COLÉGIO FAMÍLIA STELLA
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- Otávio Rodrigues Lima
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1 OLÉGIO FMÍLI SELL Prfessr: Jã Rdrig Escalari Quintilian ermlgia 0 X t x t c tx 0 tc 0 = t c t x 0 06, 04 lternativa a. eríams um valr praticamente igual a da escala Kelvin uma vez que, a acrescentarms 73 unidades à temperatura, nã alterams sua rdem de grandeza. 0 t ( ) lternativa b. t ( F) Prtant, a relaçã é t c t x 0 06, Relaçã entre as escalas: t t F 3 9 Substituind: tf t F 3 9 dad: t t F 30 F t F 0 3 Lg, 0 crrespnde a temp de 9 minuts. 06 lternativa e. emperatura é uma grandeza física escalar que mede estad de agitaçã das mléculas d crp. 03 lternativa d. Desenhand as escalas: 0 X y 00 x x x x 0 x 0 80 y y 80 x 00 X y 00 X 07 lternativa e. t ( ) t ( ) Para :,
2 08 lternativa d. Nã pderíams ter as escalas elsius e Kelvin uma vez que na escala elsius menr valr pssível é 73 e na Kelvin menr valr é zer. Já na escala Fahrenheit, 40 F crrespnderá a aprximadamente 68, que é um valr pssível. 09 lternativa a. F 00 x x 7 Na escala Fahrenheit há 80 divisões. Lg: 0 cm 80 divisões 0 80 y 4 F cm y y lternativa b. L L i t L f L i L i (t f t i ) (98 ) ,000073, lternativa e. aç x x x x 0 ( 7) x 0x 400 x 0 0 lternativa a. Relacinand as escalas e E: e 0 Relacinand as escalas E e G: f 0 g 0 f 3 g lternativa d. 0 cm cm E e 70 f 0 80 e 0 E e 0 f 0 g 0 F Na escala elsius há 00 divisões. Lg: 0 cm 00 divisões 0 00 x cm x x G g 3 00 x y m ceficiente de dilataçã linear d alumíni é cerca de vezes mair que d aç, a figura frmada, mantend as demais cnstantes, é um trapézi isósceles. 4 lternativa e. s juntas de dilataçã sã espaçs reservads para que as edificações se dilatem. Send assim, a dilataçã de um crp depende d seu cmpriment inicial, send diretamente prprcinal a este. lternativa d. Uma vez que a variaçã da temperatura e material que cnstitui a placa sã iguais, a dilataçã fica cm funçã d cmpriment inicial que, neste cas, é diâmetr R pin d rifíci. Send assim, a flga aumentará, pis rifíci pssui um diâmetr mair que d pin. 6 lternativa d. t i L ii cm L iii cm d 0 3 cm I 3 0 II 4 0 Para que as peças entrem em cntat, devems ter: L I L II (t F ) 4 0 (t F ) t F t F t F t F 0 3, 0 3 t F 6, 0 6 R placa
3 7 lternativa e. Utilizand as infrmações frnecidas: L L i t L L 4 0 m 0,04 mm 8 lternativa d. Para que as barras metálicas apresentem mesm cmpriment a uma dada temperatura, devems ter: L L 0,0 mm lternativa a. D 0,4 m 400 mm t Área inicial: S i R 3,4 (00) 600 mm S S i t S, S 7,63 0 S 76,3 mm 80 mm L 00,8 mm L 3 lternativa d. S S i t,4 S i, ,4 4 0 S i S i 0 4 cm S i m L L L ( ) L ( ) 0,0 [ 0 ( f 0)] 00,8 [ 0 ( f 0)] 0, f 00, f f, f 00 9 lternativa b. Pela figura: R R e t t ssim, para, quand aumentams a temperatura, a abertura x tende a diminuir. 0 lternativa e. L i 600 km 6 0 m t Dads: i 0 t f 30 0 L L i t L L 40 m lternativa b. S i cm t 0 Zn, 0 S S i t S S cm S f S i S S f 40 cm 4 lternativa d. Dads:,6 0 4 S f S i 0 S i S S i t 0 00 S i S i,6 0 4 t 0,6 0 4 t t,6 0 3 t 6 lternativa e. razã entre as áreas é, pis tant a chapa quant quadrad apresentam a mesma área inicial, sã feits de mesm material e estã sujeits à mesma variaçã de temperatura. 6 lternativa a. Para que dente e a restauraçã sfram a mesma variaçã de vlume quand sujeits à mesma variaçã de temperatura, ambs devem pssuir mesm ceficiente de dilataçã vlumétrica. 7 lternativa d. Se rai e material que cnstitui as esferas sã s mesms, assim cm a variaçã de temperatura a que elas estã submetidas, a dilataçã sfrida também será a mesma, fazend cm que a razã seja. 8 lternativa a. i 60 L t Dads: i 0 t F 30 gasl., 0 3 i t 6 0, , 0,3
4 9 lternativa d. densidade inicial d crp é d i m. Depis de aquecid, sua densidade passa a m d f. m E, send, nde 0 : d f, θ 0 m u seja: d f. ( θ0) ssim, cmparand d f cm d i, btems: df d i d f m ( θ0) df m di θ di θ 0 Nessa expressã, bservams que: Se 0 0 d f d i Se 0 d f Se 0 d f d i d i m s ceficientes de dilataçã ds sólids estã próxims a 0 6, para que 0, teríams 0 próxim a 0 6, que é incmpatível cm a infrmaçã de que crp é sólid. Lg, a densidade diminuirá, mas certamente nã se reduzirá à metade. 30 lternativa a. i 00 cm 3 t i 0 rec 6 0 rec 8 0 real t f 70 Determinand ap : real ap rec ap 8 0 ap, 0 4 ap iap ap t ap 0, ap 66 0 ap 6,6 cm 3 3 lternativa a. O vlume de líquid que transbrda indica a variaçã aparente d vlume, u seja, a dilataçã d líquid mens a dilataçã d frasc. 3 lternativa a. Se ceficiente de dilataçã cúbica d recipiente e d líquid (Hg) fr mesm, nã bservarems uma alteraçã na altura da cluna de mercúri, u seja, termômetr deixa de indicar a variaçã da temperatura lternativa e. Dads: t i 0 t f 80 ap 4 00 i ap vidr ap iap ap t 4 00 i ap iap ap 8 0 ap real ap rec 0 4 real real lternativa c. afirmaçã I é incrreta prque quand a água é aquecida de 0 para 4, seu vlume diminui. partir de 4 seu vlume vlta a aumentar. 3 lternativa d. O nível da glicerina se eleva, pis tant esta cm vidr sfrem dilatações. N entant, a dilataçã vlumétrica da glicerina é muit superir à dilataçã vlumétrica d recipiente. 36 lternativa b. Para que vlume da parte vazia permaneça inalterad, devems ter: rec real irec rec t ireal real t 00 rec 00 (3 rec ) rec 37 lternativa c. I (erdadeira) Pdems calcular ceficiente de dilataçã d material baseads na inclinaçã da reta tangente à curva n pnt cnsiderad. Neste gráfic, a inclinaçã da reta representativa d mercúri nã se altera n interval cnsiderad. II (Falsa) Para a altura citada, tems: Hg e H O III (erdadeira) raçand uma reta tangente à curva na temperatura de 8, terems uma reta paralela à curva d mercúri, indicand mesm ceficiente de dilataçã. 38 lternativa b.
