Brasília DF Abril, 2014



Documentos relacionados
Perfil Municipal de Fortaleza Tema V: Aspectos Educacionais. 23 de Agosto/2012 Fortaleza - Ceará

No Brasil, existem cerca de 45 milhões de Pessoas com Deficiência, o que representa ¼ da população geral (Censo IBGE, 2010).

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate á Fome Secretaria Nacional de Renda de Cidadania Programa Bolsa Família

Operacionalização dos Planos pelo SUAS: - O Plano Crack: É Possível Vencer! ; - O Plano Nacional da Pessoa com Deficiência: Viver sem Limite.

EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO NA AREA DA SAÚDE

Tipo de Frete Estado Capital Peso do pedido (até) Frete capital Frete interior 1 AC RIO BRANCO 5,00 57,23 65,81 1 AC RIO BRANCO 10,00 73,49 84,51 1

POLÍTICA NACIONAL DE MOBILIDADE URBANA. LEI de janeiro de 2012

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Ações Programáticas Estratégicas ÁREA TÉCNICA SAÚDE DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

MICROCEFALIA DENGUE CHIKUNGUNYA ZIKA NOVEMBRO DE 2015

ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1)

ACOMPANHAMENTO DAS CONVOCAÇÕES

FINANCIAMENTO DOS MUNICÍPIOS DO BRASIL Um balanço o entre aspectos sociais e econômicos

CREAS Recursos Humanos

RESOLUÇÃO Nº 11, DE 24 DE ABRIL DE 2012.

Inventar com a diferenca,

II ENCONTRO NACIONAL DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL

4» Quadra escolar Maria Nascimento Paiva. 1» Centro de Artes e Esportes Unificados. 2» Unidade Básica de Saúde, Clínica da Família Quadra 308

Articulação Intersetorial no cuidado às pessoas em situação de rua Telma Maranho- SNAS/MDS

O QUE É A LEI DE INCENTIVO AO ESPORTE?

DEMANDA DE CANDIDATOS POR VAGA

INFORME SARGSUS. Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde

Ações e Experiências de Operadoras na Gestão de suas Redes Assistenciais. Flávio Bitter

O e-sus AB no Ceará. COSEMS - Fortaleza 08 de maio de 2015

Pesquisa da 10ª Semana. Coordenação de Estudos Sócioeconômicos CESES Departamento de Difusão Fomento e Economia de Museus DDFEM Ibram, 2012

O PROGRAMA NACIONAL DE SANEAMENTO RURAL

Programa de Requalificação de UBS. Março/2015

Política Nacional de Educação Infantil

ÍNDICE RELATÓRIO SIOR Pág. 02 NOTÍCIAS 2011/2012. Pág. 03 ANÁLISE DAS DEMANDAS. Pág. 04 GRÁFICO DE DEMANDAS POR ESTADO. Pág.

CREAS - Institucional. O que é o CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social)?

Diretoria de Geociências Coordenação de Geografia. Regiões de Influência das Cidades

Gestão de risco rural, Proagro, seguro rural e Fundo de Catástrofe. Mesquita de Sant Ana Coordenador-Geral de Seguro Rural SPA/DEGER

ESPORTE E UNIVERSIDADE: a reestruturação do esporte universitário no Brasil

Política e Planejamento do Saneamento Básico na Bahia: Desafios e Perspectivas da Implementação

1. O Novo Plano Nacional de Educação ( ) O antigo Plano Nacional de Educação terminou sua vigência em 2010 e o Novo Plano encontra-se em

Rede Brasileira de Monitoramento e Avaliação

ANEXO II - Diagnóstico Situacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS

Os Recursos Financeiros Destinados à. Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal

PLANO VIVER SEM LIMITE

TEXTO Realizar o planejamento das ações do Programa, definir as ações a serem executadas e as

POLOS EAD ESTÁCIO 11º Seminário Nacional ABED

Compras Institucionais. Programa de Aquisição de Alimentos

SITUAÇÃO ATÉ 10/04/2015 CONTRATAÇÕES AUTORIZADAS (2) VAGAS OFERTADAS (1)

Art O dever do Estado com a Educação será efetivado mediante a garantia de:

Monitoramento de agrotóxicos em água para consumo humano

EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO ENEM Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Educação

FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL

Oficina: GESTÃO DA ESTRUTURA E DOCUMENTAÇÃO ESCOLAR

O SUAS e rede privada na oferta de serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais

Coordenador: Prof. Dr. Edgilson Tavares de Araújo. Brasília DF Agosto, 2015

acompanhar a situação das famílias vulneráveis planejar suas ações no território ofertar benefícios de forma transparente e republicana

