Análise Termogravimétrica Aplicações
|
|
|
- Mario Castel-Branco Mascarenhas
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais Análise Termogravimétrica Aplicações APLICAÇÃO DE MÉTODOS TERMOANALÍTICOS AOS MATERIAIS PMT 5872
2 2 Predizer a estabilidade térmica. Análise da composição. Avaliações Cinéticas de decomposição, reações. Predizer o tempo de vida em uso. Extensão da reação de reticulação. Pressão de vapor
3 3 Técnicas utilizadas no acoplamento com a TGA para identificar os produtos volatilizados durante uma análise: Análise de gás evoluído (EGA) Espectroscopia de massa Espectroscopia no infravermelho com transformada de Fourier (FTIR) Cromatografia gasosa (CG) Análise térmica diferencial (DTA) Calorimetria exploratória diferencial (DSC)
4 4 Determinação do teor de acetato de vinilaem copolímeros de etileno-acetato de vinila(eva). COMPOSIÇÃO % % de acetato de vinila= 23,86 x % % de CH 3 COOH c MM do CH 3 COOCHCH 2 = 86.09= 1.43 MM do CH 3 COOH 60
5 Determinação da composição do copolímero estireno-bocaminoestireno.* Equipamento: sistema Mettler TA TG50 / M3. Amostras: ca. 10 mg Corrida: 10 C min -1, de 25 C a 700 C, sob N 2 a 200 ml min *V. L. Covolan, E. G. Fernandes, S. D'Antone, E. Chiellini. Thermochimica Acta 342 (1999)
6 6 Hipótese: BocAmStno copolímero se decompõe com o mesmo mecanismo do homopolímero. Assim, a razão entre wt 3 /wt 2 deve permitir estimar o teor de estireno no copolímero.
7 Curva experimental do copolímero St/BocAmSt(33,4/66,6 p% na alimentação) e simulada da composição de 31,1/68,9 p% com dados da RMN e 23,2/76,8 p% da TGA. 7
8 8 PRINCÍPIO DA ADITIVIDADE Curvas TGAsa 10 /minem atmosfera de N 2. (TA Q500)
9 9 Simulação da curva TGA para a mistura PHB-PE-GlyMa considerando o princípio da aditividade, cuja hipótese é que não há interações entre os componentes da mistura. S_75PE_10GlyMa = 0,225 x M_PHB + 0,675 x M_PE + 0,1 x M_GlyMa S_75PE_10GlyMa (T=290,5) = 0,225 x ,675 x ,1 x 100
10 CINÉTICA DE DECOMPOSIÇÃO POR TGA* 10 O método de Flynne Wall (1966) descreve a determinação dos parâmetros cinéticos de energia de ativação de Arrhenius(E a ) e o fator pré-exponencial (A), o qual usa diferentes taxas de aquecimento. Hipótese: a decomposição obedece uma cinética de 1ª ordem. Aplica-se, geralmente, a materiais com perfis de decomposição bem definidos: Mudança de massa continua, Sem imperfeições, e Com uma única velocidade máxima de perda de massa. * ASTM E Standard Test Method for Decomposition Kinetics by Thermogravimetry. ASTM E Standard Practicefor Calculating Thermal Endurance of Materials from Thermogravimetric Decomposition Data
11 O valor de E a calculada é independente da ordem de reação no início da decomposição o que não acontece para o final da mesma. Um limite superior de 10% de decomposição é sugerido, embora 20% é justificado em certos casos. Sugere-se que os cálculos sejam feitos a diferentes níveis de decomposição (conversão); por ex., a 5, 10, 15, 20%. O uso de taxas de aquecimento maiores de 10K/min afeta seja a precisão da medida da temperatura, assim como a cinética da decomposição. A difusão dos voláteis da amostra pode se tornar um processo controlador da velocidade para altas taxas de aquecimento. 11
12 Figura. Traçados TGA a diferentes taxas de aquecimento. 12
13 Os valores das T medidas, juntamente as respectivas dt/dt(β), são usados para a obtenção da E a através do método das aproximações sucessivas % 1% 2% 5% 8% 10% Figura.Traçados TGA parcial, a diferentes taxas de aquecimento, mostrando os pontos usados na curva de Arrhenius.
14 Onde, E a = ativação de energia (J/mol) R= constante dos gases (8.314 J/mol K) β= taxa de aquecimento (K/min) T= temperatura na perda de peso selecionada (K) b= aproximação empírica cujo valor depende de E a. 14 E a é obtido por método iterativo usando valores de b tabelado e a relação E/RT. Gráfico de Arrhenius
15 Constantes de integração numéricas 15
16 16 O fator pre-exponencial(a) é calculado supondo que a ordem de reação seja 1 e baseando-se no método de Zsakoe Zsako (1980): Onde, A= fator pre-exponencial(min -1 ) α= fração de decomposição c= aproximação cujo valor depende de E a.
