Capítulo 199 Curvas em canais
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- Stéphanie de Sousa Bonilha
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1 Capítulo 199 Curvas em canais 199-1
2 Capítulo 199- Curvas em canais Introdução Iremos tratar da sobrelevação do nível da água em canais em curvas. Trataremos de canais simples e não os compostos conforme se pode ver na Figura (199.1). Quanto ao regime de escoamento não haverá tratamento especial para regime subcrítico e nem para supercrítico. Quanto ao raio da curva, pode ser o interno, o externo e o médio. Já vi projetos de rios em curva onde foi esquecido a sobrelevação da água na curva e quando apresentado o problema causava danos a estrutura de uma ponte onde foi preciso colação de gabiões tipo reno para proteção de erosão. Figura Canais em curvas Teoria da sobrelevação em curvas Conforme Nalluri, 2016 vamos mostrar a sobrelevação da curva da Figura (199.2) Figura Curva em canal com sobrelevação 199-2
3 Exemplo Este exemplo é de Nalluri, Example 10.7 Calcular as cotas ya e yb do canal em curva com vazão de 10 m 3 /s que tem 3,00m de largura, altura do nível de água de 2,2m, ângulo da curva de 90º e com raio interno de 5,00m e consideramos que não há perda de energia na curva. Para determinar ya e yb precisamos das velocidades angulares va e vb. Yo =2,2m Vo=Q/A= 10/ (2,2 x 3,0) = 1,515 m/s Vo^2/2g= 1,515^2/(2*9,81)= 0,117 m O valor da energia específica Eo será: Eo=yo + Vo 2 /2g= 2,2 + 0,117 = 2,317m Em uma curva para um ponto genérico X temos: vx. r = constante= K vx= K/r r= raio da curva. vx= velocidade no raio X (m/s) A vazão total Q será a integral vx. yr. dr (velocidade. área da seção) deste ya até yb. Q= vx, yr. dr Equação Mas yr= E vx 2 /2g= E K 2 /2gr Substituindo na Equação (199.1) temos: Teremos então: Q= K (1/r) (E K 2 /2gr 2 ) dr= K (E/r K 2 /2gr 2 ) dr Q= K [ E. ln(rb/ra) + K 2 /4g (1/rB 2 1/rA 2 )] Fazendo as substituições teremos: 199-3
4 10= K [ 2,317. ln(8/5 + K^2/4x9,81 (1/8^2 1/5^2)] Observar que o valor de K aparece duas vezes na parte direita da equação e calculamos no Excel por tentativas e achamos K= 9,71. Então teremos: va= K/rA= 9,71/5= 1,942 va^2/2g=0,192m vb=k/rb= 9,71/8= 1,2137 vb^2/2g= 0,075m ya = ,192= 2,125 m yb= 2,317 0,075yo== 2.242m A sobrelevação se dará em B e será: yb yo= 2,242-2,2= 0,042m Portanto, a elevação será de 4,2 cm Método de Leopold, 1960 e Rozovskii, 1957 usados na Alemanha em Baden-Wurtemberg Em Badden-Wurtemberg Teil 2, 2004 são usados dois métodos básicos, o do americano Leopold, 1960 e o do ucraniano Rozovskii, Evitando demonstrações teóricas, vamos mostrar em um exemplo. Exemplo Adaptador de Baden-Wurttemberg Teil 2 O canal retangular da Figura (199.3) tem largura de 24m, raio médio de 60m e ângulo da curva de 120 graus. O comprimento do talvegue no raio médio é de L=125,7m. A velocidade é 1 m/s e a altura do nível de água é 2,00m. A vazão é de 48 m 3 /s. A rugosidade de Manning n=0,028 Calcular a sobrelevação devido a curva
5 Figura Canal em curva Fonte: Baden-Wurttemberg Teil 2, Os cálculos estão resumidos na Tabela (199.1). Tabela Cálculos de Leopold, 1960 e Rozovskii, 1957 Baden-Wurtembergh Teil 2 Lleopold, 1960 V (m/s)= 1 Largura do canal B (m)+ 24 Raio de curvatura r (m)= 60 n= 0,028 y (m)= 2 Ângulo teta (graus) 120 Comprimento da curva L (m)= 125,7 Area molhada (m2)= A 48 Perimetro molhado (m)= P 28 Raio hidraulico (m)= A/P 1, Leopoldo, 1960 B/r 0,4 Grafico Abb F12.5 com a=1,00m Frc^2= 0,35 Frc= 0, Numero de Froude Fr 0, Se Fr < Frc então vale as condições de Leopold Coefiente de atrito fr 0, Graffico Abb F12,4 com B/r=0,4 achamos fk/fr= 0,5 fk= 0,
