Prefeitura da Cidade do Recife Secretaria de Desenvolvimento Econômico PROGRAMA AGRICULTURA URBANA HORTAS E POMARES COMUNITÁRIAS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Prefeitura da Cidade do Recife Secretaria de Desenvolvimento Econômico PROGRAMA AGRICULTURA URBANA HORTAS E POMARES COMUNITÁRIAS"

Transcrição

1 Prefeitura da Cidade do Recife Secretaria de Desenvolvimento Econômico PROGRAMA AGRICULTURA URBANA HORTAS E POMARES COMUNITÁRIAS Recife, 2004

2 Sumário Objetivo Beneficiários Diagnóstico Horizonte Temporal Quantidades, Custos e Viabilidade Estratégias de Ação Coordenação Controle social Acompanhamento e Avaliação Cronograma Físico /Financeiro Contrapartida do Município Anexo: Plano de Trabalho

3 Objetivo O objetivo do projeto é o de ocupar espaços urbanos ociosos e degradados, com a prática de agricultura orgânica, trabalhando tanto no sentido de superar a carência nutricional das populações das comunidades nelas inseridas como também concorrer para a geração de renda das mesmas, com a comercialização de produtos horti/fruti em mercado especializado. Através de dados fornecidos por mapas que apontam áreas de extrema pobreza no Recife, direcionaremos a implantação de hortas/pomares comunitários, se possível próximos de Cozinhas Comunitárias 1 (que atenderam os mesmos critérios para instalação), acarretando com isso a potencialização dos dois projetos. O objetivo geral do programa, portanto, é melhorar a qualidade de vida dos produtores e da população de baixa renda da cidades, transformando espaços ociosos em espaços de produção autosustentáveis, propiciando condições para aumentar a capacidade produtiva e gerando oportunidades de ocupação e de renda. Como objetivos específicos podemos listar: Geração, organização e disponibilização de informações sobre agricultura urbana. Incentivo e apoio às iniciativas da população na implementação e gestão de hortas e pomares comunitários. Oferecimento apoio técnico a projetos de instituições públicas e privadas (escolas, creches, hospitais, etc) para produção de alimentos e fitoterápicos. Beneficiários Recife possui 06 (seis) RPA s (Regiões Político-Administrativas), que abrigam as mais diversas localidades. O projeto prevê atingir a totalidade das RPA s, implantando 02 (duas) por RPA, procurando direcionar a implantação das hortas/pomares em localidades de IDH baixo. Os beneficiários serão indicados por avaliação do estado nutricional e situação socioeconômica (dados fornecidos pelo cadastro do PSF da localidade e do Banco de Dados da Assistência), podendo a mesma família ser beneficiária tanto da produção, quanto do consumo. A família que possuir crianças (de 0 a 6 anos), nutrizes, gestantes, idosos e portadores de patologias crônicas, em estado de carência nutricional será uma forte candidata a ser beneficiada. Serão beneficiários também da produção, as Cozinhas Comunitárias e o Banco de Alimentos Municipal. O total de famílias beneficiadas na produção é o de 590 famílias. Diagnóstico O problema da insegurança alimentar que atinge parcela considerável da população brasileira e vem se agravando, em função do crescimento dos níveis de pobreza, do desemprego e dos baixos níveis salariais, nas grandes cidades traduz-se no aumento da população que consome refeições prontas fora do domicílio para complementação da dieta. A cidade do Recife com uma população composta de 2/3 das pessoas em situação de pobreza e miséria possui, certamente, um grau de insegurança alimentar acima da média nacional agregada aos problemas típicos de grandes centros urbanos que enfrentam problemas históricos de carência 1 Projeto Cozinhas Comunitárias é um projeto municipal em convênio com o MDS, que prevê a distribuição de 50 refeições gratuitas para famílias em insegurança alimentar e 150 refeições comercializadas, propiciando com isso geração de renda às comunidades de baixa renda, onde as Cozinhas estão inseridas.

4 de infra-estrutura adequada às necessidades da população e grande número de desempregados (as cidades com mais de 300 mil habitantes concentram um terço da população e 41% dos desempregados do Brasil). Diante deste quadro a garantia de segurança alimentar deve oferecer a capacidade de articular políticas de abastecimento e geração de ocupação e renda e as Hortas e Pomares Comunitários podem cumprir este papel. O Recife tem uma área de 220 km 2, e, segundo os dados do mais recente censo demográfico ]] ], uma população de habitantes, o que corresponde a uma densidade demográfica de aproximadamente 6,5 mil habitantes/ km 2, que vivem praticamente (99%) nas zonas urbanas do município. Do total da população da cidade, segundo o censo 2000, 53,5% são do sexo feminino, cerca de 28% possuem menos de 15 anos de idade e 18% se encontram na faixa de 16 a 24 anos, desvendando-se, portanto, a existência de uma população significativa de jovens. A taxa de desemprego do Recife e em média de 19,3 %, o que corresponde a uma população de desempregados da ordem de 125 mil pessoas. Desse contingente, cerca de 47 mil pessoas (37,2%) encontra-se na faixa etária dos 18 aos 24 anos. Atlas de Desenvolvimento Humano do Brasil (PNUD, IPEA, FJP. 2003) Dados referentes ao ano de Percentual de Percentual de Percentual de crianças em pessoas com pessoas com Intensidade da Intensidade da domicílios Município renda per capta renda per capta indigência pobreza com renda per abaixo de R$ abaixo de R$ capta menor 37,75 75,50 que R$ 75,50 Recife - Pe 49,38 44,77 45,10 13,56 31,51 A implantação de hortas/pomares urbanos nas grandes cidades tem como finalidade ocupar terrenos baldios e áreas mal-aproveitadas. O estímulo a esse tipo de atividade deverá estimular a criação de novas ofertas de ocupação produtiva, o aumento da oferta de alimentos a preços mais baixos, a melhoria da qualidade de vida da população, além de fortalecer a democracia e a participação social. As ações propostas pelo Projeto, além do seu caráter essencial de suprir as carências alimentares e nutricionais apresentam três princípios que o tornam inovador: educativo, em relação aos hábitos e práticas alimentares; organizativo, porque defende os direitos da cidadania; e, emancipativo, porque visa promover a autonomia e não a dependência dos beneficiários. Dessa forma, em consonância, ao caráter estruturador do Programa Fome Zero, o Projeto Agricultura Urbana Sustentável, visa além que contribuir para melhoria nutricional de famílias de áreas de baixo IDH, com a introdução de hábitos alimentares saudáveis, promover a geração de renda dessas comunidades com a venda dos produtos horti/fruti orgânicos produzidos nas hortas/pomares comunitários. Tudo isso, utilizando de forma produtiva e criativa espaços urbanos ociosos, já que o sistema de produção em áreas urbanas poderá se constituir numa das estratégias para a superação da deficiência nutricional da população. Além disso, estimula a concepção de economia solidária, através de implantação de cooperativas para a gestão junto com o poder público, desses equipamentos. Implantar um grande cinturão verde numa metrópole como Recife, é apostar acima de tudo numa melhoria da qualidade de vida de seus habitantes, apostando, juntamente com outros projetos sociais do Município, na construção de uma cidade fisicamente organizada, economicamente sustentável e socialmente justa.

