Maquiavel escreveu O príncipe em 1513, em sua propriedade nos arredores de Florença, na região italiana da Toscana. Naquele ano, depois da dissolução

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Maquiavel escreveu O príncipe em 1513, em sua propriedade nos arredores de Florença, na região italiana da Toscana. Naquele ano, depois da dissolução"

Transcrição

1 Maquiavel escreveu O príncipe em 1513, em sua propriedade nos arredores de Florença, na região italiana da Toscana. Naquele ano, depois da dissolução do governo da cidade e do retorno da família Médici ao poder, Maquiavel foi preso, acusado de conspiração. Perdoado pelo papa Leão X, ele se retirou da vida pública e passou a escrever suas grandes obras. O príncipe foi publicado postumamente, em O contexto histórico em que Maquiavel escrevia era de grande instabilidade política. O exercício do poder e sua manutenção já não dependiam apenas da hereditariedade e dos laços de sangue. Por isso, o autor escreve um tratado sobre a conduta do príncipe, sobre as melhores formas de o soberano tomar o poder e conservá-lo. O autor vai colher na História variados exemplos para comprovar seus pontos de vista, a começar pela conduta de alguns de seus contemporâneos, como César Borgia, Francesco Sforza e o papa Júlio II. Mas Maquiavel recorre também ao conhecimento de outras épocas, como a Antiguidade e a Idade Média, e à sua vastíssima erudição sobre os romanos, os gregos e outros povos, de diversas regiões. Em estilo direto, límpido e por vezes levemente irônico, Maquiavel recomenda ao soberano cultivar certas qualidades - ou, se não for possível, que pelo menos aparente ter virtudes, pois ostentá-las é útil para manter o poder. As cinco principais qualidades de caráter aconselhadas ao soberano dizem respeito ao seu espírito: ser piedoso, fiel, humano, íntegro e religioso. Ainda assim, reconhece o autor, para preservar o Estado muitas vezes é necessário operar contra a fé, contra a caridade, contra a humanidade, contra a religião. Algumas concepções de Maquiavel parecem paradoxais. É o caso também das ideias sobre a conduta do príncipe em relação a seus súditos e ao povo. O autor chama a atenção para a necessidade de oprimir os primeiros, mas também reafirma a necessidade 1

2 de ser querido pelo povo e protegê-lo. Apesar de contraditórias, suas ideias se harmonizam quando se tem em vista que os dois conceitos mais importantes do livro são fortuna e virtude. Segundo o autor, um bom príncipe é aquele que sabe aproveitar os momentos de fortuna, isto é, a sorte e os momentos propícios à ação. Não se trata, porém, unicamente de acaso ou de oportunidade. É necessário também virtude, ou seja, caráter e habilidade. Como diz o próprio Maquiavel, ao Príncipe é necessário que ele tenha um espírito disposto a voltar-se para onde os ventos da fortuna e a variação das coisas lhe ordenarem; e [...] não se afastar do bem, se possível, mas saber entrar no mal, se necessário. 1. Qual é a principal distinção que Maquiavel faz sobre o caráter dos principados? No que consiste a fortuna e a virtude, características que determinam o sucesso de um príncipe na tomada e manutenção do poder? Maquiavel distingue os principados em hereditários, nos quais a linhagem familiar e de sangue determina a sucessão do poder, e em principados novos, isto é, conquistados por armas próprias ou alheias. Na prática da guerra e no exercício do poder, os príncipes são guiados pela fortuna, ou seja, pela sorte e pelas circunstâncias, ou por virtude, isto é, por seus méritos, valores e qualidades. (capítulo I) 2. Por que, segundo Maquiavel, é mais fácil manter o poder nos Estados herdados e sujeitos ao sangue de seus príncipes do que nos Estados novos? Por que nestes é inevitável ao príncipe oprimir seus súditos? Porque nos principados em que a sucessão do poder é hereditária basta não infringir a ordem sucessória da estirpe e saber lidar com os imprevistos. O soberano 2

3 natural, segundo Maquiavel, é aceito por seus súditos mais facilmente. Uma vez guindado ao poder, o príncipe que assumiu graças aos seus laços de sangue se manterá soberano com mais tranquilidade, a menos que uma força maior o destitua. A continuidade do poder também tende a apagar as demandas por inovações e mudanças, as quais geram intranquilidade. Já os principados novos são mais instáveis, pois o príncipe que tomou o poder será imediatamente avaliado pelos novos súditos, que acreditam poder melhorar de condição se pegarem novamente em armas contra o soberano. O príncipe, assim, precisará submeter os novos seguidores. Ao mesmo tempo, o príncipe não pode apenas oprimi-los, pois é preciso agradá-los e honrar a dívida para com os provincianos que dominou. (capítulos II e III) 3. Quais as principais dificuldades de um soberano que conquista ou anexa outro Estado? Quais são as condições que determinam o sucesso de um governante de um principado misto? As principais dificuldades são os contrastes entre as línguas, os costumes e as leis entre o principado original e o novo. Por isso, é preciso grande habilidade para manter um principado misto. Um dos meios mais eficazes para conservar o poder sobre o novo principado é que o conquistador vá habitar as terras anexadas, tornando mais seguro e mais durável seu domínio. A presença do soberano evita que seus prepostos ou representantes espoliem a província e permite que os súditos recorram diretamente ao governante. Para o autor, é preciso extinguir a linhagem de sangue do príncipe anterior e não alterar as leis vigentes nem o regime de impostos. Assim, em pouco tempo, o principado novo será totalmente incorporado ao antigo. (capítulo III) 3

4 4. Apesar de ter se pautado pela ponderação e pelo diálogo em sua trajetória intelectual e política, Maquiavel tem uma visão contundente a respeito da guerra. Segundo ele, por que não é possível evitar a guerra? Maquiavel diz que o desejo de conquista é algo natural e que a guerra não se evita, apenas se adia em favor de outrem. Portanto, já que ela é inevitável, e postergála só traz vantagens ao adversário, ele recomenda que, a fim de evitar um conflito prejudicial, jamais se deve deixar que um distúrbio se alastre. É um erro empreender uma guerra quando ainda não se tem força para tanto. (capítulo III) Mas o príncipe não deve ter outro objetivo nem outro pensamento que não a guerra, pois ela é a arte de quem comanda, uma atitude esperada e inerente ao exercício do poder. É por ela que se mantêm os que já nasceram príncipes, mas também chegam ao poder os homens de fortuna pessoal. (capítulo XV) O autor recomenda ainda que o príncipe cultive a fama de cruel, pois isso ajuda a manter o exército unido e disposto ao combate. (capítulo XVII) A guerra, além disso, traz prestígio e não há nada que faça um príncipe mais estimado que empreender grandes campanhas militares para legar memoráveis exemplos de si mesmo. (capítulo XXI) 5. Maquiavel expõe dois modos de passar de homem privado a príncipe, sem que se deva atribuir tudo à fortuna ou à virtude. Quais são eles? Explique. Há casos em que se ascende ao principado por meios nefandos e celerados e casos em que um homem comum se torna príncipe de sua pátria graças ao favor de outros concidadãos. No primeiro caso, incluemse os soberanos que tomaram o poder por atitudes criminosas, como massacres, assassinatos, traições, crueldades e atrocidades. No segundo caso, por favor de 4

