(Des) Regulamentação de VoIP

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "(Des) Regulamentação de VoIP"

Transcrição

1 (Des) Regulamentação de VoIP Adriano Gonçalves de Pinho Engenheiro Civil pela Escola de Engenharia da Universidade Mackenzie, Pós-graduado (M.B.A.) em Finanças pelo Ibmec Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais e engenharia de telecomunicações pelo Inatel, com seis anos no setor de telecomunicações, tendo atuado em diversos projetos em empresas do setor pós-privatizatização. José Rogério Vargens Doutor em Economia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Doutor em Economia (UFRJ, 2005); Mestre em Economia (UFBA, 2001) e Engenheiro Civil (UFBA, 1997). Possui cinco anos de experiência profissional e acadêmica no setor de telecomunicações. Publicou artigos sobre economia e regulação das telecomunicações no International Telecommunication Society ITS (Coréia do Sul, 2002; Austrália, 2003; Alemanha; 2004; Portugal, 2005), na Revista Brasileira de Economia (2002), no Encontro Nacional de Economia Política (Curitiba, 2002) e no Congresso Nacional das Agências Reguladoras (São Paulo, 2001). Atualmente trabalha como consultor de estratégia regulatória na Brasil Telecom. Duração: 15 minutos Publicado em: 26/12/

2 (Des)Regulamentação de VoIP: Introdução Este tutorial foi derivado de um artigo, publicado pelos autores, na conferência ITS Europe 2005, promovida pela International Telecommunication Society em 02-04/09/05 no Porto (Portugal). Ele aborda o tema VoIP (Voz sobre Protocolo IP) e versa sobre as seguintes questões: O que é VoIP? Como esta tecnologia está mudando os modelos de negócios na indústria de telecomunicações? Com este tema vem sendo discutido nos Estados Unidos, União Européia e outros países pelo mundo? Quais são os princípios básicos, conceitos e tópicos que os reguladores deveriam considerar para tratar de VoIP? Conclusões. O que é VoIP? VoIP não é um serviço, é uma tecnologia que converte sinais analógicos de voz em pacotes, que são roteados da mesma forma que os pacotes de dados são roteados numa rede que utilize a tecnologia IP, lembrando que as questões tecnológicas que dificultavam no passado a percepção da voz pelo ouvido humano, foram superadas. Essa tecnologia permite aos operadores oferecer serviços básicos de voz e outras facilidades (em conjunto com serviços de dados ou outros ex. internet) através de uma rede IP controlada, pertencente e gerenciada por um ou mais operadores, ou através da rede mundial de acesso livre IP, a internet. De acordo com o regulador norte-americano FCC, Tecnologias VoIP, incluem aquelas utilizadas para facilitar a telefonia IP, que permitem a transmissão da voz em tempo-real e outras aplicações baseadas no uso da voz. Tecnologia VoIP é utilzada quando, numa comunicação de voz, pelo menos em uma parte do percurso desta comunicação é feita por pacotes IP, utilizando tecnologia IP e redes IP. Pode-se prover VoIP sobre Internet pública (aberta) ou sobre redes privadas IP. VoIP pode ser transmitida utilizando qualquer tipo de meio (ex. cobre, cabo, fibra, radiofreqüência, etc.). Diferentemente da tradicional telefonia por comutação de circuitos, onde é estabelecido um circuito dedicado entre os pontos para a transmissão de voz, VoIP conta com a comutação de pacotes que divide a transmissão de voz em pacotes (empacotamento) e os envia através da rota mais rápida disponível. Desta forma, VoIP utiliza mais eficientemente a largura de banda disponível que os circuitos telefônicos comutados e possibilita aos provedores manter uma única rede IP para dados e voz. (tradução FCC; 2004; pág. 2-3) [4]. Em trabalho publicado pela ALCATEL, são mencionadas algumas vantagens das tecnologias de VoIP, em especial: A possibilidade de operar um única rede para voz, dados e outros serviços multi-mídia (economia de escopo); Sistemas de roteamento de pacotes mais baratos em Gbit por segundo e a economia de custos através da uso de baixos índices de conversão de bit para voz (economia de custo); O uso de terminais inteligentes, computadores pessoais e telefones IP, e; A redução de barreira de acesso ao mercado de voz e, por conseguinte, à indústria de telecomunicações como um todo (tradução ALCATEL; 2001; pág. 7) [1]. 2

3 Tabela 1: VoIP versus STFC tradicional. Tecnologia de base Comutação de circuitos (TDM) Comutação de pacotes Garantia de qualidade de serviço QoS Recursos de rede reservados para marcação da chamada Elementos de rede Processamento Inteligente de chamada Sim Sim Não há garantia de qualidade na voz sobre internet, porém há algumas garantias para voz sobre redes IP controladas. Não Classe 4, Classe 5 sistemas de Gateways, controladores e comutação roteadores Normalmente integrado aos Separados nos controladores e sistemas de comutação gateways Largura de banda por chamada 64 kbit/s Variável de 8 a 32 kbit/s Confiabilidade para completar a chamada Redundância de cada elemento de Redundância de rotas pela rede rede Custo Alto custo em Gbit/s Baixo custo em Gbit/s Fonte: Elaboração própria baseado em publicação ALCATEL (2001; pág. 8-9) [1]. Há diversas aplicações e serviços baseados na tecnologia VoIP, e podem ser divididas em dois tipos: (i) voz sobre internet, e (ii) voz sobre rede IP controlada ou delimitada. No primeiro tipo, quando os serviços de voz são oferecidos sobre internet (rede pública aberta mundial) não há garantia de qualidade dos serviços prestados (QoS), isto acontece porque a Internet mundial está sujeita a congestionamento de pacotes em determinados nós da rede e não é dada prioridade aos pacotes de voz sobre outros tipos de pacotes (dados por exemplo). Por outro lado, a Internet possibilita uma nova facilidade ao usuário de voz sobre internet: a nomadicidade do serviço, a partir do pressuposto de que o usuário poderá acessar seu telefone próprio ou outro usuário de qualquer lugar onde houver uma conexão à internet (World Wide Web). No segundo tipo, o serviço de voz é oferecido através de uma rede privada, restrita ao usuário, ou por uma rede IP delimitada da operadora. Neste caso, desde que haja controle das conexões no pontos de acesso, o usuário pode ter garantia de qualidade dos serviços. 3

4 (Des)Regulamentação de VoIP: Estratégias e Modelos de Negócios A maioria das operadoras (sejam concessionárias incumbents ou autorizatárias) tem desenvolvido estratégias e elaborado seus plano de negócio para lançamento de serviços VoIP ou mesmo até já lançando alguns serviços VoIP. Isto provavelmente irá modificar o modelo de negócio de telecomunicações como um todo, e deverá resultar em profundo impacto na competição e na organização da indústria. Serviços baseados em VoIP não são exclusivamente substitutos mas também complementares aos serviços de voz baseados no tradicional STFC. Serviços VoIP são substitutos porque podem ser oferecidos através da internet por empresas que não são operadores de telecomunicações e tão pouco detém infra-estrutura de rede, e são complementares porque podem ser oferecidos como serviços de voz por operadores de telecomunicações, utilizando suas próprias redes ou não, ainda que a chamada não se destine a um terminal de sua rede local. As operadoras de telecomunicações utilizam a tecnologia VoIP para reduzir custos e investimentos e para implementar e oferecer novas facilidades ao serviço de voz tradicional, como a nomadicidade ou o acesso remoto via internet a redes privadas. Analisando a estratégia adotada por muitos dos operadores de telecomunicações no cenário mundial, é possível identificar três diferentes tipos de estratégias: Estratégia de antecipação, adotada por empresas entrantes não especializadas em telecomunicações, utilizando VoIP como plataforma. Estratégia de operador de nicho, adotada por operadoras de telecomunicações entrantes tradicionais (autorizatárias no Brasil, ou C.L.E.C s Competitive Local Exchange Company, nos Estados Unidos). Estratégia seletiva, adotada por concessionárias ou incumbents (I.L.E.C. s Incumbent Local Exchange Company, nos Estados Unidos). O advento do VoIP tem permitido o ingresso de novos competidores no mercado de voz que não possuem qualquer facilidade de rede e são bem diferentes das operadoras de telecomunicações tradicionais, com Vonage no Estados Unidos e Skype não somente na Europa mas também em diversos países pelo mundo. Estes novos competidores oferecem voz sobre a internet, sendo o Skype um bom exemplo, pois forma comunidades de usuários que detém acesso à internet oferecendo a possibilidade de realizarem chamadas gratuitas entre eles, ou ainda a possibilidade de realizarem chamadas a qualquer número da Rede Pública de Telefonia Comutada (RPTC) convencional a preços reduzidos em relação aos operadores de telecomunicações. A maior vantagem competitiva obviamente são os baixos preços praticados, mesmo sem garantia de qualidade, notadamente nos serviços de longa distância nacional e internacional. No caso da Vonage, Koppman (tradução 2004; pág. 1-5) observa que, preço tem sido a principal distinção da Vonage, mas será difícil manter esta diferenciação em longo-prazo. (...) Princípios da estratégia de diferenciação da Vonage ao lado do preço são a velocidade, simplicidade e eficiência [6]. Estas empresas podem praticar preços baixos porque não tem nem infra-estrutura de rede ou plataformas operacionais como as operadoras tradicionais de telecomunicações, desde que seus serviços de voz são oferecidos sobre a plataforma pública da Internet e a disponibilidade de largura de banda (capacidade de rede) de outras operadoras. Estas estratégias podem ser classificadas como estratégia de antecipação cujo principal objetivo é a rápida expansão e a conquista da liderança no mercado de VoIP. 4

