Fluxo de Potência Ótimo

Documentos relacionados
Fluxo de Potência Ótimo

EEL 7100 Matrizes de Rede e Fluxo de Potência

EEL 7100 Matrizes de Rede e Fluxo de Potência

EEL 7100 Despacho Econômico de Unidades Térmicas Parte 1

EEL 6300 Despacho Econômico de Unidades Térmicas Parte 2

Equivalentes Externos

EEL 7100 Exercício: Fluxo de Potência pelo Método de Newton-Raphson

Programação Hidrotérmica de Curto Prazo

Despacho Econômico Considerando as Perdas de Transmissão

3 Análise da Estabilidade de Tensão em um Sistema Elétrico de Potência

O estudo do fluxo de carga

A utilização da Modelagem didática do Software PowerWorld como recurso do aprendizado de fluxo de carga em engenharia

Aula 2: Fluxo de Potência e Análise Estática

ASSOCIAÇÃO DE ENSINO E CULTURA PIODÉCIMO FACULDADE PIO DÉCIMO, CAMPUS III ARACAJU, SERGIPE MATERIAL PARA AULA DO ENAD ÁREA ESPECÍFICA

4 Cálculo de Equivalentes Dinâmicos

Teoria de dualidade. Marina Andretta ICMC-USP. 19 de outubro de 2016

Fluxo de Potência via Método de Newton-Raphson

7.0 Representação Matricial de Redes P r o f. F l á v i o V a n d e r s o n G o m e s

Alocação de Unidades via Relaxação Lagrangeana

OTIMIZAÇÃO E DESPACHO ECONÔMICO

MINIMIZAÇÃO DE PERDAS EM UMA REDE DE DISTRIBUIÇÃO ATRAVÉS DO PROBLEMA DE TRANSPORTE

1 Despacho económico

4 Cálculo de Equivalentes Dinâmicos

II Matrizes de rede e formulação do problema de fluxo de carga

3 Fluxo de Potência Introdução

Programação Hidrotérmica com Restrição de Energia Hidráulica

5 Formulação Dinâmica Não Linear no Domínio da Frequência

Modelagem e Análise de. Sistemas Elétricos em. Regime Permanente. Sérgio Haffner

Lista de Exercícios 1

Otimização Linear. Profª : Adriana Departamento de Matemática. wwwp.fc.unesp.br/~adriana

Modelos determinísticos de trânsitos de potência. Documento complementar à dissertação. José Iria

(x 1, y 1 ) (x 2, y 2 ) = (x 1 x 2, y 1 y 2 ); e α (x, y) = (x α, y α ), α R.

Aula 7 - Revisão de Álgebra Matricial

Cálculo II. Resumo e Exercícios P3

Notações e revisão de álgebra linear

OPERAÇÃO DE SISTEMAS DE POTÊNCIA. TEE Aula 01 Prof. Vitor Hugo Ferreira

Espaços vectoriais reais

Análise Efeito Controle

Aula 5 - Produto Vetorial

Tópicos Especiais em Engenharia Elétrica: Estimação de Estados

Trânsito de potências

4 Representação do HVDC/CCC - Capacitor Commutated Converters - no Cálculo dos Índices de Avaliação das Condições de Estabilidade de Tensão

Programação Linear M É T O D O S : E S T A T Í S T I C A E M A T E M Á T I C A A P L I C A D A S D e 1 1 d e m a r ç o a 2 9 d e a b r i l d e

1 Introdução. 1.1 Considerações Gerais

4 Determinação da Sub-Rede, Avaliação do Caminho e do Ramo de Transmissão mais Carregado: Novas Ideias

0.1 Conjunto de oportunidade e a fronteira e ciente

Método do Lagrangiano aumentado

Modelagem e Análise de. Sistemas Elétricos em. Regime Permanente. Sérgio Haffner

SIMMED. Simulação de Medidas para Estimação de Estados. 1. Introdução

APLICAÇÃO DE FLUXO DE POTÊNCIA NO NÍVEL DE SUBESTAÇÃO À SISTEMAS DE POTÊNCIAS REAIS

Método Simplex dual. Marina Andretta ICMC-USP. 24 de outubro de 2016

Método prático para extrair uma base de um conjunto de geradores de um subespaço de R n

INVESTIGAÇÃO OPERACIONAL. Programação Linear. Exercícios. Cap. IV Modelo Dual

Q1. Seja V um espaço vetorial e considere as seguintes afirmações: um conjunto de geradores de um subespaço S 2 de V, então A 1 A 2

Renato Martins Assunção

5 Análise de Sensibilidade

Resolução de Sistemas Lineares. Ana Paula

FLUXO DE CARGA EM REDES CA

3 Fluxo de Potência e Fluxo de Potência Continuado

TE 158 Operação de sistemas elétricos de potência Lista de exercícios. Fator de Potência

Sistemas P.U. Sistemas P.U. E Transformadores com relação não nominal Análise Nodal. Joinville, 11 de Março de 2013

Parte 1 - Matrizes e Sistemas Lineares

Aula 04 MÉTODO DAS FORÇAS. Classi cação das estruturas quanto ao seu equilíbrio estático. ² Isostática:

4 Modelo Proposto para Transformador com Tap Variável e Impacto em Estudos de Estabilidade de Tensão

Palavras-Chave: Autovalores, Matriz, Método de Jacobi. (1)

Programação Linear - Parte 5

5. Considere os seguintes subconjuntos do espaço vetorial F(R) das funções de R em R:

3 Avaliação do Modelo Usual de Transformador com Tap Variável em Estabilidade de Tensão

1 Sistema Máquina-Barra in nita: apresentação e modelagem

Estabilidade de Sistemas de Potência a Pequenas Perturbações

Fluxo de potência elétrica: análise dos métodos utilizados em redes de transmissão de energia elétrica.

Programação Linear - Parte 3

Espaços vectoriais reais

Matrizes Semelhantes e Matrizes Diagonalizáveis

Álgebra Linear e Geometria Anaĺıtica. Matrizes e Sistemas de Equações Lineares

G2 de Álgebra Linear I

Transcrição:

Fluxo de Potência Ótimo Antonio Simões Costa GSP - Labspot A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 1 / 61

Fluxo de Potência Ótimo Formulação generalística para diversos problemas de otimização da operação de Sistemas de Energia Elétrica; Características: Formulado como um problema de otimização, cuja função-objetivo pode assumir diferentes formas; Rede elétrica é sempre explicitamente representada. A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 2 / 61

Duas Formas Equivalentes para se Interpretar o FPO: 1 Como uma generalização do Despacho Econômico Clássico para permitir a representação explícita da rede elétrica; 2 Como uma generalização de Fluxo de Potência convencional visando promover a otimização de variáveis de controle, tais como as potências geradas. A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 3 / 61

Despacho Econômico x FPO Despacho Econômico: Balanço geração-carga expresso como uma única restrição de igualdade: P L + P perdas P g,i = 0 Restrições de desigualdade são os limites físicos de geração: P g,i P g,i P g,i Fluxo de Potência Ótimo: Restrições de igualdade: Eqs. de balanço de potência expressas no nível de barra (1a. Lei de Kirchho ); Rede representada como em estudos de uxo de potência; Restr. de desigualdade: limites físicos de geração e transmissão, limites associados à manutenção da segurança do sistema. A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 4 / 61

FPO como Generalização do Fluxo de Potência Fluxo de Potência: FPO: Potências ativas das barras de geração (P g s) especi cadas, assim como cargas nas barras PQ; Equações da rede resolvidas para satisfazer potências especi cadas. Ao invés de serem especi cadas, P g s são calculadas para otimizar uma função-objetivo; Equações da rede especi cadas como restrições de igualdade a serem satisfeitas na solução; Limites operativos de equipamentos especi cados como restrições de desigualdade, também a serem respeitados na solução. A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 5 / 61

Generalizações Proporcionadas pelo FPO Múltiplas possibilidades de funções-custo: Custos de geração; Minimização de perdas; Desvio de geração relativo a um ponto de operação; Despacho de potência reativa; Transferência de potência entre áreas; Ajuste de carga para mínimo alívio de carga, etc. Restrições de desigualdade podem modelar outros limites operacionais: Limites físicos de uxo nos ramos; Limites físicos em dispositivos de controle (taps, defasadores); Limites em variáveis do sistema para garantir segurança da operação. A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 6 / 61