5 seus concidadãos, o soberano constitui um principado civil. Para chegar a ele, não é preciso virtude nem fortuna, mas astúcia e apoio popular ou dos poderosos. Segundo Maquiavel, esta é uma característica de todas as cidades assistir a tendências opostas: de um lado, o povo, que não quer ser comandado nem oprimido pelos poderosos; de outro os poderosos, que querem comandar e oprimir o povo. Segundo o autor, esses dois desejos antagônicos trazem uma das seguintes consequências: principado, liberdade ou desordem. (capítulos VIII e IX). 6. Apesar de não se mostrar favorável ao modo de obter o poder por meios criminosos, o autor tece considerações sobre os procedimentos para manter-se no poder, mesmo nesses casos. O que ele recomenda a um príncipe usurpador? Ao tomar um Estado, o príncipe usurpador deve praticar a violência de um só golpe, para não ter de renovar as atitudes de opressão. Com isso, tranquiliza os súditos e os seduz com benefícios. Para o autor, as injúrias devem ser executadas todas de uma só vez, com brevidade, para que ofendam menos ao paladar. Já os benefícios devem ser feitos aos poucos, para que sejam mais bem saboreados. (capítulo VIII) 7. Por que o autor evita debruçar-se sobre os chamados principados eclesiásticos? Porque, segundo ele, esses principados são sustentados por leis antigas, radicadas na religião. São tão poderosos que conseguem conservar seus príncipes no poder não importa como estes se comportem ou vivam. São também governados por razões superiores, que a mente humana não alcança. Uma vez que são louvados e mantidos por Deus, para Maquiavel discorrer sobre eles seria presunçoso e temerário. (capítulo XI) 5

6 8. Nos capítulos XII, XIII e XIV, o autor chama a atenção mais uma vez para a importância da guerra e descreve os principais tipos de tropa de que se pode dispor. Quais são elas? Segundo o autor, é preferível dispor de armas próprias ou mercenárias? As armas com as quais um príncipe defende seu Estado ou são próprias, ou são mercenárias e auxiliares, ou uma mistura de ambas. As mercenárias e auxiliares são aquelas que combatem não por lealdade, mas por interesse ou pelo soldo, isto é, pelo pagamento. As armas auxiliares - igualmente ruins e até mais perigosas, segundo o autor - são aquelas solicitadas a outro poderoso para que o defendam. As armas próprias são aquelas compostas de súditos, de cidadãos ou de vassalos. Para o autor, as tropas mercenárias são inúteis e perigosas, pois desunidas, ambiciosas, indisciplinadas e infiéis. Não trazem segurança nem estabilidade. Com essas armas, quanto mais se adia o combate, mais se adia a derrota. Por isso, o autor diz que é preferível dispor de armas próprias, pois sem elas nenhum principado estará seguro; ao contrário, fica inteiramente à mercê da fortuna. 9. O que o autor sugere ao príncipe nos tempos de paz? Recomenda nunca se manter ocioso. Sugere conhecer bem o próprio território, o que permite aprender a localizar o inimigo, montar acampamentos, conduzir os exércitos, organizar as expedições e, em situação vantajosa, assediar outras cidades. Aproveitando esse período com engenho, ele irá agir melhor na adversidade e, quando a fortuna mudar, estará preparado para resistir. Recomenda, ainda, a prática da caça e o exercício da mente: ler obras de história e nelas examinar as ações dos homens ilustres, ver como 6

7 eles conduziram as guerras e analisar as causas de suas vitórias e derrotas. (capítulo XIV) 10. Como a condição humana não permite, muitas vezes, que o príncipe tenha todas as qualidades necessárias ao exercício da função, o autor recomenda evitar certos vícios que coloquem em risco o governo. Quais são esses vícios? Alguns dos principais vícios ou defeitos que ameaçam o príncipe são: ser miseráveis ou avaros, rapaces, cruéis, desleais, efeminados e pusilânimes, soberbos, lascivos, inflexíveis e incrédulos. (capítulo XV) 11. O que recomenda o autor a respeito da cobrança de impostos e da condição de liberal? Maquiavel considera vantajoso ao príncipe ser liberal. Mas diz que, se essa prática tiver objetivo apenas de alcançar reputação, pode causar transtornos, pois a liberalidade excessiva faz o príncipe ser desprezado ou odiado, algo que ele deve evitar acima de tudo. Segundo o autor, para manter a fama de liberal é preciso lançar mão de todo fausto (luxo) possível. Isso obriga ao príncipe consumir muitos recursos, sobrecarregando a população de tributos e arrecadações. Assim, a liberalidade em excesso irá deixar os súditos cada vez mais pobres. Por isso, se for prudente, ele não deverá se importar com a fama de avarento, em benefício dos cidadãos. (capítulo XVI) 12. Para Maquiavel, é preferível ao príncipe ser amado ou ser temido? Segundo o autor, todos os soberanos gostariam de ser amados e temidos. Porém, é difícil conciliar as duas coisas. Assim, é mais seguro ser temido que amado, pois o vínculo de amor entre os homens é frágil, já que 7

8 mantido por reconhecimento e passível de ser rompido pelo egoísmo. Nos momentos favoráveis, o príncipe age com benevolência e os súditos tendem a amá-lo. Nos momentos de dificuldade, porém, é comum aos súditos passar à revolta. O temor, assim, é mantido com mais segurança, por conta do medo que os homens têm da punição. É preciso, porém, inspirar temor sem suscitar o ódio. (capítulo XVII) 13. O que o autor recomenda para que o príncipe não desperte o ódio dos cidadãos? O autor recomenda não cobiçar as mulheres nem os bens de seus concidadãos. Especialmente evitar a cobiça dos bens, pois os homens se esquecem com maior rapidez da morte de um pai que da perda do patrimônio. (capítulo XVII) 14. Segundo Maquiavel, os homens são essencialmente bons ou maus? Para o autor, os homens são essencialmente maus. Em geral, são ingratos, volúveis, fingidos, dissimulados, avessos ao perigo e gananciosos. (capítulo XVII) 15. Por que o príncipe precisa se valer do animal e do homem que há dentro dele? A quais animais o autor se refere metaforicamente para exprimir as atitudes de astúcia e força? Segundo Maquiavel, existem duas matrizes de combate : o combate por meio das leis, próprias dos homens; e o combate pelo uso da força, própria dos animais. Como nem sempre a primeira matriz basta, é preciso recorrer à segunda. O autor associa a astúcia à raposa e a força ao leão. (capítulo XVIII) 8