5 Com VoIP, operadores entrantes tem a oportunidade de oferecer bundle de produtos e serviços de forma integrada (o que é vedado às concessionárias em alguns países). Desejosos em conquistar parte do mercado tomado pelas concessionárias, algumas empresas têm desenhado suas estratégias de oferta de produtos baseados em VoIP como um complemento à carteira de produtos por elas já oferecidos. Algumas desses entrantes oferecem voz sobre internet, ou voz sobre protocolo IP em redes controladas e privativas e há empresas que oferecem ambas opções. Das entrantes no mercado de voz, destacam-se as operadoras de TV a cabo, que orientam seus esforços na oferta de triple play (TV por assinatura, acesso a internet e telefonia de voz ), e escolheram a tecnologia de VoIP como a melhor forma de iniciar ou incrementar suas operações no mercado de voz. Um bom exemplo é a Cox Communications, uma operadora americana triple play : Cox não abandonará o negócio de circuitos comutados. Contudo, a experiência com circuitos comutados alavancará o lanchamento de novos telefones IP no mercado (tradução COX 2004; pág. 3, 14-5) [2]. Esta estratégia pode ser classificada como uma estratégia de operador de nicho. É baseada em diferenciação do produto num mercado específico, geralmente naquele mercado onde estes operadores já estão presentes. Não dispostos a perder mercado e receitas, as incumbents ou concessionárias de STFC estão também se dirigindo à oferta de produtos com a base tecnológica do VoIP, contudo, tendem a ser mais cuidadosos para não canibalizarem as receitas de produtos tradicionais, que ainda representam sua principal fonte de receita. Sua arma é expandir a base de acesso em banda-larga com produtos de valor agregado mais elevado utilizando aplicações e serviços de VoIP. É possível observar alguns movimentos estratégicos na adoção de tecnologias VoIP pelas concessionárias: Lançamento de aplicações e serviços de valor adicionado para banda-larga com o uso de tecnologias VoIP; A venda de segunda linha fixa para o mercado residencial; A entrada em outros mercados; A escolha de alguns segmentos específicos do mercado onde identificaram oportunidade para expansão de sua base de negócios ou restringir o risco de perda de participação no mercado para outros competidores. A British Telecom, por exemplo, lançou serviços VoIP no Reino Unido para ampliar a oferta de serviço de banda-larga e agora planeja expandir estas atividades para conquistar outros mercados Europeus. Também da mesma forma, France Telecom escolheu seguir a seguinte afirmação para o mercado de VoIP: Quando você migrar, nós estaremos lá. Estas estratégias podem ser classificadas como estratégias seletivas, porque estas operadoras movem-se cuidadosamente no mercado, tentando aumentar valor para seus negócios evitando a canibalização de seus produtos tradicionais (e suas receitas). 5

6 (Des)Regulamentação de VoIP: EUA e Europa Tem-se discutido intensamente sobre regulamentação de VoIP em muitos países. Esta seção é uma tentativa de capturar o essencial das discussões sobre regulação de VoIP nos Estados Unidos e na União Européia. Em ambos os casos, reguladores, operadoras e fornecedores de telequipamentos e softwares estão discutindo como aplicações e serviços em VoIP poderiam ser objeto de regulamentação. Nos Estados Unidos o FCC formou um grupo de trabalho para discutir serviços baseados em Protocolo Internet (IP). Há também um projeto no Senado norte-americano chamado Ato de Liberdade Regulatória para VoIP de 2004 para guiar a regulação sobre o tema. Na União Européia, a Comissão Européia (regulador da EU) submeteu à consulta pública em fevereiro de 2005, um documento que orienta o tratamento a ser dado quanto a regulamentação de VoIP sob o arcabouço regulatório da Comunidade Européia. Seguindo alguns aspectos desta discussão, relatamos a seguir seis pontos extraídos das opiniões emitidas pelos reguladores Europeus e Americanos, concessionárias (incumbents) e novas entrantes (tradicionais e novas), a saber: classificação, qualidade do serviço (QoS), numeração, interconexão, preço regulado (tarifação), serviços universais (universalização do serviço). Classificação Nos Estado Unidos o regulador tem se deparado com o problema de como classificar os serviços de VoIP, em serviço de acesso a informação, portanto desregulamentado como todos aqueles relativos a internet, ou em serviço de telecomunicação como o STFC convencional. Em geral, as operadoras entrantes que utilizam VoIP desejam manter a atual política dos reguladores, sugerindo que estes tirem as mãos da internet. Evslin (2003, pág. 1), como chairman da coalização Voz sobre internet, declarou Fórum sobre VoIP organizado pelo FCC: os membros desta coalização tem diferentes visões sobre quanto poder de mercado alguns provedores de serviços de telecomunicações (operadoras) tem sobre as facilidades essenciais, principalmente no fornecimento de seus serviços de banda-larga. Mas todos concordam que o FCC poderia dar continuidade a políticas que permitissem que entidades que não tem poder de mercado significativo possam oferecer voz sobre protocolo internet, livre dos tradicionais regulamentos de telecomunicações [3]. Na Europa, as novas diretrizes publicadas em 2002 pela Comissão Européia definem duas classes de serviços que são capazes de acomodar sem restrições as características de serviços VoIP oferecidos ao público: i) Serviços Públicos de Comunicação Eletrônica (ECS sigla em inglês); ii) Serviços Públicos de Comunicação Disponíveis (PATS sigla em inglês). ECS é a classificação para qualquer tipo de serviço de telecomunicações e PATS é somente uma categoria de ECS, fortemente regulamentado e sujeito a pesadas obrigações de qualidade a acesso universal. Portanto, a discussão recai sobre entre qual deles os provedores de VoIP são classificados, como ECS ou PATS. Qualidade de Serviço (QoS) Há três principais pontos sobre qualidade nos serviços de VoIP em discussão: i)se os provedores de VoIP devem obedecer a um critério mínimo de segurança da informação e confiabilidade de rede; ii)se os provedores de VoIP deveriam prover acesso aos serviços de emergência (190-polícia, etc); e iii)se eles podem ser oferecidos a usuários com necessidades especiais para o uso e acesso entre eles como outros usuários dispõe. 6

7 Nos Estados Unidos, o regulador entende que estas questões devem ser consideradas, concessionárias (incumbents) entendem que os provedores de VoIP devem observar estas obrigações para o provimento de voz, e os entrantes ou competidores entendem que estão questões são importantes, porém a indústria pode resolver estes impedimentos técnicos atuais sem a necessidade de regulamentação dos serviços de VoIP. Provedores de equipamentos e softwares também têm tentado desenvolver soluções técnicas para a questão. De acordo com a Comissão Européia, a Autoridade Reguladora Nacional de cada país pode (deve) especificar os parâmetros de qualidade a serem seguidos pelos provedores de VoIP. Estes parâmetros devem ser claros e largamente publicados aos usuários. Concessionárias (incumbents) européias entendem que os provedores de VoIP deveriam desenvolver soluções para propiciar o acesso a serviços de emergência ou, enquanto estas soluções não estiverem tecnicamente disponíveis, publicar as limitações do serviço. Já o Skype, por exemplo, entende que somente o operador (dono) das facilidades da rede é que podem garantir qualidade aos usuários. Numeração Nos Estados Unidos o uso de recursos de numeração é controlado pela NANP North America Numbering Plan, e o uso de numeração, é o único critério utilizado para definir se determinado serviço é de acesso a informação ou de telecomunicações. Quando um consumidor pode marcar números reconhecidos e controlados pelo NANP, o serviço é tratado e caracterizado como serviço de telecomunicações. Na União Européia os provedores de serviços de comunicação eletrônica ECS, podem solicitar série de números para fornecer seus serviços. As autoridades reguladoras nacionais (NRA s sigla em inglês) podem especificar condições (restrições) sobre o uso de recursos de numeração que devem ser obedecidos por qualquer empresa de telecomunicações que tenham interesse de prestar serviços naquele país. De acordo com a consulta pública, somente usuários de PATS tem o direito da portabilidade numérica. Este direito não é estendido aos usuários de ECS. No Reino Unido, o regulador OFCOM autorizou o uso de números geográficos e não-geográficos a provedores de VoIP (ECS ou PATS), e conferiu a estes provedores o direito de não oferecer a portabilidade numérica a seus usuários e clientes. Entre a concessionárias (incumbents) européias muitos entendem que provedores de VoIP deveriam ter séries numéricas para oferta de seus serviços, porém não é consenso e outros pensam o contrário. Skype declarou ser favorável á portabilidade numérica para provedores de VoIP e questionou sobre o uso da mesma série numérica que os tradicionais provedores de STFC. Interconexão De acordo com a Diretiva de Acesso da União Européia, interconexão significa a conexão lógica e física entre redes de comunicação pública utilizadas pelo mesmo ou por um diferente provedor no sentido de permitir aos usuários ou a um provedor se comunicar com outros usuários ou outros provedores, ou acessar serviços prestados por outro provedor. Serviços podem ser prestados pelas partes envolvidas ou por terceiros que tem acesso à rede. Interconexão é um tipo específico de acesso implementado entre operadores da rede pública (tradução OFFICIAL JOURNAL OF THE EUROPEAN COMMUNITIES; 2002; Art. 2 (b))[7]. Nos Estados Unidos, o tráfego local originado pelo acesso discado a internet é submetido ao bill & keep, onde nenhum dos prestadores de serviços pagam tarifa de uso de rede ao outro. O FCC reconhece que a existência de mecanismos de compensação pelo transporte e entrega deste tráfego, no qual as operadoras transportadoras que originaram o tráfego pagam a outras operadoras transportadoras que detêm o número do provedor de acesso a internet (ISP), tem criado oportunidade de arbitragens regulatórias e distorcem os incentivos econômicos aos entrantes competitivos nos mercados local (troca de tráfego local) e acesso a terminação local. 7

