Prof. Dr. Oscar Rodrigues dos Santos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Prof. Dr. Oscar Rodrigues dos Santos"

Transcrição

1 FÍSICA 018-1º. Semeste Pof. D. Osca Rodigues dos Santos ou

2 EMENTA Oscilações. Ondas I. Ondas II. Tempeatua. Pimeia Lei da Temodinâmica. Teoia Cinética dos Gases. Segunda Lei da Temodinâmica. Gavitação. Mecânica dos Fluidos. Óptica Geomética.

3 Bibliogafia Básica Fundamentos de Física - Vol. - Gavitação, Ondas e Temodinâmica HALLIDAY, Resnick, David. WALKER ROVERT, Jeal. FÍSICA, Volume 1- Paul TIPLER. Ed. RJ. LTC, 006.

4 Foma de Avaliação AVALIAÇÃO INDIVIDUAL (Valo 8,0) Envolvendo questões discusivas, intepetativas e cálculos. AVALIAÇÕES PERMANENTES EM SALA DE AULA (Valo,0) Constituídas po: - Obsevações feitas pelo pofesso do envolvimento dos alunos nas atividades em sala de aula. - Paticipação em atividades em gupo. - Lista de execícios. - Relatóio das atividades ealizadas no laboatóio. 09/04/018 - Pimeia Avaliação - Cap. 13, 14 e 15 1/05/018 - Segunda Avaliação - Cap. 16, 17 e 33 5/06/018 - Teceia Avaliação - Cap. 18, 19 e 0 0/07/018 - Exame [email protected]

5 CAP. 13 GRAVITAÇÃO INTRODUÇÃO: A gavitação explica a foça que atua ente os copos devido as suas massas. A foça gavitacional ente um caminhão e um gande edifício é insignificante, mas a foça que nos mantém pesos a Tea é bastante significativa, assim como a inteação ente os copos celestes (planetas, estelas, galáxias). [email protected]

6 13.. LEI DE NEWTON DA GRAVITAÇÃO: 1665 Isaac Newton (3) mostou que a mesma foça que atai a Lua atai também os demais copos. Esta tendência dos copos de se moveem uns em dieção aos outos é chamada de gavitação. Quantitativamente, cada patícula atai qualque outa patícula com uma foça gavitacional cuja intensidade é dada po: m m F G 1 Onde m 1 e m são as massas das patículas 1 e, e G é a constante gavitacional de Newton, dada po: G N. m 3 6,67x m ou G 6,67x10 kg kg. s [email protected]

7 é a distância ente as patículas, como mosta a figua: Exemplo 1E. Qual deve se a sepaação ente uma patícula de 5, kg e uma patícula de,4 kg paa que a sua atação gavitacional tenha uma intensidade de,3x10-1 N? (esp. 19m). [email protected]

8 13.3. GRAVITAÇÃO E O PRINCÍPIO DA SUPERPOSIÇÃO: O pincípio geal que diz que o efeito esultante e a soma dos efeitos individuais. ~F 1,es P n i1 ~ F 1,i ~F 1,es ~ F 1, + ~ F 1, A foça gavitacional de um objeto eal de dimensões finitas sobe uma patícula seá: ~F 1 R d ~ F

9 Exemplo : 8P. Tês esfeas de 5,0 kg estão localizadas no plano xy como mostado na figua ao lado. Qual a intensidade da foça gavitacional esultante sobe a esfea na oigem povocada pelas outas duas esfeas? (,1x10-8 N) [email protected]

10 GRAVITAÇÃO PRÓXIMA A SUPERFÍCIE DA TERRA: A intensidade da foça gavitacional da Tea sobe uma patícula de massa m, localizada foa da Tea a uma distância do cento da Tea é: F G Mm Pela a Lei de Newton em módulo, F mag a g GM a g difee de g pois: A Tea não é unifome; Não é uma esfea pefeita; A Tea está giando.

11 Vaiação de a g com a altitude: Altitude (km) (m/s ) Exemplo 0 9,83 Supefície média da Tea 8,8 9,80 Monte Eveest 36,6 9,71 Balão tipulado mais alto 400 8,70 Óbita do ônibus espacial ,5 Satélites de comunicação [email protected]

12 Influência da otação da tea que faz a g se difeente de g: N ma g m ( ac ) mg ma g m ( ac ) g a ( a g c ) sabemos que v R ω R R a c ω R g a g a c a g ω R g a ω R R x 6 como 6,37 10 m g e ω π T (3,14) s 7,7x10 ad s g 9,83m / s (7,7x10 5 s 1 ).(6,37x10 6 m) 9,83 0,034 g 9,8m / s

13 Exemplo3: Um astonauta cuja altua h é 1,7 m flutua com os pés paa baixo em um ônibus espacial em óbita a uma altua 6,77 x 10 6 m do cento da Tea. Qual a difeença ente a aceleação gavitacional ente seus pés e de sua cabeça? [email protected]

14 13.5. GRAVITAÇÃO NO INTERIOR DA TERRA: No caso da Tea, a foça sobe a patícula aumenta quando a patícula começa a desce, atinge um valo máximo numa ceta pofundidade e começa a diminui. F G M int m M int ρ V ρ int 4 π 3 3 logo: ~F 4 Gm 3 ~ Veifica-se que a intensidade da foça depende lineamente da distância em elação ao cento da Tea.

