Trabalho de Termodinâmica:
|
|
|
- Kléber Custódio Carlos
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Trabalho de Termodinâmica: Grupo 7: Alice Toledo de Castro Eduardo Gonçalves Perissé Filipe De Paula Lopes A Gian Coelho Rafaela Abreu Campos Ramon Dutra Professora: Zélia Maria da Costa Ludwig
2 Introdução Quando um material é exposto a uma variação de temperatura, podem ocorrer mudanças químicas ou físicas em sua estrutura, dependendo se o calor térmico é maior ou menor que as energias de ligação. Estas alterações podem ser úteis industrialmente, como, por exemplo, levando a uma melhoria de processos de moldagem, transporte e conservação. Porém, as mudanças de temperatura também podem gerar deterioração e queima do material. Desta forma, o conhecimento do comportamento dos efeitos resultantes da alteração da temperatura se mostra importante para diversas finalidades. Diante desta necessidade de conhecimento das propriedades, ao longo dos anos foram sendo desenvolvidos métodos de análise térmica. De acordo com a Confederação Internacional de Análise Térmica e Calorimetria (ICTAC), análise térmica pode ser definida como: Um grupo de técnicas nas quais uma propriedade física de uma substância e/ou seus produtos de reação é medida como função da temperatura, enquanto a substância é submetida a um programa controlado de temperatura. Analisando esta definição, percebe-se que há três critérios que devem ser satisfeitos para que uma técnica térmica possa ser considerada uma como termoanalítica: 1- uma propriedade física deve ser medida; 2- a medida deve ser expressa como função da temperatura; 3- esta medida deve ser feita sob um programa controlado de temperatura. As análises térmicas são interdisciplinares, sendo importantes em vários setores, dentre os quais podemos destacar: Química, Metalurgia, Cerâmica, Geologia, Mineralogia, e Oceanografia, Botânica, Agronomia, Ecologia, Tecnologia em Química e Tecnologia de Alimentos. As principais técnicas difundidas e utilizadas são: análise termogravimétrica (TGA), termogravimetria derivada (DTG), análise térmica diferencial (DTA), calorimetria exploratória diferencial (DSC), análise termomecânica (TMA), análise dinâmico-mecânica (DMA), análise de gás envolvido (EGA) e Termoptometria. A tabela abaixo apresenta estas técnicas, juntamente com a propriedade medida em cada uma e suas respectivas aplicações. Técnica Sigla Propriedade medida Usos Análise Termogravimétrica TGA Massa Decomposição Termogravimetria Derivada DTG Massa Análise Térmica Diferencial DTA Temperatura Desidratação Oxidação Mudanças de fase Reações Calorimetria Exploratória Diferencial DSC Entalpia Capacidade de calor Mudança de fase Reações Calorimetria Análise Termomecânica TMA Deformação Mudanças mecânicas Expansão Análise Dinâmico-Mecânica DMA Propriedades Mecânicas Mudança de fase Cura de polímero Análise de gás envolvido EGA Gases Decomposição
3 Catálise e reação de superfície Termoptometria - Ótica Mudança de fase Reações de superfície Mudanças de coloração Este trabalho irá abordar três destas técnicas: a análise termogravimétrica (TGA), a análise térmica diferencial (DTA) e a calorimetria exploratória diferencial (DSC). Análise Termogravimétrica (TGA) Definição: A análise termogravimétrica pode ser definida como a técnica termoanalítica que acompanha a variação da massa da amostra (perda e/ou ganho de massa), em função da programação de temperatura. Instrumentação: Pode-se dizer que o equipamento da TGA é composto basicamente pela termobalança. Este equipamento pode mudar algumas de suas configurações, dependendo do fabricante, mas seu principio de funcionamento permanece o mesmo. Assim, a termobalança é um instrumento que permite a pesagem contínua de uma amostra em função da temperatura, ou seja, a medida que ela é aquecida ou resfriada. Os principais componentes de uma termobalança são: balança registradora, forno, suporte de amostra, sensor de temperatura, programador de temperatura do forno, sistema registrador e controle da atmosfera do forno. A Figura abaixo representa um diagrama de um equipamento de termogravimetria genérico.
