1) PROCURADOR LEGISLATIVO CÂMARA DE SÃO PAULO/SP - 2014 O exercício da competência constitucional tributária (A) é atribuído constitucionalmente para os entes federados, suas autarquias e fundações. (B) é atribuído constitucionalmente para os entes federados, que podem delegá-la às suas autarquias e fundações, para os fatos geradores relacionados com suas funções. (C) se manifesta através da criação de leis instituidoras e modificadoras de tributos, bem assim de leis que disciplinam as causas de exclusão, suspensão e extinção do crédito tributário. (D) somente se delega através de lei específica do ente federado que é competente para a instituição do tributo. (E) pode ser renunciado pelo ente federado, bem assim delegado por lei a outro ente, desde que por meio de lei complementar. 2) AUDITOR DO TESOURO MUNICIPAL PREF. RECIFE/PE FGV 2014 Com relação à competência tributária, assinale a afirmativa correta. (A) Permite que uma pessoa jurídica de direito público delegue a outra a atribuição de executar leis em matéria tributária, conforme a legislação. (B) Significa que todos os entes políticos que compõem a Federação estão dotados de competência legislativa plena. (C) Representa o poder que é outorgado pela Constituição Federal para a criação de tributos a todos os entes administrativos de direito público. (D) Admite a delegação da administração dos tributos, porém não confere ao delegatário as garantias e privilégios do poder delegante. (E) Autoriza que pessoa jurídica de direito público possa exercer, em caráter residual, a competência conferida a outrem que, entretanto, não a exerce. 3) AUDITOR ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DA BAHIA FGV 2014 Com referência à competência tributária, assinale a afirmativa correta. (A) Limita se à esfera legislativa e é plena para todos os entes políticos. (B) É plena nas esferas legislativa, administrativa e de julgar para todos os entes políticos. (C) À União cabe a competência tributária plena, sendo limitada para Estados e Municípios. (D) No caso da União, está restrita à possibilidade de editar normas gerais de direito tributário. (E) Aos Estados e Municípios cabe a competência plena na esfera legislativa. 4) ANALISTA DE COMÉRCIO EXTERIOR MDIC ESAF 2012 Competência Tributária é a parcela de poder fiscal que as pessoas políticas que compõem a Federação recebem diretamente da Constituição para instituir, cobrar e administrar os tributos a ela atribuídos. Sobre a Competência Tributária, julgue os itens abaixo, e em seguida assinale a opção correspondente. Direito Tributário Lista de Questões ICMS/SP (Parte 3) Página 1
I. Embora tal competência seja indelegável, a lei permite a delegação das funções de arrecadar ou fiscalizar tributos a outras pessoas jurídicas de direito público. II. O produto da arrecadação do Imposto de Renda retido na fonte dos servidores estaduais e municipais, embora pertença aos respectivos Estados e Municípios, não retira da União sua competência legislativa e regulamentadora em relação a este tributo, tampouco as funções de fiscalizar e exigir o pagamento quando não tenha havido retenção. III. A mesma pessoa política detentora da competência de instituir, arrecadar e administrar determinado tributo é também aquela competente para conceder isenções dele, sem exceções. IV. O não exercício da competência tributária por determinada pessoa política autoriza a União a exercitar tal competência. (A) Há apenas um item correto. (B) Há apenas dois itens corretos. (C) Há apenas três itens corretos. (D) Todos os itens estão corretos. (E) Todos os itens estão incorretos. 5) ANALISTA TRIBUTÁRIO RECEITA FEDERAL ESAF 2012 Analise as proposições a seguir e assinale a opção correta. I. Se a Constituição atribuir à União a competência para instituir certa taxa e determinar que 100% de sua arrecadação pertencerá aos Estados ou ao Distrito Federal, caberá, segundo as regras de competência previstas no Código Tributário Nacional, a essas unidades federativas a competência para regular a arrecadação do tributo. II. Embora seja indelegável a competência tributária, uma pessoa jurídica de direito público pode atribuir a outra as funções de arrecadar e fiscalizar tributos. III. É permitido, sem que tal seja considerado delegação de competência, cometer a uma sociedade anônima privada o encargo de arrecadar impostos. (A) As duas primeiras afirmações são corretas, e errada a outra. (B) A primeira é correta, sendo erradas as demais. (C) As três são corretas. (D) A primeira é errada, sendo corretas as demais. (E) As três são erradas. 6) AGENTE FISCAL DE RENDAS SEFAZ/SP FCC 2009 A respeito da competência tributária, considere: I. A competência tributária é o poder, conferido a determinado ente político, por lei complementar específica, para aumentar tributos. II. A competência tributária é indelegável. Porém, as funções de arrecadar ou fiscalizar os tributos ou de executar leis, serviços, atos ou decisões administrativas em matéria tributária podem ser delegadas por uma pessoa jurídica de Direito Público a outra. III. A competência tributária, que compreende a competência legislativa e a capacidade tributária, é delegável. Direito Tributário Lista de Questões ICMS/SP (Parte 3) Página 2