15 Repesentando 4πGm ρ k 3 teemos: ~F k~ onde o sinal (-) é devido a teem sentidos contáios ~F e ~

16 13.6. ENERGIA POTENCIAL GRAVITACIONAL (U): A Enegia Potencial Gavitacional diminui com a edução da sepaação ente os copos. Como U0 no infinito, então U<0 paa qualque sepaação finita e se tonam cada vez mais negativa quando as patículas se apoximam. A enegia potencial está elacionada com a foça gavitacional pela expessão: F du logo d U R ~ F ()d~ U Assim, GMm F ) d d GMm ( R 1 d GMm 1 R Aplicando os limites de integação, U GMm 1 1 R GMm R GMm U R W

17 Velocidade de Escape: É a : velocidade inicial mínima que faá com que um copo aemessado se mova sempe paa cima. Seja um copo de massa m aemessado paa cima com a velocidade de escape v Quando ele sai da Tea : Quando ele atinge o infinito: K i 1 Ec Ki mv E p U i GMm R 1 GMm + U 0 mv 0 i R 1 GMm mv v R GM R logo v GM é a velocidade de escape. Onde: M é a massa do planeta e R o aio. R

18

19 Exemplo 4: Calcule a velocidade de escape da Tea: (11.190m/s) 4 6 M 5,98x10 kg R 6,37x10 m G ,67x10 m / kg. s É mais fácil atingi a velocidade de escape dispaando um copo na dieção em que a Tea se move. Exemplo 5: Um asteóide, em ota de colidi com Tea, tem uma velocidade de 1 km/s em elação ao planeta quando está a uma distância de 10 aios teeste do cento da Tea. Despezando os Efeitos da atmosfea da Tea sobe o asteóide, detemine a velocidade do asteóide ao atingi a supefície da Tea?

20 3.7. PLANETAS E SATÉLITES: LEIS DE KEPLER. 350 a.c., na Gécia antiga, Aistóteles desenvolveu uma teoia que defendia a ideia de que a Tea ea o cento do univeso e nove esfeas ficavam giando em tono dela. P No século II d.c., o matemático e astônomo Claudio Ptolomeu efoçou esse pensamento e elaboou a teoia Geocêntica, também chamada de sistema ptolomaico. Defendido pela Igeja Católica duante mais de anos, visto que apesentava aspectos de passagens bíblica. A teoia heliocêntica já vinha sendo desenvolvida duante o século III a.c., atavés de obsevações do astônomo gego Aistaco de Samos. No entanto, somente no século XVI d.c. foi que Nicolau Copénico sistematizou uma teoia que contapunha o modelo geocêntico, sendo denominado heliocentismo. Não ea uma visão eal do Univeso, mas a p e n a s u m c á l c u l o c o e e n t e c o m a obsevação. Andeas Osiande Giodano Buno - queimado no dia 17 de feveeio de Galileu moeu em 164, aos 78 anos.

21 3.7. PLANETAS E SATÉLITES: LEIS DE KEPLER. O movimento dos planetas é motivo de estudos e obsevações desde muito tempo atás. Nicolau Copénico ( ) foi um astônomo e matemático polonês que desenvolveu a teoia heliocêntica do Sistema Sola. Tycho Bahe ( ) astônomo que compilou uma extensa base de dados que auxiliou Keple a deduzi as tês leis do movimento planetáio (lei das óbitas, das áeas e dos peíodos). Johanes Keple ( ) oganizou as leis empíicas que govenam estes movimentos. Newton ( ) mostou que sua lei da gavitação conduz às leis de Keple.

22 A Lei da Óbitas: Todos os planetas se movem em óbitas elípticas, com o Sol em um de seus focos. F foco da elipse R a distância do afélio R p distância do peiélio e excenticidade da elipse M Massa do Sol m massa do planeta a semi-eixo maio da elipse b semi-eixo meno da elipse Uma excenticidade nula coesponde a um cículo. A óbita dos planetas são quase cículos. Paa a Tea e0,0167. [email protected]

23

24 A Lei das Áeas: Uma linha que liga um planeta ao Sol vae áeas iguais no plano da óbita em tempos iguais, ou seja: da k (constante) dt Paa a figua ao lado, a 1 a a 3 e t 1 t t 3. da dt 1 dθ 1 da 1 ω ω dt dt L p ( mv ) ( mω) m Em temos da quantidade de movimento angula L; ω da 1 1 L ω m ω dt m m da dt cte

