Paulo Moreiras. Pão Vinho. mil e uma histórias de comer e beber

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Paulo Moreiras. Pão Vinho. mil e uma histórias de comer e beber"

Transcrição

1 & Paulo Moreiras Pão Vinho mil e uma histórias de comer e beber

2 Índice Pão BREVE HISTÓRIA DO PÃO 9 OS CEREAIS DO PÃO 25 Tradições EXPRESSÕES POPULARES SOBRE O PÃO 31 SUPERSTIÇÕES DO PÃO 35 ADAGIÁRIO POPULAR 39 ADIVINHAS 41 CANCIONEIRO 43 CONTOS E FÁBULAS 45 Curiosidades do pão HISTÓRIA COM PÃO 51 O PÃO E AS PALAVRAS 65 O PÃO NA COZINHA 83 MISCELÂNEA SOBRE O PÃO 97 VOLTA A PORTUGAL ATRAVÉS DO PÃO 119 4

3 Vinho BREVE HISTÓRIA DO VINHO 135 CASTAS 151 Tradições EXPRESSÕES POPULARES SOBRE O VINHO 157 SUPERSTIÇÕES DO VINHO 163 ADAGIÁRIO POPULAR 167 ADIVINHAS 169 CANCIONEIRO 171 CONTOS, LENDAS E FACÉCIAS 177 Curiosidades do vinho HISTÓRIA COM VINHO 185 O VINHO E AS PALAVRAS 207 O VINHO NA COZINHA 225 MISCELÂNEA SOBRE VINHO 229 5

4

5 Pão Em buscar pão se resolve tudo, e tudo se aplica a o buscar. Os pobres dão pelo pão o trabalho, os ricos dão pelo pão a fazenda; os de espíritos generosos dão pelo pão a vida, os de espíritos baixos dão pelo pão a honra, os de nenhum espírito dão pelo pão a alma; e nenhum homem há que não dê pelo pão e ao pão todo o seu cuidado. Padre António Vieira

6

7 À boa fome não há mau pão. Breve História do Pão O pão é um dos alimentos mais fascinantes na história da alimentação do Homem e o que mais tem contribuído para a sua subsistência ao longo dos tempos. A forma como é preparado, respeitando rituais e costumes próprios, tornou-o um produto com uma forte carga simbólica e cultural, com uma matriz identitária muito vincada, reforçando a história e a tradição das comunidades que o fabricam. O pão está também associado ao trabalho, à amizade, à família, à partilha, à revolução e à política; por ele, o Homem modificou a paisagem através da agricultura e dos métodos de cultivo, e também a cultura, a sociedade e a forma como esta se encontrava organizada. Mas o pão nada mais é do que um pouco de massa, preparada com uma certa quantidade de farinha e de água, a que se adiciona fermento e que depois é cozida no forno. Porém, ainda hoje o aroma de um pão quente fascina e embevece os comuns mortais e poucos são aqueles que lhe conseguem resistir. A sua história é a da nossa existência e sobrevivência, do engenho e da arte que soubemos aplicar para transformar grãos secos e duros num produto de excelência, saboroso e nutritivo, com alma. NO PRINCÍPIO ERA O GRÃO Ainda antes do advento da agricultura, os cereais fizeram parte da alimentação do Homem, consumidos no seu estado selvagem e natural. Há pelo menos quinze mil anos que as gramíneas plantas que fornecem sementes farináceas eram usadas como mantimento, entre as quais o 9

8 A bom amigo com teu pão e com teu vinho. trigo, o centeio, a cevada, a aveia, o milho e o arroz. Apesar da sua sazonalidade, estes grãos eram facilmente colhidos e podiam ser armazenados, constituindo um aliado alimentício fundamental para as longas deslocações migratórias. Diversos tipos de silos simples buracos naturais ou escavados nas rochas foram achados em prospecções arqueológicas. A princípio, os grãos de cereais de variedades bravias seriam consumidos crus ou provavelmente torrados. Vestígios arqueológicos em vários locais atestam, por exemplo, a utilização de espigas grelhadas. Outra forma de consumo seria através de um processo de cocção dos cereais em água de forma a facilitar a digestão processo intimamente ligado ao surgimento da olaria, outra importante invenção da Humanidade. Com o incremento da criação de recipientes que podiam suportar o fogo, cozer alimentos tornou-se mais fácil, contribuindo para a sua ingestão. Surgiram assim as primeiras papas à base de cereais, fortemente nutritivas e saborosas, a que adicionavam leite, bagas, mel ou frutos secos. Mais tarde, experimentou-se colocar essa pasta de cereais misturados com água sobre pedras quentes e o resultado terá sido uma forma primitiva de pão, como uma bolacha espalmada, sem forma definida e ainda sem fermento. Durante o Neolítico, há cerca de dez mil anos, deu-se uma revolução, com a cultura dos cereais, em que figuravam essencialmente o trigo e o centeio. Após compreender os ciclos naturais de germinação das gramíneas, o Homem começou a domesticar algumas variedades de cereais para utilizar regularmente na sua alimentação, e assim nascia a agricultura. Com ela, tornou-se sedentário e surgiram os primeiros aglomerados populacionais que, naturalmente, importava alimentar. Foram encontrados exemplares ou fragmentos de pão nas imediações de palafitas helvéticas, ocupadas por povos lacustres nas margens do lago de Neuchâtel, que remontam ao Neolítico. Também se encontraram vestígios de que essas comunidades cultivavam mais de uma dezena de espécies de cereais, entre as quais seis variedades de trigo, três de cevada, duas de milho painço e uma de centeio e de aveia. Uma vez dominado o processo de sementeira, surgiu a necessidade de moer o grão e transformá-lo em farinha. Esses grãos começaram por ser moídos com recurso a mós de pedra, encontrando-se alguns 10

9 A criado novo pão e ovo; depois de velho pão e Demo. exemplares no Egipto e na Mesopotâmia, tendo mais tarde surgido o almofariz de pedra e primitivos moinhos manuais. Desta forma, o Homem conseguia extrair um grande rendimento dos grãos de cereais e aparecia assim a farinha. Com um pouco de água e sal amassava a farinha, que depois colocava a cozer sobre telhas, placas de barro ou directamente sobre as brasas, criando um pão ázimo, crocante, estaladiço e de agradável sabor. Outra importante inovação nas artes da panificação foi o forno, mas ainda faltava o fermento para nascer o pão tal como o conhecemos. OS COMEDORES DE PÃO Foi no Antigo Egipto que se aperfeiçoou o pão com a utilização de fermento, elemento inovador de grande importância, mas também com o desenvolvimento de fornos próprios. Não foi por acaso que Hecateu de Mileto (século v a.c.), geógrafo e viajante grego, apelidou os egípcios de comedores de pão, tal o prestígio que este alimento detinha na sua sociedade. De referir, por exemplo, que os egípcios consideravam o facto de recusar pão a um mendigo um dos pecados mais graves. Sabe-se que durante o Império Antigo cerca de quinze palavras eram usadas para designar diversos tipos de pão ou bolos. Os cereais frumentários mais utilizados eram o trigo e a cevada, sendo a sua cultura essencial à subsistência da população. Em muitas situações a farinha era fabricada em casa com recurso a mós ou almofarizes de pedra, com técnicas rudimentares. Supõe-se que tenham sido os egípcios, de acordo com Plínio, a inventar peneiras de papiro e junco, como sugerem algumas pinturas. Foram igualmente encontradas várias estátuas representando amassadores de pão, bem como estatuetas de mulheres carregando cestos com pão à cabeça, o que reforça a influência que o pão granjeava 11

10 A esperança é o pão dos infelizes. junto da população e das classes reinantes. De acordo com Heródoto (século v a.c.), considerado o pai da História, os egípcios tinham o hábito de amassar o pão com os pés. Mas a importância do pão não se limitava à alimentação dos vivos. Era também um elemento precioso e fundamental nos ritos funerários, em que a família do morto fazia oferendas aos deuses pedindo que providenciasse ao falecido provisões de pão, vinho, cerveja, leite, entre outros. No célebre Livro dos Mortos, do Antigo Egipto, o pão é citado, no primeiro capítulo, como benefício para as almas na casa de Osíris, existindo um variado número de referências ao seu uso ao longo de todo o livro. O mais destacado contributo dos egípcios para as artes da panificação foi sem dúvida a utilização de fermento, não sendo possível precisar como o descobriram ou entenderam a acção exercida pela levedura para tornar o pão mais macio e esponjoso. Especula-se que tal fenómeno esteja associado à cerveja, que também já produziam, e à levedura usada para a sua fermentação a partir de grãos de cevada. Durante séculos, esse foi o único fermento usado pelos egípcios, tão ciosos da sua utilização que tinham um cuidado extremo na sua preservação. A indiscutível qualidade e sabor deste novo produto permitiu a divulgação do seu uso por toda a parte e o pão levedado tornou-se o alimento preferido da população. Terão sido também os egípcios a construir o primeiro forno para pão. Esses primitivos fornos seriam quadrados e cobertos por uma pedra ou por um tijolo e alguns podiam cozer vários pães ao mesmo tempo. Mais tarde, adquiriram uma forma cilíndrica, tendo o cone fechado no topo. O modelo generalizou-se e o seu fabrico tornou-se corrente e acessível a todas as pessoas. Estas inovações possibilitaram um aumento na produção e na variedade de pão. Surgiram as primeiras padarias, tal como o demonstra uma pintura funerária que representa a padaria do palácio real no tempo de Ramsés, onde se podem observar as várias fases da panificação. Os pães assumiam diferentes formatos e composições, de trigo, cevada ou espelta, redondos, ovais, achatados, semicirculares, triangulares ou cónicos; alguns eram decorados com motivos ou figuras geométricas. Crê-se que entre os egípcios existiam cerca de cinquenta variedades diferentes de pão. 12