Está correto o que se afirma APENAS em (A) I. (B) II. (C) III. (D) I e II. (E) I e III. 7) AUDITOR FISCAL TRIBUTÁRIO MUNICIPAL PREF. SÃO PAULO/SP FCC 2007 Relativamente à competência tributária e às funções de arrecadação e fiscalização, é correto afirmar que (A) ambas sempre são delegáveis, dependendo de lei complementar federal. (B) a competência é delegável de uma pessoa jurídica de direito público para outra, mas a atribuição das funções de arrecadação e de fiscalização é indelegável. (C) a competência é indelegável de uma pessoa jurídica de direito público para outra, mas a atribuição das funções de arrecadação e de fiscalização é delegável. (D) tanto a competência como a atribuição das funções de arrecadação e de fiscalização são indelegáveis de uma pessoa jurídica de direito público para outra. (E) tanto a competência como a atribuição das funções de arrecadação e de fiscalização são delegáveis de uma pessoa jurídica de direito público para outra. 8) ANALISTA JUDICIÁRIO/ÁREA JUDICIÁRIA TRF 2ª FCC 2007 No que diz respeito à competência legislativa, o Código Tributário Nacional, dentre outras situações, dispõe que, (A) a competência tributária é sempre indelegável, abrangendo a atribuição das funções de fiscalizar tributos ou de executar leis ou serviços de natureza tributária. (B) a atribuição da função de arrecadar tributos implica que sua revogação seja feita com prévio aviso, e por ato bilateral entre as partes. (C) a atribuição da função de fiscalizar tributos não compreende as garantias e os privilégios processuais que competem à pessoa jurídica de direito público que a conferir. (D) o não-exercício da competência tributária a defere à pessoa jurídica de direito público diversa daquela a que a Constituição a tenha atribuído. (E) não constitui delegação de competência o cometimento, a pessoas de direito privado, do encargo ou da função de arrecadar tributos. 9) AUDITOR CONSELHEIRO SUBSTITUTO TCM/GO FCC 2015 De acordo com a Constituição Federal, a competência tributária para instituir o ICMS é dos Estados federados e do Distrito Federal. Relativamente a este imposto e, considerando a disciplina estabelecida no Código Tributário Nacional, (A) a atribuição da função de arrecadar o ICMS pode ser cometida à pessoa jurídica de direito privado e isso não constitui delegação de competência. Direito Tributário Lista de Questões ICMS/SP (Parte 3) Página 3
(B) os Estados não poderão delegar sua competência tributária a nenhuma outra pessoa, mas poderão delegar aos Municípios a atribuição de fiscalizá-los, não podendo essa atribuição ser revogada sem a anuência do município que recebeu essa atribuição. (C) o não-exercício da competência tributária pelo Estado defere-a, primeiramente, à União e, caso essa competência não seja por ela exercida, defere-a aos Municípios localizados no território do Estado que não a exerceu. (D) a competência para legislar sobre ele é tanto dos Estados como dos Municípios que se encontram nesse Estado, em razão de uma parte do produto da arrecadação desse imposto pertencer a esses Municípios. (E) a competência para instituir esse tributo poderá ser delegada aos Municípios localizados no território desse Estado. 10) JUIZ SUBSTITUTO TJ/GO FCC 2015 Considere as seguintes afirmativas: I. A competência tributária pode ser deslocada para outro ente diante da inércia na instituição do tributo pelo ente político originalmente competente. II. A competência se distingue da capacidade tributária ativa porque esta está relacionada à instituição do tributo e aquela à cobrança do tributo. III. A competência tributária é fixada pela Constituição da República. IV. A imunidade tributária significa ausência de competência do ente para instituir tributo na situação definida pela norma constitucional imunizante. V. A competência tributária pode ser delegada por lei a outro ente político, hipótese em que se torna também o titular da capacidade tributária ativa. Está correto o que se afirma APENAS em (A) III e IV. (B) I, II e III. (C) III, IV e V. (D) I e II. (E) IV e V. 11) AUDITOR-FISCAL RECEITA FEDERAL ESAF 2012 Sobre competência concorrente da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, assinale a opção incorreta. (A) A competência, privativa ou concorrente, para legislar sobre determinada matéria, não implica automaticamente a competência para a instituição de tributos. (B) Os entes federativos somente podem instituir os impostos e as contribuições que lhes foram expressamente outorgados pela Constituição. (C) Os Estados-membros podem instituir apenas contribuição que tenha por finalidade o custeio do regime de previdência de seus servidores. (D) Norma que pretendesse fixar alíquota mínima igual à da contribuição dos servidores titulares de cargos efetivos na União, para a contribuição a ser cobrada pelos Estados, pelo Distrito Federal e pelos Municípios de seus servidores, para o custeio, em benefício destes, do regime previdenciário, seria inconstitucional por contrariar o pacto federativo. Direito Tributário Lista de Questões ICMS/SP (Parte 3) Página 4
