ARTIGO O gronegócio e s eleições Um polític de fortlecimento d gricultur e do gronegócio brsileiro e de fortes investimentos n infrestrutur do Pís deve ser principl reivindicção ds lidernçs os cndidtos, neste segundo turno ds eleições à Presidênci d Repúblic. Os cndidtos devem ssumir publicmente mets e compromissos em fvor do desenvolvimento do setor primário d economi brsileir. Há dezens de tems sensíveis pr discutir com os cndidtos: limento sudável, insegurnç jurídic, logístic, meio mbiente, polític grícol, processo tecnológico, qulificção profissionl e responsbilidde socil. As deficiêncis d infrestrutur logístic brsileir, loclizds for d porteir dos estbelecimentos ruris, nulm ptidão e competênci do gronegócio e prejudicm muito mis gricultur do que s chmds brreirs externs, como subsídios, quots e sobretxs. Investimentos insuficientes em infrestrutur e má gestão no sistem portuário podem provocr um pgão logístico. A sociedde brsileir reconhece, hoje, importânci do gronegócio em gerl e d gricultur, em prticulr. Grçs o setor grícol, o Brsil, que já foi importdor de limentos, oferece qulidde, frtur e preço bixo à populção: s despess com comid já representrm 58% d rend ds fmílis, porcentul que ciu pr 18%. Outro ssunto é legislção mbientl. O Brsil tem 56% de seu território preservdo em seus seis bioms. A Europ tem menos de 1% e Ási, menos de 5%. O Brsil é o único Pís do Há dezens de tems sensíveis pr discutir com os cndidtos: limento sudável, insegurnç jurídic, logístic, meio mbiente, polític grícol, processo tecnológico, qulificção profissionl e responsbilidde socil mundo que está brindo mão de áres pr preservção. As norms mbientis brsileirs, por exemplo, são extremmente complexs e, ntes d provção do novo Código Florestl, pdecim de inceitável flt de objetividde. Frequentemente, su plicção no meio rurl restringe e compromete vibilidde econômic d produção gropecuári. O cminho mis eficz e mis legítimo é eleição de cndidtos verddeirmente comprometidos com cus d gricultur, cpzes de compreender su trnscendentl importânci pr o bem estr de milhões de brsileiros e pr o futuro do Brsil. Por José Zeferino Pedrozo, Presidente d Fesc Mrcos A. Bedin, Aline This Gunsett, Gbriel Volkweis Stocco, Kehryn Futh, Silvni Cuochinski e Mrcine Páz Mendes Foto: Luiz Brsil Fesc comemor decisão do STF sobre demrcção de terrs indígens Opresidente d Fesc e vice presidente d C N A, José Zeferino Pedrozo, comemorou decisão do Supremo Tribunl Federl (STF) no sentido de grntir estbilidde jurídic reclmd pelo setor produtivo em relção à demrcção de terrs indígens. Ao julgr o Recurso Ordinário em Mnddo de Segurnç 29087, Segund Turm do STF, com os votos de três ministros Crmen Lúci, Gilmr Mendes e Celso de Mello definiu que os referenciis fixdos no julgmento do cso Rpos Serr do Sol devem servir de bse pr decisão de csos semelhntes que envolvm demnds indígens sobre terrs produtivs. Fizemos mobilizções intenss por est cus. Relizmos reuniões em Chpecó, Plmitos, Ser, Aberldo Luz e outros municípios d região. Trt se de um situção que já er constitucionl e, gor, esse reconhecimento nos grnte respldo dinte de situções que vinhm preocupndo muitos produtores de Snt Ctrin, comemorou Pedrozo. No voto proferido no di16 de setembro, o ministro Celso de Mello refirmou o entendimento definido no julgmento nterior do cso Rpos Serr do Sol, segundo o qul proteção constitucionl estende se às terrs ocupds pelos índios, considerndo se, pr efeitos dest ocupção, dt em que foi promulgd vigente Constituição. Isto quer dizer que somente serão considerds terrs indígens quels por eles ocupds em 5 de outubro de 1988. Estbelecido o mrco temporl de 5 de outubro de 1988, como há muito vêm Mobilizção relizd em junho de 2013 no