Vantagens do FPO (I) Eqs. de uxo de pot. resolvidas simultaneamente com minimização dos custos de geração )perdas incrementais exatas; Todos os limites podem ser incluidos, não apenas os de geração: Q Q Q; V V V ; t ij t ij t ij, etc. Restrições de segurança podem ser consideradas: V k V k com linha i jfora de serviço V k t ik t ik com linha i jfora de serviço t ik A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 7 / 61

Vantagens do FPO (II) Mais variáveis de controle do que apenas as pots. geradas: Tensões de saída de geradores; Taps de transformadores; Taps de transformadores defasadores; Ajustes de bancos de capac. chaveados; Injeções de potência reativa de CERs; Alívio de carga; Fluxos de pot. em linhas CC. Possibilidade de se utilizar diferentes funções-custo. A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 8 / 61

Aplicações do Fluxo de Potência Ótimo Cálculo do despacho ótimo de geração para obter mínimo custo de geração, observadas as limitações da transmissão; Despacho de segurança, usando estado corrente da rede ou previsão de carga a curto prazo + restrições de segurança; Despacho corretivo: em caso de sobrecarga, pode informar quais ajustes poderão aliviar a emergência; A intervalos periódicos, pode achar ajustes ótimos de taps de transformadores, capacitores chaveáveis e CERs para melhorar per l de tensões; Em planejamento da expansão, pode fornecer o máximo carregamento que uma con guração de transmissão prevista pode suportar (Ex.: máxima transferência entre áreas); Fornece os custos incrementais por barra ) permite o cálculo dos custos marginais de potência em qualquer barra do sistema. A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 9 / 61

Fluxo de Potência Ótimo: Formulação Não-Linear min c(x, u) s. a g P (x, u) = 0 λ P g Q (x, u) = 0 λ Q p g p g p g q g q g q g v v v t t t onde: x : Variáveis de estado (v, θ) u : Variáveis de controle p g : Potências ativas geradas q g : Potências reativas geradas v : Magnitudes de tensão t : Fluxos de potência ativa nos ramos A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 10 / 61

Interpretação dos Multiplicadores de Lagrange para o FPO Não-Linear Na formulação não-linear do FPO, surgem 2N multiplicadores de Lagrange associados às restrições de igualdade, sendo: A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 11 / 61

Interpretação dos Multiplicadores de Lagrange para o FPO Não-Linear Na formulação não-linear do FPO, surgem 2N multiplicadores de Lagrange associados às restrições de igualdade, sendo: N multiplicadores de Lagrange associados ao balanço de potência ativa em cada barra, λ P e A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 11 / 61

Interpretação dos Multiplicadores de Lagrange para o FPO Não-Linear Na formulação não-linear do FPO, surgem 2N multiplicadores de Lagrange associados às restrições de igualdade, sendo: N multiplicadores de Lagrange associados ao balanço de potência ativa em cada barra, λ P e N multiplicadores de Lagrange associados às equações nodais de balanço de potência reativa, λ Q. A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 11 / 61

Interpretação dos Multiplicadores de Lagrange para o FPO Não-Linear Na formulação não-linear do FPO, surgem 2N multiplicadores de Lagrange associados às restrições de igualdade, sendo: N multiplicadores de Lagrange associados ao balanço de potência ativa em cada barra, λ P e N multiplicadores de Lagrange associados às equações nodais de balanço de potência reativa, λ Q. O elemento k do vetor λ P, λ P,k, é o custo do próximo megawatt a ser extraído da barra k =) custo marginal (da potência ativa) para a barra k; A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 11 / 61

Interpretação dos Multiplicadores de Lagrange para o FPO Não-Linear Na formulação não-linear do FPO, surgem 2N multiplicadores de Lagrange associados às restrições de igualdade, sendo: N multiplicadores de Lagrange associados ao balanço de potência ativa em cada barra, λ P e N multiplicadores de Lagrange associados às equações nodais de balanço de potência reativa, λ Q. O elemento k do vetor λ P, λ P,k, é o custo do próximo megawatt a ser extraído da barra k =) custo marginal (da potência ativa) para a barra k; Da mesma forma, λ Q,k representa o aumento na função-custo decorrente de um aumento de 1 MVar na carga reativa da barra k; A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 11 / 61

Interpretação dos Multiplicadores de Lagrange para o FPO Não-Linear Na formulação não-linear do FPO, surgem 2N multiplicadores de Lagrange associados às restrições de igualdade, sendo: N multiplicadores de Lagrange associados ao balanço de potência ativa em cada barra, λ P e N multiplicadores de Lagrange associados às equações nodais de balanço de potência reativa, λ Q. O elemento k do vetor λ P, λ P,k, é o custo do próximo megawatt a ser extraído da barra k =) custo marginal (da potência ativa) para a barra k; Da mesma forma, λ Q,k representa o aumento na função-custo decorrente de um aumento de 1 MVar na carga reativa da barra k; O FPO baseado na formulação não-linear é um problema de programação não-linear com restrições não-lineares, cuja solução pode ser obtida através de métodos computacionais especí cos. A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 11 / 61

FPO usando Modelo Linearizado para a Rede Fluxo de Potência DC (I) Hipóteses básicas: Os módulos das tensões são supostos iguais a 1, 0 pu para todas as barras, isto é: jv i j = 1, 0 pu, i = 1,..., N As resistências e admitâncias transversais das linhas de transmissão são desprezadas; As aberturas angulares correspondentes aos ramos da rede são supostas pequenas, de modo que sen (θ i θ j ) (θ i θ j ) rads A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 12 / 61

FPO usando Modelo Linearizado para a Rede Fluxo de Potência DC (II) Com estas hipóteses, o uxo de potência ativa t ij na linha i dado por t ij = γ ij (θ i θ j ) onde a capacidade do ramo i j é de nida como γ ij = 1 x ij j é A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 13 / 61

FPO usando Modelo Linearizado para a Rede Fluxo de Potência DC (II) Com estas hipóteses, o uxo de potência ativa t ij na linha i dado por t ij = γ ij (θ i θ j ) onde a capacidade do ramo i j é de nida como γ ij = 1 x ij A injeção líquida de potência ativa na barra i é dada por: p i = k2ω i t ik onde Ω i representa o conjunto de barras adjacentes à barra i; j é A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 13 / 61

FPO usando Modelo Linearizado para a Rede Fluxo de Potência DC (II) Com estas hipóteses, o uxo de potência ativa t ij na linha i dado por t ij = γ ij (θ i θ j ) onde a capacidade do ramo i j é de nida como γ ij = 1 x ij A injeção líquida de potência ativa na barra i é dada por: p i = k2ω i t ik onde Ω i representa o conjunto de barras adjacentes à barra i; A injeção p i pode ser reescrita como: p i = k2ω i γ ik (θ i θ k ) = k2ω i γ ik θ i k2ω i γ ik θ k j é A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 13 / 61

FPO usando Modelo Linearizado para a Rede Fluxo de Potência DC (III) A injeção p i é dada por: p i = γ ik (θ i k2ω i θ k ) = k2ω i γ ik θ i k2ω i γ ik θ k A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 14 / 61

FPO usando Modelo Linearizado para a Rede Fluxo de Potência DC (III) A injeção p i é dada por: p i = γ ik (θ i k2ω i θ k ) = k2ω i γ ik θ i k2ω i γ ik θ k De nindo a matriz B do uxo de potência linearizado como: 2 γ 1k γ 12 γ 13 γ 1N k2ω 1 γ 21 γ 2k γ 23 γ 2N k2ω 2 B = γ 31 γ 32 γ 3k γ 3N k2ω 3. 6...... 4 γ N1 γ N2 γ N3 γ Nk k2ω N 3, 7 5 A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 14 / 61

FPO usando Modelo Linearizado para a Rede Fluxo de Potência DC (III) A injeção p i é dada por: p i = γ ik (θ i k2ω i θ k ) = k2ω i γ ik θ i k2ω i γ ik θ k De nindo a matriz B do uxo de potência linearizado como: 2 γ 1k γ 12 γ 13 γ 1N k2ω 1 γ 21 γ 2k γ 23 γ 2N k2ω 2 B = γ 31 γ 32 γ 3k γ 3N k2ω 3. 6...... 4 γ N1 γ N2 γ N3 γ Nk k2ω N veri ca-se que p i = B ii θ i + k2ω i B ik θ k 3, 7 5 A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 14 / 61

