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OLÉGIO FMÍLI SELL Prfessr: Jã Rdrig Escalari Quintilian ermlgia 0 X 80 00 t x t c tx 0 tc 0 = 80 0 00 0 t c t x 0 06, 04 lternativa a. eríams um valr praticamente igual a da escala Kelvin uma vez que, a acrescentarms 73 unidades à temperatura, nã alterams sua rdem de grandeza. 0 t ( ) lternativa b. t ( F) 00 0 68 3 00 0 3 0 0 Prtant, a relaçã é t c t x 0 06,. 68 00 0 36 80 0 Relaçã entre as escalas: t t F 3 9 Substituind: tf t F 3 9 dad: t t F 30 F t F 0 3 Lg, 0 crrespnde a temp de 9 minuts. 06 lternativa e. emperatura é uma grandeza física escalar que mede estad de agitaçã das mléculas d crp. 03 lternativa d. Desenhand as escalas: 0 X y 00 x 0 40 80 0 80 x 0 0 0 x 40 0 80 x 0 x 0 80 y 80 60 y 80 x 00 X 4 40 0 00 0 3 y 00 X 07 lternativa e. t ( ) t ( ) 00 0 0 00 0 0 00 Para :,

08 lternativa d. Nã pderíams ter as escalas elsius e Kelvin uma vez que na escala elsius menr valr pssível é 73 e na Kelvin menr valr é zer. Já na escala Fahrenheit, 40 F crrespnderá a aprximadamente 68, que é um valr pssível. 09 lternativa a. F 00 x x 7 Na escala Fahrenheit há 80 divisões. Lg: 0 cm 80 divisões 0 80 y 4 F cm y y lternativa b. L L i t L f L i L i (t f t i ) 80 800 800 (98 ) 8 400 0,000073,7 0 0 3 3 lternativa e. aç x x x x 0 ( 7) 3 40 00 0 3 00 80 8x 0x 400 x 0 0 lternativa a. Relacinand as escalas e E: 00 0 70 0 80 0 e 0 Relacinand as escalas E e G: f 0 g 0 f 3 g 0 00 0 0 0 70 0 lternativa d. 0 cm cm E e 70 f 0 80 e 0 E e 0 f 0 g 0 F Na escala elsius há 00 divisões. Lg: 0 cm 00 divisões 0 00 x cm x x G g 3 00 x y 0 3 70 0 m ceficiente de dilataçã linear d alumíni é cerca de vezes mair que d aç, a figura frmada, mantend as demais cnstantes, é um trapézi isósceles. 4 lternativa e. s juntas de dilataçã sã espaçs reservads para que as edificações se dilatem. Send assim, a dilataçã de um crp depende d seu cmpriment inicial, send diretamente prprcinal a este. lternativa d. Uma vez que a variaçã da temperatura e material que cnstitui a placa sã iguais, a dilataçã fica cm funçã d cmpriment inicial que, neste cas, é diâmetr R pin d rifíci. Send assim, a flga aumentará, pis rifíci pssui um diâmetr mair que d pin. 6 lternativa d. t i L ii cm L iii cm d 0 3 cm I 3 0 II 4 0 Para que as peças entrem em cntat, devems ter: L I L II 0 3 3 0 (t F ) 4 0 (t F ) 0 3 6 0 t F 90 0 4 0 t F 60 0 0 3 0 0 t F 0 3 0 0 0 4 t F 0 3, 0 3 t F 6, 0 6 R placa

7 lternativa e. Utilizand as infrmações frnecidas: L L i t L 0 6 0 L 4 0 m 0,04 mm 8 lternativa d. Para que as barras metálicas apresentem mesm cmpriment a uma dada temperatura, devems ter: L L 0,0 mm lternativa a. D 0,4 m 400 mm t 00 0 6 Área inicial: S i R 3,4 (00) 600 mm S S i t S,6 0 0 6 0 S 7,63 0 S 76,3 mm 80 mm L 00,8 mm L 3 lternativa d. S S i t,4 S i, 0 6 00,4 4 0 S i S i 0 4 cm S i m L L L ( ) L ( ) 0,0 [ 0 ( f 0)] 00,8 [ 0 ( f 0)] 0,0 404 0 f 00,8 004 0 f f, 600 0 f 00 9 lternativa b. Pela figura: R R e t t ssim, para, quand aumentams a temperatura, a abertura x tende a diminuir. 