EXERCÍCIOS REAÇÕES SÓLIDO/GÁS
|
|
|
- Valdomiro Lancastre Meneses
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 EXERCÍCIOS REAÇÕES SÓLIDO/GÁS Dados: Para resolver os problemas de cinética entre sólidos e gases, podem ser utilizados os gráficos das funções tamanho do núcleo não reagido (r c ) ou fração convertida (X B ) em função do tempo (t) e do tempo para conversão completa ( ). PMT Físico-Química para Engenharia Metalúrgica e de Materiais II - Neusa Alonso-Falleiros 1
2 Progresso da reação de uma partícula esférica densa com fluidos circundantes em termos de tempo para a conversão completa e do raio do núcleo não reagido. (Levenspiel, Fig. 12.9) PMT Físico-Química para Engenharia Metalúrgica e de Materiais II - Neusa Alonso-Falleiros 2
3 Progresso da reação de uma partícula esférica densa com fluidos circundantes em termos de tempo para a conversão completa e da fração convertida. (Levenspiel, Fig ) PMT Físico-Química para Engenharia Metalúrgica e de Materiais II - Neusa Alonso-Falleiros 3
4 Obs: y = fração molar de A no gás; u = constante Ref.: Levenspiel, p.308. PMT Físico-Química para Engenharia Metalúrgica e de Materiais II - Neusa Alonso-Falleiros 4
5 EXERCÍCIOS REAÇÕES SÓLIDO/GÁS 1. [Levenspiel, v.2, p.333, problema 12-1] Uma batelada de sólidos de tamanho uniforme é tratada por um gás num meio uniforme. O sólido é convertido dando um produto não em camadas, tipo reação de partícula com diminuição de tamanho. A conversão é cerca de 7/8, para um tempo de reação de uma hora e completa-se em 2h. Qual o mecanismo controlador da velocidade do processo? Sugestão: Utilize os gráficos apresentados no cap. 12 do Levenspiel. (Para casa: resolva o exercício utilizando as equações da Tabela 12.1 do Levenspiel.) [Resposta: Reação Química.] PMT Físico-Química para Engenharia Metalúrgica e de Materiais II - Neusa Alonso-Falleiros 5
6 2. [Levenspiel, v.2, p.333, problema 12-3] Calcular o tempo necessário para queimar completamente partículas de grafite (R o = 5 mm, B = 2,2 g/cm 3, k s = 20 cm/s), numa corrente gasosa com 8% de oxigênio. Como o gás está em alta velocidade, admita que a difusão através da camada gasosa não oferece qualquer resistência à transferência de massa. A reação se dá na temperatura de 900ºC e a concentração de oxigênio é para 1 atm de pressão total. Dado: R = 82 atm.cm 3 /K.mol. [Resposta: 46 min] PMT Físico-Química para Engenharia Metalúrgica e de Materiais II - Neusa Alonso-Falleiros 6
7 3. PARA CASA: [Levenspiel, v.2, p.333] Duas amostras de sólidos são introduzidas em um forno de meio constante e deixadas por uma hora. Nestas condições, partículas com 4 mm de raio sofrem 58% de conversão e partículas de 2 mm, 87,5%. (a) Encontrar o mecanismo controlador da velocidade de conversão deste sólido considerando que o tamanho da partícula não muda com o tempo. (b) Encontrar o tempo necessário para a conversão completa de partículas de 1 mm de raio. [Resposta: (a) Reação Química; (b) 1 hora] [Obs: Como é desconhecido, não é possível usar os gráficos. Sugestão: usar k obs.] PMT Físico-Química para Engenharia Metalúrgica e de Materiais II - Neusa Alonso-Falleiros 7
8 4. PARA CASA: [Rosenqvist, p.148, 1 a. ed, problema 5-10] Uma pelota de sinter de NiO é reduzida com H 2 de acordo com a reação: NiO + H 2 = Ni + H 2 O. Para uma pelota de 0,5 cm de diâmetro e alta velocidade de gás, o controle da velocidade do processo ocorre na interface óxido reduzido/não reduzido, e tem o valor de 2x10-3 mol/cm 2.min, a 600ºC e 1 atm de H 2. Dado: R = 82 atm.cm 3 /K.mol. (a) Calcular o tempo necessário para 50% e 100% de redução quando a densidade do sinter é de 6,0 g/cm 3. (NiO = 74,7) (b) Para diâmetro de 3 cm é necessário 60 min para redução de 75% e é assumido que o controle da reação é por difusão na camada de cinza. Calcular o coeficiente de difusão em cm 2 /s quando a concentração na interface é igual a zero. Qual o significado desta concentração nula? [Resposta: (a) 2,1 min; 10 min; (b) 0,185 cm 2 /s] PMT Físico-Química para Engenharia Metalúrgica e de Materiais II - Neusa Alonso-Falleiros 8