4 Fatores que afetam as análises de TGA: Os fatores mais comuns que podem afetar as medidas de TGA estão representados na tabela abaixo. Fatores Instrumentais Razão de aquecimento do forno Velocidade de registro (papel) Atmosfera do forno Geometria do suporte de amostra Sensibilidade da balança Composição do suporte de amostra Fatores da Amostra Quantidade de amostra Solubilidade dos gases envolvidos Tamanho das partículas e calor de reação Empacotamento da amostra Natureza da amostra Condutividade térmica Entretanto há diversos outros fatores que podem provocar tais alterações, razão pela qual se deve reportar o maior número possível de detalhes quanto ao experimento realizado, incluindo informações sobre o histórico da amostra, sempre que possível. Exemplos de curvas de TGA:
5 Dada uma curva termogravimétrica, podemos tirar várias informações sobre o material analisado: - Xs é a massa inicial e permanece estável entre os pontos 1 e 2, e Ys a massa final que permanece estável a partir do ponto 3. - No ponto 2 inicia-se a decomposição térmica de Xs, liberando Zg. - No ponto 3 acaba a decomposição térmica de Xs, restando Ys, termicamente estável. - A linha T, extrapola a curva de reação. - Extrapolando as linhas de base e a linha T, podemos obter os pontos Tonset e Tendset, definidos como início e fim do evento térmico. - Entre os patamares dos pontos 1, 2,3 e 4 temos a quantidade de massa desprendida da amostra na reação. Aplicações da Termogravimetria: A análise termogravimétrica pode ser aplicada principalmente em: 1- Estudo da decomposição térmica de substâncias orgânicas, inorgânicas e dos mais variados tipos de materiais como: minerais, minérios, carvão, petróleo, madeira, polímeros, alimentos, materiais explosivos etc. 2-Estudos sobre corrosão de metais em atmosferas controladas, em faixas muito amplas de temperatura. 3-Estudos sobre a velocidade de destilação e evaporação de líquidos, e de sublimação de sólidos. 4-Propriedades magnéticas como temperatura Curie e suscetibilidade magnética. Análise Térmica Diferencial (DTA) Definição:
6 A Análise Térmica Diferencial pode ser definida como a técnica que determina continuamente a diferença entre as temperaturas da amostra e de um material de referência termicamente inerte, à medida que ambos vão sendo aquecidos ou resfriados em um forno. Estas medições de temperatura são diferenciais, pois registra-se a diferença entre a temperatura de referência Tr, e a da amostra Ta, ou seja (Tr-Ta= T), em função da temperatura ou do tempo, dado que o aquecimento o aquecimento ou resfriamento são sempre feitos em ritmo linear (dt/dt=cte). A técnica fundamental, hoje utilizada em DTA pode ser assim resumida: Em um forno aquecido eletricamente coloca-se um suporte ou bloco dotado de duas cavidades (câmaras, células) idênticas e simétricas. Em cada uma destas cavidades, coloca-se a junção de um termopar; a amostra é colocada em uma das câmaras, e na outra é colocada à substância inerte, cuja capacidade térmica seja semelhante a da amostra. Tanto a amostra como o material de referência são aquecidos linearmente, e a diferença de temperatura entre ambos ΔT = (Tr Ta), é registrado em função da temperatura do forno ou do tempo. Instrumentação: A seguir está representado um equipamento genérico utilizado na Análise Térmica Diferencial (DTA). Fatores que afetam as análises de DTA: Os fatores mais comuns que podem afetar as medidas de DTA estão representados na tabela abaixo. Fatores Instrumentais Taxa de aquecimento Características da Amostra Natureza da amostra
7 Atmosfera do forno Geometria do forno e porta amostra Quantidade da amostra Tamanho da partícula Densidade de empacotamento Condutividade térmica Calor específico Exemplo de uma curva de DTA: Legenda: Curva de aquecimento: a) quando não ocorre nenhum evento térmico; b) quando ocorre processo exotérmico; c) idem b, porém para sistema térmico diferencial; d) quando ocorre processo endotérmico; e) idem d, porém para sistema térmico diferencial. Aplicações da Análise Térmica Diferencial:
8 Inicialmente suas aplicações praticamente se restringiram à solução de problemas relacionados com cerâmica, metalurgia, edafologia (estudo dos solos com vistas ao cultivo) e geologia. Atualmente a lista de aplicações cresceu rapidamente, de modo que hoje se pode afirmar que a análise térmica diferencial constitui valiosa fonte de informações em todos os setores da química. Calorimetria Exploratória Diferencial (DSC) Definição: A Calorimetria Exploratória Diferencial (DSC) pode ser definida como técnica na qual medese a diferença de energia (entalpias) fornecida à substância e a um material referência, em função da temperatura enquanto a substância e o material de referência são submetidos a uma programação controlada de temperatura. De acordo com o método de medição utilizado, há duas modalidades: calorimetria exploratória diferencial com compensação de potência e calorimetria exploratória diferencial com fluxo de calor. A primeira é um arranjo no qual a referência e amostra são mantidas na mesma temperatura, através de aquecedores elétricos individuais. A potência dissipada pelos aquecedores é relacionada com a energia envolvida no processo endotérmico ou exotérmico. Já na DSC por Fluxo de Calor, o arranjo mais simples é aquele no qual a amostra e a referência, contidas em seus respectivos suportes de amostra, são colocadas sobre um disco de metal. A troca de calor entre o forno e a amostra ocorre preferencialmente pelo disco. Embora os dois sistemas forneçam informações diferentes, por meio de calibrações adequadas realizadas, é possível obter resultados semelhantes. Instrumentação: A Figura abaixo ilustra um esquema dos equipamentos genéricos das técnicas de DSC descritas.