5 Horizonte Temporal O início do Projeto se dará no mês de abril /2004, com término previsto para outubro/2004. O valor global está estimado em R$ ,00, dos quais R$ ,00 será financiado pelo MDS. Quantidades, Custos e Viabilidade As hortas/pomares serão cultivados por 240 famílias, considerando-se a implantação de 02 unidades produtivas medindo aproximadamente ½ hectare, em cada uma das 06 Regiões Político Administrativas do Recife. Serão apoiados microprodutores que fornecerão a matéria prima às Cozinhas Comunitárias e ao Banco de Alimentos. O projeto também contribuirá para fortalecimento de associações cooperativas, da agricultura familiar, valorização e ampliação da produção local. Estratégias de Ação Para a implantação do Projeto estão previstas as seguintes atividades: 1) articulação, mobilização e seleção das famílias produtoras, incluindo definição do arcabouço conceitual para desenvolvimento do projeto e critérios para participação; levantamento e cadastramento das famílias ; realização de trabalho de sensibilização; 2) desenvolvimento e organização do processo de produção familiar, incluindo a definição de grupos de produtores para a formação de associação com vista a comercialização dos produtos; 3) melhoria das condições de produção e de gestão, incluindo a capacitação e suporte técnico. A responsabilidade pelas diversas áreas envolvidas no projeto está descrita no quadro abaixo. Áreas Responsáveis Coordenação Geral do Projeto Prefeitura do Recife e MDS Organização e Desenvolvimento das Prefeitura do Recife / Comunidade Hortas/Pomares Comunitárias Diagnostico Inicial (viabilidade Econômico- Prefeitura do Recife /URB/IASC/Secretaria de Financeira) Saúde/Secretaria de Desenvolvimento Econômico Ações de acompanhamento Prefeitura do Recife/URB/ Secretaria de Saúde/Secretaria de Desenvolvimento Suporte técnico, capacitação no planejamento Prefeitura do Recife / URB Financiamento Prefeitura do Recife e MDS Coordenação

6 A coordenação do Projeto será de responsabilidade da Prefeitura do Recife que irá trabalhar em estreita parceria com o gabinete do Ministro de Desenvolvimento Social e Combate à Fome/Secretaria de Programas de Segurança Alimentar. O Projeto será coordenado por uma Comissão Gestora composta por representantes da Prefeitura do Recife e da sociedade civil. A administração das Hortas/Pomares ficará a cargo de um coordenador geral que conduzirá e orientará os trabalhos da equipe interdisciplinar, bem como as atividades de natureza administrativa. A Comissão Gestora atuará basicamente na dimensão político-estratégica do projeto, visto que a dimensão operacional será exercida pelo coordenador, cabendo àquela instância a ação de monitoramento. Toda equipe executora estará submetida a processos de capacitação, formação e qualificação, além das reuniões sistemáticas de avaliação do projeto. Esquema Lógico do Modelo de Gestão COMISSÃO GESTORA Representação Local e Prefeitura do Recife COORDENAÇÃO EXECUTIVA Coordenação e Equipe Técnica GRUPOS DE GESTÃO das Unidades Produtivas Monitoramento Informação Ação Avaliação PÚBLICO ALVO Famílias com carência nutricional; População de baixa renda Controle Social O controle social será exercido pelo Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional. Tal Conselho deverá acompanhar a criação e implantação de procedimentos e instrumentos que, garantam ao longo do tempo, a transferência da gestão de forma a manter sua operação sustentável ao longo do tempo, independente da atuação do Poder Público. O Projeto Hortas/Pomares Comunitários é uma iniciativa de parcerias entre comunidade e poder público municipal. Na sua concepção, o empreendimento obedece aos princípios da gestão compartilhada, participativa, solidária e persegue os caminhos da sustentabilidade, na medida em que encontra formas de gestão e captação de recursos próprios geração de trabalho e renda.