11 À falta de capão, cebola e pão. NO REINO DA RAINHA CEVADA Nos fecundos terrenos da Mesopotâmia, região também conhecida como Crescente Fértil, entre o Tigre e o Eufrates, o cereal que alcançou maior notoriedade foi a cevada, usada essencialmente no fabrico de pão e de cerveja, que ali adquiriu foros de especialidade e registou grandes consumos. Era abundante, permitindo, em certos locais, várias colheitas por ano, embora também se cultivasse trigo e milho miúdo, mas com produções mais reduzidas. Na Epopeia de Gilgamesh, são muitas as referências ao pão e à cerveja, tidos como exemplos maiores da civilização. Na galeria dos deuses da Mesopotâmia figurava também Ninkasi, deusa da cerveja. Antes do uso de fermento, os pães seriam ázimos, à base de farinha e água, provavelmente achatados e cozidos sobre pedras quentes. Especula-se que o pão levedado entre os mesopotâmicos tenha tido origem com a adição de levedura proveniente da fermentação da cevada ou de outros cereais. O certo é que era a base da alimentação, consumido diariamente e tido como um alimento de excelência. Em geral cozido em casa, existiam também vários moleiros que se dedicavam à moagem de cereais e à produção de farinha. Entre os Assírios foram encontradas gravações em bronze, do século vii a.c., representando homens a prepararem pão. Os mais pobres alimentavam-se de trigo ou cevada misturados com água, de que faziam umas bolachas ou bolos que coziam. Numa tabuinha encontrada numa estação arqueológica são mencionadas cerca de trezentas variedades de pães. Estas diferiam entre si de acordo com a farinha utilizada, os líquidos, o uso ou não de fermento, os diversos ingredientes que adicionavam à massa ou as formas que os pães tomavam. Curiosamente, alguns destes representavam partes do corpo, como o coração, a cabeça ou as mãos. 13

12 A filha e a amigo pão e castigo. O PÃO DA AFLIÇÃO Entre os hebreus o pão revestia-se de grande importância, alimento não só para o corpo mas também para o espírito. O seu consumo está muito relacionado com a religião e os seus rituais. Supõe-se que foi durante o seu cativeiro no Egipto que os hebreus conheceram o uso e o método de fabrico do pão. Quando se deu o Êxodo, levaram consigo massa de pão, mas sem a levedar, e tal facto tornou-se primordial na sua religião. A partir deste episódio, o pão ázimo começou a ser usado na cerimónia da Páscoa e eram denominados «pães de aflição», celebrando a fuga do Egipto. Sabe-se que os antigos hebreus cultivavam trigo, cevada, centeio e milho painço. Também consumiam cevada torrada, que era moída e cozida em água. Mas o pão foi sempre a base da sua alimentação. A profissão de padeiro ganhou destaque, existindo diversos padeiros por toda a Palestina, e em Jerusalém, por exemplo, uma rua destinada ao seu ofício. CUIDAR DO CORPO De acordo com a mitologia, teria sido Deméter, a deusa do trigo, quem transmitira aos homens as instruções necessárias para o fabrico do pão. Contudo, sabe-se que os gregos mantinham relações comerciais com os egípcios, graças a quem eles ficaram a saber o que era o fermento e como este tornava o pão um delicioso alimento. Na Grécia cultivava-se sobretudo cevada, uma vez que os terrenos não eram propícios ao trigo, que tinham de importar da Sicília, do Egipto, da Trácia e de outros locais no Médio Oriente. Com a farinha de cevada, preparavam a maza, uma espécie de bolacha que fazia parte 14

13 A fio rouba o moleiro e mais dão-lhe pão. essencial da sua alimentação quotidiana. O pão de trigo comia-se unicamente em dias de festa e estava destinado às classes abastadas. Era habitual os gregos torrarem cereais para adicionarem a vários pratos que confeccionavam. Inicialmente o pão era cozido em casa pelas mulheres ou pelos escravos sobre pedras quentes, dentro de vasos de cerâmica ou no forno. Só a partir do século v a.c. começaram a surgir padeiros na Grécia, na sua maioria antigos escravos. No século iii a.c. existem referências a um célebre padeiro, de seu nome Thearion, que desenvolveu com brilhantismo as artes da panificação e de pastelaria e foi o responsável pela criação de uma cadeia de padarias comerciais, provavelmente a primeira a nível mundial. A sua fama foi tanta e o seu pão tão apreciado, que Platão o menciona como um dos três homens que melhor cuidavam do corpo dos indivíduos. Ateneu de Náucratis (século ii d.c.), na sua obra Deipnosophistae ou O Banquete dos Sábios, refere a existência de cerca de setenta e duas categorias de pão. Teriam sido os padeiros da Capadócia os primeiros que adicionaram à farinha de trigo um pouco de leite, azeite e sal, obtendo assim um tipo de pão muito suave e delicado. Entre os gregos, o pão branco era o preferido e considerado como o mais fino e de melhor sabor. ARS PISTORICA Foi através de escravos gregos que os romanos tomaram conhecimento do fabrico de pão. Antes, consumiam os cereais cozidos ou assados, a que davam o nome de far, ou uma espécie de papas de farinha cozida com água, conhecidas por puls ou pulmentum, a que adicionavam queijo fresco, mel, ovos, favas, lentilhas ou legumes. Essas papas eram também usadas para fabricarem um tipo de pão não levedado e cozido em fornos domésticos. Algumas casas dispunham de um forno próprio e o pão era feito pela mãe de família ou pelo cozinheiro da casa. Nas propriedades dos ricos, principalmente no campo, estes tinham ao seu serviço escravos padeiros. Os romanos amassavam a massa para o pão à mão. Depois de levedada e modelada, era colocada numa espécie de prato ou travessa de barro e colocada no forno. 15

14 À fome não há pão duro. Com a introdução dos novos conhecimentos sobre panificação por parte dos escravos gregos, a indústria do pão registou um notável desenvolvimento. O pão tornava-se um verdadeiro alimento-símbolo e um diferenciador de classes, segundo os ingredientes usados na sua confecção. O pão de trigo era o pão das classes abastadas e só durante as suas campanhas militares é que os soldados romanos comiam pão não fermentado, devido à facilidade com que poderia ser confeccionado. Estes pães eram cozidos num forno chamado clibanus e tomavam o nome de clibanites ou clibanicius. Cornelius Celsus (25 a.c 50 d.c.), autor da obra De Medicina, declarou que o pão continha mais matéria nutritiva do que qualquer outro alimento. Só por volta do século ii a.c. começaram a surgir as primeiras padarias públicas (pistrim ou pistrinum, a padaria). No reinado de Augusto existiam 329 padarias em Roma, distribuídas pelos vários bairros da cidade, todas nas mãos de padeiros gregos. Em Roma os padeiros (pistor) tinham tanta importância que estavam organizados em colégios e associações, com direitos reconhecidos e garantidos pelo Estado e até se ergueu um túmulo em homenagem a um dos seus padeiros mais célebres, Vergilius Eurysaces, que ainda hoje existe na cidade. Os baixos-relevos existentes neste monumento funerário revelam todos os episódios da história do pão e da profissão de padeiro, num elogio à ars pistorica, a arte da panificação. Os romanos usavam habitualmente fermento no pão, pois consideravam que o pão fermentado era mais fácil de digerir. Havia várias qualidades de pão, entre elas o panis plebeius, distribuído a baixo preço aos cidadãos. Mas também tinham o furnaceus, que era cozido no forno; o foccacius, cozido em casa; o clibanicius, cozido no clibanus (forno móvel, de campanha); o mamphula, cozido debaixo das cinzas, feito com os restos da massa usada para uma fornada; o testuatium, cozido numa forma de barro; o panis aquaticus, um tipo de pão cozido que era mergulhado, ainda quente, em água, semelhante a uma açorda; ou o panis ostrearius, um tipo de pão específico para comer com ostras. Um dos mais afamados era o pão de Piceno, feito com sumo de uvas. Curiosamente, em Aquileia, Itália, foi encontrada uma lamparina na qual estava representado um cesto com uma ânfora de vinho, um pão redondo e um rabanete, com a seguinte legenda: «Pauperis cena: pane vino radic.» («Jantar de pobre: pão, vinho, rabanete.») 16

15 À gana de comer não há mau pão. Com a expansão das fronteiras do seu Império, os romanos levaram também os seus conhecimentos sobre o fabrico do pão, influenciando toda a Europa e mudando para sempre a alimentação dos seus povos. ENTRE DRUIDAS E BOSQUES SAGRADOS Entre os povos gauleses imperava a aveia como o cereal base da alimentação, geralmente consumida sob a forma de papas. O trigo e a cevada também eram comuns. No norte da Gália era usado o pão de centeio, bem como pão feito com farinha de milho painço. Os gauleses tinham o costume de guardar os cereais em subterrâneos ou grutas naturais para que lhes não roubassem o trigo ou a cevada do seu sustento. O pão dos gauleses era seco e de pouca consistência, partindo-se ao ser servido. Seria comido embebido no molho ou no suco das carnes. Como fermento, os gauleses usavam levedura de cerveja, prática que se manteve durante séculos. As peneiras eram feitas com crina de cavalo. Os druidas gauleses também usavam o pão durante as suas cerimónias religiosas nos bosques sagrados, o que demonstra a sua importância não só alimentícia mas também religiosa. PÃO PARA TODOS OS GOSTOS Durante a Idade Média foi enorme a variedade de pães em uso por toda a Europa. No seu Glossarium ad scriptores mediae et infimae latinitatis (1678), Charles du Fresne du Cange ( ) menciona uma interminável lista, com base em antigos textos dos séculos xii e xiii. Os tipos de pão existentes tinham diversos ingredientes, adequando-se não só ao consumo diário, mas também distinguindo-se pela sua importância no que diz respeito ao calendário religioso. Nota-se também que variava a qualidade de pão em função das classes ou estratos sociais. Para cada profissão estava destinada uma determinada variedade de pão. Além disso, no seio dos mosteiros e comunidades religiosas, a cada monge estava 17