FPO usando Modelo Linearizado para a Rede Fluxo de Potência DC (IV) A expressão p i = B ii θ i + k2ω i B ik θ k pode ser escrita na forma matricial como: p = B θ A estrutura da matriz B é muito similar à da matriz Y barra (exceto pelo fato de B ser real!); A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 15 / 61

FPO usando Modelo Linearizado para a Rede Fluxo de Potência DC (IV) A expressão p i = B ii θ i + k2ω i B ik θ k pode ser escrita na forma matricial como: p = B θ A estrutura da matriz B é muito similar à da matriz Y barra (exceto pelo fato de B ser real!); Além disso: N j=1 B ij = 0, i = 1,..., N N B ij = 0, j = 1,..., N i=1 A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 15 / 61

FPO usando Modelo Linearizado para a Rede Fluxo de Potência DC (IV) A expressão p i = B ii θ i + k2ω i B ik θ k pode ser escrita na forma matricial como: p = B θ A estrutura da matriz B é muito similar à da matriz Y barra (exceto pelo fato de B ser real!); Além disso: N j=1 B ij = 0, i = 1,..., N N B ij = 0, j = 1,..., N i=1 Portanto, B é singular. A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 15 / 61

Singularidade de B e Barra de Referência (I) B singular implica em que A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 16 / 61

Singularidade de B e Barra de Referência (I) B singular implica em que Equações em p = B θ são linearmente dependentes; A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 16 / 61

Singularidade de B e Barra de Referência (I) B singular implica em que Equações em p = B θ são linearmente dependentes; Portanto, não se quali cam para de nir restrições de igualdade do problema de FPO. A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 16 / 61

Singularidade de B e Barra de Referência (I) B singular implica em que Equações em p = B θ são linearmente dependentes; Portanto, não se quali cam para de nir restrições de igualdade do problema de FPO. Eliminação da redundância obtida de nindo-se uma barra r cujo ângulo é considerado referência angular: θ r = 0 A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 16 / 61

Singularidade de B e Barra de Referência (I) B singular implica em que Equações em p = B θ são linearmente dependentes; Portanto, não se quali cam para de nir restrições de igualdade do problema de FPO. Eliminação da redundância obtida de nindo-se uma barra r cujo ângulo é considerado referência angular: θ r = 0 Isto implica em se eliminar a coluna r da matriz B (todos os elementos da coluna serão multiplicados por zero). A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 16 / 61

Singularidade de B e Barra de Referência (II) De nimos: A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 17 / 61

Singularidade de B e Barra de Referência (II) De nimos: ^B como a matriz N (N 1) obtida de B eliminando-se a coluna r, e A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 17 / 61

Singularidade de B e Barra de Referência (II) De nimos: ^B como a matriz N (N 1) obtida de B eliminando-se a coluna r, e ^θ como o vetor N 1 obtido de θ pela eliminando-se o elemento r. A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 17 / 61

Singularidade de B e Barra de Referência (II) De nimos: ^B como a matriz N (N 1) obtida de B eliminando-se a coluna r, e ^θ como o vetor N 1 obtido de θ pela eliminando-se o elemento r. O conjunto de N equações não-redundantes de potências injetadas nas barras é dado por: ^B^θ = p A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 17 / 61

Restrições de Balanço de Potência Ativa (I) Para ^B^θ = p se quali car como restrição de balanço de potência ativa para o FPO, p tem que ser expresso como função das potências geradas e das potências das cargas nas barras; A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 18 / 61

Restrições de Balanço de Potência Ativa (I) Para ^B^θ = p se quali car como restrição de balanço de potência ativa para o FPO, p tem que ser expresso como função das potências geradas e das potências das cargas nas barras; Potências geradas: A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 18 / 61

Restrições de Balanço de Potência Ativa (I) Para ^B^θ = p se quali car como restrição de balanço de potência ativa para o FPO, p tem que ser expresso como função das potências geradas e das potências das cargas nas barras; Potências geradas: Seja p g = [pg1, p g2,..., p gng ] T o vetor potências ativas geradas (nas barras de geração); A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 18 / 61

Restrições de Balanço de Potência Ativa (I) Para ^B^θ = p se quali car como restrição de balanço de potência ativa para o FPO, p tem que ser expresso como função das potências geradas e das potências das cargas nas barras; Potências geradas: Seja p g = [pg1, p g2,..., p gng ] T o vetor potências ativas geradas (nas barras de geração); Seja a matriz de incidência barras-geradores, A g (N n g ), de nida por: A g (i, j) = 1, se o gerador j está conectado à barra i; 0, em caso contrário. A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 18 / 61

Restrições de Balanço de Potência Ativa (I) Para ^B^θ = p se quali car como restrição de balanço de potência ativa para o FPO, p tem que ser expresso como função das potências geradas e das potências das cargas nas barras; Potências geradas: Seja p g = [pg1, p g2,..., p gng ] T o vetor potências ativas geradas (nas barras de geração); Seja a matriz de incidência barras-geradores, A g (N n g ), de nida por: A g (i, j) = 1, se o gerador j está conectado à barra i; 0, em caso contrário. O vetor A g p g aloca as potências ativas geradas sobre as N barras da rede. A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 18 / 61

Restrições de Balanço de Potência Ativa (II) Potências das cargas: seja p L = [p L1, p L2,..., p LN ] T o vetor N 1 das cargas ativas nas barras do sistema; A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 19 / 61

Restrições de Balanço de Potência Ativa (II) Potências das cargas: seja p L = [p L1, p L2,..., p LN ] T o vetor N 1 das cargas ativas nas barras do sistema; Com estas de nições, vemos que p = A g p g p L A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 19 / 61

Restrições de Balanço de Potência Ativa (II) Potências das cargas: seja p L = [p L1, p L2,..., p LN ] T o vetor N 1 das cargas ativas nas barras do sistema; Com estas de nições, vemos que p = A g p g p L Portanto, de ^B^θ = p podemos agora escrever a equação de restrições de balanço de potência ativa para o problema de FPO linearizado: ^B^θ + A g p g = p L A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 19 / 61

Restrições de Limite de Geração Os limites máximo e mínimo sobre as potências geradas devem ser considerados como restrições de desigualdade do problema de FPO; A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 20 / 61

Restrições de Limite de Geração Os limites máximo e mínimo sobre as potências geradas devem ser considerados como restrições de desigualdade do problema de FPO; Sejam p g e p g os vetores que contêm os limites máximos e mínimos de potência gerada para cada gerador do sistema; A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 20 / 61

Restrições de Limite de Geração Os limites máximo e mínimo sobre as potências geradas devem ser considerados como restrições de desigualdade do problema de FPO; Sejam p g e p g os vetores que contêm os limites máximos e mínimos de potência gerada para cada gerador do sistema; As restrições de limite geração são portanto dadas por: p g p g 0 p g + p g 0 A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 20 / 61

Restrições de Limite de Fluxo nos Ramos (I) Sejam t ij e t ij os limites máximo e mínimo de uxo de potência no ramo i j; A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 21 / 61

Restrições de Limite de Fluxo nos Ramos (I) Sejam t ij e t ij os limites máximo e mínimo de uxo de potência no ramo i j; Na prática, t ij = t ij, já que o uxo pode ocorrer em ambos os sentidos sobre o ramo i j; A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 21 / 61

Restrições de Limite de Fluxo nos Ramos (I) Sejam t ij e t ij os limites máximo e mínimo de uxo de potência no ramo i j; Na prática, t ij = t ij, já que o uxo pode ocorrer em ambos os sentidos sobre o ramo i j; Restrições de uxo para o ramo i j : t ij t ij t ij A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 21 / 61

Restrições de Limite de Fluxo nos Ramos (I) Sejam t ij e t ij os limites máximo e mínimo de uxo de potência no ramo i j; Na prática, t ij = t ij, já que o uxo pode ocorrer em ambos os sentidos sobre o ramo i j; Restrições de uxo para o ramo i j : t ij t ij t ij ou, em termos das variáveis de estado: t ij γ ij (θ i θ j ) t ij A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 21 / 61

Restrições de Limite de Fluxo nos Ramos (I) Sejam t ij e t ij os limites máximo e mínimo de uxo de potência no ramo i j; Na prática, t ij = t ij, já que o uxo pode ocorrer em ambos os sentidos sobre o ramo i j; Restrições de uxo para o ramo i j : t ij t ij t ij ou, em termos das variáveis de estado: t ij γ ij (θ i θ j ) t ij Forma escalar acima não permite representação sucinta dos limites de uxo na formulação do FPO. A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 21 / 61

