Síndrome Cólica em Equinos.
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- Oswaldo Salgado Franco
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1 Data: Janeiro /2008 Síndrome Cólica em Equinos. Introdução Entre as espécies domésticas, os eqüinos são os que apresentam uma forma mais freqüente de quadros de síndrome cólica de origem digestiva. A razão para isso está relacionada às características anatômicas do trato digestivo desta espécie, constituído por 30 a 40 metros de comprimento com marcada variação no diâmetro luminal. A síndrome cólica pode ser definida como uma dor abdominal dos eqüinos resultando em um grande desconforto aos animais. A cólica possui origem multifatorial e a compreensão destas diversas etiologias é fundamental para o correto diagnóstico e imediato tratamento, devido ao seu caráter agudo. Mudanças no clima, no tipo, quantidade e qualidade do alimento, alterações no manejo habitual (transporte, excesso de exercício, etc...) e até afecções parasitárias, podem atuar como fatores predisponentes para o desencadeamento dos quadros cólicos. Já que qualquer cavalo está suscetível à síndrome cólica, será descrito neste relato vários tópicos com o objetivo de determinar as causas desta condição patológica e propor soluções para sua prevenção e controle. Particularidades do Trato Gastrintestinal dos Eqüinos: Na Figura 01 está descrito a anatomia da cavidade abdominal dos eqüinos, dando um enfoque especial para a estrutura intestinal destes animais. Cavalos são animais monogástricos que possuem um estômago relativamente pequeno para seu porte (capacidade de 8 a 10 litros) localizado no lado esquerdo da cavidade abdominal. O primeiro fator preponderante para o aparecimento da síndrome cólica refere-se à junção esôfago-gastrica dos eqüinos. Nesta junção existe uma válvula denominada de cárdia, que diferente de outros mamíferos pois funciona no sistema 1-way valve, ou seja, permite a passagem de gases e fluidos do esôfago para o estômago, mas não ao contrário. É relativamente comum, no meio veterinário, observar a grande dificuldade dos eqüinos na dissipação de gases. Em algumas vezes pode ocorrer até uma severa dilatação com conseqüente ruptura estomacal. O intestino delgado é composto pelo duodeno, jejuno e o íleo. O duodeno está posicionado nos equídeos dorsalmente no lado direito. Devido a este posicionamento o duodeno não se relaciona com uma estrutura anatômica de sustentação das alças intestinais denominada de mesentério ou volvulus, sendo este um ponto importante que será discutido mais adiante.
2 FIGURA 01. Estrutura anatômica dos órgãos internos da cavidade abdominal dos eqüinos. Fonte: Modificado de TALBOTT (1999). O jejuno representa a porção medial do intestino delgado e detém grande parte deste, com mais de 17 metros de comprimento em um eqüino adulto. Esta estrutura é anatomicamente posicionada pelo mesentério em sua face ventral. No final do intestino delgado encontra-se o íleo que possui, em média, 45cm de comprimento. Do íleo o bolo alimentar passa ao ceco pela junção íleo-cecal. O ceco é uma estrutura grande com função fermentativa. Esta porção intestinal situa-se primariamente no lado direito. O ceco possui 1,2 a 1,5 metros de comprimento com capacidade de 27 a 30 litros de alimento, flúidos e gases. Sobre efeito da musculatura cecal o bolo alimentar ali presente é misturado com os microorganismos capazes de digerir a celulose - carboidrato presente em grande quantidade no volumoso consumido pelo animal. Do ceco o material fermentado segue para o cólon. O ceco e o cólon representam as últimas frações absortivas do trato gastrintestinal. Sinais Clínicos Relacionados: Inúmeros sinais clínicos são relacionados com o aparecimento da síndrome cólica
3 em eqüinos. As mais comuns incluem a característica posição de dor do animal (Figura 02) com as patas traseiras bem arqueadas para trás. Esta postura é uma tentativa do animal de reduzir a dor visceral. Outros sinais observados são: rolamento para os lados (Figura 03), esforço ao urinar, sudorese intensa, dificuldade ao defecar, perda de apetite, depressão, decréscimo no número de movimentos intestinais, repetidos toques ou coices no abdômen, entre outros. FIGURA 02. Posição de dor do animal acometido com síndrome cólica. Fonte: THE MERCK VETERINARY MANUAL (2007).
4 FIGURA 03. Rolamento para os lados dos animais acometido com síndrome cólica. Fonte: THE MERCK VETERINARY MANUAL (2007). Causas/Tratamentos: Existem várias causas para a síndrome cólica em eqüinos que podem ser divididas em cirúrgicas e não cirúrgicas. As não cirúrgicas são aquelas que, após uma avaliação e diagnóstico realizado pelo Médico Veterinário, podem ser tratadas clinicamente. Estas podem ser dividas em: 1. Cólica por sobrecarga gástrica - excesso de ração; 2. Cólica gasosa - alimentação com material fermentado; 3. Cólica por úlceras ou gastrite; 4. Cólica por excesso de peristaltismo - aumento do movimento intestinal por estresse, mudança de hábitos alimentares, etc; 5. Cólica verminótica - entre os principais vermes destacam-se o Trichostrongylus axei, Habronema sp.; Parascaris equorum, Strogyloides westeri, Oxyuris equi, Dictyocaulus arnfieldi e as larvas da mosca do gênero Gasterophilus; 6. Cólica por enterite anterior. Geralmente a indicação de tratamento para estas causas envolve os medicamentos que possuem os seguintes princípios ativos: Analgésicos e Antiinflamatórios, drogas para aliviar a dor e reduzir possíveis quadros inflamatórios dos animais; Purgantes ativos a base principalmente de minerais como bicarbonato de sódio, sulfato de magnésio e carbonato monossódico; Anti-Helmínticos no caso das cólicas verminóticas; Suspensões laxativas a base de silicone e metilcelulose.