25 A Lei dos Peíodos: O quadado do peíodo de qualque planeta é popocional ao cubo do semi-eixo maio da sua óbita. Consideando uma óbita cicula de aio, e aplicando a a lei de Newton temos: F ma GMm ma c m v m ω então GM ω 3 sabemos que ω π T T π ω assim; GM π T 3 4π T π Isolando o peíodo, temos: T GM Paa uma óbita elíptica, basta tocamos o 3 po a 3 [email protected] T 4 3 π a GM

26

27 13.8. SATÉLITES: Óbitas e Enegias. A enegia mecânica de um satélite em óbita da Tea se conseva. Como a massa do satélite é muito meno que a da Tea, atibui-se U e E do sistema satélite-tea apenas ao satélite. Enegia potencial: U GMm é o aio da óbita m é a massa do satélite M é a massa da tea Enegia Cinética: Usando novamente a a Lei de Newton paa movimentos ciculaes: F ma c GMm m v v GM usando K 1 mv K GMm

28 Compaando as enegias vemos que: K U (Óbita cicula) A enegia mecânica seá: E E K + U GMm GMm GMm Se a óbita fo elíptica E GMm a

29 Exemplo 6: O Cometa de Halley gia em óbita em Tono do Sol com um peíodo de 76anos: em 1986, chegou a sua meno distância do Sol, a distância do peiélio, que é 8,6 x m. Qual a maio distância do cometa ao Sol que é chamada de afélio? [email protected]

Figura 14.0(inicio do capítulo)

Figura 14.0(inicio do capítulo) NOTA DE AULA 05 UNIVESIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPATAMENTO DE MATEMÁTICA E FÍSICA Disciplina: FÍSICA GEAL E EXPEIMENTAL II (MAF 0) Coodenação: Pof. D. Elias Calixto Caijo CAPÍTULO 14 GAVITAÇÃO 1. O MUNDO

Leia mais

Mecânica. Teoria geocêntrica Gravitação 1ª Parte Prof. Luís Perna 2010/11

Mecânica. Teoria geocêntrica Gravitação 1ª Parte Prof. Luís Perna 2010/11 1-0-011 Mecânica Gavitação 1ª Pate Pof. Luís Pena 010/11 Teoia geocêntica Foi com Ptolomeu de Alexandia que sugiu, po volta de 150 d.c. no seu livo Almagest, uma descição pomenoizada do sistema sola. Cláudio

Leia mais

O sofrimento é passageiro. Desistir é pra sempre! Gravitação

O sofrimento é passageiro. Desistir é pra sempre! Gravitação O sofimento é passageio. Desisti é pa sempe! Gavitação 1. (Upe 015) A figua a segui ilusta dois satélites, 1 e, que obitam um planeta de massa M em tajetóias ciculaes e concênticas, de aios 1 e, espectivamente.

Leia mais

DA TERRA À LUA. Uma interação entre dois corpos significa uma ação recíproca entre os mesmos.

DA TERRA À LUA. Uma interação entre dois corpos significa uma ação recíproca entre os mesmos. DA TEA À LUA INTEAÇÃO ENTE COPOS Uma inteação ente dois copos significa uma ação ecípoca ente os mesmos. As inteações, em Física, são taduzidas pelas foças que atuam ente os copos. Estas foças podem se

Leia mais

Mecânica. Conceito de campo Gravitação 2ª Parte Prof. Luís Perna 2010/11

Mecânica. Conceito de campo Gravitação 2ª Parte Prof. Luís Perna 2010/11 Mecânica Gavitação 2ª Pate Pof. Luís Pena 2010/11 Conceito de campo O conceito de campo foi intoduzido, pela pimeia vez po Faaday no estudo das inteacções elécticas e magnéticas. Michael Faaday (1791-1867)

Leia mais

Física II F 228 2º semestre aula 2: gravimetria, matéria escura, energia potencial gravitacional e a expansão do universo

Física II F 228 2º semestre aula 2: gravimetria, matéria escura, energia potencial gravitacional e a expansão do universo Física II F 8 º semeste 01 aula : gavimetia, matéia escua, enegia potencial gavitacional e a expansão do univeso Revendo a aula passada: pincípio de supeposição (e coigindo um eo) m F F 1 z M b a M 1 Discussão

Leia mais

3.1 Potencial gravitacional na superfície da Terra

3.1 Potencial gravitacional na superfície da Terra 3. Potencial gavitacional na supefície da Tea Deive a expessão U(h) = mgh paa o potencial gavitacional na supefície da Tea. Solução: A pati da lei de Newton usando a expansão de Taylo: U( ) = GMm, U( +

Leia mais

1. Mecanica do Sistema Solar (II): Leis de Kepler do movimento planetário

1. Mecanica do Sistema Solar (II): Leis de Kepler do movimento planetário . Mecanica do Sistea Sola (II): Leis de Keple do oviento planetáio Astonoy: A Beginne s Guide to the Univese, E. Chaisson & S. McMillan (Caps. 0 e ) Intoductoy Astonoy & Astophysics, M. Zeilek, S. A. Gegoy

Leia mais

Denomina-se gravidade a interação ente dois ou mais corpos devido sua massa. A força da gravidade é uma força de ação à distância, que se torna mais