Restrições de Limite de Fluxo nos Ramos (II) Matriz de incidência ramos-barras (n` N): 8 < 1, se a barra de origem do elemento ` é a barra i; A(`, i) = 1, se a barra de chegada do elemento ` é a barra i; : 0, se o elemento ` não incidir na barra i. A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 22 / 61

Restrições de Limite de Fluxo nos Ramos (II) Matriz de incidência ramos-barras (n` N): 8 < 1, se a barra de origem do elemento ` é a barra i; A(`, i) = 1, se a barra de chegada do elemento ` é a barra i; : 0, se o elemento ` não incidir na barra i. Matriz de incidência ramos-barras reduzida, ^A : obtida de A eliminando-se a coluna correspondente à barra de referência; A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 22 / 61

Restrições de Limite de Fluxo nos Ramos (II) Matriz de incidência ramos-barras (n` N): 8 < 1, se a barra de origem do elemento ` é a barra i; A(`, i) = 1, se a barra de chegada do elemento ` é a barra i; : 0, se o elemento ` não incidir na barra i. Matriz de incidência ramos-barras reduzida, ^A : obtida de A eliminando-se a coluna correspondente à barra de referência; Matriz primitiva das capacidades dos ramos: T = diagfγ`1, γ`2,..., γ`n` g A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 22 / 61

Restrições de Limite de Fluxo nos Ramos (II) Matriz de incidência ramos-barras (n` N): 8 < 1, se a barra de origem do elemento ` é a barra i; A(`, i) = 1, se a barra de chegada do elemento ` é a barra i; : 0, se o elemento ` não incidir na barra i. Matriz de incidência ramos-barras reduzida, ^A : obtida de A eliminando-se a coluna correspondente à barra de referência; Matriz primitiva das capacidades dos ramos: T = diagfγ`1, γ`2,..., γ`n` g A partir das de nições acima, é fácil veri car que o vetor dos uxos de potência ativa em todos os ramos da rede é dado por: t = T ^A^θ A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 22 / 61

Restrições de Limite de Fluxo nos Ramos (III) Na forma vetorial, as restrições de limites de uxo nos ramos são portanto dadas por: t T ^A^θ t A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 23 / 61

Restrições de Limite de Fluxo nos Ramos (III) Na forma vetorial, as restrições de limites de uxo nos ramos são portanto dadas por: t T ^A^θ t Ou ainda: T ^A^θ t T ^A^θ t A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 23 / 61

Formulação Completa do FPO Linearizado Min c(^θ, p g ) sujeito a: ^B^θ + A g p g = p L p g p g 0 p g +p g 0 T ^A^θ t 0 T ^A^θ+t 0 A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 24 / 61

Exemplo 1: Sistema-teste 1 G 1 x 12 = 0, 2 P 6 L2 = 2, 0 pu 2 x 14 = 0, 3 x 24 = 0, 4 x 23 = 0, 2 4 G 2 3? P L3 = 1, 0 pu A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 25 / 61

Dados para Exemplo 1 Dados das funções-custo dos geradores: Ger. Curva de Custo, $/h (P s em pu) P (pu) P (pu) G 1 c 1 (p g 1 ) = 100 + 792 p g 1 + 40 p 2 g 1 0, 5 2, 0 G 2 c 2 (p g 2 ) = 200 + 785 p g 2 + 96 p 2 g 2 0, 3 1, 5, As cargas são indicadas na gura e os limites dos ramos são: Ramo 1 2 1 4 2 3 2 4 t (pu) 7, 0 3, 0 7, 0 3, 0 t (pu) 7, 0 3, 0 7, 0 3, 0 Considerando a barra 1 como barra de referência, formule o problema de FPO que minimiza os custos de geração, utilizando modelo linearizado para a rede. A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 26 / 61

Solução (I) As variáveis de estados e de controle são, respectivamente, 2 3 θ 2 x = ^θ = 4 θ 3 5 pg e p g = 1 p θ g 2 4 enquanto que as matrizes ^B e A g e o vetor das cargas de barra são: 2 ^B = 6 4 5, 0 0, 0 3, 33 12, 5 5, 0 2, 5 5, 0 5, 0 0, 0 2, 5 0, 0 5, 83 3 7 5, A g = 2 6 4 1 0 0 0 0 0 0 1 3 7 5 e p L = 2 6 4 0 2, 0 1, 0 0 3 7 5. A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 27 / 61

Solução (II) Ordenando os ramos como na tabela dos limites de uxo, temos 2 3 2 3 5, 0 1 0 0 T = 6 3, 33 7 4 5, 0 5 e ^A = 6 0 0 1 7 4 1 1 0 5 2, 5 1 0 1 e portanto os uxos de potência ativa nos ramos podem ser obtidos como 2 3 5, 0 ( θ 2 ) t = T ^A^θ = 6 3, 33 ( θ 4 ) 7 4 5, 0 (θ 2 θ 3 ) 5 2, 5 (θ 2 θ 4 ) A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 28 / 61

Solução (III) min 100 + 792 p g 1 + 40 pg 2 1 + 200 + 785 p g 2 + 96 pg 2 2 s. a 2 6 4 2 6 4 5 0 3, 33 12, 5 5 2, 5 5 5 0 2, 5 0 5, 83 pg 1 p g 2 5, 0 ( θ 2 ) 3, 33 ( θ 4 ) 5, 0 (θ 2 θ 3 ) 2, 5 (θ 2 θ 4 ) 3 7 5 3 7 5 2 4 2, 0 1, 5 2 6 4 7, 0 3, 0 7, 0 3, 0 θ 2 θ 3 θ 4 3 7 5 2 3 5 + 6 4 2 6 4 p g 1 p g 2 1 0 0 0 0 0 0 1 3 7 5 pg 1 p g 2 0, 5 0, 3 5, 0 ( θ 2 ) 3, 33 ( θ 4 ) 5, 0 (θ 2 θ 3 ) 2, 5 (θ 2 θ 4 ) 3 2 = 6 4 7 5 2 6 4 7, 0 3, 0 7, 0 3, 0 0 2, 0 1, 0 0 3 7 5 3 7 5 A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 29 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (I) Formulação do FPO baseado em modelo linear para a rede Min c(^θ, p g ) sujeito a: ^B^θ + A g p g = p L p g p g 0 p g +p g 0 T ^A^θ t 0 T ^A^θ+t 0 A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 30 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (II) Função Lagrangeana para o FPO com modelo linear para a rede L(bθ, p g, λ,π g, π g, π t, π t ) = c(p g ) + λ T p L + ^B bθ A g p g + π T g p g p g + π T g p g p g + π T t t T ^A bθ + π T t T ^A bθ t A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 31 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (III) Condições de Otimalidade Factibilidade dual: r b θ L = bb T λ h i T h i T A b Tπt + A b Tπt = 0 r pg L = r pg c(p g ) A T g λ π g + π g = 0 Factibilidade Primal: Folga complementar: A g p g p L = bbbθ diag(π g ) p g p g = 0 p g p g p g diag(π g ) p g p g = 0 t TbAbθ t diag(π t ) t TAbθ = 0 diag(π t ) TAbθ t = 0 π g 0, π g 0, π t 0, π t 0 A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 32 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (III) Condição de factibilidade dual de ângulo (I) A condição de factibilidade dual de ângulo fornece: bb T λ ba T Tπ t + ba T Tπ t = 0 A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 33 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (III) Condição de factibilidade dual de ângulo (I) A condição de factibilidade dual de ângulo fornece: bb T λ ba T Tπ t + ba T Tπ t = 0 Como nosso objetivo é analisar o efeito de limites de transmissão sobre λ, reescrevemos a equação na forma: bb T λ =ba T T (π t π t ) A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 33 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (III) Condição de factibilidade dual de ângulo (I) A condição de factibilidade dual de ângulo fornece: bb T λ ba T Tπ t + ba T Tπ t = 0 Como nosso objetivo é analisar o efeito de limites de transmissão sobre λ, reescrevemos a equação na forma: bb T λ =ba T T (π t π t ) bb T é retangular =) equação não tem solução imediata; A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 33 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (III) Condição de factibilidade dual de ângulo (I) A condição de factibilidade dual de ângulo fornece: bb T λ ba T Tπ t + ba T Tπ t = 0 Como nosso objetivo é analisar o efeito de limites de transmissão sobre λ, reescrevemos a equação na forma: bb T λ =ba T T (π t π t ) bb T é retangular =) equação não tem solução imediata; Entretanto, se supomos que a barra 1 é a barra de referência, bb pode ser escrito como: 2 3 bb = 4 b T 1 B red onde b T 1 é a primeira linha de bb e B red é obtida da matriz B eliminando-se a linha e a coluna da barra de referência. A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 33 / 61 5