0 lternativa e. L i 600 km 6 0 m t Dads: i 0 t f 30 0 L L i t L 6 0 0 40 L 40 m lternativa b. S i 900 00 400 cm t 0 Zn, 0 S S i t S 4 0 0 0 S cm S f S i S S f 40 cm 4 lternativa d. Dads:,6 0 4 S f S i 0 S i S S i t 0 00 S i S i,6 0 4 t 0,6 0 4 t t,6 0 3 t 6 lternativa e. razã entre as áreas é, pis tant a chapa quant quadrad apresentam a mesma área inicial, sã feits de mesm material e estã sujeits à mesma variaçã de temperatura. 6 lternativa a. Para que dente e a restauraçã sfram a mesma variaçã de vlume quand sujeits à mesma variaçã de temperatura, ambs devem pssuir mesm ceficiente de dilataçã vlumétrica. 7 lternativa d. Se rai e material que cnstitui as esferas sã s mesms, assim cm a variaçã de temperatura a que elas estã submetidas, a dilataçã sfrida também será a mesma, fazend cm que a razã seja. 8 lternativa a. i 60 L t Dads: i 0 t F 30 gasl., 0 3 i t 6 0, 0 3 0 3, 0,3

9 lternativa d. densidade inicial d crp é d i m. Depis de aquecid, sua densidade passa a m d f. m E, send, nde 0 : d f, θ 0 m u seja: d f. ( θ0) ssim, cmparand d f cm d i, btems: df d i d f m ( θ0) df m di θ di θ 0 Nessa expressã, bservams que: Se 0 0 d f d i Se 0 d f Se 0 d f d i d i m s ceficientes de dilataçã ds sólids estã próxims a 0 6, para que 0, teríams 0 próxim a 0 6, que é incmpatível cm a infrmaçã de que crp é sólid. Lg, a densidade diminuirá, mas certamente nã se reduzirá à metade. 30 lternativa a. i 00 cm 3 t i 0 rec 6 0 rec 8 0 real 4 0 4 t f 70 Determinand ap : real ap rec 4 0 4 ap 8 0 ap, 0 4 ap iap ap t ap 0, 0 4 6 0 ap 66 0 ap 6,6 cm 3 3 lternativa a. O vlume de líquid que transbrda indica a variaçã aparente d vlume, u seja, a dilataçã d líquid mens a dilataçã d frasc. 3 lternativa a. Se ceficiente de dilataçã cúbica d recipiente e d líquid (Hg) fr mesm, nã bservarems uma alteraçã na altura da cluna de mercúri, u seja, termômetr deixa de indicar a variaçã da temperatura. 0 33 lternativa e. Dads: t i 0 t f 80 ap 4 00 i ap vidr 7 0 6 ap iap ap t 4 00 i ap iap ap 8 0 ap 4 8 0 3 real ap rec 0 4 real 7 0 6 0 4 real 7 0 6 34 lternativa c. afirmaçã I é incrreta prque quand a água é aquecida de 0 para 4, seu vlume diminui. partir de 4 seu vlume vlta a aumentar. 3 lternativa d. O nível da glicerina se eleva, pis tant esta cm vidr sfrem dilatações. N entant, a dilataçã vlumétrica da glicerina é muit superir à dilataçã vlumétrica d recipiente. 36 lternativa b. Para que vlume da parte vazia permaneça inalterad, devems ter: rec real irec rec t ireal real t 00 rec 00 (3 rec ) rec 37 lternativa c. I (erdadeira) Pdems calcular ceficiente de dilataçã d material baseads na inclinaçã da reta tangente à curva n pnt cnsiderad. Neste gráfic, a inclinaçã da reta representativa d mercúri nã se altera n interval cnsiderad. II (Falsa) Para a altura citada, tems: Hg e H O III (erdadeira) raçand uma reta tangente à curva na temperatura de 8, terems uma reta paralela à curva d mercúri, indicand mesm ceficiente de dilataçã. 38 lternativa b.