Crédito Suplementar Moradia Digna OPERAÇÕES ESPECIAIS AF Integralização de Cotas ao Fundo de Arrendamento

UN 4 0,00 Catraca pedestal com cofre com leitor smart card

CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE CONFERÊNCIAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL 2015

Apresentação do IDConselho Municipal. Apresentação elaborada pela Coordenação Geral de Vigilância Socioassistencial CGVIS Brasília

DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E PESQUISA COORDENAÇÃO GERAL DE PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DE INVESTIMENTOS. DNIT

FÓRUM PERMANENTE DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE

DIALOGANDO COM O PLANO DE ENFRENTAMENTO AO CRACK E OUTRAS DROGAS. Departamento de Proteção Social Especial Juliana M.

DIAGNÓSTICO DOS INVESTIMENTOS

A necessária abordagem interdisciplinar: a importância da equipe de referência da Assistência Social

SEMINÁRIO INTERMINISTERIAL SOBRE A NOVA LEI DE CERTIFICAÇÃO DAS ENTIDADES BENEFICENTES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. Campo Grande-MS

TABELA I - OPERAÇÕES REALIZADAS PELAS DISTRIBUIDORAS

famílias de baixa renda com acesso aos direitos

Treinamentos Siscomex Carga e Sistema Mercante

SUFICIÊNCIA DE REDE: Ligia Bahia Ronir Raggio Luiz Maria Lucia Werneck Vianna. Edital 005/2014 ANS/OPAS

Candidatos por Vaga Processo Seletivo Simplificado / 2008: IBGE - INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - ANALISTA CENSITÁRIO

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS EM CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR E DE NÍVEL MÉDIO DEMANDA DE CANDIDATOS POR VAGA

Departamento de Engenharia de Saúde Pública/CGEAR LICENCIAMENTO AMBIENTAL NAS OBRAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO DA FUNASA.

A INFÂNCIA É O TEMPO DE MAIOR CRIATIVIDADE NA VIDA DE UM SER HUMANO (J. PIAGET)

Políticas de garantia de acesso aos recursos naturais: como evoluir?

Elevadores para Automóveis e Carga

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA

A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular

ACOMPANHAMENTO E APOIO TÉCNICO À GESTÃO DESCENTRALIZADA DO SUAS

SECRETARIA DE CIDADANIA E

AVANÇOS E DESAFIOS DA ASSISTÊNCIA SOCIAL EM SANTA CATARINA

EDITAL SG/MPU N.º 27, DE 2 DE OUTUBRO DE 2007.

NOTA TÉCNICA REDE DE CUIDADOS À PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO ÂMBITO DO SUS

CREAS e a Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais: Serviços de Proteção Social Especial de Média e Alta Complexidade

PORTARIA Nº D LOG, DE 23 DE NOVEMBRO DE (Publicado BE 50, )

Objetivos. 1. Fazer o diagnóstico das condições de saúde bucal da população brasileira em Traçar comparativo com a pesquisa SB Brasil 2003

Gestão da Qualidade da Banda Larga

Luiz Carlos Bueno de Lima

CASAS ABRIGO. OG AL Maceió Casa Abrigo Maceió (82) Casa Abrigo. OG AM Manaus Casa Abrigo

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão

24º Fórum de Debates Brasilianas.org

Poder Judiciário PLANO DE TRABALHO

FÓRUM ESTADUAL DA UNDIME. Belo Horizonte, 3 de abril de 2013.

Políticas Pública de Saúde METAS VIVER SEM LIMITE

LOCALIZAÇÃO DOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO NA ESCALA SUBNACIONAL: ÁGUA E ESGOTO

RESOLUÇÃO Nº 08, DE 18 DE ABRIL DE 2013.

Mortos e Acidentes por Unidade Federativa

POLITICAS PARA O TRÂNSITO SEGURO DE MOTOS

POLÍTICAS DE SAÚDE EM QUEIMADOS

Transcrição:

Avaliação do processo de implementação dos Centros-dia de Referência para a Pessoa com Deficiência e suas Famílias, no âmbito do Plano Viver Sem Limite, na Região Nordeste Projeto de pesquisa apresentado para seleção na chamada pública MCTI-CNPq/MDS-SAGI Nº 24/2013 DESENVOLVIMENTO SOCIAL TEMA 1: Assistência Social - 1.6 A Implementação do Plano Viver Sem Limites Coordenador: Prof. Dr. Edgilson Tavares de Araújo Brasília DF Abril, 2014

