Gestão Financeira de Organizações

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1 Gestão Financeira de Organizações Módulo 9 - Mercado de Capitais Prof. Luiz Antonio Campagnac

2 Livro Texto Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras I. Introdução à Administração Financeira II. O Ambiente dos Negócios III. A Decisão de Investimento IV. A Decisão de Financiamento V. Administração Financeira de Curto Prazo VI. Tópicos Especiais em Finanças

3 Mercado de Capitais Módulo 9: Mercado de Capitais 9.1 Introdução 9.2 Companhias Abertas 9.3 Bolsas de Valores no Brasil 9.4 Ações 9.5 Mercado de Ações e Derivativos 9.6 Debêntures 9.7 Análise Fundamentalista e Gráfica 9.8 Tendências do Mercado de Capitais 9.9 Resumo 9.10 Questões 9.11 Exercícios 9.12 Bibliografia adicional

4 Introdução Capitalização da empresa através do mercado de capitais. O mercado de capitais abrange o conjunto de transações para a transferência de recursos entre agentes poupadores e investidores, com prazo médio, longo ou indefinido, ou seja, É uma relação financeira constituída por instituições e contratos que permite que poupadores e empresas demandantes de capital de longo prazo realizem suas operações.

5 Bolsas de Valores no Brasil É aquela que possui ações e ou debêntures negociadas junto ao público em bolsas de valores ou mercados de balcão. Para iniciar um processo de abertura de capital uma empresa deve estar organizada e constituída de acordo com as definições constantes na Lei 6.404, de 15/12/1976. Forma jurídica de Sociedade Anônima. Registro na CVM Comissão de Valores Mobiliários.

6 Índices: Ibovespa e Outros O acompanhamento do mercado representado pela Bovespa é realizado através de um índice criado em 1968 e denominado IBOVESPA. Esse índice acompanha a evolução média das cotações das ações, sendo uma carteira teórica formada por ações que em conjunto representam 80% do volume transacionado a vista na Bovespa, nos doze meses anteriores à montagem da carteira. Além do Ibovespa, a Bolsa de Valores de São Paulo divulga outros índices como o IBX (Índice Brasil) e o IEE (Índice Energia Eletríca), o primeiro mede o retorno de uma carteira de ações integrada pelas 100 ações mais negociadas e o segundo, mede o desempenho de ações do setor elétrico.

7 Ações As ações são títulos que representam a participação social no capital de uma empresa, sendo nominativos e negociáveis. Há dois tipos de ações: preferenciais e ordinárias. As ações ordinárias são aquelas que conferem a seu titular o direito a voto na assembléia de acionistas da empresa. As ações preferenciais normalmente não concedem o direito a voto a seu titular, mas oferecem preferência na distribuição de resultados ou no reembolso do capital em caso de dissolução da companhia.

8 Ações As ações, ordinárias ou preferenciais, são sempre nominativas e podem ainda apresentar-se de duas formas: Nominativas Registradas se houver um registro de controle de propriedade feito pela empresa ou por terceiros, independente da haver emissão de certificado; Escriturais Nominativas, se houver a designação de uma instituição financeira que atuará como depositária dos títulos, administrando-os através de uma conta corrente de ações. Essa instituição deverá ser credenciada pela CVM.

9 Ações Uma ação dá a seu proprietário diversos direitos como: Dividendos: pagamento de parte dos lucros, em dinheiro, aos acionistas na proporção da quantidade de ações detida, ao fim de cada exercício social. Juros sobre capital próprio. Bonificação: Desdobramento: Agrupamento: Juros sobre o capital próprio: Bônus de Subscrição:

10 Ações Existem vários indicadores que influenciam os investimentos numa compra ou venda de ações e dentre eles podemos citar: Beta (correlação do movimento da ação específica com o movimento do mercado); Cotações de ações no mercado; Índice preço/lucro; Lucro por ação; Índice dividendo/preço da ação; Índice dividendo/lucro; Índice preço/fluxo de caixa operacional.