9 a)dsc com fluxo de calor; b) DSC com compensação de potência. Fatores que afetam as análises de DSC: Os principais fatores que afetam as curvas de DSC podem ser vistos na tabela abaixo. Fatores Instrumentais Taxa de aquecimento Atmosfera do forno Tipo de cápsula Material da cápsula Características da Amostra Massa da amostra Forma da amostra (corpo único, pó, fibras e em pasta) Natureza da amostra Condutividade Térmica Exemplos de curvas de DSC:
10
11 Legenda: - Evento 1: grande desvio da linha de base no início do experimento (geralmente endotérmico). - Evento 2: transições a 0 C. - Evento 3: aparente fusão associada a fusão vítrea. - Evento 4: pico exotérmico durante aquecimento antes da temperatura de decomposição. - Evento 5: alteração da linha de base após picos endotérmicos ou exotérmicos. - Evento 6: picos endotérmicos agudos durante reações exotérmicas. Aplicação de Curvas de DSC: 1-Larga aplicação na indústria farmacêutica para teste de pureza de amostras de fármacos. 2-Método preferencial para Análises térmicas quantitativas 3-Pode ser usado para investigar sólidos compactos (granulados, componentes, moldes, etc.) assim como plásticos, borrachas, resinas ou outros materiais orgânicos, cerâmicas, vidros, compósitos, metais, materiais de construção, pós como fármacos ou minerais, fibras, tecidos amostras viscosas como pastas, cremes ou gel, líquidos. Principais diferenças e semelhanças entre DTA e DSC: O termo Calorimetria Exploratória Diferencial (DSC) tem tornado uma fonte de confusão em Análise térmica. Essa confusão é compreensível por que existem vários tipos de instrumentos inteiramente diferentes que usam o mesmo nome. Além disso, as técnicas de Calorimetria Exploratória Diferencial e de Análise térmica Diferencial são também confundidas pela semelhança em relação ao tipo de resultado obtido. Apesar disso, é importante destacar que essas técnicas são, sim, distintas. Na Análise térmica Diferencial (DTA) é medida a diferença de temperatura entre a amostra e o material de
12 referência inerte (ΔT = T a T r ). Já na DSC o parâmetro medido é a diferença de energia (entalpia). Em todos os aspectos a curva DSC parece muito semelhante à curva DTA exceto a unidade do eixo da ordenada. Como na DTA, a área do pico da curva DSC é diretamente proporcional à mudança de entalpia. A equação que mostra essa proporcionalidade é a seguinte: A = ΔH.m Com k independente da temperatura k A diferença básica entre os instrumentos de DTA e DSC e entre as curvas de cada uma das técnicas é mostrada na figura abaixo. Há algumas aplicações semelhantes das técnicas de Calorimetria Exploratória Diferencial (DSC) e de Análise Térmica Diferencial (DTA), são estas: Alívio de tensões; Análises de copolímeros e blendas; Catálises; Capacidade calorífica; Condutividade térmica; Controle de qualidade; Determinação de pureza; Entalpia das transições; Estabilidade térmica e oxidativa; Grau de cristalinidade; Intervalo de fusão;
13 Nucleação; Transição vítrea; Transições mesofase; Taxas de cristalização e reações Diagramas de fase. Conclusão Através deste trabalho é possível perceber as dezenas de aplicações permitidas pelas análises térmicas e as diferentes técnicas que podem ser usadas, cada uma focando em um tipo de propriedade física a ser analisada. Além de aplicação físico-química, as análises térmicas são amplamente utilizadas na área industrial, permitindo um controle na qualidade de materiais. Isto permite que essas técnicas sejam utilizadas em diversas áreas, como: engenharia de materiais, engenharia mecânica, física, química e na área farmacêutica (identificação de pureza e integridade de substâncias, bem como sua qualidade). Referências Bibliográficas IONASHIRO, M. Giolito: Fundamentos da Termogravimetria, Análise Térmica Diferencial, Calorimetria Exploratória Diferencial. São Paulo: Giz, Princípios e Aplicações de Análise Térmica Trabalho de Gabriela Bueno Denari e Éder Tadeu Gomes Cavalheiro, São Carlos, Julho/Agosto 2012.