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (IV) Condição de factibilidade dual de ângulo (II) O vetor λ pode ser particionado correspondentemente: 2 3 λ 1 2 3 2 λ 1 λ 2 λ = λ 2 = 4 5 6, com λ 6 7 red = 4. 4. 5 λ red λ n λ n 3 7 5 A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 34 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (IV) Condição de factibilidade dual de ângulo (II) O vetor λ pode ser particionado correspondentemente: 2 3 λ 1 2 3 2 λ 1 λ 2 λ = λ 2 = 4 5 6, com λ 6 7 red = 4. 4. 5 λ red λ n λ n 3 7 5 O lado esquerdo da condição de factibilidade dual de ângulo pode então ser reescrito como: h i 2 3 λ 1 bb T λ = b 1. B T 4 5 = B T red red λ red + b 1 λ 1 λ red A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 34 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (V) Condição de factibilidade dual de ângulo (III) Considerando que bb T λ = B T red λ red + b 1 λ 1, A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 35 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (V) Condição de factibilidade dual de ângulo (III) Considerando que bb T λ = B T red λ red + b 1 λ 1, a condição de ângulo previamente deduzida: bb T λ =ba T T (π t π t ) A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 35 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (V) Condição de factibilidade dual de ângulo (III) Considerando que bb T λ = B T red λ red + b 1 λ 1, a condição de ângulo previamente deduzida: pode ser reescrita como bb T λ =ba T T (π t π t ) B T red λ red = b 1 λ 1 + ba T T (π t π t ) A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 35 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (V) Condição de factibilidade dual de ângulo (III) Considerando que bb T λ = B T red λ red + b 1 λ 1, a condição de ângulo previamente deduzida: pode ser reescrita como bb T λ =ba T T (π t π t ) B T red λ red = b 1 λ 1 + ba T T (π t π t ) Pelo fato de B T red ser não-singular, além de simétrica, esta equação pode ser resolvida para λ red : λ red = B 1 red b 1λ 1 + B 1 red b A T T (π t π t ) A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 35 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (VI) Condição de factibilidade dual de ângulo (IV) O primeiro termo do lado direito da equação anterior B 1 red b 1λ 1, A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 36 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (VI) Condição de factibilidade dual de ângulo (IV) O primeiro termo do lado direito da equação anterior B 1 red b 1λ 1, pode ser simpli cado, lembrando que a soma das linhas de bb é igual a zero, isto é, 2 e T b n B = 1 1 b T 3 1 4 5 = 0 B red A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 36 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (VI) Condição de factibilidade dual de ângulo (IV) O primeiro termo do lado direito da equação anterior B 1 red b 1λ 1, pode ser simpli cado, lembrando que a soma das linhas de bb é igual a zero, isto é, 2 e T b n B = 1 1 b T 3 1 4 5 = 0 ou B red b T 1 + e T n 1B red = 0, A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 36 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (VI) Condição de factibilidade dual de ângulo (IV) O primeiro termo do lado direito da equação anterior B 1 red b 1λ 1, pode ser simpli cado, lembrando que a soma das linhas de bb é igual a zero, isto é, 2 e T b n B = 1 1 b T 3 1 4 5 = 0 ou que fornece B red b T 1 + e T n 1B red = 0, B 1 red b 1 = e n 1 A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 36 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (VI) Condição de factibilidade dual de ângulo (IV) O primeiro termo do lado direito da equação anterior B 1 red b 1λ 1, pode ser simpli cado, lembrando que a soma das linhas de bb é igual a zero, isto é, 2 e T b n B = 1 1 b T 3 1 4 5 = 0 ou que fornece Consequentemente, B red b T 1 + e T n 1B red = 0, B 1 red b 1 = e n 1 B 1 red b 1 λ1 = λ 1 e n 1 A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 36 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (VII) Condição de factibilidade dual de ângulo (V) Usando o resultado anterior, e de nindo-se ex, B 1 red, A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 37 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (VII) Condição de factibilidade dual de ângulo (V) Usando o resultado anterior, e de nindo-se temos como resultado nal: ex, B 1 red, λ red = λ 1 e n 1 ex ba T T (π t π t ) A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 37 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (VII) Condição de factibilidade dual de ângulo (V) Usando o resultado anterior, e de nindo-se temos como resultado nal: ex, B 1 red, λ red = λ 1 e n 1 ex ba T T (π t π t ) Esta equação nos permite analisar o efeito de limites de uxo atingidos sobre os custos marginais de barra: A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 37 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (VII) Condição de factibilidade dual de ângulo (V) Usando o resultado anterior, e de nindo-se temos como resultado nal: ex, B 1 red, λ red = λ 1 e n 1 ex ba T T (π t π t ) Esta equação nos permite analisar o efeito de limites de uxo atingidos sobre os custos marginais de barra: Se nenhum limite de uxo é atingido, então: π t = π t = 0. e os λ 0 s de todas as barras serão iguais entre si (e iguais a λ 1 ); A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 37 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (VII) Condição de factibilidade dual de ângulo (V) Usando o resultado anterior, e de nindo-se temos como resultado nal: ex, B 1 red, λ red = λ 1 e n 1 ex ba T T (π t π t ) Esta equação nos permite analisar o efeito de limites de uxo atingidos sobre os custos marginais de barra: Se nenhum limite de uxo é atingido, então: π t = π t = 0. e os λ 0 s de todas as barras serão iguais entre si (e iguais a λ 1 ); Se algum limite de uxo é atingido, o 2 o termo do lado esquerdo será 6= 0, e em geral os λ 0 s de todas as barras serão distintos. A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 37 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (VIII) Condição de factibilidade dual de potência (I) A condição de factibilidade dual de potência é dada por r pg L = r pg c(p g ) A T g λ π g + π g = 0, A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 38 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (VIII) Condição de factibilidade dual de potência (I) A condição de factibilidade dual de potência é dada por r pg L = r pg c(p g ) A T g λ π g + π g = 0, ou r pg c(p g ) = A T g λ + π g π g A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 38 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (VIII) Condição de factibilidade dual de potência (I) A condição de factibilidade dual de potência é dada por ou r pg L = r pg c(p g ) A T g λ π g + π g = 0, r pg c(p g ) = A T g λ + π g π g O lado esquerdo da equação representa os custos incrementais dos geradores do sistema; A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 38 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (VIII) Condição de factibilidade dual de potência (I) A condição de factibilidade dual de potência é dada por ou r pg L = r pg c(p g ) A T g λ π g + π g = 0, r pg c(p g ) = A T g λ + π g π g O lado esquerdo da equação representa os custos incrementais dos geradores do sistema; Pode-se também veri car que o termo A T g λ fornece os custos marginais das barras de geração, que denotaremos por λ g = A T g λ A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 38 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (VIII) Condição de factibilidade dual de potência (I) A condição de factibilidade dual de potência é dada por ou r pg L = r pg c(p g ) A T g λ π g + π g = 0, r pg c(p g ) = A T g λ + π g π g O lado esquerdo da equação representa os custos incrementais dos geradores do sistema; Pode-se também veri car que o termo A T g λ fornece os custos marginais das barras de geração, que denotaremos por λ g = A T g λ Portanto r pg c(p g ) = λ g + π g π g A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 38 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (IX) Condição de factibilidade dual de potência (II) A condição de factibilidade dual de potência é reescrita como r pg c(p g ) = λ g + π g π g A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 39 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (IX) Condição de factibilidade dual de potência (II) A condição de factibilidade dual de potência é reescrita como r pg c(p g ) = λ g + π g π g Portanto, os os custos incrementais de geração são iguais aos λ 0 s das barras de geração para aquelas unidades que não atingem seus limites de geração; A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 39 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (IX) Condição de factibilidade dual de potência (II) A condição de factibilidade dual de potência é reescrita como r pg c(p g ) = λ g + π g π g Portanto, os os custos incrementais de geração são iguais aos λ 0 s das barras de geração para aquelas unidades que não atingem seus limites de geração; λ g é um subconjunto de λ, portanto: A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 39 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (IX) Condição de factibilidade dual de potência (II) A condição de factibilidade dual de potência é reescrita como r pg c(p g ) = λ g + π g π g Portanto, os os custos incrementais de geração são iguais aos λ 0 s das barras de geração para aquelas unidades que não atingem seus limites de geração; λ g é um subconjunto de λ, portanto: Caso não existam limites ativos de transmissão, aplica-se o resultado anterior e os elementos de λ g serão todos iguais entre si; A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 39 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (IX) Condição de factibilidade dual de potência (II) A condição de factibilidade dual de potência é reescrita como r pg c(p g ) = λ g + π g π g Portanto, os os custos incrementais de geração são iguais aos λ 0 s das barras de geração para aquelas unidades que não atingem seus limites de geração; λ g é um subconjunto de λ, portanto: Caso não existam limites ativos de transmissão, aplica-se o resultado anterior e os elementos de λ g serão todos iguais entre si; Logo, na ausência de congestionamentos de transmissão, aplicam-se os resultados do Despacho Econômico clássico: A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 39 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (IX) Condição de factibilidade dual de potência (II) A condição de factibilidade dual de potência é reescrita como r pg c(p g ) = λ g + π g π g Portanto, os os custos incrementais de geração são iguais aos λ 0 s das barras de geração para aquelas unidades que não atingem seus limites de geração; λ g é um subconjunto de λ, portanto: Caso não existam limites ativos de transmissão, aplica-se o resultado anterior e os elementos de λ g serão todos iguais entre si; Logo, na ausência de congestionamentos de transmissão, aplicam-se os resultados do Despacho Econômico clássico: geradores livres operam com custos incrementais de geração iguais, etc. A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 39 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (X) Conclusões (I) Caso, no resultado do FPO desconsiderando perdas de transmissão não existam limites ativos de transmissão ou de geração: A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 40 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (X) Conclusões (I) Caso, no resultado do FPO desconsiderando perdas de transmissão não existam limites ativos de transmissão ou de geração: os λ 0 s de todas as barras são iguais entre si e, A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 40 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (X) Conclusões (I) Caso, no resultado do FPO desconsiderando perdas de transmissão não existam limites ativos de transmissão ou de geração: os λ 0 s de todas as barras são iguais entre si e, todos geradores estão operando com os mesmos custos incrementais de geração. A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 40 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (X) Conclusões (I) Caso, no resultado do FPO desconsiderando perdas de transmissão não existam limites ativos de transmissão ou de geração: os λ 0 s de todas as barras são iguais entre si e, todos geradores estão operando com os mesmos custos incrementais de geração. Em suma, a condição ótima de operação é a mesma obtida para o caso do despacho econômico clássico (sem a representação da rede de transmissão). A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 40 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (X) Conclusões (I) Caso, no resultado do FPO desconsiderando perdas de transmissão não existam limites ativos de transmissão ou de geração: os λ 0 s de todas as barras são iguais entre si e, todos geradores estão operando com os mesmos custos incrementais de geração. Em suma, a condição ótima de operação é a mesma obtida para o caso do despacho econômico clássico (sem a representação da rede de transmissão). Caso no despacho ótimo sem perdas, não ocorram limites de uxo ativos mas alguns geradores tenham atingido limites máximos ou mínimos: A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 40 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (X) Conclusões (I) Caso, no resultado do FPO desconsiderando perdas de transmissão não existam limites ativos de transmissão ou de geração: os λ 0 s de todas as barras são iguais entre si e, todos geradores estão operando com os mesmos custos incrementais de geração. Em suma, a condição ótima de operação é a mesma obtida para o caso do despacho econômico clássico (sem a representação da rede de transmissão). Caso no despacho ótimo sem perdas, não ocorram limites de uxo ativos mas alguns geradores tenham atingido limites máximos ou mínimos: os geradores livres operam com custos incrementais de geração iguais aos λ 0 s das barras a que estão conectados (que são todos iguais entre si); A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 40 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (XI) Conclusões (II) Ausência de congestionamentos de transmissão mas ocorrência de limites ativos de geração (cont.): A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 41 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (XI) Conclusões (II) Ausência de congestionamentos de transmissão mas ocorrência de limites ativos de geração (cont.): Para um gerador k que esteja operando no limite inferior temos: dc k (p gk ) dp gk = λ + π k =) dc k (p gk ) dp gk > λ A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 41 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (XI) Conclusões (II) Ausência de congestionamentos de transmissão mas ocorrência de limites ativos de geração (cont.): Para um gerador k que esteja operando no limite inferior temos: dc k (p gk ) dp gk = λ + π k =) dc k (p gk ) dp gk > λ Para um gerador l operando do limite superior temos: dc l (p gl ) dp gl = λ 1 π l =) dc k (p gk ) dp gk < λ A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 41 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (XI) Conclusões (II) Ausência de congestionamentos de transmissão mas ocorrência de limites ativos de geração (cont.): Para um gerador k que esteja operando no limite inferior temos: dc k (p gk ) dp gk = λ + π k =) dc k (p gk ) dp gk > λ Para um gerador l operando do limite superior temos: dc l (p gl ) dp gl = λ 1 π l =) dc k (p gk ) dp gk < λ Quando um limite de transmissão for atingido, os custos marginais das barras tornam-se em geral diferentes entre si. A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 41 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (XI) Conclusões (III) No caso em que limites de transmissão são atingidos, aplicam-se as condições de factibilidade dual: Relação entre custos incrementais de geração e custos marginais de barra: r pg c(p g ) = λ g + π g π g A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 42 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (XI) Conclusões (III) No caso em que limites de transmissão são atingidos, aplicam-se as condições de factibilidade dual: Relação entre custos incrementais de geração e custos marginais de barra: r pg c(p g ) = λ g + π g π g Relação entre custos marginais de barra e multiplicadores de Lagrange associados aos limites: λ red = λ 1 e n 1 ex ba T T (π t π t ) A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 42 / 61