5 46 m,0 kg 38 t i 0 t f 60 P J/min Determinand a energia empregada: J min x J x 0 min alculand calr específic: c 40 c 3 0 J/kg 39 lternativa a. c c Q Q t t Estabelecend a igualdade: Q Q t t t t 40 lternativa a. variaçã de temperatura sfrida pel disc de chumb pde ser determinada pela equaçã: Q m c Pb send: m 00 g c Pb 3 0 cal/g Q 30 cal Lg: variaçã na área d disc pde ser btida a partir da equaçã: S S 0 send: Pb 6 0 Lg: 0 S ,0006 S 0 0,06% 4 lternativa e. c Pb 0,03 cal/g cal 4,86 J variaçã de temperatura de crrespnde à variaçã de temperatura de k, lg: c 0,03 4, c,3 0 J kg k 4 lternativa b. t i 0 ρ,8 0 3 g/mm L 3 mm,4 0 c 0, cal/g m a variaçã de temperatura é cmum: L L i t e Q m c t L L i Q m c L m c Q L 3 3,8 0 0, Q Q 70 cal,4 0 P 0 4 cal/min m 4,0 kg g 43 t i 30 t f 80 c H O cal/g Determinand a quantidade de calr: Q m c t Q Q 0 cal Determinand temp: 0 4 cal min 0 x 0 min cal x 44 Usand a equaçã fundamental da calrimetria e a definiçã de ptência: Q mc Pt Q t Prtant: Pt t m c Q Pt t Substituind-se s valres frnecids na questã: 0 t,6 70 (37,4) t 39,76 t 40 s m 00 g 4 Q 470 kcal a) Determinand a massa de água: Q mct m 0 m g b) Determinand a energia pr degrau: E p mgh E p , E p 00 J cal 4, J x 47,6 cal x 00 J degrau 47,6 cal x cal x degraus i ρ
6 46 lternativa e. m 00 g vlta 0, J t cal 4, J Determinand a energia: Q mct Q 0 00 cal 40 J Determinand númer de vltas: vlta 0, J x 4 00 vltas x 40 J m 000 kg 7 km 47 i 0 m/s h v f 0 Determinand a energia dissipada: E c E cf E ci J nvertend as unidades: cal 4,9 J x cal x J m a variaçã da temperatura é cmum: v v i t e Q m c t v Q v Q vi mc vi mc v 3,3 0 3 v i m 60 kg g t i 3 t f 8 temp h 0. De acrd cm enunciad:, h x 7, x h Determinand a quantidade de calr: Q mct Q , Q cal 8 0 J Determinand a ptência: P 8 0 P P 00 W t ( 3 600) 0. P 00 ( ) 4 t t t t s h (crret) (crret) 04. P t t t, Q 0 6 cal m 0 kg h,0 m ( t) 4 60 (crret) Determinand a energia em Jules: cal 4,8 J 0 6 cal x x 4,8 0 6 J Determinand a energia empregada para levantar crp: E p mgh E p 0 0 E p 000 J alculand númer de vezes que crp será erguid: vez 000 J y 4,8 0 6 J y 4 80 vezes 0 lternativa b. x fusã (passagem da fase sólida para a fase líquida) y vaprizaçã (passagem da fase líquida para a fase de vapr) z sublimaçã (passagem da fase sólida para a de vapr, sem passar pel estad líquid) lternativa c. Quant mair a altitude menr a pressã atmsférica e, cnseqüentemente, menr a temperatura de ebuliçã da água. lternativa a. O calr específic de uma substância é, pr definiçã, a quantidade de energia na frma de calr necessária para que g dessa substância sfra variaçã de temperatura de, sem que crra mudança de estad. Dentre as afirmações: I é crreta, pis se trata da definiçã aplicada as dads da questã. II é errada, pis a definiçã é válida para g de massa, e nã para uma massa qualquer. III é errada, pis de acrd cm a definiçã, valr crret para a energia térmica, nas cndições prpstas, é 9 J. 3 lternativa e. m tn g t i 0 c gel 0, cal/g L F 80 cal/g
7 Determinand a quantidade ttal de calr: 7 a) fusã crre n interval de temp t t. Q Q gel gel água Q ttal Q Q m(ct L F ) Q ttal (0, 0 80) 34 0 cal m 00 g 4 0,0 cm t i 0 a) Determinand a temperatura: L L i t 0, t t t f 0 t f 0 b) Determinand a quantidade de calr: sólid sólid líquid Q Q Q ttal Q Q Q ttal m(ct L F ) Q ttal 00(0, 640 9) Q ttal 3 80 cal lternativa b. transmissã (trca) de calr crre sempre d crp mais aquecid para crp mens aquecid. Send assim, a água irá frnecer calr para s blcs de gel. 6 lternativa b. Dads: m 00 g t i 0 c gel 0, cal/g L F 80 cal/g t f 0 Determinand a quantidade de calr: Q Q Q 3 gel gel água água Q ttal Q Q Q 3 Q ttal m(c gel t L F c água t) Q ttal 00(0, ) Q ttal 0 kcal lternativa d. Se dis cubs de gel sã capazes de reduzir a temperatura de 4, levand a temperatura d cnjunt a, utrs dis cubs de gel irã tirar calr restante da água levand sistema a 0, nde terems gel e água. b) vaprizaçã crre n interval de temp t 4 t 3. c) Determinand a quantidade de calr: Q ttal Q Q Q ttal m(ct L F ) Q ttal 00(0, 40 80) Q ttal 0 00 cal 8 lternativa c. Na situaçã prpsta, deve crrer a fusã de 00 g d gel e, em seguida, aqueciment da água resultante até 00 : P t m L m c 800 t t 80 s 9 lternativa b. m aument da pressã, a temperatura de ebuliçã da água também aumenta, czinhand melhr s aliments. 60 lternativa a. t i 0 P 800 W t f 00 Determinand a quantidade de calr: Q Q água água vapr Q ttal Q Q Q ttal m(ct L v ) Q ttal m( 80 40) 60 m Determinand a vazã: P t m 4, t m água m m gs t 0,3 / t 0,3 s 6 a) quantidade ttal de calr necessária para aquecer e depis fundir uma massa m de um material é: Q ttal mc ml Substituind s valres dads: m 00 g, c 0,80 cal/g, e L 43 cal/g Q ttal (00)(0,080)( 070) (00)(43) Q ttal cal m cal 4, J, Q ttal (64 300) (4,) J 70 kj.
