REQUERIMENTO. (Do Sr. Jofran Frejat) Senhor Presidente:
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- Ricardo Fidalgo Gentil
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1 REQUERIMENTO (Do Sr. Jofran Frejat) Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, relativa à revisão da regulamentação da captação de córneas para fins de transplante. Senhor Presidente: Nos termos do art. 113, inciso I e 1º, do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, requeiro a V. Exª. seja encaminhada ao Poder Executivo a Indicação em anexo, sugerindo ao Ministério da Saúde a revisão da regulamentação da captação de córneas para fins de transplante, com o objetivo de evitar desperdícios de recursos do Sistema Único de Saúde. Sala das Sessões, em de de _8969_ Jofran Frejat Deputado Jofran Frejat **
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3 INDICAÇÃO Nº, DE 2007 (Do Sr. Jofran Frejat) Sugere ao Ministério da Saúde a revisão da regulamentação da captação de córneas para fins de transplante, com o objetivo de evitar desperdícios de recursos do Sistema Único de Saúde. Excelentíssimo Senhor Ministro : São inegáveis os benefícios que o Sistema Único de Saúde (SUS) vem propiciando à população brasileira por meio do programa de transplante de órgãos. No caso do transplante de córneas, destaca-se o crescimento progressivo do número de procedimentos realizados a cada ano em 2006 foram realizados transplantes de córnea, segundo dados do Sistema Nacional de Transplantes (SNT) do Ministério da Saúde. Entretanto, a lista de espera para esse tipo de transplante era de pessoas em dezembro de 2006, o que indica que muito ainda precisa ser feito para atender às necessidades da população. Certamente, a adoção da Portaria do Ministério da Saúde n 1.558, de 06 de setembro de 2001, contribuiu para incentivar o aumento do número de transplantes de córnea no País, na medida em que determinou à Secretaria de Assistência à Saúde que incluísse, na Tabela de Procedimentos do Sistema de Informações Hospitalares - SIH/SUS e na Tabela de Procedimentos do Sistema de Informações Ambulatoriais SIA/SUS, procedimentos destinados a remunerar o processamento, preservação e avaliação microscópica de córnea para transplante realizado por Bancos de Olhos. **
4 2 Essa relevante regulamentação deveria, entretanto, ter sido acompanhada por normas que inibissem a captação de córneas que a priori seriam inadequadas para a realização de transplantes, evitando desperdícios de recursos do SUS. Segundo informações veiculadas pela Folha de São Paulo em 18 de junho de 2007 ( País paga por córneas cujo destino é o lixo, por Cláudia Collucci) o Coren (Conselho Regional de Enfermagem) de São Paulo denunciou ao Ministério Público Estadual em fevereiro deste ano a coleta indiscriminada de córneas por banco de olhos, onde o descarte médio seria de 37%. A mesma matéria informou que um banco de olhos recebe da União em média R$ 1.400,00 pelo par de córneas, de modo que a coleta de córneas inviáveis podem representar dano considerável ao sistema de saúde. Após análise da legislação referente à doação de córneas no Brasil, tendo por referência a Lei nº 9.434, de 4 de fevereiro de 1997, que dispõe sobre a remoção de órgãos, tecidos e partes do corpo humano para fins de transplante e tratamento e dá outras providências, e as normas regulamentares do Ministério da Saúde (mencionadas no art. 2º, da Lei nº 9.434, de 1997), observamos a necessidade de revisão da regulamentação infra-legal sobre a captação de córneas. A Portaria do Ministério da Saúde n 2.692, de 23 de dezembro de 2004, que define os banco de tecidos oculares, aprovando as normas gerais para sua instalação e cadastramento / autorização, e dá outras providências, estabelece que as normas técnicas para o funcionamento dos bancos de tecidos oculares humanos sejam definidas pelo órgão federal de vigilância sanitária, no caso, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A Anvisa elaborou a Resolução RDC nº 347, de 02 de dezembro de 2003, que determina as normas técnicas para o funcionamento de bancos de olhos. Essa norma trata, dentre outros temas, da captação (item 4.1) e dos exames laboratoriais obrigatórios (item 4.3) a serem realizados nas córneas coletadas. Há especificação de que os tecidos oculares não podem ser disponibilizados para transplante antes da obtenção de resultados finais não reagentes nos testes de detecção para: a) Hepatite B, b) Hepatite C, c) HIV-1 e **