9 16. No capítulo XXI, Maquiavel recomenda algumas atitudes do príncipe para com o cotidiano da cidade e a vida civil e econômica. O que o soberano deve encorajar na vida de seus súditos? O príncipe deve oferecer hospitalidade aos homens virtuosos e aos artistas. Deve encorajar os cidadãos a exercer seus ofícios no comércio, na agricultura e em outras atividades, assegurando o direito à propriedade e incentivando a abertura de novos negócios, sem que os impostos sejam um empecilho à atividade comercial. Deve promover festas e espetáculos populares e periodicamente se reunir com a comunidade, conhecendo as corporações e os bairros, dando exemplo de humanidade e munificência (generosidade), mantendo, porém, a majestade de seu posto. 17. No Capítulo XXV, Maquiavel discorre sobre a relação entre a fortuna e o livre-arbítrio, ou seja, a capacidade humana de reger o próprio destino. A que o autor compara a fortuna? O autor diz que muitos têm a convicção de que o mundo é governado apenas pela fortuna e por Deus, sem que os homens possam mudá-lo. Por isso, as pessoas acham que não vale a pena lutar contra o curso das coisas, deixando-se conduzir pela sorte e pelo destino. Entretanto, diz Maquiavel que a fortuna determina apenas parte das ações humanas e que outra parte é governada pelo livre-arbítrio. O autor compara a fortuna a um rio caudaloso e devastador, que com suas águas enfurecidas alaga planícies, derruba árvores e faz ruir construções. Com isso, diz que a fortuna demonstra toda sua potência, se a virtude não lhe colocar freios. Portanto, o príncipe não pode se apoiar inteiro na fortuna, pois ele se arruinará tão logo as circunstâncias mudem. Compara, ainda, a fortuna à mulher. Na condição de mulher, segundo Maquiavel, a fortuna é favorável aos jovens, que por serem menos respeitosos, 9

10 mais ferozes e mais audaciosos a comandam mais facilmente. Para dominar a fortuna, portanto, é melhor ser impetuoso que prudente. Leituras recomendadas Biografia de Nicolau Maquiavel. Roberto Ridolfi. Musa Editora, Maquiavel passo a passo. Newton Bignotto. Jorge Zahar Editora, Maquiavel. Coleção Os Pensadores. Trad. de Lívio Xavier. Editora Nova Cultural, Maquiavel no Inferno. Sebastian de Grazia. Companhia das Letras,

2 > Ciência Política UNIDADE 2. Maquiavel: a ação política virtuosa que desafia as contingências

2 > Ciência Política UNIDADE 2. Maquiavel: a ação política virtuosa que desafia as contingências 2 > Ciência Política UNIDADE 2 Maquiavel: a ação política virtuosa que desafia as contingências Objetivos Discutir o contexto histórico no qual Maquiavel escreveu a obra O Príncipe. Apresentar a obra de

Leia mais

1469: nascimento de Maquiavel, em 04 de maio.

1469: nascimento de Maquiavel, em 04 de maio. NICOLAU MAQUIAVEL Vida e Obra 1469: nascimento de Maquiavel, em 04 de maio. 1498: é nomeado chanceler e, mais tarde, secretário das Relações Exteriores de Florença.Essas funções não detiam tanto poder,

Leia mais

Newton Bignotto. Maquiavel. Rio de Janeiro

Newton Bignotto. Maquiavel. Rio de Janeiro Newton Bignotto Maquiavel Rio de Janeiro Introdução No ano em que nasceu Maquiavel, 1469, Florença vivia um período agitado. Embora ainda fosse formalmente uma república, a cidade era de fato administrada

Leia mais

Resumo analitico da obra cientifica: O Principe

Resumo analitico da obra cientifica: O Principe 207 Resumo analitico da obra cientifica: O Principe Vilma Maria INOCENCIO CARLI 1 SUMARIO: 1. O livro. 2. Análise do conteúdo lido. 3. Considerações sobre a obra em estudo Resumo: Elaborar um estudo sobre

Leia mais

DECLARAÇÃO AMERICANA DOS DIREITOS E DEVERES DO HOMEM

DECLARAÇÃO AMERICANA DOS DIREITOS E DEVERES DO HOMEM DECLARAÇÃO AMERICANA DOS DIREITOS E DEVERES DO HOMEM Resolução XXX, Ata Final, aprovada na IX Conferência Internacional Americana, em Bogotá, em abril de 1948. A IX Conferência Internacional Americana,

Leia mais

Questões Comentadas ENEM - Aristóteles e Nicolau Maquiavel. Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Professor Uilson Fernandes Uberaba Abril/Maio de 2015

Questões Comentadas ENEM - Aristóteles e Nicolau Maquiavel. Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Professor Uilson Fernandes Uberaba Abril/Maio de 2015 Questões Comentadas ENEM - Aristóteles e Nicolau Maquiavel Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Professor Uilson Fernandes Uberaba Abril/Maio de 2015 Aristóteles e Maquiavel : a política da antiguidade

Leia mais

Preâmbulo. Considerando essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações,

Preâmbulo. Considerando essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações, DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembleia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 Preâmbulo Considerando que o reconhecimento da

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Preâmbulo DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 Considerando que o reconhecimento da

Leia mais

Maquiavel. Teoria Política. (Capítulo 24, pág 298 a 302)

Maquiavel. Teoria Política. (Capítulo 24, pág 298 a 302) Maquiavel Teoria Política (Capítulo 24, pág 298 a 302) CONTEXTO HISTÓRICO (SÉC XIV e seguintes) 1. FORMAÇÃO DAS MONARQUIAS NACIONAIS (Portugal, França, Inglaterra, Espanha). 2. Monarquias Nacionais ESTADO

Leia mais

1- Unificação dos Estados Nacionais. Centralização do poder

1- Unificação dos Estados Nacionais. Centralização do poder 1- Unificação dos Estados Nacionais Centralização do poder 1.1- Nobreza classe dominante Isenção de impostos; Ocupação de cargos públicos; Altos cargos no exército. 1- Conceito: Sistema de governo que

Leia mais

Considerando ser essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações,

Considerando ser essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações, A Declaração Universal dos Direitos Humanos é um dos documentos básicos das Nações Unidas e foi assinada em 1948. Nela, são enumerados os direitos que todos os seres humanos possuem. Preâmbulo Considerando

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS. UNIC / Rio / 005 - Dezembro 2000

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS. UNIC / Rio / 005 - Dezembro 2000 DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS UNIC / Rio / 005 - Dezembro 2000 DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Preâmbulo Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros

Leia mais

ÉTHOS E POLÍTICA SEGUNDO MAQUIAVEL

ÉTHOS E POLÍTICA SEGUNDO MAQUIAVEL 101 ÉTHOS E POLÍTICA SEGUNDO MAQUIAVEL Maria José da C. Souza Vidal RESUMO: No presente ensaio faremos uma demonstração da ética e da política conforme concebeu Nicolau Maquiavel. Buscaremos ser fiel ao

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DE NICOLAU MAQUIAVEL PARA A ATUALIDADE 1

A CONTRIBUIÇÃO DE NICOLAU MAQUIAVEL PARA A ATUALIDADE 1 A CONTRIBUIÇÃO DE NICOLAU MAQUIAVEL PARA A ATUALIDADE 1 Moisés do Carmo Conceição 2 RESUMO O contexto no qual Nicolau Maquiavel desenvolveu sua perspectiva realista da política e, conseqüentemente, os

Leia mais

Declaração Universal dos. Direitos Humanos

Declaração Universal dos. Direitos Humanos Declaração Universal dos Direitos Humanos Ilustrações gentilmente cedidas pelo Fórum Nacional de Educação em Direitos Humanos Apresentação Esta é mais uma publicação da Declaração Universal dos Direitos

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO HOMEM

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO HOMEM DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO HOMEM com a Independência dos E.U.A. e a Revolução Francesa, a Declaração Universal dos Direitos do Homem é um documento extraordinário que precisa ser mais conhecido

Leia mais

Processo Seletivo/UFU - julho 2007-1ª Prova Comum FILOSOFIA QUESTÃO 01

Processo Seletivo/UFU - julho 2007-1ª Prova Comum FILOSOFIA QUESTÃO 01 FILOSOFIA QUESTÃO 01 Leia atentamente o seguinte verso do fragmento atribuído a Parmênides. Assim ou totalmente é necessário ser ou não. SIMPLÍCIO, Física, 114, 29, Os Pré-Socráticos. Coleção Os Pensadores.

Leia mais

Orientação de estudo semanal turma 231 Filosofia II

Orientação de estudo semanal turma 231 Filosofia II Orientação de estudo semanal turma 231 Filosofia II Na orientação dessa semana faremos questões objetivas sobre filosofia política. II. Questões sobre Filosofia Política 1. Foi na Grécia de Homero que

Leia mais

DECLARAÇÃO AMERICANA DOS DIREITOS E DEVERES DO HOMEM. (Aprovada na Nona Conferência Internacional Americana, Bogotá, 1948)

DECLARAÇÃO AMERICANA DOS DIREITOS E DEVERES DO HOMEM. (Aprovada na Nona Conferência Internacional Americana, Bogotá, 1948) In: http://www.cidh.oas.org/basicos/portugues/b.declaracao_americana.htm DECLARAÇÃO AMERICANA DOS DIREITOS E DEVERES DO HOMEM (Aprovada na Nona Conferência Internacional Americana, Bogotá, 1948) A IX Conferência

Leia mais

Federação Espírita Catarinense 14ª União Regional Espírita Departamento de Estudo e Divulgação Doutrinária PROJETO O CONSOLADOR

Federação Espírita Catarinense 14ª União Regional Espírita Departamento de Estudo e Divulgação Doutrinária PROJETO O CONSOLADOR PROJETO O CONSOLADOR TEMÁRIO PARA PALESTRAS DO TRIMESTRE JULHO, AGOSTO e SETEMBRO/2015 no HOSPITAL REGIONAL DE SÃO JOSÉ MÊS DE JULHO/2015 Dia 02/07/15 A VIDA FUTURA 1) O Evangelho Segundo o Espiritismo.

Leia mais

Estes são os direitos de: Atribuídos em: Enunciados pela Organização das Naões Unidas na Declaração Universal dos Direitos Humanos

Estes são os direitos de: Atribuídos em: Enunciados pela Organização das Naões Unidas na Declaração Universal dos Direitos Humanos Estes são os direitos de: Atribuídos em: Enunciados pela Organização das Naões Unidas na Declaração Universal dos Direitos Humanos No dia 10 de dezembro de 1948, a Assembléia Geral das Nações Unidas adotou

Leia mais

MAQUIAVEL, COMUNICAÇÃO E PODER

MAQUIAVEL, COMUNICAÇÃO E PODER COMUNICAÇÃO E CULTURA MAQUIAVEL, COMUNICAÇÃO E PODER DALMIR FRANCISCO MAQUIAVEL, Nicolau. 2 O Príncipe ( Escritos Políticos) São Paulo : Abril Cultural, 1979 Maquiavel, comunicação e poder. 3 Este texto

Leia mais

CARTA DA TERRA Adaptação Juvenil

CARTA DA TERRA Adaptação Juvenil CARTA DA TERRA Adaptação Juvenil I TRODUÇÃO Vivemos um tempo muito importante e é nossa responsabilidade preservar a Terra. Todos os povos e todas as culturas do mundo formam uma única e grande família.

Leia mais

Os dez mandamentos da ética

Os dez mandamentos da ética Os dez mandamentos da ética Gabriel Chalita Resumo do livro Os Dez Mandamentos da Ética de Gabriel Chalita, Ed. Nova Fronteira, 6ª impressão. A esperança é o sonho do homem acordado Aristóteles, citado

Leia mais

Maquiavel e a construção da política Raquel Kritsch

Maquiavel e a construção da política Raquel Kritsch Maquiavel e a construção da política Raquel Kritsch Em Maquiavel é muito claro que a política e a reflexão que sobre ela se faz constituem aspectos indissociáveis. O Príncipe é a prova mais evidente disso.

Leia mais

Psicologia Clínica ISSN: 0103-5665 psirevista@puc-rio.br. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Brasil

Psicologia Clínica ISSN: 0103-5665 psirevista@puc-rio.br. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Brasil Psicologia Clínica ISSN: 0103-5665 psirevista@puc-rio.br Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Brasil Declaração Universal dos Direitos Humanos adotada e proclamada pela resolução 217 A (III)

Leia mais

CAPÍTULO IGUALDADE NATURAL

CAPÍTULO IGUALDADE NATURAL O LIVRO DOS ESPÍRITOS CAPÍTULO 9 LEI DE IGUALDADE Igualdade natural Desigualdade das aptidões Desigualdades sociais Desigualdade das riquezas Provas de riqueza e de miséria Igualdade dos direitos do homem

Leia mais

Gustavo Noronha Silva. Fichamento: Rousseau: da servidão à liberdade

Gustavo Noronha Silva. Fichamento: Rousseau: da servidão à liberdade Gustavo Noronha Silva Fichamento: Rousseau: da servidão à liberdade Universidade Estadual de Montes Claros / UNIMONTES maio / 2003 Gustavo Noronha Silva Fichamento: Rousseau: da servidão à liberdade Trabalho