(E) A expressão "regime previdenciário" de seus servidores, a ensejar a instituição de contribuição pelos Estados-membros, não abrange a prestação de serviços médicos, hospitalares, odontológicos e farmacêuticos. 12) ANALISTA JUDICIÁRIO/ÁREA JUDICIÁRIA TRF 4ª FCC 2010 Em tema de competência tributária, considere: I. É vedado à União cobrar imposto sobre o patrimônio e a renda com base em lei anterior à data inicial do exercício financeiro a que corresponda. II. O não exercício da competência tributária não a defere a pessoa jurídica de direito público diversa daquela a que a Constituição a tenha atribuído. III. Os tributos cuja receita seja distribuída, no todo ou em parte, a outras pessoas jurídicas de direito público pertencerá à competência legislativa daquela a que tenham sido atribuídos. IV. É permitido aos Estados e aos Municípios, em obediência ao princípio da isonomia, estabelecer diferença tributária entre bens de qualquer natureza, em razão da sua procedência ou do seu destino. V. Somente a União, no caso excepcional de conjuntura que exija a absorção temporária de poder aquisitivo, pode instituir empréstimos compulsórios. Está correto o que consta APENAS em (A) IV e V. (B) I, II e IV. (C) III, IV e V. (D) II, III e V. (E) I e III. 13) AUDITOR FISCAL TRIBUTÁRIO MUNICIPAL PREF. SÃO PAULO/SP FCC 2012 Município Deixa pra Lá, não conseguindo, hipoteticamente, exercer sua competência constitucional tributária para instituir o ITBI no seu território, celebrou acordo com o Estado federado em que se localiza, para que esse Estado passasse a exercer, em seu lugar, a competência constitucional para instituir o referido imposto em seu território municipal e, ainda, para que exercesse as funções de fiscalizar e arrecadar esse tributo, recebendo, em contrapartida, um pagamento fixo anual, a título de "retribuição compensatória". Relativamente a essa situação, o Município Deixa pra Lá (A) não pode delegar sua competência tributária, nem suas funções de arrecadar e de fiscalizar tributos de sua competência tributária a qualquer outra pessoa jurídica de direito público, mas pode delegar as funções de arrecadação às instituições bancárias públicas e privadas. (B) pode delegar sua competência tributária e suas funções de arrecadar e de fiscalizar tributos a outra pessoa jurídica de direito público. (C) não pode delegar sua competência tributária a qualquer outra pessoa jurídica de direito público, embora possa delegar as funções de arrecadar e de fiscalizar tributos de sua competência tributária. (D) não pode delegar sua competência tributária, nem suas funções de fiscalizar tributos a qualquer outra pessoa jurídica Direito Tributário Lista de Questões ICMS/SP (Parte 3) Página 5
de direito público, embora possa delegar suas funções de arrecadar tributos de sua competência tributária. (E) não pode delegar sua competência tributária, nem suas funções de arrecadar e de fiscalizar tributos de sua competência tributária a qualquer outra pessoa jurídica de direito público. 14) PROCURADOR DO ESTADO PGE/MT FCC 2011 Sobre competência tributária e capacidade tributária ativa, é correto afirmar: (A) A competência tributária é delegável por lei. (B) A capacidade tributária ativa indica o sujeito ativo da obrigação tributária principal. (C) O Código Tributário Nacional fixa as competências tributárias. (D) A capacidade tributária ativa é exclusiva do ente político definido na Constituição Federal. (E) Somente o ente político competente para instituir o tributo pode ser titular da capacidade tributária ativa. 15) AUDITOR FISCAL TRIBUTÁRIO MUNICIPAL PREF. SÃO PAULO/SP FCC 2012 Admitindo-se que caiba apenas aos Estados federados colocar à disposição da população um determinado serviço público específico e divisível, e, admitindo-se, também, que, em decorrência de omissão de alguns Estados, os municípios neles localizados resolvam, fora do âmbito de suas respectivas atribuições, tornar esse serviço disponível às suas respectivas populações, cobrando, em razão disso, taxas pelos serviços que estão sendo colocados à sua disposição, conclui-se que a instituição dessa taxa está em (A) desconformidade com a legislação, pois as taxas só podem ser cobradas em razão de serviços efetivamente prestados e não meramente colocados à disposição do munícipe. (B) desconformidade com a legislação, pois uma pessoa jurídica de direito público não pode cobrar taxa por atividade que não esteja no âmbito de suas respectivas atribuições. (C) conformidade com a legislação, desde que o Estado delegue sua competência tributária para o município. (D) desconformidade com a legislação, pois a atividade desenvolvida pelo município deve ser prestada gratuitamente, custeada pela receita geral de impostos, já que os municípios não estão constitucionalmente autorizados a cobrar taxa de espécie alguma. (E) conformidade com a legislação, pois, se o Estado não exerceu sua competência constitucional, o município deve fazê-lo, cobrando, consequentemente, as taxas cabíveis. 16) AUDITOR FISCAL TRIBUTÁRIO MUNICIPAL PREF. SÃO PAULO/SP FCC 2012 Um município brasileiro, desconsiderando as regras de direito privado a respeito de transmissões onerosas e doações de bens e direitos, inseriu, na lei ordinária que instituiu o ITBI naquele município, uma regra jurídica que equiparava as doações de imóveis, feitas entre parentes em linha Direito Tributário Lista de Questões ICMS/SP (Parte 3) Página 6