46 m,0 kg 38 t i 0 t f 60 P 4 600 J/min Determinand a energia empregada: 4 600 J min x 9 0 3 J x 0 min alculand calr específic: 9 0 3 c 40 c 3 0 J/kg 39 lternativa a. c c Q Q t t Estabelecend a igualdade: Q Q t t t t 40 lternativa a. variaçã de temperatura sfrida pel disc de chumb pde ser determinada pela equaçã: Q m c Pb send: m 00 g c Pb 3 0 cal/g Q 30 cal Lg: 30 00 3 0 0 variaçã na área d disc pde ser btida a partir da equaçã: S S 0 send: Pb 6 0 Lg: 0 S 6 0 0 6 0 4 0,0006 S 0 0,06% 4 lternativa e. c Pb 0,03 cal/g cal 4,86 J variaçã de temperatura de crrespnde à variaçã de temperatura de k, lg: c 0,03 4,86 3 0 c,3 0 J kg k 4 lternativa b. t i 0 ρ,8 0 3 g/mm L 3 mm,4 0 c 0, cal/g m a variaçã de temperatura é cmum: L L i t e Q m c t L L i Q m c L m c Q L 3 3,8 0 0, Q Q 70 cal,4 0 P 0 4 cal/min m 4,0 kg 4 000 g 43 t i 30 t f 80 c H O cal/g Determinand a quantidade de calr: Q m c t Q 4 0 3 0 Q 0 cal Determinand temp: 0 4 cal min 0 x 0 min cal x 44 Usand a equaçã fundamental da calrimetria e a definiçã de ptência: Q mc Pt Q t Prtant: Pt t m c Q Pt t Substituind-se s valres frnecids na questã: 0 t,6 70 (37,4) t 39,76 t 40 s m 00 g 4 Q 470 kcal a) Determinand a massa de água: Q mct 470 0 3 m 0 m 4 700 g b) Determinand a energia pr degrau: E p mgh E p 80 0 0, E p 00 J cal 4, J x 47,6 cal x 00 J degrau 47,6 cal x 470 000 cal x 9 870 degraus i ρ

46 lternativa e. m 00 g vlta 0, J t cal 4, J Determinand a energia: Q mct Q 0 00 cal 40 J Determinand númer de vltas: vlta 0, J x 4 00 vltas x 40 J m 000 kg 7 km 47 i 0 m/s h v f 0 Determinand a energia dissipada: E c E cf E ci 0 00 0 0 000 J nvertend as unidades: cal 4,9 J x 4 780 cal x 0 000 J m a variaçã da temperatura é cmum: v v i t e Q m c t v Q v Q 4 780 7 0 7 vi mc vi mc v 3,3 0 3 v i 48 0 0 0 07 60 m 60 kg 60 000 g t i 3 t f 8 temp h 0. De acrd cm enunciad:, h x 7, x h Determinand a quantidade de calr: Q mct Q 60 000 7, Q 4 0 4 cal 8 0 J Determinand a ptência: P 8 0 P P 00 W t ( 3 600) 0. P 00 ( 6 000 ) 4 t t t 36 0 0 t 8 0 3 s h (crret) (crret) 04. P t t 49 4 3 36 0 4 0 400 t, Q 0 6 cal m 0 kg h,0 m ( 6 000 t) 4 60 (crret) Determinand a energia em Jules: cal 4,8 J 0 6 cal x x 4,8 0 6 J Determinand a energia empregada para levantar crp: E p mgh E p 0 0 E p 000 J alculand númer de vezes que crp será erguid: vez 000 J y 4,8 0 6 J y 4 80 vezes 0 lternativa b. x fusã (passagem da fase sólida para a fase líquida) y vaprizaçã (passagem da fase líquida para a fase de vapr) z sublimaçã (passagem da fase sólida para a de vapr, sem passar pel estad líquid) lternativa