7 Outro principio de grande relevância, diz respeito à integralidade das ações, ou seja, as Hortas/Pomares conseguem articular ações de combate à fome e à desnutrição conjugando ações de diferentes políticas sociais, tais como: assistência social, saúde, educação, geração de renda e abastecimento alimentar (ver esquema lógico). No entanto, é de fundamental importância o envolvimento de todos desde a concepção da proposta até o gerenciamento do projeto, atentando para os seguintes princípios: conhecimento da realidade concebido a partir de um diagnóstico local onde se considere elementos socioeconômicos, populacionais, gênero, raça e outros dados relevantes; conceber o projeto de forma participativa- envolvendo os principais atores na concepção, formulação, execução e monitoramento da ação; criar uma comissão gestora do projeto (comunidade, e governo municipal), como forma de garantir a ação compartilhada e sustentável e de controle social; criar mecanismos de avaliação e monitoramento, envolvendo a todos na sua formulação e controle das ações; registrar de forma sistemática a experiência prevendo a memória, visibilidade e publicização; manter de forma articulada as áreas de atenção básicas: apontados pelo projeto saúde, abastecimento, assistência social, geração de trabalho e renda. Acompanhamento e Avaliação Para efeito de apresentação ao MDS deve ser utilizado o indicador abaixo descrito: Indicador: taxa de famílias beneficiadas Nº de famílias beneficiadas x 100 Nº de famílias potenciais Descrição: relação percentual entre o total de famílias beneficiadas no projeto e o total de famílias potenciais. Índice de Referência: 0 (0/590) Previsão para o índice: 1(590/590) Fonte: Prefeitura do Recife Periodicidade : trimestre O processo de avaliação do projeto será realizado de duas maneiras: sistemática e assistematicamente. A avaliação sistemática será realizada trimestralmente, através dos seguintes procedimentos: encontros, reuniões técnicas e entrevistas, ampliando-se a participação para incluir pessoas diretas ou indiretamente envolvidas nas ações além do levantamento de dados para cálculo do indicador de acompanhamento do MDS. Os dados coletados e analisados servirão para a retroalimentação da tomada de decisões, correção de rumos e aperfeiçoamento das ações propostas para o Projeto.

8 A avaliação assistemática ocorrerá mensalmente, quando técnicos e produtores deverão avaliar o desenvolvimento das ações com os vários eixos trabalhados, objetivando o fortalecimento da autoconfiança, de cada produtor e da equipe como um todo. O acompanhamento será feito através de observação participativa com a utilização de visitas, reuniões técnicas, encontros de integração para relatos, troca de experiências e construção de novos caminhos de auto-gestão. A observação participativa constitui-se numa forma mais efetiva de revisão e correção imediata de possíveis desvios de rota do planejamento do Projeto. A avaliação de impacto será utilizada como forma de aferir a ocorrência de mudanças decorrentes da atuação do Projeto no que se refere ao seu público e às microrregiões a que se destina, com base nos seguintes indicadores até que ponto o público beneficiário está sendo atingido pelo projeto e até que ponto a área de atuação está sendo coberta; se os instrumentos planejados para a implementação são necessários, suficientes, idôneos, potentes e eficazes; se a organização, em seus aspectos internos, favorece ou dificulta o andamento do projeto; se os profissionais envolvidos na implementação possuem habilidades e atitudes que favoreçam o desempenho das tarefas; se são capazes de aplicar seus conhecimentos e de sistematizar a própria experiência, assim como de organizar o trabalho e solucionar problemas concretos; e, até que ponto os resultados previstos estão sendo alcançados e se estes são pertinentes. De forma direta, o projeto contribuirá para a manutenção de 590 famílias das quais, 240 são produtoras e 350 atendidas pelas Cozinhas Comunitárias. Estendendo os benefícios aos usuários das creches e do Banco de Alimentos. Convém registrar como principais resultados a promoção da atividade agrícola como uma importante fonte de renda (e de alimentos) para a maioria das unidades familiares urbanas a que se destina o Projeto Agricultura Urbana Sustentável, visto que está iniciativa promove a produção agroalimentar, possibilitando enfrentar, em simultâneo, tanto a necessidade de criar oportunidades de trabalho e de apropriação de renda a essas famílias, como a de ampliar e melhorar a oferta de alimentos em âmbito local e regional. A perspectiva de agregar valor aos produtos oriundos da agricultura realizada em bases familiares, através do processamento agroindustrial e da incorporação de serviços a esses bens com base em empreendimentos de pequena e média escalas, ampliará a adoção de marcas ou de selos de qualidade, como também, possibilitará atender ao mercado institucional que engloba as compras governamentais de alimentos para serem utilizados em programas e organismos públicos (alimentação escolar, hospitais, presídios, distribuição de cestas básicas, entre outros), inclusive os programas municipais financiados pelo MDS. O associativismo, em suas distintas formas, cumprirá um papel vital neste projeto, envolvendo pequenos e/ou médios produtores. A experiência pretende fortalecer os laços comunitários entre os participantes e a valorização das redes de economia solidária, sobretudo na gestão do crédito e na comercialização da produção, ao mesmo tempo em que promoverá quatro favoráveis impactos sobre a segurança alimentar:

9 é uma importante política de geração de trabalho e renda, aumentando a possibilidade de acesso aos alimentos que são adquiridos para consumo; cria as condições para que as famílias possam produzir os próprios alimentos que vão consumir; fortalece a chamada segurança alimentar local através da garantia de produção de alimentos para as áreas próximas, as opções produtivas que serão adotadas tenderão ao cultivo de alimentos básicos integrantes da tradição local.

Cozinhas Comunitárias

Cozinhas Comunitárias Prefeitura da Cidade do Recife Secretaria de Desenvolvimento Econômico Instituto de Assistência Social e Cidadania Cozinhas Comunitárias UMA EXPERIÊNCIA POPULAR EM SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL Recife,

Leia mais

DIÁLOGOS SOBRE O DIREITO HUMANO À ALIMENTAÇÃO NO BRASIL. (Pesquisa qualitativa -- RESUMO)

DIÁLOGOS SOBRE O DIREITO HUMANO À ALIMENTAÇÃO NO BRASIL. (Pesquisa qualitativa -- RESUMO) DIÁLOGOS SOBRE O DIREITO HUMANO À ALIMENTAÇÃO NO BRASIL (Pesquisa qualitativa -- RESUMO) Realização: Ibase, com apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) Objetivos da Pesquisa: Os Diálogos sobre

Leia mais

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Outubro 2009 Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Sustentabilidade Articulação Ampliação dos limites Sistematização Elementos do Novo Modelo Incubação

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome MDS Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional SESAN