8 Como temos discutido no NPRM Compensação Unificada entre Operadoras (transportadoras), realizado em conjunto com este relatório, estas distorções de mercado relativos não somente ao tráfego destinado ao provedor de internet, mas talvez resultante de qualquer outro regime de compensação entre-operadoras que permitem que a um provedor de serviços recuperar parte de seus custos de outro provedor que não seus usuários finais. Desta maneira, o NPRM iniciou um procedimento para considerar entre outras coisas, que a Comissão poderia substituir o atual plano de compensação entre operadoras com algo o que venha ser conhecido como não compensação bill & Keep. (...) Portanto, nós afirmamos nossa conclusão nesta Declaração que o tráfego destinado a acesso a provedores de internet não estão sujeitos a obrigação de compensação recíproca da seção 251 (b) (5) do Ato de Telecomunicações de 1996 (tradução FCC; 2001; pág 3-4)[5]. Baseado nesta determinação, novos entrantes de VoIP entenderam que o tráfego de voz sobre redes IP poderia ser tratado como tráfego de acesso discado a internet, os quais não se aplicam nenhuma compensação ou tarifa de uso de rede. Contudo, o serviço de voz tradicional STFC, está sujeito a compensação pelo uso de rede. Operadoras de telecomunicações são obrigadas a pagar tarifa de uso de rede para originar ou terminar chamadas em redes de outras operadoras. Baseados neste fato, as operadoras norte-americanas entendem que a tarifa de acesso ou uso de rede deve ser aplicado quando chamadas VoIP utilizam a rede do STFC para terminar chamadas, argumentando que isto é um serviço de voz independente da tecnologia empregada para provê-lo. Na Europa a discussão não é tão intensa quanto nos Estados Unidos, porque existem e são definidas compensações pelo uso de redes como contrapartida a chamadas entre redes IP e redes STFC. E sobre as compensações sobre uso de redes IP? A interconexão e o preço pelo uso de redes IP são baseadas em acordos de troca de tráfego e trânsito de tráfego (forma indireta de transporte). Acordo de troca de tráfego, conhecidos como peering, quando de mesma ordem de grandeza e nas mesmas condições, não geram pagamento pelo uso de redes, já no acordo de trânsito, o provedor com menor interesse de tráfego usualmente paga para o de maior interesse de tráfego, como forma de saída e acesso á rede pública da Internet. Preço Regulado Tarifação Este talvez seja o único ponto de consenso entre os reguladores, operadoras de telecomunicações e de VoIP tanto na Europa quanto nos Estados Unidos, onde nenhum deles reclamam por preços regulados ou tarifados. Os preços dos serviços tendem a ser livres e não seguem a regulamentação do tradicional STFC. Universalização Nos Estados Unidos, há um argumento de que os provedores de VoIP devem financiar direta e indiretamente o Fundo Serviço Universal (USF sigla em inglês e equivalente ao nosso FUST). Os entrantes entendem que podem contribuir para o USF, porém questionam pela revisão de quem pode utilizar os recursos. Na Europa, a consulta pública determina que os provedores de VoIP podem ser chamados a contribuir para fundos de serviços universais. As entrantes não necessariamente concordam. Skype por exemplo, posicionou-se contrário à obrigações de universalização a provedores de VoIP. 8

9 (Des)Regulamentação de VoIP: Princípios e Conceitos A questão básica que tem sido posta aos reguladores em todos os países do mundo é sobre a necessidade e o escopo de uma eventual regulação de VoIP. Deveriam os serviços de VoIP ser regulados? Na opinião de Tschoepe, Olhando para as atuais discussões nos Estados Unidos e na Europa é óbvio que as redes IP e os serviços prestados serão regulados num futuro próximo. Onde a ausência de regulação no passado parece ter fomentado o desenvolvimento do VoIP, e a aplicação de regulamentação agora irá diminuir a velocidade deste processo. (tradução: Tschoepe 2004; pág 8) [8]. A questão pode também ser formulada de outra forma: sob o atual arcabouço regulatório, o desenvolvimento do VoIP pode manter e melhorar o bem-estar dos consumidores e o nível de eficiência econômica na indústria de telecomunicações? Talvez a correta aplicação dos atuais princípios da regulamentação de telecomunicações seja suficiente, talvez não. A tecnologia IP esta introduzindo novos serviços e novas características aos serviços tradicionais que talvez necessitem de algumas ações regulatórias e regras adicionais para melhorar a eficiência do mercado e o benefício e bem-estar do usuário. Em adição, algumas regras existentes talvez necessitem ser revisadas para permitir o desenvolvimento do VoIP de forma eficiente. Sobre o escopo de uma eventual regulação de VoIP ou desregulamentação, muitos especialistas concordam em empregar uma abordagem regulatória reativa para os serviços de VoIP, focada na proteção do interesse dos usuários. Esta abordagem é baseada na proteção aos direitos do consumidor e implica em algumas obrigações mínimas relativas entre outras à qualidade do serviço, confiabilidade da rede, segurança das informações, condições de interconexão e acesso universal ao serviço. A necessidade de adicionar, alterar ou excluir o atual arcabouço regulatório deve ser avaliado baseado em alguns princípios. Somente se a atual regulamentação não atender a alguns destes princípios é que nós recomendamos sua revisão no sentido de atendê-los da melhor forma possível. Seguem abaixo os princípios básicos que os reguladores deveriam considerar para iniciar a avaliação do atual arcabouço regulatório frente à nova realidade que os serviços de VoIP estão trazendo: Reguladores devem incentivar o desenvolvimento de aplicações e serviços de VoIP, como uma forma de criar novas possibilidades de escolha de serviços pelos usuários. Em outras palavras, os reguladores deveriam remover as barreiras legais e regulatórias para o desenvolvimento do VoIP (desregulamentação). É necessário obedecer ao Princípio da Paridade Regulatória, na qual todas as competidoras (incumbents) concessionárias, autorizatárias e provedoras de serviço adicionado possam estar sujeitas ao mesmo regime regulatório. Outro importante princípio é o da neutralidade tecnológica. A regulação não pode favorecer uma tecnologia em detrimento de outra. Regulamentação deve estar focada nos serviços oferecidos aos usuários, independente das tecnologias que os suportem. A classificação dos serviços deve obedecer ao princípio da funcionalidade, no qual os serviços são regulamentados e são classificados com base em suas características e independente da tecnologia. Serviços com funcionalidade similares, porém baseados em diferentes tecnologias, são equivalentes do ponto de vista do usuário e deve ser submetido às mesmas regras e regulamentos. Preços livres é a orientação básica para os mercados de VoIP, pois já que estes mercados são mais competitivos, tarifa regulada se aplica para os serviços VoIP. Provedores de VoIP devem ser livres para praticar seus preços. Provedores de serviços de VoIP tem o direito a interconexão de suas redes com outras operadoras e devem negociar com operadoras de telecomunicações as condições e o valor ou tarifa de uso de rede, que deve se aplicar tanto em caso de interconexões IP-IP e IP-STFC. Em outras palavras, os provedores de VoIP devem pagar às operadoras de telecomunicações tanto pelo uso de suas redes de 9

10 STFC quanto pelo uso de suas redes IP. Este princípio se baseia no fato de que há necessidade de recuperação do capital empregado e custos operacionais pelo proprietário operador da rede. As regras de interconexão devem considerar o princípio da remuneração pelo uso de redes, sinalizando o correto incentivo para que as firmas possam continuar expandindo e implementando novas facilidades em suas redes, condição fundamental para a difusão e desenvolvimento de novos serviços. Reguladores devem incentivar os competidores a melhorar a qualidade de seus serviços (QoS). Eles podem definir níveis mínimos de qualidade, confiabilidade de suas redes e segurança da informação aos provedores de VoIP. Podem também implementar em conjunto algumas soluções para o acesso a códigos de emergência e serviços básicos pelos usuários de serviços de VoIP, além de desenvolver condições para o acesso a usuários com necessidades especiais nas mesmas condições que outros serviços tradicionais o fazem. Contribuição ao fundo nacional de universalização pode ser aplicado aos provedores de VoIP, com o direito de poder ser utilizado os recursos deste fundo em serviços por estes oferecidos nas condições estabelecidas. Outros temas relevantes à regulamentação dos serviços de VoIP necessitam de reflexão porém não podem ser decididos de forma isolada por cada agência reguladora nacional e necessitam de tratados mais amplos. Os direitos e garantias dos usuários devem ser reavaliados, pois apesar de prevista na regulamentação própria de cada país, estamos diante de uma nova situação que é a prestação de serviços por empresa não sediada e eventualmente sem possibilidade de prestar assistência naquele país. Será que deve ser exigida das empresas globais algum tipo de submissão ao poder concedente e a autoridade reguladora daquele país quando da prestação dos seus serviços? Questões de ordem econômica, fiscal e tributária talvez mereçam ajustes, principalmente quando existe a possibilidade da oferta de aplicações e serviços sem a necessidade de propriedade de rede ou facilidades. Como reconhecer a prestação do serviço e avaliar adequadamente seus encargos e principalmente se há assimetria fiscal na prestação de serviços similares, distorcendo as condições de competição? Como determinar um mercado relevante que se expande sem o conceito de distância ou de fronteiras? Nas questões internacionais onde serviços baseados na tecnologia VoIP têm apresentado maior crescimento, há também os mesmos questionamentos: valor de uso de rede, direito do usuário e principalmente reconhecimento do serviço prestado como tal. Hoje é muito comum o entendimento de que se presta um serviço local através das redes IP, ou seja, o conceito de distância que deixa de existir com a tecnologia IP se percebe de forma mais significativa quando aplicado ao mercado internacional e até agora as discussões sobre serviços de telecomunicações na OMC pouco evoluíram e na última rodada foram apresentadas apenas considerações sobre os serviços tradicionais, ainda muito longe da discussão que se pretende. 10

