Produzir para Rádio. Descrição das atividades do Processo Produzir para Rádio

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1 Produzir para Rádio Descrição das atividades do Processo Produzir para Rádio

2 2 de 12 CJF Conselho de Conteúdo 1. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL DESCRITIVO DO PROCESSO ENTRADAS/INSUMOS SAÍDAS PRODUTOS/SERVIÇOS DIAGRAMA DO PROCESSO DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES Pesquisar pauta da matéria de rádio Redigir a matéria Encaminhar matéria para aprovação do Coordenador de Jornalismo Matéria aprovada? Encaminhar matéria para aprovação do Assessor de Comunicação Aprovar matéria Matéria aprovada? Gravar locução Serão incluídas entrevistas? Gravar entrevistas ou usar arquivo Editar matéria Aprovar a matéria Matéria aprovada? Gerar cópia da matéria Distribuir matéria aos interessados Publicar a matéria na Internet Arquivar a matéria CONTROLES EXCEÇÕES TERMINOLOGIAS REVISÃO HISTÓRICA

3 3 de 12 CJF Conselho de DADOS DO PROCESSO Gestor do Processo: Roberta Bastos Cunha Nunes Gerente do Processo: Alexandre Fagundes Supervisão Direta: Secretaria de Desenvolvimento Institucional - SDI 1. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL A Resolução nº 38/2008 deste Conselho, que regulamenta o funcionamento do Centro de Produção da (CPJUS) estabelece, em seus considerandos: Que a transparência institucional dos órgãos públicos é pressuposto indispensável do Estado democrático de Direito, sendo função precípua da comunicação social garantir a ampla divulgação dos atos institucionais; e que a imagem da perante a opinião pública deve ser construída e preservada em seu caráter unitário, em âmbito nacional, mediante ações integradas dos órgãos que a compõem, no campo da comunicação social. Já o art. 3º, inciso I, dessa mesma resolução, estipula caber ao CPJUS: I implantar ações de divulgação dos atos da por intermédio da produção de programas e matérias jornalísticas para as mídias eletrônicas (televisão, rádio, internet) e impressa (jornal, revista, newsletter). O art. 4º, inc. VI, alínea a, por sua vez, determina caber ao CJF: VI coordenar a produção e edição final de publicações impressas e on-line, providenciando: a) a editoração, impressão e distribuição das publicações impressas. Por fim, o art. 11 estabelece que as produções jornalísticas do CPJUS deverão observar os seguintes critérios editoriais: I orientação eminentemente educativa; II atendimento ao interesse público; III linguagem clara e acessível. A Resolução nº 85/2009 do Conselho Nacional de Justiça - CNJ, que dispõe sobre a Comunicação Social no âmbito do Poder Judiciário, refere, em seus considerandos, a crescente exigência da sociedade por uma comunicação de maior qualidade, eficiência e transparência, capaz de facilitar o conhecimento e acesso dos cidadãos aos serviços do Poder Judiciário, e que aprimorar a comunicação com o público externo é um dos objetivos estratégicos do Judiciário, com linguagem clara e acessível, disponibilizando, com transparência, informações sobre o papel, as ações e as iniciativas do Poder

4 4 de 12 CJF Conselho de Judiciário, o andamento processual, os atos judiciais e administrativos, os dados orçamentários e de desempenho operacional. Em seu art. 1º, a Resolução nº 85 estipula que as ações de Comunicação Social do Poder Judiciário passarão a ser desenvolvidas e executadas de acordo com o disposto nesta Resolução, tendo como objetivos principais: Judiciário; I dar amplo conhecimento à sociedade das políticas públicas e programas do Poder II divulgar, de forma sistemática, em linguagem acessível e didática, os direitos do cidadão e os serviços colocados à sua disposição pelo Poder Judiciário, em todas as suas instâncias; III estimular a participação da sociedade no debate e na formulação de políticas públicas que envolvam os seus direitos; IV disseminar informações corretas sobre assuntos que sejam de interesse público para os diferentes segmentos sociais e que envolvam as ações do Poder Judiciário; (...) VI promover o Poder Judiciário junto à sociedade de modo a conscientizá-la sobre a missão exercida pela Magistratura, em todos os seus níveis, otimizando a visão crítica dos cidadãos a respeito da importância da Justiça como instrumento da garantia dos seus direitos e da paz social. O art. 2º desta Resolução estabelece que: No desenvolvimento e na execução das ações de Comunicação Social previstas nesta Resolução deverão ser observadas as seguintes diretrizes, de acordo com as características de cada ação: (...) II atenção ao caráter educativo, informativo e de orientação social; (...) VIII adequação das mensagens, linguagens e canais aos diferentes segmentos de público, utilizando sempre uma forma simplificada acessível àqueles que desconhecem as expressões típicas do universo jurídico. Dentre as novas metas que deverão ser perseguidas pelo Poder Judiciário em 2011, definidas durante o Encontro Nacional do Judiciário, no Rio de Janeiro, em 07/12/2010, destaca-se a Meta 4, que consiste em implantar pelo menos um programa de esclarecimento ao público sobre as funções, atividades e órgãos do Poder Judiciário em escolas ou quaisquer espaços públicos. 4

