Testes de Hipótese PARA COMPUTAÇÃO

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Transcrição:

Testes de Hipótese MONITORIA DE ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE PARA COMPUTAÇÃO

Testes de Hipóteses Um teste de hipótese é uma técnica de análise usada para estimar se uma hipótese sobre a população está correta, usando os dados de uma amostra. Hipóteses Estatísticas sobre médias Suposições: H 0 Hipótese nula Suposição feita sobre a população, que pode ou não ser rejeitada H 1 Hipótese alternativa Suposição contrária sobre a população, que pode ser validada somente se H 0 for rejeitada Ex.: H 0 : a média é igual a 30 H 1 : a média é diferente de 30 ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE PARA COMPUTAÇÃO 2

As Hipóteses Hipótese Nula Também definida como H O ; Podemos rejeitá-la em favor da hipótese alternativa, ou não rejeitá-la, caso haja evidência de que esteja correta. Hipótese Alternativa Também definida como H a ; Só é válida quando a hipótese nula é rejeitada, ou seja, ela é a alternativa à nossa suposição principal. ATENÇÃO! Nunca podemos dizer que aceitamos uma hipótese nula! Podemos fazer uma analogia: H 0 : Pedro é inocente de um crime de assassinato; H 1 : Pedro é culpado de um crime de assassinato; Podemos rejeitar a hipótese de que Pedro seja inocente se apresentarmos provas o suficiente pra isso. Porém, se não tivermos provas o suficiente para identificá-lo como culpado, também não podemos dizer que ele é inocente por falta de provas. ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE PARA COMPUTAÇÃO 3

O passo a passo Passo 1 Interprete a situação de modo a identificar a suposição sobre a média populacional μ; Passo 2 Construa as hipóteses, considerando a média em questão e defina qual o tipo de teste (unilateral, bilateral); Passo 3 Obtenha o grau de significância e os dados da amostra fornecida se o teste for bilateral, a significância é a metade; Passo 4 Verifique qual o tipo de distribuição mais apropriado (normal ou t-student) de acordo com o tamanho da amostra e se o desvio populacional foi informado; Passo 5 Calcule a estatística de teste, usando: Z = x μ σ n (para a normal) t = x μ s n (para a t-student) Passo 6 Obtenha a região crítica, usando o grau de significância e a tabela Normal Padrão ou t- Student. Passo 7 Interprete a estatística de teste de acordo com a região crítica para verificar se a hipótese nula será ou não será rejeitada. Se z ou t corresponder a valores da região crítica, rejeite H 0, caso contrário, não rejeite H 0. ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE PARA COMPUTAÇÃO 4

Tipos de Teste Os tipos de hipótese definem qual será a região crítica a ser considerada: Bilateral H 0 : a média é igual a algum valor H 1 : a média é diferente de algum valor Unilateral à direita H 0 : a média é igual (ou menor) a algum valor H 1 : a média é maior a algum valor Unilateral à esquerda H 0 : a média é igual (ou maior) a algum valor H 1 : a média é menor a algum valor H 0 : µ = µ 0 H a : µ µ 0 H 0 : µ µ 0 H a : µ > µ 0 H 0 : µ µ 0 H a : µ < µ 0 ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE PARA COMPUTAÇÃO 5

Como saber qual distribuição utilizar? Use a distribuição normal com: Sim Z = x μ σ n Início O valor de σ é conhecido? Pode-se usar a Normal Padrão apenas como aproximação: Z = x μ s n Não Use a distribuição t-student com: x μ t = s n e n 1 graus de liberdade. Tamanho da amostra n > 30? ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE PARA COMPUTAÇÃO 6

Como interpretar um teste? Devemos comparar a estatística do teste com a região crítica obtida através da distribuição! Estatística do teste x μ Z calc = σ n De acordo com o nível de significância e com o tipo de teste, obtemos a região crítica IMPORTANTE! Se o teste for bilateral, considere α/2! Utilizamos o valor de Z calculado para verificar se ele está na região crítica! Se não estiver na região crítica, a H 0 não é rejeitada Se estiver na região crítica, a H 0 é rejeitada ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE PARA COMPUTAÇÃO 7

