. Uma pesqui- o FUNL DO MERCADO A CVM investiga uma fração dos indícios de irregularidades A CVM abriu sete processos para julgar irregularidades na bolsa no ano passado ndícios de irregularidades(1) processos abertos pela CVM(Zl 7 Dos dez processos de insider trading As maiores multas apiicadas pela CVM As diferenças de estrutura entre concluídos pela CVM em 2013, por insider trading são muito inferiores a CVM e a SEC são evidentes dois resultaram em condenação as da SEC, nos Estados Unidos (% do total dos casos) (valores em milhões de dólares) Total de empresas e fundos que cada funcionário tem de monitorar Maior multa Maior multa 7 da CVM, da SEC, em ~tr~ Os acusados em 2007, a fizeram um BRASL -- =-- ao banco 71 gestora acordo -..;;;; 2 Safra SAC Capital ~, Os acusados 1 foram Estados1 1 3 Os acusados condenados a L- Unidos foram absolvidos pagar multa (1) Detectados pela <irea de flsc<lliz<lcao da bolsa (2) Procc~,o~ 5anc:ionadorQs. Nem todos p,miram da anális~ inicial da jf a de ços. Procurada, a Petrobras não comentou. O caso não foi julgado. Coma fusão da rede de supermercados Pão de Açúcar com a varejista Casas Bahia em dezembro de 2009, aconteceu fenômeno parecido. Um dia antes do anúncio da operação, as ações da Globex, dona da rede de eletrodomésticos Ponto Frio, do Pão de Açúcal~ subiram 35%. A CVM sso se deve, em grande parte, à falta de estrutura fiscalizaçao da bolsa (3) Foi usada < c:ot",ao do dólar do fim d' 2007 Fontes: B l&f Bovl'spa. CV", l' SEC disse que investigaria o caso e pediu a lista dos envolvidos na operação. Mas, até hoje, nenhum processo formal foi aberto. Apenas o então diretor de relações com os investidores da Globex, Orivaldo Padilha, foi alvo de um processo que apurava o porquê de a companhia não ter divulgado fato relevante enquanto os papéis subiam. A investi- o curioso é que as leis que punem o crime de insider trading sâo duras no Brasil. No limite, o condenado pode passar cinco 3Jl0S preso. Mas a verdade é que isso nunca aconteceu. No ano passado. a CVM concluiu dez casos envolvendo uso de informação privilegiada - desses, seteterminaram em acordo, e houve uma absolvição e apenas duas condenações. Um dos condenados foi Rafael Palladino, ex-presidente do banco Pan (antigo PanameJicano), vendido ao banco BTG Pactua em 2011 prestes a quebrar. Ele foi obrigado a pagar 111ulta de reais por ter vendido ações da instituição antes de divulgar ao mercado que tomaria um empréstimo com o Fundo Garantidor de Créditos. em Nos Estados Unidos, a SEC apertou a regulação depois da crise fin3jlceira de 2008.Foi aprovada lima lei que destinou meio bilhão de dólares à SEC e ao Departamento de Justiça, entre outros órgãos. Depois disso, a SEC ampliou uma parceria com o Departamento de Justiça e o FEl para investigar crimes fin3j1ceiros. AlgtUlS agentes do FB se infiltraram em Wa]1 So eet, disfarçados de gestores e investidores, para investigar suspeitos. Também obtiveram autorização para grampear telefones (antes disso, a Justiça americana só autorizava grampos em investigações de tráfico de drogas e terrorismo) e apreender computadores e documentos. Quando os casos começaram a ir para a Justiça, as penas se tornaram mais duras - para "dar o exemplo". Em outubro de 2009, o gestor Raj Rajaratnam, do fundo de hedge Galleon, foi preso e condenado a 11 anos de prisão e a pagar multa de 93 milhões de dólares por ter negociado ações com dicas de informantes ligados às empresa... nao;; quais investia (só em 2013, mais 14 pessoas foranl presas). Em abril, a SAC Capital Advisors foi condenada a pagar multa de 1,8 bilhão de dólares à Justiça americana e de 6DO milhões de dólares à SEC por motivos semelhantes. A SAC foi fundada por Steve Cohen, dono de um patrimõnio de 11 bilhões de dólares. l'vlesmo sem ter sido acusado diretagação foi arquivada após o executivo concordar em pagar multa de reais. "A CV1\.1 precisa elevar as multas para coibir a prática de insider, seguindo os passos de mercados como O americano", diz Luiz Cantidiano, ex-presidente da autarquia. "Não seremos um pais evoluído se não tiven110s um mercado evoluido, sem essetipo de prática." de setembro de

6 CAPA bolsa ' "li li 11 ' 1 [,,!, mente, Cohcn enfrenta processos que podem proibi-lo de administrar dinheiro de terceiros por toda a vida. Nos últimos anos, a CVM bem que tentou pa.recer mais agressiva em suas investigações. Assinou acordos de cooperação com O Ministério Público Federal, em 2008, e com a Policia Federal, em que também podem realizar escutas telefônicas e apreensões. Mas, de lá para cá, houve apenas uma operação da PF para desmantelar uma suspeita de uso de informação privilegiada e DUO'OS crimes envolvendo as ações da fabricante de alicates Mundial. Até hoje apenas duas pessoas foram condenadas por uso de informação privilegiada pela Justiça brasileira. Luiz Gonzaga Murar Júnior, ex-diretor de finanças e relações com investidores da empresa de alimentos Sadia, e Romano Ancelmo Fontana Filho, ex-membro do conselho de administração da companhia.foram acusados de comprar ações da Sadia na bolsa de Nova York antes do anúncio da oferta pela concorrente Perdigão, em A investigação foi iniciada pela SEC nos Estados Unidos - e contou com a ajuda da CVV. Os executivos foram condenados a pagar multas