5 A indicação de uma cirurgia é feita após a eliminação de toda possibilidade de resolução do caso via medicamentosa. As causas cirúrgicas, resumidamente, podem ser: 1. Torção intestinal; 2. Intussuscepção - quando uma alça de intestino envagina-se por dentro de outra; 3. Encarceramento nefro-esplênico - quando uma alça de intestino coloca-se sobre o ligamento entre o rim ao baço; 4. Empactação ocorre quando existe um acúmulo de material ressecado dentro do intestino que, podendo ser fezes (fecaloma) ou não; 5. Retroflexão - deslocamento de partes do intestino comprimindo outras alças. Neste tópico o duodeno e o ceco possuem grande importância. O primeiro pelo fato de não ser sustentado pelo mesentério (como destacado no tópico sobre as particularidades do trato gastrintestinal), o que facilita seu deslocamento; e o segundo pela grande distensão mediante os processos fermantativos graves; 6. Enterólitos - pedras formadas dentro do intestino. Como é uma condição patológica de caráter agudo, após o aparecimento dos primeiros sinais clínicos os animais deverão ser submetidos rapidamente aos processos terapêuticos e/ou cirúrgicos. Caso não seja tratada, o quadro cólico poderá evoluir para um comprometimento sistêmico do animal devido a absorção de toxinas pela mucosa intestinal alterada, presença de bolo alimentar no peritôneo devido a ruptura da parede do trato gastrintestinal e perda da capacidade absortiva com relação à redução do equilíbrio nutricional e imunológico do animal. Conclusão: 1. O proprietário ou aqueles que estão encarregadas de cuidar dos equinos devem seguir o cronograma alimentação regular dos animais. Qualquer mudança no perfil nutricional da dieta deverá ser realizado com o conhecimento do nutricionista e de forma gradativa, visando uma adequação da flora intestinal; 2. A dieta ideal de um cavalo passa pelo correto balanceamento entre o consumo de volumosos (capineiras, fenos, pasto, etc...) é o concentrados (dieta a base de grãos, vitaminas e minerais). O consumo diário e as exigências nutricionais podem variar muito de acordo com a idade, sexo, raça, época do ano e condição de esforço físico. Os nutricionistas são profissionais especializados na elaboração destas dietas, sendo sempre recomendado uma consulta antes de tomar atitudes precipitadas; 3. Não esquecer da quantidade e qualidade de água disponível aos animais, a desidratação pode ser uma causa de redução grave no desempenho; 4. Parasitas, além de trazer outras doenças, também podem proporcionar um quadro cólico nos eqüinos. É sempre importante manter os animais devidamente vermifugados. Procure um Médico Veterinário para a elaboração de um programa de controle parasitário; 5. O animal deve realizar esforço físico de forma rotineira, mas sem exageros; 6. Ao trocar os animais de baias ou em aquisições recentes é importante avaliar o novo ambiente, verificar se há objetos estranhos que possam causar problemas quando ingerido; 7. O alimento concentrado deverá sempre ser fornecido diariamente em quantidades previamente calculadas de acordo com o peso vivo do animal, juntamente com um volumoso de boa qualidade. O consumo deste material deverá ser ajustado pela qualidade do volumoso, condição corporal do animal e do trabalho ao qual o cavalo é submetido. O total diário deverá ser dividido em 2 a 3 tratos diários. Para maiores informações a respeito destes tópicos os profissionais do Dept. Técnico da Poli-Nutri Alimentos estarão a disposição para ajudá-los no caso
6 de possíveis dúvidas; 8. Por fim, lembrar sempre de consultar o Médico Veterinário no aparecimento dos primeiros sinais da síndrome cólica, fazendo assim você terá uma companheiro ideal para o passeio e trabalho no campo por muitos anos. A Poli-Nutri Alimentos possui dois produtos especialmente formulados para a nutrição de eqüinos, sendo eles: Poli-Horse 4/5% - Núcleo para eqüinos onde você terá várias opções nutricionais para a sua criação. De forma prática e viável, é possível oferecer a melhor nutrição ao seu plantel com a máxima tecnologia nutricional. Solicite ao Dept. Técnico da Poli-Nutri Alimentos formulações contendo este produto. Poli-Equinos Alimento completo para eqüinos. Trata-se de uma ração peletizada para eqüinos adultos, formulada com ingredientes de alta qualidade e com níveis adequados de vitaminas e minerais que atende as exigências nutricionais dos eqüinos nas mais diversas fases de criação. É um produto fácil e de uso prático que possui a qualidade da Poli-Nutri Alimentos. Bibliografia: ADOLFO, G.P. Síndrome cólico del equino enfoque clínico y terapéutico. Monografias de Medicina Veterinária, Vol. 11, N 2, diciembre On Line ( %253). Disponível On Line em 7/11/2007. HONE, M. R.; BIANCHIN, I. Verminose eqüina: Sugestões para um melhor controle em animais em fazenda. On Line ( Disponível On Line em 7/11/2007. TALBOT, I. Animal anatomy by NETFUTURE. Technology and Human Responsibility. On Line ( Disponível On Line em 12/12/2007. THE MERCK VETERINARY MANUAL, Colic in Horses. On Line ( Disponível On Line em 8/11/2007. VET_ONLINE. Compreendendo e controlando a cólica. On Line. 12 de December, 2007, 6:20. Alexandre Barbosa de Brito
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