9 Notar que no controle por Reação Química: r B = b.k s.c Ag t b Mol B B 1/3 R 1 (1 XB) ksca g PMT Físico-Química para Engenharia Metalúrgica e de Materiais II - Neusa Alonso-Falleiros 9
10 5. Quais os principais aspectos da cinética de nitretação de pó de silício? (Processo utilizado industrialmente na fabricação de componentes cerâmicos que contêm nitreto de silício; misturas com nitretos de alumínio e carboneto de silício.) PMT Físico-Química para Engenharia Metalúrgica e de Materiais II - Neusa Alonso-Falleiros 10
11 NITRETAÇÃO DE PÓS DE SILÍCIO Considerações sobre o processo: Termodinâmica: condições viáveis Cinética: velocidade do processo e mecanismo PMT Físico-Química para Engenharia Metalúrgica e de Materiais II - Neusa Alonso-Falleiros 11
12 I No que consiste o processo? Estado Inicial Estado Final PMT Físico-Química para Engenharia Metalúrgica e de Materiais II - Neusa Alonso-Falleiros 12
13 II Em que condições o processo é viável? (T =? ; P =?) O processo é a reação: 3Si (s) + 2N 2(g) = Si 3 N 4(s) No estado padrão (P N2 = 1 atm; Si e Si 3 N 4 puros): DG = DG o < 0 PMT Físico-Química para Engenharia Metalúrgica e de Materiais II - Neusa Alonso-Falleiros 13
14 DG (kcal/mol) 0,0-0,5-1,0-1,5 Si3N4 A reação de nitretação é viável em qualquer temperatura menor que 2017 C (2290 K)... -2, T (K) 1,5 Si (s) + N 2(g) = 0,5 Si 3 N 4(s) PMT Físico-Química para Engenharia Metalúrgica e de Materiais II - Neusa Alonso-Falleiros 14
15 III O que ocorre na prática? A razão é a reação do Si com o oxigênio do ar. PMT Físico-Química para Engenharia Metalúrgica e de Materiais II - Neusa Alonso-Falleiros 15
16 DG (kcal/mol) 0,0 Si3N4-0,5-1,0-1,5 DG -2,0 (kcal/mol) T (K) SiO2 1,5 Si (s) + N 2(g) = 0,5 Si 3 N 4(s) -180 Si (s) + O 2(g) = SiO 2(s) T (K) PMT Físico-Química para Engenharia Metalúrgica e de Materiais II - Neusa Alonso-Falleiros 16
17 Corrigindo as pressões parciais de O 2 e N 2 do ar: DG DG DG DG o o RT ln RT ln a a a a Si Si SiO2.P Si3N4.P O2 N2 DG DG o o RT ln RT ln a a a a Si Si SiO2.0,2 Si3N4.0,8 DG DG o o 1,609RT 0,223RT PMT Físico-Química para Engenharia Metalúrgica e de Materiais II - Neusa Alonso-Falleiros 17
18 Corrigindo as pressões parciais de O 2 e N 2 do ar: DG (kcal/mol) Si3N4 SiO2 Si3N4 (0,8atm) SiO2 (0,2atm) T (K) PMT Físico-Química para Engenharia Metalúrgica e de Materiais II - Neusa Alonso-Falleiros 18
19 SiO 2 O 2 N 2 Si SiO 2 película amorfa (fina: alguns Å) contínua Atenção A espessura da camada de SiO 2 é da ordem de 100 Å. Neste desenho a espessura está exagerada para melhor compreensão do fenômeno. impermeável cinética de formação: fração de segundo Película Passiva Aqui, a película passiva impede a reação de nitretação. Em corrosão: barreira mecânica que impede o acesso do eletrólito. Tais materiais são chamados PASSIVOS. Exemplos: Al, Ti, Cr, Ni, Co, Nb, Ta, Mo. PMT Físico-Química para Engenharia Metalúrgica e de Materiais II - Neusa Alonso-Falleiros 19
20 3. Película Passiva: oxi-hidróxido hidratado amorfo de M. 1. Película Passiva: mono camada de oxigênio adsorvida. 2. Película Passiva: multi camada de oxigênio adsorvida. OKAMOTO and SHIBATA Passivity os Metals, p.646, 1978, apud SEDRIKS, A. John Corrosion of Stainless Steels, 2nd edition, p.90, 1996, New York, John Wiley & Sons, INC. PMT Físico-Química para Engenharia Metalúrgica e de Materiais II - Neusa Alonso-Falleiros 20
21 Reações de Passivação Reação de adsorção O 2 + IS = IS.O 2 Reação eletroquímica xme + yh 2 O = Me x O y + 2yH + + 2ye xme +z + yh 2 O = Me x O y + 2yH + + (2y xz)e - Reação química Me +z + z/2 H 2 O = MeO z/2 + zh + Na ausência de meio aquoso, prevalece a Reação de Adsorção. PMT Físico-Química para Engenharia Metalúrgica e de Materiais II - Neusa Alonso-Falleiros 21