reta e entre parentes em linha colateral, até o terceiro grau, a transmissões onerosas e, com base nessa norma legal, passou a cobrar o ITBI sobre essas transmissões. Nesse caso, a norma municipal acima referida (A) poderia ter sido criada pelo município, desde que o município firmasse convênio com o Estado no qual está localizado, transferindo a competência tributária do Estado para a do município e promovendo repartição de receita com o ente estadual, de modo que este recebesse em repasse a mesma importância que receberia se a operação tivesse sido tributada pelo ITCMD. (B) não poderia ter sido criada pelo município, pois é competência dos Estados, e não dos municípios, legislar sobre o ITBI. (C) não poderia ter sido criada pelo município, pois ela fere norma geral de direito tributário que impede que a pessoa jurídica de direito público edite norma para alterar a definição, o conteúdo e o alcance de institutos, conceitos e formas de direito privado, utilizados, expressa ou implicitamente, pela Constituição Federal, para definir ou limitar competências tributárias. (D) poderia ter sido criada pelo município, pois é competência dos municípios legislar sobre o ITBI. (E) poderia ter sido criada pelo município, desde que o município firmasse convênio com o Estado no qual ele está localizado, transferindo a competência tributária do Estado para a competência tributária do município. 17) AUDITOR FISCAL DA FAZENDA ESTADUAL SEFAZ/PI FCC 2015 De acordo com o Código Tributário Nacional, caso o atual município pernambucano de Fernando de Noronha fosse transformado em Estado federado, não dividido em municípios, (A) a União teria competência para instituir os tributos federais e os impostos estaduais. (B) o novo Estado teria competência para instituir apenas o ITBI e o IPTU. (C) o novo Estado teria competência para instituir apenas o ISS e o ITBI. (D) nem a União, nem o novo Estado teriam competência para instituir impostos municipais. (E) o novo Estado teria competência para instituir todos os impostos municipais. 18) DEFENSOR PÚBLICO DPE/PA FCC 2009 Sobre competência constitucional em matéria tributária, é correto afirmar, EXCETO (A) a competência tributária é indelegável, inalienável, imprescritível, irrenunciável e inalterável. (B) a competência para instituição do ITR é da União, mas a capacidade poderá ser transferida aos Municípios que optarem pela arrecadação e fiscalização deste tributo, nos termos da lei. (C) a isenção equivale a incompetência tributária para instituir tributos sobre determinados fatos geradores, estando regulada na Constituição Federal. Direito Tributário Lista de Questões ICMS/SP (Parte 3) Página 7
(D) a competência para instituição do ISS é municipal e do ICMS é estadual. (E) as competências para instituição de impostos são classificadas como legislativas exclusivas e não podem ter seu rol ampliado. 19) JUIZ SUBSTITUTO TJ/MS FCC - 2010 Sobre a competência tributária, é correto afirmar que (A) trata-se de competência administrativa, passível de delegação por lei complementar. (B) é competência legislativa comum para todas as espécies de tributos. (C) é competência concorrente da União e dos Estados. (D) é competência legislativa exclusiva em relação a impostos e empréstimo compulsório. (E) pode ser delegada por lei relativamente ao exercício da fiscalização e arrecadação de tributos. 20) ANALISTA JUDICIÁRIO/ÁREA JUDICIÁRIA TRF 5ª FCC 2012 Sobre competência legislativa em matéria tributária, é correto afirmar: (A) A União tem sempre competência exclusiva para instituir contribuição social para seguridade social de todos os serviços públicos dos entes da Federação. (B) Os entes da Federação têm competência comum para instituir contribuição de intervenção no domínio econômico. (C) A competência para instituição de impostos vem discriminada na Constituição Federal para cada um dos entes da Federação. (D) A competência para instituição de imposto residual é privativa da União, muito embora seja cabível delegação desta competência aos Estados-membros e Distrito Federal mediante lei complementar. (E) A competência para instituição do ITR é de competência da União, mas a Constituição Federal admite expressamente a delegação desta competência aos Municípios, nos termos de lei complementar que regulamente as hipóteses e forma de delegação. 