Denomina-se gravidade a interação ente dois ou mais corpos devido sua massa. A força da gravidade é uma força de ação à distância, que se torna mais Denomina-se gravidade a interação ente dois ou mais corpos devido sua massa. A força da gravidade é uma força de ação à distância, que se torna mais evidente entre objetos com grandes massas, ocasionada

Leia mais

Denomina-se gravidade a interação ente dois ou mais corpos devido sua massa. A força da gravidade é uma força de ação à distância, que torna-se mais

Denomina-se gravidade a interação ente dois ou mais corpos devido sua massa. A força da gravidade é uma força de ação à distância, que torna-se mais Denomina-se gravidade a interação ente dois ou mais corpos devido sua massa. A força da gravidade é uma força de ação à distância, que torna-se mais evidente entre objetos com grandes massas, ocasionada

Leia mais

Aula Invariantes Adiabáticos

Aula Invariantes Adiabáticos Aula 6 Nesta aula, iemos inicia o estudo sobe os invaiantes adiabáticos, finalizando o capítulo 2. Também iniciaemos o estudo do capítulo 3, onde discutiemos algumas popiedades magnéticas e eléticas do

Leia mais

MECÂNICA. F cp. F t. Dinâmica Força resultante e suas componentes AULA 7 1- FORÇA RESULTANTE

MECÂNICA. F cp. F t. Dinâmica Força resultante e suas componentes AULA 7 1- FORÇA RESULTANTE AULA 7 MECÂICA Dinâmica oça esultante e suas componentes 1- ORÇA RESULTATE oça esultante é o somatóio vetoial de todas as foças que atuam em um copo É impotante lemba que a foça esultante não é mais uma

Leia mais

MECÂNICA DOS MEIOS CONTÍNUOS. Exercícios

MECÂNICA DOS MEIOS CONTÍNUOS. Exercícios MECÂNICA DO MEIO CONTÍNUO Execícios Mecânica dos Fluidos 1 Considee um fluido ideal em epouso num campo gavítico constante, g = g abendo que p( z = 0 ) = p a, detemine a distibuição das pessões nos casos

Leia mais

Física - I. Aula 11 Gravitação

Física - I. Aula 11 Gravitação Física - I º Seeste de 04 Instituto de Física- Univesidade de São Paulo Aula Gavitação Pofesso: Valdi Guiaães E-ail: [email protected] Fone: 09.704 Suponha que a ea não tivesse atosfea e ua bola fosse atiada

Leia mais

Escola Secundária c/ 3º CEB da Batalha. Trabalho de Pesquisa. A História da C onstante de Gravitação Universal

Escola Secundária c/ 3º CEB da Batalha. Trabalho de Pesquisa. A História da C onstante de Gravitação Universal Escola Secundáia c/ º CEB da Batalha Tabalho de Pesquisa A Históia da C onstante de Gavitação Univesal Tabalho elaboado paa: Disciplina: Física Pofesso: Paulo Potugal Tabalho elaboado po Luís Coelho n.º1

Leia mais

Universidade de Évora Departamento de Física Ficha de exercícios para Física I (Biologia)

Universidade de Évora Departamento de Física Ficha de exercícios para Física I (Biologia) Univesidade de Évoa Depatamento de Física Ficha de eecícios paa Física I (Biologia) 4- SISTEMA DE PARTÍCULAS E DINÂMICA DE ROTAÇÃO A- Sistema de patículas 1. O objecto epesentado na figua 1 é feito de

Leia mais

QUESTÕES. Prof. Edson Osni Ramos v 10. Questão 1 - (BP )

QUESTÕES. Prof. Edson Osni Ramos v 10. Questão 1 - (BP ) C U R S O GABARITO - EXTENSIVO - ABRIL - 005 Questão 1 - (BP - 005) QUESTÕES Pof. Edson Osni Ramos 01. Está coeta. Obseve a figua acima. 0. Está coeta. Se Jadel consegui salta impimindo uma velocidade

Leia mais

PROCESSO SELETIVO TURMA DE 2013 FASE 1 PROVA DE FÍSICA E SEU ENSINO

PROCESSO SELETIVO TURMA DE 2013 FASE 1 PROVA DE FÍSICA E SEU ENSINO PROCESSO SELETIVO TURM DE 03 FSE PROV DE FÍSIC E SEU ENSINO Cao pofesso, caa pofessoa esta pova tem 3 (tês) questões, com valoes difeentes indicados nas pópias questões. pimeia questão é objetiva, e as

Leia mais

IMPULSO E QUANTIDADE DE MOVIMENTO

IMPULSO E QUANTIDADE DE MOVIMENTO AULA 10 IMPULSO E QUANTIDADE DE MOVIMENTO 1- INTRODUÇÃO Nesta aula estudaemos Impulso de uma foça e a Quantidade de Movimento de uma patícula. Veemos que estas gandezas são vetoiais e que possuem a mesma

