CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

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Transcrição:

PLANO DE ENSINO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Disciplina ESTRADAS Código Docente Helio Marcos Fernandes Viana Semestre 2013.1 Carga horária 80h 1 EMENTA Transportes no Brasil. Estudos do traçado. Elementos para o projeto de estradas. Características das estradas. Construção de infra-estrutura rodoviária. Drenagem e obras de arte da infra-estrutura rodoviária. Conceitos do transporte ferroviário. Principais elementos da superestrutura das ferrovias. Alinhamentos vertical e horizontal. Interseções rodoviárias. Terceira faixa para veículos pesados. Subsistemas e componentes do transporte ferroviário.. 2 OBJETIVOS DO COMPONENTE CURRICULAR OBJETIVO GERAL 1 - Conhecer os fatores que influenciam o traçado geométrico da estrada; 2 - Adquirir noções do melhor traçado para estrada; 3 - Capacitar para o cálculo e locação de curvas horizontais circulares e circulares com transição; 4 - Capacitar para o cálculo e locação de curvas verticais côncavas e convexas; 5 - Capacitar para o cálculo da superlargura e superelevação (no caso rodoviário e ferroviário); 6 - Saber realizar o cálculo dos volumes de terraplenagem; 7 - Possuir noções das interseções rodoviárias; 8 - Capacitar para o cálculo dos elementos de drenagem rodoviária; 9 - Fornecer os subsídios necessários para calcular a terceira faixa para veículos pesados; e 10 - Conhecer os principais fatores para um bom traçado geométrico rodoviário horizontal e vertical. OBJETIVOS ESPECÍFICOS (Competências/Habilidades aprendizagens que serão consolidadas pelos estudantes) O aluno deverá, ao final do semestre: - Dominar os conceitos básicos da disciplina; - Aplicar os conhecimentos adquiridos à vida prática de sua formação ética e profissional; - Está familiarizado com a leitura de projetos geométricos de vias e apto para desenvolvê-los; e - Está capacitado para fiscalizar a qualidade de vias rodoviárias já lançadas. 3 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Transportes no Brasil; 2. Estudos do traçado; 3. Elementos para o projeto de estradas; 4. Características das estradas; 5. Construção de infra-estrutura rodoviária; 6. Drenagem e obras de arte da infra-estrutura rodoviária; 7. Conceitos do transporte ferroviário; 8. Principais elementos da superestrutura das ferrovias; 9. Alinhamentos vertical e horizontal; 10. Interseções rodoviárias; e 11. Terceira faixa para veículos pesados.

SEMANA 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 3 CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS / CRONOGRAMA DAS AULAS MÉTODOS E TÉCNICAS DE APRENDIZAGEM ASSUNTO (indicar as estratégias didáticas que serão utilizadas) Considerações gerais (introdução ao estudo de estradas) Elementos geométricos das estradas, e exercício em sala [coordenadas E (leste), e N (norte)]. Exercícios relacionados ao lançamento da poligonal (Prova do DNIT). E aulas de introdução à drenagem de pavimentos. Características técnicas do projeto e exercícios. E também exercícios sobre drenagem. Curvas horizontais circulares, cálculo dos pontos notáveis de curvas circulares em sala, e exercícios de drenagem. Aula expositiva. Método de aprendizagem por meio de resolução de exercício, e aula expositiva. Aula expositiva, método de resolução de exercício, e estudo Aula expositiva, método de resolução de exercício e estudo APRENDIZAGENS QUE SERÃO CONSOLIDADAS PELOS ESTUDANTES Aquisição de conhecimento sobre: - Os estudos para construção de estradas; - As fases do projeto geométrico de estradas; - Os fatores que influenciam na escolha do traçado; - O desenvolvimento do traçado da estrada (ou ampliação do traçado); e - As classificações das rodovias. - Azimutes e ângulos de deflexão; - Tipos de curvas de concordância horizontal; - Greides; e - Seções transversais. Adquirir noções práticas das formulações e processos matemáticos relacionados com a poligonal aberta, estacas, azimutes e estacas. Obtenção de noções sobre drenagem superficial de pavimentos. - Velocidade de projeto (ou velocidade diretriz); - Velocidade de operação; - Veículos de projeto; - Distâncias de visibilidade; - Cálculo da vazão de descarga; e - Velocidade do fluxo da água em sarjetas. Aquisição de conhecimento sobre: - Geometria da curva circular; - Locação de curvas circulares horizontais por deflexão; - Raio mínimo da curva horizontal; - Visibilidade nas curvas horizontais; - Tangente mínima. - Determinação da intensidade da precipitação ou da chuva sobre o pavimento; - À determinação da vazão de descarga da chuva sobre o pavimento; e - A definição da distância ou do espaçamento entre os rápidos.