17 17 Os valores de E a e A obtidos, são usados para: Calcular outros parâmetros cinéticos tais como a constante de velocidade específica (k), Tempos de meia vida, e Temperatura de 60 minutos de meia vida (este ultimo parâmetro pode ser comparado aos dados experimentais para verificar a hipótese de cinética de primeira ordem). Resistência térmica (índice térmico relativo - RTI)
18 18 Estes parâmetros podem ser usados para estimar o tempo de vida dos materiais para várias temperaturas usando o procedimento de Toop(1971): Onde, t f = tempo estimado de falha, T f = temperatura de falha (K), d = aproximação cujo valor depende de E a.
19 19 A partir da equação anterior é produzido o gráfico do tempo de vida estimado que fornece informação do tempo de vida esperado versus temperatura (índice térmico). Tal informação do índice térmico é útil para comparar a aplicabilidade a longo prazo de um sistema polimérico particular.
20 Gráfico do tempo de vida estimado 20
21 MÉTODO DE BROIDO* 21 Permiti calcular a energia de ativação (E a ) de degradação com apenas um curva TGA. Assume-se que a evolução da reação de decomposição possa ser monitorada pela perda em massa da amostra continuamente em função da temperatura. Hipótese: o mecanismo de reação é de 1ª ordem. = yé a fração ainda não decomposta. w 0, w t e w são as massas das amostras antes da degradação, no instante te depois da degradação completa, respectivamente. *A. Broido. A simple Sensitive Graphical Method of Treating Thermogravimetric Analysis Data. J. Polym. Science, part A-2, 7 (1969)
22 22 = = / n: ordem de reação; k: constante de reação = + constante Onde, R é a constante dos gases e T é a temperatura absoluta. O gráfico de lnln(1/y) versus 1/Tresulta Peso normalizado (y=w t /w 0 ) lnln(1/y) em uma linha reta, cuja inclinação fornece a E a. Temperatura ( C) 1000
23 TAXA DE VOLATILIZAÇÃO POR TGA* 23 Considerações: 1. Volatilidade é uma característica do material e não uma propriedade termodinâmica de equilíbrio. 2. Variáveis importantes: temperatura, área de superfície, condições de purga, etc. Pode-se determinar a taxa de volatilização por TGA se ela mostra ser uma medida altamente dependente das variáveis externas? Sim, utilizando um cadinho hermeticamente selado, com um tamanho específico de furo ( μm), o que leva a ter a temperatura como a única variável. * ASTM E Standard Test Methodfor VolatilityRate bytga
24 Como chegar as dimensões dos furos de forma a ter a temperatura como única variável? 24 MÉTODOS Isotérmico: aquecimento rápido até a temperatura de interesse, na qual permanecerá por 30 min. Dinâmico: a amostra é aquecida lentamente (2º/min) até uma temperatura limite.
25 25 TG isotérmica: água e furo de 0,99 mm TG e DTG: água, 2º/min, e furo de 0,99 mm
Análise Térmica Diferencial (DTA) Calorimetria Exploratória Diferencial (DSC)
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais Análise Térmica Diferencial (DTA) Calorimetria Exploratória Diferencial (DSC) APLICAÇÃO DE MÉTODOS
APLICAÇÃO DE MÉTODOS TERMOANALÍTICOS AOS MATERIAIS PMT 5872
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais Calorimetria Exploratória Diferencial (DSC) APLICAÇÃO DE MÉTODOS TERMOANALÍTICOS AOS MATERIAIS PMT
Minicurso 2. TEMA: Técnicas analíticas instrumentais: Análise térmica (TG e DSC)
Minicurso 2. TEMA: Técnicas analíticas instrumentais: Análise térmica (TG e DSC) Técnicas de Análise Térmica Aplicadas a Materiais de Interesse Biotecnológico Prof a. Dr a. Izabel Riegel -Vidotti Departamento
Cinética Química. c) A opção (C) está correta. B 3+ e B 4+ não aparecem na reação global, portanto, são intermediários da reação.