11 (Des)Regulamentação de VoIP: Conclusão VoIP é uma tecnologia que permite aos operadores oferecer serviços e aplicações de voz através das redes IP e da rede pública mundial, a Internet. A disseminação desta tecnologia tende a modificar o modelo de negócio de telecomunicações e deverá resultar em profundo impacto na competição e na organização da indústria. Conscientes destas transformações, as empresas de telecomunicações em todo o mundo vêm desenvolvendo estratégias e elaborando seus planos de negócios para se adequar a esta nova realidade. Em muitos países se discute atualmente como a regulação deve abarcar a questão do VoIP. O ponto relevante é saber se, face as transformações introduzidas pelo desenvolvimento do VoIP, o arcabouço regulatório existente consegue contribuir para a manutenção do bem estar dos consumidores e do nível de eficiência econômica da indústria. Caso a análise crítica demonstre que a regulamentação não está adequada aos novos condicionamentos impostos pelo desenvolvimento tecnológico, ajustes regulatórios podem ser empreendidos, especialmente em pontos específicos, tais como classificação/outorga, qualidade de serviço (QoS), numeração, interconexão, e universalização. Do que pode ser apreendido da discussão sobre o escopo de uma eventual regulação de VoIP ou desregulamentação na Europa e nos EUA, verifica-se a tendência de se empregar uma abordagem regulatória reativa para os serviços de VoIP, focada na proteção do interesse dos usuários. Como conclusão, destaca-se que a necessidade de adicionar, alterar ou subtrair o atual arcabouço regulatório deve ser avaliada com base em princípios regulatórios sólidos. Recomenda-se que os ajustes regulamentares, se necessários, devem ser realizados a luz destes princípios. Adicionalmente, cabe lembrar que, pela própria internacionalização marcante dos serviços e das aplicações de VoIP, prestados no mercado mundial a partir de plataformas globais, algumas questões fogem do alcance das agências reguladoras nacionais, devendo ser tratadas no âmbito de organizações multilaterais. Glossário CLEC Competitive Local Exchange Carrier ECS Electronic Communications Service FCC Federal Communications Commission (EUA) FUST Fundo de Universalização das Telecomunicações (Brasil) ILEC Incumbent Local Exchange Carrier ISP Internet Service Provider (Provedor de Acesso a Internet) QoS Quality of Service (Qualidade de Serviço) NANP North America Numbering Plan NRA National Regulatory Authority OFCOM Office of Communications (Reino Unido) OMC Organização Mundial do Comércio PATS Public Available Communications Services STFC Serviço Telefônico Público Comutado VoIP Voice-over-Internet Protocol (Voz sobre protocolo internet) 11

12 Referências [1] ALCATEL. Voice over IP for carriers. Disponível no sítio: Visitado em: 10/jan/2005. (2001). [2] COX. Cox Communications VoIP whitepaper. Disponível no sítio: : Visitado em: 12/jan/05. (2004). [3] EVSLIN. T. (2003) Testimony at FCC voice over IP forum dec/03. Disponível no sítio: : Visitado em: 12/jan/05. [4] FCC. Order in matter of petition for declaratory ruling that AT&T s phone-to-phone IP telephony services are exempt from access charges. Washington, DC: Federal Communications Commission, 14/may/04. Disponível no sítio: Visitado em: 10/jan/05. (2004). [5] FCC. Order in matter of intercarrier compensation for ISP-bound traffic. Washington, DC: Federal Communications Commission, 18/apr/01. Disponível no sítio: Visitado em: 15/jan/05. (2001). [6] KOPPMAN, S. Market focus: Vonage model defines consumer VoIP. Disponível no sítio: Visitado em: 12/fev/05. (2004). [7] OFFICIAL JOURNAL OF THE EUROPEAN COMMUNITIES. (2002). Directive 2002/19/EC of the European Parliament and of the council of 7 march 2002 on access to, and interconnection of, electyronic communications network and associated facilities (Access Directive). Disponível no sítio: Visitado em: 08/jul/03. [8] TSCHOEPE, S. Interconnection and regulation of IP-networks. Berlin: 15ª ITS Biennial Conference. International Telecommunications Society. (2004). 12

13 (Des)Regulamentação de VoIP: Teste seu Entendimento 1) O que é VoIP? Um serviço baseado em comutação por circuito. Um serviço baseado em comutação por pacotes. Uma tecnologia baseada em comutação por circuito. Uma tecnologia baseada em comutação por pacotes. 2) Dentre os impactos do VoIP nos modelos de negócio e na organização da indústria das telecomunicações, podemos destacar que: VoIP tende a substituir totalmente o STFC. As empresas atuantes no mercado de serviços de telecomunicações tendem a reformular suas estratégias. As concessionárias ou incumbents não estão interessadas em lançar ofertas de VoIP. Somente operadores de telecomunicações, dotados de infra-estrutura de rede, prestam VoIP. 3) Sobre regulação, podemos concluir que: O escopo regulatório atual, desenhado para o STFC, não se aplica ao VoIP, devendo ser substituído. Se apoiada em bons princípios regulatórios, a regulamentação é capaz de abranger as novas possibilidades trazidas pelo VoIP, ainda que possa sofrer pequenos ajustes. O escopo de uma eventual da regulamentação específica para VoIP deve se basear na regulação ativa, focada em controle de preços. Com o advento do VoIP, as agências reguladoras deveriam promover uma ampla desregulamentação dos serviços de telecomunicações. 13

Atualmente trabalha como consultor de estratégia regulatória na Brasil Telecom. 1

Atualmente trabalha como consultor de estratégia regulatória na Brasil Telecom. 1 (Des) Regulamentação de VoIP Este tutorial aborda o tema VoIP (Voz sobre Protocolo IP), com ênfase na definição desse serviço e na sua tecnologia, na forma como o serviço vem sendo usado no mundo, e como

Leia mais

A Convergência do Ponto de Vista Regulatório

A Convergência do Ponto de Vista Regulatório A Convergência do Ponto de Vista Regulatório 48 0 Painel da Telebrasil Ilha de Comandatuba, 1 a 4 de julho de 2004 José Leite Pereira Filho Conselheiro 1 Conteúdo Conceituação da Convergência Questões

Leia mais

VoIP Peering. Operação, Tecnologia e Modelos de Negócio

VoIP Peering. Operação, Tecnologia e Modelos de Negócio VoIP Peering Operação, Tecnologia e Modelos de Negócio Histórico 2005 2004 2004 2003 2002 2001 2000 1999 1998 1996 1995 1993 Plataformas de Suporte ao Cliente Final Suporte ao protocolo SIP POP em Miami

Leia mais

:: Telefonia pela Internet

:: Telefonia pela Internet :: Telefonia pela Internet http://www.projetoderedes.com.br/artigos/artigo_telefonia_pela_internet.php José Mauricio Santos Pinheiro em 13/03/2005 O uso da internet para comunicações de voz vem crescendo

Leia mais

A disciplina jurídica da banda larga no Brasil à luz das experiências estadunidense e europeia.

A disciplina jurídica da banda larga no Brasil à luz das experiências estadunidense e europeia. A disciplina jurídica da banda larga no Brasil à luz das experiências estadunidense e europeia. Victor Epitácio Cravo Teixeira Mestrando em Direito Universidade de Brasília UnB Objetivo Analisar o tratamento

Leia mais

O PL 29 e as políticas de comunicação no Brasil: a importância da participação da sociedade civil e do Poder Executivo no processo legislativo

O PL 29 e as políticas de comunicação no Brasil: a importância da participação da sociedade civil e do Poder Executivo no processo legislativo O PL 29 e as políticas de comunicação no Brasil: a importância da participação da sociedade civil e do Poder Executivo no processo legislativo 1 Lara Haje Laboratório de Políticas de Comunicação (LaPCom)

Leia mais

Legislação aplicada às comunicações

Legislação aplicada às comunicações Legislação aplicada às comunicações Discussão Neutralidade de Rede e Reflexões sobre Regulação da Mídia Carlos Baigorri Brasília, março de 2015 Definição A neutralidade da rede é o princípio de que todo

Leia mais

II Semana de Engenharia de Telecomunicações - SETEL - 2013

II Semana de Engenharia de Telecomunicações - SETEL - 2013 II Semana de Engenharia de Telecomunicações - SETEL - 2013 Lívio Peixoto do Nascimento Gerente Anatel/RN UFRN Natal - RN Outubro/2013 Agenda Convergência Tecnológica Evolução dos Marcos Regulatórios Avaliação

