INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS
|
|
|
- Matilde Peralta Bacelar
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS Tipo de Prova: Mii-Tese II Daa de realização: 17 de maio de 2014 Duração: 75 miuos Nome: Nº de aluo: Turma: CLASSIFICAÇÃO GRUPO 1 GRUPO 2 GRUPO 3 TOTAL Aee as seguies idicações: A prova pode ser realizada a caea, esferográfica ou lápis; Para cálculos auxiliares deverá uilizar a folha exisee para o efeio; Não são esclarecidas quaisquer dúvidas durae a prova, pelo que, caso seja ecessário assumir algum pressuposo, deverá fazê-lo (escrevedo a prova) e agir em coformidade; É possível o uso de máquias de calcular; Com exceção do formulário, a prova ão pode ser desagrafada; Os arredodameos deverão ser efeuados a 4 casas decimais para axas de juro, câmbio e cálculos iermédios (ex: ) e a 2 casas decimais para valores (ex: 1, euros); Nas perguas de escolha múlipla só será cosiderada a resposa que esiver escria o quadrado exisee para o efeio. Cada resposa errada correspode a uma perda de 0.5 valores a oa fial. Nas resposas de verdadeiro ou falso cada resposa errada correspode a uma perda de 0.25 valores a oa fial. 1
2 GRUPO 1 1. A empresa TRC apresea os seguies dados (em milhares de euros) relaivamee a 2013: EBITDA 500 Amorizações 100 Gasos com Fiaciameo 200 Aivo [Asses] 4,000 Passivo [Deb] 2,000 A) (1.5 valores) Sabedo que a empresa esá sujeia a uma axa de imposo sobre o redimeo de 20%, calcule o Gross ROA e o ROE. B) (1.5 valores) Cosidere agora que as ecessidades de exploração e os recursos de exploração da empresa são respeivamee de 180 mil euros e 140 mil euros e que há 300 mil euros de aivos exra exploração, calcule o ROIC. 2
3 C) (1.5 valores) Sabedo que o Workig Capial de 2012 foi de 60 mil euros, como se comporou a empresa em 2013 em ermos de liberação de meios moeários a sua aividade? Jusifique. 2. (1.5 valores) Os acioisas esão isaisfeios porque o ROE é muio iferior ao Gross ROA, apesar de a empresa esar isea do pagameo de imposo sobre o redimeo. As melhores decisões, para resolver esa quesão, deverão passar por: A. Aumear o Capial Social; dimiuir o Gross ROA; egociar os juros da Divida B. Aumear o Turover (roação do aivo); amorizar Divida; aumear Gross ROA C. Dimiuir o Capial Social; dimiuir o Gross ROA; amorizar Divida D. Pedir emprésimo bacário; aumear a Margem; egociar os juros da Divida E. Nehuma das afirmações aeriores esá correa 3
4 3. (1.5 valores) Não havedo aivos exra exploração: A. O ROIC é igual ao Gross ROA B. O ivesed capial é sempre iferior ou o máximo igual ao aivo C. O ROIC aumea de valor D. Todas as afirmações aeriores esão correas E. As afirmações B e C esão correas GRUPO 2 4. (1.5 valores) A redução da margem brua, por aumeo do CMVMC: A. Caso a empresa ão eha iveários irá aumear o WC B. Caso a empresa ão eha iveários irá dimiuir o WC C. Se a empresa iver iveários e eses iverem a mesma duração média do prazo de pagameo de forecedores o efeio o WC será ulo D. Mesmo que a empresa ão eha iveários é impossível aecipar o efeio o WC 5. (1.5 valores) A rúbrica EOEP, que represea um recurso fiaceiro de exploração do WC, é de 200 euros, relaivo ao IVA a uma axa de 20% e um prazo de regularização de 2 meses. Sabedo que se raa de uma empresa de presação de serviços, que oferece um prazo de recebimeo de 4 meses aos seus cliees, que ão em iveários, em CMVMC, apeas FSE, o moae aual de 12,000 euros, pagos a proo pagameo, deermie o valor do Workig Capial da empresa ese ao. 4
