APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL



Documentos relacionados
APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL

Certificado de Auditoria

MINUTA PROJETO DE LEI. Súmula: Institui a Política Estadual sobre Mudança do Clima.

O Banco Central do Brasil em 29/06/2006 editou a Resolução 3380, com vista a implementação da Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 5, DE 2 DE FEVEREIRO DE

GTV. Guia de Trânsito Vegetal

POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE

Planejamento e Gestão Estratégica

Esfera: 10 Função: 20 - Agricultura Subfunção: Administração Geral UO: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

POLÍTICA DE GESTÃO DE PESSOAS DA SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR PREVIC

Administração e Organização Industrial

RELATÓRIO DE AUDITORIA RA 01/2016

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL

PROCESSO DE SELEÇÃO DE MEDIADORES PARA O CURSO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA E SAÚDE AMBIENTAL

PROJETO DO CURSO INICIAÇÃO AO SERVIÇO PÚBLICO

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE

Melhorando a governança: Umaexperiênciapráticade evoluçãoinstitucional. Novembro de 2015

Fundação Vanzolini O GERENCIAMENTO DA QUALIDADE NA SAÚDE E A ACREDITAÇÃO. Departamento de Certificação

AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: instrumento norteador efetivo de investimentos da IES

MINUTA REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE DO SERVIDOR EM CARGOS TÉCNICO- ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO DO IFFLUMINENSE APRESENTAÇÃO

Código: MAN-ESJUD-001 Versão: 00 Data de Emissão: 01/01/2013

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DAS LICENCIATURAS (NEPEx LICENCIATURAS) DO INSTITUTO FEDERAL GOIANO

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS GEO Vaga

CÓDIGO DE ÉTICA AGÊNCIA DE FOMENTO DE GOIÁS S/A GOIÁSFOMENTO

MUNICÍPIO DE BOM PRINCÍPIO Estado do Rio Grande do Sul

REGIMENTO DO MEMORIAL DA REPÚBLICA PRESIDENTE ITAMAR FRANCO

Capacitação de Usuários no uso de Sistemas de Informação

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

Política de Gestão de Riscos das Empresas Eletrobras

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE GRAVATAÍ

Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais Presidência Controladoria Interna PLANO DIRETOR CONTROLE INTERNO

Concurso: Recursos Humanos Aula 03 LEONARDO FERREIRA SENADO FEDERAL ADMINISTRADOR

Orientações para Secretarias de Educação

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 42, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2008

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos

ATRIBUIÇÕES ESSENCIAIS DA FUNÇÃO


CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 27 DE SETEMBRO DE

PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 5/2014

RESOLUÇÃO Nº 063 CONSUPER/2013

RESOLUÇÃO Nº 11, DE 04 DE NOVEMBRO DE Art. 1º Aprovar, na forma do Anexo, a Norma de Capacitação de Servidores da APO.

Auditoria de Segurança e Saúde do Trabalho da SAE/APO sobre Obra Principal, Obras Complementares, Obras do reservatório e Programas Ambientais

PLANO NACIONAL DE DANÇA

Plano de Carreira e Desenvolvimento

TEXTO PRODUZIDO PELA GERÊNCIA DE ENSINO FUNDAMENTAL COMO CONTRIBUIÇÃO PARA O DEBATE

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO E NÃO OBRIGATÓRIO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

NORMA ISO Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio

Agendas Estaduais de Desenvolvimento Integrado de Alfabetização e de Educação de Jovens e Adultos

ISO 9001: SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

Orçamento Público: Visão Geral

Mayalú Tameirão de Azevedo

Módulo 14 Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas Treinamento é investimento

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 1, DE 6 DE JANEIRO DE 2015

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO - PGR

IMPLANTANDO O ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS NA REDE ESTADUAL DE ENSINO

INCENTIVO À QUALIFICAÇÃO SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS

-CAPÍTULO I ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO

MANUAL DE NORMAS Ato: Resolução Nº 012/2011- CONSUP

WONCA IBEROAMERICANA CIMF

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2014

O Programa Produtor de Água

PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO DO IFMG CAMPUS OURO PRETO Resultados da Oficina de Planejamento e das Reuniões Setoriais

Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás. Projeto IV.11

REGIMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO

Fanor - Faculdade Nordeste

PREFEITURA MUNICIPAL DO SALVADOR SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO, TECNOLOGIA E GESTÃO - SEPLAG EDITAL DE CONCURSO PÚBLICO N.