21) PROCURADOR DO ESTADO PGE/SP FCC 2009 I. É vedado à União instituir tributo que não seja uniforme em todo o território nacional, ou que implique distinção ou preferência em relação a Estado, ao Distrito Federal ou a Município, em detrimento de outro, admitida a concessão de incentivos fiscais a contribuintes hipossuficientes. II. A competência legislativa dos Estados, em matéria tributária, é residual, podendo instituir outros impostos, além dos já previstos na Constituição Federal, desde que sejam não-cumulativos e não tenham fato gerador ou base de cálculo próprios dos nela discriminados. III. Inexistindo lei federal sobre normas gerais, os Estados exercerão sua competência legislativa plena, para atender a suas peculiaridades. IV. Existindo norma geral da União, é facultado aos Estados legislar supletivamente em matéria tributária. Direito Tributário Lista de Questões ICMS/SP (Parte 3) Página 8
V. A competência legislativa dos Estados para instituir o IPVA depende da prévia edição de lei complementar, conforme já decidiu o Supremo Tribunal Federal. Está correto o que se afirma em (A) II e V, apenas. (B) III e IV, apenas. (C) I, II e IV, apenas. (D) I, III e V, apenas. (E) I, II, III, IV e V. 22) AGENTE FISCAL DE RENDAS SEFAZ/SP FCC 2009 Em relação à competência tributária, cabe (A) à União instituir impostos sobre: I) importação de produtos estrangeiros; II) propriedade territorial rural; III) doação de quaisquer bens e direitos. (B) aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre: I) transmissão causa mortis; II) operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação; III) propriedade de veículos de qualquer natureza. (C) aos Municípios instituir impostos sobre: I) propriedade territorial urbana e rural; II) serviços de qualquer natureza não compreendidos na competência tributária dos Estados, definidos em lei complementar; III) doação de quaisquer bens e direitos. (D) aos Estados instituir impostos sobre: I) propriedade predial territorial e urbana; II) transmissão inter vivos a qualquer título, por ato oneroso ou gratuito de quaisquer bens e direitos; III) serviços de qualquer natureza. (E) à União instituir impostos sobre: I) importação de produtos estrangeiros; II) propriedade territorial rural; III) os impostos estaduais em território Federal e, se o Território não for dividido em Municípios, cumulativamente, os impostos municipais. 23) AUDITOR FISCAL DA RECEITA ESTADUAL SEFAZ/PB FCC - 2006 NÃO é competência da União instituir contribuição (A) de melhoria. (B) social. (C) de intervenção no domínio econômico. (D) de interesse das categorias profissionais ou econômicas. (E) para o custeio do serviço de iluminação pública. 24) ANALISTA DE PROCURADORIA/APOIO JURÍDICO PGE/BA FCC 2013 A União poderá instituir, mediante Lei (A) Ordinária, impostos não previstos na Constituição Federal, desde que sejam não cumulativos e não tenham fato gerador ou base de cálculo próprios dos nela discriminados. (B) Complementar, quaisquer tributos não previstos na Constituição Federal, desde que sejam cumulativos e tenham fato gerador ou base de cálculo próprios dos nela discriminados. (C) Complementar, impostos não previstos na Constituição Federal, desde que sejam não cumulativos e não tenham fato Direito Tributário Lista de Questões ICMS/SP (Parte 3) Página 9
gerador ou base de cálculo próprios dos nela discriminados. (D) Complementar ou ordinária, impostos não previstos na Constituição Federal, desde que sejam cumulativos e não tenham fato gerador ou base de cálculo próprios dos nela discriminados. E) Ordinária, quaisquer tributos não previstos na Constituição Federal, desde que sejam não cumulativos e não tenham fato gerador ou base de cálculo próprios dos nela discriminados. 25) JUIZ SUBSTITUTO TJ/PE FCC - 2011 Em nosso sistema tributário, os impostos designados residuais (A) podem ser instituídos por lei ordinária federal, desde que não sejam cumulativos e tenham fato gerador e base de cálculo inéditos. (B) podem ser instituídos pela União, Estados ou Municípios, desde que não sejam cumulativos e tenham fato gerador e base de cálculo inéditos. (C) podem ser instituídos por lei ordinária federal, desde que tenham fato gerador e base de cálculo inéditos. (D) são de competência privativa da União e só podem ser instituídos mediante lei complementar. (E) são instituídos para cobertura das despesas residuais orçamentárias. 26) AUDITOR DE CONTROLE EXTERNO TCM/GO FCC 2015 De acordo com a Constituição Federal, são tributos de competência (A) do Distrito Federal: o ITBI, o IGF, o ITCD e o ISSQN. (B) federal: o II, o IE, o ITR e os impostos extraordinários passíveis de serem instituídos na iminência ou no caso de guerra externa. (C) estadual: o ICMS, o IPTU, o IPVA e o ITCD. (D) municipal: o ISSQN, o IPTU, o ITR e o ITBI. (E) federal: o IPI, o ITBI, o IOF, ITCD e o IR. 27) AGENTE FISCAL DE RENDAS SEFAZ/SP FCC 2006 A Constituição Federal atribui à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios competências tributárias privativas, vedando que um ente político invada a competência do outro, exceto, em relação (A) à União, que pode instituir isenções de tributos da competência dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. (B) aos Estados-membros, que podem conceder parcelamento, isenções e anistia de tributos municipais. (C) à União que, no exercício de sua competência residual, poderá invadir as competências tributárias dos entes políticos, para instituir impostos cumulativos, com fato gerador e base de cálculo já relacionados na Constituição Federal. (D) aos Estados-membros, que podem conceder moratória de caráter geral, em relação aos tributos municipais. (E) à União que, na iminência ou no caso de guerra externa, poderá instituir impostos extraordinários, compreendidos ou não em sua competência tributária. Direito Tributário Lista de Questões ICMS/SP (Parte 3) Página 10
