ROTA DE APRENDIZAGEM História 7º ano

Documentos relacionados
DOMÍNIO/SUBDOMÍNIO OBJETIVOS GERAIS DESCRITORES DE DESEMPENHO CONTEÚDOS

Conceitos Domínios a trabalhar Experiências de aprendizagem Sugestões de recursos Hominização

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANTÓNIO FEIJÓ 7º ANO PLANIFICAÇÃO ANUAL DE HISTÓRIA PLANIFICAÇÃO A LONGO E MÉDIO PRAZO

Conceitos Domínios a trabalhar Experiências de aprendizagem Sugestões de recursos Avaliação Aulas

H I S T Ó R I A P L A N I F I C A Ç Ã O A M É D I O P R A Z O. DISCIPLINA: História ANO: 7 TURMAS: B, C e D ANO LECTIVO: 2011/

Planificação Anual. Calendarização (50 m) previsão. Domínio/Objetivos Descritores de Desempenho Atividades/Estratégias Avaliação.

ANO LETIVO PLANIFICAÇÃO DE MÉDIO PRAZO 7º ANO

AGRUPAMENTO de ESCOLAS Nº1 de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2013/2014 PLANIFICAÇÃO ANUAL

Das sociedades recoletoras às primeiras civilizações. Domínio. Subdomínios. Das sociedades recoletoras às primeiras sociedades produtoras.

Ano Lectivo 2014/ ºCiclo 7 ºAno. 7.º Ano 1º Período. Domínios / subdomínios Ojetivos Gerais / Metas Competências Específicas Avaliação

PLANO DE ESTUDOS DE HISTÓRIA 7.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE HISTÓRIA - 7.º ANO

ROTA DE APRENDIZAGEM História 7º Ano. Iniciando a rota de aprendizagem

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PROF. PAULA NOGUEIRA - OLHÃO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAS E HUMANAS PROGRAMA CURRICULAR HISTÓRIA 7º ANO

ESCOLA: Dr. Solano de Abreu DISCIPLINA: HISTÓRIA ANO: 7º ANO LETIVO 2013/2014 ATIVIDADES ESTRATÉGIAS. Análise de informação do manual

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO ESCOLA SECUNDÁRIA/3 RAINHA SANTA ISABEL ESTREMOZ PLANIFICAÇÃO ANUAL / MÉDIO PRAZO HISTÓRIA 7.º ANO ANO LETIVO 2017/2018

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SAMORA CORREIA ESCOLA BÁSICA PROF. JOÃO FERNANDES PRATAS ESCOLA BÁSICA DE PORTO ALTO

PLANIFICAÇÃO DE 7º ANO DISCIPLINA DE HISTÓRIA. 1.1 Das sociedades recoletoras às primeiras sociedades produtoras

ESCOLA SECUNDÁRIA DR SOLANO ABREU ABRANTES. PERÍODO LECTIVO 1. Tratamento de informação / Utilização de Fontes. AULAS PREVISTAS

PLANIFICAÇÃO ANUAL DISCIPLINA DE HISTÓRIA 7 º ANO DE ESCOLARIDADE

PLANIFICAÇÃO DE HISTÓRIA - 7º ANO

DEPARTAMENTO: CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS PLANIFICAÇÃO DE HISTÓRIA 7º ANO

PROGRAMA E METAS CURRICULARES DE HISTÓRIA / APRENDIZAGENS ESSENCIAIS HISTÓRIA, 7.º ANO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 3.º Ciclo do Ensino Básico Departamento de Ciências Sociais e Humanas Disciplina: História -7º ano

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS À BEIRA DOURO Escola Básica e Secundária À Beira Douro - Medas Ano lectivo 2010/2011