município de Cunh Porã defendendo Fesc e CNA em fvor d pz no cmpo, ocupções posteriores est dt não contm com o benefício d proteção constitucionl que grnte os índios titulridde ds áres trdicionlmente por eles ocupds. Neste julgmento, o ministro Celso de Mello ressltou, ind, o lcnce ds condicionntes expresss n decisão do STF no cso Rpos Serr do Sol: Trtse de orientções que não são pens direcionds àquele cso, ms todos os processos sobre o mesmo tem. Segundo o consultor jurídico d CNA, Crlos Bstide Horbch, este julgmento é mis um precedente que reforç jurisprudênci do Supremo no sentido de serem s condicionntes plicáveis todos os processos envolvendo demrcções de terrs indígens. É o que há muito vem defendendo CNA, destc o consultor. A decisão deix clro que, qundo houver necessidde comprovd de um nov demrcção envolvendo terrs leglmente titulds em nome de produtores ruris, o Estdo deverá substituir o processo convencionl de demrcção por um declrção expropritóri. Segundo o consultor jurídico d CNA, isto deverá implicr bertur de um processo de desproprição, com pgmento de just indenizção os proprietários. N demrcção convencionl, com bse no rtigo 231 d Constituição, os produtores recebem pens pels benfeitoris. No julgmento do Recurso, Segund Turm do Supremo reconheceu não hver posse indígen no que se refere um fzend em Mto Grosso do Sul, que hvi sido declrd como áre de posse imemoril (permnente) d etni Gurni kiowá. A questão preocup muito CNA porque, só no Mto Grosso do Sul, são 86 s fzends produtivs hoje invdids por indígens. A C N A sempre creditou n Suprem Corte como o foro pr judr encontrr equção de um problem tão complexo, fzendo justiç todos; não pens os brsileiros índios, ms tmbém os brsileiros que produzem no cmpo, firm o vice presidente d CNA e presidente d Federção d Agricultur e Pecuári do Mto Grosso do Sul (Fmsul), Edurdo Riedel, o destcr que o entendimento d CNA é semelhnte o expresso pel Segund Turm do STF. REVISTA Fesc & Senr OUTUBRO/201403
P r o g r m L e i t e L e g l : prceris n produção grntem qulidde pr o consumidor Oleite tem grnde importânci socil e econômic pr Snt Ctrin. Pr grntir qulidde d mtéri prim produzid e segurnç limentr são necessários rigorosos controles, indicdores e qulificção d mão de obr. Por isso, coopertivs e groindústris, em prceri com o Senr/SC, órgão vinculdo Fesc, tem intensificdo os treinmentos no setor. Exemplo disso é o Progrm de Produção de Leite de Qulidde Leite Legl, que é executdo em todo o Brsil pel Confederção d Agricultur e Pecuári do Brsil (CNA), em convênio com o Senr/SC e o Serviço Brsileiro de Apoio às Micro e Pequens Empress (Sebre). O objetivo é cpcitr os produtores ruris pr tingir os prâmetros mínimos de qulidde de leite exigidos pel Instrução Normtiv (IN 62), do Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento (MAPA), que estbelece os critérios do produto pr ser recebido e proveitdo pels groindústris. De cordo com o coordendor de pecuári do Senr/SC, Olices Osmr Sntini, os treinmentos são compostos por exposição teóric de oito hors, preferencilmente ns segunds feirs, com ênfse sobre dignóstico, prevenção e trtmento de mstite bovin, importânci d qulidde d águ utilizd no São visitds s proprieddes de todos os prticipntes processo produtivo, limpez, higienizção e snitizção de instlções, utensílios e equipmentos utilizdos n ordenh, resfrimento e do rmzenmento do leite e controle d brucelose e d tuberculose bovin no rebnho. A prtir do segundo di de treinmento, o prestdor de serviço em instrutori reliz o compnhmento e orientção técnic sobre mnejo d ordenh em cd um ds proprieddes dos produtores que prticiprm d fse No treinmento ocorre compnhmento e orientção técnic sobre mnejo d ordenh Fotos: Arquivo 2013 