Capítulo 6 Cinética Química 1. (ITA) Considere o seguinte mecanismo de reação genérica: A 4+ + B 2+ A 3+ + B 3+ (etapa lenta) A 4+ + B 3+ A 3+ + B 4+ (etapa rápida) C + + B 4+ C 3+ + B 2+ (etapa rápida)
Variáveis APLICAÇÃO DE MÉTODOS TERMOANALÍTICOS AOS MATERIAIS PMT 5872
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais Análise Termogravimétrica I: Variáveis APLICAÇÃO DE MÉTODOS TERMOANALÍTICOS AOS MATERIAIS PMT 5872
Análises Térmicas. Sandra Maria da Luz
Análises Térmicas Sandra Maria da Luz Principais Técnicas Termoanalíticas 2 Áreas que utilizam a Análise Térmica polímeros alimentos catálise corrosão cerâmica metais engenharia civil farmacêutica inorgânica
Técnicas de Análises Térmicas (Thermal Analysis - TA) de Materiais
Técnicas de Análises Térmicas (Thermal Analysis - TA) de Materiais TG Termogravimetria DTA Análise Térmica Diferencial DSC Calorimetria Diferencial de Varredura Métodos de análises térmicas Análise térmica
ANÁLISE TÉRMICA Sumário
ANÁLISE TÉRMICA Sumário 1- Conceito 2- Tipos de métodos térmicos Princípios gerais de cada método Instrumentação Aplicações Conceito Análise Térmica é um termo que abrange um grupo de técnicas nas quais
Capítulo 31 Skoog (Princípios de Analise Instrumental)
Capítulo 31 Skoog (Princípios de Analise Instrumental) Conjunto de técnicas que permite avaliar a mudança nas propriedades físicas e químicas de uma amostra (ou de produtos), enquanto submetida a uma variação
P2 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 22/10/05.
P2 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 22/10/05. Nome: Nº de Matrícula: GABARITO Turma: Assinatura: Questão Valor Grau Revisão 1 a 2,5 2 a 2,5 3 a 2,5 4 a 2,5 Total 10,0 Constantes e Fatores de Conversão R = 8,314
FUP - Faculdade UnB Planaltina Disciplina: Energia e Dinâmica das Transformações Químicas Professor: Alex Fabiano C. Campos
FUP - Faculdade UnB Planaltina Disciplina: Energia e Dinâmica das Transformações Químicas Professor: Alex Fabiano C. Campos 1. Conceitue colisão efetiva, colisão não-efetiva, energia de ativação e complexo
Aula: 28 Temática: Efeito da Temperatura na Velocidade de Reação
Aula: 28 Temática: Efeito da Temperatura na Velocidade de Reação Em grande parte das reações, as constantes de velocidade aumentam com o aumento da temperatura. Vamos analisar esta dependência. A teoria
Química Geral e Experimental II: Cinética Química. Prof. Fabrício Ronil Sensato
Química Geral e Experimental II: Cinética Química Prof. Fabrício Ronil Sensato Resolução comentada de exercícios selecionados. Versão v2_2005 2 1) Para a reação em fase gasosa N 2 + 3H 2 2NH 3, 2) A decomposição,
Comportamento Térmico dos Polímeros Parte 2
Universidade de São Paulo USP Escola de Engenharia de Lorena - EEL Comportamento Térmico dos Polímeros Parte 2 Prof. Amilton Martins dos Santos Rafael Caetano J. P. Silva Eletronegatividade do substituinte
Estudo cinético de decomposição térmica do óleo de girassol suportado em material mesoporoso.
Estudo cinético de decomposição térmica do óleo de girassol suportado em material mesoporoso. A. M. M. ARAÚJO 1, A. S. ARAÚJO 2, V. J. FERNANDES JÚNIOR 2 e L. D. SOUZA 3. 1 Universidade Federal do Rio
P4 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 30/06/12
P4 - POVA DE QUÍMICA GEAL 30/06/ Nome: Nº de Matrícula: GABAITO Turma: Assinatura: Questão Valor Grau evisão a,5 a,5 3 a,5 4 a,5 Total 0,0 Constantes e equações: 73,5 K = 0 C = 0,08 atm L mol - K - = 8,345
ESTUDO CINÉTICO DE DECOMPOSIÇÃO TÉRMICA DA CELULOSE
ESTUDO CINÉTICO DE DECOMPOSIÇÃO TÉRMICA DA CELULOSE KINETIC STUDY OF THE THERMAL DECOMPOSITION OF CELLULOSE ELCIANE REGINA ZANATTA 1 ; FABIANO BISNELLA SCHEUFELLE 2 ; THIAGO OLINEK REINEHR 3 ; EDSON ANTONIO
Cinética. Módulo I - Físico Química Avançada. Profa. Kisla P. F. Siqueira
Cinética Módulo I - Físico Química vançada Profa. Introdução Estudo das velocidades das reações químicas; Velocidade em função das concentrações das espécies presentes; Leis de velocidade: equações diferenciais;
2. Aborda a rapidez com que os reagentes são consumidos e os produtos são formados;
CINÉTICA QUÍMICA 1. Trata das velocidades das reações; 2. Aborda a rapidez com que os reagentes são consumidos e os produtos são formados; 3. A dependência da velocidade; 4. Estudo do mecanismo de reação.