Leia mais

VoIP e sua Inserção no Ambiente Regulatório Hoje

VoIP e sua Inserção no Ambiente Regulatório Hoje VoIP e sua Inserção no Ambiente Regulatório Hoje Este tutorial apresenta uma visão do ponto de vista técnico e regulatório da tecnologia VoIP, que transforma o serviço de Voz tradicional num serviço que

Leia mais

SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA RODRIGO SANTANA DOS SANTOS ANATEL

SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA RODRIGO SANTANA DOS SANTOS ANATEL 1 SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA RODRIGO SANTANA DOS SANTOS ANATEL 2 Sumário Conceitos Gerais SCM em Números Proteção e Defesa de Direitos dos Assinantes Regulamentos em Estudo 3 Conceitos Gerais Lei

Leia mais

VOIP A REVOLUÇÃO NA TELEFONIA

VOIP A REVOLUÇÃO NA TELEFONIA VOIP A REVOLUÇÃO NA TELEFONIA Introdução Saiba como muitas empresas em todo mundo estão conseguindo economizar nas tarifas de ligações interurbanas e internacionais. A História do telefone Banda Larga

Leia mais

Guia Técnico Inatel Guia das Cidades Digitais

Guia Técnico Inatel Guia das Cidades Digitais Guia Técnico Inatel Guia das Cidades Digitais Módulo 3: VoIP INATEL Competence Center treinamento@inatel.br Tel: (35) 3471-9330 As telecomunicações vêm passando por uma grande revolução, resultante do

Leia mais

2. VoIP Meeting IP News. 20 de Julho de 2010 Hotel Atlante Plaza Recife - PE Fernando Schulhof (11) 3057-0307. 0307 fds01@terra.com.

2. VoIP Meeting IP News. 20 de Julho de 2010 Hotel Atlante Plaza Recife - PE Fernando Schulhof (11) 3057-0307. 0307 fds01@terra.com. 2. VoIP Meeting IP News 20 de Julho de 2010 Hotel Atlante Plaza Recife - PE Fernando Schulhof (11) 3057-0307 0307 fds01@terra.com.br VOIP Conceito: Voice Over IP (Voz sobre IP) Anatel: Não regulamenta

Leia mais

USO DE SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES PARA ACESSO A INTERNET

USO DE SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES PARA ACESSO A INTERNET AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES USO DE SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES PARA ACESSO A INTERNET er@ da informação impacto nos serviços Edmundo Antonio Matarazzo Superintendência de Universalização agosto

Leia mais

COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA - CCTCI

COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA - CCTCI COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA - CCTCI PROJETO DE LEI Nº 6835, DE 2010 Dispõe sobre a obrigatoriedade de instalação de pontos de acesso sem fio à Internet nas ERB Estações

Leia mais

OECD Communications Outlook 2005. Perspectivas 2005 das Comunicações da OCDE. Sumário Executivo. Summary in Portuguese. Sumário em Português

OECD Communications Outlook 2005. Perspectivas 2005 das Comunicações da OCDE. Sumário Executivo. Summary in Portuguese. Sumário em Português OECD Communications Outlook 2005 Summary in Portuguese Perspectivas 2005 das Comunicações da OCDE Sumário em Português Sumário Executivo Após a explosão da "bolha dot-com", a indústria de telecomunicações

Leia mais

Evolução da Regulamentação do Setor de Telecomunicações. Sub-Comissão de Marcos Regulatórios da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado 21/05/2007

Evolução da Regulamentação do Setor de Telecomunicações. Sub-Comissão de Marcos Regulatórios da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado 21/05/2007 Evolução da Regulamentação do Setor de Telecomunicações Sub-Comissão de Marcos Regulatórios da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado 21/05/2007 Razões para mudar a legislação Antes de mudar, definir

Leia mais

Neutralidade de rede Consulta Pública à sociedade sobre a regulamentação prevista no Marco Civil da Internet Consulta Pública nº 8/2015

Neutralidade de rede Consulta Pública à sociedade sobre a regulamentação prevista no Marco Civil da Internet Consulta Pública nº 8/2015 Neutralidade de rede Consulta Pública à sociedade sobre a regulamentação prevista no Marco Civil da Internet Consulta Pública nº 8/2015 Anatel Junho de 2015 Neutralidade de rede Consulta Pública Anatel

Leia mais

SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMIDIA (SCM)

SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMIDIA (SCM) Seminário O Projeto da Anatel para o Novo Cenário SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMIDIA (SCM) Luiz Tito Cerasoli Conselheiro Jarbas José Valente Superintendente de Serviços de Comunicação de Massa São Paulo,

Leia mais

Peça para um amigo baixar o programa também, e você pode começar a experimentar o VoIP para ver como funciona. Um bom lugar para procurar é

Peça para um amigo baixar o programa também, e você pode começar a experimentar o VoIP para ver como funciona. Um bom lugar para procurar é VOIP Se você nunca ouviu falar do VoIP, prepare-se para mudar sua maneira de pensar sobre ligações de longa distância. VoIP, ou Voz sobre Protocolo de Internet, é um método para pegar sinais de áudio analógico,

Leia mais

ESTUDO DE VIABILIDADE, PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE UMA REDE VPN (VIRTUAL PRIVATE NETWORK)

ESTUDO DE VIABILIDADE, PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE UMA REDE VPN (VIRTUAL PRIVATE NETWORK) ESTUDO DE VIABILIDADE, PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE UMA REDE VPN (VIRTUAL PRIVATE NETWORK) 1. VPN Segundo TANENBAUM (2003), VPNs (Virtual Private Networks) são redes sobrepostas às redes públicas, mas com

Leia mais

Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens

Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens Academia de Tecnologia da IBM White paper de liderança de pensamento Novembro de 2010 Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens 2 Proteção da nuvem: do desenvolvimento da estratégia

Leia mais

Telecomunicações. Prof. André Y. Kusumoto andre_unip@kusumoto.com.br

Telecomunicações. Prof. André Y. Kusumoto andre_unip@kusumoto.com.br Telecomunicações Prof. André Y. Kusumoto andre_unip@kusumoto.com.br Rede de Telefonia Fixa Telefonia pode ser considerada a área do conhecimento que trata da transmissão de voz através de uma rede de telecomunicações.

Leia mais

CONSULTA PÚBLICA N 31, DE 31 DE JULHO DE 2009

CONSULTA PÚBLICA N 31, DE 31 DE JULHO DE 2009 CONSULTA PÚBLICA N 31, DE 31 DE JULHO DE 2009 Proposta de Alteração do Regulamento sobre Condições de Uso de 2.690 MHz. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES, no uso das atribuições

Leia mais

8º CONGRESSO BRASILEIRO DE JORNAIS ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JORNAIS (ANJ) PAINEL: LIBERDADE DE EXPRESSÃO NA ERA DIGITAL.

8º CONGRESSO BRASILEIRO DE JORNAIS ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JORNAIS (ANJ) PAINEL: LIBERDADE DE EXPRESSÃO NA ERA DIGITAL. 8º CONGRESSO BRASILEIRO DE JORNAIS ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JORNAIS (ANJ) São Paulo, 19 de agosto de 2010 PAINEL: LIBERDADE DE EXPRESSÃO NA ERA DIGITAL Apresentação: A Anatel, a ampliação dos acessos de

Leia mais

TELECOMUNICAÇÕES E REDES

TELECOMUNICAÇÕES E REDES Capítulo 8 TELECOMUNICAÇÕES E REDES 8.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS Quais são as tecnologias utilizadas nos sistemas de telecomunicações? Que meios de transmissão de telecomunicações sua organização

Leia mais

Se eu tenho o serviço de Voz sobre Internet, para quem posso ligar?

Se eu tenho o serviço de Voz sobre Internet, para quem posso ligar? 1 Conheça o sistema de Voz sobre IP (ou VOIP) O que é Voz sobre IP / Voz sobre Internet Protocolo? R. Voz sobre IP permite que você faça ligações telefônicas utilizando uma rede de computadores, como a

Leia mais

Introdução. Disciplina: Suporte Remoto Prof. Etelvira Leite

Introdução. Disciplina: Suporte Remoto Prof. Etelvira Leite Introdução Disciplina: Suporte Remoto Prof. Etelvira Leite Os Benefícios do Trabalho Remoto O mundo assiste hoje à integração e à implementação de novos meios que permitem uma maior rapidez e eficácia

Leia mais

Grupo 1: O fato de a atividade atender ao interesse coletivo é suficiente para manter a autorização dada pelo Poder Público?