16 A mancebo mau com pão e com pau. prescrita uma ração diária de pão, que variava consoante a localidade do mosteiro. Alguns tipos de pão eram ainda usados em trocas comerciais, o panis cambio, ou para pagamento de direitos, como o panis forestae, que se pagava pelo direito de usar a floresta de um determinado proprietário; o panis fiscalis, para pagamento de impostos; ou o panis feodalis, pão com que se paga ao senhor da terra. Em termos de esmolas, Du Cange refere o panis caritatis, para esmolar os mais desfavorecidos, ou o panis canibius, para oferecer aos leprosos, geralmente no Dia de Todos- -os-santos. Para perdão dos pecados recorria-se ao panis emendationis. Havia até um tipo de pão destinado ao alimento dos cães. Por fim, um destaque para o panis conjuratus, o pão amaldiçoado que o acusado teria de comer para provar a sua inocência. Esta era uma antiga prática anglo-saxónica, designada corsned. Se ficasse engasgado, isso seria a prova da sua culpa. PÃO A TODO O VAPOR Com os avanços tecnológicos promovidos pela Revolução Industrial e a introdução de mecanismos movidos a vapor, aumentou exponencialmente a produção de pão, o que contribuiu para reduzir os seus custos, tornando mais acessível esse bem essencial à alimentação humana. Estas transformações verificaram-se em todos os sectores do processo de fabrico de pão, desde as sementeiras às colheitas, desde a moagem à cozedura. Vários aparelhos mecânicos foram desenvolvidos para facilitar a amassadura, os fornos tornaram-se maiores, permitindo várias fornadas; a moagem dos cereais sofreu transformações importantes, possibilitando uma separação mais criteriosa das farinhas e dos farelos, obten do-se farinhas de elevada qualidade. Outras importantes descobertas estão relacionadas com a levedura usada no pão. Já em 1680, o holandês Anton 18

17 À míngua de pão boas são as tortas. van Leeuvenhoek ( ) observou a levedura de cerveja ao microscópio. Mais tarde, Antoine Lavoisier ( ) estudou o fenómeno da fermentação. Mas seria Louis Pasteur ( ), em 1860, a conseguir identificar a levedura Sacchamoryces cerevisae como elemento fulcral no processo de fermentação e a interpretar a sua acção. Todos estes avanços científicos contribuíram, à sua maneira, para um notável desenvolvimento da indústria da panificação. A AVENTURA DO PÃO EM TERRAS LUSAS Foram achadas várias sementes de cereais em Portugal, que remontam à Idade do Bronze trigo, cevada, milho miúdo e centeio, o que atesta a antiguidade do seu uso entre os habitantes da Península Ibérica. Estas gramíneas seriam utilizadas na alimentação através da torrefacção dos seus grãos e posterior uso da farinha em papas ou numa espécie de bolacha cozida, forma primitiva de um género de pão. Mas, além destes cereais frumentáceos, também se recorria à farinha de favas ou bolotas para suprir as necessidades alimentícias. Estrabão (64 a.c. 24 d.c.), no seu tratado Geographia, quando escreve sobre o povo da Lusitânia, refere uma espécie de pão, feito a partir de farinha de bolotas de carvalho, moídas depois de secas ou assadas, que se conservava durante muito tempo e era o alimento principal dos lusitanos. Embora não seja mencionado o uso de fermento no fabrico, supõe-se que a levedura de cerveja o tornasse mais esponjoso e agradável. Com a ocupação da Península Ibérica pelos romanos, estes dão continuidade às culturas cerealíferas existentes e intensificam a sua produção. No território que hoje define as fronteiras de Portugal verificou-se uma predominância do milho miúdo ou painço nas regiões do norte e da cevada ou trigo nas regiões do sul. Estas culturas acabaram, naturalmente, por condicionar a alimentação dos povos dessas zonas e é exemplo disso a boroa, predominante na região norte, que se faz até hoje, substituindo apenas o milho de então pelo milho maiz. Com a chegada dos muçulmanos os campos continuaram a ser cultivados, principalmente no território a sul, com trigo e cevada. Supõe-se que tenham também introduzido o cultivo de uma outra variedade de trigo, o trigo-sarraceno (Fagopyrum esculentum) ou trigo mourisco. Da 19

18 A moça a quem bem sabe o pão, perdido é o alho que lhe dão. sua alimentação fazia parte o pão, geralmente utilizado na confecção de papas. Da sua herança ficou-nos a açorda, do árabe ath-thorda ou ath- -thurdâ, e as migas alentejanas. Durante o período da reconquista, os campos foram fortemente cultivados de forma a fixar as populações e impedir um retrocesso nas fronteiras. Generalizou-se então o uso do pão de trigo, mas várias regiões recorreram ao milho miúdo ou ao centeio, ou a uma mistura de cereais, para garantirem o sustento. Com as Descobertas, o milho (Zea mays L.) entrou em Portugal e revolucionou por completo a agricultura, tornando-se fundamental para a alimentação das populações nas regiões a norte do Mondego. O pão de trigo era, no reinado de D. Afonso Henriques ( ), o pão das classes abastadas, existindo para os menos favorecidos o pão meado ou terçado, feito respectivamente com metade ou um terço de trigo, misturado com milho miúdo, centeio ou cevada. No reinado de D. Afonso II, o Gordo ( ), surgem as funções de saquiteiro, responsável pelo abastecimento de pão à mesa real. Com o saquiteiro, apareceram as saquitarias, local onde se guardava o pão destinado ao consumo do rei. Na corte do século xiii aparecem também as regueifeiras, mulheres que amassavam e coziam o pão para a casa real, tal como esclarece Viterbo no seu Elucidário. A alimentação medieval portuguesa era feita à base de cereais, carne, peixe e vinho. Na Crónica sobre o rei D. João I ( ), Fernão Lopes conta como se alimentaram os portugueses durante o cerco à cidade de Lisboa, em De acordo com o cronista, na cidade não se achava nenhum pão para comer, pelo que muitos se viram obrigados a sustentar-se com pão de bagaço de azeitonas, queijos das malvas e raízes das ervas. O pão era um alimento essencial e estava presente em todas as refeições, desde as mesas mais ricas às mais pobres. Do trigo obtinha-se uma farinha bastante peneirada e fina, chamada de pó branco, usada especialmente na confecção de pão para o rei e seu séquito. Para os pobres eram destinadas as farinhas mais ásperas e os farelos, que produziam pães mais escuros e de sabor acentuado. A partir do século xiv registaram-se com frequência períodos de escassez de cereais que obrigava os monarcas a recorrer à importação do estrangeiro. Durante estes 20

19 A pão de quinze dias fome de três semanas. tempos de penúria, em muitas localidades, as populações mais carentes socorriam-se da farinha de fava, castanha ou bolota. Na maior parte dos casos, o pão era fabricado em casa para consumo, assim existissem fornos, mas de outras vezes era cozido em fornos comunitários, existentes em algumas aldeias portuguesas. Nos grandes aglomerados urbanos já existiam mulheres que se dedicavam ao comércio de pão, cozendo-o e vendendo-o em tendas próprias ou alardeando a sua mercadoria pelas ruas das cidades. Na Idade Média, além de principal alimento, o pão também era usado como prato: grossas fatias de pão serviam para assentar carne ou peixe, também para conter os sucos de tais iguarias. Esses restos de pão eram dados aos mendigos ou aos cães, principalmente após os banquetes realizados em casas abastadas. Já no reinado de D. Manuel ( ) era comum um pão redondo, conhecido por monda, que se vendia por bom preço e era acessível a todos. Na Farsa dos Almocreves, Gil Vicente menciona também o pão de calo, um tipo de pão muito amassado, homogéneo e denso, geralmente consumido pelas classes mais pobres. Durante o século xvi, o fabrico e comércio de pão estava integralmente na mão de mulheres, como se evidencia no Summario Sobre a Cidade de Lisboa, escrito em 1551 por Cristóvão Rodrigues de Oliveira: existiam 170 forneiras e 782 padeiras. Curiosamente, são também referidas 23 cuscuzeiras, que fabricavam os cuscuz a partir da farinha de trigo, provável herança alimentar da ocupação árabe, e com bastante procura como alimento nutritivo. Também João Brandão de Buarcos, no livro 21