PAG Química Cinética 1.
1. 2. 3. errata: a reação é em mais de uma etapa, os gráficos devem apresentar pelo menos duas!! 4. 5. Explique se cada uma das alternativas abaixo é correta ou não, para reações químicas que ocorrem
CURSO: ENGENHARIA CIVIL FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II 2º Período Prof.a: Érica Muniz UNIDADE 2. Propriedades Moleculares dos Gases
CURSO: ENGENHARIA CIVIL FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II 2º Período Prof.a: Érica Muniz UNIDADE 2 Propriedades Moleculares dos Gases Estado Gasoso Dentre os três estados de agregação, apenas o estado gasosos
Cinética Química. Prof. Alex Fabiano C. Campos. Rapidez Média das Reações
Cinética Química Prof. Alex Fabiano C. Campos Rapidez Média das Reações A cinética é o estudo da rapidez com a qual as reações químicas ocorrem. A rapidez de uma reação pode ser determinada pela variação
Com base nos dados acima, responda as questões propostas (cuidado com as unidades):
Curso: Farmácia Atenção, dois dos exercícios da lista entrarão na P1. Concentrações: 01. Em uma rápida pesquisa pela internet é possível achar diversas receitas relacionadas à preparação de alguns cosméticos
EFEITO CINÉTICO DE COMPENSAÇÃO OBSERVADO NA REAÇÃO DE CURA DE RESINA EPÓXI (DGEBA) COM DICIANODIAMIDA
EFEITO CINÉTICO DE COMPENSAÇÃO OBSERVADO NA REAÇÃO DE CURA DE RESINA EPÓXI (DGEBA) COM DICIANODIAMIDA P. E. FERREIRA 1, J. G. R. POÇO 2,3 1 Trabalho Final apresentado ao IPT para obtenção do Mestrado Profissional
CQ110 : Princípios de FQ. Imagens de Rorschach
Imagens de Rorschach 1 Leis de velocidade Velocidade de uma reação química: Variação de reagentes / produtos em função do tempo: a A+ b B produtos v = k [A] x [B] y Lei de velocidade k: constante de velocidade
DIAGRAMAS DE FASE II TRANSFORMAÇÕES DE FASE
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais DIAGRAMAS DE FASE II TRANSFORMAÇÕES DE FASE PMT 2100 - Introdução à Ciência dos Materiais para Engenharia
ESTUDO DA CINÉTICA DA HIDRÓLISE ÁCIDA DO ACETATO DE ETILA.
ESTUDO DA CINÉTICA DA HIDRÓLISE ÁCIDA DO ACETATO DE ETILA. Glauber Silva Godoi Aula 14 META Desenvolver no aluno a capacidade de extrair informações quanto aos parâmetros cinéticos de uma reação a partir
ANÁLISE CINÉTICA DO RESÍDUO DO MALTE EMPREGANDO MÉTODOS ISOCONVERSIONAIS
ANÁLISE CINÉTICA DO RESÍDUO DO MALTE EMPREGANDO MÉTODOS ISOCONVERSIONAIS BEATRIZ CRISTINA SILVÉRIO 1,,PEDRO IVO BRANDÃO e MELO FRANCO 2,, CAROLINA MORENO DE FREITAS 1, RONYDES BATISTA JÚNIOR 1,, KASSIA
ANÁLISE DE AMOSTRAS DE PETRÓLEO POR TERMOGRAVIMETRIA
ANÁLISE DE AMOSTRAS DE PETRÓLEO POR TERMOGRAVIMETRIA A sample analysis of oil by thermogravimetry MARCÍLIO PELICANO RIBEIRO Universidade Potiguar, Escola de Engenharias e Ciências Exatas. Universidade
Trabalho em uma transformação
Trabalho em uma transformação Trabalho (W) é uma medida da energia transferida pela aplicação de uma força ao longo de um deslocamento W = a b F dx A unidade de trabalho, no SI, é o Joule (J); 1 J = 1
CINÉTICA QUÍMICA. Profa. Loraine Jacobs DAQBI.