PLANIFICAÇÃO ANUAL DISCIPLINA DE HISTÓRIA 7 º ANO DE ESCOLARIDADE

PERFIL DE APRENDIZAGENS 7 ºANO

Agrupamento de Escolas de Terras de Bouro

Planificação História 7º Ano

DOMÍNIO/SUBDOMÍNIO OBJETIVOS GERAIS DESCRITORES DE DESEMPENHO CONTEÚDOS

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO BONFIM ESCOLA SECUNDÁRIA MOUZINHO DA SILVEIRA

Disciplina: História Perfil de Aprendizagens Específicas O aluno é capaz de:

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2º CICLO

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS APRENDIZAGENS ESSENCIAIS TEMPO. Identificar e localizar os elementos geométricos da esfera terrestre numa rede cartográfica;

Participa na selecção de informação adequada aos temas em estudo; Interpreta documentos com mensagens diversificadas;

Reconhecer no fabrico de instrumentos e no domínio sobre a natureza momentos cruciais para o desenvolvimento da Humanidade;

AGRUPAMENTO de ESCOLAS Nº1 de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2013/2014 HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL- 5º ANO PLANIFICAÇÃO ANUAL

Escola Básica Carlos Gargaté - Mais de 20 Anos a Educar. Departamento de Ciências Sociais e Humanas 2017/ História 7º/8º Ano

AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2016/2017 PLANIFICAÇÃO ANUAL

HISTÓRIA 7º ANO PLANIFICAÇÃO ANO LETIVO 2014/2015

HISTÓRIA 7º ANO PLANIFICAÇÃO ANO LETIVO 2016/2017

MATRIZ DE PROVA DE AVALIAÇÃO - ENSINO SECUNDÁRIO RECORRENTE (Portaria 242/2013) ÉPOCA DE JANEIRO/2018 REGIME NÃO PRESENCIAL

MATRIZ DE PROVA DE AVALIAÇÃO - ENSINO SECUNDÁRIO RECORRENTE (Portaria 242/2013) REGIME NÃO PRESENCIAL

MATRIZ DE PROVA DE EXAME - ENSINO SECUNDÁRIO RECORRENTE (Portaria 242/2013) ÉPOCA DE JUNHO/2017

ATIVIDADES ESTRATÉGIAS

ESCOLA SECUNDÁRIA JOÃO GONÇALVES ZARCO PLANIFICAÇÃO ANUAL DA DISCIPLINA DE HISTÓRIA. 7ºANO (Ano Letivo 2015/2016)

MATRIZ DE PROVA DE AVALIAÇÃO - ENSINO SECUNDÁRIO RECORRENTE (Portaria 242/2013) ÉPOCA DE ABRIL/2018 REGIME NÃO PRESENCIAL

PLANIFICAÇÃO ANUAL DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL 5º ANO História e Geografia de Portugal

Doc. 59. Nome: Ano: Turma: Nº.:

MATRIZ PROVA EXTRAORDINÁRIA DE AVALIAÇÃO HISTÓRIA Maio de º Ano 3.º Ciclo do Ensino Básico

DEPARTAMENTO CURRICULAR DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS. PLANO CURRICULAR DA DISCIPLINA DE HISTÓRIA E DE GEOGRAFIA DE PORTUGAL 5º Ano

Agrupamento de Escolas de Santo André Departamento de Ciências Sociais e Humanas Ano letivo 2017/2018

METAS CURRICULARES DE HISTÓRIA

AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2016/2017 PLANIFICAÇÃO ANUAL. Documento Orientado: Programa da Disciplina

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO RESTELO

Das sociedades recoletoras às primeiras sociedades produtoras

Escola Secundária Dr. José Afonso

Prof. José Augusto Fiorin

INTRODUÇÃO 7.º ANO 3.º CICLO DO ENSINO BÁSICO HISTÓRIA APRENDIZAGENS ESSENCIAS ARTICULAÇÃO COM O PERFIL DOS ALUNOS

Planificação Anual de História e Geografia de Portugal 5º Ano (Ano letivo: 2017/2018)

ANO LETIVO 2016 / DISCIPLINA: História e Geografia de Portugal ANO: 5.º F

Planejamento das Aulas de História º ano (Prof. Leandro)