MINISTÉRIO DAS CIDADES. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 12, DE 9 DE JUNHO DE 2015 (PUBLICADA NO DOU Nº 108, EM 10 DE JUNHO DE 2015, SEÇÃO 1, PÁGINAS 39 e 40)

ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 02/2008.

DADOS DOS CURSOS TÉCNICOS NA FORMA CONCOMITANTE (1200 horas das disciplinas horas de estágio)

ESTÁGIO SUPERVISIONADO Licenciatura em Artes Visuais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

PLANO ANUAL DE CAPACITAÇÃO 2012

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA I INTRODUÇÃO

PLANO DE CARGOS, CARREIRA E REMUNERAÇÕES PCCR. Carreira Técnica Previdenciária. - Síntese -

Apoio à Valorização da Diversidade no Acesso e na Permanência na Universidade

RELATÓRIO SINTÉTICO DAS ATIVIDADES DE AUDITORIA BIÊNIO: FEVEREIRO/2011 A JANEIRO/2013

Síntese do Projeto Pedagógico do Curso de Sistemas de Informação PUC Minas/São Gabriel

PLANO ESTRATÉGICO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 2013/2018

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE NUTRIÇÃO CURRÍCULO 2 I INTRODUÇÃO

Manual de ingresso de novos voluntários.

REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL)

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP

Trabalho resgatado da época do Sinac. Título: Desenvolvimento de Recursos Humanos para a Comercialização Hortigranjeiro Autor: Equipe do CDRH

Transcrição:

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL A Agência de Certificação Ocupacional (ACERT) é parte integrante da Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM) Centro de Modernização e Desenvolvimento da Administração Pública e possui a missão de contribuir para a qualidade da prestação de serviços públicos à sociedade, por meio da avaliação de larga escala e da certificação de competências ocupacionais. Ao certificar competências ocupacionais, a ACERT realiza processos avaliativos com o propósito de reconhecer e de atestar que um indivíduo possui conhecimentos, habilidades e atitudes indispensáveis ao desempenho de suas atribuições. Trata-se, portanto, da avaliação das competências básicas, segundo padrões de qualidade estabelecidos para um determinado cargo ou função. Estes padrões sistematizam os resultados esperados dos ocupantes do cargo, as atividades essenciais para atingir tais resultados e as competências (conhecimentos, habilidades e atitudes) que dão suporte à realização dessas atividades. São elaborados por meio de comitês técnicos que envolvem representantes e especialistas do cargo ou da função a ser certificada. As informações contidas nos padrões servem a diversos objetivos: como referência de qualidade, como guia para desenvolvimento da carreira, como norteador da gestão das competências, como critério de seleção e como orientador da formação continuada dos profissionais, reunindo, portanto, os traços mais relevantes que compõem o perfil profissional de um cargo. Entretanto, essas competências não devem ser interpretadas como uma regra única ou como um guia rígido para o desempenho do profissional. A Certificação Ocupacional para o Técnico em Fiscalização atestará, além das competências básicas de conhecimentos, habilidades e atitudes, as competências específicas necessárias ao exercício das atividades profissionais deste cargo. O presente documento apresenta, para fins de Certificação Ocupacional, os Padrões de Competências do Cargo de Técnico em Fiscalização, os quais estão divididos em dois núcleos: o primeiro (Padrão I) reflete um conjunto de competências comuns a respeito das funções e do papel do Técnico em Fiscalização. Os demais padrões refletem um conjunto de competências específicas à cada área de atuação. Núcleo Comum: Padrão I: Suporte à Estrutura de Fiscalização Núcleo Específico Agência Estadual de defesa Agropecuária da Bahia - ADAB Defesa Sanitária Animal e Vegetal e Inspeção: Padrão II: Defesa Sanitária e Fiscalização Agropecuária Núcleo Específico Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos - SEMARH /Superintendência de Recursos Hídricos - SRH Meio Ambiente e Recursos Hídricos: Padrão II: Defesa da Qualidade Ambiental 2