Leia mais

REVOLTAS DURANTE A REPÚBLICA VELHA

REVOLTAS DURANTE A REPÚBLICA VELHA REVOLTAS DURANTE A REPÚBLICA VELHA Unidade 2, Tema 2 e 3. Págs. 50 53 Personagem. Pág. 55 e 64 Ampliando Conhecimentos. Págs. 60-61 Conceitos Históricos. Pág. 65 Em foco. Págs. 66-71 GUERRA DE CANUDOS

Leia mais

Diálogo, bem comum, dignidade para todos - Papa no Congresso dos EUA 9

Diálogo, bem comum, dignidade para todos - Papa no Congresso dos EUA 9 Diálogo, bem comum, dignidade para todos - Papa no Congresso dos EUA 9 57 Imprimir 2015-09-24 Rádio Vaticana Francisco no Congresso Americano acolhido com grandes aplausos. É a primeira vez que um Papa

Leia mais

Vade-Mécum de Cerimonial Militar do Exército Valores, Deveres e Ética Militares (VM 10)

Vade-Mécum de Cerimonial Militar do Exército Valores, Deveres e Ética Militares (VM 10) MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO SECRETARIA - GERAL DO EXÉRCITO COMISSÃO DE CERIMONIAL MILITAR DO EXÉRCITO Vade-Mécum de Cerimonial Militar do Exército Valores, Deveres e Ética Militares (VM 10)

Leia mais

3º Bimestre Pátria amada AULA: 127 Conteúdos:

3º Bimestre Pátria amada AULA: 127 Conteúdos: CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA I 3º Bimestre Pátria amada AULA: 127 Conteúdos: Elaboração de cenas e improvisação teatral de textos jornalísticos.

Leia mais

CEC CÓDIGO DE ÉTICA DA CODEVASF

CEC CÓDIGO DE ÉTICA DA CODEVASF CEC CÓDIGO DE ÉTICA DA CODEVASF SUMÁRIO CAPÍTULO I Objetivo...02 CAPÍTULO II Princípios Gerais...02 CAPÍTULO III Deveres...02 CAPÍTULO IV Diretrizes com Relação aos Órgãos Públicos Competentes...04 CAPÍTULO

Leia mais

POR QUE NOSSAS PRECES NÃO SÃO ATENDIDAS?

POR QUE NOSSAS PRECES NÃO SÃO ATENDIDAS? POR QUE NOSSAS PRECES NÃO SÃO ATENDIDAS? 01/12/2003 POR QUE NOSSAS PRECES NÃO SÃO ATENDIDAS? 2 Índice Geral I POR QUE NÃO ORAMOS COM FREQUÊNCIA?... 4 II QUANDO NOSSAS PRECES NÃO SÃO ATENDIDAS... 5 III

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DE ABARÉ ESTADO DA BAHIA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelos incisos X, do art. 66, da Lei Orgânica Municipal.

O PREFEITO MUNICIPAL DE ABARÉ ESTADO DA BAHIA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelos incisos X, do art. 66, da Lei Orgânica Municipal. DECRETO Nº 017/2014 Institui o Código de Ética dos Servidores Públicos do Poder Executivo do Estado da Bahia, e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE ABARÉ ESTADO DA BAHIA, no uso das atribuições

Leia mais

Carta da Terra. www.oxisdaquestao.com.br PREÂMBULO

Carta da Terra. www.oxisdaquestao.com.br PREÂMBULO 1 www.oxisdaquestao.com.br Carta da Terra PREÂMBULO Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. À medida que o mundo torna-se cada

Leia mais

Preces POR QUE NOSSAS PRECES NÃO SÃO ATENDIDAS?

Preces POR QUE NOSSAS PRECES NÃO SÃO ATENDIDAS? Preces POR QUE NOSSAS PRECES NÃO SÃO ATENDIDAS? A grande maioria das pessoas só recorrem à oração quando estão com problemas de ordem material ou por motivo de doença. E sempre aguardando passivamente

Leia mais

Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948

Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 PARTE A Módulo I Acordos/Convenções Internacionais 1. Declaração Universal dos Direitos Humanos Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO HISTÓRIA FUNDAMENTAL 5 CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI PRAIA GRANDE - SP ROTEIRO DA UNIDADE 05 FINALIDADE: Com esta UE você terminará de estudar

Leia mais

Declaração Universal dos Direitos Humanos

Declaração Universal dos Direitos Humanos Declaração Universal dos Direitos Humanos Preâmbulo Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento

Leia mais

www.ricardoalmeida.adm.br Os Precursores da Teoria Administrativa

www.ricardoalmeida.adm.br Os Precursores da Teoria Administrativa Introdução à Administração www.ricardoalmeida.adm.br Os Primórdios da Administração Revolução Industrial Os Precursores da Teoria Administrativa Conceitos de Administração: Escola Funcional ADM é um processo

Leia mais

Declaração Universal dos Direitos do Homem

Declaração Universal dos Direitos do Homem Declaração Universal dos Direitos do Homem Preâmbulo Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento

Leia mais

LEI DE JUSTIÇA, AMOR E CARIDADE

LEI DE JUSTIÇA, AMOR E CARIDADE CAPÍTULO 11 LEI DE JUSTIÇA, AMOR E CARIDADE Justiça e direitos naturais Direito de propriedade. Roubo Caridade e amor ao próximo Amor maternal e filial JUSTIÇA E DIREITOS NATURAIS 873 O sentimento de justiça

Leia mais

TEMA F.1 O IMPÉRIO PORTUGUÊS E A CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL

TEMA F.1 O IMPÉRIO PORTUGUÊS E A CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL TEMA F.1 O IMPÉRIO PORTUGUÊS E A CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL A partir de meados do séc. XVI, o Império Português do Oriente entrou em crise. Que fatores contribuíram para essa crise? Recuperação das rotas

Leia mais

PODEMOS VENCER A BATALHA ESPIRITUAL

PODEMOS VENCER A BATALHA ESPIRITUAL 1 PODEMOS VENCER A BATALHA ESPIRITUAL Zc 1 18 Tive outra visão e vi quatro chifres de boi. 19 Perguntei ao anjo que falava comigo: Que querem dizer estes chifres? Ele respondeu: Eles representam as nações

Leia mais

( C A R TA DE N I C O L A U M A Q U I AV E L A F R A N C E S C O V E T T O R I, DE 10 DE D E Z E M B R O DE 1 51 3 ).