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome MDS Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional SESAN Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome MDS Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional SESAN Fórum de debates sobre a pobreza e a segurança alimentar Campinas, 13 de outubro

Leia mais

VIGILÂNCIA SOCIAL E A GESTÃO DA INFORMAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO

VIGILÂNCIA SOCIAL E A GESTÃO DA INFORMAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO VIGILÂNCIA SOCIAL E A GESTÃO DA INFORMAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO CONCEITUANDO... Vigilância Social : Produção e sistematização de informações territorializadas sobre

Leia mais

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior 5.1 Nome da iniciativa ou Projeto Academia Popular da Pessoa idosa 5.2 Caracterização da Situação Anterior O envelhecimento é uma realidade da maioria das sociedades. No Brasil, estima-se que exista, atualmente,

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

Programas 2013. Abril de 2013

Programas 2013. Abril de 2013 Programas 2013 Abril de 2013 A nova SUDENE -Lei Complementar n 125, de 03 de janeiro de 2007 -Decreto n 6.219/2007 Autarquia especial, administrativa e financeiramente autônoma,... vinculada ao Ministério

Leia mais

FOME ZERO. O papel do Brasil na luta global contra a fome e a pobreza

FOME ZERO. O papel do Brasil na luta global contra a fome e a pobreza FOME ZERO O papel do Brasil na luta global contra a fome e a pobreza Seminário Internacional sobre Seguro de Emergência e Seguro Agrícola Porto Alegre, RS -- Brasil 29 de junho a 2 de julho de 2005 Alguns

Leia mais

O Programa Bolsa Família

O Programa Bolsa Família Painel sobre Programas de Garantia de Renda O Programa Bolsa Família Patrus Ananias de Sousa Ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome República Federativa do Brasil Comissão de Emprego e Política

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE FUNDAÇÃO ASSISTÊNCIA SOCIAL E CIDADANIA

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE FUNDAÇÃO ASSISTÊNCIA SOCIAL E CIDADANIA PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE FUNDAÇÃO ASSISTÊNCIA SOCIAL E CIDADANIA 1 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO PROJETO TÉCNICO: ACESSUAS TRABALHO / PRONATEC EQUIPE RESPONSÁVEL: Proteção Social Básica PERÍODO: Setembro

Leia mais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais Especialização em Gestão Estratégica de Apresentação CAMPUS COMÉRCIO Inscrições Abertas Turma 02 --> Início Confirmado: 07/06/2013 últimas vagas até o dia: 05/07/2013 O curso de Especialização em Gestão

Leia mais

Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes

Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes Elaborada pela Diretoria de Assuntos Estudantis 1 1 Esta minuta será apreciada pelo Colegiado de Ensino, Pesquisa e Extensão nos dias

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Cozinha Escola Borda Viva

Mostra de Projetos 2011. Cozinha Escola Borda Viva Mostra de Projetos 2011 Cozinha Escola Borda Viva Mostra Local de: São José dos Pinhais Categoria do projeto: I - Projetos em implantação, com resultados parciais Nome da Instituição/Empresa: Associação

Leia mais

Programa Nacional de Apoio a Fundos Solidários

Programa Nacional de Apoio a Fundos Solidários Programa Nacional de Apoio a Fundos Solidários Elementos de uma Proposta REDE? SISTEMA? Beneficiários do Bolsa Família não conseguem financiamento para iniciar atividades produtivas Os Fundos Solidários

Leia mais

Etapa 01 Proposta Metodológica

Etapa 01 Proposta Metodológica SP Etapa 01 Proposta Metodológica ConsultGEL - Rua: : José Tognoli, 238, Pres., 238, Pres. Prudente, SP Consultores Responsáveis, SP Élcia Ferreira da Silva Fone: : (18) 3222 1575/(18) 9772 5705 João Dehon

Leia mais

TEXTO 2. Inclusão Produtiva, SUAS e Programa Brasil Sem Miséria

TEXTO 2. Inclusão Produtiva, SUAS e Programa Brasil Sem Miséria TEXTO 2 Inclusão Produtiva, SUAS e Programa Brasil Sem Miséria Um dos eixos de atuação no Plano Brasil sem Miséria diz respeito à Inclusão Produtiva nos meios urbano e rural. A primeira está associada

Leia mais

Edital 03.2014 TERMO DE REFERÊNCIA 01

Edital 03.2014 TERMO DE REFERÊNCIA 01 Edital 03.2014 TERMO DE REFERÊNCIA 01 ELABORAÇÃO DE PLANOS DE SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA PARA EMPREENDIMENTOS ECONÔMICOS SOLIDÁRIOS ORGANIZADOS EM REDES DE COOPERAÇÃO NOS TERRITÓRIOS DA MATA SUL/PE, MATA

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria para promover estudos, formular proposições e apoiar as Unidades

Leia mais

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018. L RECyT, 8.11.13

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018. L RECyT, 8.11.13 Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018 L RECyT, 8.11.13 Delineamento do Programa - Quadro Fundamentação Geral Programa público, plurianual, voltado para o fortalecimento

Leia mais

O Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar

O Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar O Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar A IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA - DIAGNÓSTICO Prevalência de situação de segurança alimentar em domicílios particulares, por situação do domicílio

Leia mais

Município: JOÃO PESSOA / PB

Município: JOÃO PESSOA / PB O Plano Brasil Sem Miséria O Plano Brasil Sem Miséria foi lançado com o desafio de superar a extrema pobreza no país. O público definido como prioritário foi o dos brasileiros que estavam em situação de

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA. Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher

TERMO DE REFERENCIA. Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher TERMO DE REFERENCIA Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher Supervisão Geral No âmbito do Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher, conveniado com a Secretaria Especial

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 128/2013. A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, Aprova:

PROJETO DE LEI Nº 128/2013. A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, Aprova: PROJETO DE LEI Nº 128/2013 Institui o Programa Banco de Alimentos do Município de Foz do Iguaçu, e dá outras providências. Prefeito Municipal Mensagem nº 064/2013. A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu,