28) AUDITOR FISCAL DO TESOURO ESTADUAL SEFAZ/PE FCC 2014 De acordo com a Constituição Federal, (A) a União poderá instituir, mediante lei ordinária, na iminência ou no caso de guerra externa, impostos extraordinários, compreendidos ou não em sua competência tributária, os quais serão suprimidos, gradativamente, cessadas as causas de sua criação. (B) a União poderá instituir, mediante lei ordinária, impostos não compreendidos em sua competência tributária, desde que sejam não cumulativos e não tenham fato gerador ou base de cálculo próprios dos discriminados na Constituição Federal. (C) a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão instituir contribuição de melhoria, decorrente de obra pública, ainda que não haja valorização imobiliária dela decorrente. (D) a União poderá instituir empréstimos compulsórios, mediante medida provisória, no caso de investimento público de caráter urgente e de relevante interesse nacional. (E) os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão instituir contribuição, na forma das respectivas leis, para o custeio do serviço de iluminação pública. 29) JUIZ SUBSTITUTO TJ/AL FCC - 2007 Nos termos do art. 153, 4o, III, da Constituição Federal, o Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural poderá ser fiscalizado e cobrado pelo Município. Se o Município, em caráter excepcional, resolver fazer uso dessa faculdade, passará a exercer (A) a competência tributária plena. (B) juntamente com a União a competência tributária. (C) a competência e a capacidade tributária ativa. (D) juntamente com a União a capacidade tributária ativa. (E) a capacidade tributária ativa, ficando reservada à União a competência tributária. 30) AUDITOR FISCAL TRIBUTÁRIO PREF. CUIABÁ/MT FGV 2014 Com relação ao Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF), assinale a afirmativa correta. (A) Pode ser instituído pela União, pelos Estados e pelos Municípios, no exercício de competência concorrente. (B) Pode ser instituído pela União, mas, enquanto esta não o fizer, poderão instituí-lo os Estados, no exercício de competência supletiva. (C) Pode ser instituído pela União, mas, enquanto esta não o fizer, poderão instituí-lo os Municípios, no exercício de competência supletiva. (D) Pode ser instituído apenas pela União, por meio de lei complementar, inexistindo competência concorrente ou supletiva de qualquer outro ente público. (E) Pode ser instituído apenas pela União, por meio de lei ordinária, inexistindo competência concorrente ou supletiva de qualquer outro ente público. 31) PROCURADOR DO MUNICÍPIO PREF. CUIABÁ/MT FCC 2014 Procurador do município de Cuiabá consultado sobre possibilidades Direito Tributário Lista de Questões ICMS/SP (Parte 3) Página 11
legislativas de iniciativa do executivo municipal que propiciassem um aumento da arrecadação, elaborou parecer indicando quais seriam as espécies tributárias de competência do município passíveis de serem alteradas. São tributos de competência da União, dos Estados e dos Municípios, respectivamente: (A) Imposto sobre a propriedade territorial rural; Imposto sobre a prestação de Serviços de qualquer natureza, não compreendidos no art. 155, II, definidos em lei ordinária federal; Imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias. (B) Imposto sobre a transmissão causa mortis e doação, de quaisquer bens ou direitos; Imposto sobre a transmissão inter vivos, a qualquer título, por ato oneroso, de bens imóveis por acessão física; Imposto sobre a propriedade de veículos automotores. (C) Impostos extraordinários, no caso de iminência de guerra externa ou interna; Imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana; Imposto sobre a prestação de serviços de comunicação. (D) Imposto sobre serviços de qualquer natureza, não compreendidos no art. 155, II, definidos em lei complementar; Imposto sobre grandes fortunas, nos termos de lei ordinária federal; Imposto sobre a prestação de serviços de transporte interestadual. (E) Imposto sobre operações relativas a valores mobiliários; Imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias; Imposto sobre a transmissão inter vivos, a qualquer título, por ato oneroso, de bens imóveis, por natureza. 