22 SiO 2 Entre 1000 C e 1400 C a película de óxido sofre rupturas devido à tendência à cristalização, permitindo a nitretação. Si A presença de impurezas (Fe) também favorecem a desvitrificação: transformação da estrutura amorfa em cristalina, o que provoca rupturas. SiO (g) A desestabilização da SiO 2 e a ausência de O 2 no ambiente geram, nesses locais, formação de SiO (g) N 2(g) ~1000 C SiO (g) + N 2(g) Si 2 N 2 O (s) Si 3 N 4 Si Si 2 N 2 O é uma camada de cinza, compacta que impede a continuidade da nitretação; o processo pára. Para aumentar a difusão de N 2 (N) através da camada de cinza, aumenta-se a T. PMT Físico-Química para Engenharia Metalúrgica e de Materiais II - Neusa Alonso-Falleiros 22
23 Em temperaturas de ~1400 C o N 2 (N) se difunde e reage formando Si 3 N 4, uma vez que não há mais oxigênio. Além disso, a camada de Si 2 N 2 O sofre decomposição. Observações: Si 3 N 4 Si Si2 N 2 O Misturas de N 2 com H 2 são interessantes porque diminuem o potencial de O 2. A cinética do processo é acompanhada através do consumo de N 2 : ~1400 C P N2 1,2 0,9 SiO (g) + N 2(g) Si 2 N 2 O (s) Si 3 N 4 0,6 3Si + 4N Si 3 N 4 0, T ( C) BARSOUN, M., KANGUTKAR, P., KOCZAK, M. Nitridation kinetics and thermodynamics of silicon powder compacts. Journal of the American Ceramic Society v. 74, n.6, June 1991, p PMT Físico-Química para Engenharia Metalúrgica e de Materiais II - Neusa Alonso-Falleiros 23
Reações Heterogêneas - Sólido / Fluido
Reações Heterogêneas - Sólido / Fluido MODELOS Modelo 1: Núcleo Não Reagido: SÓLIDOS DENSOS Partícula de Tamanho Constante Camada Limite Gasosa Camada de Cinza Reação Química Partícula em Diminuição de
C + 2H 2 CH 4. 3 o LISTA DE EXERCÍCIOS DE TRANSFERÊNCIA DE MASSA. Prof. Dr. Gilberto Garcia Cortez
3 o LIST DE EXEÍIOS DE TNSFEÊNI DE MSS 1- Em um reator catalítico, partículas de carbono em forma de cilindro são consumidas pela passagem de um fluxo de hidrogênio para formar metano através da seguinte
ADSORÇÃO. PMT Físico-Química para Engenharia Metalúrgica e de Materiais II - Neusa Alonso-Falleiros 1
DSORÇÃO Referências: LUPIS, C. H. P. Chemical Thermodynamics of Materials. New York : North-Holland, 1983. p. Capítulo XIV: dsorption. DeHOFF, ROBERT T. Thermodynamics in Materials Science. New York :
FUNDAMENTOS DA REDUÇÃO DE ÓXIDOS METÁLICOS
FUNDAMENTOS DA REDUÇÃO DE ÓXIDOS METÁLICOS Análise Termodinâmica da Redução de Óxidos Metálicos Energia livre de formação de óxidos metálicos 2 Me + O 2 = 2 MeO Me é um metal e O 2(g) oxigênio puro. variação
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA METALÚRGICA. Cinética das Reações Heterogêneas
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA METALÚRGICA Cinética das Reações Heterogêneas 1 Processos heterogêneos em metalurgia extrativa Os estudos termodinâmicos permitem a determinação da posição de equilíbrio alcançada
Reações Heterogêneas
Reações eterogêneas Sólido / Gás DIFUSÃO Sólido / Líquido com transferência de carga Líquido / Líquido Líquido / Gás Primeira Lei de Fick: difusão em estado estacionário Segunda Lei de Fick: acúmulo da
PMT Físico-Química para Metalurgia e Materiais I - Neusa Alonso-Falleiros
Capacidade Calorífica e Calor Específico c Q T c lim T0 Q T q dt c = f (natureza do sistema, estado inicial, processo) PMT 2305- Físico-Química para Metalurgia e Materiais I - Neusa Alonso-Falleiros 1
Fisico-Química da Redução de Óxidos de Ferro
Fisico-Química da Redução de Óxidos de Ferro Análise Termodinâmica da Redução de Óxidos Metálicos Seja a reação de formação de um óxido a partir do metal Me e de oxigênio puro: 2 Me (s,l) + O 2(g) = 2
Efeito da Temperatura. PMT Físico-Química para Engenharia Metalúrgica e de Materiais II - Neusa Alonso-Falleiros 1
Efeito da Temperatura PMT 2306 - Físico-Química para Engenharia Metalúrgica e de Materiais II - Neusa Alonso-Falleiros 1 1ª. Aula Processos em Metalurgia e Materiais: são Reações Químicas/Eletroquímicas
Equilíbrio de misturas gasosas
Martim Kurauchi e Neusa lonso-falleiros 2012 1 Equilíbrio de misturas gasosas Quando mais de um componente estiver presente em uma fase, o sistema não estará completamente definido a não ser que sejam
Reações Heterogêneas
Reações eterogêneas Sólido / Gás DIFUSÃO Sólido / Líquido sem/com transferência de carga Primeira Lei de Fick: difusão em estado estacionário Líquido / Líquido Líquido / Gás Segunda Lei de Fick: acúmulo