Leia mais

A operacionalização da gestão de condicionalidades no Programa Bolsa Família (PBF) ocorre de forma:

A operacionalização da gestão de condicionalidades no Programa Bolsa Família (PBF) ocorre de forma: CONDICIONALIDADES DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA ATORES RESPONSÁVEIS PELA GESTÃO A operacionalização da gestão de condicionalidades no Programa Bolsa Família (PBF) ocorre de forma:» Intersetorial: com os responsáveis

Leia mais

O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO SETOR NA CIDADE DE SÃO PAULO

O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO SETOR NA CIDADE DE SÃO PAULO O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO SETOR NA CIDADE DE SÃO PAULO Januário Montone II Congresso Consad de Gestão Pública Painel 23: Inovações gerenciais na saúde O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO N.º 005/2011

EDITAL DE SELEÇÃO COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO N.º 005/2011 EDITAL DE SELEÇÃO COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO N.º 005/2011 Aviso de Divulgação de Seleção de Instrutor Pleno para as. REF: CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA PARA ATENDIMENTO AO CONVENIO Nº 711591/2009 MDS/ITS/CEDEP

Leia mais

Capacitando, assessorando e financiando pequenos empreendimentos solidários a Obra Kolping experimenta um caminho entre empréstimos em condições

Capacitando, assessorando e financiando pequenos empreendimentos solidários a Obra Kolping experimenta um caminho entre empréstimos em condições Programa Fundo Solidário Construído para garantir inclusão socioeconômica Capacitando, assessorando e financiando pequenos empreendimentos solidários a Obra Kolping experimenta um caminho entre empréstimos

Leia mais

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense 1. DISCRIMINAÇÃO DO PROJETO Título do Projeto Educação de Qualidade: direito de todo maranhense Início Janeiro de 2015 Período de Execução Término

Leia mais

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento,

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Projetos e Capacitação Ministério do Desenvolvimento Social

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 44, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2009

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 44, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2009 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 44, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2009 Estabelece instruções sobre Benefício de Prestação Continuada-BPC referentes a dispositivos

Leia mais

PAIF. Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS

PAIF. Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS PAIF IMPORTANTE INTERRELAÇÃO ENTRE PAIF E CRAS CRAS O

Leia mais

A experiência do Brasil na promoção do direito humano à alimentação adequada a partir do fortalecimento da agricultura familiar e camponesa

A experiência do Brasil na promoção do direito humano à alimentação adequada a partir do fortalecimento da agricultura familiar e camponesa Seminário Agrícola Internacional Bruxelas, 4 e 5 de maio de 2009 Bélgica A experiência do Brasil na promoção do direito humano à alimentação adequada a partir do fortalecimento da agricultura familiar

Leia mais

Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher. Termo de Referência. Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico

Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher. Termo de Referência. Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher Termo de Referência Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico No âmbito do Programa Pernambuco Trabalho e Empreendedorismo da Mulher conveniado

Leia mais

O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social

O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social II Fórum de Informação em Saúde IV Encontro da Rede BiblioSUS O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social Maria de Fátima Ramos Brandão Outubro/2007 1 Apresentação O Projeto Casa Brasil Modelos

Leia mais

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais PRINCÍPIOs 1. A inclusão digital deve proporcionar o exercício da cidadania, abrindo possibilidades de promoção cultural,

Leia mais

Proposta de Pacto Federativo pela Alimentação Adequada e Saudável: uma agenda para os próximos anos

Proposta de Pacto Federativo pela Alimentação Adequada e Saudável: uma agenda para os próximos anos Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional - CAISAN Secretaria-Executiva Proposta

Leia mais

Nota Técnica. Conceitos da Vigilância Socioassistencial Nº 01. Curitiba, PR. Junho de 2014. Coordenação da Gestão do SUAS

Nota Técnica. Conceitos da Vigilância Socioassistencial Nº 01. Curitiba, PR. Junho de 2014. Coordenação da Gestão do SUAS Nota Técnica Conceitos da Vigilância Socioassistencial Nº 01 Curitiba, PR. Junho de 2014 Coordenação da Gestão do SUAS Conceitos da Vigilância Socioassistencial Finalidade: Considerando a importância da

Leia mais

Segurança Alimentar e Nutricional

Segurança Alimentar e Nutricional Segurança Alimentar e Nutricional Coordenação Geral da Política de Alimentação e Nutrição/ DAB/ SAS Ministério da Saúde Afinal, o que é Segurança Alimentar e Nutricional? Segurança Alimentar e Nutricional

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO TERMO DE REFERÊNCIA PARA AVALIAÇÃO EXTERNA DO PROJETO EDUCANDO COM A HORTA ESCOLAR 1. Breve Histórico do Projeto de Cooperação Técnica

Leia mais

ATUAÇÃO DA FAO NA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR

ATUAÇÃO DA FAO NA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR ATUAÇÃO DA FAO NA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR II Encontro Nacional de Experiências Inovadoras em Alimentação Escolar 50 ANOS Sr. José Tubino Representante da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÔMICO PROJETO

SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÔMICO PROJETO SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÔMICO PROJETO ABRIL / 2005 Apresentação SMPDSE SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO E A Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento

Leia mais

Políticas Públicas são um conjunto de ações e decisões do governo, voltadas para facilitar a solução de problemas da sociedade.