20 A pão duro dente agudo. Grandeza e Abastança de Lisboa em 1552, indica que existiam cerca de 1000 mulheres que viviam continuadamente da venda do pão cozido e de «padejar», ou seja, de fabricar pão. No Dictionarium ex Lusitanico in Latinum Sermonem (1562), da autoria de Jerónimo Cardoso ( ), considerado o primeiro dicionarista português, são referidos vários tipos de pão consumidos em Portugal: a pada, o pão de trigo, de cevada, de centeio, de milho, de arroz, de rala, de farelo, pão preto, pão alvo, pão bolorento, pão-de-ló. Como curiosidade, refira-se um alvará da Câmara de Lisboa, de 13 de Março de 1513, em que era estipulado o vencimento anual de cada vereador, concedendo-se-lhe, além de vinte mil réis em dinheiro, dez moios de pão meiado, à custa das rendas da cidade. Em Descripção do Reino de Portugal (1610), Duarte Nunes de Leão faz um retrato da qualidade do pão consumido em Portugal, descrevendo-o como o mais saboroso da Europa. Na Relaçam em que se trata e faz hua breve descrição dos arredores mais chegados à Cidade de Lisboa, curioso opúsculo publicado em Lisboa por António Álvares em 1625 e escrito por um anónimo, são descritos vários ofícios existentes na cidade respeitantes ao comércio de pão e de farinhas. No Terreiro do Paço se descarregavam, de ordinário, bastantes navios de trigo, «que parece cousa imensa», que depois seria vendido no Terreiro do Trigo pelas mãos das medideiras, as vendedoras deste cereal, umas tantas mil fanegas ou moios. O pão, já cozido e formoso, era vendido em várias cabanas na Ribeira por mulheres. O número de padeiras em exercício na cidade de Lisboa, com lugares estipulados de venda, poucos anos antes, não tinha conto, segundo Nicolau de Oliveira, no Livro das Grandezas de Lisboa (1620), uma vez que existiam muitas na praça pública. De acordo com o autor, existiam então na cidade 360 fornos de cozer pão. Durante os reinados de D. João VI ( ) e de D. Pedro IV ( ) os monarcas preocuparam-se com a qualidade do pão comercializado, publicando vários editais que regulavam a venda de pão, incidindo a legislação sobre o peso correcto e as farinhas que o compunham. Através de uma postura da Câmara Municipal de Lisboa, de 11 de Setembro de 1851, ficamos a saber onde se vendia o pão em Lisboa. O pão deveria ser exposto à venda nas padarias, em lojas de mercearia, 22

21 A pouco pão tomar primeiro. tendas, tabernas, casas de pasto, capelistas, «ou quaesquer outras casas ou lojas, pelas ruas em cavalgaduras, ás costas, ou de outra qualquer fórma, na Praça da Figueira, e mais praças ou mercados, feiras e outros sitios da Cidade e Termo, e finalmente pelas casas particulares, e estabelecimentos em geral». Por volta de 1867, sabe-se que existiam cerca de 394 padarias a funcionar em Lisboa, sendo 307 propriedade de portugueses e estando 87 na posse de estrangeiros. Em finais do século xix, Amando Seabra, especialista da Estação Chimico-Agrícola de Lisboa, publica um estudo sobre O Trigo e os outros cereais panificaveis, onde ficamos a conhecer novos tipos de pão que então à venda na cidade de Lisboa: pão saloio; pão de família; pão inglês; pão de luxo; pão de munição; pão de trigo caseiro; pão de trigo cascalvo; pão de melícias, pão de trigo rijo sevilhano; pão de trigo anafil; pão de toda a farinha. Com o advento das inovações tecnológicas, a indústria da panificação conheceu um forte desenvolvimento. É certo que vários períodos de escassez de cereais continuaram a ocorrer em Portugal, envolvendo distúrbios populares, e muitas políticas foram impostas tendo em vista a manutenção de cotas sustentáveis para alimentar a população portuguesa. Disso são exemplo as políticas sobre a produção cerealífera impostas por Salazar. Apesar de tudo, a criatividade, o engenho e a arte dos portugueses acabaram por dar origem a muitos tipos de pão, cheios de tradição, história e sabor. A aventura do pão, graças ao trabalho de milhares de homens e mulheres, pode agora ser apreciada em toda a sua plenitude, em cada mesa portuguesa, em que o pão e o vinho nunca faltam, com certeza. 23

PÃO UM PATRIMÓNIO PARA O FUTURO

PÃO UM PATRIMÓNIO PARA O FUTURO PÃO UM PATRIMÓNIO PARA O FUTURO Objectivos 1. Breve retrospectiva da História do Pão; 2. O Pão na especificidade da Serra da Estrela e Beira Interior; 3. Despistar as potencialidades deste produto como

Leia mais

A CIDADE-ESTADO ESTADO GREGA ORIGEM DAS PÓLIS GREGAS Causas geomorfológicas A Grécia apresenta as seguintes características: - Território muito montanhoso; na Antiguidade, as montanhas estavam cobertas

Leia mais

Alimentação saudável. Nídia Braz Outubro, 2012

Alimentação saudável. Nídia Braz Outubro, 2012 Alimentação saudável Nídia Braz Outubro, 2012 A alimentação tradicional portuguesa é variada, usa matérias primas diversas, preparadas de modos muito variado, quer pela indústria quer em casa. 2 Nídia

Leia mais

PRONUNCIAMENTO DO EXCELENTÍSSIMO DEPUTADO FERNANDO DE FABINHO SOBRE O DIA DO PADEIRO E DO PANIFICADOR SRAS. DEPUTADAS, SRS. DEPUTADOS, SR.

PRONUNCIAMENTO DO EXCELENTÍSSIMO DEPUTADO FERNANDO DE FABINHO SOBRE O DIA DO PADEIRO E DO PANIFICADOR SRAS. DEPUTADAS, SRS. DEPUTADOS, SR. PRONUNCIAMENTO DO EXCELENTÍSSIMO DEPUTADO FERNANDO DE FABINHO SOBRE O DIA DO PADEIRO E DO PANIFICADOR SRAS. DEPUTADAS, SRS. DEPUTADOS, SR. PRESIDENTE Nossa intenção hoje, dia 08 de julho, é a de homenagear

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS 01

LISTA DE EXERCÍCIOS 01 LISTA DE EXERCÍCIOS 01 01 - (Unicamp 2014) Desde o período neolítico, os povos de distintas partes do mundo desenvolveram sistemas agrários próprios aproveitando as condições naturais de seus habitats

Leia mais

As famílias no Antigo Egipto; As famílias no Império romano.

As famílias no Antigo Egipto; As famílias no Império romano. Trabalho realizado por: Luís Bernardo nº 100 8ºC Gonçalo Baptista nº 275 8ºC Luís Guilherme nº 358 8ºC Miguel Joaquim nº 436 8ºC Índice; Introdução; As famílias no Antigo Egipto; As famílias no Império

Leia mais

Alimentação na Antiguidade Clássica Greco-Romana

Alimentação na Antiguidade Clássica Greco-Romana Problematização Alimentação na Antiguidade Clássica Greco-Romana O que distingue a civilização da barbárie, o homem civilizado do bárbaro e do selvagem? Ementa de um Banquete Romano Aperitivos Tetas de

Leia mais

Chef Cristiane Corrêa

Chef Cristiane Corrêa Chef Cristiane Corrêa Bem Casado Tradicional Ingredientes: Massa 6 ovos ½ xícara de açúcar 1 e ½ xícara de farinha de trigo 1 colher de chá (rasa) de fermento em pó 50ml de óleo Recheio 1 lata de creme

Leia mais

Aula 3 de 4 Versão Aluno

Aula 3 de 4 Versão Aluno Aula 3 de 4 Versão Aluno As Comunidades Indígenas Agora vamos conhecer um pouco das características naturais que atraíram essas diferentes ocupações humanas ao longo dos séculos para a Região da Bacia

Leia mais

A arte na Grécia. Capítulo 3

A arte na Grécia. Capítulo 3 A arte na Grécia Capítulo 3 Por volta do século X a. C, os habitantes da Grécia continental e das ilhas do mar Egeu formavam pequenas comunidades, distantes umas das outras, e falavam diversos dialetos.

Leia mais

Sugestões de avaliação. História 6 o ano Unidade 1

Sugestões de avaliação. História 6 o ano Unidade 1 Sugestões de avaliação História 6 o ano Unidade 1 5 Nome: Data: Unidade 1 1. Existem vários modos de explicar as origens da humanidade. As imagens a seguir mostram duas formas bem distintas e conhecidas.

Leia mais

A Antiguidade Oriental Hebreus

A Antiguidade Oriental Hebreus A Antiguidade Oriental Hebreus (Monoteísmo e judaísmo) Mar Mediterrâneo Delta do Nilo Egito NASA Photo EBibleTeacher.com Península nsula do Sinai Mt. Sinai Mar Vermelho Canaã Tradicional Rota do Êxodo

Leia mais

1 O número concreto. Como surgiu o número? Contando objetos com outros objetos Construindo o conceito de número

1 O número concreto. Como surgiu o número? Contando objetos com outros objetos Construindo o conceito de número Página 1 de 5 1 O número concreto Como surgiu o número? Contando objetos com outros objetos Construindo o conceito de número Como surgiu o número? Alguma vez você parou para pensar nisso? Certamente você

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ CURSO DE DESENHO INDUSTRIAL/PROGRAMAÇÃO VISUAL

UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ CURSO DE DESENHO INDUSTRIAL/PROGRAMAÇÃO VISUAL UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ CURSO DE DESENHO INDUSTRIAL/PROGRAMAÇÃO VISUAL LARISSA BOLLER DISCIPLINA: WEB DESIGN PROJETO: AMANTES DA CERVEJA ORIENTADOR: CONSTANTINO NETO CAMPUS: PRAÇA XI RIO DE JANEIRO

Leia mais

Lista de Recuperação de Arte 6º ANO

Lista de Recuperação de Arte 6º ANO 1 Nome: nº Data: / /2012 ano bimestre Profa.: Denise Lista de Recuperação de Arte 6º ANO Nota: 1) A arte fez parte da vida do homem desde a pré-história ( período anterior ao surgimento da escrita ) que

Leia mais

A PRÉ-HISTÓRIA. Período que vai do aparecimento dos seres humanos à invenção da escrita.

