CONTROLE DE QUALIDADE DO CAMARÃO
|
|
|
- Maria dos Santos Silveira Filipe
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 CONTROLE DE QUALIDADE DO CAMARÃO Litopenaeus vannamei Dra. Profa. Associada
2 CAMARÕES Saborosos Atrativos Nutritivos Preço Representam a maior receita no mercado de frutos do mar
3 1. NA FAZENDA 1.1 Análise organoléptica antes da despesca 1.2 Supervisão do uso do metabissulfito de sódio 1.3 Analises de textura (% de moles e mudados) durante a despesca 1.4 Controle de temperatura 2. RECEPÇÃO 2.1 Análise organoléptica da matéria prima: sabor, odor, cor, moles, mudados, manchados, cabeça vermelha e cabeça solta 2.2 Análise do residual de SO 2 Método residual de titulação em frio Método Oficial Monier Williams
4 DESPESCA O início da garantia de qualidade Melanose (black spot) Foto: Rocha 2-5 ºC (Cl 30 ppm) + metabissulfito de sódio 2% (100 ppm) por min. Acondicionamento (monoblocos) com gelo (2:1)
5 MELANOSE BLACK SPOT REAÇÃO ENZIMÁTICA TIROSINA É OXIDADA PELA TIROSINASE MIGRAÇÃO DE PIGMENTOS MELÂNICOS PARA A CARAPAÇA Foto: Rocha
6 LEGISLAÇÕES AUSTRÁLIA 60 ppm camarão fresco; ESPANHA 50 ppm camarão pré-cozido 80 a 150 ppm camarão fresco; FAO 30 ppm camarão pré-cozido Até 100 ppm camarão fresco. Fotos: Paulo Mendes
7 AVALIAÇÃO DA QUALIDADE CAMARÃO FRESCO Não sofreu qualquer processo de conservação, QUALIDADE exceto pelo resfriamento, FRESCOR e que mantém seus caracteres organolépticos essenciais inalterados Corpo curvo Carapaça transparente Músculo firme e elástico Odor de algas Carapaça bem aderido ao corpo Olhos Cor negra bem destacados Cefalotórax e pleiópodos firmes Aspecto brilhante e úmido
8 Desenvolvimento gradual de acordo a demanda dos mercados consumidores Dois grupos: Produtos tradicionais o camarão com cabeça (head-on) congelado em blocos o camarão sem cabeça (shell-on) congelado em blocos. produtos de valor agregado comercializados sob diferentes apresentações.
9 CAMARÃO INTEIRO (HEAD ON) Foto: Rocha MERCADO INTERNACIONAL Principais clientes: Países europeus Apresentação: Bloco 2 kg semi IQF Destino principal: Transformadores (cozinhar) Forma de consumo: Camarão cozido MERCADO NACIONAL Apresentação: Bloco de 2 kg semi IQF e fresco (menores embalagens) Destino principal: Supermercados, bares e restaurantes
10 CAMARÃO SEM CABEÇA (SHELL-ON) MERCADO INTERNACIONAL Principal cliente: Estados Unidos Apresentação: Bloco de 5 libras Destino principal: Supermercados e indústrias de valor agregado Forma de consumo: Cozidos e empanados Foto: Rocha MERCADO NACIONAL Apresentação: Bloco de 2 kg Destino principal: Bares e restaurantes
11 Camarão limpo; Camarão eviscerado; Camarão fracionado; Camarão descabeçado; Camarão temperado; VALOR AGREGADO? TRANSFORMAÇÃO Camarão empanado; Prato pronto.