Políticas Públicas são um conjunto de ações e decisões do governo, voltadas para facilitar a solução de problemas da sociedade. Políticas Públicas são um conjunto de ações e decisões do governo, voltadas para facilitar a solução de problemas da sociedade. Políticas Públicas são a totalidade de ações, metas e planos que os governos

Leia mais

PROJETO TÉCNICO SAF/ATER 120/2010. PROJETO ATER - DESENVOLVIMENTO Rural Inclusivo e Sustentável Região da Grande Dourados, MS

PROJETO TÉCNICO SAF/ATER 120/2010. PROJETO ATER - DESENVOLVIMENTO Rural Inclusivo e Sustentável Região da Grande Dourados, MS PROJETO TÉCNICO SAF/ATER 120/2010 PROJETO ATER - DESENVOLVIMENTO Rural Inclusivo e Sustentável Região da Grande Dourados, MS Propósito da Coopaer Identificar problemas oriundos da Cadeia produtiva leite;

Leia mais

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR SANTOS, Elaine Ferreira dos (estagio II), WERNER, Rosiléa Clara (supervisor), rosileawerner@yahoo.com.br

Leia mais

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Marcelo de Paula Neves Lelis Gerente de Projetos Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Ministério das Cidades Planejamento

Leia mais

EDITAL MDS/PNUD. Qualificação de Parceiros para Implementação de Projetos de Inclusão Produtiva

EDITAL MDS/PNUD. Qualificação de Parceiros para Implementação de Projetos de Inclusão Produtiva EDITAL MDS/PNUD De 31/08/2005 (DOU) Qualificação de Parceiros para Implementação de Projetos de Inclusão Produtiva O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome - MDS e o Programa das Nações

Leia mais

ANEXO I ROTEIRO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS FIA 2011. Cada projeto deve conter no máximo 20 páginas

ANEXO I ROTEIRO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS FIA 2011. Cada projeto deve conter no máximo 20 páginas Cada projeto deve conter no máximo 20 páginas 1. APRESENTAÇÃO Faça um resumo claro e objetivo do projeto, considerando a situação da criança e do adolescente, os dados de seu município, os resultados da

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PILÕES CNPJ: 08.148.488/0001-00 CEP: 59.5960-000 GABINETE DO PREFEITO

PREFEITURA MUNICIPAL DE PILÕES CNPJ: 08.148.488/0001-00 CEP: 59.5960-000 GABINETE DO PREFEITO LEI Nº. 277/2007. CEP: 5.50-000 Institui o Programa Casa da Família e dá outras providências. A Câmara Municipal aprovou e eu, Prefeito do Município de Pilões, sanciono e promulgo a seguinte lei: Art.

Leia mais

:: LINHAS DE AÇÃO. Apoio aos Municípios. Tecnologia e Informação em Resíduos. Promoção e Mobilização Social. Capacitação

:: LINHAS DE AÇÃO. Apoio aos Municípios. Tecnologia e Informação em Resíduos. Promoção e Mobilização Social. Capacitação :: LINHAS DE AÇÃO Apoio aos Municípios Tecnologia e Informação em Resíduos Capacitação Promoção e Mobilização Social :: PRESSUPOSTOS DA COLETA SELETIVA Gestão participativa Projeto de Governo Projeto da

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

Ações de Educação Alimentar e Nutricional

Ações de Educação Alimentar e Nutricional Ações de Educação Alimentar e Nutricional Marco Aurélio Loureiro Brasília, 17 de outubro de 2006. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Fome Zero: Eixos Articuladores Acesso ao alimento

Leia mais

Página 1 de 19 Data 04/03/2014 Hora 09:11:49 Modelo Cerne 1.1 Sensibilização e Prospecção Envolve a manutenção de um processo sistematizado e contínuo para a sensibilização da comunidade quanto ao empreendedorismo

Leia mais

Secretaria de Trabalho, Emprego e Promoção Social Piraí do Sul/PR: Órgão Gestor

Secretaria de Trabalho, Emprego e Promoção Social Piraí do Sul/PR: Órgão Gestor Secretaria de Trabalho, Emprego e Promoção Social Piraí do Sul/PR: Órgão Gestor RODRIGUES, Camila Moreira (estágio II), e-mail:camila.rodrigues91@hotmail.com KUSDRA, Rosiele Guimarães (supervisora), e-mail:

Leia mais

O Modelo de Desenvolvimento Brasileiro

O Modelo de Desenvolvimento Brasileiro GESTÃO DE MACROPOLÍTICAS PÚBLICAS FEDERAIS O Modelo de Desenvolvimento Brasileiro Esther Dweck Brasília Ministério do Planejamento 04 de fevereiro de 2014 O modelo de desenvolvimento brasileiro Objetivos

Leia mais

Estratégia de Desenvolvimento no Brasil e o Programa Bolsa Família. Junho 2014

Estratégia de Desenvolvimento no Brasil e o Programa Bolsa Família. Junho 2014 Estratégia de Desenvolvimento no Brasil e o Programa Bolsa Família Junho 2014 Estratégia de Desenvolvimento no Brasil Estratégia de desenvolvimento no Brasil Crescimento econômico com inclusão social e

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO N.º 02/2012

EDITAL DE SELEÇÃO COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO N.º 02/2012 EDITAL DE SELEÇÃO COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO N.º 02/2012 Aviso de Divulgação de Seleção de Instrutor Pleno para as atividades de incubação de empreendimentos produtivos. REF: CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA

Leia mais

Este termo de referência visa à contratação de consultoria especializada para

Este termo de referência visa à contratação de consultoria especializada para TERMO DE REFERÊNCIA SERVIÇOS NÃO CONTINUADOS TR nº MODALIDADE PROCESSO SELETIVO RBR-02/2014 Produto 2014 FUNDAMENTO LEGAL Decreto nº 5.151, de 22/7/2004, e Portaria MDA nº 48/2012, de 19/07/2012. O Ministério

Leia mais

Mobilização e Participação Social no

Mobilização e Participação Social no SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Mobilização e Participação Social no Plano Brasil Sem Miséria 2012 SUMÁRIO Introdução... 3 Participação

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO DE PESSOAL Nº 254/2014

EDITAL DE SELEÇÃO DE PESSOAL Nº 254/2014 EDITAL DE SELEÇÃO DE PESSOAL Nº 254/2014 O Presidente do Instituto Pauline Reichstul-IPR, torna público que receberá inscrições para o processo seletivo de pessoal para atuação no projeto Ações Integradas

Leia mais

A AÇÃO COMUNITÁRIA NO PROJOVEM. Síntese da proposta de Ação Comunitária de seus desafios 2007