Leia mais

Aula 6: Aplicações da Lei de Gauss

Aula 6: Aplicações da Lei de Gauss Univesidade Fedeal do Paaná eto de Ciências xatas Depatamento de Física Física III Pof. D. Ricado Luiz Viana Refeências bibliogáficas: H. 25-7, 25-9, 25-1, 25-11. 2-5 T. 19- Aula 6: Aplicações da Lei de

Leia mais

Campo Gravítico da Terra

Campo Gravítico da Terra Campo Gavítico da Tea 3. otencial Gavítico O campo gavítico é um campo vectoial (gandeza com 3 componentes) Seá mais fácil tabalha com uma gandeza escala, que assume apenas um valo em cada ponto Seá possível

Leia mais

Cap.2 - Mecanica do Sistema Solar II: Leis de Kepler do movimento planetário

Cap.2 - Mecanica do Sistema Solar II: Leis de Kepler do movimento planetário Cap. - Mecanica do Sistea Sola II: Leis de Keple do oviento planetáio Johannes Keple Tycho Bahe Mateático e Astônoo Aleão 57-630 Astônoo Dinaaquês 546-60 = Cicunfeência achatada = Elipse Lei das Elipses

Leia mais

FGE0270 Eletricidade e Magnetismo I

FGE0270 Eletricidade e Magnetismo I FGE7 Eleticidade e Magnetismo I Lista de eecícios 1 9 1. As cagas q 1 = q = µc na Fig. 1a estão fias e sepaadas po d = 1,5m. (a) Qual é a foça elética que age sobe q 1? (b) Colocando-se uma teceia caga

Leia mais

8/5/2015. Física Geral III

8/5/2015. Física Geral III 8/5/5 Física Geal III Aula Teóica (Cap. pate /3) : ) O campo elético ) Cálculo do campo elético poduzido po: a) uma caga puntifome b) uma distibuição disceta de cagas Pof. Macio R. Loos O ueé um campo?

Leia mais

ASPECTOS GERAIS E AS LEIS DE KEPLER

ASPECTOS GERAIS E AS LEIS DE KEPLER 16 ASPECTOS GERAIS E AS LEIS DE KEPLER Gil da Costa Maques Dinâmica do Movimento dos Copos 16.1 Intodução 16. Foças Centais 16.3 Dinâmica do movimento 16.4 Consevação do Momento Angula 16.5 Enegias positivas,

Leia mais

. Essa força é a soma vectorial das forças individuais exercidas em q 0 pelas várias cargas que produzem o campo E r. Segue que a força q E

. Essa força é a soma vectorial das forças individuais exercidas em q 0 pelas várias cargas que produzem o campo E r. Segue que a força q E 7. Potencial Eléctico Tópicos do Capítulo 7.1. Difeença de Potencial e Potencial Eléctico 7.2. Difeenças de Potencial num Campo Eléctico Unifome 7.3. Potencial Eléctico e Enegia Potencial Eléctica de Cagas

Leia mais

APOSTILA. AGA Física da Terra e do Universo 1º semestre de 2014 Profa. Jane Gregorio-Hetem. CAPÍTULO 4 Movimento Circular*

APOSTILA. AGA Física da Terra e do Universo 1º semestre de 2014 Profa. Jane Gregorio-Hetem. CAPÍTULO 4 Movimento Circular* 48 APOSTILA AGA0501 - Física da Tea e do Univeso 1º semeste de 014 Pofa. Jane Gegoio-Hetem CAPÍTULO 4 Movimento Cicula* 4.1 O movimento cicula unifome 4. Mudança paa coodenadas polaes 4.3 Pojeções do movimento

Leia mais

Energia no movimento de uma carga em campo elétrico

Energia no movimento de uma carga em campo elétrico O potencial elético Imagine dois objetos eletizados, com cagas de mesmo sinal, inicialmente afastados. Paa apoximá-los, é necessáia a ação de uma foça extena, capaz de vence a epulsão elética ente eles.

Leia mais

Capítulo 12. Gravitação. Recursos com copyright incluídos nesta apresentação:

Capítulo 12. Gravitação. Recursos com copyright incluídos nesta apresentação: Capítulo Gavitação ecusos com copyight incluídos nesta apesentação: Intodução A lei da gavitação univesal é um exemplo de que as mesmas leis natuais se aplicam em qualque ponto do univeso. Fim da dicotomia

Leia mais

Grandezas vetoriais: Além do módulo, necessitam da direção e do sentido para serem compreendidas.