teóric, permnecendo qutro hors em cd propriedde visitd. AVALIAÇÃO Em Snt Ctrin, o progrm é executdo em prceri com 19 groindústris ou coopertivs que tum n tividde leiteir. A met é relizr, té dezembro de 2015, 750 treinmentos, que beneficirão 6.000 produtores ctrinenses. N região do Alto Vle do Itjí, pr compnhr s tendêncis do mercdo e cumprir com s lterções d legislção, lgums empress do setor têm se reunido menslmente pr discutir ções voltds à melhori d qulidde do leite. Além disso, existe um disposição ds empress de efeturem o pgmento do leite, tendo como prâmetro especilmente qulidde do produto fornecido. O supervisor dministrtivo d Indústri e Comércio Oliveir Ltd, Roberto Crlos Bechtold, relçou que o progrm, inicido no mês de gosto n região, já present resultdos positivos. Observdos pelos resultdos d colet d IN 62, ocorreu um expressiv melhor n qulidde do leite fornecido pelos produtores contempldos pelo progrm, complementou. Bechtold ressltou que o trblho d prestdor de serviço em instrutori Cristine Hmmes, tnto n prte teóric qunto prátic, ns proprieddes, tem contribuído pr isso. Pois, consegue trnsmitir os conhecimentos, com lingugem clr e de fácil compreensão. Relmente, é um trblho brilhnte, no qul são pssds s informções de mneir eficz junto os produtores. A técnic é repssr orientções e não dr ordens, o que contribui pr conscientizr sobre importânci de f o r n e c e r u m l e i t e d e q u l i d d e, rgumentou. A preocupção com qulidde é um constnte ns ções ds empress d região, por isso, o progrm será estendido pr todos os produtores. Definimos um gend pr brnger totlidde dos produtores. Tmbém conversmos com queles que prticiprm e vlição é positiv, sendo que estão muito stisfeitos com relizção do treinmento, finlizou. Fesc ssume presidênci do Conseleite Osindiclist, produtor rurl, vice presidente regionl d Fesc pr o extremo oeste e presidente do Sindicto Rurl de São José do Cedro, Adelr Mximilino Zimmer, ssumiu no fim do mês de setembro presidênci do Conselho Pritário Produtor/Indústri do Estdo de Snt Ctrin (Conseleite). O colegido foi constituído pel Fesc e pelo Sindicto ds Indústris de Lticínios e Produtos Derivdos de SC (Sindileite) em 2006. O sucesso ou o frcsso econômico d tividde leiteir reflete-se de imedito no cotidino de vst prcel d populção ctrinense Os vlores de referênci dess mtériprim, projetdos pr setembro pelo Conseleite, revelm mnutenção de um qudro positivo de bo remunerção pr o produtor rurl. Pr o leite pdrão, o preço de referênci está previsto em R$ 0,9078 o litro; pr o leite de qulidde cim do pdrão R$ 1,0440 e pr o leite bixo do pdrão, R$ 0,8253. N segund quinzen de outubro, o Conselho volt se reunir pr nuncir os números definitivos de setembro e nov projeção mensl. Embor tenh esses vlores como referênci negocil, o mercdo como de prxe está prticndo preços levemente superiores. PRODUÇÃO Snt Ctrin é o quinto produtor ncionl, o Estdo ger 2,7 bilhões de litros/no. Prticmente, todos os estbelecimentos gropecuários produzem leite, o que ger rend mensl às fmílis ruris e contribui pr o controle do êxodo rurl. O oeste ctrinense responde por 73,8% d produção. Os 80.000 produtores de leite (dos quis, 60.000 são produtores comerciis) germ 7,4 milhões de litros/di. Zimmer destc que o oeste de Snt Ctrin registr um extrordinário desenvolvimento n produção de leite e cminh pr tornr se mior bci leiteir do Pís. O sucesso ou o frcsso econômico d tividde leiteir reflete se de imedito no cotidino de vst prcel d populção ctrinense. Zimmer destc que o oeste de Snt Ctrin registr um extrordinário desenvolvimento n produção de leite O presidente do Conseleite mostr que o leite deixou de ser um tividde secundári e pssou ser um ds principis gerdors de rend pr