ANÁLISE TÉRMICA Sumário
ANÁLISE TÉRMICA Sumário 1- Conceito 2- Tipos de métodos térmicos Princípios gerais de cada método Instrumentação Aplicações Conceito Análise Térmica é um termo que abrange um grupo de técnicas nas quais
Técnicas de Análises Térmicas (Thermal Analysis - TA) de Materiais
Técnicas de Análises Térmicas (Thermal Analysis - TA) de Materiais TG Termogravimetria DTA Análise Térmica Diferencial DSC Calorimetria Diferencial de Varredura Métodos de análises térmicas Análise térmica
Análise Térmica Diferencial (DTA) Calorimetria Exploratória Diferencial (DSC)
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais Análise Térmica Diferencial (DTA) Calorimetria Exploratória Diferencial (DSC) APLICAÇÃO DE MÉTODOS
Análises Térmicas. Sandra Maria da Luz
Análises Térmicas Sandra Maria da Luz Principais Técnicas Termoanalíticas 2 Áreas que utilizam a Análise Térmica polímeros alimentos catálise corrosão cerâmica metais engenharia civil farmacêutica inorgânica
Minicurso 2. TEMA: Técnicas analíticas instrumentais: Análise térmica (TG e DSC)
Minicurso 2. TEMA: Técnicas analíticas instrumentais: Análise térmica (TG e DSC) Técnicas de Análise Térmica Aplicadas a Materiais de Interesse Biotecnológico Prof a. Dr a. Izabel Riegel -Vidotti Departamento
APLICAÇÃO DE MÉTODOS TERMOANALÍTICOS AOS MATERIAIS PMT 5872
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais Calorimetria Exploratória Diferencial (DSC) APLICAÇÃO DE MÉTODOS TERMOANALÍTICOS AOS MATERIAIS PMT
Análises Térmicas dos Materiais
Análises Térmicas dos Materiais REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Princípios de análise instrumental. HOLLER, F. JAMES, Douglas A. Skoog, F. James Holler, Stanley R.:Tradução de Celio Pasquini (Coord.), Jarbas
É possível observar fenómenos de fusão, cristalização e outras
A análise térmica permite caracterizar materiais em termos das suas propriedades físico-químicas ao nível macromolecular É possível observar fenómenos de fusão, cristalização e outras transições de fase
Capítulo 31 Skoog (Princípios de Analise Instrumental)
Capítulo 31 Skoog (Princípios de Analise Instrumental) Conjunto de técnicas que permite avaliar a mudança nas propriedades físicas e químicas de uma amostra (ou de produtos), enquanto submetida a uma variação
9/10/2012. Análise termogravimétrica Princípios, potencialidades e exemplos. Estrutura da apresentação. Princípios. Modos de TGA
Análise termogravimétrica Princípios, potencialidades e exemplos António SANTOS SILVA Departamento de Materiais [email protected] Estrutura da apresentação Princípios Modos de TGA Fatores que afetam os resultados
Comportamento Térmico dos Polímeros Parte 2
Universidade de São Paulo USP Escola de Engenharia de Lorena - EEL Comportamento Térmico dos Polímeros Parte 2 Prof. Amilton Martins dos Santos Rafael Caetano J. P. Silva Eletronegatividade do substituinte
Calorimetria Exploratória Diferencial (DSC)
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais Calorimetria Exploratória Diferencial (DSC) APLICAÇÃO DE MÉTODOS TERMOANALÍTICOS AOS MATERIAIS PMT
APLICAÇÃO DE MÉTODOS TERMOANALÍTICOS AOS MATERIAIS PMT 5872
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais APLICAÇÃO DE MÉTODOS TERMOANALÍTICOS AOS MATERIAIS PMT 5872 Calendário de atividades 2 Mês Sab Dom
CALORIMETRIA. Prof. Harley P. Martins Filho. Microcalorimetria isotérmica
CLORIMETRI Prof. Harley P. Martins Filho Microcalorimetria isotérmica Uma de meio reacional é colocada em um banho termostatizado e o fluxo de calor entre e o banho é monitorado por um período de tempo.
Avaliação dos Fenômenos de Envelhecimento de Dutos Não Metálicos de Náilon 11 Aluno: Braulio Ferreira Orientador: José Roberto M.
Avaliação dos Fenômenos de Envelhecimento de Dutos Não Metálicos de Náilon 11 Aluno: Braulio Ferreira Orientador: José Roberto M. d Almeida 1 Resumo O envelhecimento do polímero consiste na sua mistura
Plasticos e Vidros para Construção
Materiais de Construção Plasticos e Vidros para Construção Autor: Eng.º José James Nicol s Maputo, Outubro de 2010 PLASTICOS Conteudo: 1. Introdução ao estudo do plástico: Definição; Fabricação; Classificação;
Variáveis APLICAÇÃO DE MÉTODOS TERMOANALÍTICOS AOS MATERIAIS PMT 5872
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais Análise Termogravimétrica I: Variáveis APLICAÇÃO DE MÉTODOS TERMOANALÍTICOS AOS MATERIAIS PMT 5872
Ciências dos materiais- 232
1 Ciências dos materiais- 232 1 a aula Apresentação do curso Características gerais nos materiais de engenharia. Quinta Quinzenal Semana par 10/02/2012 1 Professor: Luis Gustavo Sigward Ericsson Curso:
EFEITOS DA HISTÓRIA TÉRMICA NAS PROPRIEDADES DO POLÍMERO PET: UM EXPERIMENTO PARA ENSINO DE ANÁLISE TÉRMICA