8 b) ptência média é definida pr: Q P m J t s (,7 0 ) 0 4,7 0 9 W,7 GW c) O númer de lâmpadas é dad pela ptência média da descarga dividida pela ptência de uma lâmpada, u: lâmpada 00 W n lâmpadas,7 0 9 W 7, 0 n 00 lâmpadas 9, milhões de 6 lternativa d. lcand s dads em uma tabela: m c t f t i calrímetr Q água m 30 Q água Q 3 De acrd cm princípi da igualdade: Q Q 0 30 m c t 0 30 c (40 60) 0 c 0,7 cal/g 6 a) lcand s dads em uma tabela: m c t f t i crp , Q água m 37 Q Q Q ,6(37 40) m (37 ) m m 00 g b) lcand s dads em uma tabela: m c t f t i crp , Q água m 37 0 Q Determinand a massa de água: Q Q Q (30) m () 000 (30) 0 m m 000 g kg De acrd cm a vazã: kg min x min kg x 63 t iágua 30 t igel 40 m água m gel L F 80 cal/g c gel 0, cal/g c água cal/g Determinand calr frnecid pela água Q água Q gel 0 mct água mct gel m L F mct água 0 m (t f 30) 0 m 80 m t f m 0 t f m 70 m t f 3 64 De acrd cm gráfic: Q m c t 30 m c 30 c cal/ ,6 (3) m (7) 0 7 m m 09 g c) m a massa d crp e a variaçã da temperatura sã grandezas diretamente prprcinais em relaçã à quantidade de calr, a diminuiçã de uma implica aument da utra. 66 lternativa c. Determinand a quantidade de calr absrvid pela água: Q m c t Q (0 0) Q 0 4 cal Determinand a ptência: 0 P P P 0 3 t Determinand a temperatura de equilíbri: 4 m c t f t i cal s água t f 0 Q crp 000 0, t f 0 Q Q Q (t f 0) 00(t f 0) 0 t f 46,87 Determinand a quantidade de calr da água: Q H O (0 46,87) 9 37 cal
9 Determinand a quantidade de calr d crp: Q crp 000 0, (0 46,87) 6 cal quantidade ttal de calr será: Q ttal Q ttal cal Pela ptência d micrndas: 000 cal 84 s x 70 s cal x 67 lternativa e. O crp que recebe a mair quantidade de calr é aquele que pssui a mair capacidade térmica, u seja, latã. 68 Máxima quantidade de calr que pde ser frnecid pela água: Q mct Q 400 (, 0) Q 000 cal Quantidade de calr absrvid pel gel Q Q gel gel água Q mct 000 cal (crre) Q m L F cal (nã crre ttalmente) Massa de gel derretid: Q m L F ( ) m 80 m 0 g 69 lternativa c. lcand s dads em uma tabela: nde cm 3 g m c t f t i café 00 t f 90 Q café 00 t f 0 Q Q Q 0 00 (t f 90) 00 (t f 0) t f t f 70 7 lternativa b. lcand as infrmações em uma tabela: m c t f t i água fria Q água quente m Q Pel princípi da igualdade: Q Q m (0) m m g ( que crrespnde a 3 ). 7 lternativa d. P cal/min H O 0 m t ih 00 O m vapr 40 g t ivapr 00 t iágua 0 L v 40 cal/g Determinand a quantidade de calr: Q mct 0 (80) cal través da ptência: cal min x 4 s cal x 73 lternativa b. P cal/min H O 0 m t ih 00 O m vapr 40 g t ivapr 00 t iágua 0 L v 40 cal/g Determinand a quantidade de calr: Q Q água água vapr Q Q Q Q ttal mct ml v Q ttal 40( 80 40) Q ttal cal 74 lternativa c. Pel princípi da igualdade: Q água Q gel 0 m c t m L F 0 00 (t f 0) t f t f 0 7 lternativa a. i cm 3 m 30 g t i 00 L F 80 cal/g u 0,096 cal/g d gel 0,9 g/cm 3 De acrd cm a figura d exercíci, tems água e gel simultaneamente, lg, a temperatura de equilíbri é de 0. Daí: Q esfera Q gel 0 m c t m L F 30 0,096 (00) m gel 80 0 m gel 3,6 g
10 De acrd cm a densidade: cm 3 0,9 g x 3,9 cm 3 x 3,6 g Prtant, vlume final, será: v f cm 3 3,9 cm 3 8,9 cm 3 t i 0 h,68 0 m 76 L F 3,36 0 J/kg g 0 m/s De acrd cm princípi de cnservaçã da energia: h E m E m E p E c E p E c E dissipada E p E dissipada E dissipada m gl m 0,68 0,68 m Determinand a massa de gel que derrete: Q m L F,68 m m 3,36 0 m 0 6 m m c kg m H O 400 g 77 t ih 98 k O h m t f 98,4 k,4 a) Determinand a capacidade térmica: Q t 640 (,4 ) 600 J/ b) Determinand a energia necessária para aquecer calrímetr e a água: Q ttal Q cal Q H O Q J Determinand a energia ptencial: E p mgh E p 0 00 J, ds quais sã utilizads 60 J. Determinand númer de quedas: queda 60 J x 6 quedas x 960 J 78 lternativa e. 79 lternativa b. 80 lternativa e. - Regiã da curva representand a fase de vapr; - pnt sbre a curva de sublimaçã (equilíbri entre sólid e vapr); 3 - pnt tripl (cexistem as três fases); 4 - pnt sbre a curva de fusã (equilíbri sóli- d-líquid); - pnt sbre a curva de vaprizaçã (pnt crític entre vapr e gás). 8 lternativa c. Para valres de pressã acima de atmsfera, de acrd cm diagrama de fases, pdems ter a substância na fase de vapr, na fase líquida u na fase sólida. 8 lternativa e. I. O diagrama de uma substância que diminui de vlume na fusã apresenta seguinte aspect: p curva de sólid fusã líquid curva de sublimaçã de curva vaprizaçã vapr II. Se a temperatura é aumentada sb pressã cnstante (isbárica), a substância passa da fase sólida () para a fase líquida () e, psterirmente, para a fase de vapr (D). sólid líquid vapr III. Se a pressã é aumentada sb temperatura cnstante (istermicamente), a substância passa da fase de vapr () para a fase sólida (E) e, psterirmente, para a fase líquida (F). sólid F E líquid vapr D t c p p gás t i 3 t e k 0 4 kcal (s m ) e 0 cm 0 m S 0 m Determinand flux de calr: Q k s t ti ϕ ( ) t e 0 0 ( 33 3) 3 cal kcal ϕ 0 0 s s Prtant, aparelh que deve ser utilizad é de númer 4, que pssui ptência mínima de,60 kcal/s. t