Teste de Hipóteses para duas amostras O procedimento é o mesmo, apenas consideramos as estatísticas de teste a seguir: z = x 1 x 2 σ 2 1 n1 +σ 2 n2 t = x 1 x 2 s 2 1 n1 +s 2 n2 Obs.: para t-student, o grau de liberdade é o menor entre os valores de n 1 1 e n 2 1. Obs. 2: considere que o teste acima é válido para amostras de populações diferentes. Não será cobrado testes para amostras da mesma população (amostras dependentes), pois a estimação da variância é feita de outra forma. ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE PARA COMPUTAÇÃO 8

Tipos de Teste de 2 amostras Bilateral H 0 : a dif. entre médias é igual a zero H 1 : a dif. entre médias é diferente de zero Unilateral à direita H 0 : a dif. entre médias é igual ou menor a zero H 1 : a dif. entre médias é maior que zero Unilateral à esquerda H 0 : a dif. entre médias é igual ou maior a zero H 1 : a dif. entre médias é menor que zero H 0 : µ 1 - µ 2 = 0 H a : µ 1 - µ 2 0 H 0 : µ 1 - µ 2 0 H a : µ 1 - µ 2 > 0 H 0 : µ 1 - µ 2 0 H a : µ 1 - µ 2 < 0 ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE PARA COMPUTAÇÃO 9

Tipos de Teste de 2 amostras Bilateral H 0 : as duas médias são iguais H 1 : as duas médias são diferentes Unilateral à direita H 0 : a média 1 é igual ou menor a média 2 H 1 : a média 1 é maior que a média 2 Unilateral à esquerda H 0 : a média 1 é igual ou maior a média 2 H 1 : a média 1 é menor que a média 2 H 0 : µ 1 - µ 2 = 0 H a : µ 1 - µ 2 0 H 0 : µ 1 - µ 2 0 H a : µ 1 - µ 2 > 0 H 0 : µ 1 - µ 2 0 H a : µ 1 - µ 2 < 0 ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE PARA COMPUTAÇÃO 10

Exemplo 1. Uma fábrica anuncia que o índice de nicotina dos cigarros da marca X apresenta-se abaixo de 26 mg por cigarro. Um laboratório realiza 10 análises do índice obtendo: 26, 24, 23, 22, 28, 25, 27, 26, 28, 24. Sabe-se que o índice de nicotina dos cigarros da marca X se distribui normalmente com variância 5,36 mg². Pode-se aceitar a afirmação do fabricante, ao nível de 5%? Vamos seguir o passo a passo que definimos antes... ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE PARA COMPUTAÇÃO 11

Exemplo Passo 1 Interprete a situação de modo a identificar a suposição sobre a média populacional μ. O problema diz: Uma fábrica anuncia que o índice de nicotina dos cigarros da marca X apresenta-se abaixo de 26 mg por cigarro. Logo, estamos supondo que a média populacional é menor que 26 mg por cigarro. ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE PARA COMPUTAÇÃO 12

Exemplo Passo 2 Construa as hipóteses, considerando a média em questão e defina qual o tipo de teste (unilateral, bilateral); O problema diz: Uma fábrica anuncia que o índice de nicotina dos cigarros da marca X apresenta-se abaixo de 26 mg por cigarro. Nosso objetivo é testar esta hipótese, de forma que devemos rejeitar ou não rejeitar a hipótese contrária. Logo, as hipóteses serão: H 0 : a média é maior ou igual a 26 mg. H 1 : a média é menor que 26 mg. Dessa forma, o teste é unilateral à esquerda. ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE PARA COMPUTAÇÃO 13

Exemplo Passo 3 Obtenha o grau de significância e os dados da amostra fornecida se o teste for bilateral, a significância é a metade; A amostra fornecida é 26, 24, 23, 22, 28, 25, 27, 26, 28, 24. Dessa forma, calculando a média, temos: x = 1 n i=1 n x i = 253 = 25,3. 10 O nível de significância a ser considerado é 5% (0,05). Se fosse um teste bilateral, teríamos que considerar 2,5% (0,025). ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE PARA COMPUTAÇÃO 14

