CASA DE SAÚDE SÃO LUCAS



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Transcrição:

CASA DE SAÚDE SÃO LUCAS RELATÓRIO DAS ATIVIDADES REALIZADAS PELA EQUIPE DO NÚCLEO HOSPITALAR DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA JANEIRO A JUNHO DE 2015 Monaliza Vanessa de Brito Gondim Moura Medeiros Patrícia Ferreira Leite NATAL / RN JULHO / 2015

SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO...3 2. METAS E AÇÕES PLANEJADAS E REALIZADAS...4 3. METAS E AÇÕES PLANEJADAS E NÃO REALIZADAS...4 4. METAS E AÇÕES NÃO PLANEJADAS E REALIZADAS...4 5. DADOS EPIDEMIOLÓGICOS... 5 6. PARTICIPAÇÃO DE EVENTOS/REUNIÕES...10 7. DIFICULDADES ENCONTRADAS...10 8. SOLUÇÕES PROPOSTAS...10 9. CONCLUSÃO...11 10. ANEXO...12

INTRODUÇÃO A casa de saúde são Lucas possui 78 apartamentos e 36 leitos de enfermaria, dispõe de um centro cirúrgico com 7 salas cirúrgicas e 7 leitos no CRO, 2 UTI s, sendo uma geral e outra cardiológica com total de 23 leitos, totalizando 144 leitos. Além de prontosocorro com 11 leitos e 16 poltronas. O pronto-socorro dispõe de serviços de cardiologia, neurologia, clínica médica e ortopedia/traumatologia, mantendo um regime de sobreaviso de equipe de cirurgiões na área geral, torácica, cirurgia intervencionista e urológica. Como atividades médicas complementares de diagnóstico e tratamento, funcionam agregados a Casa de Saúde São Lucas em dependências do próprio hospital, os seguintes serviços: de imagem (ultra-sonografia, ecocardiografia e tomografia), hemoterapia, laboratórios (análise clínicas, microbiológicas e anatomo-patológicas), hemodinâmica, medicina intervencionista e hiperbárica. O hospital possui em média 540 internações durante um mês, ou seja, aproximadamente 28 internações/dia. Os atendimentos cirúrgicos mensais totalizam em média 360, sendo 142 da pequena cirurgia e 218 do centro-cirúrgico. No pronto-socorro o atendimento está relacionado às especialidades, sendo da neurologia em torno de 600 atendimentos/mês, ortopedia 1200 atendimentos/mês; cardiologia 450 atendimentos/mês; e clínica médica 3500 atendimentos/mês, totalizando 5750 atendimentos mensais no pronto-socorro, estando esses dados baseados na média do trimestre analisado. Elaborar relatório epidemiológico de morbi-mortalidade hospitalar; Participar de atividades de imunização com profissionais no ambiente hospitalar; Manter investigação epidemiológica de forma ativa/passiva; Realizar notificação imediata, para as unidades de resposta rápida do município e estado, das doenças que necessitam de ação de controle e investigação imediata de acordo com as normas e procedimentos estabelecidos pelo SUS, norteado pela portaria nº 5, de 21 de fevereiro de 2006; Realizar o monitoramento das doenças diarréicas agudas (MDDA) semanalmente;

Notificar e investigar surtos e, Participar de eventos e reuniões. 2. METAS E AÇÕES PLANEJADAS E REALIZADAS 2.1. Notificação e investigação do maior número possível de casos; 2.2. Relato dos casos no livro de registro de DNC s; 2.3. Elaboração de relatórios trimestrais; 2.4.Conscientização da comunidade hospitalar acerca das notificações de doenças de notificação compulsória DNC; 2.5. Notificação diária das doenças diarréicas atendidas no pronto socorro da instituição; 2.6. Treinamento da equipe de enfermagem sobre principais doenças de notificação compulsória. 3. METAS E AÇÕES PLANEJADAS E NÃO REALIZADAS 3.1. Implementação do alô vigilância nos diversos setores do hospital. 4. METAS E AÇÕES NÃO PLANEJADAS E REALIZADAS 4.1. Notificação dos casos de câncer dos pacientes internos na instituição.

5. DADOS EPIDEMIOLÓGICOS 5.1- SINAN AGRAVO JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO TOTAL Acidente de 03 02 04 04 02 06 21 Trabalho com Material Biológico Chikungunya 02 10 06 00 01 00 19 Dengue 00 02 90 09 02 01 104 Evento adverso pósvacinal 00 00 00 00 00 01 Leischmaniose 00 00 01 00 00 00 01 visceral Leptospirose 00 00 00 01 00 00 01 Meningite 00 00 01 00 01 00 02 Síndrome 00 00 00 00 14 09 23 Exantemática desconhecida Tuberculose 01 00 02 01 00 00 04 TOTAL 06 14 104 15 19 17 175 5.2- MONITORIZAÇÃO DAS DOENÇAS DIARRÉICAS AGUDAS SEMANA EPIDEMIOLÓGICA FAIXA ETÁRIA PLANO DE TRATAMENTO 1 1 A 4 5 A 9 10 + IGN TOTAL A B C IGN TOTAL 1ª 36 36 36 2ª 35 35 35 3ª 31 31 31 4ª 42 42 42 5ª 29 29 29 6ª 30 30 30 7ª 22 22 22 8ª 41 41 41 9ª 52 52 52 10ª 30 30 30