A PRÉ-HISTÓRIA. Período que vai do aparecimento dos seres humanos à invenção da escrita. A PRÉ-HISTÓRIA Período que vai do aparecimento dos seres humanos à invenção da escrita. PERÍODO PALEOLÍTICO OU IDADE DA PEDRA LASCADA No começo de sua trajetória, o homem usou sobretudo a pedra (além do

Leia mais

EDITAL DO CONCURSO NUTRICHEF CSD

EDITAL DO CONCURSO NUTRICHEF CSD EDITAL DO CONCURSO NUTRICHEF CSD 1. DO OBJETO O presente instrumento tem por objetivo selecionar receitas que priorizem a utilização de ingredientes naturais e nutritivos que assegurem pratos saudáveis,

Leia mais

As matérias-primas alimentares frescas (após a colheita, a captura, a produção ou o abate)

As matérias-primas alimentares frescas (após a colheita, a captura, a produção ou o abate) As matérias-primas alimentares frescas (após a colheita, a captura, a produção ou o abate) são conservadas pela indústria alimentar, de modo a aumentar a sua estabilidade e o seu tempo de prateleira. 1

Leia mais

O EGITO É UMA DÁDIVA DO NILO

O EGITO É UMA DÁDIVA DO NILO CIVILIZAÇÃO EGÍPCIA PARA O HISTORIADOR GREGO HERÓDOTO: O EGITO É UMA DÁDIVA DO NILO DÁDIVA = PRESENTE SIGNIFICADO = Sem as cheias do Nilo, o Egito seria um grande deserto PARA O HISTORIADOR FRANCÊS JEAN

Leia mais

E quem garante que a História é uma carroça abandonada numa beira de estrada? (Hollanda, C. B; Milanes, P. Canción por la unidad latinoamericana.

E quem garante que a História é uma carroça abandonada numa beira de estrada? (Hollanda, C. B; Milanes, P. Canción por la unidad latinoamericana. E quem garante que a História é uma carroça abandonada numa beira de estrada? (Hollanda, C. B; Milanes, P. Canción por la unidad latinoamericana.) O termo História foi utilizado pelos gregos antigos.

Leia mais

O Mistério dos Maias. O que aconteceu com os Maias?

O Mistério dos Maias. O que aconteceu com os Maias? O Mistério dos Maias O que aconteceu com os Maias? O que aconteceu com os Maias? A cultura dos Maias do Período Clássico era muito avançada. A sociedade Maia era muito estável. Eles desenvolveram arte,

Leia mais

Praça do Município, Posto de Turismo 5470-214 Montalegre Tel: 276-510-200 Fax: 276-510-201 Correio electrónico: fernandopreira@iol.

Praça do Município, Posto de Turismo 5470-214 Montalegre Tel: 276-510-200 Fax: 276-510-201 Correio electrónico: fernandopreira@iol. Praça do Município, Posto de Turismo 5470-214 Montalegre Tel: 276-510-200 Fax: 276-510-201 Correio electrónico: fernandopreira@iol.pt 1 2 Boaventura Silva Mendes Moura Manuel João Soeira de Moura Germano

Leia mais

Professor Sebastião Abiceu Colégio Marista São José Montes Claros MG 6º ano

Professor Sebastião Abiceu Colégio Marista São José Montes Claros MG 6º ano Professor Sebastião Abiceu Colégio Marista São José Montes Claros MG 6º ano A Bíblia, na parte denominada Antigo Testamento (Torá), é o principal documento da história dos hebreus. Foi escrita ao longo

Leia mais

A cozinha é um laboratório Do grão ao pão

A cozinha é um laboratório Do grão ao pão A cozinha é um laboratório Do grão ao pão O pão é um alimento que resulta do cozimento de massa feita com farinha de cereais (principalmente trigo, centeio e milho), água, sal e fermento. História do pão

Leia mais

plano anual de educação ambiental

plano anual de educação ambiental plano anual de educação ambiental 2009/2010 complexo de educação ambiental da quinta da gruta PROGRAMA SÉNIOR Grelha Resumo Sector Designação Opção I - Atelier Entrelaçando Opção II - Atelier de Olaria

Leia mais

Caridade quaresmal. Oração Avé Maria. Anjinho da Guarda. S. João Bosco Rogai por nós. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Bom dia a todos!

Caridade quaresmal. Oração Avé Maria. Anjinho da Guarda. S. João Bosco Rogai por nós. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Bom dia a todos! 2ª feira, 09 de março: Dar esmola Esta semana iremos tentar aprender a dar. A dar aos que mais precisam. E vamos ver que Dar é BRU TAL!!!! Um dia, uma mulher vestida de trapos velhos percorria as ruas

Leia mais

ARTES AVALIAÇÃO. Aula 3.2 - AVALIAÇÃO

ARTES AVALIAÇÃO. Aula 3.2 - AVALIAÇÃO Aula 3.2-2 1. A Anunciação é uma das obras mais conhecidas de Leonardo da Vinci. Feita por volta do ano de 1472, ela retrata uma das cenas bíblicas mais famosas de todos os tempos. Escreva nas linhas abaixo

Leia mais

Professor Sebastião Abiceu 6º ano Colégio Marista São José de Montes Claros - MG

Professor Sebastião Abiceu 6º ano Colégio Marista São José de Montes Claros - MG Professor Sebastião Abiceu 6º ano Colégio Marista São José de Montes Claros - MG MESOPOTÂMIA As primeiras cidades se formaram justamente na região onde a agricultura começou a se desenvolver: no Oriente

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Como reduzir o desperdício alimentar Alexandra Bento Iara Pimenta, Helena Real

FICHA TÉCNICA. Como reduzir o desperdício alimentar Alexandra Bento Iara Pimenta, Helena Real FICHA TÉCNICA Título: Direcção Editorial: Concepção: Corpo Redactorial: Produção Gráfica: Propriedade: Redacção: Como reduzir o desperdício alimentar Alexandra Bento Iara Pimenta, Helena Real Iara Pimenta,

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

OS EUROPEUS CHEGAM À AMÉRICA. Profª Regina Brito Fonseca

OS EUROPEUS CHEGAM À AMÉRICA. Profª Regina Brito Fonseca OS EUROPEUS CHEGAM À AMÉRICA Profª Regina Brito Fonseca Quando os europeus chegaram ao Continente Americano, no final do século XV, já o encontraram ocupado por vários povos. Alguns deles desenvolveram

Leia mais

Caderno de actividades

Caderno de actividades Caderno de actividades Para responderes correctamente às perguntas que se seguem, talvez queiras ler o livro Era uma Vez uma Casa, à venda no Sítio do Livro, e também visitar o sítio infanto-juvenil www.barry4kids.net.

Leia mais

CAPÍTULO 06 - MESOPOTÂMIA. A palavra Mesopotâmia vem do grego e significa entre rios.

CAPÍTULO 06 - MESOPOTÂMIA. A palavra Mesopotâmia vem do grego e significa entre rios. CAPÍTULO 06 - MESOPOTÂMIA A palavra Mesopotâmia vem do grego e significa entre rios. INTRODUÇÃO É uma faixa de terra cortada por dois grandes rios: o Tigre e o Eufrates; Fica situada entre a Europa, a

Leia mais

CONDICIONALISMOS DA EXPANSÃO. Este trabalho está licenciado sob uma Licença Creative Commons

CONDICIONALISMOS DA EXPANSÃO. Este trabalho está licenciado sob uma Licença Creative Commons CONDICIONALISMOS DA EXPANSÃO Este trabalho está licenciado sob uma Licença Creative Commons 3ª AULA - SUMÁRIO Os condicionalismos da expansão europeia e a busca de novas rotas comerciais. Condições da

Leia mais

Centro Educacional Juscelino Kubitschek

Centro Educacional Juscelino Kubitschek Centro Educacional Juscelino Kubitschek ALUNO: N.º: DATA: / / ENSINO: ( x ) Fundamental ( ) Médio SÉRIE: _5ª_ TURMA: TURNO: DISCIPLINA: HISTÓRIA PROFESSOR(A): Equipe de História Roteiro e Lista de recuperação

Leia mais

Fibras e seus Benefícios! Tipos de Farinhas! Coordenadora e Nutricionista Felícia Bighetti Sarrassini - CRN 10664

Fibras e seus Benefícios! Tipos de Farinhas! Coordenadora e Nutricionista Felícia Bighetti Sarrassini - CRN 10664 Fibras e seus Benefícios! & Tipos de Farinhas! Coordenadora e Nutricionista Felícia Bighetti Sarrassini - CRN 10664 * Fibras: Definição: Fibras referem a parte dos vegetais (frutas, verduras, legumes,

Leia mais

Podemos até dizer que a hipótese é bem convincente, isto é...