8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. Exercício de locação de uma curva circular, exercício relacionado ao afastamento lateral mínimo, e exercício de drenagem. Curva horizontal de transição e exercício (cálculo dos pontos notáveis da curva de transição). Superelevação e exercícios (relacionados à superelevação e à distribuição da superelevação), alinhamentos horizontal e vertical e terceira faixa para veículos pesados. Superlargura e exercícios sobre superlargura e terceira faixa para veículos pesados. Curvas verticais e exercício (cálculo dos pontos notáveis de uma côncava). Método de aprendizagem por meio de resolução de exercício, e estudo Aula expositiva, método de resolução de exercício, e estudo Adquirir noções práticas das formulações e processos matemáticos relacionados com: - A locação de curvas circulares e com; - A distância de afastamento mínima de obstáculos laterais nas curvas; - À capacidade de escoamento de um sistema de drenagem tipo sarjetas-rápidos; - A largura de um rápido de seção transversal retangular, ou do comprimento da abertura no meio-fio para interceptar o fluxo total de água da sarjeta; - A altura mínima do nível da água no interior do canal de um rápido; - A determinação da velocidade do fluxo de água no interior do canal de um rápido de seção transversal retangular; e - A bacia de amortecimento horizontal, lisa de concreto. - Curvas de transição: características, funções e tipos; - Elementos geométricos para o projeto e a locação da curva horizontal simétrica com espirais de transição; e - Locação da curva horizontal simétrica com espirais de transição (para o caso do raio conservado) - A superelevação; - O cálculo da superelevação; e - A distribuição da superelevação. - A superlargura; - O cálculo da superlargura; - A distribuição da superlargura. Aquisição de conhecimento sobre: - Curvas usadas na concordância vertical; - O cálculo das cotas, flechas e estacas da parábola do 2. o grau simples ou simétrica em relação ao PIV; - Comprimento mínimo das curvas verticais (considerando-se a parábola do 2. o grau simples ou simétrica em relação ao PIV); e - Nota de serviço de terraplenagem.

15. 16. Noções de terraplanagem e exercícios. Alinhamentos vertical e horizontal, e também terceira faixa para veículos pesados. Aula expositiva e exercícios. Aula expositiva e exercícios. - Adquirir conhecimento sobre: as atividades e os cálculos envolvidos em terraplenagem. - Adquirir conhecimento sobre: alinhamento vertical e horizontal e terceira faixa para veículos pesados. OBS: 1) Este cronograma poderá ser alterado durante o período letivo, desde que não cause prejuízo das atividades pedagógicas e dos conteúdos da disciplina. 2) Fora as horas aulas previstas para as avaliações individuais e, as horas aluas previstas para a Entrega das avaliações no final do curso, que somam 16 horas aula, pois há 2 (duas) avaliações no curso de Estradas e 1 (uma ) VMD; os registros acima corresponderam a 64 horas aula de 50 minutos. 3) No final do curso, também poderá ser realizada uma aula expositiva no campo em uma rodovia (anel viário de Vitória da Conquista-BA). 4 CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES DISCENTES EXTRACLASSE (Relacionar as Atividades Discentes Extraclasse previstas) UNIDADE ATIVIDADES CONTEÚDO 1ª 1ª 2ª 2ª Resolução da I (primeira) lista de exercícios. dia 08/03/2013. Resolução da I (primeira) lista de exercícios. dia 15/03/2013. Resolução da II (segunda) lista de exercícios. dia 12/04/2013. Resolução da II (segunda) lista de exercícios. dia 26/04/2013. OBS: Os registros acima correspondem a horas de atividades acadêmicas efetivas. 5 CRITÉRIOS E INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO A VMD - Verificação Multidisciplinar corresponderá a 10% da nota da média curricular e será realizada ao final da II unidade, em período direcionado pela Coordenação de Curso conforme Calendário Acadêmico. Conforme os Critérios de Avaliação da Rede FTC, fora o VMD, o restante da média semestral será dividida do seguinte modo 80% da média da unidade semestral corresponde à nota da avaliação individual e 20% da média para avaliações em grupo. A composição da nota é gerada pelo sistema (Intranet). A VMD será corrigida (pela Fundação FTC) por disciplina, gerando uma nota específica para cada disciplina corrigida. Considerando a necessidade de um uso correto da linguagem, será considerado, na correção dos trabalhos, o uso adequado da linguagem escrita - correção gramatical e ortográfica, coesão e coerência da linguagem escrita: - Os docentes procederão a correção devida, descontando 0,1 (um décimo) por incorreção na linguagem escrita, não devendo ultrapassar 10% do valor total da avaliação. - Os critérios gerais de avaliação atendem ao Regulamento aprovado no Conselho Superior Acadêmico.