CINÉTICA QUÍMICA Profa. Loraine Jacobs DAQBI [email protected] http://paginapessoal.utfpr.edu.br/lorainejacobs Cinética Química Lei de Velocidade Integrada Mostra a variação das concentrações
BIK0102: ESTRUTURA DA MATÉRIA. Crédito: Sprace GASES. Professor Hugo B. Suffredini Site:
BIK0102: ESTRUTURA DA MATÉRIA Crédito: Sprace GASES Professor Hugo B. Suffredini [email protected] Site: www.suffredini.com.br Pressão Atmosférica A pressão é a força atuando em um objeto por
P4 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 03/12/05
P4 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 03//05 Nome: GABARITO Nº de Matrícula: Turma: Assinatura: Questão Valor Grau Revisão a,5 a,5 3 a,5 4 a,5 Total 0,0 Constantes e equações: R = 0,08 atm L mol - K - = 8,34 J
cas AULA 5 es Quími rmaçõ o sfo Tr C0307
BC0307 Transfo ormaçõe es Químicas AULA 5 - Combustíveis (Termodinâmica x Cinética); - Por que uma reação ocorre? - Qual a velocidade d da reação? - Cinética: leis de velocidade, ordem de reação e sua
Velocidade inicial (mol L -1 s -1 ) 1 0,0250 0,0250 6,80 x ,0250 0,0500 1,37 x ,0500 0,0500 2,72 x 10-4.
P3 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 31/05/14 Nome: Nº de Matrícula: GABARITO Turma: Assinatura: Dados gerais: G = - n F E G = G o + RT Q ΔE RT ΔE nf Questão Valor Grau Revisão 1 a,5 a,5 3 a,5 4 a,5 Total 10,0
I. Propriedades Termodinâmicas de Fluidos
I. Propriedades Termodinâmicas de Fluidos 1 OBJETIVOS Identificar o critério para o equilíbrio em sistemas sujeitos a diferentes restrições Determinar a estabilidade dos sistemas termodinâmicos. Aplicações:
Capítulo by Pearson Education
QUÍMICA A Ciência Central 9ª Edição Cinética química David P. White Fatores que afetam a velocidade de reações A cinética é o estudo da velocidade na qual as reações químicas ocorrem. Existem quatro fatores
TITULAÇÕES de COMPLEXAÇÃO ou TITULAÇÕES COMPLEXOMÉTRICAS ou COMPLEXOMETRIA
TITULAÇÕES de COMPLEXAÇÃO ou TITULAÇÕES COMPLEXOMÉTRICAS ou COMPLEXOMETRIA Adição de EDTA ROXO Próximo do P.V. COMPLEXO [MeInd] COMPLEXO [MeEDTA] + Ind indicador livre: azul 1 Material não calcinado (in-natura)
P2 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 16/05/03
P2 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 6/05/03 Nome: Nº de Matrícula: GABARITO Turma: Assinatura: Constantes: Questão Valor Grau Revisão a 2,0 2 a 2,0 3 a 2,0 4 a 2,0 5 a 2,0 Total 0,0 R = 8,34 J mol - K - R =
Lista de Cálculo de reatores não isotérmicos
Lista de Cálculo de reatores não isotérmicos 1- Uma reação elementar deve ocorrer adiabaticamente em fase líquida e sob alta pressão. Calcule os volumes de um CSTR e de um PFR necessários para processar
VIABILIDADE DO METODO TERMOGRAVIMETRICO PROPOSTO POR STAWSKI PARA A DETERMINACAO DA RAZÃO AMILOSE:AMILOPECTINA EM AMIDO DE MANDIOCA
VIABILIDADE DO METODO TERMOGRAVIMETRICO PROPOSTO POR STAWSKI PARA A DETERMINACAO DA RAZÃO AMILOSE:AMILOPECTINA EM AMIDO DE MANDIOCA Resumo: A proporção relativa de amilose:amilopectina varia consideravelmente
EM 524 : aula 3. Capítulo 3 : Propriedades das. Substâncias Puras
EM 524 : aula 3 Capítulo 3 : Propriedades das 1. Definições; Substâncias Puras 2. Equilíbrio de fase; Diagrama temperatura volume; Título de uma mistura líquido-vapor; Diagrama pressão temperatura; Diagrama
Denardin, E.L.G. (1), Janissek, P.R (2)., Samios, D. (1)
Estudo do envelhecimento termo-oxidativo do elastômero de policloropreno através da aplicação do príncípio da superposição transformação tempotemperatura (TTT) Denardin, E.L.G. (1), Janissek, P.R ().,
Físico-química Farmácia 2014/02
Físico-química Farmácia 2014/02 1 Decomposição Química Cinética de decomposição Lei de velocidade Ordem de reação Tempo de meia vida e prazo de validade Fatores que influenciam a estabilidade Equação de
7- Lista de exercícios Cinética
7- Lista de exercícios Cinética 1) Para cada uma das seguintes reações em fase gasosa, indique como a velocidade de desaparecimento de cada reagente está relacionada à velocidade de aparecimento de cada
Cinética Química. Prof. Alex Fabiano C. Campos