11 Mercados de Ações A e Derivativos Mercado a Vista Ações emitidas por empresas abertas são negociadas no mercado a vista quando sua compra e venda são voltadas para a liquidação imediata. Para negociar no mercado à vista é necessária a intermediação de uma sociedade corretora credenciada pela bolsa a executar ordens de compra e venda, através de seus operadores em pregão. Os representantes das corretoras poderão negociar apregoando suas ofertas de Viva Voz ou a corretora poderá cumprir as ordens de seus clientes através do Sistema Eletrônico de Negociação (Mega Bolsa).

12 Mercados de Ações A e Derivativos: Tipos de Ordem Ordem a mercado: quando o investidor especifica à corretora apenas a quantidade e as características dos títulos que deseja comprar ou vender, sendo que a corretora executa a ordem a partir de seu recebimento. Ordem limitada: estabelece o preço máximo ou mínimo pelo qual ele quer comprar ou vender determinada ação. Ela somente será executada por um preço igual, ou melhor, do que o indicado. Ordem casada: determina uma ordem de compra de um título e uma venda de outro, escolhendo qual operação deverá ocorrer primeiro. Ordem de financiamento: determina uma ordem de compra (ou venda) de um título em um mercado e uma outra concomitante de venda (ou compra) de igual título, no mesmo ou em outro mercado, com prazos de vencimento distintos.

13 Mercados de Ações A e Derivativos: Mercado a Termo Mercado em que são realizadas operações de compra e venda de ações (ativo-objeto), a um preço fixado e com prazo de liquidação determinado a partir da data da operação em pregão. Todas as ações negociadas no mercado à vista da Bovespa podem ser negociadas a termo. Portanto, operações a termo resultam em contratos com prazo de liquidação fixado entre as partes. Esse prazo pode ser livremente escolhido entre os investidores, desde que estejam no intervalo de 12 dias úteis a 999 dias corridos. A maior parte das negociações são de 30 dias, mas também ocorrem contratos de 30, 60, 90, 120, 150 e até 180 dias.

14 Mercados de Ações A e Derivativos: Mercado Opções O mercado de opções é um mercado em que são transacionados direitos. São direitos de se negociar um lote de ações, com preços e prazos pré-estabelecidos e essa negociação poderá ser de compra e venda, dependendo do tipo de opção adquirida. Uma opção possui três figuras centrais: titular, lançador e prêmio. O titular é o investidor que adquiriu a opção, comprando o direito de realizar a negociação se o desejar. O lançador é o investidor que colocou no mercado a opção à venda e ele terá que garantir a negociação, portanto ele tem a obrigação de acatar a decisão do investidor e realizar a outra ponta do negócio, ou seja, a compra ou venda. O Prêmio existe para garantir esse direito, assumir essa obrigação, o lançador recebe o prêmio, que é o pago pelo titular e negociado em bolsa.

15 Mercados de Ações A e Derivativos: Mercado Opções As opções sobre ações têm seu vencimento na terceira segunda-feira do mês de vencimento e usualmente ocorrem bimestralmente, nos meses de fevereiro, abril, junho, agosto, outubro e dezembro. Já as opções sobre índices vencem na quarta-feira mais próxima do dia 15 do mês de vencimento. Opção de compra (call): é aquela em que o titular adquire o direito de comprar um determinado lote de ações, sendo que ele pode exercer esse direito em qualquer data até o vencimento da opção (tipo americano). Ao lançador cabe a obrigação de vender as ações assim que receber a comunicação de que sua posição foi exercida. Opção de venda (put): é aquela em que o titular adquire o direto de vender um determinado lote de ações, na data de vencimento da opção (tipo europeu). Ao lançador cabe a obrigação de comprar as ações.