UNIDADE I (Peso 45% do total de pontos do semestre) INSTRUMENTO NOTA Prova Individual (Peso 80% dos pontos da I unidade) 0-10 Trabalho em Grupo (Peso 20% dos pontos da I unidade) 0-10 UNIDADE II (Peso 45% do total de pontos do semestre) INSTRUMENTO NOTA Prova Individual (Peso 80% dos pontos da II unidade) 0-10 Trabalho em Grupo (Peso 20% dos pontos da II unidade) 0-10 VMD (Peso 10% do valor do total semestre) 0-10 6 RECURSOS Pincel, quadro branco e apagador; Réqua de 1m; Datashow com computador e software powerpoint; e Mira laser. 7 REFERÊNCIAS BÁSICAS 1 VIANA, H. M. F. Notas de aulas de Estradas. Vitória da Conquista - BA, 2011. Paginação personalizada. 2 PONTES FILHO, G. (1998) Estradas de rodagem projeto geométrico. [S.I.]: Bidim, 1998. 432p. 3 PIMENTA, C. R. T.; OLIVEIRA, M. P. Projeto geométrico de rodovias. 2. ed. São Carlos - SP: Rima, 2004. 198p. 4 COSTA, P. S.; FIGUEIREDO, W. C. (2001) Estradas estudos e projetos. Salvador BA: Coleção pré-textos, 2001. 408p. 8 REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES 1 Apostila de renovação da C.N.H. (Carteira Nacional de Habilitação). Vera Cruz - SP: Editora São José. 98p. 2 AUSTROROADS Rural road design: A guide to the geometric design of rural roads. Autroads National Office. Sydney, 1989. 3 BOHNENBERGER, J. C. Sistema de drenagem urbana - Notas de Aula. Viçosa - MG: Universidade Federal de Viçosa, 199?. 113p. 4 DENÍCULI, W. Condutos livres em regime uniforme (canais) - Notas de aula de Hidráulica. ENG341. Viçosa - MG: Universidade Federal de Viçosa, 1986. 56p. 5 DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS E RODAGEM. Manual de implantação básica. 2. ed., Rio de janeiro, 1996. http://www.estradas.com.br/new/header_sites/sos_estudos.asp. 318p. 6 DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS E RODAGEM. Manual de projeto geométrico de rodovias rurais. Rio de janeiro, 1999. http://www1.dnit.gov.br/arquivos_internet/ipr/ipr_new/manuais/manual%20de%20 Implanta%E7%E3o%20B%E1sica.pdf. 195p. 7 CARVALHO, C. A. B.; LÓSS, Z. V.; LIMA, D. C.; SOUZA, A. C. V. Estradas - Projeto (introdução, concordância horizontal, superelevação e superlargura). Apostila 336. Viçosa-MG: Universidade Federal de Viçosa, 1993. 64p. 8 COMASTRI, J. A.; CARVALHO, C. A. B. Estradas (traçado geométrico). Apostila 112. Viçosa-MG: Universidade Federal de Viçosa, 1981. 71p. 9 FERNANDES JÚNIOR, J. L.; ODA S.; ZERBINI, L. F. Defeitos e atividades de manutenção e reabilitação em pavimentos asfálticos. São Carlos - SP: Escola de Engenharia de São Carlos - Universidade de São Paulo, 1999. 101p. 10 GILES, R. V. Mecânica dos fluidos e hidráulica. Coleção Schaum. São Paulo - SP: Mcgraw-hill, 1977. 401p.

11 LÓSS, Z. V. [199?] Nota de aula de CIV 310 estradas I (perfil longitudinal e curvas de concordância vertical). Viçosa-MG: Universidade Federal de Viçosa, [199?]. 12 LIMA, D. C.; RÖHM, S. A.; BUENO. Tópicos em estradas. Apostila 205. Viçosa - MG: Universidade Federal de Viçosa, 1985. 116p. 13 MUNEM, M. A.; FOULIS, D. J. Cálculo. Vol. 1. Rio de Janeiro - RJ: Guanabara S. A., 1982. 605p (mais anexos). 14 MICHELIN R. G. Drenagem superficial e subterrânea de estradas. 2. ed., Porto Alegre - RS: Multilibri, 1975. 274p. 15 NOGAMI J. S.; VILLIBOR D. F. Pavimentação de baixo custo com solos lateríticos. São Paulo - SP: Vilibor, 1995. 213p. 16 OLIVEIRA, J. Código de trânsito brasileiro. São Paulo - SP: Cromosete. 1997. 230p. 17 PIETRANTÔNIO, H. Engenharia de tráfego - 2. Introdução à teoria do fluxo de tráfego. EPUSP - Departamento de Engenharia de Transportes. http://www.poli.usp.br/d/ptr5803/et2-teoria.pdf. 45p. 18 SENÇO W. Manual de técnicas de pavimentação. Volume 2. São Paulo - SP: Pini, 2006. 671p. Assinatura do(a) Professor(a) Assinatura da Coordenação do Curso