Doc. 59. Nome: Ano: Turma: Nº.:

Operacionalização das aprendizagens essenciais História 7º ano

Primeiro Período. Segundo Período GRUPO DISCIPLINAR DE HISTÓRIA HGP. Ano letivo de Informação aos Pais / Encarregados de Educação

Departamento de Ciências Sociais e Humanas Ano

HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL

PERFIL DE APRENDIZAGENS 5ºANO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CUBA Escola Básica Integrada c/ Jardim de Infância Fialho de Almeida, Cuba Ano Lectivo 2007/2008

PLANIFICAÇÃO - 10º ANO - HISTÓRIA A NER. Ano Letivo 2017/2018. Tempos. Conceitos/ Noções. Situações de Aprendizagem

EXTERNATO DA LUZ ANO LECTIVO DE 2010 / 2011

Informação aos Pais / Encarregados de Educação Programação do 5º Ano. Turmas 5º1 5º2 5º3. 1º Período 38 aulas 38 aulas 38 aulas

ANO LETIVO 2018/2019 CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO DE HISTÓRIA E CULTURA DAS ARTES - 10º Ano

INTRODUÇÃO. 7.º ANO 3.º CICLO DO ENSINO BÁSICO História APRENDIZAGENS ESSENCIAIS ARTICULAÇÃO COM O PERFIL DOS ALUNOS

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS CASTRO DAIRE (ANO LETIVO 2012/2013)

PLANIFICAÇÃO ANUAL 8º ANO HISTÓRIA

Transcrição:

ROTA DE APRENDIZAGEM 2017-18 História 7º ano TEMA A Das sociedades recoletoras às primeiras civilizações A1 As sociedades recoletoras e as primeiras sociedades produtoras Meta 1 - Conhecer o processo de hominização. Meta 2 - Conhecer e compreender as características das sociedades do Paleolítico. Meta 3 - Compreender as vivências religiosas e as manifestações artísticas do Homem do Paleolítico. Meta 4 - Compreender e comparar as sociedades produtoras com as sociedades recoletoras. Meta 5 - Conhecer e compreender os cultos e a arte dos homens do neolítico. Questões orientadoras Descritores de aprendizagem Conceitos Quais foram as principais conquistas dos seres humanos ao longo do seu processo de evolução? Como era a vida dos caçadoresrecoletores? Quais eram as manifestações artísticas e as práticas rituais das sociedades recoletoras? Localizar no tempo e no espaço a origem dos hominídeos; Identificar as principais fases de evolução desde o Australopithecus ao Homo sapiens sapiens; Compreender o conceito de Hominização ; Reconhecer o fabrico de instrumentos, o domínio do fogo e linguagem verbal como conquistas fundamentais no processo de hominização. Identificar as profundas alterações climáticas como causa principal da distribuição geográfica dos primeiros grupos humanos; Comparar recoleção com nomadismo; Relacionar metodologias de caça de animais de grande porte com a complexificação das interações humanas e com o crescimento da população; Identificar os instrumentos fabricados pelo Homem, as respetivas funções e as implicações em termos de divisão técnica e sexual do trabalho; Descrever o modo de vida das primeiras sociedades humanas. Reconhecer a existência no paleolítico de crenças mágicas e religiosas e ritos funerários; Hominização; Pré-História; Fonte histórica; Arqueólogo. Economia recoletora; Nomadismo; Paleolítico. Práticas rituais; Arte rupestre. Página 1 de 11