32) PROCURADOR DO MUNICÍPIO PREF. CUIABÁ/MT FCC 2014 Considere as seguintes afirmações: I. Compete à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, instituir contribuições de intervenção no domínio econômico, observados os princípios da legalidade e da anterioridade, como previsto na Constituição Federal. II. Tendo em vista a proximidade da Copa do Mundo e sendo Cuiabá uma das cidades-sede escolhidas para a realização de jogos do mundial, verificou-se a necessidade urgente de ampliação da sua rede de transporte de passageiros. Para fazer face aos custos deste investimento, considerado de caráter urgente, o Município de Cuiabá poderia, mediante lei complementar municipal, instituir empréstimo compulsório, desde que observado o princípio da anterioridade. III. A cobrança da contribuição para o custeio do serviço de iluminação pública, passível de instituição pelo município de Cuiabá, pode ser feita na fatura de consumo de energia elétrica. Está correto o que se afirma APENAS em (A) II e III. (B) I e III. (C) III. (D) II. (E) I. 33) PROCURADOR DO ESTADO PGE/RR FCC 2006 É INCORRETO afirmar: Direito Tributário Lista de Questões ICMS/SP (Parte 3) Página 12
(A) Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios instituirão contribuição, cobrada de seus servidores, para o custeio, em benefício destes, do regime previdenciário, cuja alíquota não será inferior à da contribuição dos servidores titulares de cargos efetivos da União. (B) Cabe à lei complementar estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária, especialmente sobre o adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pelas sociedades cooperativas. (C) As taxas serão cobradas em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização efetiva ou potencial, de serviços públicos específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte ou postos a sua disposição. (D) A União, mediante lei complementar, poderá instituir empréstimos compulsórios para atender a despesas extraordinárias, decorrentes de calamidade pública, de guerra externa ou sua iminência. (E) Compete à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios instituir contribuições sociais, de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas, como instrumento de atuação nas respectivas áreas. 34) AUDITOR FISCAL DA RECEITA ESTADUAL SEFAZ/RJ FCC 2014 De acordo com o que estabelece a Constituição Federal, o IPVA é tributo de competência estadual e 50% de sua receita deve ser repassada aos municípios, observados os critérios constitucionais para isso. Nesse sentido, considere: I. As atribuições do Estado do Rio de Janeiro para arrecadar o crédito tributário do IPVA e para fiscalizá-lo são delegáveis aos municípios fluminenses, relativamente aos veículos neles licenciados. II. A competência do Estado do Rio de Janeiro para instituir o IPVA é delegável aos municípios fluminenses, em cujos territórios os proprietários de veículos tenham seus domicílios. III. Caso o Estado do Rio de Janeiro decida por não exercer sua competência tributária, tal fato só deferirá essa competência aos municípios fluminenses que tiverem veículos licenciados em seus territórios. IV. O Estado do Rio de Janeiro tem competência legislativa plena, em relação ao IPVA, ressalvadas as limitações contidas na Constituição Federal e na Constituição Estadual Fluminense. V. O fato de os municípios fluminenses terem direito a receber 50% da receita do IPVA não retira a competência do Estado do Rio de Janeiro para legislar sobre esse imposto, mas permite o compartilhamento da atividade legislativa, em relação às obrigações tributárias acessórias. Com base no CTN, está correto o que se afirma APENAS em (A) IV e V. (B) I e II. (C) III e V. (D) II e III. (E) I e IV. Direito Tributário Lista de Questões ICMS/SP (Parte 3) Página 13
35) AGENTE FISCAL DE RENDAS SEFAZ/SP FCC 2013 Possuem competência para instituir o Imposto Sobre Doações e Transmissão causa mortis, Imposto Territorial Rural, Impostos sobre Importações e Impostos sobre Serviços de Qualquer Natureza, respectivamente, (A) Estados; Municípios; União; Estados e Distrito Federal. (B) Municípios; Estados e Distrito Federal; União; Municípios. (C) Estados e Distrito Federal; União; União; Distrito Federal. (D) Estados; União; Estados e Distrito Federal; Municípios. (E) Estados; Municípios; União; Municípios e Distrito Federal. 36) AGENTE TÉCNICO LEGISLATIVO/DIREITO ASSEMBLEIA LEGISLATIVA/SP FCC 2010 É da competência constitucional legislativa dos Estados a instituição de (A) impostos não discriminados expressamente na Constituição Federal, dentro da competência residual. (B) taxas, pelo exercício regular de poder de polícia de competência estadual. (C) contribuição de intervenção no domínio econômico. (D) imposto sobre a transmissão inter vivos de bens imóveis a título oneroso. (E) empréstimo compulsório para cobrir despesas extraordinárias decorrentes de calamidade pública. 