Efeitos de Congestionamentos de Transmissão (XI) Conclusões (III) No caso em que limites de transmissão são atingidos, aplicam-se as condições de factibilidade dual: Relação entre custos incrementais de geração e custos marginais de barra: r pg c(p g ) = λ g + π g π g Relação entre custos marginais de barra e multiplicadores de Lagrange associados aos limites: λ red = λ 1 e n 1 ex ba T T (π t π t ) Esta última equação pode ser bastante simpli cada, como descrito a seguir. A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 42 / 61

Custos Marginais de Barra na Presença de Congestionamentos na Rede (I) Se o uxo de potência no ramo ` = (k, m) atinge o limite superior, então: π t = 0 e π t = 2 6 6 6 6 6 6 4 0. π t`. 0 3 7 7 7 7 7 7 5 ( posição `) = π t` 2 6 6 6 6 6 6 4 0. 1. 0 3 7 7 7 7 7 7 5 A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 43 / 61

Custos Marginais de Barra na Presença de Congestionamentos na Rede (I) Se o uxo de potência no ramo ` = (k, m) atinge o limite superior, então: 2 3 2 3 0 0.. π t = 0 e π t = π t` ( posição `) = π t` 1 6 7 6 7 4. 5 4. 5 0 0 De nindo w` = 0 1 0 T, o segundo termo do lado direito da equação de λ red torna-se portanto: ex ba T T (π t π t ) = π t` ex ba T T w` = γ`π t` ex ba T w` A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 43 / 61

Custos Marginais de Barra na Presença de Congestionamentos na Rede (II) O produto ba T w` fornece a `-ésima coluna de ba T (ou a `-ésima linha de ba), que possui apenas dois elementos não nulos: +1, na posição k e 1 na posição m : ba T w` = [ 0 +1 0 1 0 ] T = wkm (k) (m) A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 44 / 61

Custos Marginais de Barra na Presença de Congestionamentos na Rede (II) O produto ba T w` fornece a `-ésima coluna de ba T (ou a `-ésima linha de ba), que possui apenas dois elementos não nulos: +1, na posição k e 1 na posição m : ba T w` = [ 0 +1 0 1 0 ] T = wkm (k) (m) Logo, o produto ex ba T w` será igual a ex ba T w` = ex w km = ~x k ~x m onde ~x k e ~x m são as colunas da matriz ex = Bred 1 barras k e m. correspondentes às A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 44 / 61

Custos Marginais de Barra na Presença de Congestionamentos na Rede (III) Portanto, no caso de apenas o ramo ` = (k, m) atingir o limite superior, então ex ba T T (π t π t ) = γ`π t` (~x k ~x m ) A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 45 / 61