16 Mercados de Ações A e Derivativos: Mercado Opções O mercado de opções também permite operações de daytrade, sendo a liquidação dessas transações também exclusivamente financeira. As operações de day-trade só não são permitidas no dia de vencimento da opção. Day trade: compra e venda de uma mesma série de títulos, em um mesmo pregão, por uma mesma sociedade corretora e para um mesmo investidor. As garantias no mercado de opções devem ser fornecidas pelos lançadores, que são aqueles que precisam garantir a realização da transação se o titular o desejar.

17 Mercados de Ações A e Derivativos: Mercado Futuro O mercado futuro é o mercado onde se negociam lotes padrão de ações com datas de liquidação futura, ou seja, é um mercado em que são estabelecidos contratos futuros. Um contrato futuro representa um compromisso entre duas partes, comprador e vendedor, de efetivar em data futura e pré-definida a comercialização de determinado produto (ou comodities) agropecuário ou ativo financeiro, com características já estabelecidas e por preço negociado em pregão. A bolsa brasileira em que são firmados os contratos futuros é a BM&F (Bolsa de Mercadorias e Futuros).

18 Mercados de Ações A e Derivativos: Mercado Futuro Atualmente são negociados nessa bolsa contratos de boi, soja, milho, café, açúcar cristal, algodão e álcool anidro carburante, além de outros produtos financeiros. Sendo que cada contrato possui uma quantidade padrão de cada tipo de mercadoria Produto Café Açucar Álcool Soja e Milho Algodão Boi Gordo Quantidade por contrato 100 sacas de 60 quilos 270 sacas de 50 quilos 30 metros cúbicos / Litros 450 sacas de 60 quilos ,65 libras-peso ou quilos 330 arrobas / 20 bois de 16,5 arrobas

19 Hedgers O mercado futuro pode ser utilizado por compradores e vendedores como uma forma de proteção contra as oscilações de preço. Nesse caso, estará sendo feito um hedging e o tomador de posição que estiver realizando um negócio com esse objetivo será conhecido como hedger. Exemplo, um produtor rural pode vender seu produto através de um contrato futuro garantindo o preço de sua mercadoria na data que selecionar. Se o preço cair ele poderá vender seu produto no mercado que desejar a esse preço inferior, mas receberá os ajustes diários relativos a seu contrato futuro quando fizer a liquidação financeira (poderá também se quiser realizar a liquidação física). Se o preço subir, ele fará o mesmo procedimento, só que agora pagará os ajustes. De qualquer forma, ele garantiu um preço futuro que considerava adequado a seu produto e eliminou os efeitos das oscilações de preços em seu negócio.

20 Debêntures As debêntures são títulos nominativos e negociáveis que representam uma parcela do empréstimo total efetuado pela emissora usualmente para financiamento de projetos de investimento ou alongamento do perfil do passivo, sendo assim de médio ou longo prazo. As debêntures podem ser nominativas ou escriturais, sendo que as ao portador foram extintas pela Lei no /97. Debêntures nominativas são aquelas que possuem certificado (documento físico) no qual é definido o nome do titular da debênture. Debêntures escriturais são aquelas que não possuem certificado (documento físico), mas também estão em nome de seus titulares e são mantidas em conta de depósito em instituição financeira depositária definida pela companhia emissora.

21 Debêntures As debêntures podem ser classificadas em: Debêntures simples Debêntures conversíveis em ações Debêntures permutáveis As debêntures podem ser de diferentes espécies dependendo do tipo de garantia dada à emissão: Debênture com garantia real: Debênture com garantia flutuante:

22 Debêntures Emissão Uma emissão de debêntures pode ser realizada em séries, com o mesmo vencimento ou não, permitindo adequar a entrada de recursos às necessidades da companhia como também das condições de demanda do mercado. As emissões públicas exigem o registro de distribuição na Comissão de Valores Mobiliários e só pode ser realizada por companhias abertas, sendo títulos que podem ser negociados no mercado secundário de debêntures. A emissão privada é aquela direcionada a um grupo limitado de compradores, que geralmente são os próprios acionistas da emissora ou investidores pré-determinados, e devido a sua forma de colocação, não podem ser negociadas em mercado secundários.