5 GRUPO 3 6. (3 valores) Cosidere o seguie projeo de ivesimeo (valores em milhares de euros): Ivesimeo o Equipameo A: 400, vida úil de 2 aos e valor de veda de 40 o Equipameo B: 300, vida úil de 3 aos e valor de veda ulo EBITDA: 450 o 1º ao e 500 após o 1º ao WC: -50 o 1º ao e 50 após o 1º ao Taxa de Imposo Sobre o Redimeo: 30% Cosidere o valor residual em Workig Capial e o valor do desivesimeo em CAPEX o ao seguie ao fim da aividade Deermie os cash flows do projeo. 5
6 6
7 7. (2 valores) O VAL [NPV] de um projeo é de 72, o CAPEX de 80 e os 4 cash flows seguies são cosaes. Sabedo que a axa requerida pelos ivesidores é de 10% calcule o Prazo de Recuperação do Ivesimeo [Discoued Payback Period] do projeo. 8. (1.5 valores) Se o IRP [PI] for de 1.1: A. O ivesimeo apeas será recuperado o úlimo ao do projeo B. A TIR [IRR] será superior em 10% à axa de aualização uilizada o cálculo do VAL [NPV] C. Se o CAPEX for de 200, o VAL [NPV] será 40 D. As afirmações B e C são verdadeiras E. Nehuma das afirmações esá correa 9. (0.75 valores cada) Idique se as seguies afirmações são verdadeiras ou falsas, cosiderado um projeo com cash flows covecioais: A. Se aumear o prazo cocedido a cliees, o somaório dos cash flows ão aualizados do projeo dimiui B. Na aálise de um projeo, o VAL [NPV] e o PRI [DPP] coduzem sempre à mesma decisão. C. Se a TIR [IRR] for superior à axa requerida pelos ivesidores o IRP [PI] será sempre superior a 1. D. Se ão houvesse imposos o cash flow operacioal seria igual ao EBITDA. 7
8 CÁLCULOS AUXILIARES 8
9 CÁLCULOS AUXILIARES 9
10 CÁLCULOS AUXILIARES 10
11 Regime de Juro Simples FORMULÁRIO Regime de Juro Composo M C C r M C (1 r) C M M C 1 r (1 r) ou - C M (1 r) r m r m m 1 r (1 r m ) r (m) m 1 r (1 ), dode m rm r(m) m VA Reda de ermos cosaes fiios T 1 (1 r) r - VA Reda de ermos cosaes perpéuos = VA Reda de ermos crescees perpéuos = C capial aual; M capial acumulado; VA valor aual; T - ermo da reda ou fluxo r axa efeiva aual r(m) axa omial com m capializações o ao rm axa efeiva para o subperíodo que se repee m vezes o ao. úmero de períodos de capialização (períodos da axa efeiva em causa) g axa de crescimeo T r r T g Gross ROA EBIT EBIT Redimeos Operacioais Asses Redimeos Operacioais Asses Ne ROA Ne Icome Ne Icome Redimeos Operacioais Asses Redimeos Operacioais Asses Ne Icome Deb ROE GrossROA GrossROA r 1 Equiy Equiy ROIC r = cuso médio do capial alheio (passivo) = axa de imposo sobre o redimeo NOPLAT Capial Ivesido de Exploração Fudo de Maeio Capial Permaee Aivos Não Correes Workig Capial Necessidades Fiaceiras de Exploração Recursos Fiaceiros de Exploração Tesouraria Fudo de Maeio Workig Capial Tesouraria Elemeos Aivos de Tesouraria Elemeos Passivos de Tesouraria Meios moeários gerados pela aividade operacioal (meios liberos de exploração) EBITDA WC 11
12 Deb-o-equiy Deb Equiy Auoomia Fiaceira Equiy Asses Vedas Presação de Serviços (1+ Taxa IVA Liquidado) Cliees PrazoMédioRecebimeos 12 ou 365 Compras Forecimeos e Serviços Exeros (1+ Taxa IVA Deduível) Forecedores PrazoMédioPagameos 12 ou 365 Cosumo de Exisêcias Exisêcias Fiais DuraçãoMédiaExisêcias 12 ou 365 Volume de egócios Vedas Turover dos Asses (roação do aivo) Asses Asses Cash Flow do Projeo = Operaioal Cash Flow + Valor Residual em Workig Capial + Desivesimeo em Capex Ivesimeo em Capex Variações do Workig Capial Capex = ivesimeo em capial fixo Operaioal Cash Flow = NOPLAT + Amorizações = EBIT (1 ) + Amorizações EBITDA (preços correes) = EBITDA (preços cosaes) (1 + i) Taxa de descoo = r = rf + prémio de risco r- axa