o produtor ctrinense em rzão d conjugção de vários ftores que tornrm o Estdo um grnde produtor ncionl. Entre esses ftores situm se s ções de formção profissionl rurl do Senr, vinculdo à Fesc. CONSELHO O Conseleite é um ssocição civil sem fins lucrtivos orgnizdo em um diretori, um secretri e um câmr técnic e econômic. O órgão promove o relcionmento entre os integrntes do sistem groindustril lácteo, conjugndo esforços de todos os gentes econômicos, desde o fornecimento de insumos, produção de leite ns proprieddes ruris, seu processmento pel indústri, distribuição dos produtos derivdos, té vend dos produtos finis o consumidor. O Conselho zel pelo primormento do sistem de vlição d qulidde do leite e dos produtos derivdos, efetundo estudos, desenvolvendo pesquiss, e promovendo sistemtizção, divulgção e constnte tulizção dos critérios tecnológicos de vlição e ferição dest qulidde. O Conselho tmbém desenvolve nálises técnics e econômics cerc d estrutur e evolução do mercdo do sistem groindustril lácteo, inclusive no que tnge às condições de contrtção e negocição comercil entre os integrntes do setor. O oeste ctrinense responde por 73,8% d produção 04 REVISTA Fesc & Senr REVISTA Fesc & Senr OUTUBRO/201405
Grupos de trblho d ir e il s r B lu S te c á L ç n Ali vism mplir qulidde e produtividde do setor Os grupos de trblho direcionrão s ções e estrtégis dos setores público e pri vdo. De cordo com o presidente d Fesc, José Zeferino Pedrozo, intenção é dr início um trblho de formtção de um plno de desenvolvimento hrmônico dos Estdos do sul do Pís. Queremos expnsão de todos os elos d cdei produ v do leite, com melhori d qulidde do produto e mpli ção d compe vidde do setor, comple mentou. Pedrozo reconheceu importânci do setor leiteiro pr o gronegócio ctrinense, principlmente, pr gerção de rend os gricultores fmilires. Ao contrário d sui nocultur e d vicultur, que estão ligds à groindústri, com produção de leite, o pro dutor é o único dono do seu próprio negócio. A vidde ger um rend mensl às fmí lis e produção de leite é um vocção do nosso Estdo, relçou. Pr o presidente d Comissão de Bovino cultur de Leite d Federção d Agricultur do Estdo do Prná (FAEP) e coordendor d Alinç Lácte, Ronei Volpi, qulidde é primordil em qulquer setor. O consumidor busc qulidde e no setor primário nós que remos privilegir isso n mtéri prim. Por meio de um diferencição de preços, quere mos vlorizr quem trblhr bem porque qulidde cust esforço, trblho e dinheiro, ressltou. De cordo com o secretário de Agricultu r, Pecuári e Agronegócio do Rio Grnde do Sul, Cláudio Fioreze, Alinç é um bloco técnico, econômico e polí co que tem um compromisso com cdei leiteir e com os produtores. Ddos revelm que, em lguns nos, hverá um excedente n produção e nós temos um responsbilidde muito grnde com os produtores, com s indústris de processmento e com sociedde, rgumentou. GRUPOS O grupo de trblho que trtrá d quli dde do leite e dos progrms de pgmento do leite por qulidde incen vrá busc de 06 REVISTA Primeir reunião técnic d Alinç Lácte Sul-Brsileir foi relizd n Fesc Fesc & Senr Encontro reuniu lidernçs do gronegócio de Snt Ctrin, Rio Grnde do Sul e Prná Ao contrário d suinocultur e d vicultur, que estão ligds à groindústri, com produção de leite, o produtor é o único dono do seu próprio negócio. A tividde ger um rend mensl às fmílis e produção de leite é um vocção do nosso Estdo dos produtos de origem niml, bordndo principlmente o controle d brucelose e tuberculose nos re bnhos. Tmbém há um grupo ligdo à gestão industril e bos prá cs pr que os l cínios que trblhm n industrilizção e trnsformção do leite em derivdos tenhm cesso à tecnologi, mão de obr qulificd, e poio pr gestão dos pro cessos industriis. O quinto