11 84 lternativa b. lã funcina cm um islante térmic dificultand a passagem d calr através dela, pr pssuir um ceficiente de cndutividade térmica baix. 8 Prque a travessa de alumíni pssui um ceficiente de cndutibilidade térmica mair que da mesa de madeira, absrvend uma quantidade de calr mair da mã. cera derreterá antes na barra de alumíni, pis ceficiente de cndutibilidade térmica d alumíni é mair que ceficiente de cndutibilidade térmica da madeira. N alumíni (metal) as mléculas vibram em trn de psições fixas, pssibilitand a transmissã d calr pr clisões sucessivas (transmissã pr cnduçã). Há relaçã, pis substâncias cm ceficiente de cndutibilidade térmica elevad sã bas cndutras térmicas e más cndutras (islantes) em cas cntrári. 86 lternativa e. P k s ( t f t i) e e cm Send d m 40, vem: d e O vlume, finalmente, é btid fazend-se: cm 3 Prtant: d d,0 0 g/cm lternativa e. O flux de calr entre metal e a mã é mais intens d que entre a mã e vidr, dand, prtant, a sensaçã que a lata está mais fria que a garrafa; u seja, a cndutividade térmica d metal é mair que a d vidr. 88 ª-) O gel é islante térmic e seu acúmul impede as trcas de calr n interir d cngeladr. ª-) s prateleiras devem ser vazadas para que nã impeçam a passagem das crrentes de ar pr cnvecçã n seu interir. 3ª-) finalidade de um refrigeradr é transferir calr de um reservatóri de baixa temperatura para um de alta temperatura. ssim, as rupas clcadas atrás da geladeira impedem as trcas de calr cm mei. 89 lternativa a. O fat de as crrentes de ar quente serem ascendentes e a cndutividade d ar ser muit baixa justifica a transmissã de calr principalmente pr irradiaçã. 90 O ar n interir d veícul é aquecid principalmente pr irradiaçã da luz slar. Os vidrs d carr funcinam cm numa estufa de plantas: sã transparentes à radiaçã luminsa e pacs à radiaçã infravermelha. Lg, calr recebid pel ar fica aprisinad n interir d veícul, que faz a temperatura ali aumentar. 9 a) De md geral, s metais usads para a cnfecçã de panelas devem apresentar cndutividade alta, calr específic pequen e dilataçã térmica pequena. Já utensílis feits de madeira, plástic e vidr devem apresentar cndutividade baixa, calr específic alt e ceficiente de dilataçã pequen. b) assadeira é feita de um material que apresenta mair ceficiente de cndutividade térmica que ar, que é mau cndutr de calr. c) temperatura da pessa dente é mair que a d mei (ar) que a envlve. Para que a febre baixe deve haver transferência de calr d crp para ambiente pr cnduçã. m a água é melhr cndutra de calr que ar, envlve-se dente cm talha úmida para acelerar a transferência de calr e, cnseqüentemente, a diminuiçã da febre. d) Nrmalmente a temperatura d mei é menr que a d crp. Devid a essa diferença de temperatura, estabelece-se um flux cntínu de calr d crp para mei ambiente. Essa transferência de energia se realiza através da pele, mediante três prcesss: cnduçã, irradiaçã e evapraçã de água. s rupas que usams mantêm ar em cntat cm a pele à mesma temperatura, evitand-se, assim, as trcas de calr, principalmente pr cnduçã. Pr utr lad, crp human emprega uma variedade de mecanisms que pssibilitam ritm de perda de energia para mei ambiente igualar-se a seu metablism. O hiptálam um ds respnsáveis pr esses mecanisms age cm um termstat e, quand necessári, ativa mecanisms de perda de calr, cm a vasdilataçã e a transpiraçã. 9 lternativa c. Na substância as partículas estã parcialmente unidas, em um estad intermediári entre sólid e gass. 93 m mtr d liquidificadr ligad, as esferas agitam-se e distribuem-se caticamente pr td espaç dispnível; mesm crre cm as mléculas n estad gass: elas cupam tda a capacidade d recipiente que as cntém (I). diminuir a mínim pssível a sua rtaçã d mtr (u desligá-l), as esferas têm mínima agitaçã e espaç cupad é muit menr que vlume d recipiente; mesm crre cm as mléculas quand se cndensam: vlume cupad pelas mléculas é menr que vlume dispnível e a densidade d líquid é mit mair que a d gás crrespndente.