PADRÕES DE COMPETÊNCIAS PARA O CARGO DE TÉCNICO EM FISCALIZAÇÃO - ADAB - DEFESA SANITÁRIA ANIMAL E VEGETAL E INSPEÇÃO O Técnico em Fiscalização realiza ações de apoio, de caráter operacional, para o desenvolvimento dos procedimentos de rotina das atividades de fiscalização, buscando a agilidade e eficiência dos processos e uso dos recursos públicos, subsidiando as ações de fiscalização, com dados e informações, respaldados nas legislações pertinentes, bem como auxilia na promoção de ações de educação ambiental junto à sociedade. Este profissional atua nas ações de inspeção, autuação e controle de ocorrências que possam propiciar a disseminação de doenças e pragas em animais ou vegetais, preservando o agronegócio baiano e a sua competitividade, assim como auxilia em ações de combate ao comércio de produtos clandestinos, no controle do estado de conservação e das condições de armazenamento de produtos de origem animal e vegetal, visando à diminuição dos riscos à saúde dos consumidores. Este profissional apresenta habilidades de relacionamento interpessoal, gestão de conflitos, visão crítica, visão sistêmica, solução de problemas, negociação, tomada de decisão e administração do tempo, distribuídas por grau de complexidade ao longo das classes, as quais compõem sua carreira, bem como as seguintes atitudes: postura ética, responsabilidade, imparcialidade, cooperação, foco no cidadão, aprendizagem e aperfeiçoamento contínuos, pró-atividade, criatividade, foco em resultados, firmeza, abertura às críticas e segurança. A carreira do Técnico em Fiscalização da área de Defesa Sanitária Vegetal está organizada em três classes, de acordo com diferentes graus de complexidade, que se apresentam de maneira crescente e representam competências cumulativas entre as classes I a III. Desta maneira, a classe III apresenta a maior complexidade e representa além das competências presentes às classes imediatamente abaixo (II, I). 3

Padrão I: Suporte à Estrutura de Fiscalização O Técnico em Fiscalização realiza ações de apoio, de caráter operacional, para o desenvolvimento dos procedimentos de rotina das atividades de fiscalização, buscando a agilidade e eficiência dos processos e uso dos recursos públicos, subsidiando as ações de fiscalização com dados e informações, respaldados nas legislações pertinentes, bem como auxilia na promoção de ações de educação ambiental junto à sociedade. Para que atividades de fiscalização relacionadas à administração dos recursos ambientais e da agropecuária estejam em sintonia com diretrizes governamentais, o Técnico em Fiscalização: colabora na elaboração e execução da proposta orçamentária, por meio da utilização de conhecimentos sobre: i) Planejamento e ii) Atos Normativos; contribui na proposição de novas linhas de atuação e no realinhamento de metas, por meio da utilização de técnicas de levantamento e análise de dados; participa da implementação das políticas organizacionais, utilizando conhecimentos sobre a: i) Administração Pública; ii) Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado da Bahia iii) Constituição Estadual, iv) Direito Administrativo e v) Direito Constitucional. Para que gestores de Órgãos Públicos Estaduais estabeleçam estratégias e ações de fiscalização que possibilitem o alcance do padrão de qualidade de produtos oferecidos ao público, o Técnico em Fiscalização: elabora documentos técnicos, com coerência, coesão e adequação de linguagem, de acordo com a norma padrão da i) Língua Portuguesa e as ii) normas técnicas para elaboração de relatórios e pareceres. Com o objetivo de aperfeiçoar o sistema de informações e implementar melhorias operacionais, racionalizando e otimizando recursos, o Técnico em Fiscalização: propõe estratégias de comunicação com o público interno e externo, aplicando técnicas de atendimento ao público; assegura maior confiabilidade e agilidade na comunicação organizacional, aplicando conhecimentos e ferramentas de Informática. A fim de promover a execução de ações educativas referentes às áreas ambiental e agropecuária, contribuindo com a consolidação do desempenho da Organização, o Técnico em Fiscalização: divulga e valida informações, aplicando os conhecimentos sobre técnicas de apresentação em palestras, cursos e outros eventos afins; contribui com a consolidação do desempenho da organização, divulgando e validando informações, utilizando conhecimentos sobre comunicação organizacional. 4