Cinética Química Prof. Alex Fabiano C. Campos Rapidez Média das Reações A cinética é o estudo da rapidez com a qual as reações químicas ocorrem. A rapidez de uma reação pode ser determinada pela variação
CATÁLISE ENZIMÁTICA. CINÉTICA Controle da velocidade de reações. CINÉTICA Equilíbrio e Estado Estacionário
CATÁLISE ENZIMÁTICA Equilíbrio e Estado Estacionário P U T F M A Velocidade: período inicial Tempo As medidas de velocidade inicial (v 0 ) são obtidas com a variação da concentração de S btenção de várias
Físico-Química Experimental Exp. 10. Cinética Química
Cinética Química 1. Introdução Cinética química é o estudo da progressão das reações químicas, o que determina suas velocidades e como controlá-las. Ao estudar a termodinâmica de uma reação, leva-se em
OLIMPÍADA PIAUIENSE DE QUÍMICA 2015 Modalidade EM2-26/09/2015 FASE II
INSTRUÇÕES 1 Esta prova contém cinco questões no total, sendo todas elas de múltipla escolha. 2 Antes de iniciar a prova, confira se todas as folhas estão presentes, com os espaços para as resposta. Caso
TERMODINÂMICA APLICADA CAPÍTULO 2
TERMODINÂMICA APLICADA CAPÍTULO 2 PROPRIEDADES DAS SUBSTÂNCIAS PURAS SUMÁRIO Neste capítulo o conceito de substância pura é introduzido e as várias fases, bem como as propriedades físicas dos processos
P3 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 22/06/13
P3 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 22/06/13 Nome: Nº de Matrícula: GABARITO Turma: Assinatura: Dados gerais: G = H - TS G = - n F E G = G o + RT ln Q ΔE ΔE [A] [A] 0 Questão Valor Grau Revisão kt 1 a 2,5 2
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL CURSOS DE ENGENHARIA DE ENERGIA E MECÂNICA MEDIÇÕES TÉRMICAS Prof. Paulo Smith Schneider
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL CURSOS DE ENGENHARIA DE ENERGIA E MECÂNICA MEDIÇÕES TÉRMICAS Prof. Paulo Smith Schneider Exercícios sobre medição de vazão Considere um grande reservatório (figura
PROVA DE QUÍMICA SEGUNDA ETAPA DO VESTIBULAR 99 DA UFMG
PROVA DE QUÍMICA SEGUNDA ETAPA DO VESTIBULAR 99 DA UFMG QUESTÃO 01 A queima do enxofre produz um dos seus óxidos, SO 2 (g) ou SO 3 (g). A identificação de qual dos dois é, realmente, produzido pode ser
R: a) t r = 2,23 h b) nº bateladas = 7 c) N Rt = 179,4 kmol por dia
Reator batelada 1- Uma solução aquosa de acetato de etila deve ser saponificada com uma solução diluída de hidróxido de sódio. A concentração inicial de acetato é 5 g/l e a densidade de mistura reacional
Kinetic study of the thermal decomposition lignin
31 Estudo cinético de decomposição térmica da lignina Elciane Regina Zanatta 1, Thiago Olenik. Reineh 2, Edson Antônio da Silva 3, João Batista dos Santos 2 e Estor Gnoatto 1 1 Universidade Tecnológica
Neste caso, diz-se que a reação é de primeira ordem, e a equação pode ser resolvida conforme segue abaixo:
1. Introdução Cinética Química A termodinâmica indica a direção e a extensão de uma transformação química, porém não indica como, nem a que velocidade, uma reação acontece. A velocidade de uma reação deve
T= R: 1º trocador: Q= cal/s; mc=208,33 mol/s; A = 60,82 m 2 ; 2º trocador: Q= cal/s; mc=173,61 mol/s; A = 115,52 m 2
Lista 4 1- Uma reação elementar deve ocorrer adiabaticamente em fase líquida e sob alta pressão. Calcule os volumes de um CSTR e de um PFR necessários para processar 100 kmol/h a 60% de conversão de uma
ESTIMATIVA DE PARÂMETROS CINÉTICOS DA PIRÓLISE DO BAGAÇO DE LARANJA
ESTIMATIVA DE PARÂMETROS CINÉTICOS DA PIRÓLISE DO BAGAÇO DE LARANJA T. S. LIRA 1, T. P. XAVIER 1 e L. C. BENEVIDES 1 1 Universidade Federal do Espírito Santo, Departamento de Engenharias e Tecnologia E-mail
9/10/2012. Análise termogravimétrica Princípios, potencialidades e exemplos. Estrutura da apresentação. Princípios. Modos de TGA
Análise termogravimétrica Princípios, potencialidades e exemplos António SANTOS SILVA Departamento de Materiais [email protected] Estrutura da apresentação Princípios Modos de TGA Fatores que afetam os resultados
EXPERIÊNCIA 02 DESTILAÇÃO
EXPERIÊNCIA 02 DESTILAÇÃO 1- INTRODUÇÃO Destilação é uma técnica utilizada, geralmente, para remover um solvente, purificar um líquido ou para separar os componentes de uma mistura de líquidos, ou ainda