11ª 40 40 40 12ª 49 49 49 13ª 53 53 53 14ª 51 51 51 15ª 49 49 49 16ª 46 46 46 17ª 29 29 29 18ª 48 48 48 19ª 47 47 47 20ª 34 34 34 21ª 24 24 24 22ª 35 35 35 23ª 35 35 35 24ª 25 25 25 25ª 33 33 33 5.3- SIM - (ÓBITOS OCORRIDOS/REGISTRADOS NO HOSPITAL) CAUSA JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO TOTAL Anemia 00 00 00 00 00 00 00 AVEI 00 00 00 01 00 00 01 Arritmia cardíaca 00 00 00 00 01 00 01 Adenocarcinoma 00 00 00 00 00 01 01 duodenal Choque 01 01 01 00 00 05 08 DPOC 00 00 00 00 00 00 00 EAP 00 00 00 00 01 00 01 Encefalopatia hepática 01 00 00 00 00 00 01

Endocardite 00 00 00 00 01 00 01 Falência múltipla de 03 02 01 02 03 03 14 órgãos Fibrose Pulmonar 00 00 00 00 00 00 00 HDA 00 00 00 00 00 00 00 Hipertensão 00 00 00 00 01 00 01 intracraniana Hipoximeia 00 00 00 00 00 01 01 IAM 01 01 01 00 00 01 04 IRPA 06 09 03 06 06 02 32 IRA 00 00 00 00 01 00 01 Meduloblastoma 00 00 00 00 01 00 01 Neo Ovário 00 00 00 00 00 00 00 Neo Pâncreas 00 01 00 00 00 00 01 Neo Reto 00 00 00 00 00 00 00 PCR 01 00 01 03 00 02 07 Pancreatite grave 00 00 00 00 00 01 01 PNM 02 00 01 00 00 00 03 Sepse 06 04 10 06 06 00 32 TOTAL 20 18 18 17 21 16 112 5.4- ÓBITOS POR SEMANA EPIDEMIOLÓGICA SEMANA EPIDEMIOLÓGICA NÚMERO DE ÓBITOS 1ª 05 2ª 05 3ª 01 4ª 05 5ª 05 6ª 06 7ª 01 8ª 02 9ª 07 10ª 02 11ª 03 12ª 04 13ª 06 14ª 06

15ª 06 16ª 07 17ª 05 18ª 08 19ª 02 20ª 02 21ª 09 22ª 03 23ª 05 24ª 03 25ª 03 26ª 02 TOTAL 131 5.5- ÓBITOS POR SEXO SEXO JAN FEV MAR ABR MAI JUN TOTAL Masculino 11 04 07 12 11 06 51 Feminino 09 14 12 13 12 10 70 TOTAL 20 18 19 25 23 16 121 5.6. OCORRÊNCIA DE CÂNCER AGRAVO JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO TOTAL BEXIGA 00 00 02 01 01 01 05 CEREBRAL 00 00 01 01 00 01 03 CÓLON 00 01 02 00 01 00 04 FÍGADO 00 00 00 01 00 00 01 GÁSTRICO 00 00 00 00 02 00 02 ESOFAGO 02 00 00 00 00 00 02 INTESTINO 00 00 00 00 00 00 00 LARINGE 00 00 00 00 00 00 00 LEUCEMIA 00 00 00 00 00 00 00 LINFOMA 00 00 00 00 01 02 03 MAMA 01 00 00 03 05 00 09 MIELOMA 00 01 00 01 00 01 03

OVÁRIO 00 00 00 01 00 01 02 PÂNCREAS 02 03 00 00 01 00 06 PRÓSTATA 02 00 00 01 00 04 07 PULMÃO 01 01 02 03 02 02 11 RETO 00 00 00 00 01 02 03 RINS 00 00 00 00 01 01 02 UTERO 01 00 01 00 00 00 02 TOTAL 09 06 08 12 15 17 67 5.7 OBITOS NEOPLÁSICOS POR IDADE IDADE JAN FEV MAR ABR MAI JUN TOTAL < 20 anos 00 00 00 00 00 00 00 20 a 29 00 00 00 00 00 00 00 anos 30 a 39 00 00 00 00 00 00 00 anos 40 a 49 00 00 00 00 00 00 00 anos 50 a 59 00 00 00 00 00 00 00 anos > 60 anos 01 01 00 00 00 00 02 TOTAL 01 01 00 00 00 00 02 5.8 INTERNAÇÕES POR PATOLOGIAS ESPECÍFICAS PATOLOGIA JAN FEV MAR ABR MAI JUN TOTAL AVEI 12 08 07 06 04 06 43

AVEH 03 04 01 01 00 04 13 DM e 00 00 02 03 02 01 08 complicações Fratura 03 00 04 02 02 03 14 Fêmur > 60 anos TOTAL 18 12 14 12 08 14 78 6. PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS E REUNIÕES Ainda não participamos de nenhum evento em 2015. Ocorreu reunião dos núcleos em abril, mas estávamos em treinamento sobre o sinan que ocorreu na SESAP de 27 a 30 de Abril. 7. DIFICULDADES ENCONTRADAS - Acúmulo de funções da Enfermeira do núcleo, que não exerce dedicação exclusiva às atividades deste, tendo atribuições paralelas como enfermeira da CCIH, Equipe de Curativos e Apoio da enfermagem, assim como Central de Processamentos de Artigos de Assistência Respiratória e cobertura de plantões na assistência de enfermagem em finais de semana e feriados; - Baixa conscientização da equipe médica e de enfermagem quanto à notificação das DNC s, incluindo acidentes de trabalho com material biológico; porém observamos neste trimestre, uma melhoria na participação da equipe neste processo. 8. SOLUÇÕES PROPOSTAS: - Equipe própria para o Núcleo Hospitalar de Vigilância Epidemiológica.

9. CONCLUSÃO O Núcleo Hospitalar de Epidemiologia da Casa de Saúde São Lucas encontra-se em fase de aprimoramento contínuo, buscando contribuir com os órgãos governamentais na notificação e investigação das doenças de notificação compulsória (DNC s).

ANEXO