Como surgiram a agricultura e a domesticação de animais? Como era a vida das primeiras comunidades produtoras? Quais eram as crenças e os cultos religiosos das primeiras sociedades produtoras? Explicar a importância da religião e dos rituais que lhe estão associados; Distinguir arte móvel de arte rupestre. Identificar no espaço exemplos de arte rupestre. Compreender a importância das regiões temperadas para o surgimento da economia de produção; Relacionar economia de produção com a sedentarização (Revolução Neolítica); Indicar no espaço o Crescente Fértil. Compreender o modo de vida das sociedades produtoras; Relacionar a Revolução Neolítica com o aumento da população, com a acumulação de riqueza, com o surgimento da propriedade privada e com a diferenciação social. Integrar as novas atividades artesanais nas necessidades da economia de produção e das sociedades sedentárias. Comparar os modos de vida do paleolítico e do neolítico. Identificar o surgimento de objetos e construções associados aos cultos agrários. Descrever os monumentos megalíticos, associando-os quer a rituais funerários com diferenciação social, quer aos cultos agrários. Comparar a arte do paleolítico com a arte do neolítico. Identificar no espaço exemplos de monumentos megalíticos. Economia de produção; Sedentarização. Neolítico. Monumentos megalíticos. A2 Contributos das civilizações urbanas Meta 6 - Conhecer e compreender a formação das primeiras civilizações urbanas. Meta 7 - Conhecer e compreender as relações económicas e as estruturas sociais (a partir do exemplo da civilização egípcia). Meta 8 - Conhecer e compreender a complexificação da organização política (a partir do exemplo da civilização egípcia). Meta 9 - Conhecer e analisar a importância das vivências religiosas, culturais e artísticas (a partir do exemplo da civilização egípcia). Meta 10 - Conhecer os principais contributos das primeiras civilizações urbanas para o funcionamento das sociedades até aos nossos dias. Página 2 de 11

Como surgiram as primeiras civilizações? Localizar no espaço e no tempo as civilizações da Suméria, Egito, vale do Indo e vale do Rio Amarelo, a civilização hebraica e a civilização fenícia, destacando a relação com as grandes planícies aluviais. Relacionar a fertilidade dessas regiões com a acumulação de excedentes, o desenvolvimento comercial e a transformação de aldeias em cidades. Destacar a crescente importância das atividades secundárias e terciárias desenvolvidas nas cidades, fruto da libertação de mão-de-obra do trabalho agrícola (especialização de funções). Reconhecer a cidade como centro do comércio e da produção artesanal e do poder político, militar e religioso. Aplicar o conceito de civilização a sociedades detentoras de grande complexidade. Como nasceu a civilização egípcia? Localizar no espaço a sociedade egípcia. Apresentar as atividades económicas que viabilizaram o surgimento das cidades e o seu desenvolvimento. Reconhecer a importância de tecnologias complexas como a metalurgia e a engenharia. Como estava organizada a sociedade egípcia? Que relação existe entre a arte e a religião egípcias? Quais foram os contributos dos Hebreus para a cultura ocidental? Que contributos civilizacionais nos deixaram os Fenícios? Compreender a estratificação social da sociedade egípcia; Reconhecer o acentuar das desigualdades sociais; Compreender a complexificação da organização política. Compreender o que é politeísmo, salientando a relação dos deuses com as forças da Natureza; Reconhecer na arte a expressão da religiosidade da civilização egípcia. Identificar os principais monumentos e expressões que constituem a arte egípcia. Conhecer, brevemente, a história do povo hebreu, presente na Bíblia; Reconhecer o legado hebraico na cultura/religião cristã. Comparar politeísmo com monoteísmo. Localizar no espaço a civilização fenícia; Identificar as principais atividades económicas dos fenícios; Acumulação de excedentes; Sociedade estratificada. Papiro. Poder sacralizado. Politeísmo; Mumificação. Monoteísmo; Religião. Escrita alfabética; Cidade-estado. Página 3 de 11