Custos Marginais de Barra na Presença de Congestionamentos na Rede (III) Portanto, no caso de apenas o ramo ` = (k, m) atingir o limite superior, então ex ba T T (π t π t ) = γ`π t` (~x k ~x m ) Finalmente, a equação original para λ red λ red = λ 1 e n 1 ex ba T T (π t π t ), pode ser simpli cada para: λ red = λ 1 e n 1 γ`π t` (~x k ~x m ) A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 45 / 61

Exemplo 2 Reconsidere o sistema de potência de 4 barras e 4 linhas do Exemplo 1: G 1 i 6P L2 1 x 12 = 0, 2 2 x 14 = 0, 3 x 23 = 0, 2 x 24 = 0, 4 4 3 G 2 i? P L3 Os dados das funções-custo dos geradores e as cargas neste caso são: Ger. Curva de Custo, $/h (P s em MW) P (MW) P (MW) G 1 c 1 (P 1 ) = 7, 92 P 1 + 0, 00241 P 2 1 10 700 G 2 c 2 (P 2 ) = 7, 00 P 2 + 0, 00075 P 2 2 10 700, P L2 = 150 MW e P L3 = 100 MW Os limites de transmissão são os mesmos do Exemplo 1. A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 46 / 61

Resultados do FPO para Exemplo 2: Fluxos nos Ramos ramo de para t π t t t 1 1 2 114,44 0,0 700,00-700,00 2 1 4-104,43 0,0 300,00-300,00 1 2 1-114,44 0,0 700,00-700,00 3 2 3 100,00 0,0 700,00-700,00 4 2 4-135,56 0,0 300,00-300,00 3 3 2-100,00 0,0 700,00-700,00 2 4 1 104,43 0,0 300,00-300,00 4 4 2 135,56 0,0 300,00-300,00 A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 47 / 61

Resultados do FPO para Exemplo 2: Variáveis de Barra Barra jv j θ λ p g p g p g π g p L 1 1,0 0,00 7,360 10,00 700,00 10,00 0,61 0,0 2 1,0-13,11 7,360 0,00 150,0 3 1,0-24,57 7,360 0,00 100,0 4 1,0 17,95 7,360 240,00 700,00 10,00 0,00 0,0 Custo ótimo de produção = 1802, 64 $/h A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 48 / 61

Conclusões sobre Exemplo 2 Da tabela de uxos nos ramos, constata-se que não ocorrem congestionamentos de transmissão, pois todos os multiplicadores π t são nulos; A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 49 / 61

Conclusões sobre Exemplo 2 Da tabela de uxos nos ramos, constata-se que não ocorrem congestionamentos de transmissão, pois todos os multiplicadores π t são nulos; Da tabela de variáveis de barra, vê-se que os custos marginais de barra são todos iguais (a 7, 36 $/MWh),conforme seria de se esperar quando não há congestionamentos; A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 49 / 61

Conclusões sobre Exemplo 2 Da tabela de uxos nos ramos, constata-se que não ocorrem congestionamentos de transmissão, pois todos os multiplicadores π t são nulos; Da tabela de variáveis de barra, vê-se que os custos marginais de barra são todos iguais (a 7, 36 $/MWh),conforme seria de se esperar quando não há congestionamentos; Os despachos ótimos dos geradores também são esperados, já que o gerador 1 é claramente mais caro que o gerador 2. Estes despachos, assim como o valor de λ, podem ser obtidos (neste caso sem congestionamento) via DE clássico em barra única; A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 49 / 61

Conclusões sobre Exemplo 2 Da tabela de uxos nos ramos, constata-se que não ocorrem congestionamentos de transmissão, pois todos os multiplicadores π t são nulos; Da tabela de variáveis de barra, vê-se que os custos marginais de barra são todos iguais (a 7, 36 $/MWh),conforme seria de se esperar quando não há congestionamentos; Os despachos ótimos dos geradores também são esperados, já que o gerador 1 é claramente mais caro que o gerador 2. Estes despachos, assim como o valor de λ, podem ser obtidos (neste caso sem congestionamento) via DE clássico em barra única; É possivel também veri car a validade da equação que relaciona λ, os custos marginais de barra e os multiplicadores de Lagrange π g. A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 49 / 61

Exemplo 3 Para o mesmo sistema de potência do Exemplo 2, suponha agora que o limite de transmissão do ramo 2 4, anteriormente estabelecido em 300 MW, é reduzido para 130 MW. Interprete os resultados de um estudo de FPO executado para o sistema nestas novas condições. A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 50 / 61

Resultados do FPO para Exemplo 3: Fluxos nos Ramos ramo de para t π t t t 1 1 2 120,00 0,00 700,00-700,00 2 1 4-93,32 0,00 300,00-300,00 1 2 1-120,00 0,00 700,00-700,00 3 2 3 100,00 0,00 700,00-700,00 4 2 4-130,00 2,14 130,00-130,00 3 3 2-100,00 0,00 700,00-700,00 2 4 1 93,32 0,00 300,00-300,00 4 4 2 130,00 0,00 130,00-130,00 A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 51 / 61

Resultados do FPO para Exemplo 3: Variáveis de Barra Barra jv j θ λ p g p g p g π g p L 1 1,0 0,00 8,049 26,67 700,00 10,00 0,0 0,0 2 1,0-13,75 8,524 0,0 150,0 3 1,0-25,21 8,523 0,0 100,0 4 1,0 16,04 7,335 223,33 700,00 10,00 0,0 0,0 Custo ótimo de produção = 1813, 65 $/h A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 52 / 61

Conclusões sobre Exemplo 3 (I) Da tabela dos uxos nos ramos, veri camos que o multiplicador de Lagrange para o ramo 2 4 é diferente de zero, indicando a ocorrência de congestionamento. De fato, valor do uxo de potência no sentido da barra 4 para a barra 2 atinge o limite de 130 MW ; A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 53 / 61

Conclusões sobre Exemplo 3 (I) Da tabela dos uxos nos ramos, veri camos que o multiplicador de Lagrange para o ramo 2 4 é diferente de zero, indicando a ocorrência de congestionamento. De fato, valor do uxo de potência no sentido da barra 4 para a barra 2 atinge o limite de 130 MW ; Da Tabela de variáveis de barra, vê-se que, em conseqüência do congestionamento, os custos marginais de barra são agora distintos entre si; A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 53 / 61

Conclusões sobre Exemplo 3 (I) Da tabela dos uxos nos ramos, veri camos que o multiplicador de Lagrange para o ramo 2 4 é diferente de zero, indicando a ocorrência de congestionamento. De fato, valor do uxo de potência no sentido da barra 4 para a barra 2 atinge o limite de 130 MW ; Da Tabela de variáveis de barra, vê-se que, em conseqüência do congestionamento, os custos marginais de barra são agora distintos entre si; Outro resultado do congestionamento é que o despacho ótimo sofre um desvio signi cativo em relação ao do Exemplo 2, que se traduz pelo descolamento da potência gerada pelo gerador 1 de seu limite inferior; A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 53 / 61

Conclusões sobre Exemplo 3 (I) Da tabela dos uxos nos ramos, veri camos que o multiplicador de Lagrange para o ramo 2 4 é diferente de zero, indicando a ocorrência de congestionamento. De fato, valor do uxo de potência no sentido da barra 4 para a barra 2 atinge o limite de 130 MW ; Da Tabela de variáveis de barra, vê-se que, em conseqüência do congestionamento, os custos marginais de barra são agora distintos entre si; Outro resultado do congestionamento é que o despacho ótimo sofre um desvio signi cativo em relação ao do Exemplo 2, que se traduz pelo descolamento da potência gerada pelo gerador 1 de seu limite inferior; O desvio das potências geradas em relação às do Exemplo 2 produz um aumento no custo de geração, de 1802, 64 $/h para 1813, 65 $/h; A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 53 / 61

Conclusões sobre Exemplo 3 (I) Da tabela dos uxos nos ramos, veri camos que o multiplicador de Lagrange para o ramo 2 4 é diferente de zero, indicando a ocorrência de congestionamento. De fato, valor do uxo de potência no sentido da barra 4 para a barra 2 atinge o limite de 130 MW ; Da Tabela de variáveis de barra, vê-se que, em conseqüência do congestionamento, os custos marginais de barra são agora distintos entre si; Outro resultado do congestionamento é que o despacho ótimo sofre um desvio signi cativo em relação ao do Exemplo 2, que se traduz pelo descolamento da potência gerada pelo gerador 1 de seu limite inferior; O desvio das potências geradas em relação às do Exemplo 2 produz um aumento no custo de geração, de 1802, 64 $/h para 1813, 65 $/h; Os resultados obtidos podem ser con rmados pela aplicação das condições de factibilidade dual. A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 53 / 61