de descoo do projeo rf - axa de juro sem risco 1 r(omial) r(real) 1 1 i i axa de iflação N e Prese V alue (N PV) CF C F V alor A cual Líquido (V A L) I 0 V A L 1 (1 r) 0 (1 r) I0- ivesimeo em capial fixo (capex) iicial CF - cash flow do projeo o ao -vida úil do projeo. CF CF Ieral Rae of Reur (IRR) Taxa Iera de Redibilidade (TIR) I (1 TIR) 0 (1 TIR) CF Payback Period (PP) Prazo de Recuperação do Ivesimeo (PRI) T quado (1 r) T 0 I 0 CF I 0 (1 r) VAL Profiabiliy Idex (PI) Ídice de R edibilidade do Projeco (IR P) = 1 I I 0 (1 r) 0 (1 r) 12
INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS
INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS Tipo de Prova: Exame 1ª Época Daa de realização: 4 de juho de 2014 Duração: 120 miuos Nome: Nº de aluo: Turma: GRUPO 1 CLASSIFICAÇÃO GRUPO 2 GRUPO 3 GRUPO 4 GRUPO 5 TOTAL Aee as
INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS
INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS Tipo de Prova: Exame 1ª Época Daa de realização: 3 de juho de 2015 Duração: 120 miuos Nome: Nº de aluo: Turma: GRUPO 1 CLASSIFICAÇÃO GRUPO 2 GRUPO 3 GRUPO 4 GRUPO 5 TOTAL Aee as
Tipo de Prova: Teste Final/Exame Data de realização: 9 de Janeiro de 2010 Duração: 120 minutos. Nome: N.º de aluno: Turma: Classificação:
INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS Tipo de Prova: Teste Final/Exame Data de realização: 9 de Janeiro de 21 Duração: 12 minutos Nome: N.º de aluno: Turma: Classificação: Seleccione o tipo de prova que realiza: Teste
Juros Compostos 2016
Juros Composos 2016 1. (G1 - ifal 2016) Em 2000, cero país da América Laia pediu um emprésimo de 1 milhão de dólares ao FMI (Fudo Moeário Ieracioal) para pagar em 100 aos. Porém, por problemas políicos
Tipo de Prova: 2º Mini-Teste Data de realização: 9 de Maio de 2009 Duração: 80 minutos. Nome: Nº de aluno: Turma: Licenciatura: Classificação.
INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS Tipo de Prova: 2º Mini-Teste Data de realização: 9 de Maio de 2009 Duração: 80 minutos Nome: Nº de aluno: Turma: Licenciatura: Classificação valores NOTAS O teste não pode ser desagrafado.
28/11/2016. Renda Variável. Mercado Financeiro I RCC Ações a Vista. Agenda da Aula Mercado de Ações. Ações.
Carlos R. Godoy 1 Uiversidade de São Paulo Carlos R. Godoy Mercado Fiaceiro I RCC 0407 2 Faculdade de Ecoomia, Admiisração e Coabilidade Ribeirão Preo Mercado Fiaceiro I RCC 0407 Reda Variável a Visa Aula
INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS. Nome: Nº de aluno: Turma: Licenciatura: Classificação. valores
INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS Tipo de Prova: 2º Mini-teste Turmas da manhã Data de realização: 23 de Março de 2008 Duração: 60 minutos Nome: Nº de aluno: Turma: Licenciatura: Classificação valores Gross ROA Net
Tipo de Prova: Frequência/Exame 2ª Época Data de realização: 12 de Junho de 2008 Duração: 2 horas. Nome: Nº de aluno: Turma: Licenciatura:
INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS Tipo de Prova: Frequência/Exame 2ª Época Data de realização: 12 de Junho de 2008 Duração: 2 horas Nome: Nº de aluno: Turma: Licenciatura: Assinale o tipo de prova que realiza Frequência
INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS EXAME 1ª ÉPOCA 5 de Junho de 2007 Duração 2 horas
INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS EXAME 1ª ÉPOCA 5 de Junho de 007 Duração horas Responda a apenas duas das três questões seguintes: 1. Uma empresa tem um imobilizado líquido superior aos seus capitais permanentes.
