CABOTAGEM COMO ALTERNATIVA LOGÍSTICA Fábio Siccherino Novembro de 2013
CABOTAGEM POR QUE? 2 O BRASIL TEM MAIS DE 8.000 KM DE COSTA NAVEGÁVEL Incluindo o Rio Amazonas são 10.000 Km (Eficiência Geoeconômica). MEIO DE TRANSPORTE DE CARGA QUE MENOS INTERFERE NO MEIO AMBIENTE (EFICIÊNCIA AMBIENTAL) Redução da emissão de CO 2 e Nox na atmosfera; Uso de vias naturais, baixo impacto ambiental em sua implantação. BAIXO CONSUMO DE COMBUSTÍVEL POR TONELADA ÚTIL TRANSPORTADA COMPARADO COM OUTROS MODAIS (EFICIÊNCIA ENERGÉTICA) CONTRIBUI PARA UM CRESCIMENTO ECONÔMICO MAIS EFICIENTE E RACIONAL (EFICIÊNCIA SOCIAL) Redução do número de caminhões nas estradas; Redução no número de acidentes, morte e custos relacionados. MENOR ÍNDICE DE AVARIAS
CABOTAGEM EFICIÊNCIA AMBIENTAL 3 Excluindo-se o desmatamento da Amazônia e outros biomas, o setor de transportes é o principal responsável por emissões de CO 2 no Brasil: Baixo impacto ambiental em sua implantação promovido pelo uso natural das vias navegáveis
CABOTAGEM EFICIÊNCIA ENERGÉTICA 4 O transporte por Cabotagem chega a consumir 8 vezes menos combustívelpara mover 8 a mesma quantidade de carga Além do uso mais eficiente do combustível, o transporte por Cabotagem apresenta: Baixo índice de sinistralidade( roubo de carga); Consumo de Combustível (Litros por 1.000 Tku) Racionalidade na aplicação dos recursos públicos ( manutenção de estradas e custos como acidentes de trânsito).
MATRIZ DE TRANSPORTES BRASIL X MUNDO 5 Dados de 2010 TKU: Quantidade de toneladas úteis transportadas X Quilometragem percorrida FONTE: Eurostat, US Bureau oftransportationstatisitics, Panorama de Custos Logísticos 2010; Estimativa Instituto ILOS
TRANSPORTE RODOVIÁRIO CENÁRIO ATUAL 6 Evolução do investimento federal em infraestrutura de transporte Classificação do Estado Geral (%) nas rodovias brasileiras R$ bilhões corrente 14,79 14,98 69% 59% 63% 10,35 10,27 11,21 7,34 7,68 5,11 31% 41% 37% 2008 2009 2010 2011 2009 2010 2011 Investimento Total Rodoviário Condições Adequadas Condições Inadequadas FONTE: CNT
TRANSPORTE RODOVIÁRIO CENÁRIO ATUAL 7 Evolução dos acidentes em rodovias federais policiadas Milhares de Acidentes Aumento de 34% 141,1 158,9 182,9 188,9 Impacto econômico com acidentes de trânsito: R$ 22 bilhões / 1,2% do PIB brasileiro ao ano (2011) 2008 2009 2010 2011 FONTE: CNT
TRANSPORTE RODOVIÁRIO LEI DO MOTORISTA 8 Lei 12.619 entrou em vigor em 17 de junho de 2012 e dispõe sobre o exercício da profissão de motorista profissional de veículos automotores, regulamentando a remuneração e a jornada de trabalho. FONTE: ILOS
TRANSPORTE RODOVIÁRIO LEI DO MOTORISTA 9 Impacto médio no custo e serviço do modal rodoviário, considerando motorista CLT, tempo de carga de 3 horas e tempo de descarga de 4 horas FONTE: ILOS
CABOTAGEM x RODOVIÁRIO 10 Não se trata de uma disputa entre modais, mas, oportunidade concreta de complementariedade e colaboração multimodal. A beleza da logística está nas suas variadas possibilidades de soluções e no adequado uso da melhor combinação de modais de transporte disponível.