grupo terá como tem polí c tributári e o desenvolvimento de mercdo, visndo buscr ltern vs pr cbr com qulquer diferenç de tribu tção que poss cusr um compe ção deletéri. Além disso, preprção dos três Estdos pr exportr produtos lácteos deverá ser contempld. ALIANÇA LÁCTEA Queremos expnsão de todos os elos d cdei produtiv do leite, com melhori d qulidde do produto e mplição d competitividde no setor Fonte: Assessori de imprens Secretri d Agricultur e d Pesc de SC Q ulidde do leite e os progrms de pgmento por qulidde, trnsferênci de tecnologi, ssistênci técnic e qulificção, snidde e inspeção, gestão industril e de trnsporte e polític tribu tári e desenvolvimento de mercdo. Estes são os grupos de trblho consti tuídos durnte primeir reunião técnic d Alinç Lácte Sul Brsileir, relizd no di 29 de setembro n Fesc, em Florinópolis. O encontro reuniu lidernçs do gronegócio de Snt Ctrin, Rio Grnde do Sul e Prná. um produto melhor, sem frudes e com um retorno finnceiro mior pr os pro dutores. O grupo que trblhrá com s trns ferêncis de tecnologi, ssistênci téc nic e qulificção profissionl presen trá s ltern vs pr que os produtores possm se profissionlizr e produzir mis qun dde de leite, com melhor qulid de, resultndo em um rentbilidde mior. O terceiro grupo trtrá ds questões de snidde dos rebnhos e d inspeção A Alinç Lácte Sul Brsileir foi cri d no mês de setembro, durnte 37ª Exposição Interncionl de Animis, Máquins, Implementos e Produtos Agro pecuários (Expointer) pr fortlecer vidde por meio de ção coordend n região. Dest form, criou se um fórum permnente, incluindo inici v públic e privd, pr o desenvolvimento d cdei leiteir. A expect v é de que, em dez nos, produção dos três Estdos chegue 19,5 milhões de tonelds de leite por no, 77% mis do que é produzido tulmente. A região sul é responsável por 33% d produ ção brsileir de leite com 11 milhões de tonelds de leite por no. A região, formd pelo oeste de Snt Ctrin, noroeste do Rio Grnde do Sul e sudoeste do Prná, é que mis cresce em produ vidde do leite no Brsil, segundo Secretri de Estdo d Agricul tur e d Pesc de Snt Ctrin. A região é privilegid por clim fvorável, mão de obr qulificd e presenç de pstgem o no todo. Entre s preocupções dos secretários d gricultur do Sul, estão s ções voltds pr ssegurr snidde dos rebnhos, principlmente voltds pr o controle de febre os, brucelose e tuberculose. Atulmente, Snt Ctrin é o único Estdo brsileiro livre de febre os sem vcinção reconhecido pel Orgnizção Mundil de Súde Animl (OIE). Snt Ctrin se destc como quinto produtor ncionl de leite, com um tx de crescimento médio de 8,6% o no e é responsável por 7,9% d produção do Br sil. Com 80 mil fmílis ruris envolvids, produção de leite está loclizd, princi plmente, em pequens proprieddes de gricultores fmilires, ou sej, mis de 60% ds proprieddes têm áre totl menor que 20 hectres. REVISTA Fesc & Senr OUTUBRO/201407
P l n e j m e n t o e s t r t é g i c o Senr/SC qulific gestores pr Sindicto Rurl de Mssrndub quer elborção de projetos voltdos os resultdos Descentrlizr informção e buscr cd vez m i s b e n e f í c i o s e orientções pr fvorecer os produtores, jovens e mulheres do cmpo. Estes são os objetivos do Sindicto Rurl de Mssrndub, que cont com poio do Senr/SC, órgão vinculdo à Fesc. N o v s p r c e r i s mplir tendimento n região d AMVALI O Sindicto quer descentrlizr informção e buscr mis benefícios e orientções pr fvorecer os produtores Emerson Gv, Kti Znell, Muro Mssolini, Luiz Ricrdo de Souz, Gilmr Znluchi, Gilson Angnes, Angelit Griss, Aline Gunsett, Frncine Igher e Pul Arújo Progrm Com Licenç Vou à Lut Em sequênci d implntção do plnejmento estrtégico 2014/2020, o Senr/SC, órgão vinculdo à Fesc, promoveu no mês de s e t e m b r o, c o m p o i o d o Sebre/SC, o treinmento dos gestores e poidores dos projetos, em Florinópolis. 