CABOTAGEM NO BRASIL. O modal e sua evolução
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- Renata Godoi Chagas
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1 CABOTAGEM NO BRASIL O modal e sua evolução
2 Por uma logística mais integrada e eficiente A Pratical One nasceu com essa visão e com o desejo de contribuir para que o Brasil seja um país mais competitivo e eficiente em sua logística. Queremos ajudar indústrias, fornecedores e compradores de produtos diversos que possam se beneficiar com o uso de meios de transportes mais sustentáveis como a cabotagem. Esperamos contribuir com conhecimento, pois acreditamos que informação é o caminho para tomar decisões mais seguras e estratégicas, por isso preparamos esse material para você. Boa leitura e bons negócios. Equipe Pratical One.
3 CABOTAGEM NO BRASIL O modal e sua evolução Parte 1 Pg. 4 O que é Cabotagem no Brasil Quem são os operadores Parte 2 Pg. 18 Quando escolher a Cabotagem Parte 3 Pg. 21 Planejamento, o que é importante considerar Carga fracionada na Cabotagem
4 Cabotagem O modal e sua evolução 1ª Parte O que é cabotagem no Brasil Quem são os operadores
5 Cabotagem O modal e sua evolução Cabotagem no Brasil O transporte econômico e sustentável A navegação de cabotagem é aquela que ocorre no mar, na nossa costa marítima, e pode incluir partes de rios ou lagos, ligando apenas portos nacionais. No Brasil compreende a ligação dos portos de Manaus, AM até o porto de Rio Grande, RS. A cabotagem no Brasil ganhou mais importância a partir do crescimento e estabilização da economia durante o governo FHC. A partir de 1998, com a aquisição da Aliança pelo grupo Oetker, também dono da Hamburg Sud, houve a retomada do que hoje conhecemos como cabotagem para o transporte de carga geral de valor agregado. Passaram-se meros 15 anos desde o ressurgimento do transporte de cabotagem para cargas conteinerizadas. E, importante, apenas três operadores: Aliança Navegação e Logística, Log-In Logística e Mercosul Line.. Passaram-se meros 15 anos desde o ressurgimento do transporte de cabotagem para cargas conteinerizadas. E, importante, apenas três operadores atuantes na cabotagem de cargas conteinerizadas: Aliança Navegação e Logística, Log-In Logística, Mercosul Line.
6 Cabotagem O modal e sua evolução Cabotagem no Brasil Vantagens no uso do modal Economia. Redução de roubos e avarias. Redução na emissão de poluentes. São quatro vezes menos emissões de CO². Consumo de combustível oito vezes menor que no caminhão. Contribuição para a redução de mortes nas estradas. A estrada marítima está pronta, não necessita de manutenção. O maior benefício no uso da cabotagem está nas longas distâncias, isto é, acima de 1.500km e, preferencialmente distantes até 400km do porto. É o modal de transporte que tem o potencial de mais rapidamente transformar a matriz de transporte brasileira.
7 Cabotagem Operadores (Aliança) A Aliança é líder cerca de 48% de participação. Com importantes investimentos na renovação da frota entre 2013 e 2014 introduziu navios de até teus na sua operação de cabotagem. Atua fortemente na logística porta/porta. É parte do Grupo Oetker desde 1998, dono do armador alemão Hamburg Sud. Acionista do Porto Itapoá. Anel 1: com escalas semanais em dias fixos. Seis navios entre teus, com tomadas para carga frigorífica.
8 Cabotagem Operadores (Aliança) Anel 2: com escalas semanais em dias fixos. Dois navios de teus e 480 tomadas para carga frigorífica.
9 Cabotagem Operadores (Aliança) Anel 3: com escalas semanais em dias fixos. Dois navios de teus, com tomadas para carga frigorífica. Anel 4: com escalas quinzenais e cobertura por um navio de teus e com 400 tomadas para carga frigorífica.
10 Cabotagem Operadores (Aliança) Anel 5: com escalas semanais em dias fixos. Um navio de teus, com 264 tomadas para carga frigorífica.
11 Cabotagem Operadores (Log-In) Serviço Amazonas SERVIÇO AMAZONAS em acordo operacional com a Mercosul Line. Quatro navios de teus Com escalas semanais em dias fixos em Santos, Paranaguá, Itajai, Itaguaí, Suape e Manaus.