INRODUÇÃO ÀS FINANÇAS EXAME 2ª ÉPOCA - Gestão /07 27 de Janeiro de 2007 Duração de 2 horas
INRODUÇÃO ÀS FINANÇAS EXAME 2ª ÉPOCA - Gestão - 2006/07 27 de Janeiro de 2007 Duração de 2 horas NOME NÚMERO TURMA 1. Um investidor português trocou 800 euros por dólares e seguidamente trocou os dólares
Lista de Exponenciais e Logaritmos Extensivo Alfa Professor: Leandro (Pinda)
Lisa de Expoeciais e Logarimos Exesivo Alfa Professor: Leadro (Pida) 1. (Eem 2017) Para realizar a viagem dos sohos, uma pessoa precisava fazer um emprésimo o valor de R$ 5.000,00. Para pagar as presações,
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANIRO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA MONOGRAFIA DE FINAL DE CURSO AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTOS
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANIRO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA MONOGRAFIA DE FINAL DE CURSO AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTOS Auor: Marcello Couiho Mazza Marícula: 9916568-6 Orieador: José Herique
1. Um capital de $80.000,00 é aplicado à taxa de 2,5% ao mês durante um trimestre. Determine o valor dos juros acumulados neste período.
MATEMÁTIA FINANEIRA RESOLUÇÃO DOS EXERÍIOS I. UROS SIMPLES. Um capial de $8., é aplicado à axa de 2,5% ao mês durae um rimesre. Deermie o valor dos juros acumulados ese período. i..,25 8. 3 6., 2. Um egociae
1. Na figura seguinte está representada parte do gráfico de uma função g, de domínio R e contínua em
PROVA ESCRITA DE MATEMÁTICA A.º E 00 Fevereiro 8 Duração da prova: 90 miuos VERSÃO Grupo I Para cada uma das cico quesões dese grupo, seleccioe a resposa correca de ere as aleraivas que lhe são apreseadas
INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS
INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS Tipo de Prova: Mini-Teste I Data de realização: 21 de março de 2015 Duração:75 minutos Nome: Nº de aluno: Turma: CLASSIFICAÇÃO GRUPO 1 GRUPO 2 TOTAL Atente nas seguintes indicações:
Métodos de Amortização
Méodos de Amorização Rui Assis Egeheiro Mecâico IST [email protected] www.rassis.com Fevereiro de 2006 Reviso em Seembro de 20 Méodos de Amorização Irodução Na perspeciva coabilísica, a amorização referese
conceito de análise de investimento
1. coceio de aálise de ivesimeo Aálise de Ivesimeos Prof. Uério Cruz O coceio de aálise de ivesimeo pode hoje ser um cojuo de écicas que permiem a comparação ere resulados de omada de decisões referees
1. Avaliação de impacto de programas sociais: por que, para que e quando fazer? (Cap. 1 do livro) 2. Estatística e Planilhas Eletrônicas 3.
1 1. Avaliação de impaco de programas sociais: por que, para que e quado fazer? (Cap. 1 do livro) 2. Esaísica e Plailhas Elerôicas 3. Modelo de Resulados Poeciais e Aleaorização (Cap. 2 e 3 do livro) 4.