Programa de Pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Materiais 1º semestre de Informações e instruções para a resolução da prova
Programa de Pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Materiais 1º semestre de 2013 Informações e instruções para a resolução da prova 1. A prova deve ser realizada sem consulta; 2. A duração da prova é
PMT CORROSÃO E PROTEÇÃO DOS MATERIAIS
Recordação dos fundamentos termodinâmicos. Diagramas de Pourbaix; Passivação. Detalhes: Diagrama de Pourbaix. Leitura dos diagramas; tipos de linhas (dependência: E; E e ph; independência de E e ph) Interpretação
Reações químicas aplicas ao processamento de materiais cerâmicos
Reações químicas aplicas ao processamento de materiais cerâmicos Em vários casos, no processo de fabricação de peças cerâmicas, as reações entre os diferentes constituintes dos corpos cerâmicos são interrompidas
METALURGIA EXTRATIVA DOS NÃO FERROSOS
METALURGIA EXTRATIVA DOS NÃO FERROSOS PMT 2509 PMT 3409 Flávio Beneduce COQUEIFICAÇÃO COQUEIFICAÇÃO Pirólise de carvão: aquecimento na ausência de ar O carvão coqueificável é o betuminoso O ciclo pode
PMT CORROSÃO E PROTEÇÃO DOS MATERIAIS
Recordação dos fundamentos termodinâmicos. Corrosão de metais e suas ligas. - Equilíbrio eletroquímico: Potencial de Eletrodo; Potencial Padrão; Medida Experimental do Potencial de Eletrodo; Equação de
Ciências dos Materiais
ASSOCIAÇÃO TERESINENSE DE ENSINO ATE FACULDADE SANTO AGOSTINHO FSA DIREÇÃO DE ENSINO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO NUAPE Ciências dos Materiais Profª Esp. Priscylla Mesquita Por que Estudar a Difusão? Materiais
Exemplo 2: A baixas temperaturas a lei de velocidade da reação A + B C + D é r A =
Determine a energia de ativação desta reação. Exemplo 1: Para a reação SO 2 + 1 2 O 2 SO 3, se a velocidade de formação de SO 3 é de 2 mol m -3 s -1, então as velocidades de desaparecimento de SO 2, de
QUÍMICA. Transformações Químicas. Sistemas Gasosos Lei, Teoria Cinética, Equação e Mistura dos Gases Princípio de Avogadro Parte 4
QUÍMICA Transformações Químicas Sistemas Gasosos Lei, Teoria Cinética, Equação e Mistura dos Gases Parte 4 Prof a. Giselle Blois Dúvida: O ar é um gás?! Resposta: Não, o ar é uma MISTURA DE GASES. Composição:
Oxidação térmica e processos PECVD
5 Oxidação térmica e processos PECVD 2012 5.1. Introdução Contexto (das aulas) Contexto (nosso processo) 5.2. Oxidação Térmica do Silício 5.3. Deposição de SiO 2 por PECVD 1 Contexto da aula Obtenção de
P1 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 31/03/07
1 - ROVA DE QUÍMICA GERAL 31/03/07 Nome: GABARITO Nº de Matrícula: Turma: Assinatura: Questão Valor Grau Revisão 1 a,5 a,5 3 a,5 4 a,5 Total 10,0 Dados R 0,081 atm L mol -1 K -1 T (K) T ( C) + 73,15 1
Cinética de Reação. Introdução. PMT Físico-Química para Metalurgia e Materiais II - Neusa Alonso-Falleiros 1
Cinética de Reação Introdução PMT2306 - Físico-Química para Metalurgia e Materiais II - Neusa Alonso-Falleiros 1 Cinética das Reações: Introdução Físico-Química Termodinâmica: composição final do sistema
Capítulos 7 e 8 SOLIDIFICAÇÃO E DIFUSÃO ATÓMICA EM SÓLIDOS
Capítulos 7 e 8 SOLIDIFICAÇÃO E DIFUSÃO ATÓMICA EM SÓLIDOS 1*. Considere a nucleação homogénea durante a solidificação de um metal puro. Sabendo que a energia livre de Gibbs de um agregado de átomos aproximadamente
INTRODUÇÃO À ELETROQUÍMICA Prof. Dr. Patricio R. Impinnisi Departamento de engenharia elétrica UFPR
INTRODUÇÃO À ELETROQUÍMICA Prof. Dr. Patricio R. Impinnisi Departamento de engenharia elétrica UFPR REAÇÕES ELETROQUÍMICAS Vamos inicialmente estudar estes sistemas para identificar os princípios fundamentais
DIFUSÃO. Conceitos Gerais
DIFUSÃO Conceitos Gerais CAPA Os tratamentos térmicos são um conjunto de operações que têm por objetivo modificar as propriedades dos aços e de outros materiais através de um conjunto de operações que
INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS METALÚRGICOS. Prof. Carlos Falcão Jr.
INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS METALÚRGICOS Prof. Carlos Falcão Jr. 2. PROCESSOS HIDROMETALÚRGICOS Ocorrem na interface entre as fases sólida e líquida Temperaturas entre 10 e 300ºC São divididos em diferentes
P4 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 28/11/09
P4 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 8/11/09 Nome: GABARITO Nº de Matrícula: Turma: Assinatura: Questão Valor Grau Revisão Dados gerais: 1 a,5 a,5 3 a,5 4 a,5 Total 10,0 G o = H o - T S o G = - n F E o RT E =
MODALIDADE EM2. 3 a Olimpíada de Química do Rio de Janeiro 2008 EM2 1 a Fase
MODALIDADE EM2 Leia atentamente as instruções abaixo: Esta prova destina-se exclusivamente aos alunos das 2 a séries do ensino médio. A prova contém dez questões objetivas, cada uma com cinco alternativas,
R: a) t r = 2,23 h b) nº bateladas = 7 c) N Rt = 179,4 kmol por dia
Reator batelada 1- Uma solução aquosa de acetato de etila deve ser saponificada com uma solução diluída de hidróxido de sódio. A concentração inicial de acetato é 5 g/l e a densidade de mistura reacional
Resolução do 2º Exame Final de Ciência de Materiais. Lisboa, 6 de Fevereiro de Resolução COTAÇÕES
Resolução do 2º Exame Final de Ciência de Materiais Lisboa, 6 de Fevereiro de 2010 Resolução COTAÇÕES Pergunta Cotação 1. (a) 0,50 1. (b) 0,50 1. (c) 0,50 2. (a) 1,00 2. (b) 1,00 2. (c) 1,00 2. (d) 0,50
a) Qual deverá ser o volume do PFR para converter 80% de A em fase líquida? Considerar alimentação a 44 L min -1 e C A0 = C B0 = 1 mol L -1
501) Um dado composto A se decompõe conforme a cinética enzimática de Michaelis-Menten,. Determine os parâmetros V máx e K M, considerando os dados experimentais a seguir. C A (kmol m -3 ) 0,1 0,01 0,005
Programa de Pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Materiais 1º semestre de Informações e instruções para a resolução da prova
Programa de Pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Materiais 1º semestre de 2014 Informações e instruções para a resolução da prova 1. A prova deve ser realizada sem consulta; 2. A duração da prova é
Química Geral e Inorgânica. QGI0001 Eng a. de Produção e Sistemas Prof a. Dr a. Carla Dalmolin. Eletroquímica
Química Geral e Inorgânica QGI0001 Eng a. de Produção e Sistemas Prof a. Dr a. Carla Dalmolin Eletroquímica Reações Redox Reações onde ocorre a transferência de elétrons entre átomos Fluxo de elétrons
CINÉTICA DE EVAPORAÇÃO DO ÓXIDO DE ZINCO. N. Duarte 1, W.B. Ferraz 2, A.C.S.Sabioni 3. Universidade Federal de Ouro Preto Ouro Preto, Brasil
CINÉTICA DE EVAPORAÇÃO DO ÓXIDO DE ZINCO N. Duarte 1, W.B. Ferraz 2, A.C.S.Sabioni 3 1 Departamento de Metalurgia / EM / UFOP Universidade Federal de Ouro Preto 35400-000 Ouro Preto, Brasil 2 Centro de
Catálise heterogênea. Catalisador sólido. Reação na interface sólido-fluido
Catálise heterogênea Catalisador sólido Reação na interface sólido-fluido Tipos de catalisadores Poroso: elevada área superficial Tipos de catalisadores Peneiras moleculares: capacidade de distinção entre
1ª Parte: Questões resolvidas
ANÁLISE ELEMENTAR QUANTITATIVA DISCIPLINA: QUÍMICA GERAL / TURMA: 1º ano Ensino Médio 1ª Parte: Questões resolvidas Nota: A massa molecular de um composto, pode ser calculada em função da densidade de
PMT AULAS 1 E 2 Augusto Camara Neiva. PMT Augusto Neiva
PMT3130 2017 - AULAS 1 E 2 Augusto Camara Neiva 1 2 3 4 AS AULAS NÃO SEGUIRÃO LINEARMENTE A APOSTILA HOJE: ELETROQUÍMICA 5 MOLÉCULA DE ÁGUA A molécula de água é polar e, portanto, a água pode alojar íons
P4 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 05/12/12
P4 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 05/12/12 Nome: GABARITO Nº de Matrícula: Turma: Assinatura: Questão Valor Grau Revisão 1 a 2,5 2 a 2,5 3 a 2,5 4 a 2,5 Total 10,0 Constantes e equações: 273,15 K = 0 C R = 0,0821
processo sub-produtos rejeitos matérias primas e insumos
processos de obtenção e purificação (refino) de metais e de elaboração de ligas metálicas, incluindo reciclagem de resíduos gerados nas operações industriais. matérias primas e insumos processo produtos
Tratamentos Térmicos