6 f= fr+ fk 0, Sobrelevação hv= 0, Rozovskii, 1957 C= (1/n) R ^(1/6) 39,07 Sobrelevação hv= 0, Leopold, 1960 Primeiro vamos usar a Figura (199.4). Entrando com a altura a=2,00m e B/rm=0,4 achamos Frc^2= 0,35 e, portanto, Frc=0,59 Figura Leopold, Entramos com B/rm e temos a altura a e achamos o valor de Frc^2. Observar que a cuva pontilhada da altura a é limitada. Fonte: Baden-Wurttemberg Teil 2, R= A/ U = (24 x 2) / ( x 2,2)= 1,71m R= raio hidráulico (m) A= área molhada (m 2 ) 199-6
7 U= perímetro molhado (m) C= (1/n) x R (1/6) = (1/0,029=8) x 1,71 ^(1/6) = 39,4 m ^(1/2)/s B/rm= 24/ 60 =0,4 O número de Froude Fr será: Fr= vm/(gxy) ^0,5 = 1/(9,81x2)^0,5 =0,23 O número de Froude do canal calculado é Fr=0,23 que é menor que o número de Frc de Leopold que é 0,59 e, portanto, são válidas as condições de Leopold. fr= (8. g n^2)/ R ^(1/3)= (8x9,81x0,028^2)/1,71^(1/3) =0,051 Nota: os alemães usam normalmente para o coeficiente de atrito o símbolo grego lambda λ, enquanto que no Brasil e Estados Unidos usamos a letra f. Vamos calcular conforme Leopold Temos que entrar na Figura (199.5) achamos a relação fk/fr= 0,5. onde entrando com B/rm=0,
8 Figura Para o método de Leopold, Entramos com B (largura do canal) dividido pelo raio médio da curva do canal rm e achamos no gráfico a relação fk/fr. Fonte: Baden-Wurttemberg Teil 2, Com o valor B/rm= 24/ 60= 0,4 achamos fk/fr=0,5 Como temos o valor de fr= 0,051 vamos achar fk= 0,5 x fr=0,025 Mas segundo Leopoldo, 1969 f= fk + fr= 0, ,025= 0,076 Com os valores calculados podemos então achar calcular o valor da sobrelevação hv. hv= f.l. vm^2/(4r2g) =0,076 x 125,7 x 1 ^3/(4 x 1,71 x 2 x 9,81) =0,07m Portanto, a sobrelevação é de 7 cm conforme Leopold; 199-8
9 Vamos agora calcular a sobrelevação conforme Rozovskii, 1957; hv= [(24 x g^0,5/c) + (60.g/C^2)]x(y. L. vm^2)/(rm^2 x 2 g) hv= sobrelevação (m) g= 9,81 m/s 2 C= valor calculado acima L=comprimento do talvegue (m) Vm= velocidade média (m/s) Rm = raio médio da curva (m) hv= [(24 x 9,81^0,5/39,4) + (60x9,81/39,4^2)]x(2x125,7 x 1^2)/(60^2 x 2x9,81) Portanto, a sobrelevação conforme Rozovskii, 1957 será de 0,81cm; Verificamos que segundo Leopold, 1969 a sobrelevação foi de 7cm e segundo Rozovskii, 1957 de 0,81cm e o valor correto estaria entre o intervalo. Exemplo Aplicamos o método de Naluri no exemplo alemão de Baden Wutemberg Teil 2, 2004 conforme Tabela (199.2) e achamos sobrelevaçãod e 5cm. Tabela Método de Naluri aplicado a Baden-Wurtemberg, Teil 2, Baden-Wurtembur Teil 2 usando Naluri Examnple 10.7 Curva do um canal sem considerar perda de carga Largura (m)= 24 Altura do nivel de água (m)= 2 Raio da curva interno (m)= 48 Raio da curva externa (m)= 72 Curva de 120 graus Vazão (m3/s)= Q= 48 Area (m2) 48 Velocidade Vo (m/s)= 1,00 Cota linha energia Eo (m= 2,051 Tentativa valor de K 9,71 Tem que dar a vazão Q 8,07 VA (m/s)= 0, VB (m/s)= 0, ya (m) 2,049 yb (m)= 2,050 Sobreelevação (m)= 0,