Podemos até dizer que a hipótese é bem convincente, isto é... Podemos até dizer que a hipótese é bem convincente, isto é... Os números romanos são fáceis de compreender mas Qual é a lógica que há por detrás dos números arábicos ou fenícios? Muito simples: Trata-se

Leia mais

A Rainha, o guarda do tesouro e o. papel que valia muito ouro

A Rainha, o guarda do tesouro e o. papel que valia muito ouro A Rainha, o guarda do tesouro e o papel que valia muito ouro Há muito, muito tempo atrás, havia uma rainha que governava um reino chamado Portugal. Essa rainha chamava-se D. Maria I e como até tinha acabado

Leia mais

COLÉGIO O BOM PASTOR PROF. RAFAEL CARLOS SOCIOLOGIA 3º ANO. Material Complementar Módulos 01 a 05: Os modos de produção.

COLÉGIO O BOM PASTOR PROF. RAFAEL CARLOS SOCIOLOGIA 3º ANO. Material Complementar Módulos 01 a 05: Os modos de produção. COLÉGIO O BOM PASTOR PROF. RAFAEL CARLOS SOCIOLOGIA 3º ANO Material Complementar Módulos 01 a 05: Os modos de produção. Modos de Produção O modo de produção é a maneira pela qual a sociedade produz seus

Leia mais

Outra grande civilização da Antiguidade oriental, em que o Estado possui grande poder e controle sobre tudo foi a Mesopotâmia.

Outra grande civilização da Antiguidade oriental, em que o Estado possui grande poder e controle sobre tudo foi a Mesopotâmia. Mesopotâmia Antiga Outra grande civilização da Antiguidade oriental, em que o Estado possui grande poder e controle sobre tudo foi a Mesopotâmia. Diferente do Egito, a Mesopotâmia nunca se preocupou com

Leia mais

AS QUESTÕES OBRIGATORIAMENTE DEVEM SER ENTREGUES EM UMA FOLHA À PARTE COM ESTA EM ANEXO.

AS QUESTÕES OBRIGATORIAMENTE DEVEM SER ENTREGUES EM UMA FOLHA À PARTE COM ESTA EM ANEXO. ENSINO FUNDAMENTAL Conteúdos do 6º Ano 1º/2º Bimestre 2015 Trabalho de Dependência Nome: N. o : Turma: Professor(a): Fernanda Data: / /2015 Unidade: Cascadura Mananciais Méier Taquara História Resultado

Leia mais

Prova bimestral 4 o ANO 2 o BIMESTRE

Prova bimestral 4 o ANO 2 o BIMESTRE Prova bimestral 4 o ANO 2 o BIMESTRE HISTÓRIA Escola: Nome: Data: / / Turma: Pedro Álvares Cabral foi o comandante da primeira expedição portuguesa que chegou ao território que mais tarde receberia o nome

Leia mais

4ª FASE. Prof. Amaury Pio Prof. Eduardo Gomes

4ª FASE. Prof. Amaury Pio Prof. Eduardo Gomes 4ª FASE Prof. Amaury Pio Prof. Eduardo Gomes CONTEÚDOS E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA Unidade II Natureza-Sociedade: questões ambientais 2 CONTEÚDOS E HABILIDADES

Leia mais

NÚMERO. Alimentação: Sustentável. Receitas deliciosas. O seu dia a dia muito mais saboroso. CHICO SARDELLI DEPUTADO ESTADUAL PV

NÚMERO. Alimentação: Sustentável. Receitas deliciosas. O seu dia a dia muito mais saboroso. CHICO SARDELLI DEPUTADO ESTADUAL PV Alimentação: Sustentável NÚMERO 3 Receitas deliciosas. O seu dia a dia muito mais saboroso. Risoto de casca de Abóbora Cascas de 2kg de abóbora (ralada ) 3 xicaras de arroz cozido 1 cebola grande (picada)

Leia mais

R.: R.: R.: R.: R.: R.: R.:

R.: R.: R.: R.: R.: R.: R.: PROFESSOR: EQUIPE DE HISTÓRIA BANCO DE QUESTÕES - HISTÓRIA - 6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================== 01- Como o relevo

Leia mais

1º Período UNIDADE 1. Exercícios; A aventura de navegar

1º Período UNIDADE 1. Exercícios; A aventura de navegar 1º Período UNIDADE 1 A aventura de navegar Produtos valiosos Navegar em busca de riquezas Viagens espanholas Viagens portuguesas Ampliação O dia a dia dos marinheiros Conhecer as primeiras especiarias

Leia mais

Sustentável. Alimentação: Receitas deliciosas. O seu dia a dia muito mais saboroso. Dicas orientadas pela nutricionista Miriam Abdel Latif - CRN 3152

Sustentável. Alimentação: Receitas deliciosas. O seu dia a dia muito mais saboroso. Dicas orientadas pela nutricionista Miriam Abdel Latif - CRN 3152 Alimentação: Sustentável Dicas orientadas pela nutricionista Miriam Abdel Latif - CRN 3152 Receitas deliciosas. O seu dia a dia muito mais saboroso. NÚMERO 4 Bolo de Maçã com casca 3 ovos 1 xícara (chá)

Leia mais

FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO

FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO É claro que o Brasil não brotou do chão como uma planta. O Solo que o Brasil hoje ocupa já existia, o que não existia era o seu território, a porção do espaço sob domínio,

Leia mais

O RENASCIMENTO FOI UM MOVIMENTO CULTURAL, OCORRIDO NO INÍCIO DA IDADE MODERNA E QUE FEZ RENASCER A CULTURA GRECO-ROMANA

O RENASCIMENTO FOI UM MOVIMENTO CULTURAL, OCORRIDO NO INÍCIO DA IDADE MODERNA E QUE FEZ RENASCER A CULTURA GRECO-ROMANA O RENASCIMENTO FOI UM MOVIMENTO CULTURAL, OCORRIDO NO INÍCIO DA IDADE MODERNA E QUE FEZ RENASCER A CULTURA GRECO-ROMANA IDADE ANTIGA CULTURA GRECO-ROMANA ANTROPOCÊNTRICA ANTROPO = Homem CÊNTRICA = centro

Leia mais

Receitas Deliciosas de Aproveitamentos APRESENTAÇÃO EVITANDO O DESPERDÍCIO. Receitas deliciosas com talos, folhas e sementes

Receitas Deliciosas de Aproveitamentos APRESENTAÇÃO EVITANDO O DESPERDÍCIO. Receitas deliciosas com talos, folhas e sementes APRESENTAÇÃO A alimentação e tão necessária ao nosso corpo quanto o ar que precisamos para a nossa sobrevivência, devem ter qualidade para garantir a nossa saúde. Quando falamos em alimentação com qualidade

Leia mais

ROTEIRO DE ESTUDO I ETAPA LETIVA HISTÓRIA 3.º ANO/EF 2015

ROTEIRO DE ESTUDO I ETAPA LETIVA HISTÓRIA 3.º ANO/EF 2015 SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA MANTENEDORA DA PUC Minas E DO COLÉGIO SANTA MARIA ROTEIRO DE ESTUDO I ETAPA LETIVA HISTÓRIA 3.º ANO/EF 2015 Caro(a) aluno(a), É tempo de conferir os conteúdos estudados na

Leia mais

O Mundo industrializado no século XIX

O Mundo industrializado no século XIX O Mundo industrializado no século XIX Novas fontes de energia; novos inventos técnicos: Por volta de 1870, deram-se, em alguns países, mudanças importantes na indústria. Na 2ª Revolução Industrial as indústrias

Leia mais

Planificação Anual ANO LECTIVO - 2010/ 2011 COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS TEMA(S) / CONTEÚDOS AVALIAÇÃO CALENDARIZAÇÃO

Planificação Anual ANO LECTIVO - 2010/ 2011 COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS TEMA(S) / CONTEÚDOS AVALIAÇÃO CALENDARIZAÇÃO ANO LECTIVO - 010/ 011 ÁREA DISCIPLINAR DE HISTÓRIA HISTÓRIA 7º ANO COMPETÊNCIAS GERAIS 1. Tratamento de informação; utilização de fontes;. Compreensão histórica:.1. Temporalidade.. Espacialidade.3. Contextualização

Leia mais

CURSO DE GASTRONOMIA Disciplina : matérias primas Conceito e Tipo de Matéria Prima

CURSO DE GASTRONOMIA Disciplina : matérias primas Conceito e Tipo de Matéria Prima CURSO DE GASTRONOMIA Disciplina : matérias primas Conceito e Tipo de Matéria Prima Profª. Nensmorena Preza ALIMENTO Toda substância ou mistura de substâncias, no estado sólido, líquido, pastoso ou qualquer

Leia mais

Índice. Quem somos...3 História da pizza...10 Fermentação Natural...12 Massa branca...16 Massa integral...18

Índice. Quem somos...3 História da pizza...10 Fermentação Natural...12 Massa branca...16 Massa integral...18 Curso de pizzas Índice Quem somos...3 História da pizza...10 Fermentação Natural...12 Massa branca...16 Massa integral...18 2 Quem Somos O Pizza Sessions ainda não é uma pizzaria nem uma escola. É um movimento.

Leia mais

Catequese sobre José O pai adoptivo de Jesus

Catequese sobre José O pai adoptivo de Jesus Catequese sobre José O pai adoptivo de Jesus S. José modelo e protector de todos os pais materialdecatequese.webnode.pt 1 A terra de José (Mapa) O seu país era a Palestina e a aldeia onde morava chamava-se

Leia mais

Disciplina: HISTÓRIA Professora: ALESSANDRA PRADA

Disciplina: HISTÓRIA Professora: ALESSANDRA PRADA COLÉGIO NOSSA SENHORA DA PIEDADE Programa de Recuperação Paralela 1ª Etapa 2013 Disciplina: HISTÓRIA Professora: ALESSANDRA PRADA Série: 1ª Turma: FG Caro aluno, você está recebendo o conteúdo de recuperação.