RIO GRANDE DO SUL INDÚSTRIA 11 Unidades locais (2011) Fabricação de produtos de metal Fabricação de artefatos de couro e calçados Artigos do vestuário e acessórios Fabricação de móveis Fabricação de produtos alimentícios Fabricação de produtos de metal Confecção de artigos do vestuário e acessórios Fabricação de produtos alimentícios Agricultura, pecuária, pesca e aquicultura acima de 1.233 FONTE: IBGE
RIO GRANDE DO SUL MATRIZ DE TRANSPORTES 12 Matriz de Transporte de Carga (Origem RS) Toneladas Transportadas 70,7% 66,2% 70,6% 68,4% 72,6% 63,3% 4,9% 4,6% 4,5% 4,7% 4,5% 4,4% 24,4% 29,2% 24,9% 26,9% 22,9% 32,4% 2006 2007 2008 2009 2010 2011 *Jan-Jun AQUAVIÁRIO FERROVIÁRIO RODOVIÁRIO Dados de 2011: Janeiro a Junho O volume transportado pelo modal aeroviário foi desconsiderado por representar menos de 0,1% do total/ano
RIO GRANDE DO SUL FLUXO DE CABOTAGEM FONTE: ANTAQ
CABOTAGEM EQUALIZAÇÃO DA MATRIZ DE TRANSPORTE 14 DESAFIO Ênfase em ações e projetos de adequação e expansão dos sistemas ferroviário e aquaviário-na navegação interior, de cabotageme de longo curso, buscando sua melhor integração multimodal com o sistema rodoviário, para o qual se propõe um concentrado esforço de restauração e manutenção, acompanhado de algumas importantes obras de construção, pavimentação e ampliação de capacidade. 2005 Dutoviário 4% Aéreo 0% 2025 Dutoviário 5% Aéreo 1% Aquaviário 13% Aquaviário 29% Rodoviário 33% Ferroviário 25% Rodoviário 58% Ferroviário 32% FONTE: PNLT Plano Nacional de Logística e Transportes
CABOTAGEM DESAFIOS 15 Custo do bunker x custo do diesel Bunker Variação do preço de acordo com o mercado internacional Fornecedor único Oferta de capacidade portuária e terminais Vias de acesso Infraestrutura Preferência dos terminais pelas cargas de Longo Curso X Cabotagem Burocracia dos terminais Maior capacidade dos navios de Longo Curso, gerando gargalos logísticos no Brasil
16 Quem Somos?
SOBRE A LOG-IN QUEM SOMOS? 17 Quem Somos Números MAIS DE 1.500 CLIENTES NO MERCOSUL 15 EMBARQUES REGULARES SEMANAIS EM MAIS DE 15 PORTOS NO BRASIL E MERCOSUL 17% CRESCIMENTO DE 17% EM VOLUME AO ANO DE 2008 À 2012 (CAGR) + DE 1,5 MILHÃO 1,5 MILHÃO DE COLETAS E ENTREGAS EM 4 ANOS
SOBRE A LOG-IN MOVIMENTAÇÃO 18 MOVIMENTAÇÃO DE CONTÊINERES BRASIL (TEUS) MOVIMENTAÇÃO DE CONTÊINERES LOG-IN (TEUS) 9% 17% 2008 2009 2010 2011 2012 2008 2009 2010 2011 2012 O transporte de contêineres na cabotagem brasileira tem crescido de forma sustentável nos últimos 10 anos. FONTE: ANTAQ
SOBRE A LOG-IN SERVIÇOS LOG-IN SAM E SAS 19
SOBRE A LOG-IN SERVIÇO LOG-IN COSTA NORTE 20 Agosto de 2012
SOBRE A LOG-IN SERVIÇOS 21 INTEGRANDO O BRASIL E MERCOSUL SERVIÇO AMAZONAS SERVIÇO ATLÂNTICO SUL Melhor TransitTime para a Argentina SERVIÇO COSTA NORTE
SOBRE A LOG-IN INVESTIMENTOS 22 Investimentos A LOG-IN ESTÁ INVESTINDO R$ 1,4BILHÃO NA EXPANSÃO DA CAPACIDADE DE SUA MALHA INTERMODAL Aquisição e Construção de Novos Navios(69%) Outros(9%) Expansão de Terminais Portuários(18%) Expansão de Terminais Terrestres(4%)
CABOTAGEM CONSTRUÇÃO NAVAL 23 FMM Fundo da Marinha Mercante Em 2007 a Log-In empreendeu o maior plano de construção de navios contêineiros de grande porte no Brasil e ainda os 2 maiores navios graneleiros da história brasileira. O investimento total é de cerca de R$ 1,0 Bilhão com financiamento de aproximadamente 85% com recursos do FMM Fundo da Marinha Mercante tendo o BNDES como agente financeiro. LOG-IN Jacarandá 2.800 TEUS LOG-IN Jatobá 2.800 TEUS LOG-IN Tambaqui Graneleiro LOG-IN Tucunaré Graneleiro Em construção LOG-IN Jequitibá 2.800 TEUS LOG-IN TBN1 2.800 TEUS LOG-IN TBN2 2.800 TEUS
CABOTAGEM CONSTRUÇÃO NAVAL 24 Renascimento da Indústria de Construção Naval Brasileira Com a retomada da construção de navios: Estaleiros reativados e revitalizados 3 mil empregos (diretos) e 6 mil (indiretos) por navio construído Empregos para marítimos brasileiros Aço brasileiro sendo aplicado Parceria com fornecedores de equipamentos nacionais
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