12 PROBLEMAS DE ODOR/SABOR Odor de cloro ou químico Monitorar concentração Geosmina e/ou sabor de terra Análise pré-despesca Odor petro-químico Previnir contaminação
13 DEFEITOS NA APARÊNCIA
14 QUEBRADO E DANIFICADO Qualquer camarão amassado, mutilado, cortado ou faltando um segmento ou nadadeira pode ser considerado quebrado os danificado Medidas preventivas Manuseio com cuidado, uso do gelo na proporção certa e embalagem cuidadosa são necessários para prevenir este problema Foto: Rocha
15 ALTERAÇÃO DA COLORAÇÃO Causado por exposição excessiva ao calor o O calor promove o crescimento das bactérias e a decomposição; o Coloração ocorre mais no dorso, extremidades ventrais e cauda Medidas preventivas Manter o camarão conservado em gelo É melhor despescar à noite ou sob proteção RECOMENDAÇÃO Não menos do que 10 minutos acima de 10 C
16 CABEÇA CAÍDA Ocorre quando a cabeça (cefalotórax) do camarão se apresenta separada do corpo, em consequência da atividade enzimática ou manuseio inadequado dos camarões ou abuso de temperatura. Medida preventiva Resfriamento rápido e adequado com gelo limpo e transporte dos camarões embalados corretamente em monoblocos com gelo. Foto: Rocha
17 CABEÇA VERMELHA Quando a coloração vermelha aparece no cefalotórax. Outras cores podem surgir em função da dieta. Não é uma questão de qualidade ou segurança. Compradores de Head On podem considerar um problema de aparência. Medidas preventivas Não suspender a alimentação Avaliar (desvio de linha) Reduzir rapidamente a temperatura para 5 0 C. Foto: Rocha
18 CAMARÃO ESBRANQUIÇADO OU AMARELADO Esta coloração é causada pelo uso abusivo de metabissulfito de sódio. Indicadores são a coloração amarela no ventre do camarão (pleópodos, telson) e brânquias,bem como uma aparência de queimado. Medidas preventivas Concentração de metabissulfito adequada Dissolução correta Tempo de tratamento correto Foto: Rocha
19 CAMARÃO MOLE OU MUDA Faz parte do processo natural de muda dos camarões É considerado um defeito para o produto comercializado inteiro ou cauda Medidas preventivas Monitorar ciclos de muda e apenas despescar quando a % de muda for < 5%. Foto: Rocha
20 TEXTURA MOLE OU FLÁCIDA Ocorre quando uma quantidade exagerada de gelo é colocada nos camarões esmagando o produto. Medida preventiva Foto: Rocha Armazenar o camarão em gelo na proporção gelo:camarão de pelo menos 1:1. O ideal é 2:1.
21 CASCA ÁSPERA OU COM AREIA Textura áspera como areia Ocorre quando o metabissulfito em pó é jogado diretamente no camarão. Pó em excesso pode danificar a carapaça do camarão. Medida preventiva A aplicação correta do metabissulfito envolve dissolvê-lo primeiro em água e depois fazer a imersão dos camarões.
22 RECEPÇÃO Dados do lote para a rastreabilidade Descarregamento Controle de temperatura, adição de gelo Analise organoléptico da matéria prima Analises do residual de dióxido de enxofre Definição do processo de beneficiamento: camarão inteiro ou descabeçado.
23 RECEPÇÃO Câmara de espera 5ºC Tanque separador de gelo Processamento imediato Água hiperclorada (5 ppm) Temperatura 5ºC
24 SELEÇÃO Esteira de seleção Separação dos exemplares fora do padrão BROKEN Filé PUD/P&D Head On Head Less
25 SALÃO DE BENEFICIAMENTO
26 DESCABEÇAMENTO Processo de tirar cabeça numa esteira Lavagem do camarão sem cabeça (5 ppm) Controle de temperatura Retirada mecânica de resíduos (cabeças de camarão) Acondicionamento do produto descabeçado com gelo Classificação
27 CLASSIFICAÇÃO Separação do produtos de acordo com a classificação comercial Regulagem da máquina classificadora
28 CLASSIFICAÇÃO Segunda lavagem em tanque separador de gelo Calibração da máquina classificadora de acordo a gramatura do camarão Camarão com cabeça classificação baseadas no numero de unidades por kg Camarão sem cabeça classificação de numero de unidades por libra