23 Análise Técnica e Fundamentalista Análise Fundamentalista Envolve a verificação de diferentes contextos e aspectos que influenciam o desempenho da companhia, como avaliação do ambiente econômico, internacional e doméstico, do setor a que pertence a empresa em consideração, a comparação com outras do mesmo setor e a avaliação da empresa em si. O conhecimento das informações relevantes e sua avaliação fornecem ao analista maior confiabilidade na decisão de compra ou venda de ativos. Estuda as causas que fazem com que os preços apresentem movimentos ascendentes ou descendentes, uma vez que tem por pressuposto teórico a existência de uma correlação lógica entre o valor intrínseco de uma ação e seu preço de mercado.

24 Análise Técnica e Fundamentalista Análise Técnica É um estudo baseado nas variações ocorridas nos preços e volumes negociados de um ativo financeiro. Seu objetivo é prever o comportamento futuro dos preços através de gráficos, que refletem a tendência do mercado em relação ao título em observação, demonstrando um movimento ascendente ou descendente de seu preço. Essas informações auxiliarão o investidor nos momentos de decisão quanto a compra ou venda de ativos financeiros.

25 Análise Técnica: Tendência de Alta Fase de Acumulação: nessa fase os investidores muito bem informados começam a adquirir lotes significativos de ações sem provocar grandes alterações nos preços, que lentamente começam a se elevar. Fase Intermediária: outros investidores já perceberam o movimento ascendente dos preços e começa a ocorrer uma sensível alta de preços e volume negociado Fase Final: os preços apresentam uma valorização significativa e o volume negociado acompanha essa tendência. No entanto, investidores mais bem informados já começam a vender suas posições adquiridas na Fase de Acumulação. Preço Alta sensível 2ª fase Euforia 3 ª fase Distribuição ou nova acumulação Acumulação 1ª fase Tempo

26 Análise Técnica: Tendência de Baixa Tendências de Baixa: três fases Fase de Distribuição: os preços começam a apresentar pequenos recuos e o volume negociado aumenta. Fase Intermediária: as ações apresentam quedas significativas em seus preços e os investidores começam a se desfazer de suas posições, ou seja, a vender suas ações. Fase Final: o mercado apresenta certa estabilização e torna-se menos volátil, isto é as oscilações de preço tendem a ser menores. Preço Distribuição 1ª fase Início de uma tendência de baixa 2 ª fase Baixa 3 ª fase Tempo

27 Análise Técnica Análise Técnica Para identificar uma linha de tendências de alta é preciso traçar uma reta passando pelas cotações mínimas de uma série de preços do período analisado e essa reta mostrar-se ascendente. Cotação da ação Nova linha de tendência de alta Linha inicial de tendência de alta tempo

28 Análise Técnica Análise Técnica No caso de uma linha de tendência de baixa é preciso que haja uma linha unindo os pontos máximos da série e esses se mostrarem descendentes. Cotação da ação Tempo

29 Tendências do Mercado de Capitais: Governança Corporativa São mecanismos ou princípios que governam o processo decisório dentro da empresa. Conjunto de regras que visam minimizar os problemas de agência. Bem estar do principal depende das decisões tomadas pelo agente. Conflito entre Administradores e Acionistas. Moral Hazard ou Oportunismo: consistira de decisões dos administradores que não visassem á maximização do valor das ações.

30 Governança Corporativa: NíveisN Nível 1 Principais práticas: Manutenção em circulação de uma parcela mínima de ações, representando 25% do capital; Realização de ofertas públicas de colocação de ações por meio de mecanismos que favoreçam a dispersão do capital; Melhoria nas informações prestadas trimestralmente, entre as quais a exigência de consolidação e de revisão especial; Cumprimento de regras de disclosure em operações envolvendo ativos de emissão da companhia por parte de acionistas controladores ou administradores da empresa; Divulgação de acordos de acionistas e programas de stock options; Disponibilização de um calendário anual de eventos corporativos

31 Governança Corporativa Empresas listadas no Nível 1 ARACRUZ CELULOSE S.A BCO BRADESCO S.A. BCO ITAU HOLDING FINANCEIRA S.A. BRADESPAR S.A. BRASIL TELECOM PARTICIPAÇÕES S.A. BRASIL TELECOM S.A. BRASKEM S.A. CIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO P. AÇUCAR CIA ENERGÉTICA DE MINAS GERAIS CEMIG CIA HERING CIA TRANSMISSÃO ENERGIA ELET PAULISTA CIA VALE DO RIO DOCE CONFAB INDUSTRIAL S.A. GERDAU S.A.