37) PROCURADOR JUDICIAL PREF. RECIFE/PE 2014 Procurador Judicial do Recife recém empossado no cargo recebe a incumbência de apresentar estudo detalhado sobre competência tributária. Demonstrando profundo conhecimento sobre o tema, ele correlaciona corretamente os entes políticos (União, Estados, Distrito Federal e Municípios) aos respectivos tributos, conforme definido na Constituição Federal de 1988. É correto afirmar que são de competência do Distrito Federal: (A) Contribuição sobre a receita ou faturamento das empresas, imposto sobre a prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e imposto sobre a prestação de serviços de transporte intramunicipal. (B) Imposto sobre operações de crédito, câmbio e seguro, ou relativas a títulos ou valores mobiliários; imposto predial e territorial urbano e imposto sobre a transmissão de bens imóveis. (C) Imposto sobre serviços de qualquer natureza, imposto extraordinário em caso de guerra externa e imposto sobre a propriedade de veículos automotores. (D) Imposto sobre a prestação de serviço de comunicação, imposto predial e territorial urbano e imposto territorial rural. (E) Imposto sobre a transmissão inter vivos, a qualquer título, por ato oneroso, de bens imóveis, por natureza; imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e imposto sobre a doação, de quaisquer bens ou direitos. Direito Tributário Lista de Questões ICMS/SP (Parte 3) Página 14
38) AUDITOR FISCAL TRIBUTÁRIO MUNICIPAL PREF. SÃO PAULO/SP FCC - 2007 São tributos de competência municipal: (A) imposto sobre a transmissão causa mortis de bens imóveis, imposto sobre a prestação de serviço de comunicação e imposto sobre a propriedade territorial rural. (B) imposto sobre a transmissão causa mortis de bens imóveis, imposto sobre a transmissão onerosa, inter vivos, de bens imóveis e imposto sobre a propriedade predial urbana. (C) imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana, imposto sobre a transmissão onerosa, inter vivos, de bens imóveis e imposto sobre a propriedade territorial rural. (D) imposto sobre a propriedade territorial urbana, imposto sobre a transmissão onerosa, inter vivos, de bens imóveis e imposto sobre a prestação de serviço de comunicação. (E) imposto sobre a propriedade territorial urbana, imposto sobre serviços de qualquer natureza, definidos em lei complementar e não-compreendidos na tributação do ICMS, e imposto sobre a transmissão onerosa, inter vivos, de bens imóveis. 39) PROCURADOR MUNICIPAL PREF. TERESINA/PI FCC 2010 NÃO é competência municipal a instituição de (A) imposto sobre a transmissão de bens imóveis por ato inter vivos a título oneroso. (B) imposto sobre a propriedade territorial urbana. (C) contribuição social dos servidores municipais para custeio de regime previdenciário próprio. (D) contribuição de melhoria. (E) contribuição de interesse de categorias profissionais ou econômicas. 40) PROCURADOR MUNICIPAL PREF. JABOATÃO/PE FCC 2006 Compete aos Municípios a instituição de imposto sobre (A) a propriedade predial e territorial urbana, que poderá ser progressivo em razão do valor do imóvel e ter alíquotas diferenciadas de acordo com a localização e uso do imóvel. (B) a transmissão inter vivos, a qualquer título, por negócio gratuito, de bens imóveis. (C) a propriedade predial e territorial urbana, bem como sobre a transmissão inter vivos, a qualquer título, que poderão ter sistema de alíquotas progressivas. (D) serviço de qualquer natureza, que recairá sobre qualquer serviço, mesmo que não oneroso, em razão do princípio da capacidade contributiva. (E) serviço de qualquer natureza, cabendo à lei ordinária fixar suas alíquotas máximas e mínimas, bem como regular a forma e as condições como as isenções e incentivos serão concedidos e revogados. 41) ASSESSOR JURÍDICO CÂMARA DE RECIFE/PE FGV 2014 Segundo a Constituição Federal, compete aos Municípios a instituição de: Direito Tributário Lista de Questões ICMS/SP (Parte 3) Página 15
(A) imposto sobre a propriedade territorial rural. (B) imposto sobre a transmissão inter vivos, a qualquer título, por ato oneroso, de bens imóveis. (C) empréstimo compulsório para atender as despesas extraordinárias decorrentes de calamidade pública. (D) taxa em razão do serviço público de gás canalizado por eles prestado diretamente. (E) imposto sobre a transmissão causa mortis e doação, de quaisquer bens ou direitos. 42) ANALISTA JUDICIÁRIO/ÁREA JUDICIÁRIA TRF 5ª FCC 2012 Admite-se constitucionalmente a bitributação e o bis in idem na seguinte hipótese: (A) imposto de competência dos Estados pela União, para incidir em Território Federal. (B) contribuição de melhoria. (C) imposto residual de competência da União. (D) imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza pelos Estadosmembros e Municípios em relação aos seus servidores públicos. (E) imposto extraordinário, pela União, na iminência ou no caso de guerra externa. Direito Tributário Lista de Questões ICMS/SP (Parte 3) Página 16
GABARITO 1 C 23 E 2 A 24 C 3 A 25 D 4 B 26 B 5 D 27 E 6 B 28 A 7 C 29 E 8 E 30 D 9 A 31 E 10 A 32 C 11 D 33 E 12 D 34 E 13 C 35 C 14 B 36 B 15 B 37 E 16 C 38 E 17 E 39 E 18 C 40 A 19 D 41 B 20 C 42 E 21 B 22 E Direito Tributário Lista de Questões ICMS/SP (Parte 3) Página 17