Métodos Estatísticos de Previsão MÉTODOS ESTATÍSTICOS DE PREVISÃO. Análise de Erros. Bernardo Almada Lobo. Bernardo Almada-Lobo (2007)
Méodos saísicos de Previsão MÉTODO TATÍTICO D PRVIÃO 0 08 06 04 0 00 98 96 94 9 90 0 5 0 5 0 Aálise de rros Berardo Almada Lobo Berardo Almada-Lobo (007) Méodos saísicos de Previsão Regressão Liear Múlipla
MAGISTÉRIO MATEMÁTICA
PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONCURSO DE ADMISSÃO 0 ao CFO/QC - 0 PAG -6 4 Aalise as afirmaivas a seguir, colocado ere parêeses a lera V quado se raar de proposição verdadeira e a lera F quado se
INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS
INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS Tipo de Prova: Mini -Teste I Data de realização: 16 de março de 2013 Duração: 90 minutos Nome: Nº de aluno: Turma: CLASSIFICAÇÃO GRUPO 1 GRUPO 2 TOTAL Atente nas seguintes indicações:
RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE MATEMÁTICA FINANCEIRA
RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE MATEMÁTICA FINANCEIRA Caro aluo, Dispoibilizo abaixo a resolução resumida das 10 questões de Matemática Fiaceira da prova de Auditor do ISS/Cuiabá 2014. Para sua orietação, utilizei
AULA 9 SUMÁRIO. Critérios de avaliação de investimentos reais. Comparação de critérios
AULA 9 SUMÁRIO Critérios de avaliação de investimentos reais O Valor Actual Líquido (VAL) [ou Net Present Value (NPV)] A Taxa Interna de Rendibilidade (TIR) [ou Internal Rate of Return (IRR)] O Índice
INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS
INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS Tipo de Prova: Exame 2ª Época Data de realização: 14 de junho de 2013 Duração: 120 minutos Nome: Nº de aluno: Turma: Classificação Atente nas seguintes indicações: A prova pode ser
MATEMÁTICA FINANCEIRA
MATEMÁTICA FINANCEIRA Professor Pacher Tema da aula 8 VP - Valor Presete de um fluxo de caixa Avaliação de projetos - Valor presete liquido (VPL) - taxa itera de retoro (TIR) - Equivalêcias de capitais
Comparando Fluxos de Caixa Em Moedas Diferentes
Trabalho Apreseado o II SEGeT II Simpósio de Excelêcia em Gesão e Tecologia promovido pela Associação Educacioal Dom Bosco (AEDB) Comparado Fluxos de Caixa Em Moedas Diferees Marcelo Heriques de Brio -
MATEMÁTICA FINANCEIRA NA GESTÃO FLORESTAL
Uiversidade de São Paulo - Escola Superior de Agriculura 'Luiz de Queiroz' MATEMÁTICA FINANCEIRA NA GESTÃO FLORESTAL Avaliação de Projeos Floresais (Técicas de Maemáica Fiaceira) Prof. Luiz Carlos Esraviz
AULA 8 SUMÁRIO ANÁLISE DE
AULA 8 SUMÁRIO ANÁLISE DE INVESTIMENTOS REAIS A importância dos investimentos reais Tipologia dos investimentos Composição dos investimentos Princípios da metodologia de avaliação Determinação dos cash-flows
Análise Financeira 2º semestre
ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE VISEU DEPARTAMENTO DE GESTÃO Análise Financeira 2º semestre Caderno de exercícios Fluxos de Caixa Luís Fernandes Rodrigues Caso 2.01 Empresa do TENDE, SA, dedica-se à comercialização
Economia Florestal. A floresta como um capital
Ecoomia Florestal A floresta como um capital O que é um capital? Defiição Capital é um fudo ou valor (pode ser moetário, bes, maquiaria, etc.) que pode gerar redimetos futuros durate um certo tempo, capazes
FUNDO DE COMÉRCIO * Pedro Schubert
FUNDO DE COMÉRCIO * Pedro Schuber Esa maéria que ão em bibliografia e o seu coceio o ambiee coábil refere-se aos bes iagíveis e os auores ficam com os ies iagíveis possíveis de serem regisrados pela coabilidade
ANÁLISE COMPARATIVA DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE SISTEMAS FOTOVOLTAICOS E EÓLICOS PARA MICROGERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA
ANÁLISE COMPARAIVA DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE SISEMAS FOOVOLAICOS E EÓLICOS PARA MICROGERAÇÃO DE ENERGIA ELÉRICA Hugo Lima Moreira [email protected] Cero de Perícias Cieíficas Reao Chaves Coordeação
ENSINO SECUNDÁRIO / PROFISSIONAL VIABILIDADE FINANCEIRA
ENSINO SECUNDÁRIO / PROFISSIONAL VIABILIDADE FINANCEIRA VIABILIDADE Esta folha da Matriz Financeira é calculada automaticamente com base nos pressupostos que preencheram. Vários indicadores são calculados
VAL = /1, /1, /1,331 = 550 >0 => Investir!