A AÇÃO COMUNITÁRIA NO PROJOVEM. Síntese da proposta de Ação Comunitária de seus desafios 2007 A AÇÃO COMUNITÁRIA NO PROJOVEM Síntese da proposta de Ação Comunitária de seus desafios 2007 A AÇÃO COMUNITÁRIA NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Dimensão formativa do programa voltada à educação para a cidadania

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE PROJETO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ

Leia mais

Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais. Secretaria Nacional de Programas Urbanos

Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais. Secretaria Nacional de Programas Urbanos Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais Secretaria Nacional de Programas Urbanos CONCEITOS Área Urbana Central Bairro ou um conjunto de bairros consolidados com significativo acervo edificado

Leia mais

Os "fundos de confiança" como mecanismo de financiamento para a agricultura urbana participativa

Os fundos de confiança como mecanismo de financiamento para a agricultura urbana participativa Os "fundos de confiança" como mecanismo de financiamento para a agricultura urbana participativa César Jaramillo Avila - aurbana@quito.gov.ec Coordenador do Programa Municipal de Agricultura Urbana da

Leia mais

PROJETO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DO ESTADO DA BAHIA. Banco Mundial

PROJETO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DO ESTADO DA BAHIA. Banco Mundial PROJETO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DO ESTADO DA BAHIA POR QUE O PROJETO Decisão Estratégica do Governo do Estado da Bahia Necessidade de avançar na erradicação da pobreza rural Existência de

Leia mais

Comunidade Solidária: parcerias contra a pobreza

Comunidade Solidária: parcerias contra a pobreza Comunidade Solidária: parcerias contra a pobreza OConselho da Comunidade Solidária foi criado em 1995 com base na constatação de que a sociedade civil contemporânea se apresenta como parceira indispensável

Leia mais

O Sistema de Monitoramento e Avaliação dos Programas de Promoção e Proteção Social do Brasil

O Sistema de Monitoramento e Avaliação dos Programas de Promoção e Proteção Social do Brasil O Sistema de Monitoramento e Avaliação dos Programas de Promoção e Proteção Social do Brasil Brasília, 27 de Agosto de 2008 Programa Brasil África de Cooperação em Promoção e Proteção Social Missão de

Leia mais

Proteção Social Básica

Proteção Social Básica Proteção Social Básica Proteção Social Básica A Proteção Social Básica (PSB) atua na prevenção dos riscos por meio do desenvolvimento de potencialidades e do fortalecimento de vínculos familiares e comunitários

Leia mais

NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL

NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte PPCAAM Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente Secretaria de Direitos Humanos Presidência

Leia mais

IV Seminário Nacional do Programa Nacional de Crédito Fundiário Crédito Fundiário no Combate a Pobreza Rural Sustentabilidade e Qualidade de Vida

IV Seminário Nacional do Programa Nacional de Crédito Fundiário Crédito Fundiário no Combate a Pobreza Rural Sustentabilidade e Qualidade de Vida IV Seminário Nacional do Programa Nacional de Crédito Fundiário Crédito Fundiário no Combate a Pobreza Rural Sustentabilidade e Qualidade de Vida 30 DE NOVEMBRO DE 2011 CONTEXTO Durante os últimos anos,

Leia mais

Escola de Políticas Públicas

Escola de Políticas Públicas Escola de Políticas Públicas Política pública na prática A construção de políticas públicas tem desafios em todas as suas etapas. Para resolver essas situações do dia a dia, é necessário ter conhecimentos

Leia mais

2007 PRODOC BRA 05/028 MDS/PNUD

2007 PRODOC BRA 05/028 MDS/PNUD Instrumento de Solicitação de Manifestação de Interesse- Qualificação de Parceiros para a Implementação de Projetos de Inclusão Produtiva 2007 PRODOC BRA 05/028 MDS/PNUD 1. OBJETO DO INSTRUMENTO CONVOCATÓRIO

Leia mais

CIEDS, Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável Missão:

CIEDS, Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável Missão: O CIEDS, Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável, é uma Instituição Social Sem Fins Lucrativos, de Utilidade Pública Federal, fundada em 1998, com sede na cidade do Rio de

Leia mais

Prêmio Itaú-Unicef Fundamentos da edição 2007. Ações Socioeducativas

Prêmio Itaú-Unicef Fundamentos da edição 2007. Ações Socioeducativas Fundamentos da edição 2007 Ações Socioeducativas I - conjuguem educação e proteção social como meio de assegurar o direito ao desenvolvimento integral de crianças e adolescentes de 6 a 18 anos em condições

Leia mais

Redução da Pobreza e Desigualdades e Inclusão Produtiva na América Latina: novas abordagens

Redução da Pobreza e Desigualdades e Inclusão Produtiva na América Latina: novas abordagens Redução da Pobreza e Desigualdades e Inclusão Produtiva na América Latina: novas abordagens Washington, DC 13 de março de 2006 Senhoras e Senhores É com imensa satisfação que me dirijo aos Senhores para

Leia mais

PATRUS ANANIAS DE SOUZA Ministro de Estado do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

PATRUS ANANIAS DE SOUZA Ministro de Estado do Desenvolvimento Social e Combate à Fome apresentação do programa Brasília, maio 2007 PATRUS ANANIAS DE SOUZA Ministro de Estado do Desenvolvimento Social e Combate à Fome ONAUR RUANO Secretário Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional CRISPIM

Leia mais

Projeto de Gestão Compartilhada para o Programa TV Escola. Projeto Básico

Projeto de Gestão Compartilhada para o Programa TV Escola. Projeto Básico Secretaria de Educação a Distância Departamento de Planejamento em EAD Coordenação Geral de Planejamento de EAD Programa TV Escola Projeto de Gestão Compartilhada para o Programa TV Escola Projeto Básico

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 2606 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA PROCESSO DE SELEÇÃO - EDITAL Nº

