INTERDEPENDÊNCIA E GANHOS DE COMÉRCIO
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- Sabina Antas Alencastre
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1 INTERDEPENDÊNCIA E GANHOS DE COMÉRCIO Capítulo 3 (Mankiw)
2 Interdependência e Comércio Economistas estudam como a sociedade produz e distribui os bens, numa tentativa de satisfazer as vontades e as necessidades dos seus membros.
3 Como satisfazemos nossas vontades e necessidades? Podemos ser autossuficientes economicamente? Ou deveríamos nos especializar e comercializar com os outros, levando à interdependência econômica?
4 Interdependência e Comércio Uma observação geral... Indivíduos e nações dependem da especialização na produção e troca como forma de enfrentar problemas causados pela escassez.
5 Interdependência e Comércio Este fato levanta duas questões... Por que interdependência é a norma? O que determina produção e comércio?
6 Por que interdependência é a regra? Interdependência ocorre porque as pessoas estão em melhor situação quando se especializam e comercializam com os outros.
7 Por que interdependência é a regra? É muito comum em revistas, na televisão e nos jornais reportagens sobre balança comercial, cotação do dólar, estoque de divisas, importações e exportações, FMI, OMC e tantos outros termos e siglas que nem sempre são bem compreendidos ou explicados.
8
9 O que determina o padrão de produção e de comércio? Padrões de produção e de comércio são baseados em diferenças nos custos de oportunidade. você conhece algum país do mundo que possa atender TODAS as necessidades de sua população sem fazer comércio com outros países? Ex: Coréia do Norte??
10 Coreia do Norte e Coreia do Sul: Qual é quem? 10
11 Qual é quem? 238 km 11
12 Uma Parábola da Economia Moderna Imagine somente dois bens (batatas e carne)... somente duas pessoas (um agricultor de batata e um pecuarista) O que cada um deve produzir? Por que eles devem comercializar?
13 Auto-Suficiência Ignorando um ao outro: Cada um consome o que produz. Vamos mostrar que sem comércio, os ganhos econômicos são reduzidos. Começamos pela sua capacidade de produção máxima
14 Auto-Suficiência Carne (quilos) (a) A Fronteira de Possibilidades de Produção (FFP) do Agricultor O que ele faz de melhor se deixar de produzir um produto??? Linha imaginária que representa a tecnologia disponível (FFP) A Sem comércio pode escolher A Nesse ponto, dedica todo seu tempo (máximo) com batatas Batatas (quilos)
15 Auto-Suficiência Carne (quilos) (b) A Fronteira de Possibilidades de Produção do Pecuarista 24 O que ele faz de melhor se deixar de produzir um produto??? 12 B Sem comércio escolhe B 0 24 Aqui dedica todo seu tempo com batatas 48 Batatas (quilos)
16 O Agricultor e o Pecuarista se Especializam e Comercializam A fronteira de possibilidade de produção (FFP) representa as diversas combinações (possíveis) de produto que uma economia pode produzir dada a tecnologia disponível As escolhas dependem o que de fato eles querem produzir e consumir Os produtores enfrentam um trade-off
17 O Agricultor e o Pecuarista se Especializam e Comercializam Imagine que o AGRICULTOR: leva 60 min para produzir 1 kg de Carne leva 15 min para produzir 1 kg de Batata. Onde ele é mais eficiente?
18 O Agricultor e o Pecuarista se Especializam e Comercializam Imagine que o PECUARISTA: leva 20 min para produzir 1 kg de Carne leva 10 min para produzir 1 kg de Batata. Onde ele é mais eficiente?
19 O Agricultor e o Pecuarista se Especializam e Comercializam Será que cada um não poderia estar melhor especializando-se na produção do produto que está mais apto a produzir, e depois comercializando entre si???
20 O Agricultor e o Pecuarista se Especializam e Comercializam Pecuarista: Agricultor, se você parar criar gado e ficar só produzindo batatas, 32 kg, você me dá 15kg (dos 32) e eu te dou em troca 5 kg de carne. Você terá no final 17kg de batatas e 5kg de carnes em vez dos 16kg e 4kg de carne que você tem hoje. Slide anterior Antes do comércio
21 Auto-Suficiência (8 horas/dia) Carne (quilos) Agricultor A = Produção e consumo sem comércio Note que prod e cons não estão mais no mesmo ponto com comércio A* A A* = Consumo com comércio Produção com comércio Batatas (quilos) 15 vai para o pecuarista e sobra 17 ao
22 O Agricultor e o Pecuarista se Especializam e Comercializam Agricultor: Eu não entendi o que você está propondo pecuarista. Se o negócio é tão bom para mim, como pode ser bom pra você também?