Grandezas vetoriais: Além do módulo, necessitam da direção e do sentido para serem compreendidas. NOME: Nº Ensino Médio TURMA: Data: / DISCIPLINA: Física PROF. : Glênon Duta ASSUNTO: Gandezas Vetoiais e Gandezas Escalaes Em nossas aulas anteioes vimos que gandeza é tudo aquilo que pode se medido. As

Leia mais

- Física e Segurança no Trânsito -

- Física e Segurança no Trânsito - - Física e Seguança no Tânsito - - COLISÕES E MOMENTUM LINEAR - COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES O QUE É MELHOR: - Se atopelado

Leia mais

Halliday Fundamentos de Física Volume 2

Halliday Fundamentos de Física Volume 2 Halliday Fundamentos de Física Volume 2 www.grupogen.com.br http://gen-io.grupogen.com.br O GEN Grupo Editorial Nacional reúne as editoras Guanabara Koogan, Santos, Roca, AC Farmacêutica, LTC, Forense,

Leia mais

Sejam todos bem-vindos! Física II. Prof. Dr. Cesar Vanderlei Deimling

Sejam todos bem-vindos! Física II. Prof. Dr. Cesar Vanderlei Deimling Sejam todos bem-vindos! Física II Pof. D. Cesa Vandelei Deimling Bibliogafia: Plano de Ensino Qual a impotância da Física em um cuso de Engenhaia? A engenhaia é a ciência e a pofissão de adquii e de aplica

Leia mais

FGE0270 Eletricidade e Magnetismo I

FGE0270 Eletricidade e Magnetismo I FGE7 Eleticidade e Magnetismo I Lista de execícios 9 1. Uma placa condutoa uadada fina cujo lado mede 5, cm enconta-se no plano xy. Uma caga de 4, 1 8 C é colocada na placa. Enconte (a) a densidade de

Leia mais

PUC-RIO CB-CTC. P2 DE ELETROMAGNETISMO segunda-feira GABARITO. Nome : Assinatura: Matrícula: Turma:

PUC-RIO CB-CTC. P2 DE ELETROMAGNETISMO segunda-feira GABARITO. Nome : Assinatura: Matrícula: Turma: PUC-RIO CB-CTC P2 DE ELETROMAGNETISMO 16.05.11 segunda-feia GABARITO Nome : Assinatua: Matícula: Tuma: NÃO SERÃO ACEITAS RESPOSTAS SEM JUSTIFICATIVAS E CÁLCULOS EXPLÍCITOS. Não é pemitido destaca folhas

Leia mais

Buracos Negros. Óscar Dias 4ª EAG. 1. BNs em Relatividade Geral. Universidade de Barcelona & Centro de Física do Porto (Univ.

Buracos Negros. Óscar Dias 4ª EAG. 1. BNs em Relatividade Geral. Universidade de Barcelona & Centro de Física do Porto (Univ. Buacos Negos 1. BNs em Relatividade Geal Ósca Dias Univesidade de Bacelona & Cento de Física do Poto (Univ. Poto) 4ª EAG v < v Conceito Newtoniano de Buaco Nego Tudo o que sobe cai de seguida... se esc

Leia mais

MECÂNICA. Dinâmica Atrito e plano inclinado AULA 6 1- INTRODUÇÃO

MECÂNICA. Dinâmica Atrito e plano inclinado AULA 6 1- INTRODUÇÃO AULA 6 MECÂNICA Dinâmica Atito e plano inclinado 1- INTRODUÇÃO Quando nós temos, po exemplo, duas supefícies em contato em que há a popensão de uma desliza sobe a outa, podemos obseva aí, a apaição de

Leia mais

Eletromagnetismo I Instituto de Física - USP: 2ª Aula. Elétrostática

Eletromagnetismo I Instituto de Física - USP: 2ª Aula. Elétrostática Eletomagnetismo I Instituto de Física - USP: ª Aula Pof. Alvao Vannucci Elétostática Pimeias evidências de eletização (Tales de Mileto, Gécia séc. VI AC): quando âmba (electon, em gego) ea atitado em lã

Leia mais

Movimento unidimensional com aceleração constante

Movimento unidimensional com aceleração constante Movimento unidimensional com aceleação constante Movimento Unifomemente Vaiado Pof. Luís C. Pena MOVIMENTO VARIADO Os movimentos que conhecemos da vida diáia não são unifomes. As velocidades dos móveis

Leia mais

Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. 1- Gravitação Física II

Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. 1- Gravitação Física II Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Departamento de Ciências Exatas e Naturais 1- Gravitação Física II Ferreira ÍNDICE 1) - Introdução; 2) - Força Gravitacional; 3) - Aceleração Gravitacional; 4)

Leia mais

Dinâmica do Movimento Circular

Dinâmica do Movimento Circular Dinâmica do Movimento Cicula Gabaito: Resposta da questão 1: [E] A fita F 1 impede que a gaota da cicunfeência extena saia pela tangente, enquanto que a fita F impede que as duas gaotas saiam pela tangente.

Leia mais

Electricidade e magnetismo

Electricidade e magnetismo Electicidade e magnetismo Campo e potencial eléctico 2ª Pate Pof. Luís Pena 2010/11 Enegia potencial eléctica O campo eléctico, tal como o campo gavítico, é um campo consevativo. A foça eléctica é consevativa.