RC1- A reação abaixo foi feta num reator batelada, obtendo-se os dados da tabela abaixo: 2 N 2 O 4 + O 2
33 - Exercícios resolvidos -cinética - reação abaixo foi feta num reator batelada, obtendo-se os dados da tabela abaixo: N O 5 N O + O Ela pode ser de primeira ou segunda ordem alcule a energia de ativação
INTRODUÇÃO À QUÍMICA FÍSICA
FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE QUÍMICA, BIOQUÍMICA E FARMÁCIA Orientação tutorial INTRODUÇÃO À QUÍMICA FÍSICA 1º Ano Q/BQ/CF/F/MIEB/BT Ano Lectivo: 2008 / 2009 (5º Módulo) 2009 IQF
Trabalho de Termodinâmica:
Trabalho de Termodinâmica: Grupo 7: Alice Toledo de Castro - 201471045 Eduardo Gonçalves Perissé - 201471066 Filipe De Paula Lopes - 201465042A Gian Coelho - 201471037 Rafaela Abreu Campos - 201471031
Gases. Reis, Oswaldo Henrique Barolli. R375g Gases / Oswaldo Henrique Barolli. Varginha, slides : il.
Gases Reis, Oswaldo Henrique Barolli. R375g Gases / Oswaldo Henrique Barolli. Varginha, 2015. 21 slides : il. Sistema requerido: Adobe Acrobat Reader Modo de Acesso: World Wide Web 1. Dinâmica dos gases.
CINÉTICA QUÍMICA. Profa. Loraine Jacobs DAQBI.
CINÉTICA QUÍMICA Profa. Loraine Jacobs DAQBI [email protected] http://paginapessoal.utfpr.edu.br/lorainejacobs Estudo da velocidade das reações químicas. REAGENTES PRODUTOS Cinética Tempo necessário
EXERCÍCIOS REAÇÕES SÓLIDO/GÁS
EXERCÍCIOS REAÇÕES SÓLIDO/GÁS Dados: Para resolver os problemas de cinética entre sólidos e gases, podem ser utilizados os gráficos das funções tamanho do núcleo não reagido (r c ) ou fração convertida
P4 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 28/06/08
P4 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 8/06/08 Nome: Nº de Matrícula: Turma: Assinatura: Questão Valor Grau Revisão 1 a,5 a,5 3 a,5 4 a,5 Total 10,0 Constantes e equações: R 0,08 atm L mol -1 K -1 8,314 J mol -1
Volume Parcial Molar
Volume Parcial Molar 1. Introdução O volume molar é definido como o volume ocupado por 1 mol de uma substância pura. Por exemplo, o volume molar da água pura é 18 cm 3 /mol, conforme mostrado no cálculo
Cinética Química. Cinética Química: Velocidade média, instantânea e inicial. Lei cinética. Fatores que influenciam a velocidade.
Cinética Química IV Cinética Química: Velocidade média, instantânea e inicial. Lei cinética. Fatores que influenciam a velocidade. Mecanismos reacionais. Catálise. Cinética Química Cinética Química é a
DA ESTABILIDADE TÉRMICA DE ÓLEOS VEGETAIS
ESTUDO DA ESTABILIDADE TÉRMICA DE ÓLEOS VEGETAIS Cheila Gonçalves Mothé 1 Denise ZaldenandoCorreia 2 RESUMO Lipídeos são formados por ésteres de glicerol e ácidos graxos. Os ácidos graxos são ácidos carboxílicos
Equação Geral da Condução
Equação Geral da Condução Para um sistema unidimensional demonstrouse: q x = k A T x x Para um sistema multidimensional o fluxo de calor é vetorial: q,, =q x,, i q y,, j q z,, k = k T i k T j k T k =k
TERMODINÂMICA. Aula 2 Introdução à Termodinâmica Sistema Fase Substância Equilíbrio
TERMODINÂMICA Aula 2 Introdução à Termodinâmica Sistema Fase Substância Equilíbrio INTRODUÇÃO Ampla área de aplicação: organismos microscópicos aparelhos domésticos até veículos sistemas de geração de
P3 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 18/06/07
P3 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 8/06/07 Nome: Nº de Matrícula: GABARITO Turma: Assinatura: Questão Valor Grau Revisão Dados gerais: G = - n F E o a,5 a,5 3 a,5 4 a,5 Total 0,0 RT ΔE = ΔE lnq nf G = G o +
3 Introdução à Transferência de Massa. 7a. Aula
3 Introdução à Transferência de Massa 7a. Aula Transporte Molecular Transporte de Energia (condução) Transporte de Massa (difusão) Exemplo: vidro de perfume aberto numa sala com ar parado Transporte Molecular
CINÉTICA DE EVAPORAÇÃO DO ÓXIDO DE ZINCO. N. Duarte 1, W.B. Ferraz 2, A.C.S.Sabioni 3. Universidade Federal de Ouro Preto Ouro Preto, Brasil
CINÉTICA DE EVAPORAÇÃO DO ÓXIDO DE ZINCO N. Duarte 1, W.B. Ferraz 2, A.C.S.Sabioni 3 1 Departamento de Metalurgia / EM / UFOP Universidade Federal de Ouro Preto 35400-000 Ouro Preto, Brasil 2 Centro de
DETERMINAÇÃO DE ALGUNS PARÂMETROS CINÉTICOS DA REAÇÃO DE DECOMPOSIÇÃO DO PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO.