Exemplo Passo 4 Verifique qual o tipo de distribuição mais apropriado (normal ou t-student) de acordo com o tamanho da amostra e se o desvio populacional foi informado; Verificamos que, apesar do tamanho da amostra ser menor que 30, o valor do desvio padrão populacional é conhecido, portanto usaremos a distribuição normal para calcular a estatística do teste. Início Tamanho da amostra n > 30? Não O valor de σ é conhecido? Sim Use a distribuição normal com: Z = x μ σ n ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE PARA COMPUTAÇÃO 15

Exemplo Passo 5 Calcule a estatística de teste, usando: Z = x μ σ (para a normal) ou t = x μ s n n (para a t-student) Utilizando os dados já fornecidos, calculamos a estatística: Z calc = x μ σ = 25,3 26 = 25,3 26 n 5,36/ 10 0,73 = 0,959 ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE PARA COMPUTAÇÃO 16

Exemplo Passo 6 Obtenha a região crítica, usando o grau de significância e a tabela Normal Padrão ou t-student. Antes de obtermos o valor de Z correspondente à região crítica na tabela, é importante observar que a tabela possui valores correspondentes à região de 0 até z 0, quando precisamos procurar pelo valor de z até infinito. Região crítica Neste caso precisamos procurar na tabela o valor de z correspondente a 0,5 alfa! ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE PARA COMPUTAÇÃO 17

Exemplo Passo 6 Obtenha a região crítica, usando o grau de significância e a tabela Normal Padrão ou t-student. Com o nível de significância = 0,05, obtemos o valor correspondente a 0,5 0,05 = 0,45 na tabela da Normal Padrão (ao lado) que é 1,64. Obs.: como não há 0,45 na tabela, pegamos o valor mais próximo, 0,4495. Logo, a região crítica é, 1,64 ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE PARA COMPUTAÇÃO 18

Exemplo Se fôssemos usar a distribuição t-student: O valor da região crítica estará na parte interna da tabela, logo procuraremos pelo valor 0,45 nas colunas (ao contrário da Normal Padrão). O valor será correspondente a n 1 graus de liberdade, aonde n é o tamanho da amostra. Como o tamanho da amostra é 10, temos 9 graus de liberdade. Nesse caso, o valor obtido é 1,8331, então a região crítica seria:, 1,8331 ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE PARA COMPUTAÇÃO 19

Exemplo Passo 7 Interprete a estatística de teste de acordo com a região crítica para verificar se a hipótese nula será ou não será rejeitada. Se z ou t corresponder a valores da região crítica, rejeite H 0, caso contrário, não rejeite H 0. O valor da estatística do teste calculado foi de -0,959, que se encontra fora da região crítica. Logo, não podemos rejeitar H 0, ou seja, não possuímos evidência suficiente para afirmar que a nicotina nos cigarros é menor do que 26 mg. Então, com base nessa amostra, a afirmação do fabricante é falsa. Z 1,64 0,959 ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE PARA COMPUTAÇÃO 20

Exercícios 1) Uma fábrica de automóveis anuncia que seus carros consomem, em média, 10 litros de gasolina por 100 quilômetros, com desvio padrão de 0,8 litros. Uma revista desconfia que o consumo é maior e resolve testar essa afirmação. Para tal, analisa 35 automóveis dessa marca, obtendo como consumo médio 10,2 litros por 100 quilômetros. Considerando que o consumo siga o modelo Normal, o que a revista pode concluir sobre o anúncio da fábrica ao nível de 1%? ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE PARA COMPUTAÇÃO 21

Exercícios 2) A altura dos adultos de uma certa cidade tem distribuição normal com média de 164 cm e desvio padrão de 5,82 cm. Deseja-se saber se as condições sociais desfavoráveis vigentes na parte pobre da cidade causam um retardamento no crescimento dessa população. Para isso, levantou-se uma amostra de 144 adultos dessa parte da cidade, obtendo-se a média de 162 cm. Pode esse resultado indicar que os adultos residentes na área são em média mais baixos que os demais habitantes da cidade ao nível de 5%? ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE PARA COMPUTAÇÃO 22

Exercícios 3) ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE PARA COMPUTAÇÃO 23

Exercícios 4) ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE PARA COMPUTAÇÃO 24

Exercícios 5) ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE PARA COMPUTAÇÃO 25

Dúvidas? ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE PARA COMPUTAÇÃO 26