Leia mais

DINÂMICA ATRITO E PLANO INCLINADO

DINÂMICA ATRITO E PLANO INCLINADO AULA 06 DINÂMICA ATRITO E LANO INCLINADO 1- INTRODUÇÃO Quando nós temos, po exemplo, duas supefícies em contato em que há a popensão de uma desliza sobe a outa, podemos obseva aí, a apaição de foças tangentes

Leia mais

setor 1214 Aulas 35 e 36

setor 1214 Aulas 35 e 36 seto 114 1140509 1140509-SP Aulas 35 e 36 LANÇAMENTO HORIZONTAL E OBLÍQUO O oviento de u copo lançado hoizontalente no vácuo (ou e cicunstâncias tais que a esistência do a possa se despezada) é a coposição

Leia mais

3. Com base no diálogo entre Jon e Garfield, expresso na tirinha, e nas Leis de Newton para a gravitação universal, assinale a alternativa correta.

3. Com base no diálogo entre Jon e Garfield, expresso na tirinha, e nas Leis de Newton para a gravitação universal, assinale a alternativa correta. 1. A pimeia lei de Keple demonstou que os planetas se movem em óbitas elípticas e não ciculaes. A segunda lei mostou que os planetas não se movem a uma velocidade constante. É coeto afima que as leis de

Leia mais

Cap03 - Estudo da força de interação entre corpos eletrizados

Cap03 - Estudo da força de interação entre corpos eletrizados ap03 - Estudo da foça de inteação ente copos eletizados 3.1 INTRODUÇÃO S.J.Toise omo foi dito na intodução, a Física utiliza como método de tabalho a medida das qandezas envolvidas em cada fenômeno que

Leia mais

Física e Química 11.º Ano Proposta de Resolução da Ficha N.º 3 Forças e Movimentos

Física e Química 11.º Ano Proposta de Resolução da Ficha N.º 3 Forças e Movimentos ísica e Química 11.º Ano Poposta de Resolução da icha N.º 3 oças e ovimentos 1. Dados: v = const a = 15,0 N R N = 6,0 N Gupo I Estando o copo em equilíbio R = 0 N ou seja: a = sen e R N = cos explicitando

Leia mais

7.3. Potencial Eléctrico e Energia Potencial Eléctrica de Cargas Pontuais

7.3. Potencial Eléctrico e Energia Potencial Eléctrica de Cargas Pontuais 7.3. Potencial Eléctico e Enegia Potencial Eléctica de Cagas Pontuais Ao estabelece o conceito de potencial eléctico, imaginamos coloca uma patícula de pova num campo eléctico poduzido po algumas cagas

Leia mais

20 Exercícios Revisão

20 Exercícios Revisão 0 Execícios Revisão Nome Nº 1ª séie Física Beth/Reinaldo Data / / T cte. G. M. m F v a cp v G. M T.. v R Tea = 6,4 x 10 6 m M Tea = 6,0 x 10 4 kg G = 6,7 x 10 11 N.m /kg g = 10 m/s P = m.g M = F. d m d

Leia mais

ESCOAMENTO POTENCIAL. rot. Escoamento de fluido não viscoso, 0. Equação de Euler: Escoamento de fluido incompressível cte. Equação da continuidade:

ESCOAMENTO POTENCIAL. rot. Escoamento de fluido não viscoso, 0. Equação de Euler: Escoamento de fluido incompressível cte. Equação da continuidade: ESCOAMENTO POTENCIAL Escoamento de fluido não viso, Equação de Eule: DV ρ ρg gad P Dt Escoamento de fluido incompessível cte Equação da continuidade: divv Escoamento Iotacional ot V V Se o escoamento fo

Leia mais

TRABALHO E POTÊNCIA. O trabalho pode ser positivo ou motor, quando o corpo está recebendo energia através da ação da força.

TRABALHO E POTÊNCIA. O trabalho pode ser positivo ou motor, quando o corpo está recebendo energia através da ação da força. AULA 08 TRABALHO E POTÊNCIA 1- INTRODUÇÃO Uma foça ealiza tabalho quando ela tansfee enegia de um copo paa outo e quando tansfoma uma modalidade de enegia em outa. 2- TRABALHO DE UMA FORÇA CONSTANTE. Um

Leia mais

Ensino Médio. Nota. Aluno(a): Nº. Série: 3ª Turma: Data: / /2018. Lista 3 Potencial Elétrico

Ensino Médio. Nota. Aluno(a): Nº. Série: 3ª Turma: Data: / /2018. Lista 3 Potencial Elétrico Ensino Médio Pofesso: Vilson Mendes Disciplina: Física I Aluno(a): Nº. Séie: 3ª Tuma: Data: / /2018 Lista 3 Potencial Elético N2 Nota 1. Em um campo elético, há um ponto P cujo potencial elético vale VP

Leia mais

a) A energia potencial em função da posição pode ser representada graficamente como

a) A energia potencial em função da posição pode ser representada graficamente como Solução da questão de Mecânica uântica Mestado a) A enegia potencial em função da posição pode se epesentada gaficamente como V(x) I II III L x paa x < (egião I) V (x) = paa < x < L (egião II) paa x >