c. Quant mair a altitude menr a pressã atmsférica e, cnseqüentemente, menr a temperatura de ebuliçã da água. lternativa a. O calr específic de uma substância é, pr definiçã, a quantidade de energia na frma de calr necessária para que g dessa substância sfra variaçã de temperatura de, sem que crra mudança de estad. Dentre as afirmações: I é crreta, pis se trata da definiçã aplicada as dads da questã. II é errada, pis a definiçã é válida para g de massa, e nã para uma massa qualquer. III é errada, pis de acrd cm a definiçã, valr crret para a energia térmica, nas cndições prpstas, é 9 J. 3 lternativa e. m 4 0 8 tn 4 0 4 g t i 0 c gel 0, cal/g L F 80 cal/g

Determinand a quantidade ttal de calr: 7 a) fusã crre n interval de temp t t. Q Q gel gel água 0 0 0 Q ttal Q Q m(ct L F ) Q ttal 4 0 4 (0, 0 80) 34 0 cal m 00 g 4 0,0 cm t i 0 a) Determinand a temperatura: L L i t 0, 0 4 0 6 t t 00 00 t f 0 t f 0 b) Determinand a quantidade de calr: sólid sólid líquid Q Q 0 660 660 Q ttal Q Q Q ttal m(ct L F ) Q ttal 00(0, 640 9) Q ttal 3 80 cal lternativa b. transmissã (trca) de calr crre sempre d crp mais aquecid para crp mens aquecid. Send assim, a água irá frnecer calr para s blcs de gel. 6 lternativa b. Dads: m 00 g t i 0 c gel 0, cal/g L F 80 cal/g t f 0 Determinand a quantidade de calr: Q Q Q 3 gel gel água água 0 0 0 0 Q ttal Q Q Q 3 Q ttal m(c gel t L F c água t) Q ttal 00(0, 0 80 0) Q ttal 0 kcal lternativa d. Se dis cubs de gel sã capazes de reduzir a temperatura de 4, levand a temperatura d cnjunt a, utrs dis cubs de gel irã tirar calr restante da água levand sistema a 0, nde terems gel e água. b) vaprizaçã crre n interval de temp t 4 t 3. c) Determinand a quantidade de calr: Q ttal Q Q Q ttal m(ct L F ) Q ttal 00(0, 40 80) Q ttal 0 00 cal 8 lternativa c. Na situaçã prpsta, deve crrer a fusã de 00 g d gel e, em seguida, aqueciment da água resultante até 00 : P t m L m c 800 t 00 80 4 00 4 00 t 80 s 9 lternativa b. m aument da pressã, a temperatura de ebuliçã da água também aumenta, czinhand melhr s aliments. 60 lternativa a. t i 0 P 800 W t f 00 Determinand a quantidade de calr: Q Q água água vapr 0 00 00 Q ttal Q Q Q ttal m(ct L v ) Q ttal m( 80 40) 60 m Determinand a vazã: P t 800 60 m 4, t m água m m gs t 0,3 / t 0,3 s 6 a) quantidade ttal de calr necessária para aquecer e depis fundir uma massa m de um material é: Q ttal mc ml Substituind s valres dads: m 00 g, c 0,80 cal/g, 00 30 070 e L 43 cal/g Q ttal (00)(0,080)( 070) (00)(43) 4 800 00 Q ttal 64 300 cal m cal 4, J, Q ttal (64 300) (4,) 70 060 J 70 kj.

