Seminários Psicanalíticos 2014
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- Isabel Lobo Henriques
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1 Seminários Psicanalíticos 2014 CONSIDERAÇÕES SOBRE O MUNDO MENTAL BODERLINE: Teoria e manejo técnico Mara Guimarães Pereira Lima Degani
2 Breve histórico Borderline = Limítrofe = Fronteiriço Conhecidos também como pacientes nem, nem, nem. É um termo controverso por suas subvariações. Há concordância entre os teóricos quanto a síndrome Borderline ser um distúrbio afetivo.
3 Breve histórico A escola Kleiniana fez importantes contribuições sobre as condições Narcísicas e borderline, sem utilizar estes termos. Borderline e a pesquisa Menninger: sobre a viabilidade da psicanálise e psicoterapia psicanalítica para este estado. Conclusão: Na maioria dos casos, era a forma mais adequada de tratamento.
4 Breve histórico Em 1975, Kernberg levou esses resultados ao conhecimento da comunidade psicanalítica.
5 Breve histórico A psicanálise parece dever sua origem àqueles pacientes de Breuer e Freud ( ), considerados histéricos, mas que, quando reexaminados recentemente por psicanalistas, os consideraram como borderlines...
6 Breve histórico Com sinais nítidos de: Dissociação mental Possessão demoníaca Instabilidade estável
7 Aspectos invariáveis da síndrome De forma ampla: A personalidade borderline inclui traços desde o esquizóide até o esquisotípico e, outras vezes, desde o distímico até o ciclotímico. Klein sugere que os mais estáveis devem ser do tipo afetivo.
8 Aspectos invariáveis da síndrome Fenomenologicamente, a síndrome borderline encerra a experiência de um buraco, uma profunda ferida dentro, uma sensação de ausência de base e outras experiências similares que se coadunam para designar uma deficiência somática e/ou psíquica, na própria estrutura da psique. (Grotestein)
9 Filme 1
10 Aspectos invariáveis da síndrome Klein, afirma que o problema desses pacientes limítrofes se dá na passagem da posição Esquizoparanóide para a posição Depressiva. Grotestein, diz que é um distúrbio de ligação inadequada com o objeto primário e que esta ruptura seja repetida em todos relacionamentos posteriores.
11 Aspectos invariáveis da síndrome Algumas características: Para alguns, o ódio é o principal ou único afeto. Relacionamentos são anaclíticos, dependentes e complementares, mas raramente recíprocos. Não possuem sentido de identidade própria. Depressão é mais por intenso sentimento de solidão, do que por inveja ou culpa.
12 Filme 2
13 Aspectos invariáveis da síndrome Vivem oscilações extremas. Forte turbulência emocional Oscilação de humor. Objeto sentido como presente ou ausente em excesso, ora muito distante, inesquecível ora esquecido (há também sobreposição) ora elevado e superior, ora inferior e degradado. Self com súbitas manifestações de grandiosidade, mas por vezes enfraquecido e quase inexistente.
14 Aspectos invariáveis da síndrome Os sintomas desta síndrome são formados para evitar sua queda neste buraco, e/ou, evitar a provocação de relações objetais maduras. A libido predominantemente está fixada em fases pré-edípicas Sexualidade rejeitada e recusada. Manutenção da onipotência infantil.
15 Aspectos invariáveis da síndrome Observa-se que esses pacientes estabelecem relações objetais, mas com a parada em relacionamentos transicionais, vivem o dilema necessidade-medo, por consequência, oscilam entre intensa intimidade com objetos, seguidos por fuga característica dos mesmos.
16 Aspectos invariáveis da síndrome Seus sintomas, são considerados como síndrome de regulação patológica do Self, na tentativa de evitar o buraco, através de defesas maníacas e/ou da fuga do perímetro de contato com o mundo objetal, para não confrontar com o que acredita evocar a superfície do buraco.