Reconhecer o legado cultural e político dos fenícios. TEMA B A herança do Mediterrâneo Antigo B1 Os Gregos no século V a.c. Meta 11 - Conhecer e compreender o processo de formação e afirmação das cidades-estado gregas originárias (séculos VIII a IV a.c.). Meta 12 - Conhecer e compreender a organização económica e social no mundo grego. Meta 13 - Conhecer o elevado grau de desenvolvimento atingido no mundo grego pela cultura e pela arte. Meta 14 - Conhecer o processo de estruturação do mundo grego e de relacionamento do mesmo com outros espaços civilizacionais. Meta 15 - Avaliar o contributo da Grécia Antiga para a evolução posterior das sociedades humanas. Questões orientadoras Descritores de aprendizagem Conceitos Como se formou a Civilização Localizar no espaço e no tempo as Pólis. Grega? principais cidades-estados gregas; Compreender o que é a pólis e como se constitui; Identificar os elementos comuns das poleis gregas; Reconhecer a necessidade de expansão do povo grego. Como se tornou Atenas a cidade mais importante da Grécia? Como funcionava a democracia em Atenas? Seria a sociedade ateniense uma sociedade democrática? Como era a vida quotidiana dos atenienses? Como se caracteriza a religião da Grécia Antiga? O que têm os jogos olímpicos e o teatro que ver com a religião grega? Indicar as causas da prosperidade de Atenas, no século V a.c.; Explicar o processo de expansão comercial de Atenas; Reconhecer a superioridade de Atenas no mundo grego. Indicar vários sistemas políticos que vigoraram em Atenas; Compreender o funcionamento da democracia e das suas instituições. Compreender o conceito de cidadão na democracia ateniense; Conhecer os grupos sociais que compõem a sociedade ateniense; Comparar a democracia ateniense, do século V a.c., ao modelo democrático atual. Caracterizar o quotidiano dos atenienses; Compreender o modelo educacional ateniense. Conhecer os elementos que constituem a habitação e o vestuário dos atenienses. Compreender a forma como os gregos concebiam os seus deuses. Indicar diferentes formas de culto; Reconhecer a importância dos heróis e dos mitos na religiosidade grega. Compreender a importância dos jogos e do teatro na cultura/religião grega; Democracia. Cidadão. Mito. Página 4 de 11

Que contributos nos deixaram os gregos nas ciências e na arte? Identificar formas de representação teatral grega. Compreender a cultura grega e a sua presença nos nossos dias; Reconhecer elementos da arquitetura, escultura, pintura e artes decorativas da Grécia Antiga; Indicar exemplos da arte grega que a sociedade atual herdou. B2 O mundo romano no apogeu do Império Meta 16 - Conhecer e compreender a formação do Império e o processo de romanização. Meta 17 - Conhecer e compreender a organização económica e social da Roma imperial. Meta 18 - Conhecer e compreender a cultura e a arte romana. Meta 19 - Compreender a origem e a expansão do Cristianismo no seio das expressões religiosas do mundo romano. Meta 20 - Conhecer as marcas do mundo romano para as civilizações que lhe sucederam e para as sociedades atuais. Como conseguiram os Romanos conquistar e manter um Império tão grande? Quais eram as características da economia romana? Como estava organizada a sociedade romana na época imperial? Indicar os principais momentos do processo de formação do Império Romano; Compreender a importância do exército na expansão e manutenção do Império; Reconhecer os fatores da romanização. Caracterizar a atividade económica romana; Reconhecer as cidades como importantes polos comerciais do Império. Descrever a organização social do Império romano, salientando o caráter hierarquizado e esclavagista da sociedade; Relacionar as campanhas militares com a multiplicação do número de escravos. Império; Romanização. Economia comercial e monetária. Como era a vida quotidiana dos Descrever o quotidiano dos vários Fórum. Romanos? grupos sociais na Roma imperial. Quais eram as instituições políticas Relacionar a expansão romana com Administração. do Império Romano? a transformação do regime republicano em regime imperial. Caracterizar a instituição imperial como poder absoluto e de caráter divinizado. O que deixaram os Romanos às Compreender a organização e Direito; civilizações seguintes? importância do Direito romano; Urbanismo. Compreender o planeamento urbanístico romano; Reconhecer o Direito e o Urbanismo como duas heranças importantes dos romanos. Quais são as principais características da arte romana? Identificar as influências da arte romana; Pintura a fresco. Página 5 de 11