5 5 de 12 CJF Conselho de 2. DESCRITIVO DO PROCESSO Programas e reportagens de rádio elaboradas pelo Conselho da em parceria com os cinco Tribunais Regionais Federais. O principal objetivo é proporcionar canal de comunicação direto e transparente com a sociedade, através da divulgação de suas ações de forma completa e isenta, aproximando o cidadão comum, ouvinte de rádio, da. 2.1 ENTRADAS/INSUMOS Decisões da. Temas que abordem a competência da. Temas organizacionais. Discussões sobre avanços na legislação afeta à. 2.2 SAÍDAS PRODUTOS/SERVIÇOS Produções de programas e reportagens para rádio: 5

6 6 de 12 CJ F Conselho de 3. DIAGRAMA DO PROCESSO

7 7 de 12 CJF Conselho de 3.1. DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES Transformar temas relacionados a em programas ou reportagens de rádio. Para assegurar o sucesso de um programa, devemos ter sempre em mente, as necessidades, interesses e o perfil do nosso público-alvo, durante todas as fases da produção. Responsável: Assessores de Comunicação e repórteres contratados Pesquisar pauta da matéria de rádio Pauta é a informação que direciona o trabalho dos repórteres: Surge de várias formas: As equipes do CPJUS nos tribunais acompanham e selecionam decisões que estão sendo tomadas nas seções judiciárias e no próprio TRF e que, pela abrangência, podem gerar matérias de TV. A partir de releases enviados pelas assessorias de imprensa de todos os órgãos que compõem a. Projetos e iniciativas desenvolvidas pela. Sugestões enviadas por telespectadores. Acompanhamento de assuntos que estão sedo tratados na esfera jurídica e que têm impactos na rotina dos cidadãos. Inovações colocadas em prática para deixar o julgamento dos processos mais ágil. Responsável: Repórteres e assistentes de produção Redigir a matéria O repórter redige o texto da matéria, mencionando as possíveis entrevistas. Responsável: Repórteres Encaminhar matéria para aprovação do Coordenador de Jornalismo A matéria é aprovada pelo Coordenador de Jornalismo do CPJUS e, em seguida, enviada para aprovação pelo respectivo Assessor de Comunicação. Responsável: Coordenador de Jornalismo

8 8 de 12 CJF Conselho de Matéria aprovada? Aprovada a matéria, esta segue para o Assessor de Comunicação, caso contrário volta para pesquisa de pauta Encaminhar matéria para aprovação do Assessor de Comunicação Após ser devolvida pelo CPJUS, a matéria é submetida à apreciação do Assessor de Comunicação do Tribunal. Responsável: Assessor de Comunicação Aprovar matéria A matéria é submetida à apreciação do Assessor de Comunicação do Tribunal, que deve analisar a conveniência e pertinência da matéria, assim como os aspectos políticos e institucionais envolvidos no assunto proposto. Responsável: Assessor de Comunicação Matéria aprovada? Aprovada a matéria, esta segue para gravação, caso contrário volta para pesquisa de pauta Gravar locução Quando aprovado, a matéria é devolvida ao repórter que grava sua locução. Responsável: Repórteres Serão incluídas entrevistas? É verificado se será necessário a inclusão de entrevistas. 8

9 9 de 12 CJF Conselho de Gravar entrevistas ou usar arquivo O repórter grava as entrevistas por telefone ou pessoalmente, ou requisita entrevista arquivada. Responsável: Repórteres Editar matéria Na ilha de edição, o editor monta a matéria, equalizando o áudio. Responsável: Editor Aprovar a matéria O assessor de comunicação ouve a matéria junto com o Coordenador de Jornalismo e demais integrantes da equipe. Aprovada, a matéria é liberada para cópia. Responsável: Assessor de Comunicação Matéria aprovada? Aprovada, a matéria é liberada para cópia, caso contrário volta para edição Gerar cópia da matéria São gravados CDs com as matérias para as rádios parceiras. Responsável: Chefe da Seção de Arquivo e Operador de Sistema Distribuir matéria aos interessados Os Cds são encaminhados as rádios que veicularão a matéria ou ao cliente solicitante. É preciso fazer uma checagem completa para garantir que não haja defeitos no CD e que o material enviado realmente está em condições para veiculação, conforme orientação das emissoras de rádio. Responsável: Chefe da Seção de Arquivo e Operador de Sistema Publicar a matéria na Internet A matéria é publicada na internet. 9