17 Principais sintomas observados Tédio Vazio Apatia Oscilação entre claustrofobia e agorafobia. Dificuldades de concentração e atenção. Desempenhos profissionais pobres. Propensão do uso abusivo de drogas. Perversões sexuais. Dificuldades de articulação e aceitação da realidade.
18 Filme 3
19 Visão de diferentes autores Helene Deutsch (1942): Nomeou de personalidades como se. Kernberg (1975): Dispersão de identidade Incapacidade para vivenciar o outro como ser Total. Uso predominante de defesas primitivas (clivagem e identificação projetiva). Não utilização do teste da realidade.
20 Visão de diferentes autores Green (1977): Distinção do paciente aparentemente neurótico, quando na verdade é borderline. Importância da qualidade da comunicação afetiva e a própria resposta interna do analista (função da contra transferência)
21 Pontos em comum A síndrome borderline pode ser: Primariamente, puramente psicológica. e/ou ser uma doença orgânica de regulação do self. É possível que possa ser uma condição psicossomática, subsequente a uma catástrofe infantil, que torna-se permanente.
22 A visão de diferentes teóricos Por isto, estes pacientes temem exceder suas fronteiras, vivenciar um mundo sem limites, o que acarretaria uma desilusão catastrófica e desintegração mental.
23 Para Frances Tustin Ocorreu ruptura prematura do estado de unicidade primário. Para ela, encontramos sintomas autistas passivos: Solidão, isolamento, fuga, vazio e apatia. Como também, autistas ativos: Transformação em alucinose, mundo interno bizarramente reconstituído. Distúrbios obsessivos-compulsivos em alguns.
24 Para André Green Depressão e colapso mental são ameaças constantes nas desordens fronteiriças. Seu Ego é mais rígido, frágil e carente de coesão. Também é composto por núcleos diferentes e incomunicáveis. Como arquipélagos circundados por espaços vazios sem coerência entre sí, com conteúdos contraditórios de pensamentos, afetos, fantasias e contradições entre princípio do prazer e realidade.
25 Para André Green Essas ilhas separadas não conseguem formar um ser individual.
26 Para André Green Na depressão primária há uma descatexia radical, estados de mentes em branco, sem qualquer componente afetivo, dor ou sofrimento. Ocorre também a recusa da diferença, e da exclusão, vividas como desamparo intolerável.
27 Para Anne Alvarez Na tentativa de fuga da experiência dolorosa, ocorre a incapacidade de realizar a experiência. Massas com falta de significado se organizam sob a forma de pavor inominável paralisação da mente normal.
28 Para Anne Alvarez A criança sente não suportar estar viva e morre mentalmente, devido a uma catástrofe infantil. Desejo de viver é negado, mas reconquistado pela parte psicótica da mente.
29 Para Anne Alvarez O borderline crônico flutua entre a loucura e a sanidade o analista deve ser capaz de conter a experiência atemporal flutuante.
30 Para Anne Alvarez É fundamental diferenciar um momento maníaco contra uma realidade sombria, daqueles momentos de emergência de uma depressão clínica de toda uma vida.
31 Filme 4
32 Para Anne Alvarez Construção: Potência lado a lado da onipotência. Ser agente das próprias ações lado a lado do narcisismo. Alívio, alegria, esperança lado a lado da negação maníaca. Ordem, estrutura e previsibilidade lado a lado das defesas obsessivas contra a fragmentação.
33 Na clínica com o paciente borderline Importância da linha intermediária: entre a técnica e interação pessoal. O paciente precisa de uma interação mais pessoal com o analista, como também de fronteiras intactas no relacionamento. (contato humano e separação) Analista engajado no vínculo e ao mesmo tempo, um observador distante.
34 Nos dias de hoje... Síndrome Borderline é vista atualmente em íntima ligação com distúrbios afetivos, particularmente, ciclotimia.
a justifique. Em resumo, a IASP reconhece que a dor poderia existir apenas no plano do vivido e na queixa que a exprime.
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