08 REVISTA Fesc & Senr N qulificção foi utilizdo o Sistem de Gestão de Estrtégic Orientd pr Resultdo (SIGEOR), softwre cedido de form grtuit pelo Sebre/SC pr ser utilizdo n elborção e gestão de projetos orientdos pr resultdos. O treinmento foi ministrdo pelo consultor do Sebre/SC, Luiz Ricrdo de Souz. De cordo com o instrutor, o sistem SIGEOR vis orientr s instituições n gerção de mudnçs e melhoris, objetivndo eficiênci, eficáci, economicidde e efetividde nos projetos. O superintendente do Senr/SC, Gilmr Antônio Znluchi, relçou que o plnejmento estrtégico estbelece um conjunto de objetivos, mets e ções pr os próximos sete nos. Com este sistem podemos compnhr evolução dests mets de form rápid e segur, uxilindo n tomd de decisões, complementou. Emerson Gv, Kti Znell, Gilson Angnes, Muro Mssolini, Luiz Ricrdo de Souz, Angelit Griss, Aline Gunsett, Frncine Igher e Pul Arújo DEFINIÇÃO O Senr é um entidde de direito privdo, presttl, mntid pel clsse ptronl rurl, vinculd à CNA. Integr o chmdo Sistem S. A mior prte dos recursos orçmentários 89,59% é plicd n tividde fim. A entidde tem como missão educção profissionl e promoção socil ds pessos do meio rurl, contribuindo pr melhori d qulidde de vid e pr o desenvolvimento sustentável do Pís. A Formção Profissionl Rurl (FPR) é um processo eductivo, sistemtizdo, que se integr os diferentes níveis e modliddes d educção e às dimensões do trblho, d ciênci e d tecnologi, objetivndo o desenvolvimento de conhecimentos, hbiliddes e titudes pr vid produtiv e socil, tendendo às necessiddes de efetiv qulificção pr o trblho com perspectiv de elevção d condição sócio profissionl do indivíduo. A Promoção Socil (PS) é um conjunto de tividdes com enfoque eductivo, que possibilit o trblhdor, o produtor rurl e às sus fmílis quisição de conhecimentos, o desenvolvimento de hbiliddes pessois e sociis e mudnçs de titudes, fvorecendo, ssim, um melhor qulidde de vid e prticipção n comunidde. Informções sobre os progrms e treinmentos do Senr/SC podem ser obtids pelo telefone (48) 3331 9700 ou no site www.senr.com.br Em sete meses de tução, form beneficidos 716 produtores, jovens e mulheres ruris com os cursos de piscicultur, turismo rurl, olericultur orgânic, norms pr plicção e utilizção de grotóxicos (NR 31), implntção do pomr fruticultur, beneficimento do pescdo, cultivo protegido de hortliçs, rtesnto com fibrs nturis, mnejo de colméi, umento d produtividde do mel, produção cseir de pães e biscoitos e produção de msss pr congelmento. Além disso, foi relizdo o Progrm Com Licenç Vou à Lut e tmbém o V Seminário do Arroz Irrigdo, o desfile d Em breve, estremos tendendo cd vez mis e melhor os produtores ruris d região. Neste sentido, grdecemos o forte poio d Fesc e do Senr, complementou Lilin. Em sete meses de tução, form beneficidos 716 produtores,jovens e mulheres ruris com os diversos treinmentos Fest Ctrinense do Arroz e plestr motivcionl no município de São João do Itperiú. A presidente do Sindicto Rurl de Mssrndub, Lilin Fernnd Sfendrych Gonçlves, relçou que, recentemente, foi relizd reunião pr levntr s demnds de treinmentos pr 2015. Prticiprm d reunião s entiddes representtivs do segmento rurl, como o Centro de Referênci e Assistênci Socil (CRAS), Secretri de Agricultur e Meio Ambiente, Associção dos Municípios do Vle do Itpocu (AMVALI), Empres de Pesquis Agropecuári de Snt Ctrin (Epgri), Compnhi Integrd de Desenvolvimento Agrícol de Snt Ctrin (Cidsc), Associção de Piscicultores de Mssrndub (APISMA), Associção dos Produtores de Bnn de Mssrndub (APROBAM) e Coopertiv Juriti. Municípios d AMVALI mnifestrm interesse em se consorcir o Sindicto pr receber os benefícios de cursos e treinmentos oferecidos pelo Senr. Exemplos disso são os municípios de São João do Itperiú e Jrguá do Sul. Em breve, estremos tendendo cd vez mis e melhor os produtores ruris d região. Neste sentido, grdecemos o forte poio d Fesc e do Senr, complementou Lilin. REVISTA Fesc & Senr OUTUBRO/201409