29 TABELAS DE CLASSIFICAÇOES E CONTAGENS Camarão com cabeça (kg) Camarão sem cabeça (lb) Classificação Maximo Ideal Mínimo 30/ / / / / / / / Classificação Maximo Ideal Mínimo 21/ / / / / / / / / / /
30 PESAGEM ACONDICIONAMENTO CLASSIFICAÇÃO VALOR AGREGADO CAMARÃO HEAD ON HEAD LESS ACONDICIONAMENTO SOBREPESO (1-3%) COMPENSA PERDA DE PESO NO CONGELAMENTO (3%) Fraude Foto: Rocha
31 PESAGENS Camarão com cabeça Peso padrão em kg 2 a 3 % de sobrepeso Camarão sem cabeça Peso padrão em kg ou lb 1 a 2 % de sobrepeso 400 ml de água gelada clorada como glaze
32 CONGELAMENTO ESTOCAGEM E EXPEDIÇÃO Produto embalado Acondicionamento em bandejas dos carrinhos de congelamento Túnel de congelamento (- 30ºC) Embalagem master box (20kg) Câmara de estocagem (-18ºC) Expedição (caminhões frigoríficos ou containers refrigerados 18ºC)
33 Saúde pública BACTÉRIAS Cru ou mal cozido SASHIMI TOXINAS Bactérias Microalgas
34 BOM APETITE! Foto: Rocha OBRIGADA PELA ATENÇÃO Contatos:
UNIDADE EXECUTORA: Laboratório de Recursos Aquáticos LARAq/Departamento de Engenharia de Pesca/CCA/UFC
TÍTULO DO PROJETO Ajuste da concentração de metabissulfito de sódio na solução para imersão de camarão após a despesca e verificação da interferência do cloro residual sobre o teor de SO 2 Junho/2003 TÍTULO
PÓS-COLHEITA E AGROINDUTRIALIZAÇÃO DO CUPUAÇU
PÓS-COLHEITA E AGROINDUTRIALIZAÇÃO DO CUPUAÇU Pós-Colheita e Agroindustrialização do Cupuaçu Maria Fernanda Berlingieri Durigan O formato e o tamanho do fruto de cupuaçu podem variar muito quanto ao comprimento
TECNOLOGIAS TRADICIONAIS DE INDUSTRIALIZAÇÃO DO PESCADO
INDUSTRIALIZAÇÃO DO PESCADO TECNOLOGIAS TRADICIONAIS DE INDUSTRIALIZAÇÃO DO PESCADO O valor agregado em produtos de pescado não deve necessariamente estar vinculado à elaboração de produtos sofisticados
AGREGAÇÃO DE VALOR AO CAMARÃO CULTIVADO NO BRASIL
AGREGAÇÃO DE VALOR AO CAMARÃO CULTIVADO NO BRASIL OPORTUNIDADES E DESAFIOS CHARLES MENDONÇA ENG DE PESCA 2004: O ANO DA MUDANÇA MERCADO INTERNO MERCADO EXTERNO PRODUÇÃO E DESTINO DO CAMARÃO CULTIVADO NO
DEFINIÇÃO IMPORTÂNCIA NUTRICIONAL QUALIDADE DO PESCADO DEFINIÇÃO IMPORTÂNCIA NUTRICIONAL INSPEÇÃO DO PESCADO 29/10/2010. Pescado:
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ANIMAIS INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL DEFINIÇÃO Pescado: INSPEÇÃO DO PESCADO Med. Vet. Karoline Mikaelle de Paiva Soares Todo alimento
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Pág 3 ISSN 1677-7042 1 Nº 179, sexta-feira, 17 de setembro de 2010 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº- 457, DE 10 DE SETEMBRO DE 2010 O SECRETÁRIO
Novas Exigências para o Registro de Produtos de Origem Animal. Registro de Produtos de Pescados
Novas Exigências para o Registro de Produtos de Origem Animal Registro de Produtos de Pescados Maceió/AL 30 de Abril de 2019 LEGISLAÇÃO BRASILEIRA APLICADA A ROTULAGEM DE ALIMENTOS LEIS FEDERAIS MAPA Ministério
Conservação de alimentos
Bacharelado Interdisciplinar em Ciência e Tecnologia Bacharelado em Ciência e Tecnologia de Alimentos Conservação de alimentos Prof. Angelita Leitão 1º semestre 2017 Conservação pelo frio Método pioneiro
ESTABELECIMENTO INDUSTRIAL DE PESCADO Produtos Frescos e Congelados
SUPERINTENDÊNCIA FEDERAL DE AGRICULTURA EM MATO GROSSO SERVIÇO DE INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL Capacitação continuada Módulo de nivelamento 2017 Cadeia produtiva da Piscicultura ESTABELECIMENTO
02/2016. Revista Técnica em Sistemas Agroindustriais. Processamento de camarão e lagosta na indústria Compescal-Comércio de Pescado Aracatiense Ltda
Boletim Técnico 02/2016 Revista Técnica em Sistemas Agroindustriais Vol. 02, Nº 01, Jan-Dez, 2016 Processamento de camarão e lagosta na indústria Compescal-Comércio de Pescado Aracatiense Ltda Processing
COMUNICADO TÉCNICO INTRODUÇÃO
COMUNICADO TÉCNICO Etapas do processamento mínimo do morango CENCI, S. A.. Etapas do processamento mínimo do morango. Rio de Janeiro: Embrapa Agroindústria de Alimentos, 2008 (Comunicado Técnico 110).
