Introdução. Prof.: Raul Lobato
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- Adriana Campos Lobo
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1 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP FACULDADE DE CIENCIAS EXATAS E TECNOLOGICAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: ESTRUTURAS DE PONTES Introdução Prof.: Raul Lobato
2 Ementa Introdução; Classificação das Pontes; Ações atuantes; Sistemas estruturais; Seções Transversais; Superestrutura das pontes de concreto; Mesoestrutura; Infraestrutura; Processos Construtivos.
3 Aula 01 Definições; Contexto Histórico; Características Particulares; Nomenclatura; Classificação.
4 Projeto de Pontes e Grandes Estruturas CONDIÇÕES LOCAIS MATERIAIS E TÉCNICAS OBRA QUE ATENDA ÀS FUNÇÕES PREVIAMENTE DEFINIDAS
5 Projeto de Pontes e Grandes Estruturas Segurança Estética Economia
6 Concepção de pontes: conhecimentos Teoria das Estruturas; Concreto Armado e Protendido; Mecânica dos Solos; Geologia; Hidráulica e Hidrologia; Materiais; Topografia; Estradas; Fundações.
7 Concepção de pontes MATERIAIS TÉCNICAS CONSTRUTIVAS EXIGÊNCIAS, QUALIDADES E LIMITAÇÕES TIPOS ESTRUTURAIS FORMA GEOMÉTRICA COMPORTAMENTO DEFORMAÇÃO CARGAS
8 Definições Ponte: estabelece continuação de uma via de qualquer natureza (rodovia, ferrovia ou passagem para pedestres); PONTE: obstáculo constituído de curso de água ou outra superfície líquida (lago, braço de mar)
9 Definições Ponte: estabelece continuação de uma via de qualquer natureza (rodovia, ferrovia ou passagem para pedestres); VIADUTO: quando o obstáculo é um vale ou uma via
10 Definições Ponte: estabelece continuação de uma via de qualquer natureza (rodovia, ferrovia ou passagem para pedestres); VIADUTO DE ACESSO: viaduto que serve para dar acesso a uma ponte
11 Definições Ponte: estabelece continuação de uma via de qualquer natureza (rodovia, ferrovia ou passagem para pedestres); VIADUTO DE MEIA ENCOSTA: empregado em encostas com o objetivo de minimizar a movimentação de solo em encostas íngremes, ou como alternativa ao emprego de muro de arrimo ou similar
12 Definições Galeria (bueiros): obras completamente ou parcialmente enterradas, destinadas a passagens inferiores
13 Contexto Histórico MADEIRA PEDRA METÁLICAS CONCRETO CONCRETO PROTENDIDO
14 Contexto Histórico PEDRA
15 Contexto Histórico MADEIRA
16 Contexto Histórico METÁLICA
17 Contexto Histórico CONCRETO ARMADO
18 Contexto Histórico CONCRETO PROTENDIDO
19 Características Particulares Ações: efeito dinâmico das cargas, verificação da possibilidade de fadiga dos materiais; Processos construtivos; Composição estrutural; Análise estrutural. MÍNIMO DE MANUTENÇÃO
20 Nomenclatura SUPERESTRUTURA: PARTE DA PONTE DESTINADA A VENCER O OBSTÁCULO
21 Nomenclatura SUPERESTRUTURA ESTRUTURA PRINCIPAL ESTRUTURA SECUNDÁRIA VENCE O VÃO LIVRE TABULEIRO
22 Nomenclatura MESOESTRUTURA APARELHO DE APOIO PILAR ENCONTRO
23 Nomenclatura APARELHOS DE APOIO: TRANSMISSÃO DAS REAÇÕES DE APOIO E PERMISSÃO DE DETERMINADOS MOVIMENTOS DA SUPERESTRUTURA
24 Nomenclatura ENCONTRO: ELEMENTO SITUADO NA TRANSIÇÃO DA PONTE COM O ATERRO DA VIA. TEM A FUNÇÃO DE SUPORTE E DE ARRIMO DO SOLO.
25 Nomenclatura PILAR: ELEMENTO DE SUPORTE, SITUADO NA REGIÃO INTERMEDIÁRIA, E QUE NÃO TEM A FINALIDADE DE ARRIMAR O SOLO
26 Nomenclatura INFRAESTRUTURA FUNDAÇÃO: TRANSMISSÃO DOS ESFORÇOS PARA O SOLO
27 Nomenclatura
28 Nomenclatura
29 Classificação Material da superestrutura; Comprimento; Natureza do tráfego; Desenvolvimento planimétrico; Desenvolvimento altimétrico; Sistema estrutural da superestrutura; Seção transversal; Posição do Tabuleiro; Processo de execução.
30 Classificação: material da superestrutura Madeira; Alvenaria; Concreto Simples; Concreto Armado; Concreto Protendido; Aço; Mistas (normalmente compostas pela associação de concreto com o aço ou com a madeira).
31 Classificação: comprimento Galerias (bueiros): de 2 a 3 metros; Pontilhões: de 3 a 10 metros; Pontes: acima de 10 metros: o Pontes de pequenos vãos: até 30 metros; o Pontes de médios vãos: de 30 a 60 (80) metros; o Pontes de grandes vãos: acima de 60 (80) metros.
32 Classificação: natureza do tráfego Pontes rodoviárias; Pontes ferroviárias; Passarelas; Aquedutos; Pontes mistas.
33 Classificação: desenvolvimento planimétrico Pontes retas: o Ortogonais; o Esconsas. Pontes curvas.
34 Classificação: desenvolvimento altimétrico Pontes retas: o Horizontal; o Em rampa. Pontes curvas: o Tabuleiro convexo; o Tabuleiro côncavo.
35 Classificação: sistema estrutural da superestrutura PONTE EM VIGA PONTE EM PÓRTICO
36 Classificação: sistema estrutural da superestrutura PONTE EM ARCO PONTE PÊNSIL
37 Classificação: sistema estrutural da superestrutura PONTE ESTAIADA
38 Classificação: seção transversal Ponte de laje: o Maciça; o Vazada; Ponte de viga: o Seção T; o Seção celular.
39 Classificação: posição do tabuleiro Ponte com tabuleiro superior; Ponte com tabuleiro intermediário; Ponte com tabuleiro inferior.
40 Classificação: gabaritos de passagem Vias não navegáveis
41 Classificação: gabaritos de passagem Vias navegáveis
42 Classificação: gabaritos de passagem Vias navegáveis
43 Classificação: gabaritos de passagem Vias navegáveis
44 Considerações Preliminares para o Projeto Geometria: da via, da ponte, gabaritos; Topografia; Informações hidráulicas/hidrológicas: fluxo de água, nível máximo de água, altura de lâmina de água; Condições locais: acesso, disponibilidade de materiais e serviços, impacto ambiental, limitações.
45 Considerações Preliminares para o Projeto PROJETO BÁSICO ESCOAMENTO DE ÁGUA RISCO DE SOLAPAMENTO DA FUNDAÇÃO EROSÃO NAS CABECEIRAS ESCOLHA DO VÃO
46 Projeto de Pontes Dispositivos de proteção (guarda-corpo, defensa); Dispositivos de transição (lajes, encontros, cortinas); Juntas de dilatação; Dispositivos de drenagem; Pavimentação; Plano de manutenção e programa de inspeção.
47 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP FACULDADE DE CIENCIAS EXATAS E TECNOLOGICAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: ESTRUTURAS DE PONTES Introdução [email protected]
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