12 Cabotagem Operadores (Log-In) Serviço Atlântico Sul Quatro navios de teus Com escalas semanais em dias fixos em Buenos Aires, Rio Grande, Navegantes, Santos, Suape, Fortaleza, Salvador, Vitória e Itaguaí e Santos. Mudança de escala do porto de São Francisco do Sul para Navegantes em setembro/2015.
13 Cabotagem Operadores (Log-In) Serviço Costa Norte Dois navios de teus Com escalas quinzenais em Santos, São Francisco do Sul, Salvador, Suape, Fortaleza, Vila do Conde e Manaus.
14 Cabotagem Operadores (Log-In) Shuttle Service Santos / Vitória Um navios de teus Com escalas semanais entre Santos e Vitória. A Log-In constrói navios no Brasil. Dentro desta frota estão o Log-In Jatobá e Jacarandá e outros três navios de igual tamanho serão construídos e entregues nos próximos anos. Oferece serviços porta-à-porta. Opera o terminal de contêineres de Vitória, o TVV.
15 Cabotagem Operadores (Mercosul Line) Parte do grupo APMoller-Maersk. Serviço semanal em parceria com Log-In. Com quatro navios de teus e escalas semanais em dias fixos em Santos, Itajaí, Paranaguá, Itaguaí, Manaus e Suape. A partir de junho/2015 oferece escala quinzenal no sentido norte em Pecém. Cabotagem Subida Cabotagem Descida
16 Cabotagem O modal e sua evolução Investimentos e crescimento na cabotagem ALIANÇA: Líder de mercado. Investimentos expressivos de R$ 700 milhões através da importação de navios, ampliando sua frota em 35% entre 2013 e Vem investindo na logística intermodal (porta-à-porta) e na informatização de suas operações. Operação de carga fracionada em franco crescimento através da afiliada ATM. LOG-IN: Mais três embarcações de 2.800teus construídas no Brasil e que serão entregues em 2016 e 2017 substituindo embarcações afretadas. Ao todo opera oito navios sendo quatro próprios e quatro afretados. Investimentos em informatização. Em 2014 transportou 143 mil teus na cabotagem e 20 mil no Mercosul e 103 mil de feeder. O crescimento da cabotagem foi de 30,4% sobre o ano anterior. Para a Log-In a cabotagem apresenta crescimento médio anual de 24% ao ano. Na avaliação da Log-In, de que para cada TEU cheio movimentado por cabotagem, existem 6,5 TEUs que estão no rodoviário e que poderiam migrar. Vem expandindo a operação de carga fracionada por cabotagem com parceiros específicos. MERCOSUL: Vem mantendo frota estável de três navios de teus desde 2009.
17 Cabotagem O modal e sua evolução Frota de navios containeiros de cabotagem Atual e previsão para os próximos anos A Maestra do Grupo Triunfo deixou de operar em 2013 e enquanto a Log-In teve crescimento de frota, quem realmente investiu em maior capacidade foi a Aliança. O setor está investindo em maior informatização e na operações das pontas gerando o transporte porta à porta. O tamanho do mercado da cabotagem é incerto pois não há dados oficiais públicos. A Aliança reclama participação de 48% em Assim, considerando a frota em uso, pode-se estimar que a Log-In tem aproximadamente 32% e a Mercosul-Line por volta de 20%. Fonte: Log-In/ri
18 Cabotagem O modal e sua evolução 2ª Parte Quando escolher a Cabotagem
19 Cabotagem O modal e sua evolução Cabotagem no Brasil Quando escolher o modal O Brasil é um país com uma grande extensão de litoral. São mais de quilômetros de costa. Ao redor de 80% da população vive no perímetro de 200 quilômetros da costa. A BR Marítima, termo cunhado pela Aliança Navegação e Logística, está pronta para ser usada. Os custos do transporte rodoviário vem aumentando de forma permanente, enquanto que há visíveis progressos na cabotagem. Por isso, vale a pena de tempos em tempos, refazer um comparativo de viabilidade de uso entre os dois modais. Há um indicativo no mercado que distâncias acima de 1.500km para localidades no raio de até 400km da costa são mais econômicos fazendo uma combinação do modal rodoviário com a cabotagem. Pode-se também dizer que dependendo de fatores como metas de redução de emissões, risco de roubo, capacidade de planejamento, distâncias menores que os 1500km e localidades até mais interioranas que 300km da costa, podem ser bons candidatos para o uso da cabotagem..