Padrão II: Defesa Sanitária e Fiscalização Agropecuária O Técnico em Fiscalização atua nas ações de inspeção, autuação e controle de ocorrências que possam propiciar a disseminação de doenças e pragas em animais ou vegetais, preservando o agronegócio baiano e a sua competitividade, assim como auxilia em ações de combate ao comércio de produtos clandestinos, no controle do estado de conservação e das condições de armazenamento de produtos de origem animal e vegetal, visando à diminuição dos riscos à saúde dos consumidores. Com o objetivo de proteger a saúde humana e o meio ambiente do uso excessivo e indiscriminado de agrotóxicos, bem como evitar a propagação de zoonoses e enfermidades à produção animal, o Técnico em Fiscalização: previne e combate a difusão de doenças, em consonância com o i) Manual de Fiscalização do Trânsito de Vegetais ADAB, o ii) Regimento da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia; iii) Regulamento da Defesa Sanitária Animal do Estado da Bahia e as iv) Portarias pertinentes do Ministério da Agricultura; e a v) Constituição Federal; vi) fitossanidade: controle de doenças e pragas, defensivos agrícolas e seu uso adequado; vii) anatomia e fisiologia dos animais de interesse na produção de alimentos; e viii) principais doenças veiculadas por alimentos de origem animal; e contribui com o fortalecimento de ações integradas, utilizando conhecimentos sobre: o papel, as atribuições e a interface entre os órgãos de fiscalização agropecuária; garante procedimentos de defesa sanitária vegetal e animal, aplicando o disposto no i) Manual de Exigências Sanitárias para o Ingresso de Animais em Eventos Pecuários no Estado da Bahia e no ii) Certificado Fitossanitário de Origem CFO e do Certificado Fitossanitário de Origem Consolidado - CFOC; implementa ações de educação sanitária mediante o disposto no i) Regulamento da Defesa Sanitária Animal do Estado da Bahia e utiliza conhecimentos sobre: ii) higiene e tecnologia dos produtos de origem animal e seus requisitos regulamentares. Para assegurar a qualidade, o estado de conservação e as condições de armazenamento dos produtos, de origem vegetal e animal, oferecidos ao consumo, o Técnico em Fiscalização: garante que as condições sanitárias de estabelecimentos comerciais estejam em conformidade com o i) Regulamento de Inspeção Industrial de Produtos de Origem Animal RISPOA e as ii) Normas de inspeção industrial e sanitária dos produtos de origem animal, bem como utiliza conhecimentos sobre: iii) classificação de produtos de origem vegetal e animal; e iv) microbiologia dos alimentos de origem animal. Com o intuito de combater a propagação de enfermidades, que constituam risco de causar ou difundir doenças, à produção animal, o Técnico em Fiscalização: assegura a redução da prevalência de enfermidades, realizando suas atividades em consonância com o disposto no i) Regulamento da Defesa Sanitária Animal do Estado da Bahia, bem como utiliza conhecimentos sobre: ii) zoonoses; iii) manejo ecológico de pastagens e rebanhos; iv) solos; v) produção referencial de imunígenos biológicos para uso em diagnósticos; vi) esterilidade de vacinas bacterianas e virais; e vii) seleção de bovinos sensíveis para experimentação de vacinas anti-aftosa; diagnostica a existência de enfermidades e comprova a ausência de atividade viral, contribuindo para a redução da disseminação de doenças, conforme o i) Regulamento da Defesa Sanitária Animal do Estado da Bahia. Com o objetivo de preservar a saúde dos consumidores e buscar a melhoria da qualidade dos alimentos, reduzindo o risco de ocasionar ou propagar doenças, o Técnico em Fiscalização: combate o consumo de produtos com baixo padrão de qualidade, que impliquem em risco de ocasionar ou propagar doenças, conforme o i) Manual de Fiscalização do Trânsito de Vegetais ADAB e o Regulamento da Defesa Sanitária Animal do Estado da Bahia, bem como utiliza conhecimentos sobre: ii) agrotóxicos; iii) armazenamento e transporte de produtos vegetais, subprodutos e resíduos de valor econômico; apreende e sacrifica os animais soropositivos sem documentação sanitária ou com documentação oriunda de áreas de risco, com base no i) Regulamento da Defesa Sanitária Animal do Estado da Bahia. 5