Grupo 1: O fato de a atividade atender ao interesse coletivo é suficiente para manter a autorização dada pelo Poder Público? Grupo 1: O fato de a atividade atender ao interesse coletivo é suficiente para manter a autorização dada pelo Poder Público? Quais argumentos poderiam ser usados por uma empresa prestadora de serviço de

Leia mais

Serviço fone@rnp: descrição geral

Serviço fone@rnp: descrição geral Serviço fone@rnp: descrição geral Este documento descreve o serviço de Voz sobre IP da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa. RNP/REF/0347 Versão Final Sumário 1. Apresentação... 3 2. Definições... 3 3. Benefícios

Leia mais

ANEXO IX DIRETRIZES MÍNIMAS PARA EQUIPAMENTOS E SISTEMAS

ANEXO IX DIRETRIZES MÍNIMAS PARA EQUIPAMENTOS E SISTEMAS ANEXO IX DIRETRIZES MÍNIMAS PARA EQUIPAMENTOS E SISTEMAS SUMÁRIO Diretrizes Mínimas para Equipamentos e Sistemas... 3 Introdução... 3 Apêndice I Memorial Descritivo de Sistemas Eletrônicos Equipamentos

Leia mais

Resposta à Consulta Pública sobre VoIP Introdução

Resposta à Consulta Pública sobre VoIP Introdução Resposta à Consulta Pública sobre VoIP Introdução A Radiomóvel considera muito importante esta iniciativa da Anacom que vem no sentido de regular esta nova faceta da prestação de serviço telefónico, fruto

Leia mais

BGAN. Transmissão global de voz e dados em banda larga. Banda larga para um planeta móvel

BGAN. Transmissão global de voz e dados em banda larga. Banda larga para um planeta móvel BGAN Transmissão global de voz e dados em banda larga Banda larga para um planeta móvel Broadband Global Area Network (BGAN) O firm das distâncias O serviço da Rede Global de Banda Larga da Inmarsat (BGAN)

Leia mais

Contribuição da TIA/TEC-LA para a ANATEL sobre o gerenciamento do espectro de rádio-frequência

Contribuição da TIA/TEC-LA para a ANATEL sobre o gerenciamento do espectro de rádio-frequência Contribuição da TIA/TEC-LA para a ANATEL sobre o gerenciamento do espectro de rádio-frequência Sendo uma organização que representa os interesses de fabricantes e fornecdores de produtos e sistemas para

Leia mais

Barômetro. Cisco. Banda Larga. Análise de mercado. 2 o Trimestre/2006. 3 a Edição Setembro/2006

Barômetro. Cisco. Banda Larga. Análise de mercado. 2 o Trimestre/2006. 3 a Edição Setembro/2006 Barômetro Cisco Banda Larga da Análise de mercado 2 o Trimestre/2006 3 a Edição Setembro/2006 Barômetro Cisco da Banda Larga Introdução Você está recebendo a nova edição do Barômetro Cisco da Banda Larga,

Leia mais

Avaliação Independente da Ferramenta Avaliador de Economia com Colaboração por Áudio e na Web da Siemens Enterprise Communications

Avaliação Independente da Ferramenta Avaliador de Economia com Colaboração por Áudio e na Web da Siemens Enterprise Communications Avaliação Independente da Ferramenta Avaliador de Economia com Colaboração por Áudio e na Web da Siemens Enterprise Communications 09 de março de 2011 Mainstay Partners LLC 901 Mariners Island Blvd Suite

Leia mais

Roteamento e Comutação

Roteamento e Comutação Roteamento e Comutação Design de Rede Local Design Hierárquico Este design envolve a divisão da rede em camadas discretas. Cada camada fornece funções específicas que definem sua função dentro da rede

Leia mais

LIGUE TELECOM SOLUÇÕES INOVADORAS PARA QUEM BUSCA COMUNICAÇÃO SEM LIMITES.

LIGUE TELECOM SOLUÇÕES INOVADORAS PARA QUEM BUSCA COMUNICAÇÃO SEM LIMITES. v8.art.br LIGUE TELECOM SOLUÇÕES INOVADORAS PARA QUEM BUSCA COMUNICAÇÃO SEM LIMITES. www.liguetelecom.com.br 0800 888 6700 VOIP FIXO INTERNET LIGUE TELECOM SOLUÇÕES INOVADORAS PARA QUEM BUSCA COMUNICAÇÃO

Leia mais

Análise comparativa da regulamentação do VoIP em diversos países

Análise comparativa da regulamentação do VoIP em diversos países do VoIP em diversos países Renata Figueiredo Santoyo Agência Nacional de Telecomunicações/Anatel renataf@anatel.gov.br Davison Gonzaga da Silva Agência Nacional de Telecomunicações/Anatel davison@anatel.gov.br

Leia mais

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia.

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A EMPRESA A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A experiência da Future Technology nas diversas áreas de TI disponibiliza aos mercados público

Leia mais

REDES CORPORATIVAS. Soluções Avançadas para Comunicação Empresarial

REDES CORPORATIVAS. Soluções Avançadas para Comunicação Empresarial REDES CORPORATIVAS Presente no mercado há 31 anos, a Compugraf atua em vários segmentos da comunicação corporativa, oferecendo serviços e soluções de alta tecnologia, com reconhecida competência em diversos

Leia mais

Tecnologias de Banda Larga

Tecnologias de Banda Larga Banda Larga Banda larga é uma comunicação de dados em alta velocidade. Possui diversas tecnologia associadas a ela. Entre essas tecnologias as mais conhecidas são a ADSL, ISDN, e o Cable Modem. Essas tecnologias

Leia mais

Este tutorial apresenta conceitos e recomendações para o planejamento de uma rede multi-serviço.

Este tutorial apresenta conceitos e recomendações para o planejamento de uma rede multi-serviço. O que se deve considerar no planejamento de uma rede multi-serviço? Este tutorial apresenta conceitos e recomendações para o planejamento de uma rede multi-serviço. Jorge Moreira de Souza Doutor em Informática

Leia mais

Tarifas de banda larga na América Latina e Caribe: Avaliação comparativa e tendências. Hernan Galperin, Universidade de San Andrés (Argentina).

Tarifas de banda larga na América Latina e Caribe: Avaliação comparativa e tendências. Hernan Galperin, Universidade de San Andrés (Argentina). Tarifas de banda larga na América Latina e Caribe: Avaliação comparativa e tendências. Hernan Galperin, Universidade de San Andrés (Argentina). As características de oferta são um indicador chave no desempenho

Leia mais

Revisão dos Contratos de Concessão. O PGMU. Desafio do Backhaul 390 Encontro Tele.Síntese

Revisão dos Contratos de Concessão. O PGMU. Desafio do Backhaul 390 Encontro Tele.Síntese Revisão dos Contratos de Concessão. O PGMU. Desafio do Backhaul 390 Encontro Tele.Síntese Mario Dias Ripper F&R Consultores Brasília, 02 de setembro de 2014. PGMU III Geografia Características do Brasil

Leia mais

Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática CCTCI Câmara dos Deputados. Plano Nacional de Banda Larga

Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática CCTCI Câmara dos Deputados. Plano Nacional de Banda Larga Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática CCTCI Câmara dos Deputados Plano Nacional de Banda Larga Brasília, 30 de março de 2010 ABRAFIX Associaçã ção o Brasileira de Concessionárias

Leia mais

INFRA-ESTRUTURA COMUM PARA PROVEDORES DE SERVIÇOS E EMPRESAS. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com

INFRA-ESTRUTURA COMUM PARA PROVEDORES DE SERVIÇOS E EMPRESAS. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com INFRA-ESTRUTURA COMUM PARA PROVEDORES DE SERVIÇOS E EMPRESAS Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com No passado, os provedores de serviços de telecomunicações projetavam, implementavam e operavam

Leia mais

Assumiu em 2002 um novo desafio profissional como empreendedor e Presidente do Teleco.

Assumiu em 2002 um novo desafio profissional como empreendedor e Presidente do Teleco. VPN: Redes Privadas Virtuais O objetivo deste tutorial é apresentar os tipos básicos de Redes Privadas Virtuais (VPN's) esclarecendo os significados variados que tem sido atribuído a este termo. Eduardo

Leia mais

9R]VREUH,35HJXODomRDFDPLQKR

9R]VREUH,35HJXODomRDFDPLQKR Š%XVFD/HJLVFFMXIVFEU 9R]VREUH,35HJXODomRDFDPLQKR 5RGQH\GH&DVWUR3HL[RWR A comunicação na Internet se estabelece a partir de um SURWRFROR. O termo deriva do grego SURWRFROORQ ( uma folha de papel colada

Leia mais

A SILENCIOSA MUDANÇA DO MODELO DE NEGÓCIOS DO SETOR ELÉTRICO MUNDIAL (*)

A SILENCIOSA MUDANÇA DO MODELO DE NEGÓCIOS DO SETOR ELÉTRICO MUNDIAL (*) A SILENCIOSA MUDANÇA DO MODELO DE NEGÓCIOS DO SETOR ELÉTRICO MUNDIAL (*) A evolução tecnológica proporcionada pelas Smart Grids já colocou em plena marcha, mundialmente e silenciosamente, uma grande mudança

Leia mais

TERMO DE SUBLICENCIAMENTO E AUTORIZAÇÃO DE USO DE SOFTWARE

TERMO DE SUBLICENCIAMENTO E AUTORIZAÇÃO DE USO DE SOFTWARE TERMO DE SUBLICENCIAMENTO E AUTORIZAÇÃO DE USO DE SOFTWARE GLOBAL VILLAGE TELECOM S.A., com sede na cidade de Maringá, estado do Paraná, na Rua João Paulino Vieira Filho, nº 752, 2º andar, Novo Centro,

Leia mais

CONSULTA PÚBLICA ANATEL NÚMERO 241 INTRODUÇÃO

CONSULTA PÚBLICA ANATEL NÚMERO 241 INTRODUÇÃO CONSULTA PÚBLICA ANATEL NÚMERO 241 INTRODUÇÃO A Associação GSM, por meio desta, apresenta por escrito as suas contribuições à Consulta Pública da ANATEL número 241 e respeitosamente solicita que as mesmas

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

F n u d n a d ment n os o Vo V I o P Introdução

F n u d n a d ment n os o Vo V I o P Introdução Tecnologia em Redes de Computadores Fundamentos de VoIP Professor: André Sobral e-mail: alsobral@gmail.com Introdução VoIP (Voice over Internet Protocol) A tecnologia VoIP vem sendo largamente utilizada