20 Cabotagem O modal e sua evolução Cabotagem no Brasil Razões para maior competividade Os fatores que estão tirando a competitividade do transporte rodoviário são permanentes. Entre eles: Combustíveis mais caros. O custo crescente do transporte rodoviário. Estradas ruins e congestionadas. Escassez de motoristas. Índice de roubos nas estradas. Maior incidência de avarias no transporte rodoviário. Por outro lado a cabotagem, está ganhando terreno, porém ainda há muito o que fazer. Navios maiores e mais novos em operação. Cobertura nas principais regiões do país. Maior investimento nos terminais de contêineres Ainda falta Desburocratizar o modal. Indexar o custo do bunker (combustível) com o diesel do rodoviário. Regulamentar o serviço de praticagem. Aumentar a formação de mão de obra marítima. Seguir aumentando a oferta de serviços e espaço.
21 Cabotagem O modal e sua evolução 3ª Parte Planejamento, o que é importante considerar Carga fracionada na Cabotagem
22 Cabotagem O modal e sua evolução O transporte por cabotagem requer maior planejamento As empresas que estão acostumadas a exportar carga containerizada, facilmente se adaptam ao uso da cabotagem. O processo operacional é o mesmo. Já para quem está acostumado a chamar o seu transportador rodoviário e este designa o tipo de caminhão, agenda os horários, faz a coleta e entrega posterior no destino, o processo da cabotagem pode se tornar burocrático. Eventualmente para o transportador rodoviário, a melhor rentabilidade está em usar o maior número de vezes o seu ativo, o caminhão. Então, ele próprio tem oportunidades na promoção da cabotagem para as longas distâncias. E, justamente por isso, pode ser um parceiro na intermodalidade, junto ao seu cliente embarcador, para as longas distâncias. As partes do processo que exigem planejamento no transporte de cabotagem, são listadas a seguir.
23 Cabotagem O modal e sua evolução Alguns itens do planejamento Escolha do armador, porto de embarque e destino e formato de coleta e entrega. Estabelecer condições de frete e prazo livre de custos para o contêiner na origem (detention) e destino (demurrage). Saber tipo e dimensões do contêiner que irá acomodar a carga. Conhecer as restrições da carga para um transporte seguro, evitando deslocamentos do produto durante a viagem. Conhecer o tempo necessário entre a retirada do contêiner vazio e sua entrega no prazo de embarque cheio no terminal portuário. Se o modo de transporte contratado for o portoporto, há espaço para que o transportador rodoviário do embarcador, faça a coordenação da operação. Muitas vezes ele já é um especialista no assunto.
24 Cabotagem O modal e sua evolução Mais alguns itens do planejamento Conhecer e submeter a quem de direito os documentos necessários, dentro dos prazos requeridos. Saber como se dará a retirada no destino. Está diretamente relacionado à condição de venda. O recebedor retira o produto? O embarcador nomeia um transportador ou operador logístico para fazer a entrega? O armador fará a entrega? Necessário lembrar que o retorno do container vazio ao local determinado pelo armador, é responsabilidade do recebedor, podendo ser repassada ao contratante do frete.
25 Cabotagem O modal e sua evolução O que fazer com carga fracionada Esse é um segmento com grande potencial na cabotagem e os operadores sabem disso. Há especialistas, operadores logísticos ou mesmo transportadoras rodoviárias que assumem este papel de consolidador e desconsolidador nas pontas de origem e destino, incluindo a coleta, armazenagem e distribuição no destino. Esse movimento ainda é incipiente para o potencial desse mercado de produtos que não completam um contêiner nas longas distâncias. A questão crucial é quem é o detentor da negociação do frete marítimo para estes casos? Temos apenas 3 operadores de cabotagem, e nem todos são receptivos à atuação de terceiros, não donos da carga. O transportador rodoviário que já opera com carga fracionada, tem potencial de ser importante parceiro do embarcador ao mesmo tempo que pode estabelecer parceria com o armador para incluir o transporte de cargas fracionadas de longas distâncias no navio. Log-In através de parceiros e Aliança, através da afiliada ATM, desenvolvem o setor de transporte fracionado por cabotagem. É um belo ponto de partida!
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