Tratamentos Térmicos Têmpera superficial Modifica a superfície: alta dureza superficial e núcleo mole. Aplicação: engrenagens Pode ser «indutivo» ou «por chama» Tratamentos Térmicos Têmpera superficial
Quí. Monitor: Marcos Melo
Professor: Xandão Monitor: Marcos Melo Específicas: Cinética Química 27 nov EXERCÍCIOS DE AULA 1. A água oxigenada H 2O 2 (aq) se decompõe, produzindo água e gás oxigênio, de acordo com a equação: H 2O
Semicondutores são materiais cuja condutividade elétrica se situa entre os metais e os isolantes
Semicondutores Semicondutores são materiais cuja condutividade elétrica se situa entre os metais e os isolantes Semicondutor intrínseco é um semicondutor no estado puro. À temperatura de zero graus absolutos
ESTUDO DA CORROSÃO DO Al RECICLADO DA INDÚSTRIA DE BEBIDAS
ESTUDO DA CORROSÃO DO Al RECICLADO DA INDÚSTRIA DE BEBIDAS T. SILVA 1, D. MIRANDA 1, G. ALVES 3, O.L ROCHA 2, J.C. CARDOSO FILHO 1 1 Universidade Federal do Pará/ Laboratório de Corrosão 2 Instituto Federal
Físico-Química Farmácia 2014/02
Físico-Química Farmácia 2014/02 1 2 Aspectos termodinâmicos das transições de fase A descrição termodinâmica das misturas Referência: Peter Atkins, Julio de Paula, Físico-Química Biológica 3 Condição de
Material de Apoio a Exames. Física e Química A. 11º Ano
MOD_SCI59 Material de Apoio a Exames Física e Química A 11º Ano Exame 2 ESJR - uma escola presente a pensar no futuro! www.esc-joseregio.pt Escola com Contrato de Autonomia [email protected]
Difusão em Sólidos TM229 - DEMEC Prof Adriano Scheid
Difusão em Sólidos TM229 - DEMEC Prof Adriano Scheid O que é Difusão? É o fenômeno de transporte de material pelo movimento de átomos. Importância? Diversas reações e processos que ocorrem nos materiais
Colégio Avanço de Ensino Programado
α Colégio Avanço de Ensino Programado Trabalho Bimestral 1º Semestre - 1º Bim. /2016 Nota: Professor (a): Cintia Disciplina: Química Turma: 3ª Série Médio Nome: Nº: Atividade deverá ser entregue em pasta
Programa de Pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Materiais 2º semestre de Informações e instruções para a resolução da prova
Programa de Pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Materiais 2º semestre de 2014 Informações e instruções para a resolução da prova 1. A prova deve ser realizada sem consulta; 2. A duração da prova é
IX OSEQUIM - Olimpíada Sergipana de Química 2ª Etapa - Modalidade B
Bom dia aluno! Está é a prova da segunda etapa da IX OSEQUIM, Olimpíada Sergipana de Química, modalidade B, para alunos que se encontram cursando o 2º. Ano do ensino médio em 2015. Confira se a sua prova
peneira abertura Peneiramento Pó A Pó B # μm Intervalos % % #
Lista de exercícios Ao produzir uma peça de pó de ferro de diâmetro 20mm e altura 20mm, numa prensa de dupla ação, qual a densidade obtida na linha neutra da peça quando a força aplicada era de 18,8 toneladas.
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA - EEL. Prof. Geronimo
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA - EEL Prof. Geronimo BALANÇO MATERIAL EM PROCESSOS COM REAÇÃO QUÍMICA Mecanismos responsáveis pela variação da massa no interior dos sistemas: Fluxos
SEM534 Processos de Fabricação Mecânica. Aula: Materiais e Vida da Ferramenta
SEM534 Processos de Fabricação Mecânica Aula: Materiais e Vida da Ferramenta Materiais para Ferramenta Propriedades desejadas: Dureza a Quente Resistência ao desgaste Tenacidade Estabilidade química Evolução
TRANSPORTE DE MASSA. Alda Simões CEQ / MEF / 2015
Livro de apoio: Christie Geankoplis, Transport Processes and Unit Operations, 3rd ed, 1993, Prentice Hall, cap 6 TRANSPORTE DE MASSA CEQ / MEF / 2015 Alda Simões Transporte molecular de massa Lei de Fick
Universidade Estadual de Ponta Grossa Departamento de Engenharia de Materiais Disciplina: Ciência dos Materiais 1. Introdução
Universidade Estadual de Ponta Grossa Departamento de Engenharia de Materiais Disciplina: Ciência dos Materiais 1 Introdução 1º semestre / 2016 204072: Ciência dos Materiais 1 Objetivo da disciplina...
CORROSÃO ATMOSFÉRICA. É extremamente dependente das condições no local de exposição.