ISCTE IBS LICENCIATURA EM GESTÃO FINANÇAS DA EMPRESA RESOLUÇÃO EXAME 1ª ÉPOCA CASO 1 (7,5 valores) Uma empresa está a estudar a viabilidade de um projecto de expansão com as seguintes projecções financeiras
INSTITUTO SUPERIOR DE FORMAÇÃO BANCÁRIA Ano Lectivo 2011/2012
INSTITUTO SUPERIOR DE FORMAÇÃO BANCÁRIA Ano Lectivo 2011/2012 CONTABILIDADE FINANCEIRA II Exame Parte I Duração: 75 minutos mais 15 minutos de tolerância NOTA IMPORTANTE: Obrigatória a apresentação de
Operações Financeiras (Ativas e Passivas) Operações Financeiras Ativas. Operações Financeiras Ativas. Operações Financeiras Ativas
Operações Fiaceiras (Ativas e Passivas) Operações Fiaceiras Ativas 1 2 Defiição As aplicações fiaceiras represetam excessos de dispoibilidades da empresa, em relação às ecessidades imediatas de desembolso,
CAP. 6 - ANÁLISE DE INVESTIMENTOS EM SITUAÇÃO DE RISCO
CAP. 6 - ANÁLISE DE INVESTIMENTOS EM SITUAÇÃO DE RISCO 1. APRESENTAÇÃO Nese capíulo serão abordados vários méodos que levam em coa o uso das probabilidades a aálise de ivesimeos. Eses méodos visam subsidiar
Teoria do Mercado de Capitais
Teoria do Mercado de Capiais Capíulo 9: Ross e all. 1 Inrodução Objeivo de Finanças: avaliação do risco de uma careira de aivos financeiros Risco: é medido em ermos de variações dos preços dos aivos P
RESPOSTAS DOS EXERCÍCIOS PROPOSTOS NO LIVRO:
RESPOSTAS DOS EXERCÍCIOS PROPOSTOS NO LIVRO: Projeo Fundão 0 Nese arquivo apresenamos as resposas dos exercícios e problemas proposos no livro Maemáica Financeira na Escola Básica: uma abordagem práica
ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE VISEU DEPARTAMENTO DE GESTÃO. Análise Financeira. 2º semestre. Caderno de exercícios
ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE VISEU DEPARTAMENTO DE GESTÃO Análise Financeira 2º semestre Caderno de exercícios Luís Fernandes Rodrigues 2017-2018 Análise Financeira 1 Caso 1.01 Suponha que
MATEMÁTICA FINANCEIRA
MATEMÁTIA FINANEIRA 1 Irodução Ere as iúmeras aplicações da Maemáica esá a de auxiliar a resolução de problemas de ordem fiaceira, como cálculo do valor de presações, pagameo de imposos, redimeo de poupaça
Sucessão de números reais. Representação gráfica. Sucessões definidas por recorrência. Introdução 8. Avaliação 18 Atividades de síntese 20
Ídice Sucessão de úmeros reais. Represetação gráfica. Sucessões defiidas por recorrêcia Itrodução 8 Teoria. Itrodução ao estudo das sucessões 0 Teoria. Defiição de sucessão de úmeros reais Teoria 3. Defiição
2 Listas de indicadores e rácios por output
2 Listas de indicadores e rácios por output Balanço Dashboards Ficheiro de excel Relatório PDF Ativo Ativo não corrente Investimentos não financeiros Ativos intangíveis e goodwill Investimentos financeiros
ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE VISEU DEPARTAMENTO DE GESTÃO. Análise Financeira. 2º semestre. Caderno de exercícios
ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE VISEU DEPARTAMENTO DE GESTÃO Análise Financeira 2º semestre Caderno de exercícios Luís Fernandes Rodrigues 2016-2017 Análise Financeira 1 Caso 1.01 A empresa Inova,
OPERAÇÃO 1 OPERAÇÃO 2 OPERAÇÃO 3 OPERAÇÃO mês 10% a.m. 100,00 110,00 121,00
Módulo 7 J uros Compostos Os juros compostos são cohecidos, popularmete, como juros sobre juros. 7.1 Itrodução: Etedemos por juros compostos quado o fial de cada período de capitalização, os redimetos