Feir de rtesnto proporcion conhecimento e rend Pr expor, comercilizr os produtos e colocr em prátic s técnics de empreendedorismo, s prticipntes d turm de Artesão de Pintur em Tecido do Progrm Ncionl de Acesso o Ensino Técnico e Emprego (Prontec), do município de Meleiro, orgnizrm um feir no mês de setembro. Estiverm presentes diverss lidernçs locis. No evento form exposts proximdmente 270 peçs, lgums comercilizds e váris encomends recebids. As prticipntes relizrm s tividdes de mneir coopertiv, intergindo entre s colegs e seus fmilires. De cordo com supervisor do Senr/SC n região sul do Estdo, Sueli Silveir Ros, feir foi um sucesso e despertou Prbenizo os prestdores de serviço em instrutori An Lúci Pgnn Dniel e Sdy Rmos pelo trblho e, principlmente, s mulheres que se esforçrm pr se cpcitr, observou Sueli Silveir Ros. O Senr/SC, órgão vinculdo à Fesc, reliz no período de 22 24 de outubro primeir turm do treinmento Empress ruris Formção em Comissão Intern de Prevenção de Acidentes no Trblho Rurl (CIPATR), n empres Imribo S.A. Indústri e Comércio, no município de Monte Crlo. A inicitiv será relizd em prceri com o Sindicto Rurl de Tngrá. O treinmento terá crg horári de 24 hors/ul. Prticiprão dest primeir turm 16 trblhdores. A estrutur pedgógic inclui bordgem sobre relções humns no trblho, introdução e orgnizção d CIPATR, conceitos de legislção trblhist e previdenciári, cuss e origens de cidentes, investigção de cidentes de trblho (teori, prátic e 10 REVISTA Fesc & Senr As prticipntes do curso de Artesão de Pintur em Tecido do Prontec No evento form exposts proximdmente 270 peçs As prticipntes relizrm s tividdes de mneir coopertiv ns prticipntes o interesse pelo empreendedorismo e oportunidde de gerr rend. Prbenizo os prestdores de serviço em instrutori An Lúci Pgnn Dniel e Sdy Rmos pelo trblho e, principlmente, s mulheres que se esforçrm pr se cpcitr, observou. Sueli destcou o poio do CRAS de Meleiro e do Sindicto de Produtores Ruris. O Senr tem feito diferenç por meio de seus eventos, contribuindo com melhori d qulidde de vid e gerção de rend, complementou. O prestdor de serviço em instrutori, Sdy Rmos, observou que s prticipntes mnifestrm legri e stisfção em prticipr, desde montgem d feir, no tendimento os visitntes e por fim n orgnizção do locl e desmontgem d estrutur. Foi excelente o trblho presentdo, o que despertou o interesse e motivção ds luns, ressltou. No curso s prticipntes prenderm identificr, preprr e plicr tints em tecidos pr indumentáris, utilizndo técnics de pintur, prátics rtesnis de cordo com norms e procedimentos técnicos de qulidde, segurnç, higiene e súde. O progrm é um inicitiv do Senr/SC, órgão vinculdo à Fesc, em prceri com Secretri de Desenvolvimento Socil do Município (CRAS). Primeir turm do treinmento Empress ruris formção em CIPATR contece em Monte Crlo exercício), princípios geris de higiene no trblho e ergonomi. Tmbém serão trblhds s temátics de riscos mbientis, uso e conservção dos EPI's e EPC's, mpemento de riscos mbientis, inspeção de segurnç no trblho, reuniões e plno de trblho d CIPATR, proteção de máquins e equipmentos, noções de primeiros socorros, noções de combte incêndio e prevenção de DST's e dependênci químic. O treinmento tende o disposto n NR 31, que prevê o empregdo rurl ou equiprdo o cesso treinmento em segurnç e súde no trblho pr os membros d CIPATR ntes d posse, justific o superintendente do