CORROSÃO ATMOSFÉRICA Ocorre sob um filme fino de eletrólito adsorvido à superfície do metal É extremamente dependente das condições no local de exposição. CORROSÃO ATMOSFÉRICA Classificação das atmosferas:
METAIS COMO CATALIZADORES METAIS AMBIENTE E VIDA
METAIS COMO CATALIZADORES METAIS AMBIENTE E VIDA Se somarmos as duas equações, a equação global é O bromo não se consome na reacção, sendo regenerado indefinidamente 2 Decomposição do peróxido de hidrogénio
P1 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 04/04/08
P1 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 04/04/08 Nome: GABARITO Nº de Matrícula: Turma: Assinatura: Questão Valor Grau Revisão 1 a,5 a,5 3 a,5 4 a,5 Total 10,0 Dados R = 0,081 atm L mol -1 K -1 T (K) = T ( C) + 73,15
10 testes - GABARITO. Estrutura Atômica e Ligação Interatômica
10 testes - GABARITO Estrutura Atômica e Ligação Interatômica 1) Calcule o número de átomos de Cu em um cilindro de cobre maciço com 1 m de altura e 1 m de diâmetro. densidade do Cu = 8,9 g/cm ; massa
PMT 2420 Metalurgia Geral
PMT 2420 Metalurgia Geral Metalurgia Metalurgia Extrativa Extração e refino de metais e ligas Metalurgia Física Relaciona estrutura interna dos metais com suas propriedades Metalurgia de Transformação
INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS METALÚRGICOS. Prof. Carlos Falcão Jr.
INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS METALÚRGICOS Prof. Carlos Falcão Jr. Sucatas de ferro (componentes desgastados, quebrados) também servem como matériaprima. INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS METALÚRGICOS 1) Matérias-primas
2. Num capilar de vidro, a água sobe enquanto o mercúrio desce. Porquê? 3. O que entende por surfactante e por concentração micelar crítica?
Perguntas e Problemas retirados de Testes anteriores Cap. 1 1. Esboce e explique o diagrama de energia potencial de uma molécula de O2 em função da distância a uma superfície de tungsténio (W), sabendo
PMT CORROSÃO E PROTEÇÃO DOS MATERIAIS
2.5 Tipos de corrosão: generalizada Detalhes: Perda de massa efeito dos produtos de corrosão: polarização e despolarização das reações parciais efeito do aumento da área morfologia da corrosão generalizada
Aços Alta Liga Resistentes a Corrosão IV
Aços Alta Liga Resistentes a Corrosão IV Muitos casos são importantes para estimar ou mesmo para calcular a composição química do metal de solda antecipadamente. Se o metal de base e o metal de enchimento
Capítulo 14 EQUILÍBRIO QUÍMICO
Capítulo 14 EQUILÍBRIO QUÍMICO PROBLEMAS Abordagem do Equilíbrio 14.1 Pretende-se estabelecer o seguinte equilíbrio: FeO(s) + CO(g) Fe(l) + CO 2 (g). Quais das seguintes combinações não reagiriam quando
Equação de Clausius-Clapeyron
Equação de Clausius-Clapeyron G = G G + dg = G + dg dg = dg V dp - S d = V dp - S d (V - V )dp = (S - S )d VdP = Sd Aplicar Clausius-Clapeyron para transformações: sólido = líquido e dp d S V líquido =
DRAFT. Química CONCURSO PETROBRAS. Questões Resolvidas TÉCNICO(A) DE OPERAÇÃO JÚNIOR. Produzido por Exatas Concursos
CONCURSO PETROBRAS TÉCNICO(A) DE OPERAÇÃO JÚNIOR Química Questões Resolvidas QUESTÕES RETIRADAS DE PROVAS DA BANCA CESGRANRIO Produzido por Exatas Concursos www.exatas.com.br rev.3a Índice de Questões
Aula 01: Introdução à Metalurgia
Disciplina : - MFI Professor: Guilherme Ourique Verran - Dr. Eng. Metalúrgica Fundamentos da Metalurgia Introdução à Fundamentos da Metalurgia O que é Metalurgia? Metalurgia é o ramo da Engenharia dos
UDESC 2017/2 QUÍMICA. Comentário
QUÍMICA Sólido: volume definido; forma definida. Líquido: volume definido; forma variável. Gasoso: volume variável; forma variável. 1 e resolução SiC 4 + 2 Mg Si + 2 MgC 2 170,1 g + 48,6 g 28,1 g Massa
COTAÇÕES. Universidade Técnica de Lisboa. Instituto Superior Técnico. Ciência de Materiais Repescagem 1º Teste (30.Janeiro.2012)
Universidade Técnica de Lisboa Instituto Superior Técnico Ciência de Materiais Repescagem 1º Teste (30.Janeiro.2012) COTAÇÕES Pergunta Cotação 1. (a) 0,50 1. (b) 0,50 1. (c) 0,50 2. (a) 0,50 2. (b) 0,50
1) Monóxido de carbono é um gás inodoro, incolor e muito tóxico. Um método para
1) Monóxido de carbono é um gás inodoro, incolor e muito tóxico. Um método para determinar sua concentração no ar consiste em fazê-lo reagir, completamente, com pentóxido de di-iodo, a temperaturas entre
PMT CORROSÃO E PROTEÇÃO DOS MATERIAIS