10 10 de 12 CJF Conselho de Responsável: Diretor de Arte Arquivar a matéria Uma pessoa da equipe, designada para isso, deve arquivar em HD na pasta do CPJUS na rede. Responsável: Chefe da Seção de Arquivo e Operador de Sistema 4. CONTROLES {Descrever como o responsável do processo irá controlá-lo por meio de indicadores. Deve-se ter especial atenção na definição de periodicidade da mensuração do indicador}. Relatórios e Indicadores Meta Tipo 5. EXCEÇÕES Os casos omissos e exceções serão tratados pelo Gestor do Processo. 6. TERMINOLOGIAS Além dos termos que aparecem neste manual, foram incluídas terminologias comumente utilizadas na produção para rádio, visando facilitar o entendimento do vocabulário dos profissionais contratados. Ao vivo: Transmissão de um fato. A notícia na hora em que ela acontece. A transmissão pode ser feita dentro do estúdio ou no local do acontecimento. Áudio: O som da reportagem. Áudio ambiente: Som gravado na hora e no local em que a reportagem é feita. O som ambiente, além de ilustrar a matéria, pode conter informações importantes. Audiotape: Termo técnico que indica a gravação de um texto do repórter via telefone. 10

11 11 de 12 CJF Conselho de Background ou BG: Som do ambiente ou música de fundo que acompanha a fala do repórter (off). Break: intervalo comercial entre blocos Briefing: resumo da informação. Termo técnico usado com frequência na reunião de pauta. Deadline: Termo usado para definir o prazo final de qualquer procedimento. Edição: Montagem de uma matéria equalizando o áudio. Entrevista: Diálogo entre o repórter e o personagem fonte da informação. Entrevista coletiva: Repórteres de vários veículos de comunicação participam da mesma entrevista. Flash: Resumo da notícia gravada pelo repórter de rua. GC: termo técnico que indica os créditos de uma matéria na lauda Insert: Colocar áudio na matéria através de edição eletrônica. Lauda: Papel com marcações especiais, em que o jornalista escreve os textos. Lead: Invariavelmente está na abertura da matéria ou a cabeça da matéria lida pelo apresentador. Link: Termo técnico que indica entrada ao vivo do repórter, do local onde acontece a notícia. Locutor: Profissional que faz a apresentação das notícias no rádio. Manchete: Frase de impacto com informação forte. Matéria: O mesmo que reportagem. É o que é publicado no veículo de comunicação. Matéria bruta: material não editado. Notícia: Acontecimento relevante para o público rádio ou qualquer veículo de comunicação. Off the records ou Off: Informação que o jornalista não pode divulgar. Povo fala: Também chamado de fala-povo, é a entrevista feita com várias pessoas uma de cada vez, que repercutem determinado assunto. Relatório de Reportagem: texto do repórter. Nela ele prevê a cabeça da matéria, os offs, passagem, sonora. É um roteiro para o editor de texto montar a matéria. Release: ou comunicados de imprensa, são documentos divulgados pelas assessorias de comunicaçãio para informar, anunciar, contestar, esclarecer ou responder à mídia sobre algum fato que envolva a instituição, positivamente ou não. Retranca: Identificação da matéria. É o nome que a reportagem tem. É usado apenas internamente e destaca apenas duas palavras do VT (Ex: INFLAÇÃO/COMÉRCIO) Script: O mesmo que lauda. Sobe som do VT: Marcação técnica na lauda. Indica ao sonoplasta o momento em que deve ser colocado determinado som. Som ambiente: O mesmo que áudio ambiente. 11

12 12 de 12 CJF Conselho de Sonora: É a fala do entrevistado na matéria. Texto em off, ou off: Texto gravado pelo repórter normalmente após a gravação da matéria. É a narração da notícia, colocada durante a matéria. Vinheta: É o que marca a abertura ou intervalo do merecem vinheta. 7. REVISÃO HISTÓRICA programa. Alguns eventos importantes também Versão Data Autor Descrição /09/2011 Gabriel Arrais Criação do manual /09/2011 Clari ce Monteiro 2.0 5/10/2011 Alexandre Fagundes 2.1 7/10/2011 Clarice Monteiro /10/2011 Roberta Bastos e complementação de dados Complementação do manual com as descrições das atividades e adequações estéticas ao modelo padrão do manual R evisão e complementação das descrições das atividades 12

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