( C A R TA DE N I C O L A U M A Q U I AV E L A F R A N C E S C O V E T T O R I, DE 10 DE D E Z E M B R O DE 1 51 3 ). Filosofia 3ª série E C O M O D A N T E D I Z QUE N Ã O SE FA Z C I Ê N C I A S E M R E G I S T R A R O QUE SE A P R E N D E, EU T E N H O A N O TA D O T U D O N A S C O N V E R S A S QUE ME P A R E

Leia mais

R.: R.: R.: R.: R.: R.: R.:

R.: R.: R.: R.: R.: R.: R.: PROFESSOR: EQUIPE DE HISTÓRIA BANCO DE QUESTÕES - HISTÓRIA - 6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================== 01- Como o relevo

Leia mais

Evolução histórica da Moral/Ética

Evolução histórica da Moral/Ética (3) Evolução histórica da Moral/Ética Zeila Susan Keli Silva 1º Semestre 2013 1 O homem vive em sociedade, convive com outros homens e, portanto, cabe-lhe pensar e responder à seguinte pergunta: Importância

Leia mais

É PERMANECENDO FIRMES QUE VOCÊS IRÃO GANHAR A VIDA! - Comentário de Pe. Alberto Maggi (OSM) ao Evangelho

É PERMANECENDO FIRMES QUE VOCÊS IRÃO GANHAR A VIDA! - Comentário de Pe. Alberto Maggi (OSM) ao Evangelho XXXIII TEMPO ORDINÁRIO 14 novembro 2010 É PERMANECENDO FIRMES QUE VOCÊS IRÃO GANHAR A VIDA! - Comentário de Pe. Alberto Maggi (OSM) ao Evangelho Lc 21,5-19 Algumas pessoas comentavam sobre o Templo, enfeitado

Leia mais

Do estado de natureza ao governo civil em John Locke

Do estado de natureza ao governo civil em John Locke Adyr Garcia Ferreira Netto 1 Resumo No estado de natureza, situação em que segundo a doutrina contratualista o homem ainda não instituiu o governo civil, John Locke entende que os indivíduos são iguais,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 18.523 Processo 2013/52.449-6

RESOLUÇÃO Nº 18.523 Processo 2013/52.449-6 RESOLUÇÃO Nº 18.523 Processo 2013/52.449-6 Institui o Código de Ética e Disciplina dos Servidores do Tribunal de Contas do Estado do Pará. O Tribunal de Contas do Estado do Pará, no uso de suas atribuições

Leia mais

I CONGRESSO DO CREMESP I JORNADA PAULISTA DE ÉTICA MÉDICA

I CONGRESSO DO CREMESP I JORNADA PAULISTA DE ÉTICA MÉDICA I CONGRESSO DO CREMESP I JORNADA PAULISTA DE ÉTICA MÉDICA MAKSOUD PLAZA SÃO PAULO 30/3 a 1/4 de 2006 CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE SÃO PAULO CONSELHOS DE MEDICINA E CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA

Leia mais

Leis Morais Lei da Igualdade. Sandra Veiga 01/04/2015

Leis Morais Lei da Igualdade. Sandra Veiga 01/04/2015 Leis Morais Lei da Igualdade Sandra Veiga Sandra Veiga A Idade Moderna Contexto da França Pré-revolucionária 1- Crise econômica: A França era basicamente agrária e semifeudal, aliada ao crescimento demográfico

Leia mais

CONHECIMENTO DA LEI NATURAL. Livro dos Espíritos Livro Terceiro As Leis Morais Cap. 1 A Lei Divina ou Natural

CONHECIMENTO DA LEI NATURAL. Livro dos Espíritos Livro Terceiro As Leis Morais Cap. 1 A Lei Divina ou Natural CONHECIMENTO DA LEI NATURAL Livro dos Espíritos Livro Terceiro As Leis Morais Cap. 1 A Lei Divina ou Natural O que é a Lei Natural? Conceito de Lei Natural A Lei Natural informa a doutrina espírita é a

Leia mais

Formação do Estado Nacional Moderno: O Antigo Regime

Formação do Estado Nacional Moderno: O Antigo Regime Formação do Estado Nacional Moderno: O Antigo Regime A formação do Absolutismo Inglês Medieval Territórios divididos em condados (shires) e administrados por sheriffs (agentes reais) submetidos ao poder

Leia mais

Amor que transforma Rm 8:35 a 39

Amor que transforma Rm 8:35 a 39 1 Amor que transforma Rm 8:35 a 39 31 Que diremos, pois, diante dessas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? 32 Aquele que não poupou a seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós, como

Leia mais

1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação

1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação 1 1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação O objetivo principal de Introdução Filosofia é despertar no aluno a percepção que a análise, reflexão

Leia mais

PROMETO, DIGNIFICAR MINHA PROFISSÃO, CONSCIENTE DE MINHAS RESPONSABILIDADES LEGAIS, OBSERVAR O CÓDIGO DE ÉTICA, OBJETIVANDO

PROMETO, DIGNIFICAR MINHA PROFISSÃO, CONSCIENTE DE MINHAS RESPONSABILIDADES LEGAIS, OBSERVAR O CÓDIGO DE ÉTICA, OBJETIVANDO ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS PROMETO, DIGNIFICAR MINHA PROFISSÃO, CONSCIENTE DE MINHAS RESPONSABILIDADES LEGAIS, OBSERVAR O CÓDIGO DE ÉTICA, OBJETIVANDO O APERFEIÇOAMENTO DA CIÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO, O DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Um crente bêbado é melhor que o sóbrio desviado Pr. Harry Tenório. Pelo teu nome por sua vida eu não farei uma coisas dessas! 2 Sm 11.

Um crente bêbado é melhor que o sóbrio desviado Pr. Harry Tenório. Pelo teu nome por sua vida eu não farei uma coisas dessas! 2 Sm 11. Um crente bêbado é melhor que o sóbrio desviado Pr. Harry Tenório Pelo teu nome por sua vida eu não farei uma coisas dessas! 2 Sm 11.11 Introdução Negar princípios parece ser uma coisa comum em nossos

Leia mais

A formação da monarquia inglesa na Baixa Idade Média, mais precisamente no século XII, na época da Guerra dos Cem anos.

A formação da monarquia inglesa na Baixa Idade Média, mais precisamente no século XII, na época da Guerra dos Cem anos. HISTÓRIA 8º ANO A formação da monarquia inglesa na Baixa Idade Média, mais precisamente no século XII, na época da Guerra dos Cem anos. Por volta do século XIII, o rei João sem terras estabeleceu novos

Leia mais

A primeira razão pela qual Jesus chamou os discípulos foi para que estivessem consigo para que tivesses comunhão com Ele.