Equipe Coordenação Geral: Edgilson Tavares de Araújo (UFRB) Pesquisadoras: Profa. Dra. Rosana de Freitas Boullosa(UFBA) Profa. Dra. Alice DiannezziGambardela DTI -B Profa. Dra. Maria Amélia Corá (PUC-SP) Eline Peixoto (Mestranda GPPSS UFRB) Emanuelle Santos Silva (Mestranda GPPSS UFRB) DTI-C 5 bolsistas ITI (em fase de seleção)

Contexto Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU, 2008) Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência -Viver Sem Limite (Decreto 7.612, de 17 de novembro, de 2011) 15 Ministérios, CONADE, entes federados e sociedade civil - 38 metas (2011-2014) - R$7,6 bilhões. Eixos -educação, saúde, acessibilidade e inclusão social: Alterações do Benefício de Prestação Continuada (BPC) implementação do programa BPC Trabalho PSE de Média Complexidade: 27 Centros-dias de Referência; PSE de Alta Complexidade: 200 Residências Inclusivas (BRASIL, 2013).

Marco Conceitual Pessoas com Deficiência: são aquelas que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, obstruem sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdades de condições com as demais pessoas. (CDPC, BRASIL, 2012) Incapacidade: uma redução efetiva e acentuada da capacidade de integração social, com necessidades de equipamentos, adaptações, meios ou recursos especiais para que a pessoa portadora de deficiência possa receber ou transmitir informações necessárias ao seu bem-estar pessoal e ao desempenho de função ou atividade a ser exercida (BRASIL, 1999) Dependência Risco e Vulnerabilidade Cuidados Serviços socioassistenciais

Centro-diade Referência Serviço socioassistencial especializado, tipificado, de média complexidade, voltado a jovens e adultos com todos os tipos de deficiência e suas famílias - referenciado ao CREAS. Objetivos: desenvolvimento da convivência; fortalecimento de vínculos familiar, social e grupal; e aprimoramento dos cuidados pessoais. Funciona5diasporsemana,10horaspordia,inclusivenohoráriodoalmoço. Equipe de Referência: 01 Coordenador de nível superior, 01 Assistente Social, 01 Psicólogo, 01 Terapeuta Ocupacional e 10 cuidadores de nível médio, para cadagrupode30usuáriosnoturno.

Centro-diade Referência - critérios da Resolução CNAS nº 011/2012 I Capitais e/ou Distrito Federal; II HabilitaçãoemgestãobásicaouplenadoSUAS,paraosmunicípios; III Com Centro de Referência de Assistência Social - CRAS e CREAS implantados e em funcionamento(censo SUAS 2011 ou CadSUAS); IV Com Estratégia de Saúde da Família ESF, Núcleo de Apoio à Saúde da Família NASF e Centros de Habilitação e Reabilitação em Saúde, em funcionamento V Com pessoas com deficiência beneficiárias do BPC identificadas por meio do Sistema de Acompanhamento do BPC/DATAPREVs

Centro-diade Referência Meta Plano Viver sem Limite 27CD,sendoumporEstado. Resoluções CIT 007, 02/04/2012 e CNAS 011, 24/04/2012 estabeleceram: Critérios de implantação do serviço e de partilha dos recursos para Municípios e Distrito Federal; Valores do cofinanciamento federal: 40.000,00 por mês/por Centro-dia(custeio); Cofinancimento do Estado para o Município: 50% do valor do cofinanciamento federal; Orientações técnicas sobre o Serviço: Perguntas e Respostas; Caderno sobre Estruturação do Serviço em Centro-dia, metodologias acessíveis e instrumentais facilitadores da organização do Serviço.

Centro-diade Referência Em fase de implementação 1ª. Etapa - JUN/2012 1 -Curitiba (PR) 2 -Belo Horizonte (MG) 3 -Campo Grande (MS) 4 -João Pessoa (PB) - inaugurado dez. 2012 2ª. Etapa -DEZ/2012 5 - Distrito Federal 6 -Goiânia (GO) 7 -Manaus (AM) 8 -Rio Branco (AC) 9 -Araguaína (TO) 10 -São Luiz (MA) inaugurado mar. 2013 11 - Recife(PE) 12 -Natal (RN) 13 -Maceió (AL) 14 - Aracaju(SE) 15 -Salvador (BA) 16 -Campinas (SP) inaugurado nov. 2013 17 -São Gonçalo (RJ) 18 - Joinville (SC) 19 -Caxias do Sul (RS) 3ª. Etapa MAIO/2013 20 Cuiabá (MT) 21 Teresina (PI) 22 - Macapá (AP 23 - Fortaleza (CE) 4ª. Etapa - JUNHO/2013 24 -Boa Vista (RR) 25 -Belém (PA) 26 -Porto Velho (RO) 27 -Vitória (ES)

Problema da pesquisa Como vem ocorrendo localmente a implementação do modelo de oferta de serviços e gestãodo Centro-Dia no que concerne às suas dimensões político-institucional, cognitiva, técnica-operacional e de gestão (com suas exigências de inovação), nas capitais da Região Nordeste?