32 Governança Corporativa KLABIN S.A. MANGELS INDUSTRIAL S.A. METALURGICA GERDAU S.A. PERDIGÃO S.A. RANDON S.A. IMPLEMENTOS E PARTICIPAÇÕES RIPASA S.A. CELULOSE E PAPEL ROSSI RESIDENCIAL S.A. S.A. FABRICA DE PRODUTOS ALIMENTICIOS VIGOR SADIA S.A. SÃO PAULO ALPARGATAS S.A. SUZANO BAHIA SUL PAPEL E CELULOSE S.A. UNIBANCO UNIÃO DE BANCOS BRASILEIROS S.A. VOTORANTIM CELULOSE E PAPEL S.A. WEG S.A.

33 Governança Corporativa: Nível N 2 Além da aceitação das obrigações contidas no Nível 1 Mandato unificado de 1 ano para todo o Conselho de Administração Disponibilização de balanço anual seguindo as normas do US GAAP ou IAS GAAP Extensão para todos os acionistas detentores de ações ordinárias das mesmas condições obtidas pelos controladores quando da venda do controle da companhia e de, no mínimo, 70% deste valor para os detentores de ações preferenciais Direito de voto às ações preferenciais em algumas matérias, como transformação, incorporação, cisão e fusão da companhia e aprovação de contratos entre a companhia e empresas do mesmo grupo Obrigatoriedade de realização de uma oferta de compra de todas as ações em circulação, pelo valor econômico, nas hipóteses de fechamento do capital ou cancelamento do registro de negociação neste Nível Adesão à Câmara de Arbitragem para resolução de conflitos societários

34 Governança Corporativa Nível 2 Empresas Listadas ALL AMERICA LATINA LOGISTICA S.A. CENTRAIS ELETRICAS DE SANTA CATARINA S.A. GOL LINHAS AEREAS INTELIGENTES S.A. MARCOPOLO S.A. NET SERVICOS DE COMUNICAÇÃO S.A.

35 Governança Corporativa: Novo Mercado A principal alteração desse mercado em relação à inovação é a proibição de emissão de ações preferenciais pela empresa participante do novo mercado; Realização de ofertas públicas de colocação de ações por meio de mecanismos que favoreçam a dispersão do capital; Manutenção em circulação de uma parcela mínima de ações representando 25% do capital; Extensão para todos os acionistas das mesmas condições obtidas pelos controladores quando da venda do controle da companhia;

36 Governança Corporativa: Novo Mercado Estabelecimento de um mandato unificado de 1 ano para todo o Conselho de Administração; Disponibilização de balanço anual seguindo as normas do US GAAP ou IAS GAAP; Introdução de melhorias nas informações prestadas trimestralmente, entre as quais a exigência de consolidação e de revisão especial; Obrigatoriedade de realização de uma oferta de compra de todas as ações em circulação, pelo valor econômico, nas hipóteses de fechamento do capital ou cancelamento do registro de negociação no ; Cumprimento de regras de disclosure em negociações envolvendo ativos de emissão da companhia por parte de acionistas controladores ou administradores da empresa

37 Governança Corporativa: Novo Mercado Empresas Listadas: CCR COMPANHIA DE CONCESSÕES RODOVIÁRIAS SABESP COMPANHIA DE SANEAMENTO BÁSICO DO ESTADO DE SÃO PAULO NATURA - NATURA COSMÉTICOS S.A.

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