b) ptência média é definida pr: Q P m 70 060 J t 0 4 70 060 0 4 s (,7 0 ) 0 4,7 0 9 W,7 GW c) O númer de lâmpadas é dad pela ptência média da descarga dividida pela ptência de uma lâmpada, u: lâmpada 00 W n lâmpadas,7 0 9 W 7, 0 n 00 lâmpadas 9,7 0 7 7 0 6 7 milhões de 6 lternativa d. lcand s dads em uma tabela: m c t f t i calrímetr 00 30 60 Q água m 30 Q água 000 30 60 Q 3 De acrd cm princípi da igualdade: Q Q 0 30 m c t 0 30 c (40 60) 0 c 0,7 cal/g 6 a) lcand s dads em uma tabela: m c t f t i crp 0 000 0,60 37 40 Q água m 37 Q Q Q 0 0 000 0,6(37 40) m (37 ) 0 8 000 m m 00 g b) lcand s dads em uma tabela: m c t f t i crp 0 000 0,60 37 40 Q água m 37 0 Q Determinand a massa de água: Q Q Q 3 0 00(30) m () 000 (30) 0 m 6 000 m 000 g kg De acrd cm a vazã: kg min x min kg x 63 t iágua 30 t igel 40 m água m gel L F 80 cal/g c gel 0, cal/g c água cal/g Determinand calr frnecid pela água Q água Q gel 0 mct água mct gel m L F mct água 0 m (t f 30) 0 m 80 m t f m 0 t f m 70 m t f 3 64 De acrd cm gráfic: Q m c t 30 m c 30 c cal/ 0 000 0,6 (3) m (7) 0 7 m 8 000 m 09 g c) m a massa d crp e a variaçã da temperatura sã grandezas diretamente prprcinais em relaçã à quantidade de calr, a diminuiçã de uma implica aument da utra. 66 lternativa c. Determinand a quantidade de calr absrvid pela água: Q m c t Q 3 0 3 (0 0) Q 0 4 cal Determinand a ptência: 0 P P P 0 3 t 4 60 84 Determinand a temperatura de equilíbri: 4 m c t f t i cal s água 3 000 t f 0 Q crp 000 0, t f 0 Q Q Q 0 3 000(t f 0) 00(t f 0) 0 t f 46,87 Determinand a quantidade de calr da água: Q H O 3 000 (0 46,87) 9 37 cal

Determinand a quantidade de calr d crp: Q crp 000 0, (0 46,87) 6 cal quantidade ttal de calr será: Q ttal 9 37 6 Q ttal 0 000 cal Pela ptência d micrndas: 000 cal 84 s x 70 s 0 000 cal x 67 lternativa e. O crp que recebe a mair quantidade de calr é aquele que pssui a mair capacidade térmica, u seja, latã. 68 Máxima quantidade de calr que pde ser frnecid pela água: Q mct Q 400 (, 0) Q 000 cal Quantidade de calr absrvid pel gel Q Q gel gel água 0 0 0 Q mct 000 cal (crre) Q m L F 6 000 cal (nã crre ttalmente) Massa de gel derretid: Q m L F ( 000 000) m 80 m 0 g 69 lternativa c. lcand s dads em uma tabela: nde cm 3 g m c t f t i café 00 t f 90 Q café 00 t f 0 Q Q Q 0 00 (t f 90) 00 (t f 0) 0 700 t f 49 000 t f 70 7 lternativa b. lcand as infrmações em uma tabela: m c t f t i água fria 000 60 0 Q água quente m 60 80 Q Pel princípi da igualdade: Q Q 0 000 60 m (0) 0 60 000 0 m m 3 000 g ( que crrespnde a 3 ). 7 lternativa d. P 0 000 cal/min H O 0 m t ih 00 O m vapr 40 g t ivapr 00 t iágua 0 L v 40 cal/g Determinand a quantidade de calr: Q mct 0 (80) 4 000 cal través da ptência: 0 000 cal min x 4 s 4 000 cal x 73 lternativa b. P 0 000 cal/min H O 0 m t ih 00 O m vapr 40 g t ivapr 00 t iágua 0 L v 40 cal/g Determinand a quantidade de calr: Q Q água água vapr 0 00 00 Q Q Q Q ttal mct ml v Q ttal 40( 80 40) Q ttal 4 800 cal 74 lternativa c. Pel princípi da igualdade: Q água Q gel 0 m c t m L F 0 00 (t f 0) 0 80 00 t f 4 000 4 000 0 t f 0 7 lternativa a. i cm 3 m 30 g t i 00 L F 80 cal/g u 0,096 cal/g d gel 0,9 g/cm 3 De acrd cm a figura d exercíci, tems água e gel simultaneamente, lg, a temperatura de equilíbri é de 0. Daí: Q esfera Q gel 0 m c t m L F 30 0,096 (00) m gel 80 0 m gel 3,6 g