Conceitos. a. Fluxo de caixa operacional. FC O = Lucro Líquido + Juros + Depreciação. FC O = EBIT IR + Depreciação. b. Fluxo de caixa dos ativos
Finanças 1 Resumo Conceitos 1. Fluxos de caixa financeiros 2. Projeção de crescimento da empresa 3. Análise de fluxos de caixa descontados 4. Análise de projetos 5. Fluxos de caixa incrementais 6. Análise
Regras de utilização. Principais regras de utilização:
Regras de utilização Para a melhor utilização do presente modelo o empreendedor deverá dominar conceitos básicos de análise económica e financeira ou, não sendo esse o caso, deve explorar as potencialidades
AULA 7 SUMÁRIO EQUILÍBRIO FINANCEIRO DA EMPRESA E ROIC
AULA 7 SUMÁRIO EQUILÍBRIO FINANCEIRO DA EMPRESA E ROIC Análise da situação financeira O conceito de fluxos financeiros vs. económicos A geração de meios monetários: A relação entre resultados e Working
4 Modelo teórico Avaliação tradicional
4 Modelo eórico 4.1. Avaliação radicional Em economia define-se invesimeno como sendo o ao de incorrer em um cuso imediao na expecaiva de fuuros reornos (DIXIT e PINDYCK, 1994). Nesse senido as empresas
Professor: Danilo Dacar
Progressão Ariméica e Progressão Geomérica. (Pucrj 0) Os números a x, a x e a x esão em PA. A soma dos números é igual a: a) 8 b) c) 7 d) e) 0. (Fuves 0) Dadas as sequências an n n, n n cn an an b, e b
Exercícios de Análise de Sinal
Exercícios de Aálise de Sial FEUP DEEC Seembro 008 recolha de problemas de diversos auores edição feia por: H. Mirada, J. Barbosa (000) M.I. Carvalho, A. Maos (003, 006, 008) Coeúdo Complexos 3 Siais 5
Professor: Danilo Dacar
. (Pucrj 0) Os números a x, a x e a3 x 3 esão em PA. A soma dos 3 números é igual a: é igual a e o raio de cada semicírculo é igual à meade do semicírculo anerior, o comprimeno da espiral é igual a a)
FINANÇAS COMO PILAR DA GOVERNANÇA CORPORATIVA Prof. Haroldo Moura Vale Mota 2014
FINANÇAS COMO PILAR DA GOVERNANÇA CORPORATIVA Prof. Haroldo Moura Vale Mota 2014 O PROCESSO DE CRIAÇÃO DE RIQUEZA O objetivo da empresa é a maximização da riqueza do acionista no longo prazo Decisão de
O CULTIVO IRRIGADO DO MARACUJAZEIRO EM REGIÕES ÚMIDAS: UMA ANÁLISE FINANCEIRA
O CULTIVO IRRIGADO DO MARACUJAZEIRO EM REGIÕES ÚMIDAS: UMA ANÁLISE FINANCEIRA ALAN FIGUEIREDO DE ARÊDES; MATHEUS WEMERSON GOMES PEREIRA; MARÍLIA FERNANDES MACIEL; JOSÉ LUIZ DOS SANTOS RUFINO; EMBRAPA CAFÉ
TÉCNICAS E PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DE ANÁLISE FINANCEIRA DE INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS
TÉCNICAS E PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DE ANÁLISE FINANCEIRA DE INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS João Carvalho das Neves Professor catedrático em Gestão, Finanças Empresariais e Finanças Imobiliárias [email protected]
Faculdade de Engenharia. Análise Matemática 2 MIEEC 2015/2016
aculdade de Egeharia Aálise Maemáica 2 MEEC 25/26 ucioameo aculdade de Egeharia Teórico-práicas exposição e discussão da maéria resolução de exercícios Trabalho exra-aula resolução dos exercícios proposos
Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais. CURSO DE ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE EMPRESAS Ano Lectivo 2008/09 2º Semestre Mini Teste Teórico
UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais CURSO DE ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE EMPRESAS Ano Lectivo 2008/09 2º Semestre DISCIPLINA: FINANÇAS II 3º ANO I (60 min.) 1.