Leia mais

O pensar e a cultura do NT. Jörg Garbers Ms. de Teologia

O pensar e a cultura do NT. Jörg Garbers Ms. de Teologia O pensar e a cultura do NT Jörg Garbers Ms. de Teologia Introdução A ligação entre religião e cultura Arquitetura Moda Ritmo do ano Convivência Introdução Conseqüências para o nosso tema Compreender Contextualizar

Leia mais

Arte 1º. Ano do Ensino Médio. Linha do Tempo da História da Arte (Períodos/ Movimentos Artísticos/ Contexto Histórico).

Arte 1º. Ano do Ensino Médio. Linha do Tempo da História da Arte (Períodos/ Movimentos Artísticos/ Contexto Histórico). Arte 1º. Ano do Ensino Médio 1º. Trimestre - Conteúdo Avaliativo: Linha do Tempo da História da Arte (Períodos/ Movimentos Artísticos/ Contexto Histórico). Períodos Artísticos: Pré-História/Idade Antiga

Leia mais

Lista de Exercícios:

Lista de Exercícios: PROFESSOR(A): Ero AVALIAÇÃO RECUPERAÇÃO DATA DA REALIZAÇÃO ROTEIRO DA AVALIAÇÃO 2ª ETAPA AVALIAÇÃO RECUPERAÇÃO DISCIPLINA: HISTÓRIA ANO: 6º CONTÉUDOS ABORDADOS Cap. 4: o mundo grego todos os temas Cap

Leia mais

Família. Escola. Trabalho e vida econômica. Vida Comunitária e Religião

Família. Escola. Trabalho e vida econômica. Vida Comunitária e Religião Família Qual era a profissão dos seus pais? Como eles conciliavam trabalho e família? Como era a vida de vocês: muito apertada, mais ou menos, ou viviam com folga? Fale mais sobre isso. Seus pais estudaram

Leia mais

Receitas para as Festas de Fim de Ano

Receitas para as Festas de Fim de Ano Salada Agridoce 1 molho de alface americano 2 xícaras de chá de repolho roxo cortado bem fino 1 maçã vermelha, picada em quadradinhos pequenos 1 colher de sopa de uvas passas sem sementes 3 talos de aipo

Leia mais

DATAS COMEMORATIVAS. FESTAS JUNINAS 12 de junho Santo Antônio 24 de junho São João 29 de junho São Pedro

DATAS COMEMORATIVAS. FESTAS JUNINAS 12 de junho Santo Antônio 24 de junho São João 29 de junho São Pedro FESTAS JUNINAS 12 de junho Santo Antônio 24 de junho São João 29 de junho São Pedro As festas juninas fazem parte da tradição católica, mas em muitos lugares essas festas perderam essa característica.

Leia mais

CURSO DE HISTÓRIA ANTIGA. Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista São José Montes Claros - MG

CURSO DE HISTÓRIA ANTIGA. Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista São José Montes Claros - MG CURSO DE HISTÓRIA ANTIGA Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista São José Montes Claros - MG POVOS PRÉ-COLOMBIANOS ASTECAS MAIAS INCAS Principais fontes para estudo dos povos americanos: 1º Fontes

Leia mais

Aulas 6 e 7. A Antiguidade Oriental

Aulas 6 e 7. A Antiguidade Oriental Aulas 6 e 7 A Antiguidade Oriental Hebreus (Monoteísmo e judaísmo) III- I- Local: Economia: região da agricultura, Palestina pastoreio ( Canaã (rio ou Jordão) terra prometida ). e comércio Atualmente:

Leia mais

Receita. Fundo (caldo) 2L de água Pedaços de cebola, cenoura, salsão e outros legumes que aprecie. Risoto

Receita. Fundo (caldo) 2L de água Pedaços de cebola, cenoura, salsão e outros legumes que aprecie. Risoto s Feira Fika Risoto de calabresa com limão siciliano Fundo (caldo) 2L de água Pedaços de cebola, cenoura, salsão e outros legumes que aprecie Risoto 4 dentes de alho 1 cálice pequeno de vinho branco Azeite

Leia mais

Comida suficiente e nutritiva. 25 Introdução. Comida 25 - Introdução

Comida suficiente e nutritiva. 25 Introdução. Comida 25 - Introdução Comida 25 - Introdução 63 4 Comida suficiente e nutritiva 25 Introdução Existem vários sistemas simples e de baixo custo que podem melhorar a segurança alimentar e a nutrição. Estes incluem, por exemplo,

Leia mais

Cadernos BC Série Educativa. O que são os bancos?

Cadernos BC Série Educativa. O que são os bancos? Cadernos BC Série Educativa O que são os bancos? Cadernos BC Série Educativa O que são os bancos? Banco Central do Brasil Editada em dezembro de 2002. Com certeza, você já foi alguma vez a um banco e

Leia mais

Como crescer soja em Moçambique

Como crescer soja em Moçambique Como crescer soja em Moçambique A soja é uma excelente safra de levantar em sua fazenda A soja é muito nutritivo e é um bom substituto para a carne. Ela pode ser feita em vários tipos diferentes de alimentos,

Leia mais

De que jeito se governava a Colônia

De que jeito se governava a Colônia MÓDULO 3 De que jeito se governava a Colônia Apresentação do Módulo 3 Já conhecemos bastante sobre a sociedade escravista, especialmente em sua fase colonial. Pouco sabemos ainda sobre a organização do

Leia mais

Volume I SUMÁRIO. APRESENTAÇÃO, 11 Rapsódia amazônica de João Daniel Vicente Salles NOTA DO EDITOR, 37

Volume I SUMÁRIO. APRESENTAÇÃO, 11 Rapsódia amazônica de João Daniel Vicente Salles NOTA DO EDITOR, 37 SUMÁRIO Volume I APRESENTAÇÃO, 11 Rapsódia amazônica de João Daniel Vicente Salles NOTA DO EDITOR, 37 PARTE PRIMEIRA, 39 1. Descrição geográfico-histórica do rio Amazonas, 41 2. Descobrimento e navegação

Leia mais

A tecnologia e a ética

A tecnologia e a ética Escola Secundária de Oliveira do Douro A tecnologia e a ética Eutanásia João Manuel Monteiro dos Santos Nº11 11ºC Trabalho para a disciplina de Filosofia Oliveira do Douro, 14 de Maio de 2007 Sumário B

Leia mais

Programa de Aquisição de Alimentos

Programa de Aquisição de Alimentos Programa de Aquisição de Alimentos Programa de Aquisição de Alimentos Produção Consumo Rede Socioassistencial Agricultura Familiar Inclui: Agricultores Familiares; Assentados; Povos e Comunidades Tradicionais;

Leia mais

O Movimento de Jesus

O Movimento de Jesus O Movimento de Jesus Tudo começou na Galiléia Quando Jesus começou a percorrer a Palestina, indo das aldeias às cidades, anunciando a Boa Nova do Evangelho, o povo trabalhador ia atrás dele. A fama de

Leia mais

2 Grupos com Necessidades Especiais Programa de actividades criadas para grupos com necessidades educativas especiais. 3 Passaporte Escolar

2 Grupos com Necessidades Especiais Programa de actividades criadas para grupos com necessidades educativas especiais. 3 Passaporte Escolar ACTIVIDADES 2014-2015 Público Escolar de Actividades 2014-2015 Actividades de Ano Lectivo de actividades desenvolvidas de acordo com os objectivos preconizados nos programas escolares em vigor para cada

Leia mais

Arte Pré Histórica Bisão da Gruta de Altamira Bisão da Gruta de Altamira Réplica Museu Arqueológico Nacional da Espanha Espanha

Arte Pré Histórica Bisão da Gruta de Altamira Bisão da Gruta de Altamira Réplica Museu Arqueológico Nacional da Espanha Espanha Estes textos são produzidos sob patrocínio do Departamento Cultural da Clínica Naturale.Direitos são reservados. A publicação e redistribuição de qualquer conteúdo é proibida sem prévio consentimento.