De acrd cm a densidade: cm 3 0,9 g x 3,9 cm 3 x 3,6 g Prtant, vlume final, será: v f cm 3 3,9 cm 3 8,9 cm 3 t i 0 h,68 0 m 76 L F 3,36 0 J/kg g 0 m/s De acrd cm princípi de cnservaçã da energia: h E m E m 0 0 0 E p E c E p E c E dissipada E p E dissipada E dissipada m gl m 0,68 0,68 m Determinand a massa de gel que derrete: Q m L F,68 m m 3,36 0 m 0 6 m m c kg m H O 400 g 77 t ih 98 k O h m t f 98,4 k,4 a) Determinand a capacidade térmica: Q t 640 (,4 ) 600 J/ b) Determinand a energia necessária para aquecer calrímetr e a água: Q ttal Q cal Q H O Q 30 640 960 J Determinand a energia ptencial: E p mgh E p 0 00 J, ds quais sã utilizads 60 J. Determinand númer de quedas: queda 60 J x 6 quedas x 960 J 78 lternativa e. 79 lternativa b. 80 lternativa e. - Regiã da curva representand a fase de vapr; - pnt sbre a curva de sublimaçã (equilíbri entre sólid e vapr); 3 - pnt tripl (cexistem as três fases); 4 - pnt sbre a curva de fusã (equilíbri sóli- d-líquid); - pnt sbre a curva de vaprizaçã (pnt crític entre vapr e gás). 8 lternativa c. Para valres de pressã acima de atmsfera, de acrd cm diagrama de fases, pdems ter a substância na fase de vapr, na fase líquida u na fase sólida. 8 lternativa e. I. O diagrama de uma substância que diminui de vlume na fusã apresenta seguinte aspect: p curva de sólid fusã líquid curva de sublimaçã de curva vaprizaçã vapr II. Se a temperatura é aumentada sb pressã cnstante (isbárica), a substância passa da fase sólida () para a fase líquida () e, psterirmente, para a fase de vapr (D). sólid líquid vapr III. Se a pressã é aumentada sb temperatura cnstante (istermicamente), a substância passa da fase de vapr () para a fase sólida (E) e, psterirmente, para a fase líquida (F). sólid F E líquid vapr D t c p p gás t i 3 t e 33 83 k 0 4 kcal (s m ) e 0 cm 0 m S 0 m Determinand flux de calr: Q k s t ti ϕ ( ) t e 0 0 ( 33 3) 3 cal kcal ϕ 0 0 s s Prtant, aparelh que deve ser utilizad é de númer 4, que pssui ptência mínima de,60 kcal/s. t

84 lternativa b. lã funcina cm um islante térmic dificultand a passagem d calr através dela, pr pssuir um ceficiente de cndutividade térmica baix. 8 Prque a travessa de alumíni pssui um ceficiente de cndutibilidade térmica mair que da mesa de madeira, absrvend uma quantidade de calr mair da mã. cera derreterá antes na barra de alumíni, pis ceficiente de cndutibilidade térmica d alumíni é mair que ceficiente de cndutibilidade térmica da madeira. N alumíni (metal) as mléculas vibram em trn de psições fixas, pssibilitand a transmissã d calr pr clisões sucessivas (transmissã pr cnduçã). Há relaçã, pis substâncias cm ceficiente de cndutibilidade térmica elevad sã bas cndutras térmicas e más cndutras (islantes) em cas cntrári. 86 lternativa e. P k s ( t f t i) e e cm Send d m 40, vem: d 00 0 4 4 0 40 e O vlume, finalmente, é btid fazend-se: 0 4 0 4 cm 3 Prtant: d 00 0 4 d,0 0 g/cm 3. 87 lternativa e. O flux de calr entre metal e a mã é mais intens d que entre a mã e vidr, dand, prtant, a sensaçã que a lata está mais fria que a garrafa; u seja, a cndutividade térmica d metal é mair que a d vidr. 88 ª-) O gel é islante térmic e seu acúmul impede as trcas de calr n interir d cngeladr. ª-) s prateleiras devem ser vazadas para que nã impeçam a passagem das crrentes de ar pr cnvecçã n seu interir. 