Leia mais

Painel IV Aspectos Jurídicos de VoIP. Prof. Dr. Cláudio R. M. Silva

Painel IV Aspectos Jurídicos de VoIP. Prof. Dr. Cláudio R. M. Silva Painel IV Aspectos Jurídicos de VoIP Prof. Dr. Cláudio R. M. Silva 1 Participantes * Cláudio Rodrigues Muniz da Silva DCO / UFRN; * Fabiano André de Sousa Mendonça DPUB / UFRN; * Lívio Peixoto do Nascimento

Leia mais

Meios Físicos de Comunicação

Meios Físicos de Comunicação Meios Físicos de Comunicação Aula 4 Cabeamento Estruturado Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado 1 Conteúdo Cabeamento Não Estruturado Normas Meios Físicos de Comunicação - Cabeamento Estruturado

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico. Parecer Analítico sobre Regras Regularórias n.º 14 COGCM/SEAE/MF

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico. Parecer Analítico sobre Regras Regularórias n.º 14 COGCM/SEAE/MF MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer Analítico sobre Regras Regularórias n.º 14 COGCM/SEAE/MF Brasília, 25 de agosto de 2008. Assunto: Contribuições à Consulta Pública da

Leia mais

Síntese dos debates ocorridos nos fóruns anteriores relacionados ao tema. Inovação e Empreendedorismo. Data: 02/04/2014 Versão 1.0

Síntese dos debates ocorridos nos fóruns anteriores relacionados ao tema. Inovação e Empreendedorismo. Data: 02/04/2014 Versão 1.0 Síntese dos debates ocorridos nos fóruns anteriores relacionados ao tema Inovação e Empreendedorismo Data: 02/04/2014 Versão 1.0 1. INTRODUÇÃO Os relatórios considerados para esta síntese foram: I Fórum

Leia mais

Igor Vilas Boas de Freitas

Igor Vilas Boas de Freitas 18ª Reunião Extraordinária da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática. 26 de maio de 2010 Igor Vilas Boas de Freitas Consultor Legislativo do Senado Federal 1. Quais são os

Leia mais

09 de Outubro de 2000 Vienna, Virginia, EUA

09 de Outubro de 2000 Vienna, Virginia, EUA Teligent, Inc. 8065 Leesburg Pike, Suite 400 Vienna, Virginia 22182 Voice: 703.762.5100 Fax: 703.762.5200 http://www.teligent.com 09 de Outubro de 2000 Vienna, Virginia, EUA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES

Leia mais

Certificação para Parceiros de Canais Axis

Certificação para Parceiros de Canais Axis Axis Communications' Academy Certificação para Parceiros de Canais Axis O mais novo requisito para Parceiros de Soluções também é um dos seus melhores benefícios. Axis Certification Program o padrão mundial

Leia mais

O conceito de colaboração

O conceito de colaboração O conceito de colaboração O conceito de colaboração está ligado às técnicas que possibilitam que pessoas dispersas geograficamente possam trabalhar de maneira integrada, como se estivessem fisicamente

Leia mais

A perspectiva de Operadoras Competitivas de Telecomunicações

A perspectiva de Operadoras Competitivas de Telecomunicações 24 de Março de 2011 As exigências de infraestrutura de TIC para a Copa do Mundo e Olimpíada no Brasil Desafios e Oportunidades na construção do IBC. A perspectiva de Operadoras Competitivas de Telecomunicações

Leia mais

Keynote speech by Senator Walter Pinheiro

Keynote speech by Senator Walter Pinheiro II LATIN AMERICAN PUBLIC POLICY FORUM ON INTERNET, E- COMMERCE AND MOBILE TECHNOLOGIES Economic, Social and Cultural Impact on Latin America's Development Keynote speech by Senator Walter Pinheiro Discussion

Leia mais

Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado Federal. JOÃO REZENDE Presidente da Anatel Anatel

Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado Federal. JOÃO REZENDE Presidente da Anatel Anatel Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado Federal JOÃO REZENDE Presidente da Anatel Anatel Brasília/DF Maio/2013 15 anos de LGT Em 1997, na corrida pelo usuário, a

Leia mais

ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO PROCURADORIA-GERAL FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL - CADE

ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO PROCURADORIA-GERAL FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL - CADE ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO PROCURADORIA-GERAL FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL - CADE PARECER PROCADE Nº 027/2007 VERSÃO PÚBLICA ATO DE CONCENTRAÇÃO Nº 08012.003890/2004-16 REQUERENTE(S): BRASIL TELECOM S.A.

Leia mais

Atualmente dedica-se à Teleco e à prestação de serviços de consultoria em telecomunicações.

Atualmente dedica-se à Teleco e à prestação de serviços de consultoria em telecomunicações. O que esperar dos Serviços VoIP Este tutorial tem por objetivo apresentar os principais conceitos dos serviços VoIP e o que se pode obter desses serviços considerando principalmente as características

Leia mais

Brasileiro faz plano de banda larga dos EUA

Brasileiro faz plano de banda larga dos EUA Brasileiro faz plano de banda larga dos EUA 4 de outubro de 2009 O brasileiro Carlos Kirjner, nomeado pelo presidente Barack Obama para o cargo de conselheiro do diretor-geral da Comissão Federal de Comunicações

Leia mais

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TELECOMUNICAÇÕES As telecomunicações referem -se à transmissão eletrônica de sinais para as comunicações, incluindo meios como telefone, rádio e televisão. As telecomunicações

Leia mais

Respostas do Grupo 4:

Respostas do Grupo 4: Respostas do Grupo 4: Resposta ao Grupo 1: Questão: É possível a garantia de neutralidade de redes ser concretizada para além da obrigatoriedade da interconexão,regulamentada, nos termos do artigo 146

Leia mais

1 Introduc ao 1.1 Hist orico

1 Introduc ao 1.1 Hist orico 1 Introdução 1.1 Histórico Nos últimos 100 anos, o setor de telecomunicações vem passando por diversas transformações. Até os anos 80, cada novo serviço demandava a instalação de uma nova rede. Foi assim

Leia mais

Aprenda a Trabalhar com Telemensagens

Aprenda a Trabalhar com Telemensagens Aprenda a Trabalhar com Telemensagens 2 Incluindo dicas de Cestas, Flores, Presentes e Internet Do Iniciante ao Profissional www.as2.com.br 1 Aprenda a Trabalhar com Telemensagens FASCÍCULO 2 Adquira o

Leia mais

Mude para digital. Sistema de rádio bidirecional digital profissional MOTOTRBO

Mude para digital. Sistema de rádio bidirecional digital profissional MOTOTRBO Sistema de rádio bidirecional digital profissional A solução de comunicação em rádios bidirecionais de próxima geração está aqui, com melhor desempenho, produtividade e preço e mais oportunidades para

Leia mais

CONVERGÊNCIA, VOIP E TRIBUTAÇÃO. Por Leonardo Mussi da Silva

CONVERGÊNCIA, VOIP E TRIBUTAÇÃO. Por Leonardo Mussi da Silva CONVERGÊNCIA, VOIP E TRIBUTAÇÃO Por Leonardo Mussi da Silva Evolução do sistema telefônico como tudo começou 1875 Alexander Graham Bell e Thomas Watson, em projeto dedicado a telegrafia, se depararam com

Leia mais

Por dentro do mercado de médio porte: Uma perspectiva para 2011

Por dentro do mercado de médio porte: Uma perspectiva para 2011 Janeiro 2011 Exclusivamente para empresas de médio porte Por dentro do mercado de médio porte: Uma perspectiva para 2011 Relatório para o Brasil Panorama global: Pesquisa com 2.112 líderes do mercado de

Leia mais

A Regulação dos Serviços de Telecomunicações Convergentes para a Inclusão Social

A Regulação dos Serviços de Telecomunicações Convergentes para a Inclusão Social A Regulação dos Serviços de Telecomunicações Convergentes para a Inclusão Social 50 0 PAINEL TELEBRASIL 2006 Angra dos Reis, RJ, 2 de junho de 2006 José Leite Pereira Filho Conselheiro Diretor Conselheiro

Leia mais

NOVA REGULAMENTAÇÃO DO SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA

NOVA REGULAMENTAÇÃO DO SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA NOVA REGULAMENTAÇÃO DO SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA Luiz Fernando Fauth Agência Nacional de Telecomunicações ANATEL ibusiness 2011 Curitiba, 24/11/2011 SUMÁRIO Cenário atual do SCM Consulta Pública

Leia mais

4 Mercado setor de telecomunicações

4 Mercado setor de telecomunicações 4 Mercado setor de telecomunicações Nesta sessão é apresentada uma pequena visão geral do mercado de telecomunicações no Brasil, com dados históricos dos acontecimentos mais relevantes a este trabalho,

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Coordenação-Geral de Energia

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Coordenação-Geral de Energia - MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Coordenação-Geral de Energia Parecer Analítico sobre Regras Regulatórias nº 33/COGEN/SEAE/MF Brasília, 14 de outubro de 2011. Assunto: Audiência

Leia mais

H.323: Visual telephone systems and equipment for local area networks which provide a nonguaranteed

H.323: Visual telephone systems and equipment for local area networks which provide a nonguaranteed UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ H.323: Visual telephone systems and equipment for local area networks which provide a nonguaranteed quality of service Resumo para a disciplina de Processamento Digital de