Qual foi o legado da romanização na Península Ibérica? Quais eram as crenças religiosas dos romanos? Por que se considerou o cristianismo uma religião inovadora? Como passou o cristianismo de religião perseguida a religião oficial do Império? Referir as principais características da arquitetura, escultura e pintura romanas. Indicar os principais momentos do processo de ocupação romana, na Península ibérica; Reconhecer as marcas da presença romana na Península Ibérica. Indicar as formas de culto dos romanos; Verificar no panteão romano a existência de aceitação, influência e assimilação aos deuses dos povos com quem contactavam. Salientar as origens hebraicas do Cristianismo; Enumerar e os princípios fundamentais da nova religião. Referir os fatores facilitadores da propagação da religião cristã no Império Romano; Relacionar a mensagem do Cristianismo com as perseguições iniciais movidas pelo poder imperial; Sistematizar as principais etapas de afirmação do Cristianismo. Cristianismo. Mártir. TEMA C A formação da cristandade ocidental e a expansão islâmica C1 A Europa do século VI ao século IX C2 A sociedade europeia nos séculos IX a XII Meta 21 - Conhecer e compreender o novo mapa político da Europa após a queda do Império Romano do Ocidente. Meta 22 - Compreender as relações entre o clima de insegurança e o predomínio de uma economia ruralizada na Alta Idade Média com a organização da sociedade medieval. Meta 23 - Conhecer a vivência religiosa no Ocidente europeu entre os séculos VI e XII. Meta 24 - Conhecer e compreender as características fundamentais das expressões culturais e artísticas. Questões orientadoras Descritores de aprendizagem Conceitos Como conseguiram os bárbaros derrubar o Império Romano do Ocidente? Enumerar as razões da queda do Império Romano do Ocidente. Caracterizar os povos bárbaros. Identificar os povos invasores e os respetivos locais de fixação. Comparar a unidade política do Império Romano com a fragmentação ocorrida após as invasões bárbaras e, mais tarde, a sua recomposição a partir da estruturação de diversos reinos. Reconhecer as invasões bárbaras como termo de periodização clássica (passagem da Antiguidade à Idade Média ). Bárbaros; Invasões bárbaras; Idade Média; Reino. Página 6 de 11

Qual foi a importância da Igreja na Europa após a queda do Império Romano? De que modo clima de insegurança alterou a economia europeia? Como estava organizada a sociedade medieval? Como se desenvolveu o feudalismo na Europa? Como era o dia a dia num domínio senhorial? Descrever o aumento do prestígio da Igreja durante as invasões bárbaras, perante a incapacidade do poder civil em defender as populações; Salientar a importância da religião cristã como elemento de unificação entre os bárbaros e as populações romanizadas; Descrever o movimento de renovação da Igreja a partir do século VI, destacando a divisão entre clero regular e clero secular; Referir os mosteiros como centros culturais durante a Alta Idade Média. Indicar as novas invasões na Europa (séculos VIII a X); Relacionar as invasões com o clima de insegurança e a recessão económica; Caracterizar a economia europeia da Alta Idade Média, sublinhando o seu caráter de subsistência; Justificar o reforço do poder dos grandes senhores (proprietários e líderes militares ou religiosos) perante a incapacidade régia em garantir a defesa das populações. Caracterizar a sociedade trinitária medieval, salientando a divisão em ordens consoante a função e o nascimento, a mobilidade social reduzida, as profundas clivagens entre ordens privilegiadas e não privilegiadas e o papel da igreja na manutenção da ordem vigente; Enumerar os privilégios do clero e da nobreza e as obrigações dos camponeses; Identificar as várias zonas que compõem um domínio senhorial. Salientar o duplo poder senhorial sobre a terra e sobre os homens; Caracterizar as relações de dependência entre as ordens privilegiadas. Igreja Católica Romana; Clero secular; Clero regular; Ordem religiosa; Regra. Ruralização economia; Economia subsistência. Sociedade tripartida; Aristocracia; Domínio senhorial. Feudo. Descrever sucintamente o quotidiano das ordens sociais medievais (privilegiados e não privilegiados); C3 Cristãos e muçulmanos na Península Ibérica Meta 25 - Conhecer e compreender a génese e expansão do islamismo. Meta 26 - Conhecer e compreender a ocupação muçulmana e a resistência cristã na Península Ibérica. Meta 27 - Conhecer e compreender as interações entre o mundo muçulmano e o mundo cristão. da de Página 7 de 11