12 94 lternativa e. reduçã na pressã faz cm que a temperatura de ebuliçã da água fique menr que a temperatura da água na panela, fazend cm que vlte a ferver. Pnts e : P P P 3 3 P c 3 9 lternativa c. rata-se de uma transfrmaçã isbárica. Entã: P 360 P lternativa c. 300 K 37 K nsiderand a transfrmaçã ismétrica: P P P P P,09P P 3 P 00 lternativa e. m a temperatura permanece cnstante e atm,0 0 P a : P i i P f f f i,0 0,0 0 f i Pi P f i f P P,0 fund superfície 0 lternativa a. m a temperatura é mantida cnstante: P P nde ase altura () (h) (4 ) P (6 ) P 4 6, atm P é 9% mair que P 97 lternativa b. P 3 atm 4 L 300 K P atm 4 L Send a transfrmaçã ismétrica: P P 3 a 00 K 300 temperatura de 00 K crrespnde a lternativa e. P P K 300 Lg: lternativa d. Island a grandeza pressã para s pnts, e : Pnts e : P P P P 3 3 P P
Física E Extensivo V. 3
Gabarit ula 9 Física E Extensiv V. Reslva c) De acrd cm gráfic, a temperatura de fusã é de 10 C. 9.01) D 9.0) B I. Incrreta. té que se atinja a temperatura de ebuliçã, deve-se deixar fg alt, pis mais rapidamente
Física 3 aulas 1 e 2.
www.fisicanaveia.cm.br www.fisicanaveia.cm.br/cei Temperatura: definiçã Temperatura Medida relacinada a GRAU MÉDIO DE AGITAÇÃO das partículas de um crp u um sistema de crps. Se fsse pssível ver as partículas
Física E Extensivo V. 1
Física E Extensiv V. 1 Exercícis 01) Verdadeira. Verdadeira. Temperatura mede a agitaçã ds átms. Verdadeira. Temperatura e energia cinética sã diretamente prprcinais. Verdadeira. Falsa. Crp nã tem calr.
MATEMÁTICA APLICADA RESOLUÇÃO
GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS ECONÔMICAS E 3/0/06 As grandezas P, T e V sã tais que P é diretamente prprcinal a T e inversamente prprcinal a V Se T aumentar 0% e V diminuir 0%, determine a variaçã
Física 3 aulas 7 a 10.
www.fisicanaveia.cm.br www.fisicanaveia.cm.br/cei Temperatura e Calr Temperatura Medida prprcinal a GRAU MÉDIO DE AGITAÇÃO das partículas de um crp u um sistema de crps. Calr Energia térmica EM TRÂNSITO,
Questão 46. Questão 48. Questão 47. Questão 49. alternativa C. alternativa D. alternativa D
Questã 46 Se uma pessa cnseguiu percrrer a distância de 3 000 m em 45 minuts, sua velcidade escalar média, nesse interval, fi: a),0 km/h d) 6,0 km/h b) 3,0 km/h e) 6,7 km/h alternativa C c) 4,0 km/h A
CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE GRADUAÇÃO FÍSICA FOLHA DE QUESTÕES
CONCURSO DE DMISSÃO O CURSO DE GRDUÇÃO FÍSIC FOLH DE QUESTÕES 007 1 a QUESTÃO Valr: 1,0 Um hmem está de pé diante de um espelh plan suspens d tet pr uma mla. Sabend-se que: a distância entre s lhs d hmem
A) O volume de cada bloco é igual à área da base multiplicada pela altura, isto é, 4 1
OBMEP Nível 3 ª Fase Sluções QUESTÃO. Quincas Brba uniu quatr blcs retangulares de madeira, cada um cm 4 cm de cmpriment, cm de largura e cm de altura, frmand bjet mstrad na figura. A) Qual é vlume deste
Exame: Matemática Nº Questões: 58 Duração: 120 minutos Alternativas por questão: 4 Ano: 2009
Eame: Matemática Nº Questões: 8 Duraçã: 0 minuts Alternativas pr questã: An: 009 INSTRUÇÕES. Preencha as suas respstas na FOLHA DE RESPOSTAS que lhe fi frnecida n iníci desta prva. Nã será aceite qualquer
Turma: 2301 Turno: Manhã Professor: Douglas Baroni
Colégio Zaccaria TELEFAX: (0 XX 21) 3235-9400 www.zaccaria.g12.br Lista de exercícios Física II (Recuperação) 1º Período 2014 Aluno(a): N.º Turma: 2301 Turno: Manhã Professor: Douglas Baroni QUESTÃO 1
Fís. Fís. Monitor: Leonardo Veras
Professor: Leonardo Gomes Monitor: Leonardo Veras Exercícios de dilatação dos líquidos 28 fev RESUMO Dilatação volumétrica aparente Um recipiente contendo um líquido, ao ser aquecido, vai provocar uma
Propagação do Calor e Calorimetria
Condução Térmica Física 3 - Capítulo 3 Propagação do Calor e Calorimetria Propagação de calor em que a energia térmica passa de partícula para partícula, sem transporte de matéria. Ocorre nos materiais
Esta aula nos dará conhecimento para análise e determinação do calor produzido ou absorvido em uma reação química.
Aula: 07 emática: ermquímica Esta aula ns dará cnheciment para análise e determinaçã d calr prduzid u absrvid em uma reaçã química. A termquímica é a investigaçã d calr prduzid u cnsumid nas reações químicas.
QUESTÕES DISCURSIVAS
QUESTÕES DISCURSIVAS Questã 1 Um cliente tenta negciar n banc a taa de jurs de um empréstim pel praz de um an O gerente diz que é pssível baiar a taa de jurs de 40% para 5% a an, mas, nesse cas, um valr
Diagramas líquido-vapor
Diagramas líquid-vapr ara uma sluçã líquida cntend 2 cmpnentes vláteis que bedecem (pel mens em primeira aprximaçã) a lei de Rault, e prtant cnsiderada cm uma sluçã ideal, a pressã de vapr () em equilíbri
TIPO DE PROVA: A. Questão 1. Questão 2. Questão 4. Questão 3. alternativa A. alternativa B. alternativa C
Questã TIPO DE PROVA: A de dias decrrids para que a temperatura vlte a ser igual àquela d iníci das bservações é: A ser dividid pr 5, númer 4758 + 8a 5847 deixa rest. Um pssível valr d algarism a, das
4 Extensão do modelo de Misme e Fimbel para a determinação da distribuição cumulativa da atenuação diferencial entre dois enlaces convergentes
4 Extensã d mdel de Misme e Fimbel ra a determinaçã da distribuiçã cumulativa da atenuaçã diferencial entre dis enlaces cnvergentes 4.. Distribuiçã cumulativa cnjunta das atenuações ns dis enlaces cnvergentes
1ª Avaliação. 2) Qual dos gráficos seguintes representa uma função de
1ª Avaliaçã 1) Seja f ( ) uma funçã cuj dmíni é cnjunt ds númers naturais e que asscia a td natural par valr zer e a td natural ímpar dbr d valr Determine valr de (a) f ( 3) e (b) + S, send f ( 4 ) * S
A grandeza física capaz de empurrar ou puxar um corpo é denominada de força sendo esta uma grandeza vetorial representada da seguinte forma:
EQUILÍBRIO DE UM PONTO MATERIAL FORÇA (F ) A grandeza física capaz de empurrar u puxar um crp é denminada de frça send esta uma grandeza vetrial representada da seguinte frma: ATENÇÃO! N S.I. a frça é
Nome dos membros do grupo: Data de realização do trabalho:
Escla Secundária de Laga Física e Química A 10º An Paula Mel Silva Identificaçã d trabalh (Capa) Relatóri Simplificad AL 1.2 Mviment vertical de queda e de ressalt de uma bla: transfrmações e transferências
Questão 1. Questão 2. Resposta. Resposta
Questã 1 O gráfic mstra, aprimadamente, a prcentagem de dmicílis n Brasil que pssuem certs bens de cnsum. Sabe-se que Brasil pssui aprimadamente 50 milhões de dmicílis, send 85% na zna urbana e 15% na
A) condensação do vapor de água dissolvido no ar ao encontrar uma superfície à temperatura mais baixa.