VERSÃO XXXX com resoluções NOME: Nº ALUNO: CURSO:
VERSÃO XXXX com resoluções NOME: Nº ALUNO: CURSO: Instituto Superior Técnico -DEG ALAMEDA LEMat, LEAmb, LMAC, LET, LEGM, MEC, MEBiol, MEQ, LEAN, MEAer, MEMec, MEBiom, MEFT Ano Lectivo 2007/2008 2º Semestre
Capítulo 3 SLITs Sistemas Lineares e Invariantes no Tempo
Capíulo 3 SLITs Siseas Lieares e Ivariaes o Tepo 3. Irodução 3.2 Repreação e odelo de esado 3.3 Siseas SISO 3.4 Siseas MIMO uli-diesioais 3.5 Modelo de espaço de esados coíuos 3.6 Resposa ipulsiva e covolução
UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais CONTABILIDADE FINANCEIRA II EXAME FINAL
CONTABILIDADE FINANCEIRA II Data: 22 de Janeiro de 2010 Duração: 2 horas e 30 minutos EXAME FINAL Responda a cada grupo em folhas separadas O Anexo I contem informação económico-financeira extraída das
Gestão Capítulo 6: Avaliação de projectos de investimento
Gestão Capítulo 6: Avaliação de projectos de investimento Inflação aumento generalizado do nível de preço medida a posteriori (1,5% valor da inflação) Preço corrente etiqueta dos produtos sem inflação
M23 Ficha de Trabalho SUCESSÕES 2
M Ficha de Trabalho NOME: SUCESSÕES I PARTE Relativamete à sucessão a =, pode-se afirmar que: (A) É um ifiitamete grade positivo (B) É um ifiitésimo (C) É um ifiitamete grade egativo (D) É limitada Cosidere
Exame MACS- Inferência-Intervalos.
Exame MACS- Iferêcia-Itervalos. No iício deste capítulo, surgem algumas ideias que devemos ter presetes: O objectivo da iferêcia estatística é usar uma amostra e tirar coclusões para toda a população.
Matemática Financeira
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Faculdade de Ecoomia, Admiistração e Cotabilidade de Ribeirão Preto - FEA-RP Matemática Fiaceira Profa. Dra.Luciaa C.Siqueira Ambrozii Juros Compostos 1 Juros compostos Cosidera
Contrato Futuro de Taxa Média das Operações Compromissadas de Um Dia (OC1) com Lastro em Títulos Públicos Federais
Conrao Fuuro de Taxa Média das Operações Compromissadas de Um Dia (OC1) com Lasro em Tíulos Públicos Federais Especificações 1. Definições Conrao Fuuro de OC1: Taxa Média das Operações Compromissadas de
ISCTE/ISCEE FINANÇAS EMPRESARIAIS 2/2007 (Duração 2h 30m) I (4,5 valores) Estas questões devem ser respondidas num máximo de 10 linhas cada.
ISCTE/ISCEE FINANÇAS EMPRESARIAIS 2/2007 (Duração 2h 30m) I (4,5 valores) Estas questões devem ser respondidas num máximo de 10 linhas cada. 1 Quando o mercado de capitais está menos desenvolvido é mais