Frutas e Hortaliças. Resfriamento 12/11/2016 TÉCNICAS DE RESFRIAMENTO. Resfriamento ( ꜜT o C)
Frutas e Hortaliças TÉCNICAS DE RESFRIAMENTO Hector Alonzo Gomez Gomez Universidad Nacional de Agricultura (Honduras) [email protected] www.hortyfresco.cl Seminário Internacional de Poscosecha 09
Processamento Mínimo de Frutas
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Agroindústria Tropical Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Processamento Mínimo de Frutas Maria do Socorro Rocha Bastos Embrapa Informação
INSPEÇÃO HIGIÊNICO- SANITÁRIA E TECNOLÓGICA DO ABATE DE AVES
INSPEÇÃO HIGIÊNICO- SANITÁRIA E TECNOLÓGICA DO ABATE DE AVES Curso para Instituto Mineiro de Agropecuária 03 a 07 de Dezembro de 2007 FLUXOGRAMA ABATE DE AVES Recepção Dependura Insensibilização Sangria
QUALIDADE, ARMAZENAMENTO E COMERCIALIZAÇÃO DE PESCADO NAS CIDADES DE ANÁPOLIS E GOIÂNIA - GO
QUALIDADE, ARMAZENAMENTO E COMERCIALIZAÇÃO DE PESCADO NAS CIDADES DE ANÁPOLIS E GOIÂNIA - GO Janni Claudia Moura Freitas Braga 1 ; Maria Madalena Rinaldi 2 1 Bolsista PBIC/UEG, graduanda do Curso de Engenharia
Manual de Ambiente Refrigerado Boas práticas para conservação de alimentos
Manual de Ambiente Refrigerado Boas práticas para conservação de alimentos 1. Introdução - Ambientes refrigerados O principal desafio do armazenamento em ambientes refrigerados é a manutenção da qualidade
TECNOLOGIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA E SOLOS TECNOLOGIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL Prof: Daniel M. Tapia T. Eng. Agrônomo MSc 2006 Controle da contaminação
FICHA TÉCNICA DE PRODUTO FINAL
AHPA (embalagem de 400 gr) DESCRIÇÃO: Produto preparado a partir das cultivares de Zea mays L. var. saccharata Koern, proveniente de sementes não trangénicas. Os grãos deverão apresentar-se frescos, limpos,
Coleção SENAR 168. Beneficiamento do camarão marinho
Coleção SENAR 168 Beneficiamento do camarão marinho Presidente do Conselho Deliberativo João Martins da Silva Júnior Entidades Integrantes do Conselho Deliberativo Confederação da Agricultura e Pecuária
Pollachius virens: deve ser chamado de Saithe; Gadus macrocephalus: podem ser chamados de Bacalhau ou Bacalhau do Pacífico;
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Nem todo peixe salgado é bacalhau. Alguns insistem em dizer que bacalhau é um processo de fabricação que utiliza a salga, mas isso não é verdade. Fique
INSPEÇÃO DE QUEIJO 22/06/2011 REGULAMENTO DA INSPEÇÃO INDUSTRIAL E SANITÁRIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL RIISPOA
Universidade Federal Rural do Semi-Árido Disciplina: Inspeção de Produtos de Origem Animal Docente: Jean Berg Alves da Silva INSPEÇÃO DE QUEIJO HISTÓRIA DO QUEIJO Há 12.000 anos a.c Egito Leite coagulado
FICHA TÉCNICA DE PRODUTO FINAL
DESCRIÇÃO: Produto preparado a partir das cultivares de Solanum tuberosum. Deverão apresentar-se frescas, limpas, sãs, no estado de maturação industrial conveniente, lavadas, peladas, cortadas, calibradas
7. Câmaras Frigoríficas
7. Câmaras Frigoríficas 7.1. Definição u É um recinto utilizado para condições controladas de armazenamento com auxílio da refrigeração; u Empregadas em dois níveis básicos de armazenamento: n Instalações
Padaria - elaboração de massas de pães salgados e doces, pães congelados atendendo à legislação vigente DANIELE LEAL
Padaria - elaboração de massas de pães salgados e doces, pães congelados atendendo à legislação vigente DANIELE LEAL Nutricionista. Mestre em ciência dos alimentos e especialista em qualidade. Consultora
Manutenção e Higienização: Instalações, Alimentos, Equipamentos e Utensílios Aula VIII. Prof.: Alessandra Miranda