lista_1-conceitos_iniciais_em_termologia Questão 1 Os cálculos dos pesquisadores sugerem que a temperatura média dessa estrela é de T i = 2.700 C. Considere uma estrela como um corpo homogêneo de massa
MECANISMOS COMBINADOS DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR (CONDUÇÃO E CONVECÇÃO)
MECNISMOS COMBINDOS DE NSEÊNCI DE CLO (CONDUÇÃO E CONVECÇÃO Cnsiderems uma parede plana situada entre dis luids a dierentes temperaturas Se as temperaturas e ds luids sã cnstantes, será estabelecid um
XXXIII OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA PRIMEIRA FASE NÍVEL 3 (Ensino Médio) GABARITO
XXXIII OLIMPÍD RSILEIR DE MTEMÁTI PRIMEIR FSE NÍVEL (Ensin Médi) GRITO GRITO NÍVEL ) 6) ) D 6) D ) ) 7) D ) 7) D ) D ) 8) ) 8) D ) ) 9) ) 9) ) D ) E 0) D ) D 0) E ) E ada questã da Primeira Fase vale pnt.
Proposta de teste de avaliação 4 Matemática 9
Prpsta de teste de avaliaçã 4 Matemática 9 Nme da Escla An letiv 0-0 Matemática 9.º an Nme d Alun Turma N.º Data Prfessr - - 0 Na resluçã ds itens da parte A pdes utilizar a calculadra. Na resluçã ds itens
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01 PQ é a crda um de duas circunferências secantes de centrs em A e B. A crda PQ, igual a, determina, nas circunferências, arcs de 60 º e 10 º. A área d quadriláter cnve APBQ é : (A) 6 (B) 1 (C) 1 6 0
Matemática B Extensivo V. 1
Matemática Etensiv V. Eercícis 0 5 60 0) m 0) E sen cs tan Seja a medida entre prédi mair e a base da escada que está apiada. Também, seja y a medida da entre a base d prédi menr e a base da escada nele
Resoluções dos exercícios propostos
1 P.109 p a) AB corresponde a uma fusão (passagem da Sólido F fase sólida para a fase líquida). A B Líquido G b) B corresponde a uma vaporização E (passagem da fase líquida para a fase de D Vapor vapor).
Mas, o trabalho realizado é igual à diferença entre as quantidades de calor recebido pela fonte quente e cedido para a fonte fria:
Resolução fase aula 1 Gabarito: Resposta da questão 1: 4J 1cal 4.000 J 1.000 cal Q P mcδθ 1.000 m 1 (60 0) 1.000 m 1.000 m 5 g s 40 1min 60 s 1L 1000 g m 1500 g min m 1,5 L min Resposta da questão : a)
1 Conceito de calorimetria 12 Mudança de fase. 2 Introdução 13 Leis gerais das mudanças de fase. 3 Definição de caloria 14 Mudança de fase da água
1 Conceito de calorimetria 12 Mudança de fase 2 Introdução 13 Leis gerais das mudanças de fase 3 Definição de caloria 14 Mudança de fase da água 4 Calor específico 15 Resumo das equações e unidades 5 Calorímetro
A partir dos dados, tem-se a seguinte correspondência: Usando a proporcionalidade, tem-se: x x = =
01 A partir dos dados, tem-se a seguinte correspondência: Usando a proporcionalidade, tem-se: x 20 92 32 x 20 60 = = 80 20 212 32 60 180 x 20 = 20 x = 40 mm Resposta: B 1 02 A partir dos dados, tem-se:
Questão 48. Questão 46. Questão 47. Questão 49. alternativa A. alternativa B. alternativa C
Questã 46 O ceficiente de atrit e índice de refraçã sã grandezas adimensinais, u seja, sã valres numérics sem unidade. Iss acntece prque a) sã definids pela razã entre grandezas de mesma dimensã. b) nã
BANCO DE QUESTÕES - FÍSICA - 9º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL
PROFESSOR: EQUIPE DE FÍSICA BANCO DE QUESTÕES - FÍSICA - 9º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================= 01- Um copo de água está à temperatura
Turma: 2101 Turno: Manhã Professor: Douglas Baroni
Colégio Zaccaria TELEFAX: (0 XX 21) 3235-9400 www.zaccaria.g12.br Lista de exercícios Física II (Recuperação) 2º Período 2014 Aluno(a): N.º Turma: 2101 Turno: Manhã Professor: Douglas Baroni QUESTÃO 1
1 Conceito de calorimetria. 2 Introdução. 3 Definição de caloria. 4 Calor específico. 5 Calorímetro (interativo) 6 Tabela de calores específicos
1 Conceito de calorimetria 2 Introdução 3 Definição de caloria 4 Calor específico 5 Calorímetro (interativo) 6 Tabela de calores específicos 7 Capacidade térmica 8 Trocas de calor 9 Calor latente 10 Curva
1 Conceito de calorimetria 12 Mudança de fase. 2 Introdução 13 Leis gerais das mudanças de fase. 3 Definição de caloria 14 Mudança de fase da água
1 Conceito de calorimetria 12 Mudança de fase 2 Introdução 13 Leis gerais das mudanças de fase 3 Definição de caloria 14 Mudança de fase da água 4 Calor específico 15 Resumo das equações e unidades 5 Calorímetro
Halliday & Resnick Fundamentos de Física
Halliday & Resnick Fundaments de Física Mecânica Vlume 1 www.grupgen.cm.br http://gen-i.grupgen.cm.br O GEN Grup Editrial Nacinal reúne as editras Guanabara Kgan, Sants, Rca, AC Farmacêutica, LTC, Frense,
ORIENTAÇÃO DE ESTUDOS