Quim. Nova, Vol. 34, No. 10, 1825-1829, 2011 EFEITOS DA HISTÓRIA TÉRMICA NAS PROPRIEDADES DO POLÍMERO PET: UM EXPERIMENTO PARA ENSINO DE ANÁLISE TÉRMICA Gilbert Bannach e Glauco Lini Perpétuo Departamento
4 Resultados Experimentais
77 4 Resultados Experimentais As amostras soldadas de acordo com os parâmetros da tabela 3-2 do capítulo 3 foram submetidas aos ensaios mecânicos de tração e rigidez, análises térmicas (calorimetria diferencial
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA Lista Pré-Requisitos por Curso
Código Nome da Tipo Pré Requisito Curso: BAEQ ENGENHARIA QUIMICA Ano do Curriculo: 2010 Descrição da Estrutura: 2º SEMESTRE BA010903 FISICA II BA011004 CALCULO I BA010901 FISICA I BA010904 LABORATORIO
Curvas de aquecimento e diagrama de fases
Curvas de aquecimento e diagrama de fases PROF : JOSÉ LUCAS FÍSICA B Curvas de aquecimento Curva de aquecimento e resfriamento é o gráfico que mostra a variação de temperatura de uma amostra quando aquecida
ANÁLISE DE AMOSTRAS DE PETRÓLEO POR TERMOGRAVIMETRIA
ANÁLISE DE AMOSTRAS DE PETRÓLEO POR TERMOGRAVIMETRIA A sample analysis of oil by thermogravimetry MARCÍLIO PELICANO RIBEIRO Universidade Potiguar, Escola de Engenharias e Ciências Exatas. Universidade
FÍSICA E QUÍMICA A 10º ANO
DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS Planificação Anual FÍSICA E QUÍMICA A 10º ANO 2017 / 2018 1º Período - QUÍMICA Apresentação e divulgação de critérios 2 1. ELEMENTOS QUÍMICOS E SUA ORGANIZAÇÃO
3 Materiais e Métodos
66 3 Materiais e Métodos 3.1. Material Utilizado O material empregado neste trabalho foi o VESTAMID NRG 2101 (amarelo), um novo tipo de tubo fabricado em Poliamida 12, com cadeia longa, desenvolvido pela
Avaliação e melhoria no processo de injeção de PEAD
Avaliação e melhoria no processo de injeção de PEAD G.CORRÊA 1 e P. J. MELO 1 1 Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Departamento de Engenharia Química E-mail: [email protected] RESUMO
TERMODINÂMICA. Aula 2 Introdução à Termodinâmica Sistema Fase Substância Equilíbrio
TERMODINÂMICA Aula 2 Introdução à Termodinâmica Sistema Fase Substância Equilíbrio INTRODUÇÃO Ampla área de aplicação: organismos microscópicos aparelhos domésticos até veículos sistemas de geração de
FACULDADE SUDOESTE PAULISTA
FACULDADE SUDOESTE PAULISTA Ciência e Tecnologia de Materiais Prof. Msc. Patrícia Correa Revisão -Propriedades ópticas em materiais -Propriedades magnéticas -Metais -Cerâmicas -Polímeros Propriedades ópticas
Refrigeração e Ar Condicionado
Refrigeração e Ar Condicionado Câmaras Frigoríficas Filipe Fernandes de Paula [email protected] Departamento de Engenharia de Produção e Mecânica Faculdade de Engenharia Universidade Federal
Introdução. Definição
Introdução Definição O carvão vegetal é um subproduto florestal resultante da pirólise da madeira, também conhecida como carbonização ou destilação seca da madeira. É um método destrutivo. No processo
EFEITO DA TEMPERATURA NA DECOMPOSIÇÃO TÉRMICA DE RESÍDUOS PLÁSTICOS E DE BIOMASSA
EFEITO DA TEMPERATURA NA DECOMPOSIÇÃO TÉRMICA DE RESÍDUOS PLÁSTICOS E DE BIOMASSA 1. INTRODUÇÃO Danyellen Dheyniffer Monteiro Galindo Universidade Estadual Paulista (UNESP), Rio Claro (SP) Departamento
MOLDAGEM ROTACIONAL ROTOMOLDAGEM
MOLDAGEM ROTACIONAL OU ROTOMOLDAGEM Rotomoldagem Vantagens Custo do molde relativamente baixo; Possibilidade de produzir peças de grande volume; Não gera tensões internas na peça; Facilidade nas substituições
DA ESTABILIDADE TÉRMICA DE ÓLEOS VEGETAIS
ESTUDO DA ESTABILIDADE TÉRMICA DE ÓLEOS VEGETAIS Cheila Gonçalves Mothé 1 Denise ZaldenandoCorreia 2 RESUMO Lipídeos são formados por ésteres de glicerol e ácidos graxos. Os ácidos graxos são ácidos carboxílicos
DETERMINAÇÃO DO CALOR ESPECÍFICO DO ALUMÍNIO
DETERMINAÇÃO DO CALOR ESPECÍFICO DO ALUMÍNIO INTRODUÇÃO Equação de resfriamento de Newton Quando dois objetos, com temperaturas diferentes, são colocados em contato térmico, há transferência de calor do
DTA/DSC Endo EXO J.R.Matos,
DTA/DSC Endo EXO J.R.Matos, 2017 1 DETERMINAÇÃO DA CURVA DE AQUECIMENTO - T ANÁLISE TÉRMICA DIFERENCIAL - DTA CALORIMETRIA EXPLORATÓRIA DIFERENCIAL - DSC MEDIDAS DE VARIAÇÕES DE TEMPERATURA E DE ENERGIA
INTRODUÇÃO À QUÍMICA
INTRODUÇÃO À QUÍMICA O QUE É QUÍMICA? É a ciência que estuda a matéria, suas propriedades, transformações e interações, bem como a energia envolvida nestes processos. QUAL A IMPORTÂNCIA DA QUÍMICA? Entender
ENSAIOS TECNOLÓGICOS DE ARGILAS DA REGIÃO DE PRUDENTÓPOLIS-PR. Resumo: Introdução
ENSAIOS TECNOLÓGICOS DE ARGILAS DA REGIÃO DE PRUDENTÓPOLIS-PR Patrick Antonio Morelo (UNICENTRO), Luiz Fernando Cótica,Fabio Luiz Melquíades e Ricardo Yoshimitsu Miyahara (Orientador), e-mail: [email protected].