23 O Agricultor e o Pecuarista se Especializam e Comercializam Pecuarista: Vamos imaginar que eu passe mais horas cuidando do gado (produzindo 18kg de carne) e menos horas com batata (12kg). Começo a produzir mais carne e menos batata, mas ainda produzo um pouco de batata Portanto, eu não irei produzir somente carne Slide anterior Antes do comércio
24 Auto-Suficiência Carne (quilos) B (b) A Fronteira de Possibilidades de Produção do Pecuarista O que ele faz de melhor se deixar de produzir um produto??? Sem comércio escolhe B Batatas (quilos) 12
25 O Agricultor e o Pecuarista se Especializam e Comercializam Pecuarista: Eu começarei a produzir 18kg de carne e 12 kg de batata. Depois de lhe dar 5kg da minha carne em troca de 15kg de suas batatas, ficarei no final com 13kg de carne e 27 kg de batatas ( ).
26 Auto-Suficiência Carne (quilos) 18 (produzidas) - 5 (repassadas) = Produção com comércio B B* Também melhorou para o pecuarista Nesse ponto, consumo com comércio B = Produção e consumo sem comércio Batatas (quilos) 12 (produzidas) + 15 (recebidas) = 27
27 O Agricultor e o Pecuarista se Especializam e Comercializam Mesmo desconfiado o agricultor, o pecuarista tenta convence-lo que ao se especializarmos naquilo que fazemos de melhor, você passará menos tempo com gado e mais com batata, e eu viceversa. Todos nós ganharemos com isso.
28 O Princípio das Vantagens Comparativas Diferenças nos custos de produção determinam o seguinte: Quem deve produzir o que? Quanto deve ser comercializado de cada produto?
29 Diferenças nos Custos de Produção Existem duas forma de mensurar diferenças nos custos de produção: O número de horas necessárias para a produção de 1 unidade do produto. (por exemplo, 1 kg de batatas) Os custos de oportunidade de sacrificar um bem pelo outro.
30 Vantagem Absoluta Comparar a produtividade de uma pessoa, firma ou nação em relação a outra. O produtor que necessita uma quantidade menor de insumos para produzir um bem possui uma vantagem absoluta na produção desse bem.
31 Vantagem Absoluta Vimos que o pecuarista tem vantagem absoluta na produção de qualquer alimento (menos minutos para produzir 1 kg de cada) Podemos concluir que o pecuarista tem o menor custo de produção se medirmos em termos de quantidade de insumos (Ex: horas ou minutos trabalhados)
32 Vantagem Comparativa Comparar os produtores de um bem de acordo com os seus custos de oportunidade. O produtor que possui o menor custo de oportunidade para produzir um bem possui uma vantagem comparativa na produção desse bem.
33 Repetindo Imagine que o AGRICULTOR: leva 60 min para produzir 1 kg de Carne leva 15 min para produzir 1 kg de Batata. Onde ele é mais eficiente?
34 Repetindo Imagine que o PECUARISTA: leva 20 min para produzir 1 kg de Carne leva 10 min para produzir 1 kg de Batata. Onde ele é mais eficiente?
35 Vantagem Comparativa O custo de oportunidade mede o tradeoff entre os dois bens produzidos Pecuarista: 1 Kg de batatas leva 10 min Se ele gasta 10 min com 1 kg batatas, tem 10 min a menos com carne (produção). Como precisa de 20 min para 1 kg de carne, com 10 min a mais ele produz é ½ kg Logo, o custo de oportunidade de 1 kg de batata = ½ kg de carne.
36 Vantagem Comparativa O custo de oportunidade mede o trade-off entre os dois bens produzidos Agricultor: 1 kg de batatas toma 15 min. Se ele gasta 15 min com 1 kg de batatas, tem 15 min a menos com carne Como para produzir 1 kg de carne precisa de 60 min, para cada 15 min renderia 1/4kg de carne Logo, o custo de oportunidade dele é para 1 Harcourt kg de Brace batata & Company= ¼ kg de carne.
37 Especialização e Comércio Custo de Oportunidade 1 kg de carne 1 kg de batatas Agricultor 4 kg de batata 1/4 kg de carne Pecuarista 2 kg de batatas 1/2 kg de carne O produtor que abre mão de menor quantidade de outros bens para produzir o bem X tem o menor custo de oportunidade. Para o agricultor, produzir 1 kg de batata custa apenas ¼ kg de carne, enquanto para o pecuarista é 1/2kg. Ou seja para o agricultor é mas vantajoso produzir batata já que em termos de carne é mais barato, apenas 1/4.
38 Especialização e Comércio Custo de Oportunidade 1 kg de carne 1 kg de batatas Agricultor 4 kg de batata 1/4 kg de carne Pecuarista 2 kg de batatas 1/2 kg de carne Para o pecuarista produzir 1 kg de carne custa bem menos 2 kg de batatas ao passo que 1 kg de carne custa ao agricultor custa 4kg de batatas. Portanto, o agricultor tem vantagem comparativa na produção de batatas e o pecuarista na produção de carne.
39 Produtos Economia Internacional como Teoria Econômica Número de trabalhadores necessários para produzir quantidades iguais de produtos: Considere 2 produtos (Vinhos e Tecidos) Assuma que X trabalhadores trabalhem exatamente 8 horas por dia nos dois países e eles podem tanto produzir 1 garrafa de vinho como 1 peça de tecidos. Diferenças de eficiência estão baseadas nas tecnologias e dos diferentes graus de especialização da indústria e dos trabalhadores Vinho Tecidos Portugal Países Inglaterra minutos, 120 minutos etc. para cada produto.