Veri cação dos Resultados (I) Para aplicar a condição de ângulo, considere que: 2 3 5, 0 0, 0 3, 33 2 ^B = 6 12, 5 5, 0 2, 5 12, 5 5, 0 2, 5 7 4 5, 0 5, 0 0, 0 5 ) B red = 4 5, 0 5, 0 0, 0 2, 5 0, 0 5, 83 2, 5 0, 0 5, 83 e portanto ~X = B 1 red = 2 4 0, 1556 0, 1556 0, 0667 0, 1556 0, 3556 0, 0667 0, 0667 0, 0667 0, 2000 3 5 3 5 A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 54 / 61

Veri cação dos Resultados (I) Para aplicar a condição de ângulo, considere que: 2 3 5, 0 0, 0 3, 33 2 ^B = 6 12, 5 5, 0 2, 5 12, 5 5, 0 2, 5 7 4 5, 0 5, 0 0, 0 5 ) B red = 4 5, 0 5, 0 0, 0 2, 5 0, 0 5, 83 2, 5 0, 0 5, 83 e portanto Além disso: ~X = B 1 red = 2 4 0, 1556 0, 1556 0, 0667 0, 1556 0, 3556 0, 0667 0, 0667 0, 0667 0, 2000 γ 2 4 = 2, 5 pu 3 5 3 5 A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 54 / 61

Veri cação dos Resultados (I) Para aplicar a condição de ângulo, considere que: 2 3 5, 0 0, 0 3, 33 2 ^B = 6 12, 5 5, 0 2, 5 12, 5 5, 0 2, 5 7 4 5, 0 5, 0 0, 0 5 ) B red = 4 5, 0 5, 0 0, 0 2, 5 0, 0 5, 83 2, 5 0, 0 5, 83 e portanto Além disso: ~X = B 1 red = e, dos resultados do FPO: 2 4 0, 1556 0, 1556 0, 0667 0, 1556 0, 3556 0, 0667 0, 0667 0, 0667 0, 2000 γ 2 4 = 2, 5 pu λ 1 = 8, 049 $/MWh π 2 4 = 2, 14 $/MWh 3 5 3 5 A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 54 / 61

Veri cação dos Resultados (II) A condição de factibilidade de ângulo neste caso é (observe que o limite de transmissão atingido é o inferior!): λ red = λ 1 e 3 + γ 2 4 π t2 4 (~x 2 ~x 4 ) A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 55 / 61

Veri cação dos Resultados (II) A condição de factibilidade de ângulo neste caso é (observe que o limite de transmissão atingido é o inferior!): λ red = λ 1 e 3 + γ 2 4 π t2 4 (~x 2 ~x 4 ) Lembrando a associação das colunas de ~X com os índices de barra: 2 (2) (3) (4) 3 0, 1556 0, 1556 0, 0667 4 0, 1556 0, 3556 0, 0667 5 0, 0667 0, 0667 0, 2000 A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 55 / 61

Veri cação dos Resultados (II) A condição de factibilidade de ângulo neste caso é (observe que o limite de transmissão atingido é o inferior!): λ red = λ 1 e 3 + γ 2 4 π t2 4 (~x 2 ~x 4 ) Lembrando a associação das colunas de ~X com os índices de barra: 2 (2) (3) (4) 3 0, 1556 0, 1556 0, 0667 4 0, 1556 0, 3556 0, 0667 5 0, 0667 0, 0667 0, 2000 temos nalmente que 2 3 02 3 1 0, 1556 λ red = 8, 049 4 1 5 + 2, 5 2, 14 @ 4 0, 1556 5 1 0, 0667 ou λ red = 8, 524 8, 524 7, 335 T 2 4 0, 0667 0, 0667 0, 2000 31 5A A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 55 / 61

Veri cação dos Resultados (III) Quanto à condição de factibilidade dual de potência: r pg c(p g ) = λ g + π g π g veri camos que: A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 56 / 61

Veri cação dos Resultados (III) Quanto à condição de factibilidade dual de potência: r pg c(p g ) = λ g + π g π g veri camos que: O gerador 1 opera livremente na solução, portanto dc(p g 1 ) dp g 1 = λ g 1 = λ 1 = 8, 049 A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 56 / 61

Veri cação dos Resultados (III) Quanto à condição de factibilidade dual de potência: r pg c(p g ) = λ g + π g π g veri camos que: O gerador 1 opera livremente na solução, portanto De fato dc(p g 1 ) dp g 1 = λ g 1 = λ 1 = 8, 049 dc(p g 1 ) dp g 1 = 7, 92 + 2 0, 00241 26, 67 = 8, 049 A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 56 / 61

Veri cação dos Resultados (III) Quanto à condição de factibilidade dual de potência: r pg c(p g ) = λ g + π g π g veri camos que: O gerador 1 opera livremente na solução, portanto De fato dc(p g 1 ) dp g 1 = λ g 1 = λ 1 = 8, 049 dc(p g 1 ) dp g 1 = 7, 92 + 2 0, 00241 26, 67 = 8, 049 Conclusão similar se aplica ao gerador 2 (veri que!). A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 56 / 61

Custo Marginal do Sistema - CMS (I) O CMS é de nido como CMS = dc(p g ) dp Total L A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 57 / 61

Custo Marginal do Sistema - CMS (I) O CMS é de nido como CMS = dc(p g ) dp Total L Usando a regra da cadeia para derivação, podemos escrever CMS = dc(p g ) dp L1 dp L 1 dp Total L + + dc(p g ) dp LN dp L N dp Total L A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 57 / 61

Custo Marginal do Sistema - CMS (I) O CMS é de nido como CMS = dc(p g ) dp Total L Usando a regra da cadeia para derivação, podemos escrever Supondo que CMS = dc(p g ) dp L1 dp L 1 dp Total L + + dc(p g ) dp LN dp L N dp Total L P L1 = k 1 P Total L P L2 = k 2 P Total L. P Ln = k n P Total L! dp L i dp Total L = k i, onde n k i = 1 i=1 A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 57 / 61

Custo Marginal do Sistema - CMS (II) Logo CMS = k 1 dc(p g ) dp L1 + k 2 dc(p g ) dp L2 + + k N dc(p g ) dp LN A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 58 / 61

Custo Marginal do Sistema - CMS (II) Logo CMS = k 1 dc(p g ) dp L1 + k 2 dc(p g ) dp L2 + + k N dc(p g ) dp LN ou CMS = k 1 λ 1 + k 2 λ 2 + + k N λ N A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 58 / 61

Custo Marginal do Sistema - CMS (II) Logo ou CMS = k 1 dc(p g ) dp L1 + k 2 dc(p g ) dp L2 + + k N dc(p g ) dp LN CMS = k 1 λ 1 + k 2 λ 2 + + k N λ N Caso nenhum limite de uxo nos ramos tenha sido atingido, então λ i = λ 1, i = 1,, n 1 e portanto CMS = λ 1 (k 1 + k 2 + + k n ) = λ 1 A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 58 / 61

Efeitos de Perdas e Congestionamento sobre os CMBs (I) 1 2 3 P Perdas,1 P Perdas,2 G 1? p L1 p L2? p L3? G 2 c 2 (p g 2) c 1 (p g 1) a) Perdas 0 e ausência de congestionamento: λ 1 = λ 2 = λ 3 = λ A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 59 / 61

Efeitos de Perdas e Congestionamento sobre os CMBs (II) 1 2 3 P Perdas,1 P Perdas,2 G 1? p L1 p L2? p L3? G 2 c 2 (p g 2) c 1 (p g 1) b) Perdas 6= 0 e ausência de congestionamento λ 1 < λ 2 < λ 3 A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 60 / 61

Efeitos de Perdas e Congestionamento sobre os CMBs (III) 1 2 3 P Perdas,1 P Perdas,2 G 1? p L1 p L2? p L3? G 2 c 2 (p g 2) c 1 (p g 1) c) Perdas 6= 0 e congestionamento no ramo 1 2 λ 2 > λ 3 λ 1 A. Simões Costa (GSP-Labspot) FPO 61 / 61