3ª-) finalidade de um refrigeradr é transferir calr de um reservatóri de baixa temperatura para um de alta temperatura. ssim, as rupas clcadas atrás da geladeira impedem as trcas de calr cm mei. 89 lternativa a. O fat de as crrentes de ar quente serem ascendentes e a cndutividade d ar ser muit baixa justifica a transmissã de calr principalmente pr irradiaçã. 90 O ar n interir d veícul é aquecid principalmente pr irradiaçã da luz slar. Os vidrs d carr funcinam cm numa estufa de plantas: sã transparentes à radiaçã luminsa e pacs à radiaçã infravermelha. Lg, calr recebid pel ar fica aprisinad n interir d veícul, que faz a temperatura ali aumentar. 9 a) De md geral, s metais usads para a cnfecçã de panelas devem apresentar cndutividade alta, calr específic pequen e dilataçã térmica pequena. Já utensílis feits de madeira, plástic e vidr devem apresentar cndutividade baixa, calr específic alt e ceficiente de dilataçã pequen. b) assadeira é feita de um material que apresenta mair ceficiente de cndutividade térmica que ar, que é mau cndutr de calr. c) temperatura da pessa dente é mair que a d mei (ar) que a envlve. Para que a febre baixe deve haver transferência de calr d crp para ambiente pr cnduçã. m a água é melhr cndutra de calr que ar, envlve-se dente cm talha úmida para acelerar a transferência de calr e, cnseqüentemente, a diminuiçã da febre. d) Nrmalmente a temperatura d mei é menr que a d crp. Devid a essa diferença de temperatura, estabelece-se um flux cntínu de calr d crp para mei ambiente. Essa transferência de energia se realiza através da pele, mediante três prcesss: cnduçã, irradiaçã e evapraçã de água. s rupas que usams mantêm ar em cntat cm a pele à mesma temperatura, evitand-se, assim, as trcas de calr, principalmente pr cnduçã. Pr utr lad, crp human emprega uma variedade de mecanisms que pssibilitam ritm de perda de energia para mei ambiente igualar-se a seu metablism. O hiptálam um ds respnsáveis pr esses mecanisms age cm um termstat e, quand necessári, ativa mecanisms de perda de calr, cm a vasdilataçã e a transpiraçã. 9 lternativa c. Na substância as partículas estã parcialmente unidas, em um estad intermediári entre sólid e gass. 93 m mtr d liquidificadr ligad, as esferas agitam-se e distribuem-se caticamente pr td espaç dispnível; mesm crre cm as mléculas n estad gass: elas cupam tda a capacidade d recipiente que as cntém (I). diminuir a mínim pssível a sua rtaçã d mtr (u desligá-l), as esferas têm mínima agitaçã e espaç cupad é muit menr que vlume d recipiente; mesm crre cm as mléculas quand se cndensam: vlume cupad pelas mléculas é menr que vlume dispnível e a densidade d líquid é mit mair que a d gás crrespndente.

94 lternativa e. reduçã na pressã faz cm que a temperatura de ebuliçã da água fique menr que a temperatura da água na panela, fazend cm que vlte a ferver. Pnts e : P P P 3 3 P c 3 9 lternativa c. rata-se de uma transfrmaçã isbárica. Entã: P 360 P 40 60 40 96 lternativa c. 300 K 37 K nsiderand a transfrmaçã ismétrica: P P P P P,09P 300 37 P 3 P 00 lternativa e. m a temperatura permanece cnstante e atm,0 0 P a : P i i P f f f i,0 0,0 0 f i Pi P f i f P P,0 fund superfície 0 lternativa a. m a temperatura é mantida cnstante: P P nde ase altura () (h) (4 ) P (6 ) P 4 6, atm P é 9% mair que P 97 lternativa b. P 3 atm 4 L 300 K P atm 4 L Send a transfrmaçã ismétrica: P P 3 a 00 K 300 temperatura de 00 K crrespnde a 7. 98 lternativa e. P P 4 8 600 K 300 Lg: 600 73 37 99 lternativa d. Island a grandeza pressã para s pnts, e : Pnts e : P P P P 3 3 P P