40 Produtos Economia Internacional como Teoria Econômica Países Portugal Inglaterra Vinho Tecidos Portugal teria vantagens absolutas na produção de ambos os produtos, não restando benefícios à Inglaterra no comércio exterior. Pelo conceito de vantagem absoluta não é suficiente para determinar a especialização. 40
41 Economia Internacional como Teoria Econômica O conceito de vantagem comparativa permite determinar padrões de especialização e troca. Vamos calcular os custos de oportunidades. RTA = Razões de Troca Autárquicas 1 Portugal Inglaterra
42 Produtos Economia Internacional como Teoria Econômica Países Portugal Inglaterra Vinho Tecidos Os produtos são trocados na proporção direta dos seus custos de produção dentro de cada país: Portugal Inglaterra Vinho 80 Tecido 90 1V = 0,889T Vinho 120 Tecido 100 1V = 1,200T Tecido 90 Vinho 80 1T = 1,125V Tecido 100 Vinho 120 1T = 0,834V 42
43 Economia Internacional como Teoria Econômica Portugal Inglaterra Vinho 80 Tecido 90 1V = 0,889T* Vinho 120 Tecido 100 1V = 1,200T Tecido 90 Vinho 80 1T = 1,125V Tecido 100 Vinho 120 1T = 0,834V Para produzir 1 garrafa de vinho em Portugal, o custo em termos de tecido é menor do que produzir 1 peça de tecido em termo de vinho comparado com a Inglaterra. Olhar na linha e não na coluna 43
44 Economia Internacional como Teoria Econômica Portugal Inglaterra Vinho 80 Tecido 90 1V = 0,889T Vinho 120 Tecido 100 1V = 1,200T Tecido 90 Vinho 80 1T = 1,125V Tecido 100 Vinho 120 1T = 0,834V Os portugueses conseguem, comparativamente em relação a Inglaterra, produzir 1 garrafa de vinho usando menos recursos que na produção de tecidos. Portugal tem vantagem comparativa neste produto. 44
45 Economia Internacional como Teoria Econômica Portugal Inglaterra Vinho 80 Tecido 90 1V = 0,889T Vinho 120 Tecido 100 1V = 1,200T Tecido 90 Vinho 80 1T = 1,125V Tecido 100 Vinho 120 1T = 0,834V Ocorre exatamente o contrário com as condições de produção dentro da Inglaterra que, embora não tenha qualquer vantagem absoluta, é mais eficiente na produção de tecidos, comparativamente. 45
46 Economia Internacional como Teoria Econômica Portugal Inglaterra Vinho 80 Tecido 90 1V = 0,889T Vinho 120 Tecido 100 1V = 1,200T Tecido 90 Vinho 80 1T = 1,125V Tecido 100 Vinho 120 1T = 0,834V Os dois países devem usar todos os seus recursos produtivos para obter a quantidade máxima de mercadorias nas quais cada um tem vantagens comparativas para, em seguida, trocá-los por outro produto no comércio internacional, usando uma relação de troca que seja favorável a ambos os lados. 46
47 Economia Internacional como Teoria Econômica Portugal Inglaterra Vinho 80 Tecido 90 1V = 0,889T Vinho 120 Tecido 100 1V = 1,200T Tecido 90 Vinho 80 1T = 1,125V Tecido 100 Vinho 120 1T = 0,834V Cada um dos países terá condições de acesso a mais litros de vinho e mais metros quadrados de tecido através da especialização seguida do comércio internacional que na situação de autarquia (sem comércio), produzindo os dois bens. 47
48 Economia Internacional como Teoria Econômica Recapitulando: (1) observa-se quais são as vantagens comparativas do país; (2) especializa-se nesta produção (diminuindo a produção de outros itens ou mesmo deixando de produzir todo o restante); e, (3) troca-se parte da produção nacional junto a outros países para obter o que se necessita internamente, com ganhos quantitativos resultantes da troca para ambos os lados. Moral da história: ainda que menos competitivo em termos absolutos, todo país terá alguma vantagem 48 comparativa.
49 Economia Internacional como Teoria Econômica Críticas a esta postura teórica, alegam que o desenvolvimento nacional não poderia acontecer em face da concorrência livre de uma nação mais desenvolvida, sendo necessárias medidas de proteção às atividades nacionais que sofrem concorrência da potência estrangeira, sob pena de não desenvolvê-las jamais. Medidas de Proteção de Defesa Comercial, barreiras tarifárias, não tarifárias, embargos etc. 49
50 Conclusão Interdependência e comércio permitem as pessoas desfrutarem de uma maior quantidade e variedade de bens e serviços.
51 Conclusão A pessoa que pode produzir um bem com uma quantidade menor de insumos possui uma vantagem absoluta. A pessoa com o menor custo de oportunidade possui uma vantagem comparativa. Os ganhos do comércio são baseados em vantagem comparativa, não em vantagem absoluta.
52 Conclusão Vantagem Comparativa se aplica tanto a nações como a indivíduos como acabamos de mostrar.
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