A primeira razão pela qual Jesus chamou os discípulos foi para que estivessem consigo para que tivesses comunhão com Ele. 1 Marcos 3:13 «E (Jesus) subiu ao Monte e chamou para si os que ele quis; e vieram a ele. E nomeou doze para que estivessem com ele e os mandasse a pregar, e para que tivessem o poder de curar as enfermidades

Leia mais

RESPONSABILIDADE TÉCNICA DO NUTRICIONISTA: QUESTÃO ÉTICA, LEGAL E CIVIL

RESPONSABILIDADE TÉCNICA DO NUTRICIONISTA: QUESTÃO ÉTICA, LEGAL E CIVIL RESPONSABILIDADE TÉCNICA DO NUTRICIONISTA: QUESTÃO ÉTICA, LEGAL E CIVIL LEGISLAÇÃO PERTINENTE AO EXERCÍCIO PROFISSIONAL; RESPONSABILIDADE ÉTICA; RESPONSABILIDADE TÉCNICA; REPONSABILIDADE CIVIL; RESPONSABILIDADE

Leia mais

Palestrante: José Nazareno Nogueira Lima Advogado, Diretor -Tesoureiro da OAB/PA, Consultor da ALEPA

Palestrante: José Nazareno Nogueira Lima Advogado, Diretor -Tesoureiro da OAB/PA, Consultor da ALEPA A ÉTICA NA POLÍTICA Palestrante: Advogado, Diretor -Tesoureiro da OAB/PA, Consultor da ALEPA A origem da palavra ÉTICA Ética vem do grego ethos, que quer dizer o modo de ser, o caráter. Os romanos traduziram

Leia mais

Lição 1 Como Amar os Inimigos

Lição 1 Como Amar os Inimigos Lição 1 Como Amar os Inimigos A. Como seus pais resolviam as brigas entres você e seus irmãos? B. Em sua opinião qual a diferença entre amar o inimigo e ser amigo do inimigo? PROPÓSITO: Aprender como e

Leia mais

O termo cidadania tem origem etimológica no latim civitas, que significa "cidade". Estabelece um estatuto de pertencimento de um indivíduo a uma

O termo cidadania tem origem etimológica no latim civitas, que significa cidade. Estabelece um estatuto de pertencimento de um indivíduo a uma Bruno Oliveira O termo cidadania tem origem etimológica no latim civitas, que significa "cidade". Estabelece um estatuto de pertencimento de um indivíduo a uma comunidade politicamente articulada um país

Leia mais

IGREJA DE CRISTO INTERNACIONAL DE BRASÍLIA ESCOLA BÍBLICA

IGREJA DE CRISTO INTERNACIONAL DE BRASÍLIA ESCOLA BÍBLICA IGREJA DE CRISTO INTERNACIONAL DE BRASÍLIA ESCOLA BÍBLICA MÓDULO I - O NOVO TESTAMENTO Aula XXII A PRIMEIRA CARTA DE PEDRO E REFLEXÕES SOBRE O SOFRIMENTO Até aqui o Novo Testamento tem dito pouco sobre

Leia mais

MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI A VIDA AMEAÇADA...

MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI A VIDA AMEAÇADA... MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI Daniel Cenci A VIDA AMEAÇADA... A vida é sempre feita de escolhas. A qualidade de vida resulta das escolhas que fazemos a cada dia. É assim

Leia mais

Noções de Direitos Humanos Declaração Universal dos Direitos Humanos

Noções de Direitos Humanos Declaração Universal dos Direitos Humanos Noções de Direitos Humanos Declaração Universal dos Direitos Humanos Direitos Humanos Criada durante o pós Guerra ( 2ª Guerra Mundial), em 1946 e aprovada em 1948 pela Assembléia Geral das Nações Unidas;

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO DIACONATO CATEDRAL EVANGÉLICA

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO DIACONATO CATEDRAL EVANGÉLICA MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO DIACONATO CATEDRAL EVANGÉLICA 1 MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO DIACONATO CATEDRAL EVANGÉLICA INTRODUÇÃO. Atos 6:1 Ora, naqueles dias, crescendo o numero dos discípulos, houve uma

Leia mais

Preparando-se para a luta espiritual (O capacete da salvação e a espada do Espírito) Efésios 6.17,18 Pr. Vlademir Silveira Série Armadura de Deus

Preparando-se para a luta espiritual (O capacete da salvação e a espada do Espírito) Efésios 6.17,18 Pr. Vlademir Silveira Série Armadura de Deus Preparando-se para a luta espiritual (O capacete da salvação e a espada do Espírito) Efésios 6.17,18 Pr. Vlademir Silveira Série Armadura de Deus Mensagem # 5 IBMC 03/11/12 INTRODUÇÃO Vídeo: Como ter a

Leia mais

Carta pela Paz no Mundo

Carta pela Paz no Mundo Carta pela Paz no Mundo Marcus De Mario Esta carta é ao mesmo tempo um apelo à razão e à emoção, procurando falar às mentes e aos corações de todos os homens e mulheres da humanidade, da criança ao idoso,

Leia mais

Augusto (Espírito) Clayton Levy. O Homem de Bem. 2ª edição

Augusto (Espírito) Clayton Levy. O Homem de Bem. 2ª edição Augusto (Espírito) Clayton Levy O Homem de Bem 2ª edição CAMPINAS SP 2005 S umá O Bem do Homem O Homem de Bem IX XIII I. Propósito e Realização 19 II. Serena Atenção 23 III. Luz e Escuridão 25 IV. O Bem

Leia mais

Grécia Antiga - Questões de Vestibulares Gabarito *

Grécia Antiga - Questões de Vestibulares Gabarito * Grécia Antiga - Questões de Vestibulares Gabarito * 1. (Fatec) "A cidade-estado era um objeto mais digno de devoção do que os deuses do Olimpo, feitos à imagem de bárbaros humanos. A personalidade humana,

Leia mais

Dia 24 - DOAR. Você consegue ver mudanças internas?

Dia 24 - DOAR. Você consegue ver mudanças internas? Jesus deu a resposta aos fariseus naquele dia. Portanto, deem aos pobres o que está dentro dos seus copos e dos seus pratos, e assim tudo ficará limpo para vocês. (Lc 11.41). Com aquela Palavra, Ele tocou

Leia mais

Os negros na formação do Brasil PROFESSORA: ADRIANA MOREIRA

Os negros na formação do Brasil PROFESSORA: ADRIANA MOREIRA Os negros na formação do Brasil PROFESSORA: ADRIANA MOREIRA ESCRAVIDÃO ANTIGA A escravidão é um tipo de relação de trabalho que existia há muito tempo na história da humanidade. Na Antiguidade, o código

Leia mais

As famílias no Antigo Egipto; As famílias no Império romano.