10 199.4 Superelevação em curvas horizontais Subramanya, 2009 e Pazwasgm 2016 mostram equação para escoamento subcrítico: E= ( V 2. T)/ (g.r) E= sobrelevação (m) ou superelevação V= velocidade média na seção (m/s) T=largura da superfície da água ou largura do canal *m). Observar que pode ser um canal de seção trapezoidal ou outra seção qualquer. g= 9,81=aceleração da gravidade (m/s 2 ) r= raio médio do canal (m) Exemplo Calcular a superelevação de um canal com V=1,8m/s largura B=80m e raio médio de curvatura de 500m. E= ( V 2. B)/ (g.r) E= ( 1,8 2 x 80)/ (9,81 x 500)= 0,053m Quando o escoamento em um canal ou rio for subcrítico a superelevação E pode ser calculada conforme Subramanya, 2009 pelas seguintes equações. Canal retangular E= ( 3.V 2. B)/ (4.g.r) E= altura máxima que a água atinge acima do nível do escoamento yo (m) V= velocidade média na seção (m/s) B= largura da seção (m) g= 9,81m/s 2 = aceleração da gravidade r= raio da curva medido do centro do canal (m) Exemplo Calcular a superelevação de um canal retangular com V=1,8m/s largura B=80m e raio de curvatura de 500m. E= ( 3.V 2. B)/ (4.g.r) E= ( 3x 1,8 2 x 80)/ (4x9,81x500)= 0,04m Canal trapezoidal
11 E= V 2 (B+2.z.yo)/ 2 (g.r-2.z.v 2 ) yo= altura do nível de água (m) z= declividade do talude. Exemplo Calcular a superelevação de um canal trapezoidal com talude 1 (V): 2(H) (z=2); V=1,8m/s largura B=80m e raio de curvatura de 500m. E= V 2 (B+2.z.yo)/ 2 (g.r-2.z.v 2 ) E= 1,8 2 (80+2x2x1,2)/ 2 (9,81x500-2x2x1,8 2 )=0,03m Raio de curvatura para curvas horizontais Segundo French, 2007 não há uma regra para estimar o minimo raio de curvatura. Na Índia o mínimo raio de curvatura é 91m para canais com vazões de 0,30m 3 /s e raio de 1500m para vazões maiores que 85m 3 /s. Khatsuria, 2005 recomenda o raio mínimo de curvatura aceitável para canal com seção retangular os estudos de Wes, Rmin= 4 V 2 B / g.y Exemplo Calcular a superelevação de um canal, V=1,8m/s largura B=80m e y=1,20m. Calcular o raio mínimo de curvatura de 500m. Máxima superelevação Emax= 0,09. B Rmin= 4 V 2 B / g.y Rmin= 4x 1,8 2 x 80 / (9,81x1,20)= 88,00m Exemplo Calcular a máxima superelevação em um canal com 80m de largura. Emax= 0,09. B Emax= 0,09 x 80= 7,2m Khatsuria, 2005 recomenda que o mínimo comprimento de transição de cada lado da curva seja dado pela equação: Lt= 20 x E
12 Lt= comprimento de transição em metros de cada lado da curva E= superelevação na curva (m) Exemplo Calcular o comprimento mínimo de transição para superelevação de 0,50m. Lt= 20 E Lt= 20 x 0,50= 10,00m Khatsuria, 2005 conforme Figura (199.6) informa ainda que se pode usar dois raios de curvatura ( Rt e Rc ) da seguinte maneira: θt θ = 2.θt + θc θt= tan -1 [ b/tan β1/ (Rt + b/2)] Rt= 2.Rc Rc= raio da curva central (m) F1= número de Froude do escoamento no começo da curva β1= sen -1 ( 1/F1)
13 Figura Curva composta de dois raios Fonte: Khatsuria, 2005 ] Superelevação conforme French para curvas horizontais Uma equação que fornece uma estimativa boa da superelevação de um canal em curva conforme French, 2007 é: E= (V 2 / g) [ 20R/3.B -16R 3 /B 3 + (4R 2 /B 2-1) 2 ln( (2R+B)/(2R-B))] Exemplo Calcular a superelevação de um canal, V=1,8m/s. largura B=80m e raio de curvatura de 500m. E= (V 2 / g) [ 20R/3.B -16R 3 /B 3 + (4R 2 /B 2-1) 2 ln( (2R+B)/(2R-B))] E= (1,8 2 / 9,81) [ 20x500/3x80-16x500 3 / (4x500 2 /80 2-1) 2 ln( (2x500+80)/(2x500-80))]=0,028m Superelevação em curvas conforme Pazwash Pazwash.2016 mostra equação para escoamento em uma curva de um canal. E= ( V 2. T)/ (g.r) E= sobrelevação (m) ou superelevação V= velocidade média na seção (m/s) T=largura da superfície da água ou largura do canal *m). Observar que pode ser um canal de seção trapezoidal ou outra seção qualquer. g= 9,81=aceleração da gravidade (m/s 2 ) r= raio médio do canal (m) Pazwash, 2016 salienta que na curva aparecerão forças centrifugas que aumentarão as tensões superficiais, ou seja, a tensão trativa. σb= Kb. σd σd= tensão trativa se não houvesse curva (Pa) σb= tensão trativa na curva (Pa) Kb= fator de curva do canal