5 3 HIV-2 (item 4.3.3). Esse relevante dispositivo é crucial para a proteção da saúde dos receptores de córneas, entretanto, a RDC nº 347, de 2003, não explicita as contra-indicações à coleta das córneas, nos casos em que já houver evidência de sua inadequação, desse modo, evitando desperdício de recursos. Certamente, uma explicitação das contra-indicações para a coleta de córneas não eliminaria o descarte de córneas, uma vez que existem situações em que a inviabilidade do tecido para o transplante só é constatada após a realização de exames laboratoriais, contudo limitaria o desperdício nos casos em que as evidências já estão disponíveis, como é o caso das informações dos prontuários médicos. O Governo do Estado de São Paulo elaborou a Resolução SS nº 157, de 21 de maio de 2007, que regulamenta essa questão, estabelecendo que: Não poderão ser captados olhos de doadores que apresentam: a) Morte de causa desconhecida; b) Incidência de infecção ou irradiação da zona do tecido ocular; c) Neoplasias Hematológicas (linfoma ativo disseminado, leucemias); d) Infecções ativas incluindo sepse, tuberculose, enfermidades micóticas sistêmicas, malária, hanseníase, endocardite e Chagas; e) Evidência clínica ou positividade laboratorial de infecção por HIV. Hepatite B e C; f) Risco de transmissão de enfermidades causadas por prions; doença de Creutzfeldt-Jakob, doença neurológica de etiologia viral ou desconhecida, panencefalite sub-aguda esclerosante, encefalite viral ativa ou encefalite de origem desconhecida ou encefalopatia progressiva, leucoencefalopatia multifocal progressiva; g) Receptores de hormônio do crescimento derivado da Pituitária Humana (durante os anos de ); h) Receptores de córnea, esclera ou outro tecido ocular; i) Outras enfermidades como raiva, rubéola congênita, síndrome de Reye; j) Doadores com doenças intrínsecas presentes no momento da captação do olho: Retinoblastoma, metástase de tumores primários ou secundários susceptíveis de produzir afecção da câmara anterior ocular (adenocarcinoma do olho, melanoma de câmara anterior), inflamação ativa: ocular ou intra-ocular (conjuntivite, ceratite, esclerite, irite, uveíte, vitreíte, coroidite, retinite), desordens congênitas ou adquiridas (cicatriz central na córnea, ceratocone, ceratoglobo). **
6 4 A solução adotada por São Paulo aumenta a qualidade das córneas coletadas, mas seu alcance é limitado a esse estado, de modo que há necessidade de adoção de precaução semelhante para todo o País. Bastaria, para tanto, uma revisão da regulamentação da Anvisa, explicitando as situações que contra-indicam a coleta de córneas e de globos oculares. Diante do exposto, sugerimos a V.Exª. que determine a revisão da RDC nº 347, de 2003, para incluir as contra-indicações da coleta de córneas e de globos oculares, com o objetivo de aumentar a eficiência do SNT e reduzir eventuais desperdícios de recursos do SUS. Sala das Sessões, em de de Deputado Jofran Frejat 2007_8969_ Jofran Frejat **
adoto, ad referendum, a seguinte Consulta Pública e determino a sua publicação:
Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública nº 52, de 11 de junho de 2003. D.O.U de 12/06/2003 O Diretor-Presidente Substituto da Agência Nacional de Vigilância Sanitária,
adota a seguinte Consulta Pública e eu, Diretor-Presidente Substituto, determino a sua publicação:
Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública nº 41, de 26 de julho de 2006. D.O.U de 28/07/2006 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso
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