As famílias no Antigo Egipto; As famílias no Império romano. Trabalho realizado por: Luís Bernardo nº 100 8ºC Gonçalo Baptista nº 275 8ºC Luís Guilherme nº 358 8ºC Miguel Joaquim nº 436 8ºC Índice; Introdução; As famílias no Antigo Egipto; As famílias no Império

Leia mais

PROCESSO SELETIVO 2011

PROCESSO SELETIVO 2011 PROCESSO SELETIVO 2011 Anos 06/12/2010 INSTRUÇÕES 1. Confira, abaixo, o seu número de inscrição, turma e nome. Assine no local indicado. 2. Aguarde autorização para abrir o caderno de prova. Antes de iniciar

Leia mais

ROMA ANTIGA EXPANSÃO E CRISE DA REPÚBLICA

ROMA ANTIGA EXPANSÃO E CRISE DA REPÚBLICA Prof.: Otto Terra ROMA ANTIGA EXPANSÃO E CRISE DA REPÚBLICA HISTÓRICO Poder nas mãos dos Patrícios; Sociedade censitária; Significativo aumento do número de escravos; Sociedade Patriarcal; Tensões sociais:

Leia mais

Cap 5 ARISTÓTELES. Ramiro Marques

Cap 5 ARISTÓTELES. Ramiro Marques Cap 5 ARISTÓTELES Ramiro Marques A Política é uma das obras de Aristóteles mais importantes. Para se compreender a teoria aristotélica da educação é preciso ler, com atenção, os livros VII e VIII desse

Leia mais

Através das mudanças políticas e sociais que muda a visão européia que possibilitou esse momento de revolução. Na França as letras juntou-se a arte

Através das mudanças políticas e sociais que muda a visão européia que possibilitou esse momento de revolução. Na França as letras juntou-se a arte UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA ÉTICA E CONTEMPORANEIDADE PROFESSOR ANTÔNIO CÉSAR ACADÊMICA RITA MÁRCIA AMPARO MACEDO Texto sobre o Discurso

Leia mais

Max Weber. Sociologia Compreensiva

Max Weber. Sociologia Compreensiva Max Weber Sociologia Compreensiva Índice Max Weber: Vida e obra Uma teia de sentidos Desencantamento do mundo e racionalização Tipos puros 1. O conceito de ação social 1.1 Ação racional com relação a objetivos

Leia mais

A AUSTERIDADE DE ESPARTA PROFª TEREZA SODRÉ MOTA

A AUSTERIDADE DE ESPARTA PROFª TEREZA SODRÉ MOTA A AUSTERIDADE DE ESPARTA PROFª TEREZA SODRÉ MOTA A cidade-estado de Esparta, situada nas beiras do rio Eurotas, na região do Peloponeso, na Grécia, foi um dos fenômenos mais fascinantes da história em

Leia mais

MENSAGEM E FÉ BATISTA

MENSAGEM E FÉ BATISTA MENSAGEM E FÉ BATISTA I. DAS ESCRITURAS...2 II. DEUS...2 1. DEUS, O PAI...2 2. DEUS, O FILHO...2 3. DEUS, O ESPÍRITO SANTO...2 III. O HOMEM...3 IV. A SALVAÇÃO...3 V. O PROPÓSITO DA GRAÇA DE DEUS...3 VI.

Leia mais

FILOSOFIA CLÁSSICA: SÓCRATES E PLATÃO (3ª SÉRIE)

FILOSOFIA CLÁSSICA: SÓCRATES E PLATÃO (3ª SÉRIE) FILOSOFIA CLÁSSICA: SÓCRATES E PLATÃO (3ª SÉRIE) SÓCRATES (469-399 a.c.) CONTRA OS SOFISTAS Sofistas não são filósofos: não têm amor pela sabedoria e nem respeito pela verdade. Ensinavam a defender o que

Leia mais

1º - Foi um movimento liderado pela BURGUESIA contra o regime absolutista. 2º - Abriu espaço para o avanço do CAPITALISMO.

1º - Foi um movimento liderado pela BURGUESIA contra o regime absolutista. 2º - Abriu espaço para o avanço do CAPITALISMO. APRESENTAÇÃO Aula 08 3B REVOLUÇÃO FRANCESA Prof. Alexandre Cardoso REVOLUÇÃO FRANCESA Marco inicial da Idade Contemporânea ( de 1789 até os dias atuais) 1º - Foi um movimento liderado pela BURGUESIA contra

Leia mais

A era dos impérios. A expansão colonial capitalista

A era dos impérios. A expansão colonial capitalista A era dos impérios A expansão colonial capitalista O século XIX se destacou pela criação de uma economia global única, caracterizado pelo predomínio do mundo industrializado sobre uma vasta região do planeta.

Leia mais

GUIA PRÁTICO REGISTRO DE MARCA

GUIA PRÁTICO REGISTRO DE MARCA GUIA PRÁTICO REGISTRO DE MARCA 1. DEFINIÇÃO DE MARCA Marca é um sinal que individualiza os produtos ou serviços de uma determinada empresa e os distingue dos produtos ou serviços de seus concorrentes.

Leia mais

Psicologia. Resolução CFP nº 002/2006

Psicologia. Resolução CFP nº 002/2006 Psicologia Como psicólogo, eu me comprometo a colocar minha profissão a serviço da sociedade brasileira, pautando meu trabalho nos princípios da qualidade técnica e do rigor ético. Por meio do meu exercício

Leia mais

LIDANDO COM OS CONFLITOS

LIDANDO COM OS CONFLITOS LIDANDO COM OS CONFLITOS (2 corintios 7;5) porque, mesmo quando chegamos da macedônia, a nossa carne não teve repouso; antes em tudo fomos atribulados; por fora combates. Temores por dentro. Dentre todos

Leia mais

10 Para ganhar a guerra

10 Para ganhar a guerra Prefácio Ao longo da história, líderes militares enfrentaram o dilema de formular o plano tático correto para conseguir a vitória no campo de batalha. Muito depende da preparação para esse momento: ter

Leia mais

MUDANÇAS NO FEUDALISMO. Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista São José de Montes Claros - MG

MUDANÇAS NO FEUDALISMO. Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista São José de Montes Claros - MG MUDANÇAS NO FEUDALISMO Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista São José de Montes Claros - MG MUDANÇAS NO FEUDALISMO A partir do século XI Expansão das áreas de cultivo, as inovações técnicas.

Leia mais

CONVENÇÃO SOBRE ASILO DIPLOMÁTICO

CONVENÇÃO SOBRE ASILO DIPLOMÁTICO CONVENÇÃO SOBRE ASILO DIPLOMÁTICO Os Governos dos Estados Membros da Organização dos Estados Americanos, desejosos de estabelecer uma Convenção sobre Asilo Diplomático, convieram nos seguintes artigos:

Leia mais

Do contrato social ou Princípios do direito político

Do contrato social ou Princípios do direito político Jean-Jacques Rousseau Do contrato social ou Princípios do direito político Publicada em 1762, a obra Do contrato social, de Jean-Jacques Rousseau, tornou-se um texto fundamental para qualquer estudo sociológico,

Leia mais

V - ESTADO. O ASPECTO HISTÓRICO É aquele que vê o Estado como um fato social em constante evolução.

V - ESTADO. O ASPECTO HISTÓRICO É aquele que vê o Estado como um fato social em constante evolução. V - ESTADO 1 ORIGEM E FORMAÇÃO DO ESTADO Origem da Palavra: A denominação de Estado tem sua origem do latim status = estar firme, significando situação permanente de convivência e ligada à sociedade política.

Leia mais