Meta 28 - Conhecer e compreender a formação do reino de Portugal num contexto de reconquista cristã. Como se caracteriza a religião Localizar no tempo e no espaço o Muçulmanos; islâmica? aparecimento da religião islâmica; Referir os princípios do Islamismo; Apontar as razões que levaram à conquista militar, por parte dos muçulmanos, de novos territórios. Islão. Quais foram os principais contributos culturais da civilização islâmica? Como foram as relações entre cristãos e muçulmanos na Península Ibérica? Qual foi o legado muçulmano na Península Ibérica? Como contribuiu a Reconquista para a formação dos reinos cristãos da Península Ibérica? Como se formou o Reino de Portugal? Reconhecer os contributos na ciência, cultura e arte que os muçulmanos deixaram. Localizar no espaço e no tempo o início do processo de reconquista cristã, salientando o seu carácter lento e os seus avanços e recuos. Apontar, no contexto da Península Ibérica, os contrastes entre o mundo cristão e o mundo muçulmano; Caracterizar a formas de relacionamento entre cristãos e muçulmanos no território ibérico (conflito e convivência). Distinguir a mensagem de tolerância, defendida pela maioria dos muçulmanos, do radicalismo islâmico, praticado por uma minoria. Indicar os principais contributos da cultura muçulmana para a cultura ibérica; Identificar no espaço português vestígios materiais e imateriais da cultura muçulmana. Relacionar os ritmos da reconquista da Península com o apoio da Europa cristã e com as transformações do próprio império muçulmano. Relacionar o processo de Reconquista com a formação dos reinos ibéricos. Localizar no espaço o condado Portucalense, sublinhando a sua dependência política em relação ao reino de Leão. Relacionar a oposição da nobreza do condado portucalense à ação política de D. Teresa com a subida ao poder de D. Afonso Henriques. Caracterizar a ação política e militar de D. Afonso Henriques. Conhecer os documentos que formalizaram o reino de Portugal. Sintetizar as principais etapas da formação do reino de Portugal. Reconquista; Moçárabe. Condado. Página 8 de 11

TEMA D Portugal no contexto europeu dos séculos XII a XIV D1 Desenvolvimento económico. Relações sociais e poder político. Lisboa nos circuitos do comércio europeu D2 Cultura, arte e religião Meta 29 - Conhecer e compreender as transformações da economia europeia do século XII ao XIV. Meta 30 - Conhecer e compreender algumas das características da organização do poder entre os séculos XII e o XIV. Meta 31 - Conhecer e compreender as principais expressões da religião, cultura e artes do século XII ao XIV. Meta 32 - Conhecer características do poder, da economia, da sociedade e da cultura de Portugal do século XII ao XIV. Questões orientadoras Descritores de aprendizagem Conceitos O que mudou no mundo rural nos Indicar os progressos na séculos XII e XIII? agricultura; Relacionar os progressos na produção agrícola e nos transportes com o incremento das trocas a nível local, regional e internacional e consequente reanimação das cidades. Quais foram as consequências do aumento da produção agrícola? Como se deu o ressurgimento do comércio e das cidades a partir do século XI? Como conseguiram os reis fortalecer o seu poder? Como Lisboa se tornou uma cidade importante? Justificar o crescimento demográfico nos séculos XII e XIII; Explicar a necessidade de ocupação de novos espaços. Indicar os fatores que promoveram a reanimação do comércio e desenvolvimento das cidades; Caracterizar a forma como está organizado o comércio. Explicar o fortalecimento da burguesia num contexto de intensificação da produção artesanal especializada e do comércio. Salientar a persistência do poder dos senhores e a sua autonomia face ao poder régio, enumerando algumas expressões desse poder; Apontar o papel dos concelhos no povoamento e desenvolvimento económico e na estruturação social do reino de Portugal. Reconhecer uma nova organização social: os concelhos; Assinalar o processo de fortalecimento do poder régio, sublinhando, contudo, a sua lentidão e as resistências dos senhores. Identificar os principais centros e circuitos comerciais europeu. Conhecer o incremento das trocas a nível interno e externo nos séculos XII e XIII e a sua importância no contexto da economia portuguesa. Arroteamento. Carta de Feira; Feira franca; Burgo. Carta de Foral. Bolsa de Mercadores; Companhia do Comércio. Página 9 de 11