Manutenção e Higienização: Instalações, Alimentos, Equipamentos e Utensílios Aula VIII Prof.: Alessandra Miranda Substâncias Detergentes e Sanitizantes Substâncias Detergentes Uso geral Alcalinos ou clorados
Inspeção de Pescado. Inspeção de Pescado DEFINIÇÃO. Estabelecimentos DEFINIÇÃO 31/01/2013
1 DEFINIÇÃO Pescado: Todo alimento que pode ser retirado de águas oceânicas ou continentais e que possa servir para alimentação humana ou animal Inspeção de Pescado Classificação de estabelecimentos: Atual
Processo de Congelação De Ervilhas
Instituto Politécnico de Coimbra Escola Superior Agrária de Coimbra Produção Geral de Alimentos Ano Lectivo 2007/2008 Processo de Congelação De Ervilhas Ana Catarina Gaspar 20603019 Joana Catarina Ferreira
Projeto. Relatório de atividade Março Dezembro de 2012
Projeto (Southern oceans educational and development) Relatório de atividade Março Dezembro de 2012 Por: Genyess R. A. S. Vieira Florianópolis, 2013 O ano 2012 foi o segundo ano do mestrado na Universidade
Processamento do Frango Colonial
Processamento do Frango Colonial O portifólio de produtos, do abatedouro deve ser preparado considerando o fornecimento de carcaças inteiras e cortes. Dependendo do mercado, os produtos poderão ser fornecidos
Qualidade do pescado para a comercialização Leandro Kanamaru Franco de Lima Embrapa Pesca e Aquicultura Palmas/TO
Qualidade do pescado para a comercialização Leandro Kanamaru Franco de Lima Embrapa Pesca e Aquicultura Palmas/TO Sinop/MT - 2017 Roteiro da apresentação Sabemos identificar um peixe fresco? Considerações
ENLATAMENTO. Elaine Cristina Santos
ENLATAMENTO Elaine Cristina Santos CONCEITO O enlatamento é um método de preservação, no qual um alimento dentro de um recipiente hermético se encontra comercialmente estéril, pela aplicação de calor em
Câmaras Frigoríficas
Câmaras Frigoríficas 1. Definição É um recinto utilizado para condições controladas de armazenamento com auxílio da refrigeração; Empregadas em dois níveis básicos de armazenamento: Instalações com temperatura
Inspeção de pescado. Pescado Definições. Pescado Definições PESCADO COMO ALIMENTO LEGISLAÇÕES IMPORTÂNCIA NUTRICIONAL 06/05/2011
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ANIMAIS INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL Inspeção de pescado Med Vet. Karoline Mikaelle de Paiva Soares PESCADO COMO ALIMENTO Pescado
POLPA DE MANGA A MANGA: ENCONTRA-SE DIFERENTES VARIEDADES: Drupa, de cor amarela, laranja, vermelha ou verde, quando madura
A MANGA: POLPA DE MANGA Drupa, de cor amarela, laranja, vermelha ou verde, quando madura Constituída por: açúcar, proteínas, vitaminas(a, B6, C), fibras, anti-oxidantes, polifenois e minerais; Continua
Outros nomes. fresh-cuts. CUIDADOS: escolha da matéria-prima cuidados de higiene preparo final
O processamento mínimo no BR recente Final 70 redes de refeições rápidas Início pesquisas BR 90 Aliam CONVENIÊNCIA e PRATICIDADE 1 2 Outros nomes CUIDADOS: escolha da matéria-prima cuidados de higiene
Produtos da pesca todos os alimentos provenientes de ambientes aquáticos peixes, crustáceos, bivalves, algas. Tecnologias de elaboração de alimentos
1 todos os alimentos provenientes de ambientes aquáticos peixes, crustáceos, bivalves, algas 2 pescado de água salgada pelágicos capturados em águas superficiais ou de média profundidade arenque, sarda,
CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS CALOR/FRIO
CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS CALOR/FRIO PROPRIEDADES TÉRMICAS DOS ALIMENTOS CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS Objetivos Inibir ou retardar o desenvolvimento microbiano e enzimático. Proteger e destruir os microrganismos.
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO: ANJO PESCA IND. E COM. DE PESCADOS LTDA.