ORIENTÇÃO DE ESTUDOS RECUPERÇÃO SEMESTRL 2º no do Ensino Médio Disciplina: Física 1. figura representa dois corpos suspensos por uma haste de peso desprezível, em equilíbrio. Sendo a massa do corpo igual
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Departamento de Estudos Básicos e Instrumentais 3 Termologia Física II Prof. Roberto Claudino Ferreira Prof. Roberto Claudino 1 ÍNDICE 1. Conceitos Fundamentais;
Professor (a): Cristiano C. Gonçalves
Aparecida de Giânia, de de 2015. Alun (a): nº Série:9 ANO Turma: Prfessr (a): Cristian C. Gnçalves ([email protected]) LISTA DE EXERCÍCIOS DE FÍSICA A1 I BIM14 TERMOMETRIA, DILATAÇÃO E CALORIMETRIA
MATEMÁTICA. Capítulo 1 LIVRO 1. I. Introdução à Geometria II. Ângulo III. Paralelismo. Páginas: 145 à 156
MATEMÁTICA LIVRO 1 Capítul 1 I. Intrduçã à Gemetria II. Ângul III. Paralelism Páginas: 145 à 156 I. Intrduçã a Estud da Gemetria Plana Regiã Plignal Cnvexa É uma regiã plignal que nã apresenta reentrâncias
UFSC. Matemática (Amarela)
Respsta da UFSC: 0 + 0 + 08 = Respsta d Energia: 0 + 08 = 09 Resluçã 0. Crreta. 0. Crreta. C x x + y = 80 y = 80 x y y = x + 3 30 x + 3 30 = 80 x x = 80 3 30 x = 90 6 5 x = 73 45 8 N x z 6 MN // BC segue
Temperatura, Calor e a Primeira Lei da Termodinâmica
Temperatura, Calor e a Primeira Temperatura; A Lei Zero da Termodinâmica; Medindo a Temperatura; Escala Celsius e Fahrenheit; Dilatação Térmica; Temperatura e Calor; Absorção de Calor por Sólidos e Líquidos;
MATEMÁTICA. Capítulo 1 LIVRO 1. I. Introdução àgeometria II. Ângulo III. Paralelismo. Páginas: 145 à156
MATEMÁTICA LIVRO 1 Capítul 1 I. Intrduçã àgemetria II. Ângul III. Paralelism Páginas: 145 à156 I. Intrduçã a Estud da Gemetria Plana Regiã Plignal Cnvexa É uma regiã plignal que nã apresenta reentrâncias
TIPO DE PROVA: A. Questão 1. Questão 3. Questão 2. Questão 4. alternativa E. alternativa A. ver comentário. alternativa E
Questã TIPO DE PROVA: A N primeir semestre deste an, a prduçã de uma fábrica de aparelhs celulares aumentu, mês a mês, de uma quantidade fixa. Em janeir, fram prduzidas 8 000 unidades e em junh, 78 000.
III Olimpíada de Matemática do Grande ABC Primeira Fase Nível 2 (7ª ou 8ª Séries)
III Olimpíada de Matemática d Grande ABC Primeira Fase Nível (7ª u 8ª Séries). A perguntar a idade d prfessr, um alun recebeu d mesm a seguinte charada : Junts tems sete vezes a idade que vcê tinha quand
9. (Uel 95) Uma escala de temperatura arbitrária X está relacionada com a escala Celsius, conforme o gráfico a seguir.
1. (G1) Em uma determinada escala arbitrária o ponto de congelamento da água é de 10 unidades, enquanto que o ponto de ebulição é de 210 unidades. Todas as medidas feitas ao nível do mar. Qual é a temperatura
Questão 46. Questão 47. Questão 48. alternativa D. alternativa B. Dados: calor específico do gelo (água no estado sólido)...
Questã 46 A partir de um bjet real de altura H, dispst verticalmente diante de um instrument óptic, um artista plástic necessita bter uma imagemcnjugadadealturaigualah.nesse cas, dependend das cndições
CAPÍTULO 4 PROJETO TÉRMICO T TROCADORES DE CALOR TIPO DUPLO TUBO
APÍTULO 4 PROJETO TÉRMIO T E TROAORES E ALOR TIPO UPLO TUBO Metdlgia de prjet escriçã ds trcadres Tabela 4.- nexões de um trcadr de calr dupl tub (em plegadas) Tub extern, IPS Tub intern, IPS ¼ ½ ¼ 3 4
01) 2 02) 2,5 03) 3 04) 3,5 05) 4. que se pode considerar AP = 2x e PB = 3x. Assim 2x + 3x = 20 5x = 20. RESPOSTA: Alternativa 05
PROVA APLICADA ÀS TURMAS DO 3 O ANO DO ENSINO MÉDIO DO COLÉGIO ANCHIETA EM MARÇO DE 009. ELABORAÇÃO: PROFESSORES OCTAMAR MARQUES E ADRIANO CARIBÉ. PROFESSORA MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA 1. O segment AB pssui,
Resoluções dos exercícios propostos
1 P.83 Dados: m 1 g (gelo a θ 2 C); θ 6 C; θ fusão C; c gelo,5 cal/g C; L F 8 cal/g; c água 1 cal/g C 1 a etapa Aquecimento do gelo de 2 C até C ( θ 2 C): Q 1 m c gelo θ Q 1 1,5 2 Q 1 1. cal 1 1 3 cal
= mgh, onde m é a massa do corpo, g a
Escreva a resluçã cmpleta de cada questã de Física n espaç aprpriad. Mstre s cálculs u racicíni utilizad para chegar a resultad final. Questã 09 Duas irmãs, cada uma cm massa igual a 50 kg, decidem, num
RESOLUÇÃO COMECE DO BÁSICO - FÍSICA
SOLUÇÃO CB1. RESOLUÇÃO COMECE DO BÁSICO - FÍSICA A curvatura da lâmina se dá devido aos diferentes coeficientes de dilatação dos metais que compõem a lâmina SOLUÇÃO CB2. A equação do calor sensível é:
Caderno de Prova ENGENHARIA MECÂNICA. Vestibular Vocacionado ª FASE 2ª Etapa. Nome do Candidato:
Universidade d Estad de Santa Catarina Vestibular Vcacinad 010. Cadern de Prva ª FASE ª Etapa ENGENHARIA MECÂNICA Nme d Candidat: INSTRUÇÕES GERAIS Cnfira Cadern de Prva, as Flhas de Respstas e a Flha