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CAMPUS RIO GRANDE INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CAMPUS RIO GRANDE INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL Aula 21 2 MEDIÇÃO DE TEMPERATURA COM TERMÔMETRO DE RESISTÊNCIA 3 As termoresistências
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO UFRJ INSTITUTO DE QUÍMICA IQG127. Termodinâmica
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO UFRJ INSTITUTO DE QUÍMICA IQG127 Termodinâmica Prof. Antonio Guerra Departamento de Química Geral e Inorgânica - DQI Energia e Trabalho Energia A capacidade de realizar
T v. T f. Temperatura. Figura Variação da viscosidade com a temperatura para materiais vítreos e cristalinos (CARAM, 2000).
7 ESTRUTURAS AMORFAS 7.1 Introdução Também chamadas de estruturas vítreas, as estruturas amorfas são formadas por arranjos atômicos aleatórios e sem simetria ou ordenação de longo alcance. Esse tipo de
Sumário. 1 Introdução: matéria e medidas 1. 2 Átomos, moléculas e íons Estequiometria: cálculos com fórmulas e equações químicas 67
Prefácio 1 Introdução: matéria e medidas 1 1.1 O estudo da química 1 1.2 Classificações da matéria 3 1.3 Propriedades da matéria 8 1.4 Unidades de medida 12 1.5 Incerteza na medida 18 1.6 Análise dimensional
c c podem ser eliminados e os dois calores específicos
ENERGIA INTERNA, ENTALPIA E CALORES ESPECÍFICOS DE SÓLIDOS E LÍQUIDOS Uma substância cujo volume específico (ou densidade) é constante é chamada de substância incompressível. Os volumes específicos de
Processo de soldagem: Os processos de soldagem podem ser classificados pelo tipo de fonte de energia ou pela natureza da união.
Soldagem Tipos de Soldagem Soldagem Processo de soldagem: Os processos de soldagem podem ser classificados pelo tipo de fonte de energia ou pela natureza da união. Tipos de Fontes Mecânica: Calor gerado
Campus de Ilha Solteira. Disciplina: Fenômenos de Transporte
Campus de Ilha Solteira CONCEITOS BÁSICOS B E VISCOSIDADE Disciplina: Fenômenos de Transporte Professor: Dr. Tsunao Matsumoto INTRODUÇÃO A matéria de Fenômenos de Transporte busca as explicações de como
Estudo de cristalização de polímeros termoplásticos por DSC
Escola de Engenharia de Lorena Curso de Engenharia de Materiais Laboratório de Engenharia de Materiais Estudo de cristalização de polímeros termoplásticos por DSC Prof. Carlos Yujiro Shigue Introdução
CONCEITOS. Prof. Roberto Monteiro de Barros Filho. Prof. Roberto Monteiro de Barros Filho
CONCEITOS Materiais e Processos de Produção ESTRUTURA DA MATÉRIA ÁTOMOS PRÓTONS NÊUTRONS ELÉTRONS MOLÉCULAS ESTADOS DA MATÉRIA TIPO DE LIGAÇÃO ESTRUTURA (ARRANJO) IÔNICA COVALENTE METÁLICA CRISTALINO AMORFO
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CAMPUS RIO GRANDE INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CAMPUS RIO GRANDE INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL Aula 22 2 Os termistores são dispositivos semicondutores que apresentam uma variação
2. Considerando a figura dada na questão 2, explique a principal dificuldade de conformação da sílica fundida em relação ao vidro de borosilicato.
Lista de Exercícios Materiais Cerâmicos 1. Num vidro, a deformação pode ocorrer por meio de um escoamento isotrópico viscoso se a temperatura for suficientemente elevada. Grupos de átomos, como por exemplo
Engenharia e Ciência dos Materiais II. Prof. Vera Lúcia Arantes
Engenharia e Ciência dos Materiais II Prof. Vera Lúcia Arantes [Lee, 1994:35] Sinterização: definição e força motriz Sinterização pode ser definida como a remoção dos poros de uma peça cerâmica, previmanete
SÉRIE: MANUAIS DE PRÓTESE ODONTOLÓGICA
SÉRIE: MANUAIS DE PRÓTESE ODONTOLÓGICA MOZAR MARTINS DE SOUZA MANUAL DE LIGAS FUNDIÇÃO E SOLDAGEM SÉRI E: MANUAIS DE PRÓTESE ODONTOLÓGI CA 2 ÍNDICE Manual técnico de ligas dentais O padrão Fabricação da
SECAGEM E TAMISAÇÃO MOAGEM - ETAPAS NA PREPARAÇÃO DOS PÓS: 1. operações preliminares (SECAGEM) 2. operações principais (moagem)
SECAGEM E TAMISAÇÃO Lembrando MOAGEM - ETAPAS NA PREPARAÇÃO DOS PÓS: 1. operações preliminares (SECAGEM) 2. operações principais (moagem) 3. operações acessórias (TAMISAÇÃO) TAMISAÇÃO NA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA
Termoquímica Entalpia e Lei de Hess
Química Geral e Inorgânica QGI0001 Eng a. de Produção e Sistemas Prof a. Dr a. Carla Dalmolin Termoquímica Entalpia e Lei de Hess Sistemas a Pressão Constante Quando o volume do sistema não é constante,
TEM701 Termodinâmica dos Materiais
Universidade Federal do Paraná Setor de Tecnologia Departamento de Engenharia Mecânica TEM701 Termodinâmica dos Materiais Introdução Histórica Prof. Rodrigo Perito Cardoso Onde estamos Introdução histórica.