DETERMINAÇÃO DE ALGUNS PARÂMETROS CINÉTICOS DA REAÇÃO DE DECOMPOSIÇÃO DO PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO. Glauber Silva Godoi Aula 13 META Desenvolver no aluno a capacidade de extrair informações quanto aos parâmetros
APLICAÇÃO DO SIMULADOR EMSO EM UM PROBLEMA ESPECÍFICO DE CINÉTICA E CÁLCULO DE REATORES
APLICAÇÃO DO SIMULADOR EMSO EM UM PROBLEMA ESPECÍFICO DE CINÉTICA E CÁLCULO DE REATORES T. A. F. ROCHA 1, W. U. LEITE 1, B. L. VERÁS 1 e W. R. O. PIMENTEL 1 1 Universidade Federal de Alagoas, Centro de
ESTUDO DA TRANSIÇÃO ENTRE ESCOAMENTO LAMINAR E TURBULENTO EM TUBO CAPILAR
ESTUDO DA TRANSIÇÃO ENTRE ESCOAMENTO LAMINAR E TURBULENTO EM TUBO CAPILAR M. H. MARTINS 1, A. KNESEBECK 1 1 Universidade Federal do Paraná, Departamento de Engenharia Química E-mail para contato: [email protected]
Cinética e Eq. Químico Folha 09 João Roberto Fortes Mazzei
01. (IME) Um mol de ácido acético é adicionado a um mol de álcool etílico. Estabelecido o equilíbrio, 50 % do ácido é esterificado. Calcule o número de mols de éster quando um novo equilíbrio for alcançado,
ESTUDO DO COMPORTAMENTO TÉRMICO DO SUBSTRATO DE CULTIVO DO SHIITAKE LENTINULA EDODES
ESTUDO DO COMPORTAMENTO TÉRMICO DO SUBSTRATO DE CULTIVO DO SHIITAKE LENTINULA EDODES Renata Silva Viotto 1, Leandro Cardoso de Morais 1 1 Departamento de Engenharia Ambiental, Universidade Estadual Paulista
Transferência de Calor
Transferência de Calor Condução em Paredes Planas e Cilíndricas Prof. Universidade Federal do Pampa BA000200 Campus Bagé 15 de maio de 2017 Transferência de Calor: Condução 1 / 28 Condução: Lei de Fourier
Norma Técnica: NBR 9622 Plásticos: Determinação das propriedades mecânicas a tração
Ensaio: Tração Norma Técnica: NBR 9622 Plásticos: Determinação das propriedades mecânicas a tração 100% Polipropileno (10 ensaios) 80% Polipropileno e 20% Casca de Arroz (10 ensaios) 60% Polipropileno
DECOMPOSIÇÃO TÉRMICA DA CLORTETRACICLINA
DECOMPOSIÇÃO TÉRMICA DA CLORTETRACICLINA Priscila Cervini (PQ) *, Beatriz Ambrozini (PQ), Luis Carlos Murrelli Machado(PG), Ana Paula Garcia Ferreira(PQ), Éder Tadeu Gomes Cavalheiro(PQ) Instituto de Química
Capítulo 3: Propriedades de uma Substância Pura
Capítulo 3: Propriedades de uma Substância Pura Substância pura Princípio de estado Equilíbrio de fases Diagramas de fases Equação de estado do gás ideal Outras equações de estado Outras propriedades termodinâmicas