Dados: - calor latente de vaporização da água: 540cal/g - calor específico da água: 10cal/g C
1. (Fuvest 92) Adote: calor específico da água = 1 cal/g. C Um recipiente contendo 3600g de água à temperatura inicial de 80 C é posto num local onde a temperatura ambiente permanece sempre igual a 20
cm, quando a temperatura varia
1. (Famerp 2018) Dois cilindros retos idênticos, um de cobre (coeficiente de dilatação linear 5 1 5 1 igual a 1,7 10 C ) e outro de ferro (coeficiente de dilatação linear igual a 1,2 10 C ), têm, a 0 C,
01) 2 02) 2,5 03) 3 04) 3,5 05) 4 RESOLUÇÃO: Sendo que pode-se considerar AP = 2x e PB = 3x. Assim 2x + 3x = 20
PROVA APLICADA ÀS TURMAS DO 3 O ANO DO ENSINO MÉDIO DO COLÉGIO ANCHIETA EM 2009. ELABORAÇÃO: PROFESSORES OCTAMAR MARQUES E ADRIANO CARIBÉ. PROFESSORA MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA 1. O segment AB pssui, n sentid
Avaliação Imobiliária e Manutenção das Construções
Avaliaçã Imbiliária e Manutençã das Cnstruções 1ª Épca 15 de junh de 2016 (11h30) (V1.26 V1.25) Nme: Númer: Duraçã ttal sem interval: 1,45 hras Ntas: I. Nã é permitida a cnsulta de quaisquer ntas u dcuments,
Plano de Aulas. Física. Módulo 10 Dilatação térmica
Plano de Aulas Física Módulo 10 Dilatação térmica Resolução dos exercícios propostos Exercícios dos conceitos 8 CAPÍTULO 1 1 a Com o aumento da temperatura, o período de oscilação do pêndulo aumenta, e
Aluno(a): Código: 04. Sabendo que log 2 = x e log 3 = y, calcule o valor de: a) log 120. b) log 3 2 5
lun(a): Códig: Série: 1ª Turma: Data: / / 01. Se lg 2 = a e lg 3 = b, calcule valr de: a) lg 30 04. Sabend que lg 2 = x e lg 3 = y, calcule valr de: a) lg 120 b) lg 0,75 b) lg 3 2 5 02. Eles têm certeza
Questão 46. Questão 47 Questão 48. alternativa A. alternativa B. partem do repouso, no ponto A, e chegam, simultaneamente,
Questã 46 Um pequen crp é abandnad d repus, n pnt, situad a uma altura h, e atinge sl cm uma velcidade de módul v. Em seguida, mesm crp é disparad verticalmente para cima, a lng da mesma trajetória descrita
Dilatação Térmica Prof. Neto
1. (Fuvest) Um termômetro especial, de líquido dentro de um recipiente de vidro, é constituído de um bulbo de 1cm 3 e um tubo com secção transversal de 1mm 2. À temperatura de 2 C, o líquido preenche completamente
Vamos estudar as características e determinações do potencial da pilha e dos potenciais padrões do eletrodo e da pilha.
Aula: 25 Temática: Ptenciais da Pilha Vams estudar as características e determinações d ptencial da pilha e ds ptenciais padrões d eletrd e da pilha. Uma pilha na qual a reaçã glbal ainda nã tenha atingid
TERMODINÂMICA. Prof. Otávio Castellani
TERMODINÂMICA Prof. Otávio Castellani TERMODINÂMICA Termo + Dinâmica Calor movimento Ramo da Física F que estuda os fenômenos relacionados ao aquecimento e resfriamento dos corpos. TEMPERATURA Grandeza
Termodinâmica. Termologia
ermdinâmica ermlgia nceits Básics A ermlgia é a parte da ísica que estuda calr e tds s fenômens térmics. ermmetria é a parte da ermlgia que estuda a temperatura e suas medidas. alr é energia térmica em
Dilatação Térmica Aula 4 Allan Calderon
Dilatação Térmica Aula 4 Allan Calderon Transmissão de calor Def.: O calor é uma forma de energia que se propaga entre dois pontos, devido a uma diferença de temperatura entre eles. Ex.: Efeito estufa:
Lista de exercícios Conceitos Fundamentais
Curs: Engenharia Industrial Elétrica Disciplina: Análise Dinâmica Prfessr: Lissandr Lista de exercícis Cnceits Fundamentais 1) Em um circuit trifásic balancead a tensã V ab é 173 0 V. Determine tdas as
CALORIMETRIA Calor. CALORIMETRIA Potência ou Fluxo de Calor
CALORIMETRIA Calor É a transferência de energia de um corpo para outro, decorrente da diferença de temperatura entre eles. quente frio Unidades de calor 1 cal = 4,186 J (no SI) 1 kcal = 1000 cal Fluxo
MATEMÁTICA 1 o Ano Duds
MATEMÁTICA 1 An Duds 1. (Ufsm 011) A figura a seguir apresenta delta d ri Jacuí, situad na regiã metrplitana de Prt Alegre. Nele se encntra parque estadual Delta d Jacuí, imprtante parque de preservaçã
matemática 2 Questão 7
Questã TIPO DE PROVA: A Na figura, a diferença entre as áreas ds quadrads ABCD e EFGC é 56. Se BE =,a área d triângul CDE vale: a) 8,5 b) 0,5 c),5 d),5 e) 6,5 pr semana. Eventuais aulas de refrç sã pagas
COMENTÁRIO DA PROVA DE QUÍMICA
COMENTÁRIO DA PROVA DE QUÍMICA Cm já acnteceu em várias utras casiões (cm na própria 1ª fase deste an), faltu uma leitura final da prva pr parte da cmissã. Essa cnduta prudente teria evitad falhas elementares