de a reais e à prisão em regime aberto. conveltida em prestacão de trabalhos sociais. São condenações que dificilmente se encaixariam no tipo destinado a transmitir medo entre aqueles que pretendam usar informações privilegiadas. Atualmente, segundo os executivos do mercado ouvidos por EXAME, o crime compensa. Mesmo quem é pego no flagra se safa com um acordo - c, pelas regras do acordo, não se decla.ra a culpa ou a inocência do réu. Como é um crime movido exclusivamente pela ganância, chegou -se à conc.1usão em países como Estados Unidos e no Reino Unido que apenas punições que de fato doam no bolso podem inibir outros de fazer o mesmo. Visto dessa ótica, nenhurn processo em curso na CVl\1 carrega tanta expectativa quanto o que investiga O empresário Eike Batista. Entre maio e junho de 2013, Eike PARA ~ ELE, ESTA TUDO BEM LEONARDO PERERA, PRESDENTE DA CVM, ELOGA O TRABALHO DOS NVESTGADORES QUE ANALSAM AS OPERAÇÕES SUSPETAS NA BOLSA E DZ QUE AGE SEMPRE QUE NECESSÁRO...Afrente da Comissão de Valores Mobiliários desde novembro de 2012, Leonardo Pereira, ex-vice-presidente financeiro da empresa aérea Gol, diz o que leva a CVl\.f a investigar suspeitos de negociar ações com informações privilegiadas. Ele deu a seguinte entrevista por . Qual é sua avaliação a respeito das investigações da CVM de suspeitas de uso de informações privilegiadas? O número de processos é adequado? É função da CVM regular e fiscalizar o mercado de capitais no Brasil. Também é importante destacar O trabalho de investigação em parceria com o Ministério Público Federal e a Policia Federal, nas esferas civil, pública e criminal, que vem sendo ampliado e fortalecido. A questão quantitativa é consequência de estarmos facadas em desenvolver um trabalho sélio, concreto e da melhor maneira possível Executivos de mercado criticam a atuação da CVM. Um estudo de 2009 mostra que há indicios de que algumas descobertas de campos de petróleo e gás da Petrobras vazaram antes para alguns investidores. A CVM já analisou isso? A CVM acompanha e analisa as informações e as movimentações envolvendo o mercado como um todo e, sempre que necessário, toma as medidas que são cabíveis. Os processos administrativos abertos pela autarquia que tenham a Petrobras ou qualquer outra companhia aberta envolvida podem ser acessados em nosso site, se já forem públicos. Nem sempre a CVM pede às empresas envolvidas em fusões ou aquisições que enviem o nome dos profissionais que participam do processo. Não é uma brecha que pode facilitar o uso de informação privilegiada? O uso de informação privilegiadaé crime e trata-se de um dos pontos que devemos sempre fiscalizar. É uma irregularidade que atrapalha o bom andamento do mercado. Nosso papel, além de regular, é fiscalizar. Dessa forma, sempre que necessário ou útil, a CVM analisa eventuais operações realizadas por administradores de companhias abertas - e todas as informações pertinentes ao negócio -, inclusive nas apurações de uso inde,>ido de informação privilegiada. Écomum que os analistas das corretoras visitem as empresas que acompanham e troquem informações com os profissionais da companhia. Fazendo isso, podem ter acesso a dados que outros colegas não têm. Como a CVM regula esse tipo de prática? A instrução CVM 358/02 regula, entre outros assuntos, a divulgação e o uso de irúormações sobre ato ou fato relevante relativo às companhias abertas. A divulgação de informação relevante a analistas antes da divulgação por meios oficiais representa uma infração à lei e a essa instrução. Uma vez identificada, torna-se passivel de apuração de responsabilidades. Para essa identificação são utilizados meios como o acompanhamento do mercado, a movimentação dos papéis e a fiscalização da conduta dos participantes. A CVM solicita esclarecimentos tão logo identifica a ocorrência de possível vazamento de informações. vendeu ações da OGX pollco antes de a empresa anunciar que boa parte de seus campos era economicamente inviável (de lá para cá, as ações caíram 76% e valem hoje 19 centavos nabovespa). Em setembro de 2013, voltou a vender pouco antes de ele próprio divulgar que não tinha recursos suficientes para capitalizar a companhia, um compromisso assumido em outubrodo ano anterior. Para a CV'v, Eike lucrou pelo menos 124 milhões de reais com a operação. Ainda em abril de 2013, o empresário vendeu ações da OSX quatro dias antes de o conselho de administração aprovar uma mudança no plano de negócios, que incluía uma série de cortes de funcionários e encerramento de projetos. A decisão só foi AS LES QUE PUNEM O N51DERNO BRASL SÃO DURAS. MAS A APLCAÇÃO É BRANDA comunicada ao mercado em maio. quando os papéis da empresa caíram 27%. Ao vender antes, Eike evitou um prejuízo de 10,5 milhões de reals, também de acordo com a CVM. Ele nega as acusações. Se for considerado culpado, pode ser condenado a pagar nmlta de quase 400 milhões de reais - equivalente a três vezes o lucro que obteve com as negociações supostamente ilegais - e à prisão por até cinco anos. Eike não deu entrevista. Aqueles indicios de irregularidades na bolsa detectados no ano passado por Marcos Torres e sua equipe se transformaram em 185 processos. Quase um quarto deles era suspeita de insider trading. 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