Prova escrita de: 2º Exame de Ciência de Materiais. Lisboa, 14 de Julho de Resolução
Prova escrita de: 2º Exame de Ciência de Materiais Lisboa, 14 de Julho de 2008 Resolução 1. Um determinado latão, cujo módulo de Young é MPa, apresenta uma tensão de cedência de 345MPa. (a) Considerando
precisamente monitorados.
NR 14 - FORNOS Os fornos industriais são produzidos em diferentes modelos para atender às necessidades das indústrias, seja para produção de alimentos ou aquecimento de materiais. No setor de alimentos
Sinterização 31/8/16
Sinterização 31/8/16 Fluxograma geral do processamento de cerâmicas Matérias - primas caracterizadas Cálculos e dosagem Mistura Conformação Secagem Queima Acabamento Inspeção reações preliminares sinterização
ESTUDO DIRIGIDO
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO - IFPE CAMPUS GARANHUNS CURSO TÉCNICO SUBSEQUENTE EM ELETROELETRÔNICA Disciplina: Instrumentação Industrial UNIDADE 2 Período Letivo: 2012.2
QUÍMICA. Transformações Químicas e Energia. Termoquímica: Energia Calorífica, Calor de reação, Entalpia, Equações e Lei de Hess - Parte 1
QUÍMICA Transformações Químicas e Energia Termoquímica: Energia Calorífica, Calor de reação, Entalpia, Equações e Lei de Hess - Parte 1 Prof ª. Giselle Blois Energia: é a capacidade de realizar trabalho
METAIS E LIGAS METÁLICAS
DEPARTAMENTO DE C. Físico-Químicas DISCIPLINA: Química COMPETÊNCIAS/CONTEÚDOS 12º ano... Domínios / Objetivos Conceitos/ Conteúdos Calendarização (blocos) METAIS E LIGAS METÁLICAS METAIS E LIGAS METÁLICAS
GABRIEL REIS FELIPE SOUZA LUIZ DOHOPIATI THALES PANKE DESENHOMECÂNICO FUNDIÇÃO E METALURGIA DO PÓ
GABRIEL REIS FELIPE SOUZA LUIZ DOHOPIATI THALES PANKE DESENHOMECÂNICO FUNDIÇÃO E METALURGIA DO PÓ METALURGIADOPÓ PROCESSO MECÂNICO DE PRODUÇÃO QUE FABRICA PEÇAS METÁLICAS ATRAVÉS DA COMPACTAÇÃO DE PÓ-METÁLICO
TRATAMENTOS TÉRMICOS: AÇOS E SUAS LIGAS. Os tratamentos térmicos em metais ou ligas metálicas, são definidos como:
TRATAMENTOS TÉRMICOS: AÇOS E SUAS LIGAS Os tratamentos térmicos em metais ou ligas metálicas, são definidos como: - Conjunto de operações de aquecimento e resfriamento; - Condições controladas de temperatura,
MUDANÇAS DE ESTADO FÍSICO
MUDANÇAS DE ESTADO FÍSICO MUDANÇAS DE ESTADO FÍSICO As mudanças de estado físico não ocorrem em qualquer temperatura, mas sim em temperaturas específicas de cada substância. E sempre é valida a seguinte
Capitulo 1 Propriedades fundamentais da água
Capitulo 1 Propriedades fundamentais da água slide 1 Propriedades fundamentais da água A palavra hidráulica vem de duas palavras gregas: hydor (que significa água ) e aulos (que significa tubo ). É importante
Matriz Curricular - Engenharia Metalúrgica
Matriz Curricular - Engenharia Metalúrgica - 2017 Diferencial e Integral I, (equivalente ao Calculo I dos Cursos: Lic. em Computação e Bach. Em Administração). 64 4 Básico Gestão Ambiental 48 3 Química
Medição de Temperatura
Medição de Temperatura Dificuldades no estabelecimento de um padrão Kelvin O Kelvin, unidade de temperatura termodinâmica, é a fração 1/273.16 da temperatura termodinâmica do ponto triplo da água. Uma
Termoquímica Pa P rte t 2
Termoquímica Parte 2 Entalpiasde mudançade de estado físico O calor necessário para mudar o estado físico de uma substância é conhecido como: Entalpia de fusão H fus ; ENDOTÉRMICO Entalpia de vaporização
Disciplina : Termodinâmica. Aula 7 - Análise da Energia dos Sistemas Fechados
Disciplina : Termodinâmica Aula 7 - Análise da Energia dos Sistemas Fechados Prof. Evandro Rodrigo Dário, Dr. Eng. CALORES ESPECÍFICOS Calor específico é definido como a energia necessária para elevar
Polímeros no Estado Sólido
Química de Polímeros Prof a. Dr a. Carla Dalmolin [email protected] Polímeros no Estado Sólido O Estado Sólido Sólidos Cristalinos: Possuem um arranjo ordenado de átomos/moléculas, formando um retículo
Lista de Exercícios 1
Universidade de Brasília Faculdade de Tecnologia Departamento de Engenharia Elétrica 107484 Controle de Processos 1 o Semestre 2015 Lista de Exercícios 1 Para os exercícios abaixo considere (exceto se
COLÉGIO SANTA TERESINHA R. Madre Beatriz 135 centro Tel. (33)
EU CONFIO Turma: 1º Ano Ensino Médio DISCIPLINA: Química 1) Ligação química. Combinação entre os átomos. Teoria do octeto. Estabilidade dos átomos. Reconhecer a importância das substâncias químicas. Conhecer
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA Currículo Cursos
CH Total: 4050 Cred. Total: ideal: 10 mín.: 10 máx.: Situação da Versão.: CORRENTE Ano do Curriculo.: 2010 1 BA010901 - FISICA I 1 BA010902 - LABORATORIO DE FISICA I Obrigatória ATIVA 2 Total: 1 BA011004
TERMOQUÍMICA. EXOTÉRMICAS: São aquelas reações que ocorrem liberando calor para o meio ambiente.