Leia mais

6127. Redes comunicação de dados. RSProf@iol.pt. 2014/2015. Introdução.

6127. Redes comunicação de dados. RSProf@iol.pt. 2014/2015. Introdução. Sumário 6127. Redes comunicação de dados. 6127. Redes comunicação de dados A Internet: Permite a interação entre pessoas. 6127. Redes comunicação de dados A Internet: Ensino; Trabalho colaborativo; Manutenção

Leia mais

UNIDADE II. Fonte: SGC Estácio e Marco Filippetti

UNIDADE II. Fonte: SGC Estácio e Marco Filippetti UNIDADE II Metro Ethernet Fonte: SGC Estácio e Marco Filippetti Metro Ethernet é um modo de utilizar redes Ethernet em áreas Metropolitanas e geograficamente distribuídas. Esse conceito surgiu pois, de

Leia mais

APRESENTAÇÃO CORPORATIVA

APRESENTAÇÃO CORPORATIVA APRESENTAÇÃO CORPORATIVA Julho de 2011 Mercado Brasileiro de Telecomunicações Oi: Perfil, Cobertura e Estratégia Resultados Operacionais e Financeiros Aliança com a Portugal Telecom e Aumento de Capital

Leia mais

SERVIÇO DE ANÁLISE DE REDES DE TELECOMUNICAÇÕES APLICABILIDADE PARA CALL-CENTERS VISÃO DA EMPRESA

SERVIÇO DE ANÁLISE DE REDES DE TELECOMUNICAÇÕES APLICABILIDADE PARA CALL-CENTERS VISÃO DA EMPRESA SERVIÇO DE ANÁLISE DE REDES DE TELECOMUNICAÇÕES APLICABILIDADE PARA CALL-CENTERS VISÃO DA EMPRESA Muitas organizações terceirizam o transporte das chamadas em seus call-centers, dependendo inteiramente

Leia mais

Comissão Especial PL nº 1.481/2007. AUDIÊNCIA PÚBLICA 13 de Maio de 2008. Vilson Vedana Presidente do Conselho Consultivo da Anatel

Comissão Especial PL nº 1.481/2007. AUDIÊNCIA PÚBLICA 13 de Maio de 2008. Vilson Vedana Presidente do Conselho Consultivo da Anatel Comissão Especial PL nº 1.481/2007 AUDIÊNCIA PÚBLICA 13 de Maio de 2008 Vilson Vedana Presidente do Conselho Consultivo da Anatel 1 O QUE É O CONSELHO CONSULTIVO DA ANATEL Art.33 da Lei nº 9.472, de 1997:

Leia mais

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES 1. Conectando a Empresa à Rede As empresas estão se tornando empresas conectadas em redes. A Internet e as redes de tipo Internet dentro da empresa (intranets), entre uma

Leia mais

Sr. Secretário de Estado do Empreendorismo e da Inovação, caríssimos convidados, minhas senhoras e meus senhores, muito bom dia.

Sr. Secretário de Estado do Empreendorismo e da Inovação, caríssimos convidados, minhas senhoras e meus senhores, muito bom dia. Sr. Secretário de Estado do Empreendorismo e da Inovação, caríssimos convidados, minhas senhoras e meus senhores, muito bom dia. Bem-vindos à Conferência da ANACOM. Antes de mais gostaria de agradecer

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 390/XI/1.ª SERVIÇO UNIVERSAL DE ACESSO À INTERNET EM BANDA LARGA

PROJECTO DE LEI N.º 390/XI/1.ª SERVIÇO UNIVERSAL DE ACESSO À INTERNET EM BANDA LARGA Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 390/XI/1.ª SERVIÇO UNIVERSAL DE ACESSO À INTERNET EM BANDA LARGA Exposição de motivos O acesso à internet assume hoje um papel crucial na nossa sociedade, devendo

Leia mais

Valor Comercial das Telecomunicações. Telecomunicações nas Empresas. Superar barreiras geográficas. Superar barreiras do tempo

Valor Comercial das Telecomunicações. Telecomunicações nas Empresas. Superar barreiras geográficas. Superar barreiras do tempo Valor Comercial das Telecomunicações Superar barreiras geográficas Atendimento ao cliente/preenchimento de pedidos Superar barreiras do tempo Consultas de crédito (POS) Superar barreiras de custo Videoconferência

Leia mais

Projeto de Redes Top-Down

Projeto de Redes Top-Down Projeto de Redes Top-Down Referência: Slides extraídos (material de apoio) do livro Top-Down Network Design (2nd Edition), Priscilla Oppenheimer, Cisco Press, 2010. http://www.topdownbook.com/ Alterações

Leia mais

A EMPRESA SOLUÇÕES CORPORATIVAS SOLUÇÕES PARA OPERADORAS. Wholesale. Servidores SIP. Flat Fixo Brasil em CLI. IPBX Segurança e economia

A EMPRESA SOLUÇÕES CORPORATIVAS SOLUÇÕES PARA OPERADORAS. Wholesale. Servidores SIP. Flat Fixo Brasil em CLI. IPBX Segurança e economia A EMPRESA A ROTA BRASIL atua no mercado de Tecnologia nos setores de TI e Telecom, buscando sempre proporcionar às melhores e mais adequadas soluções aos seus Clientes. A nossa missão é ser a melhor aliada

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DE TEOLOGIA APLICADA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM REDES E SEGURANÇA DE SISTEMAS TELEFONIA IP E VOIP RESUMO

INSTITUTO SUPERIOR DE TEOLOGIA APLICADA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM REDES E SEGURANÇA DE SISTEMAS TELEFONIA IP E VOIP RESUMO INSTITUTO SUPERIOR DE TEOLOGIA APLICADA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM REDES E SEGURANÇA DE SISTEMAS TELEFONIA IP E VOIP RESUMO Artigo Científico Curso de Pós-Graduação em Redes e Segurança de Sistemas Instituto

Leia mais

Modelo OSI. Prof. Alexandre Beletti Ferreira. Introdução

Modelo OSI. Prof. Alexandre Beletti Ferreira. Introdução Modelo OSI Prof. Alexandre Beletti Ferreira Introdução Crescimento das redes de computadores Muitas redes distintas International Organization for Standardization (ISO) Em 1984 surge o modelo OSI Padrões

Leia mais

(Versão revista e atualizada do tutorial original publicado em 26/11/2002).

(Versão revista e atualizada do tutorial original publicado em 26/11/2002). Acesso à Internet Este tutorial apresenta as formas de acesso a Internet disponíveis para o usuário brasileiro, e apresenta os números atuais da Internet no Brasil. (Versão revista e atualizada do tutorial

Leia mais

DEZ RAZÕES PARA MUDAR PARA SISTEMA DE VÍDEO BASEADO EM IP. Ou o que seu vendedor de câmeras analógicas não lhe dirá

DEZ RAZÕES PARA MUDAR PARA SISTEMA DE VÍDEO BASEADO EM IP. Ou o que seu vendedor de câmeras analógicas não lhe dirá DEZ RAZÕES PARA MUDAR PARA SISTEMA DE VÍDEO BASEADO EM IP Ou o que seu vendedor de câmeras analógicas não lhe dirá 1. ALTA RESOLUÇÃO Câmeras baseadas em IP não estão restritas à baixa resolução das câmeras

Leia mais

Numeração Telefônica no Brasil. Este tutorial apresenta a estrutura básica do plano de numeração utilizada em sistemas telefônicos no Brasil.

Numeração Telefônica no Brasil. Este tutorial apresenta a estrutura básica do plano de numeração utilizada em sistemas telefônicos no Brasil. Numeração Telefônica no Brasil Este tutorial apresenta a estrutura básica do plano de numeração utilizada em sistemas telefônicos no Brasil. Eduardo Tude Engenheiro de Teleco (IME 78) e Mestre em Teleco

Leia mais

Resultados da Lei de Informática - Uma Avaliação. Parte 4 - Programas Prioritários em Informática

Resultados da Lei de Informática - Uma Avaliação. Parte 4 - Programas Prioritários em Informática Resultados da Lei de Informática - Uma Avaliação Parte 4 - Programas Prioritários em Informática Rede Nacional de Pesquisa Ministério da Ciência e Tecnologia Resultados da Lei de Informática - Uma Avaliação

Leia mais

Detalhamento do Plano

Detalhamento do Plano PLANO ALTERNATIVO LOCAL PLANO Nº 032 A. Empresa: OI (TELEMAR NORTE LESTE S.A.), autorizatária do Serviço Telefônico Fixo Comutado na Modalidade Local, na Região III e no Setor 3 da Região 1 do Plano Geral

Leia mais

O que é Gerenciamento de Redes de Computadores? A gerência de redes de computadores consiste no desenvolvimento, integração e coordenação do

O que é Gerenciamento de Redes de Computadores? A gerência de redes de computadores consiste no desenvolvimento, integração e coordenação do O que é Gerenciamento de Redes de Computadores? A gerência de redes de computadores consiste no desenvolvimento, integração e coordenação do hardware, software e usuários para monitorar, configurar, analisar,

Leia mais

Apostilas de Eletrônica e Informática SDH Hierarquia DigitaL Síncrona

Apostilas de Eletrônica e Informática SDH Hierarquia DigitaL Síncrona SDH A SDH, Hierarquia Digital Síncrona, é um novo sistema de transmissão digital de alta velocidade, cujo objetivo básico é construir um padrão internacional unificado, diferentemente do contexto PDH,

Leia mais