Como era o dia a dia numa cidade medieval? Que formas de cultura se desenvolveram a Idade Média? Qual foi a importância das novas ordens religiosas e das universidades na renovação cultural da Europa? Quais são as principais características da arte românica? Quais eram as principais características da arte gótica? Quais são as principais características do Gótico português? Indicar vários tipos de habitantes das cidades; Reconhecer as várias zonas da cidade medieval; Descrever o quotidiano duma cidade medieval. Caracterizar as expressões culturais medievais (monástica, cortesã e popular). Reconhecer o aparecimento das ordens mendicantes e de movimentos heréticos como expressão de descontentamento relativamente à ostentação do alto clero. Distinguir ordem mendicante de movimento herético. Salientar o desenvolvimento do ensino universitário nos séculos XII e XIII, relacionando-o com os interesses convergentes do poder régio, do clero e da burguesia. Indicar as principais características da arte românica; Localizar no tempo e no espaço exemplos da arte românica, em Portugal. Indicar as principais características da arte gótica (arquitetura, escultura e pintura). Relacionar as principais características da arte gótica com o clima político, social e económico, a partir da segunda metade do século XII. Reconhecer as semelhanças e diferenças entre a arte gótica portuguesa e a arte gótica europeia; Localizar no tempo e no espaço exemplos da arte gótica, em Portugal. D3 Crises e revolução no século XIV Judiaria. Ordem mendicante; Movimento herético; Universidade. Meta 33 - Conhecer e compreender as causas da crise do século XIV na Europa. Meta 34 - Conhecer e compreender os levantamentos populares rurais, os conflitos sociais urbanos e os movimentos milenaristas. Meta 35 - Conhecer e compreender as especificidades da crise do século XIV em Portugal. Quais foram as principais causas da crise económica do século XIV? Como reagiu a população às dificuldades trazidas pelas fomes, pestes e guerras? Identificar as três causas principais que geraram uma crise na Europa; Reconhecer as consequências imediatas das crises do século XIV. Relacionar as medidas régias e senhoriais para fazer face à crise com o surgimento de revoltas populares rurais na Europa Ocidental. Caracterizar os movimentos Quebra demográfica; Desvalorização monetária; Crise económica. Página 10 de 11

Que problemas afetaram Portugal no final do século XIV? Que mudanças trouxe a Revolução de 1383-85? populares rurais e os conflitos sociais urbanos. Contextualizar o aparecimento de movimentos milenaristas (ideia de fim de mundo; moralização dos comportamentos). Explicar a ideia de morte na mentalidade da época. Caracterizar os problemas sentidos em Portugal durante o reinado de D. Fernando, relacionando-os com a situação europeia. Identificar o problema da sucessão ao trono no contexto das relações entre as coroas portuguesa e castelhana. Descrever os momentos decisivos da afirmação da independência do Reino. Relacionar a chegada ao poder de uma nova dinastia com as alterações operadas no seio da sociedade portuguesa, sobretudo ao nível da renovação da nobreza e da afirmação de certos estratos da burguesia. Revolução. Página 11 de 11