Leia mais

Artigo 16 Como montar uma Cafeteira

Artigo 16 Como montar uma Cafeteira Artigo 16 Como montar uma Cafeteira O consumo de café é um hábito entre os brasileiros, seja em casa, no trabalho ou na rua. Esse hábito vem crescendo e se modificando também. O interesse pelos cafés finos

Leia mais

Antiguidade Clássica: Grécia

Antiguidade Clássica: Grécia Antiguidade Clássica: Grécia Localização Localização Localização Período Creto-Micênico (XX a. C. XII a. C) Pinturas no palácio de Cnossos em Micenas Período Creto-Micênico (XX a. C. XII a. C) Escrita

Leia mais

COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação 2012

COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação 2012 COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação 2012 1º PROVA SUBSTITUTIVA DE HISTÓRIA Aluno(a): Nº Ano: 1º Turma: Data: Nota: Professor(a): Élida Valor da Prova: 65 pontos Orientações gerais: 1) Número de

Leia mais

- Trecho da Carta de Pero Vaz de Caminha sobre o Descobrimento do Brasil. - Fotografias da posse do presidente do Brasil

- Trecho da Carta de Pero Vaz de Caminha sobre o Descobrimento do Brasil. - Fotografias da posse do presidente do Brasil MATERIAL DE REVISÃO PARA RECUPERAÇÃO FINAL 6 ANO 1) Classifique as fontes listadas abaixo em primarias e secundárias: - Vídeo do atentado terrorista ao World Trade Center em 2001 - Trecho da Carta de Pero

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE NUTRIÇÃO E SAÚDE 14. BOLO SETE GRÃOS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE NUTRIÇÃO E SAÚDE 14. BOLO SETE GRÃOS UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE NUTRIÇÃO E SAÚDE LABORATÓRIO DE ESTUDO EXPERIMENTAL DOS ALIMENTOS 14. BOLO SETE GRÃOS Janaína Moreira do Carmo, Samira

Leia mais

A reforma metrológica nas Ordenações Manuelinas. 17 de Dezembro A Reforma Metrológica nas Ordenações Manuelinas

A reforma metrológica nas Ordenações Manuelinas. 17 de Dezembro A Reforma Metrológica nas Ordenações Manuelinas A reforma metrológica nas Ordenações Manuelinas 1 Sumário: Contexto e antecedentes A reforma metrológica A reforma dos pesos As outras medidas Os padrões nacionais O controlo metrológico A evolução até

Leia mais

A CIÊNCIA DO SABOR. A melhor Sanduíche do Mundo ESCOLA BÁSICA JOSÉ FERREIRA PINTO BASTO ÍLHAVO

A CIÊNCIA DO SABOR. A melhor Sanduíche do Mundo ESCOLA BÁSICA JOSÉ FERREIRA PINTO BASTO ÍLHAVO A CIÊNCIA DO SABOR A melhor Sanduíche do Mundo { ESCOLA BÁSICA JOSÉ FERREIRA PINTO BASTO ÍLHAVO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ÍLHAVO ESCOLA BÁSICA JOSÉ FERREIRA PINTO BASTO Rua Gabriel Ançã 3830-197 -Ílhavo

Leia mais

O RISCO ESPREITA, MAIS VALE JOGAR PELO SEGURO

O RISCO ESPREITA, MAIS VALE JOGAR PELO SEGURO ANA MARIA MAGALHÃES ISABEL ALÇADA [ ILUSTRAÇÕES DE CARLOS MARQUES ] O RISCO ESPREITA, MAIS VALE JOGAR PELO SEGURO COLEÇÃO SEGUROS E CIDADANIA SUGESTÃO PARA LEITURA ORIENTADA E EXPLORAÇÃO PEDAGÓGICA DO

Leia mais

qwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwerty uiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasd fghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzx cvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmq

qwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwerty uiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasd fghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzx cvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmq qwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwerty uiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasd fghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzx cvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmq Introdução a análise Histórica Feudalismo Fernando Del pozzo hjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxc

Leia mais

CARTA DA TERRA PARA CRIANÇAS

CARTA DA TERRA PARA CRIANÇAS 1 CARTA DA TERRA A Carta da Terra é uma declaração de princípios fundamentais para a construção de uma sociedade que seja justa, sustentável e pacífica. Ela diz o que devemos fazer para cuidar do mundo:

Leia mais

A sopa é um dos alimentos mais reconfortantes de se preparar e tomar, possui muitas variações e é facilmente adaptável. Pode ser quente ou fria,

A sopa é um dos alimentos mais reconfortantes de se preparar e tomar, possui muitas variações e é facilmente adaptável. Pode ser quente ou fria, Introdução Quando escrevi Rose Elliot s Complete Vegetarian Cookbook, em 1985, as culinárias vegetariana e vegan não eram tão populares e não estavam em posição de destaque como atualmente. Hoje em dia,

Leia mais

JOÁS, O MENINO REI Lição 65. 1. Objetivos: Ensinar que devemos permanecer fiéis a Deus embora nossos amigos parem de segui-lo.

JOÁS, O MENINO REI Lição 65. 1. Objetivos: Ensinar que devemos permanecer fiéis a Deus embora nossos amigos parem de segui-lo. JOÁS, O MENINO REI Lição 65 1 1. Objetivos: Ensinar que devemos permanecer fiéis a Deus embora nossos amigos parem de segui-lo. 2. Lição Bíblica: 2 Reis 11; 2 Crônicas 24.1-24 (Base bíblica para a história

Leia mais

IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA DA PROTECÇÃO DOS PRODUTOS TRADICIONAIS PORTUGUESES

IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA DA PROTECÇÃO DOS PRODUTOS TRADICIONAIS PORTUGUESES IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA DA PROTECÇÃO DOS PRODUTOS TRADICIONAIS PORTUGUESES A valorização comercial dos produtos agrícolas e dos géneros alimentícios que, ou pela sua origem ou pelos seus modos particulares

Leia mais

VI JORNADAS DE ETNOBOTÂNICA III Fim-de-semana DA URTIGA 13,14 e 15 de Maio de 2011

VI JORNADAS DE ETNOBOTÂNICA III Fim-de-semana DA URTIGA 13,14 e 15 de Maio de 2011 VI JORNADAS DE ETNOBOTÂNICA III Fim-de-semana DA URTIGA 13,14 e 15 de Maio de 2011 PROGRAMA Segundo o autor cubano, Jorge Onélio Cardozo, o ser humano tem duas grandes fomes, a de pão e a de beleza; a

Leia mais

Catálogo de Natal 2015 Período de compras de 24 de Novembro a 31 de Dezembro

Catálogo de Natal 2015 Período de compras de 24 de Novembro a 31 de Dezembro Catálogo de Natal 2015 Período de compras de 24 de Novembro a 31 de Dezembro Adega de Portalegre A frescura e a elegância em grandes vinhos com grandes prémios Na Serra de S. Mamede, nascem grandes vinhos

Leia mais

Receitas do Workshop de Dietas Pastosas e Gostosas

Receitas do Workshop de Dietas Pastosas e Gostosas Receitas do Workshop de Dietas Pastosas e Gostosas 1 Dicas para uma alimentação pastosa e gostosa Apesar do seu filho necessitar de ingerir todos os alimentos triturados, deverá, igualmente, ter uma alimentação

Leia mais

A roda dos alimentos. A antiga roda dos alimentos

A roda dos alimentos. A antiga roda dos alimentos Ano: 2010/2011 Disciplina: Educação Física Professora: Rita Marques Trabalho realizado por: Andreia Cipriano Catarina Silva Jéssica Pereira Mónica Algares Patrícia Martinho A roda dos alimentos Para se

Leia mais

31/10/1992 Jornal Oficial L 316

31/10/1992 Jornal Oficial L 316 DIRECTIVA 92/83/CEE DO CONSELHO de 19 de Outubro de 1992 relativa à harmonização da estrutura dos impostos especiais sobre o consumo de álcool e bebidas alcoólicas CONSELHO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS, Tendo

Leia mais

Agroindústria. Menu Introdução Pão integral Pão de mandioca Pão de torresmo com creme de alho Pão de Forma Pãezinhos de Batata. 1.

Agroindústria. Menu Introdução Pão integral Pão de mandioca Pão de torresmo com creme de alho Pão de Forma Pãezinhos de Batata. 1. 1 de 6 10/16/aaaa 10:42 Agroindústria Processamento artesanal de farinhas e farináceos Fabricação de pão caseiro Pão integral, pão de torresmo, pão de forma e pãezinhos de batata Processamento artesanal

Leia mais

A Cura de Naamã - O Comandante do Exército da Síria

A Cura de Naamã - O Comandante do Exército da Síria A Cura de Naamã - O Comandante do Exército da Síria Samaria: Era a Capital do Reino de Israel O Reino do Norte, era formado pelas 10 tribos de Israel, 10 filhos de Jacó. Samaria ficava a 67 KM de Jerusalém,

Leia mais

Portugal e Brasil no século XVII. Domínio espanhol no Brasil(1580-1640)

Portugal e Brasil no século XVII. Domínio espanhol no Brasil(1580-1640) Portugal e Brasil no século XVII Domínio espanhol no Brasil(1580-1640) O domínio espanhol. Em 1580, o rei de Portugal, D. Henrique, morreu sem deixar herdeiros ( fim da dinastia de Avis) surgiram disputas

Leia mais

MESOPOTÂMIA. TERRA ENTRE RIOS Prof. Ive

MESOPOTÂMIA. TERRA ENTRE RIOS Prof. Ive MESOPOTÂMIA TERRA ENTRE RIOS Prof. Ive ASPECTOS FÍSICOS Os dois rios mais importantes são o Tigre e o Eufrates. Localiza-se, predominantemente, no Crescente Fértil, onde hoje está o Iraque. Possui precárias

Leia mais

HISTÓRIA-2009 2ª FASE 2009

HISTÓRIA-2009 2ª FASE 2009 Questão 01 UFBA - -2009 2ª FASE 2009 Na Época Medieval, tanto no Oriente Médio, quanto no norte da África e na Península Ibérica, muçulmanos e judeus conviviam em relativa paz, fazendo comércio e expressando,

Leia mais

História/15 6º ano Turma: 2º trimestre Nome: Data: / / RECUPERAÇÃO FINAL 2015 HISTÓRIA 6º ano

História/15 6º ano Turma: 2º trimestre Nome: Data: / / RECUPERAÇÃO FINAL 2015 HISTÓRIA 6º ano História/15 6º ano Turma: 2º trimestre Nome: Data: / / 6ºhis302r RECUPERAÇÃO FINAL 2015 HISTÓRIA 6º ano Aluno(a), Seguem os conteúdos trabalhados no 2º trimestre. Como base neles você deverá iniciar seus

Leia mais