Universidade Federal de Santa Catarina Centro Tecnológico Departamento Engenharia Química e Alimentos EQA 5611: Estágio Supervisionado em Eng. de Alimentos Professor Orientador: Marco Di Luccio Coordenador:
EFEITO DO BRANQUEAMENTO E IMERSÃO EM ÁCIDO CÍTRICO NO CONGELAMENTO DE FRUTAS E HORTALIÇAS
EFEITO DO BRANQUEAMENTO E IMERSÃO EM ÁCIDO CÍTRICO NO CONGELAMENTO DE FRUTAS E HORTALIÇAS Mateus Chaves Primo¹; Luana Lima Nunes²; Fernanda Cruz Trombeta³; Gabriele Lopes Forte Flor 4 ; Liliane Alves de
BOLETIM TÉCNICO E-CLPS 2100: PRÉ-TRATAMENTO NÃO CRÔMICO PARA ALUMÍNIO
BOLETIM TÉCNICO E-CLPS 2100 PRÉ-TRATAMENTO NÃO CRÔMICO PARA ALUMÍNIO Introdução O E-CLPS 2100 é um líquido isento de cromo hexavalente e fosfatos, que produzem sobre o alumínio e suas ligas uma película
06/05/2011. Inspeção de Conservas. Conceito CARNE MECANICAMENTE SEPARADA (CMS) Tipos de Conservas CARNE MECANICAMENTE SEPARADA (CMS)
Conceito Inspeção de Conservas Subprodutos cárneos preparados adicionadas de sais, conservantes, corantes e/ou temperos preparados através de processo de cura e destinados à alimentação humana. 1 2 CARNE
ANEXO I ESPECIFICAÇÃO DE GÊNEROS ALIMENTÍCIOS
ANEXO I ESPECIFICAÇÃO DE GÊNEROS ALIMENTÍCIOS Todas os alimentos deverão seguir o critério geral de: 1) Características microscópicas: Isento de substâncias estranhas de qualquer natureza. 2) Rotulagem:
Laranja cristalizada
Engenharia Alimentar Processamento Geral dos Alimentos I Laranja cristalizada Trabalho redigido por: Carla Lopes nº20503052 Diana Neto nº20503013 Marta Sousa nº20503054 Sara Martins nº20603053 Trabalho
PESCADO CONGELADO: GLAZEADO
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE AGROINDÚSTRIA ALIMENTOS E NUTRIÇÃO LAN 2695 - PESCADO PESCADO CONGELADO: GLAZEADO Grupo 07: Carolina Miyuki Sugiyama
CONGELAMENTO DE ALIMENTOS
CONGELAMENTO DE ALIMENTOS COMO CONGELAR ALIMENTOS DA MANEIRA CORRETA Os alimentos congelados industrializados são ricos em sódio, gorduras e colesterol. Se a ideia é apelar apara a praticidade, nós temos
Pode ser: Centralizada Semi-centralizada Descentralizada
Unidade de apoio a todos os serviços assistenciais e de diagnóstico que necessitem de artigos odonto-médico-hospitalares para a prestação da assistência a seus clientes; Pode ser: Centralizada Semi-centralizada
POLPA DE FRUTA NÉCTAR SUCO
ZEA 0666 / 2012 Tecnologia de Produtos Vegetais POLPA DE FRUTA NÉCTAR SUCO Padrões de Identidade e Tecnologias de Processamento POLPA DE FRUTA PURÊ Produto obtido pelo esmagamento da parte comestível de
Congelamento Rápido. Panificação
Congelamento Rápido Panificação Nos últimos anos, o setor de panificação no Brasil sofreu mudanças substanciais com o aumento da concorrência direta dos supermercados na venda de produtos congelados e
P R O F I S S I O N A I S
SUPERCONGELADORES 2 C O Z I N H A S PROFISSIONAIS SUPERCONGELADORES SUPERCONGELADORES E RESFRIADORES RÁPIDOS A tecnologia de resfriamento utiliza as propriedades de conservação das baixas temperaturas
INSPEÇÃO DE OVOS E DERIVADOS. Prof. Me. Tatiane da Silva Poló
INSPEÇÃO DE OVOS E DERIVADOS Prof. Me. Tatiane da Silva Poló ESTRUTURA crescimento continua = perda da umidade e de gás carbônico, e incorporação de oxigênio 2 Barreira protetora Barreiras naturais ESTRUTURA
L 277/8 Jornal Oficial da União Europeia
L 277/8 Jornal Oficial da União Europeia 18.10.2008 REGULAMENTO (CE) N. o 1020/2008 DA COMISSÃO de 17 de Outubro de 2008 que altera os anexos II e III do Regulamento (CE) n. o 853/2004 do Parlamento Europeu
COLHEITA E MANUSEIO PÓS-COLHEITA
COLHEITA E MANUSEIO PÓS-COLHEITA PONTOS CRÍTICOS NO MANUSEIO PÓS-COLHEITA STRESS REAÇÃO SINTOMA Manuseio pós-colheita Colheita Calor respiração; transpiração Frio resistência Pancadas Rompimento células