Leia mais

Modelagem Matemática de Sistemas Mecânicos Introdução às Equações de Lagrange

Modelagem Matemática de Sistemas Mecânicos Introdução às Equações de Lagrange Modelagem Matemática de Sistemas Mecânicos Intodução às Equações de Lagange PTC 347 Páticas de Pojeto de Sistemas de Contole º semeste de 7 Buno Angélico Laboatóio de Automação e Contole Depatamento de

Leia mais

Componente de Física

Componente de Física Disciplina de Física e Química A 11º ano de escolaidade Componente de Física Componente de Física 1..8 Movimento de queda, na vetical, com efeito da esistência do a apeciável É um facto que nem sempe se

Leia mais

Teo. 5 - Trabalho da força eletrostática - potencial elétrico

Teo. 5 - Trabalho da força eletrostática - potencial elétrico Teo. 5 - Tabalho da foça eletostática - potencial elético 5.1 Intodução S.J.Toise Suponhamos que uma patícula qualque se desloque desde um ponto até em ponto sob a ação de uma foça. Paa medi a ação dessa

Leia mais

Física 1 Mecânica. Instituto de Física - UFRJ

Física 1 Mecânica. Instituto de Física - UFRJ Física 1 Mecânica Sandra Amato Instituto de Física - UFRJ Lei da Gravitação de Newton 1/ 33 (Vetores) Física 1 1/33 Física 1 Mecânica Sandra Amato Instituto de Física - UFRJ Lei da Gravitação de Newton

Leia mais

Interbits SuperPro Web

Interbits SuperPro Web 1. (Unesp 2013) No dia 5 de junho de 2012, pôde-se obseva, de deteminadas egiões da Tea, o fenômeno celeste chamado tânsito de Vênus, cuja póxima ocoência se daá em 2117. Tal fenômeno só é possível poque

Leia mais

Lei de Ampère. (corrente I ) Foi visto: carga elétrica com v pode sentir força magnética se existir B e se B não é // a v

Lei de Ampère. (corrente I ) Foi visto: carga elétrica com v pode sentir força magnética se existir B e se B não é // a v Lei de Ampèe Foi visto: caga elética com v pode senti foça magnética se existi B e se B não é // a v F q v B m campos magnéticos B são geados po cagas em movimento (coente ) Agoa: esultados qualitativos

Leia mais

UFABC - Física Quântica - Curso Prof. Germán Lugones. Aula 14. A equação de Schrödinger em 3D: átomo de hidrogénio (parte 2)

UFABC - Física Quântica - Curso Prof. Germán Lugones. Aula 14. A equação de Schrödinger em 3D: átomo de hidrogénio (parte 2) UFABC - Física Quântica - Cuso 2017.3 Pof. Gemán Lugones Aula 14 A equação de Schödinge em 3D: átomo de hidogénio (pate 2) 1 Equação paa a função adial R() A equação paa a pate adial da função de onda

Leia mais

Geodésicas 151. A.1 Geodésicas radiais nulas

Geodésicas 151. A.1 Geodésicas radiais nulas Geodésicas 151 ANEXO A Geodésicas na vizinhança de um buaco nego de Schwazschild A.1 Geodésicas adiais nulas No caso do movimento adial de um fotão os integais δ (expessão 1.11) e L (expessão 1.9) são

Leia mais

HISTÓRICO GEOCÊNTRICO MODELOS: HELIOCÊNTRICO

HISTÓRICO GEOCÊNTRICO MODELOS: HELIOCÊNTRICO HISTÓRICO MODELOS: GEOCÊNTRICO HELIOCÊNTRICO Modelo geocêntrico Cláudio Ptolomeu, no século II d.c. formulou o universo com a terra ao centro. Modelo que duraria até o século XVI, com discussões de Galileu

Leia mais

FGE0270 Eletricidade e Magnetismo I

FGE0270 Eletricidade e Magnetismo I FGE7 Eleticidade e Magnetismo I Lista de execícios 5 9 1. Quando a velocidade de um eléton é v = (,x1 6 m/s)i + (3,x1 6 m/s)j, ele sofe ação de um campo magnético B = (,3T) i (,15T) j.(a) Qual é a foça

Leia mais

Dinâmica do Movimento dos Corpos GRAVITAÇÃO. Licenciatura em Ciências USP/ Univesp. Gil da Costa Marques

Dinâmica do Movimento dos Corpos GRAVITAÇÃO. Licenciatura em Ciências USP/ Univesp. Gil da Costa Marques 15 GRAVITAÇÃO Gil da Costa Maques Dinâmica do Movimento dos Copos 15.1 A Inteação Gavitacional 15. Newton, a Lua e a Teoia da Gavitação Univesal 15.4 Massa e Gavitação 15.5 Massas geam dois tipos de campos

Leia mais

Prof. A.F.Guimarães Questões de Gravitação Universal

Prof. A.F.Guimarães Questões de Gravitação Universal Questão (UNICP SP) fiua abaixo epesenta exaeadaente a tajetóia de u planeta e tono do Sol O sentido do pecuso é indicado pela seta O ponto V aca o início do veão no heisféio Sul e o ponto I aca o início

Leia mais