Senr/SC, Gilmr Antônio Znluchi. Senr/SC form primeir turm d qulificção profissionl de picultur Pr tender picultores que lmejm um qulificção voltd o crescimento do segmento, o Senr/SC, órgão vinculdo à Fesc, formou, no finl de setembro, primeir turm do curso de qulificção profissionl de picultur (Apis Mellifer), n comunidde de Rio Mior, no município de Urussng, em prceri com o Sindicto Rurl de Orlens. O treinmento teve crg horári de 152 hors/ul e foi dividido em dez módulos. A estrutur pedgógic inclui introdução à picultur, mteriis e locis de trblho, noções de dministrção e empreendedorismo, povomento e elementos internos d colôni, mnejo e snidde, produção de belhs rinhs, visit técnic, sistems de produção de mel e polinizção, gestão finnceir d produção pícol e colheit de subprodutos pícols. O curso contou com conteúdos técnicos e gerenciis que, se plicdos no di di, podem contribuir pr elevr produtividde níveis mis ltos que médi estdul de 20 quilos por colmei/no, e consequentemente lucrtividde do negócio, relçou o superintendente do Senr/SC, Gilmr Antônio Znluchi. O presidente d Fesc e do conselho de dministrção do Senr/SC, José Zeferino Pedrozo, defendeu que, pr vlorizr tividde, é indispensável trtr unidde produtor como um negócio ser gerencido, por est rzão, form incluídos no progrm do curso noções básics de dministrção pícol, empreendimento, custos de produção e vlição de resultdos finnceiros. A picultur oferece um importnte fonte de rend ns proprieddes ruris. Pr quem desej profundr questão gerencil visndo tirr o melhor desempenho d tividde, o Senr/SC oferece cursos de gerencimento rurl voltdos à eficiênci d empres rurl, enftizou Pedrozo. Pr prticipr os interessdos precism ter no mínimo 18 nos completos, o quinto no do ensino fundmentl ou experiênci comprovd no desempenho d tividde, conforme requisitos definidos pel Clssificção Brsileir de Ocupções (CBO) do Ministério do Trblho e Emprego. Os interessdos frão inscrição nos Sindictos Ruris vinculdos à Fesc, que mobilizm os prticipntes pr s formções do Senr/SC. O Senr/SC tmbém oferece os treinmentos de perfeiçomento pr mnejo de colmei, umento d produtividde de mel, crição de belhs rinhs, produção de pólen pícol e produção de própolis. Novo treinmento de irrigção e drengem contece em Irineópolis Primeir turm de irrigção do Senr no Estdo A picultur oferece um importnte fonte de rend ns proprieddes ruris. Pr quem desej profundr questão gerencil visndo tirr o melhor desempenho d tividde, o Senr/SC oferece cursos de gerencimento rurl voltdos à eficiênci d empres rurl O curso contou com conteúdos técnicos e gerenciis que, se plicdos no di di, podem contribuir pr elevr produtividde níveis mis ltos que médi estdul de 20 quilos por colmei/no, e consequentemente lucrtividde do negócio O Senr/SC, órgão vinculdo à Fesc, iniciou em outubro s tividdes d primeir turm do treinmento Irrigção: plicções, mnejo e fertirrigção, no município de Irineópolis. O treinmento, com 16 hors/ul, bordou conceito de irrigção; spectos legis do uso d águ; vntgens d irrigção; relção entre águ, solo e cultur; métodos e sistems de irrigção, relção entre cultur e irrigção, fertirrigção e mnejo d irrigção. São disponibilizds de 13 16 vgs por turm e pr prticipr o interessdo deverá ser produtor rurl e ter idde mínim de 18 nos. As inscrições devem ser feits nos Sindictos dos Produtores Ruris vinculdos à Fesc do município ou d cidde mis próxim. O treinmento tem como objetivo perfeiçor conhecimentos sobre plicção, mnejo e fertirrigção; destcndo importânci do uso rcionl d águ e spectos geris dos sistems de irrigção pr que os produtores possm conhecer os sistems relciondos às necessiddes e condições ds uniddes produtivs. REVISTA Fesc & Senr OUTUBRO/201411