27/06/2011. Detalhes do Produto: FRUTA EM CALDA. Fruta em Calda: Classificação:
FRUTA EM CALDA Fruta em Calda: Segundo a Legislação brasileira de Alimentos, Compota ou fruta em calda é o produto obtido de frutas inteiras ou em pedaços, com ou sem sementes ou caroços, com ou sem casca,
Congeladores de placa
Congeladores de placa Congelador de placa vertical Congelador de placa Muito utilizado em navios e indústrias em geral Serve para congelar frutos do mar, carne e vegetais embalados em pequenos pacotes
PROCESSAMENTO MÍNIMO DE FRUTAS E HORTALIÇAS
Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Departamento de Produção Vegetal PROCESSAMENTO MÍNIMO DE FRUTAS E HORTALIÇAS Prof. Angelo P. Jacomino CONCEITO São hortaliças modificadas
FISCALIZAÇÃO SANITÁRIA EM AÇOUGUES E FIAMBRERIAS
Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria Estadual da Saúde Centro Estadual de Vigilância em Saúde Divisão de Vigilância Sanitária FISCALIZAÇÃO SANITÁRIA EM AÇOUGUES E FIAMBRERIAS Méd. Vet. Ayres
Catálogo de Produtos Rua João Franco de Oliveira, 980 Distrito Industrial Unileste Piracicaba SP
ozonio 19 3429.6600 Rua João Franco de Oliveira, 980 Distrito Industrial Unileste 13422160 Piracicaba SP [email protected] bompeixe.com.br Catálogo de Produtos 16 1 2 15 TIPOS DE CORTES DAS ESPÉCIES:
GUIA PARA ESTUFAGEM DE CARGA EM CONTÊINER REEFER
GUIA PARA ESTUFAGEM DE CARGA EM CONTÊINER REEFER APRESENTAMOS UM GUIA COMPLETO QUE AUXILIE NO CARREGAMENTO DO CONTÊINER, PERMITINDO UM MELHOR ACONDICIONAMENTO DE SUA CARGA. Tratamento prévio dos produtos
CONGELAMENTO E REFRIGERAÇÃO
Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Londrina CONGELAMENTO E REFRIGERAÇÃO Discentes: Géssica Cristina de Lima Lino Thiago Henrique de Lima Lino Docente: Prof. Admilson Lopes Vieira Disciplina:
PROCESSAMENTO E RENDIMENTO INDUSTRIAL DA BATATA CHIPS E PALHA - CONTROLE DA QUALIDADE
Iº Seminário sobre o Processamento da Batata ABASMIG/EPAMIG PROCESSAMENTO E RENDIMENTO INDUSTRIAL DA BATATA CHIPS E PALHA - CONTROLE DA QUALIDADE Regina Kitagawa Grizotto Eng.ª de Alimentos, Drª, PqC ITAL/FRUTHOTEC
MODELO AGRODEFESA. Revisão 00. Logomarca da empresa. Programa de Autocontrole PAC 04 Página 1 de 7 PAC 04. Ventilação
PAC 04 Página 1 de 7 PAC 04 Ventilação PAC 04 Página 2 de 7 1. Objetivo----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------03 2.
PERDAS E QUALIDADE PÓS-COLHEITA
DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO VEGETAL PÓS-COLHEITA DE PRODUTOS HORTÍCOLAS - LPV 660 PERDAS E QUALIDADE PÓS-COLHEITA ENG.ª AGRÔNOMA THAIS PÁDUA PERDAS PÓS-COLHEITA INTRODUÇÃO No Mundo, 1/3 dos alimentos são
ESTABELECIMENTO INDUSTRIAL DE PESCADO
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SUPERINTENDÊNCIA FEDERAL DE AGRICULTURA EM MATO GROSSO SERVIÇO DE INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL Modulo 5 Capacitação continuada em Piscicultura
PROJETO DE CAPACIDADE TECNOLÓGICA COM ÊNFASE EM SANIDADE AQUÍCOLA PARA MICRO E PEQUENOS CARCINICULTORES DO RIO GRANDE DO NORTE
PROJETO DE CAPACIDADE TECNOLÓGICA COM ÊNFASE EM SANIDADE AQUÍCOLA PARA MICRO E PEQUENOS CARCINICULTORES DO RIO GRANDE DO NORTE (CONVÊNIO ABCC/MAPA nº 835849/2016) Análises Presuntivas e sua Importância
CRISÂNTEMO BOLA BELGA DE VASO
CRISÂNTEMO BOLA BELGA DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a
Segurança Alimentar APLICAÇÃO DO FRIO NA CADEIA ALIMENTAR. Armazenamento a Temperaturas de Refrigeração e de Congelação
Segurança Alimentar APLICAÇÃO DO FRIO NA CADEIA ALIMENTAR CTeSP em GASTRONOMIA, TURISMO E BEM-ESTAR 1 - Deve ser evitada a sobrelotação dos frigoríficos ou câmaras de armazenamento para permitir uma adequada
Queijo Gruyère Um dos mais famosos do mundo, hoje é o mais vendido da Suíça; Originário da cidade de Gruyères, um pequeno distrito de Fribourg, na Suí