TERMOQUÍMICA As transformações sofridas pela matéria são, quase sempre, acompanhadas por absorção ou liberação de energia. Esta energia é estudada pela TERMOQUÍMICA. As reações químicas, quanto ao calor
ESZO Fenômenos de Transporte
Universidade Federal do ABC ESZO 001-15 Fenômenos de Transporte Profa. Dra. Ana Maria Pereira Neto [email protected] Bloco A, torre 1, sala 637 Mecanismos de Transferência de Calor Calor Calor pode
Concentração dos reagentes Quanto maior a concentração dos reagentes, maior a velocidade da reação.
Setor 3306 Aula 20 Lei da velocidade das reações Complemento. As reações químicas podem ocorrer nas mais diferentes velocidades. Existem reações tão lentas que levam milhares de anos para ocorrer, como
Aula 01: Introdução à Metalurgia
Disciplina : - MFI Professor: Guilherme Ourique Verran - Dr. Eng. Metalúrgica Fundamentos da Metalurgia Introdução à Fundamentos da Metalurgia O que é Metalurgia? Metalurgia é o ramo da Engenharia dos
Combustão. Objetivos. O Professor Responsável. J M C Mendes Lopes
Combustão Objetivos Objetivo de ordem geral: Integrar num assunto específico os conhecimentos adquiridos em disciplinas a montante (termodinâmica, química, mecânica de fluidos, transmissão de calor e de
Sinterização 23/8/17
Sinterização 23/8/17 Objetivo da Sinterização Fluxograma geral do processamento de cerâmicas Matérias - primas caracterizadas Cálculos e dosagem Mistura Conformação Secagem Queima Acabamento Inspeção reações
CONTEÚDOS PROGRAMADOS. (Comando Numérico EEK 561)
(Comando Numérico EEK 5) Introdução Tipos de controle do movimento. Meios de entrada de dados e armazenagem de informações. Elementos de acionamento. Sistemas de controle. Eixos coordenados em maquinas
A) condensação do vapor de água dissolvido no ar ao encontrar uma superfície à temperatura mais baixa.
lista_1-conceitos_iniciais_em_termologia Questão 1 Os cálculos dos pesquisadores sugerem que a temperatura média dessa estrela é de T i = 2.700 C. Considere uma estrela como um corpo homogêneo de massa
SMM SELEÇÃO DE MATERIAIS PARA PROJETO MECÂNICO Ref.: Materials Selection for Materials Design Michael F. Ashby
SMM0333 - SELEÇÃO DE MATERIAIS PARA PROJETO MECÂNICO Ref.: Materials Selection for Materials Design Michael F. Ashby Prof. Dr. José Benedito Marcomini (ASM METALS HANDBOOK, VOL.20) 2 3 (ASM METALS HANDBOOK,
Disciplina : Termodinâmica. Aula 2
Disciplina : Termodinâmica Aula 2 Prof. Evandro Rodrigo Dário, Dr. Eng. Introdução Estamos familiarizados com o princípio da conservação de energia, que é um expressão da primeira lei da termodinâmica,
Disciplina : Termodinâmica. Aula 6 - Análise da Energia dos Sistemas Fechados
Disciplina : Termodinâmica Aula 6 - Análise da Energia dos Sistemas Fechados Prof. Evandro Rodrigo Dário, Dr. Eng. Análise da Energia dos Sistemas Fechados Já vimos várias formas de energia e de transferência
COLÉGIO SANTA CRISTINA - DAMAS AULÃO. ENERGIA Do fogo a energia elétrica. Prof. Márcio Marinho
COLÉGIO SANTA CRISTINA - DAMAS AULÃO ENERGIA Do fogo a energia elétrica O fogo O fogo é a rápida oxidação de um material combustível liberando calor, luz e produtos de reação, tais como o dióxido de carbono