Corrosão em Fresta Abertura estreita junções: gaxetas, parafusos depósitos; produtos aderidos Materiais passivos Al; Ti Exemplo: liga 825 (44Ni-22Cr- 3Mo-2Cu) - água do mar 6 meses Trocador de calor com
P4 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 03/12/05
P4 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 03//05 Nome: GABARITO Nº de Matrícula: Turma: Assinatura: Questão Valor Grau Revisão a,5 a,5 3 a,5 4 a,5 Total 0,0 Constantes e equações: R = 0,08 atm L mol - K - = 8,34 J
Lista de exercícios Equilíbrio Químico
Lista de exercícios Equilíbrio Químico Ludmila Ferreira e Eliane de Sá Cavalcante Problema 1 (OCQ - 2011) O sulfato de cobre pode ser reduzido pelo oxigênio gasoso, para obtenção do metal. Cu 2 S (s) +
OSASCO-COLÉGIO DA POLÍCIA MILITAR
OSASCO-COLÉGIO DA POLÍCIA MILITAR ASSESSORIA TÉCNICA Processo Avaliativo 1º Bimestre/2015 Disciplinas: Química 2ª série EM Nome do aluno Nº Turma A lista de exercícios abaixo, consta de 33 questões diversas,
Caldeiras Flamotubulares. Não apropriadas para combustíveis sólidos
Reações Químicas Caldeiras Flamotubulares Não apropriadas para combustíveis sólidos Caldeiras Aquatubulares Ciclo Termodinâmico de Geração de Eletricidade Combustíveis Todo material que pode ser queimado
Exercícios Fotocopiáveis
Exercícios Fotocopiáveis Unidade 1 1. O número de mol de átomos de oxigénio, O, presentes numa amostra de hematite, Fe 2 O 3, é 6. A massa da amostra e a percentagem de ferro nesta mesma amostra é: (A)
PMT CORROSÃO E PROTEÇÃO DOS MATERIAIS
2.5 Tipos de corrosão: generalizada Detalhes: Perda de massa efeito dos produtos de corrosão: polarização e despolarização das reações parciais efeito do aumento da área morfologia da corrosão generalizada
Perguntas e Problemas retirados de Testes anteriores
Perguntas e Problemas retirados de Testes anteriores 1. Esboce e explique o diagrama de energia potencial de uma molécula de O2 em função da distância a uma superfície de tungsténio (W), sabendo que ocorre
METALURGIA EXTRATIVA DOS NÃO FERROSOS
METALURGIA EXTRATIVA DOS NÃO FERROSOS PMT 2509 PMT 3409 Flávio Beneduce SEPARAÇÃO MAGNÉTICA SEPARAÇÃO MAGNÉTICA SEPARAÇÃO ELETROSTÁTICA Baseia-se nas diferenças de algumas de suas propriedades, tais como:
Lista de Cálculo de reatores não isotérmicos
Lista de Cálculo de reatores não isotérmicos 1- Uma reação elementar deve ocorrer adiabaticamente em fase líquida e sob alta pressão. Calcule os volumes de um CSTR e de um PFR necessários para processar
P1 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 18/09/04
P1 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 18/09/0 Nome: Nº de Matrícula: GABARITO Turma: Assinatura: Questão Valor Grau Revisão 1 a,5 a,5 3 a,5 a,5 Total 10,0 Dados R = 0,081 atm L mol -1 K -1 K = C + 73,15 1 atm
Universidade Federal do Espírito Santo Projeto Pedagógico de Curso Engenharia Civil ano 2007 DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL CENTRO TECNOLÓGICO
UFES DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL CENTRO TECNOLÓGICO DISCIPLINA Código Denominação Carga Horária Semestral Cr. Nat. CIV QUÍMICA APLICADA À ENGENHARIA CIVIL T: 45 h, L: 30 h, E: 0 h 5 OBR OBJETIVO DA
TM373 Seleção de Materiais Metálicos
Universidade Federal do Paraná Setor de Tecnologia Departamento de Engenharia Mecânica TM373 Seleção de Materiais Metálicos Seleção de materiais atendendo a requisitos da superfície: Resistência ao Desgaste
PMT2305 FÍSICO-QUÍMICA PARA METALURGIA E MATERIAIS I. PMT Físico-Química para Metalurgia e Materiais I - Neusa Alonso-Falleiros 1
PMT2305 FÍSICO-QUÍMICA PARA METALURGIA E MATERIAIS I PMT 2305- Físico-Química para Metalurgia e Materiais I - Neusa Alonso-Falleiros 1 PMT 2305 Físico-Química para Metalurgia e Materiais I INTRODUÇÃO Físico-Química
Anexo 1. Tabela de constantes. g = 10 m s -2. Velocidade de propagação da luz no vácuo c = 3, m s -1
Anexo 1 Tabela de constantes Velocidade de propagação da luz no vácuo c = 3,00 10 8 m s -1 Módulo da aceleração gravítica de um corpo junto à superfície da Terra g = 10 m s - Constante de gravitação universal
Química. A) Considerando-se que o pk a1 é aproximadamente 2, quais os valores de pk a2 e pk a3?
Química 01. O gráfico a seguir representa a variação do ph de 50 ml de uma solução aquosa de um ácido H 3 X em função do volume de NaOH 0,30 moll -1 adicionado. A) Considerando-se que o pk a1 é aproximadamente