Objetivos da pesquisa GERAL: Mapear e categorizar os principais entraves, desafios e adaptações (institucionais, políticos, cognitivos, técnicos e de gestão) para a efetiva implementação do funcionamento e gestão dos Centros-dia de Referência para a Pessoa com Deficiência nas capitais da região nordeste. ESPECÍFICOS: Identificar as inovações no desenho e implementação da política pública de Assistência Social voltada para a pessoa com deficiência. Avaliar o estágio de implementação dos Centros-dias em cada capital do nordeste. Propor um conjunto de indicadores de monitoramento dos serviços socioassistenciais prestados e da gestão dos Centros-dia. Identificar os principais avanços e entraves percebidos em termos da prestação de atendimentos socioassistenciais e articulação da rede SUAS. Apontar possíveis soluções e aprendizagens obtidas durante o processo de implementação dos Centros-dia.

Metodologia Avaliação de processo, in-itinere, qualitativa. 9CapitaisdoNE+ Campinas(SP) FASE 1: Análise documental, criação de instrumentos de pesquisa (6 roteiros semiestruturados), entrevistas em profundidade com gestores e técnicos dos 3 CD inaugurados. FASE 2: Validação de indicadores, criação de instrumentos (formulários), visitas in loco nos 9 CD em implementação para entrevistas em profundidade. FASE 3: Feedback dos resultados e apontamento de soluções, apoio a implementação.

Metodologia -Entrevistas técnico/gestor do órgão gestor municipal da Assistência Social responsável diretamente pela implementação do Centro-dia; técnico/gestor do órgão gestor estadual da Assistência Social responsável diretamente pela implementação do Centro-dia; coordenador do Centro-dia; coordenador do CREAS que referencia o Centro-dia; equipe técnica do Centro-dia (terapeuta ocupacional, psicólogo e assistente social); umcuidador.

Metodologia -Dimensões 1) Político-institucional - aspectos referentes aos relacionamentos políticos e institucionais (inclusive burocráticos e legais) existentes nos processos de pactuação e cofinanciamento. 2) Cognitiva como vem sendo ocorrendo a apreensão das novas gramáticas e concepções conceituais trazidas na proposta do Centro-dia e como se reflete nos processos de formação e aprendizagem das equipes gestoras e executoras do serviço. 3) Técnico-operacional formas de operacionalização técnica da oferta dos serviços/ inovação. 4) Gestão instrumentos de gestão/ qualidade da oferta dos serviços/ modelos gerenciais.

DIMENSÃO CRITÉRIOS INDICADORES Político-institucional Cognitiva Qualidade e sustentabilidade da pactuação realizada entre os entes federados Aprendizagem e formação da equipe - Prazos de repasse de recursos entre os entes federados - Tempo para criação e funcionamento do Centro-dia -Modelos de tomada de decisão -Parceria técnica entre MDS, órgãos gestores estaduais, municipais e Centro-dia - Cumprimento de metas pactuadas - Criação de instância de controle social - Articulação territorial da rede socioassistencial -mobilização de recursos financeiros, humanos e materiais etc. - adaptações de usos de conceitos/palavras antigas e novas - processos de seleção e capacitação da equipe - perfil da equipe técnica - perfil dos cuidadores -espaços e formas de discussão de casos pela equipe - nível de inovação dos atendimentos prestados etc.

Técnicooperacional Gestão Compreensão do serviço socioassistencial Estilo de gestão - qualidade do funcionamento efetivo do serviço - progressão da quantidade de usuários do serviço - utilização de instrumentos e metodologias de trabalho propostas pelo MDS - parcerias técnicas para execução de projetos - expansão do atendimento - diferenciais dos serviços socioassistenciais - variedade dos atendimentos prestados - atendimento das demandas dos usuários - perfil e atuação da equipe interdisciplinar - perfil e atuação dos cuidadores -qualidade dos planos de atendimento individual e - acompanhamento das aquisições dos usuários - qualidade dos projetos executados etc. - condições de infraestrutura, qualidade ambiental, acessibilidade - articulação territorial com outros equipamentos públicos e rede privada - modelos de tomada de decisão. - espaços de reunião da equipe para discutir processos de gestão. - utilização/adaptação de instrumentos de instrumentos de gestão propostos pelo MDS - qualidade do plano de atendimento da unidade - nível de burocratização dos processos de gestão - efetividade no uso dos recursos financeiros etc.

Obrigado! edgilson@gmail.com edgilson@ufrb.edu.br