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 2606 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA PROCESSO DE SELEÇÃO - EDITAL Nº Impresso por: RODRIGO DIAS Data da impressão: 13/09/2013-17:59:14 SIGOEI - Sistema de Informações Gerenciais da OEI TERMO DE REFERÊNCIA Nº 2606 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA PROCESSO DE SELEÇÃO - EDITAL

Leia mais

LA EDUCACION RURAL Y SU IMPACTO EM EL DESARROLLO LOCAL

LA EDUCACION RURAL Y SU IMPACTO EM EL DESARROLLO LOCAL LA EDUCACION RURAL Y SU IMPACTO EM EL DESARROLLO LOCAL Argileu Martins da Silva Diretor do Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural Secretário Adjunto de Agricultura Familiar SAF A EDUCAÇÃO

Leia mais

Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Educação Secretaria do Meio Ambiente Órgão Gestor da Política Estadual de Educação Ambiental

Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Educação Secretaria do Meio Ambiente Órgão Gestor da Política Estadual de Educação Ambiental Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Educação Secretaria do Meio Ambiente Órgão Gestor da Política Estadual de Educação Ambiental PROJETO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Leia mais

Programa Bolsa Família: Avanço recentes e principais resultados

Programa Bolsa Família: Avanço recentes e principais resultados Programa Bolsa Família: Avanço recentes e principais resultados Luis Henrique Paiva Secretário Nacional de Renda de Cidadania Dezembro de 2014 2011-2014: Ciclo de Aperfeiçoamento do PBF e do Cadastro Único

Leia mais

EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA

EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

LEI N.º 7.390, DE 6 DE MAIO DE 2015

LEI N.º 7.390, DE 6 DE MAIO DE 2015 LEI N.º 7.390, DE 6 DE MAIO DE 2015 Institui o Sistema Municipal de Assistência Social do Município de Santo Antônio da Patrulha e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL de Santo Antônio da Patrulha,

Leia mais

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 Adão Augusto, Consultor 12-02-2015 1. Contextualização. Os projectos sociais fazem parte de um sistema complexo de relações que envolvem

Leia mais

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003 Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC ATRIBUIÇÕES DOS GESTORES ESCOLARES DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO VERSÃO PRELIMINAR SALVADOR MAIO/2003 Dr. ANTÔNIO JOSÉ IMBASSAHY DA SILVA Prefeito

Leia mais

e construção do conhecimento em educação popular e o processo de participação em ações coletivas, tendo a cidadania como objetivo principal.

e construção do conhecimento em educação popular e o processo de participação em ações coletivas, tendo a cidadania como objetivo principal. Educação Não-Formal Todos os cidadãos estão em permanente processo de reflexão e aprendizado. Este ocorre durante toda a vida, pois a aquisição de conhecimento não acontece somente nas escolas e universidades,

Leia mais

Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará. Eixo Temático Educação Superior

Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará. Eixo Temático Educação Superior Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará Eixo Temático Educação Superior Ceará, 2015 1 Socioeconômico Diagnóstico Para compreender a situação da educação no estado do Ceará é necessário também

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS FIN 04 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS FIN 04 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS FIN 04 01 Vaga 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria Financeira de conciliação das informações repassadas pelos

Leia mais

Esporte como fator de inclusão de jovens na sociedade FGR: Gustavo:

Esporte como fator de inclusão de jovens na sociedade FGR: Gustavo: Esporte como fator de inclusão de jovens na sociedade Entrevista cedida à FGR em Revista por Gustavo de Faria Dias Corrêa, Secretário de Estado de Esportes e da Juventude de Minas Gerais. FGR: A Secretaria

Leia mais

Programa Cisternas MDS Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional

Programa Cisternas MDS Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional Programa Cisternas MDS Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional Coordenação Geral de Acesso à Água Carolina Bernardes Água e Segurança

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações

Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações CIDADES DIGITAIS CONSTRUINDO UM ECOSSISTEMA DE COOPERAÇÃO E INOVAÇÃO Cidades Digitais Princípios

Leia mais

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR Programa de Capacitação PAPEL D GESTR CM MULTIPLICADR Brasília 12 de maio de 2011 Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Qual o conceito de multiplicador? Quais são as idéias associadas a esse conceito?

Leia mais

9 FOME ZERO PARCERIAS 138

9 FOME ZERO PARCERIAS 138 9 FOME ZERO PARCERIAS 138 O que é O Fome Zero é uma estratégia do Governo Federal para assegurar o direito à alimentação adequada às pessoas com dificuldades de acesso aos alimentos. A base da estratégia

Leia mais

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade DECLARAÇÃO DOS MINISTROS DA AGRICULTURA, SÃO JOSÉ 2011 1. Nós, os Ministros e os Secretários de Agricultura

Leia mais

Incubadoras Sociais: O Assistente Social contribuído na viabilização de uma nova economia.

Incubadoras Sociais: O Assistente Social contribuído na viabilização de uma nova economia. Incubadoras Sociais: O Assistente Social contribuído na viabilização de uma nova economia. Autores: Ana Claudia Carlos 1 Raquel Aparecida Celso 1 Autores e Orientadores: Caroline Goerck 2 Fabio Jardel

Leia mais

PROJETO IICA/BRA/09/005 TERMO DE REFERÊNCIA: MODALIDADE PRODUTO

PROJETO IICA/BRA/09/005 TERMO DE REFERÊNCIA: MODALIDADE PRODUTO INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA PROJETO IICA/BRA/09/005 TERMO DE REFERÊNCIA: MODALIDADE PRODUTO 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratar consultoria por produto para formular

Leia mais

FICHA PROJETO - nº 072-MA

FICHA PROJETO - nº 072-MA FICHA PROJETO - nº 072-MA Mata Atlântica Grande Projeto TÍTULO: Vereda do Desenvolvimento Sustentável da Comunidade de Canoas: um Projeto Demonstrativo da Conservação da Mata Atlântica. 2) MUNICÍPIOS DE

Leia mais