Queijo Gruyère Queijo Gruyère Um dos mais famosos do mundo, hoje é o mais vendido da Suíça; Originário da cidade de Gruyères, um pequeno distrito de Fribourg, na Suíça, produzido há cerca de 900 anos com
QUALIDADE DOS ALIMENTOS E ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL. Alessandra Reis Nutricionista de Qualidade- IBRefeições
QUALIDADE DOS ALIMENTOS E ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL Alessandra Reis Nutricionista de Qualidade- IBRefeições ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL, É AQUELA PREPARADA COM OS CUIDADOS DE HIGIENE E QUE
Creme de leite e Manteiga
6PIV026 - Inspeção de Leite e Derivados Creme de leite e Manteiga Profa. Dra. Vanerli Beloti LIPOA UEL [email protected] [email protected] www.uel.br/laboratorios/inspecao 10 de Janeiro de 2017 Pasteurização
Refrigeração e Ar Condicionado
Refrigeração e Ar Condicionado Câmaras Frigoríficas Filipe Fernandes de Paula [email protected] Departamento de Engenharia de Produção e Mecânica Faculdade de Engenharia Universidade Federal
As matérias-primas alimentares frescas (após a colheita, a captura, a produção ou o abate)
As matérias-primas alimentares frescas (após a colheita, a captura, a produção ou o abate) são conservadas pela indústria alimentar, de modo a aumentar a sua estabilidade e o seu tempo de prateleira. ESSUAlg
Conservação a Baixas Temperaturas Baixas Temperaturas na conservação de Alimentos
Conservação a Baixas Temperaturas Baixas Temperaturas na conservação de Alimentos Processamento Geral de Alimentos João Noronha Escola Superior 19 Novembro de 2010 19-11-2010 1 Baixas temperaturas. Porquê?
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
IDENTIFICAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS ITAJAÍ PLANO DE ENSINO Unidade Curricular:
HIGENENE E INSPEÇÃO DE PESCADO
HIGENENE E INSPEÇÃO DE PESCADO RIISPOA CAP. III; Art. 28. Os estabelecimentos destinados ao pescado e seus derivados são classificados em: 1 - entrepostos de pescado; estabelecimento dotado de dependências
Material Refletivo 3M Scotchlite Tecido Prata Antichama 8935 para lavagem industrial
Boletim Técnico Material Refletivo 3M Scotchlite Material Refletivo 3M Scotchlite Tecido Prata Antichama 8935 para lavagem industrial Descrição industrial foi desenvolvido para uso em vestuários de segurança
O cogumelo Champignon de Paris é sem dúvida o mais consumido e sua apresentação mais comum é em conserva, em potes plásticos e ou em copos de vidro.
INFORMAÇÕES SOBRE COGUMELOS COMESTÍVEIS Daniel Gomes Eng. Agr., Dr., PqC do Polo Regional Leste Paulista/APTA [email protected] Os cogumelos são utilizados como alimento há muitos séculos. São
PLANO DE MONITORIZAÇÃO PPRO s E PCC s
4. Lavagem/ desinfecção (PCC1) - Concentração (dosagem) do desinfectante desinfecção - Realização de uma boa pré-lavagem Conforme N- DSA-9 Em cada desinfecção, para todos os lavagem/ hortícolas e desinfecção
Art. 1 Aprovar o Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade de Peixe Fresco (Inteiro e Eviscerado), em anexo.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 185, DE 13 DE MAIO DE 1997 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o Art.
Como elaborar um MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO (8ª PARTE)
Como elaborar um MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO (8ª PARTE) Passo a passo para a elaboração do manual de BPF - Condições ambientais - Programa de manutenção - Programa de calibração - Higienização
PADRÕES PARA CLASSIFICAÇÃO DO ARROZ. Alunas: Isabella Santos Jeanyni Mendes Natália Lopes
PADRÕES PARA CLASSIFICAÇÃO DO ARROZ Alunas: Isabella Santos Jeanyni Mendes Natália Lopes ARROZ O arroz (Oryza sativa) é um dos cereais mais produzidos e consumidos no mundo, caracterizando-se como principal