14 O fator da curva K depende da relação do raio médio da curva dividido pela largura da superfície do canal T. Se 2 < r/t <10 Kb= 2,38-0,206(r/T) + 0,0073 (r/t) 2 Se r/t <= 2,0 Kb= 2,0 Se r/t >=10 Kb= 1,05 Tabela Fator da curva do canal Kb em função de r/t r/t Kb 1,05 1,13 1,20 1,30 1,41 1,53 1,670 1,83 2,0 Ao passar a curva existe uma distância Lb na qual há influência do aumento da tensão trativa e o interessante salientado por Pazwash, 2016 é que o raio da curva não influencia no comprimento Lb. Lb= 0,74 R (7/6) / nb Lb= comprimento até onfe há influencia no aumento da tensão trativa (m) R= raio hidráulico (m) nb= coeficiente de rugosidade de Manning
15 199.8 Bibliografia e livros recomendados -BADEN-WURTTEMBERG. Hydraulic naturnaher fliessgewasser. Teil 1, ano 2002 com 97 paginas. -BADEN-WURTTEMBERG. Hydraulic naturnaher fliessgewasser. Teil 2, ano 2004 com 218 paginas. -BADEN-WURTTEMBERG. Hydraulic naturnaher fliessgewasser. Teil 3, ano 2003 com 113 paginas. -BADEN-WURTTEMBERG. Hydraulic naturnaher fliessgewasser. Teil 4, ano 2003 com 60 paginas. -COON, WILLIAN F. Estimates of roughness coefficients for selected natural stream channels with vegetated banks in New York. US Geological Survey Open-file report , Ithaca, New York, FRENCH, RICHARD H. Open channel hydraulics. Water Resources Publications, 2007, USA, 638 páginas. -GARBRECHT, G. Abflussberechung fur flusse und kanal. Die wasserwirtschaft, 51m S, und S , ano HAMILL, LES. Bridge Hydraulics. Editora Spon London,m 1999,367 páginas. -HYDRAULICS RESEARCH LABORATORY. Wallinford, Assessing the hydraulic performance of environmentally acceptable channels. Repoert EX 1799, Wallingford. -KHATSURIA, R.M. Hydraulics of Spillways and energy dissipators. New Yorkm 2005, 649 páginas. -MALCHEREK, ANDREAS. Gerinnehydraulik und flusswasserbau. Hydromechanik und wasserbau Band 2. Amazon/Kindle -MALCHEREK, ANDREAS. Sedimenttransport und morphodynamik. Hydromechanik und wasserbau Band3. Amazon/Kindle -MCCUEN, RICHARD H. Hydrologic analysis and design. 2ª ed. Prentice-Hall, 1998, 814 páginas. -NALLURI &FEATHERSTONES. Civil engeenering Hydraulics. Editora John Wiley, 6ª ed, ano 2016, Amazon/Kindle. -PATT, HEINZ E GONSOWKI, PETER. Wasserbau. Springer, Amazon/Kindle -PATT, HEINZ E ROBERT, JUPNER. Hochwasser Handbuch. Springer. Amazon/Kindle. -PAZWASH, HORMOZ. Urban stormwater management. Editora CRC Press, 2ª ed ano 2016, 683 oáginas. -PRADHAN S. E KHATUA, K.K. Composite rougness for rough compound channels. India, 7 paginas. -QUINTELA, ANTONIO DE CARVALHO. Hidráulica. Fundação Calouste Gul benkian, janeiro de 1961/ Lisboa, 539 paginas. -SELLIN, ROBERT HENRY JOHN. A laboratory investigation into the interaction between the flow in the channel of a river and that over its flood plain. Ano de 1964, 10 paginas. University of Belfast. Department of civil engineering. -SUBRAMANYA, K. Flow in open channels. McGraw-Hill, New Delhi, 2009, 3ª ed, 548 páginas. -SUBRAMANYA, K. Flow in open channels. Tata McGraw-Hill, New Delhi, 3a ed, 2009, 548 páginas. -WEISBACH, JULIUS. Experimental Hydraulik. Freiberg, WURTENBERG, LARS. Desertification, sertatiion und durren, Ursachen und wirkungen von problemen. Studienarbeit. Amazon/Kindle. -ZANKE, ULRICH. Hydraulik fur den wasserbau. Amazon, Kindle, Editora Springer, ano 2013, Berlim
16 --ZIDAN, ABDEL KUSIK AHMED. Review of friction formulae in open channel flow.14 de março de 2015 com 14 páginas
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